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ID
4867
Banca
CESGRANRIO
Órgão
TCE-RO
Ano
2007
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

"O que quer que façam ou não, os norte-americanos devem agora começar a olhar para longe."

MAHAN, Alfred T., in MORISON, S.E. e COMMAGER, H.S.,História dos Estados Unidos da América.
SP: Melhoramentos, Tomo II, p. 447.

A afirmativa acima tentava justificar o expansionismo norteamericano que, com base na Doutrina Monroe e no chamado Destino Manifesto, atuava sobre o continente americano. Na tentativa de se proteger dessas investidas e preservar a soberania territorial brasileira no século XIX, o governo imperial:

Alternativas
Comentários
  • Alguns trechos do livro História Regional (Rondônia), de Marco Antônio Teixeira e Dante Ribeiro da Fonseca (4ª ed., Rondoniana, pp. 89 e 91), tornam a alternativa C correta:

    "A partir do início da segunda metade do século XIX, o governo norte-americano manifestou interesse em abrir a Amazônia aos capitais daquele país, particularmente no setor da navegação fluvial, cuja exploração por navios de bandeira estrangeira era proibida pelo governo imperial. [...] A resposta do governo brasileiro foi clara: não permitiria a livra navegação no Vale do Amazonas, porque temia o expansionismo norte-americano. [...] Como medida preventiva, e firmando uma posição sobre o assunto, o governo brasileiro decretou o monopólio da navegação no Amazonas. Em 1852, tendo aceitado uma oferta do governo brasileiro de subsídio financeiro de 160 contos de réis e o monopólio, com duração de 30 anos, da exploração da navegação no rio Amazonas, Mauá (Irineu Evangelista de Souza - 1813 -1889) fundou a Companhia de Navegação e Comércio do Amazonas. Essa empresa constituiu-se com parte do capital investido pelo próprio Barão e o restante através da compra da ações pelos comerciantes de Belém e Manaus".