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ID
1318936
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Banco da Amazônia
Ano
2014
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

As ferramentas de antivírus devem ser constantemente atualizadas para poder reconhecer os novos códigos maliciosos e as variantes de códigos maliciosos antigos. Dentre as principais formas de camuflagem adotadas pelos códigos maliciosos, podemos destacar a técnica de criptografia para esconder a carga maliciosa e a mutação contínua do código de decriptação com a técnica de ruído.
Essas técnicas são utilizadas em conjunto pelo vírus

Alternativas
Comentários
  •  e) polimórfico

  • Gabarito E

    Os vírus polimórficos são capazes de criar uma nova variante a cada execução e diferentemente dos vírus encriptados que encriptam apenas o código do vírus e permanecem com a mesma rotina de decriptação, os vírus polimórficos alteram tanto a rotina de encriptação quanto a rotina de decriptação, inserindo também instruções que não alterem o processo de decriptação como os NOPs, o que dificulta a detecção.

                    Em uma variante de um vírus polimórfico o módulo de decriptação aparece em claro e o corpo do vírus aparece encriptado. No corpo do vírus estão presentes a rotina do vírus em si e um módulo de mutação responsável por gerar o módulo de encriptação e um novo módulo de decriptação que terá uma nova chave, visto que o módulo de encriptação foi alterado. Sendo assim, ao infectar um arquivo, o vírus apresentará um novo módulo de encriptação e um novo corpo.

                    Em geral, para realizar a detecção dessas ameaças os softwares antivírus fazem a decriptação do vírus usando um emulador ou realizam uma análise de padrão do corpo do vírus, visto que o código muda, mas a semântica não. O processo de emulação é também chamado de sandbox e é capaz de detectar o vírus caso o código decriptado permaneça o mesmo.

     

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