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Prova Exército - 2017 - CMRJ - Aluno do Colégio Militar - Português (EF)


ID
2772292
Banca
Exército
Órgão
CMRJ
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    A canção a seguir foi gravada em 1976, ou seja, quase no mesmo ano em que foi publicada a crônica de Carlos Drummond de Andrade que você leu aqui. Assim como o poeta, o compositor se inspirou na natureza e na nossa relação com os animais para falar de um estilo de vida. Será que ele ficou ultrapassado?


Texto IV


Casa no campo

Zé Rodrix / Tavito


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa compor muitos rocks rurais

E tenha somente a certeza

Dos amigos do peito e nada mais


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa ficar no tamanho da paz

E tenha somente a certeza

Dos limites do corpo e nada mais


Eu quero carneiros e cabras

Pastando solenes no meu jardim

Eu quero o silêncio das línguas cansadas


Eu quero a esperança de óculos

E meu filho de cuca legal

Eu quero plantar e colher com a mão

A pimenta e o sal


Eu quero uma casa no campo

Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê

Onde eu possa plantar meus amigos

Meus discos e livros e nada mais


Glossário:

    ● solene: formal; sério, grave; majestoso, imponente.

    ● pau-a-pique: parede feita de ripas cruzadas e preenchida de barro.


CD Elis. PolyGram/Philips, 1972/1998. Faixa 11.

Na letra da canção, o eu lírico faz uma lista das coisas que deseja como projeto de vida. Quando afirma “Eu quero carneiros e cabras / pastando solenes no meu jardim”, ele cria uma imagem em que

Alternativas

ID
2772295
Banca
Exército
Órgão
CMRJ
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    A canção a seguir foi gravada em 1976, ou seja, quase no mesmo ano em que foi publicada a crônica de Carlos Drummond de Andrade que você leu aqui. Assim como o poeta, o compositor se inspirou na natureza e na nossa relação com os animais para falar de um estilo de vida. Será que ele ficou ultrapassado?


Texto IV


Casa no campo

Zé Rodrix / Tavito


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa compor muitos rocks rurais

E tenha somente a certeza

Dos amigos do peito e nada mais


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa ficar no tamanho da paz

E tenha somente a certeza

Dos limites do corpo e nada mais


Eu quero carneiros e cabras

Pastando solenes no meu jardim

Eu quero o silêncio das línguas cansadas


Eu quero a esperança de óculos

E meu filho de cuca legal

Eu quero plantar e colher com a mão

A pimenta e o sal


Eu quero uma casa no campo

Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê

Onde eu possa plantar meus amigos

Meus discos e livros e nada mais


Glossário:

    ● solene: formal; sério, grave; majestoso, imponente.

    ● pau-a-pique: parede feita de ripas cruzadas e preenchida de barro.


CD Elis. PolyGram/Philips, 1972/1998. Faixa 11.

Nos versos em que foi usado, o verbo plantar tem um sentido diferente do comum. Quando diz “Onde eu possa plantar meus amigos / meus discos e livros”, o eu lírico dá a entender que pretende

Alternativas

ID
2772298
Banca
Exército
Órgão
CMRJ
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

    A canção a seguir foi gravada em 1976, ou seja, quase no mesmo ano em que foi publicada a crônica de Carlos Drummond de Andrade que você leu aqui. Assim como o poeta, o compositor se inspirou na natureza e na nossa relação com os animais para falar de um estilo de vida. Será que ele ficou ultrapassado?


Texto IV


Casa no campo

Zé Rodrix / Tavito


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa compor muitos rocks rurais

E tenha somente a certeza

Dos amigos do peito e nada mais


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa ficar no tamanho da paz

E tenha somente a certeza

Dos limites do corpo e nada mais


Eu quero carneiros e cabras

Pastando solenes no meu jardim

Eu quero o silêncio das línguas cansadas


Eu quero a esperança de óculos

E meu filho de cuca legal

Eu quero plantar e colher com a mão

A pimenta e o sal


Eu quero uma casa no campo

Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê

Onde eu possa plantar meus amigos

Meus discos e livros e nada mais


Glossário:

    ● solene: formal; sério, grave; majestoso, imponente.

    ● pau-a-pique: parede feita de ripas cruzadas e preenchida de barro.


CD Elis. PolyGram/Philips, 1972/1998. Faixa 11.

As expressões “esperança de óculos” e “filho de cuca legal” demonstram que a linguagem teve aqui, respectivamente, emprego

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