Letra B
Teoria do Equilíbrio: relaciona a
solvência, funcionalidade e otimização
em termos de desempenho da organização aos investimentos em termos de
recompensa aos participantes que, por sua vez, motivados pelos benefícios
recebidos, contribuem proporcionalmente (ou além) para a organização. Ou seja,
está baseada numa noção comportamentalista de conduta dos indivíduos que, por
sua vez, funda-se na crença em padrões necessários e frequentes que se repetem
uma vez repetidas as mesmas condições e reforçados os estímulos.
Há de observar, no entanto, que
as ações dos indivíduos não são completamente determinadas, necessárias e
previsíveis, nem sequer se repetem conforme o mesmo ambiente e estímulos
oferecidos, assim, a teoria do equilíbrio só se sustenta como explicação em
termos de tendências e possibilidades, talvez probabilidades, uma vez que nada
garante que os participantes vão reagir do mesmo modo uma vez dado a mesma
situação.
Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/academico/herbert-simon-e-a-teoria-do-equilibrio-organizacional-interacao-motivacao-dinamica-e-eficacia/81334/
Teoria da Dissonância Cognitiva: proposta por Leon Festinger, busca
explicar o vínculo existente entre atitudes e comportamentos. Representa
qualquer incompatibilidade entre duas ou mais atitudes ou entre uma atitude e
um comportamento.
Fonte: Comportamento
Organizacional – Stephen Robbins.