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ID
1196644
Banca
FGV
Órgão
DPE-RJ
Ano
2014
Provas
Disciplina
Economia
Assuntos

O efeito Pigou no modelo IS-LM se caracteriza por

Alternativas
Comentários
  • (a) Errado. Este é o efeito comum de um política fiscal no modelo IS-LM

     

    (b) Errado. Isso ocorre no caso clássico.

     

    (c) Errado. Este é o efeito Fisher.

     

    (d) Correto. Queda dos preços aumenta a oferta real de moeda, expandindo a LM (isto já é conhecido pelo efeito Keynes); e também teremos, de acordo com Pigou que a queda dos preços aumenta a riqueza real, o que aumenta o consumo, expandindo a IS. Isto leva a economia a uma situação de equilíbrio em pleno emprego (se recuperando automaticamente de uma crise).

     

    (e) Errado. O debate de credibilidade das autoridade monetárias é razoavelmente novo.

     

    Gabarito letra (d).

  • Considerando que o consumo não dependa apenas do nível de renda disponível, mas também do estoque de riqueza. Parece intuitivo que, para níveis de renda semelhantes, quanto maior for a riqueza real dos agentes maior será o consumo, ou seja, o consumo cresce tanto por aumentos na renda como pelo aumento da riqueza.

    Consideremos que o volume real de moeda (M/P) faça parte da riqueza. Até o momento consideramos que o volume real da moeda afetava exclusivamente a posição da curva LM, devido ao impacto dos juros reais no nível de investimento. Ao consideramos os saldos reais como parte da riqueza e esta última como variável explicativa do consumo, os saldos reais passam a influir também na posição da curva IS.

    Uma queda do nível de preços tem um impacto imediato de deslocar a curva LM para direita. Contudo, devemos agora considerar que o aumento dos saldos reais decorrente da queda dos preços ampliará a riqueza os indivíduos. Com isso, ampliaremos o consumo autônomo, deslocando a curva IS para direita, ampliando o impacto expansionista da queda de preços. (Fonte: Manual de Macroeconomia da USP).



    Gabarito: Letra “D".

  • efeito Pigou é o estímulo da produção e do emprego causado pelo aumento do consumo devido a um aumento nos saldos reais de riqueza, particularmente durante a deflação.