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ID
1432330
Banca
COPEVE-UFAL
Órgão
UFAL
Ano
2012
Provas
Disciplina
Administração Pública
Assuntos

Os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade dão limites a qual dos poderes do agente da Administração Pública?

Alternativas
Comentários
  • Poder Discricionário: Em hipóteses em que a lei é incapaz de traçar a conduta de um agente administrativo, confere-lhe certa margem de liberdade na produção do ato administrativo.

    " O poder discricionário, portanto, é a prerrogativa concedida aos agentes administrativos de elegerem, entre várias condutas possíveis, a que traduz maior conveniência e oportunidade para o interesse público. (CARVALHO FILHO, 2007, p. 42) "

    O Princípio da Razoabilidade e o da Proporcionalidade não têm previsão expressa em nosso ordenamento jurídico, sendo fruto de construção doutrinária e jurisprudencial. Esses princípios têm lugar no contexto de uma relação meio-fim, frente a uma situação concreta ocorrida no seio da Administração Pública, e aplicam-se precipuamente na aferição da legitimidade de atos discricionário que impliquem limitação ou condicionamento a direitos dos administrados ou imposição de sanções. São considerados as mais severas limitações à competência discricionária da Administração, e possibilitam ao Judiciário a anulação dos atos que as afrontem.