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ID
5298622
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
DEPEN
Ano
2021
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Julgue o próximo item, acerca das teorias de enfermagem.


Na teoria do conforto de Mishel, as variáveis intervenientes são definidas como forças de interação que influenciam a percepção do receptor acerca do conforto total, como experiências passadas, idade, postura, estado emocional e sistema de suporte.

Alternativas
Comentários
  • Kobalba que tem a teoria do conforto total, Mishel fala sobre a teoria da incerteza da doença.

  • https://www.researchgate.net/profile/Joao-Apostolo/publication/37650723_O_imaginario_conduzido_no_conforto_de_doentes_em_contexto_psiquiatrico/links/0deec53241b03f2881000000/O-imaginario-conduzido-no-conforto-de-doentes-em-contexto-psiquiatrico.pdf

  • Teoria do Conforto - Kolcaba acredita que estado de conforto pressupõe ausência de preocupação, dor, sofrimento, entre outros. A teorista considera que os pacientes esperam receber cuidados de saúde competentes, individualizados, culturalmente sensíveis e integrais. Neste sentido, os cuidados de enfermagem devem ser direcionados não apenas para as necessidades físicas e biológicas dos indivíduos, tampouco para as necessidades expressas pelo ser cuidado em todas as suas dimensões existenciais.

  • muitas teorias para decorar
  • Teóricos das Teorias de Enfermagem Anne Casey: modelo de enfermagem de Casey Betty Neuman: modelo de sistemas Neuman Callista Roy: modelo de adaptação da enfermagem Carl O. Helvie: Helvie teoria da energia de enfermagem e saúde Dorothea Orem: teoria de enfermagem déficit de autocuidado Faye Abdellah: abordagem centrada no paciente para a enfermagem Hildegard Peplau: Teoria das relações interpessoais Kari Martinsen O cuidado adequado deve envolver observação objetiva e resposta perceptiva. Katharine Kolcaba: Teoria do Conforto Katie Love, PhD: Educação de Enfermagem Holística Capacitada Marie Manthey: Enfermagem Primária Margaret A. Newman: Saúde como expansão da teoria da consciência Martha E. Rogers: Ciência de seres humanos unitários Merle Mishel: Incerteza da Teoria da Doença 1988, teoria reconceptualizada 1990 Ramona T Mercer: teoria do desempenho do papel materno Rosemarie Rizzo-Parse: Human tornando teoria Virginia Henderson: teoria da necessidade de Henderson Erickson, Tomlin & Swain: Modelagem e modelagem de papéis Moyra Allen: modelo de McGill de enfermagem Nancy Roper, Winifred W. Logan e Alison J. Tierney: modelo Roper-Logan-Tierney de enfermagem Michel Nadot: Modelo de mediador cultural
  • A teoria do conforto de Mishel trata das incertezas, anseios e dúvidas dos próprios indivíduos doentes, dos cuidadores e dos pais de crianças doentes quanto a um problema de saúde, seja ele agudo ou crônico e que provoca estresse por parte de quem sofre, por não saber o que pode lhe acontecer no futuro. Nesse contexto, a incerteza na doença é um estado cognitivo, no qual o indivíduo é incapaz de atribuir um significado aos acontecimentos relacionados com a doença. Nela, uma situação avaliada como incerta mobilizará os indivíduos no uso de seus recursos para se adaptarem à situação.

    A Teoria do Conforto apresenta como um dos seus objetivos o alcance da integridade institucional, que incluído a satisfação do paciente, redução de custos, melhoria do acesso, menor índice de morbidade, diminuição de internações e reinternações, melhores resultados relacionados à saúde, eficiência dos serviços, relação positiva custo-benefício.

    A Teoria dispõe de três instrumentos para avaliar a incerteza na doença, a saber: A escala para o adulto, usada com adultos hospitalizados; a comunitária, que é usada pelo próprio indivíduo ou por familiares de pessoas cronicamente doentes, mas que não estão hospitalizadas; e a escala na versão de pais/filhos. Nesta, a percepção sobre a incerteza na doença mede a experiência da incerteza vivenciada a respeito da doença.


    Gabarito do Professor: ERRADO


    Bibliografia

    Ponte KMA, Silva LF, Zagonel IPS, et al. Teoria do Conforto no Cuidado Clínico de Enfermagem Pelo Método de Pesquisa do Cuidado. Enferm. Foco 2020;11(5):13-9.