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A vacina antitetânica e antidiftérica é de uso rotineiro na gestante sendo indicada como imunização primária ou como reforço, no intuito de prevenir o tétano neonatal pela transferência passiva transplacentária de anticorpos da mãe para o feto. Hoje foi introduzido para a gestante a vacina acelular contra difteria, tétano e coqueluche (dTpa) no Calendário Nacional de Vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A ocorrência de hipersensibilidade (reação anafilática) confirmada apos o recebimento de dose anterior; e historia de hipersensibilidade a qualquer componente dos imunobiologicos. A ocorrência de febre acima de 38,5ºC, após a administração de uma vacina, não constitui contraindicação à dose subsequente. Quando ocorrer febre, deve-se administrar antitérmico de acordo com a prescrição médica e não indicar o uso de paracetamol antes ou imediatamente após a vacinação para não interferir na imunogenicidade da vacina.
A reação anafilática ocorre nas primeiras duas horas após a aplicação e é caracterizada pela presença de urticária generalizada, sibilos, laringoespasmo, edema de lábios, podendo evoluir com hipotensão e choque anafilático. Geralmente, a reação anafilática ocorre na primeira vez em que a pessoa entra em contato com o referido imunobiologico. Neste caso, as próximas doses estão contraindicadas.
Logo, dentre os sintomas colocados nas alternativas o único que contraindicaria seria a urticária generalizada, já que é um dos sintomas da reação anafilática e deve ser melhor investigado.
Resposta B
Bibliografia
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008.
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A vacina antitetânica e antidiftérica é de uso rotineiro na gestante sendo indicada como imunização primária ou como reforço, no intuito de prevenir o tétano neonatal pela transferência passiva transplacentária de anticorpos da mãe para o feto. Hoje foi introduzido para a gestante a vacina acelular contra difteria, tétano e coqueluche (dTpa) no Calendário Nacional de Vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A ocorrência de hipersensibilidade (reação anafilática) confirmada apos o recebimento de dose anterior; e historia de hipersensibilidade a qualquer componente dos imunobiologicos. A ocorrência de febre acima de 38,5ºC, após a administração de uma vacina, não constitui contraindicação à dose subsequente. Quando ocorrer febre, deve-se administrar antitérmico de acordo com a prescrição médica e não indicar o uso de paracetamol antes ou imediatamente após a vacinação para não interferir na imunogenicidade da vacina.
A reação anafilática ocorre nas primeiras duas horas após a aplicação e é caracterizada pela presença de urticária generalizada, sibilos, laringoespasmo, edema de lábios, podendo evoluir com hipotensão e choque anafilático. Geralmente, a reação anafilática ocorre na primeira vez em que a pessoa entra em contato com o referido imunobiologico. Neste caso, as próximas doses estão contraindicadas.
Logo, dentre os sintomas colocados nas alternativas o único que contraindicaria seria a urticária generalizada, já que é um dos sintomas da reação anafilática e deve ser melhor investigado.
Resposta B
Bibliografia
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008.
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Alguns indivíduos poderão apresentar reação anafilática a alguns componentes dos imunobiológicos. No mecanismo dessa reação, estão envolvidos os mastócitos. A reação ocorre nas primeiras duas horas após a aplicação e é caracterizada pela presença de urticária, sibilos, laringoespasmo, edema de
lábios, podendo evoluir com hipotensão e choque anafilático.Neste caso, as próximas doses estão contraindicadas.
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Reação anafilática: alguns indivíduos poderão apresentar reação anafilática a alguns componentes dos imunobiológicos. No mecanismo dessa reação, estão envolvidos os mastócitos. A reação ocorre nas primeiras duas horas após a aplicação e é caracterizada pela presença de urticaria, sibilos, laringoespasmo, edema de lábios, podendo evoluir com hipotensão e choque anafilático. Geralmente, a reação anafilática ocorre na primeira vez em que a pessoa entra em contato com o referido imunobiológico. Neste caso, as próximas doses estão contraindicadas.
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Reação anafilática: alguns indivíduos poderão apresentar reação anafilática a alguns componentes dos imunobiológicos. No mecanismo dessa reação, estão envolvidos os mastócitos. A reação ocorre nas primeiras duas horas após a aplicação e é caracterizada pela presença de urticaria, sibilos, laringoespasmo, edema de lábios, podendo evoluir com hipotensão e choque anafilático. Geralmente, a reação anafilática ocorre na primeira vez em que a pessoa entra em contato com o referido imunobiológico. Neste caso, as próximas doses estão contraindicadas.