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ID
2988592
Banca
IDECAN
Órgão
IF-PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Contemporaneamente, refletir sobre o trabalho do assistente social requer, também, debater sobre a formação dessa força de trabalho qualificada no âmbito do ensino universitário que, Segundo Marilda Iamamoto (2012), em seu livro “Serviço Social em tempo de capital fetiche”,

Alternativas
Comentários
  • Letra D

    " A universidade que se defende é aquela que cultiva a razão crítica e o compromisso com valores universais, coerente com sua função pública, não limitada e submetida a interesses particulares de determinadas classes ou frações de classes"

    Serviço social em tempo de capital fetiche, 2010, p. 432.

  • requer o direcionamento de esforços para preservar, no ambiente universitário, a integração entre o ensino, a pesquisa e a extensão e assegurar a liberdade didática, científica e administrativa para produzir e difundir conhecimentos voltados aos interesses das maiorias. Não entendi esse finalzinho...

  • Gente, alguém explica esse "interesse das maiorias", para mim a opção está incorreta por conta desse trecho...
  • Gabarito D

    A) O trabalho do Assistente Social, inserido na divisão social e técnica do trabalho, não pode ser dissociada das relações sociais. Sentimos os dilemas vividos pelo conjunto de trabalhadores e suas lutas, ou seja, estamos sujeito às injunções econômicas, políticas e ideológicas da prevalência dos interesses do grande capital e de seus centros mundial.

    B) Os docentes e pesquisadores brasileiros vêm acompanhando criticamente a política universitária e as medidas dela decorrentes no ensino superior de Serviço Social, Na perspectiva de defesa da universidade pública, gratuita e de qualidade, direcionada aos interesses da coletividade e enraizada na realidade regional e nacional.

    C e E) A democratização do ensino superior de serviço social, e a universidade que se defende é aquela que cultiva a razão crítica e o compromisso com valores universais, coerente com sua função pública, não limitada e submetida a interesses particulares ou frações de classes. Essa subordinação da educação à acumulação do capital compromete a qualidade do ensino superior e sua função pública, gera o desfinanciamento do ensino público superior, desvaloriza e desqualifica a docência universitária.

    Ajudando a colega que perguntou sobre as maiorias, Iamamoto trata aqui sobre os esforços que se direcionam para preservar, no ambiente universitário, a integração entre ensino, a pesquisa e extensão e assegurar a liberdade didática, científica e administrativa para produzir e difundir conhecimentos voltados aos interesses da maioria, ou seja, não uma parcela ou fração de classes terão direitos aos conhecimentos produzidos em uma universidade, pois ela deve ser um centro de produção de ciência, de tecnologia, do cultivo das artes e das humanidades; Também uma instituição voltada à qualificação profissional de alta competência, para além das necessidades do capital.

    Ensino superior público, de qualidade e que o acesso a ela e a tudo que seja produzido por ela, seja direito de todos.

    Fonte: Marilda Iamamoto, Serviço Social em Tempo de Capital Fetiche.