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ID
1439884
Banca
VUNESP
Órgão
SAP-SP
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Leia a informação.

      As redes sociais e as informações compartilhadas via celulares e tablets são uma marca da “revolta do guarda- chuva", a manifestação pró-democracia em Hong Kong.

                                                                                                         (g1.globo.com. 8.10.2014. Adaptado)

Os conflitos ocorridos na ex-colônia britânica, Hong Kong, têm como origem a decisão do parlamento chinês que aprovou uma medida limitando os candidatos para a eleição em 2017 na região. Sendo assim, os manifestantes pediam

Alternativas
Comentários
  • Os últimos protestos pró-democracia em Hong Kong ficaram mais intensos e organizados - e preocupam cada vez mais as autoridades chinesas. O estopim da revolta ocorreu na última semana de setembro, quando o parlamento chinês aprovou uma medida limitando os candidatos da eleição de 2017 nessa região administrativa especial. Em poucos dias, milhares de manifestantes foram às ruas protestar contra a decisão e pedir candidaturas abertas.

    Líderes estudantis deram ao chefe do executivo, Leung Chun-ying, um ultimato para conversar antes da meia-noite do dia 30, o que não aconteceu. "Se Leung Chun-ying anunciar sua renúncia, esta ocupação terminará, ao menos provisoriamente", declarou o cofundador do movimento Chan Kin-man.

    Veja as principais perguntas e respostas sobre o conflito:

    O que querem os manifestantes?
    Sufrágio universal sem condições e o fim do controle de Pequim sobre os candidatos para comandar o governo local.

    Por que o guarda-chuva é o símbolo da revolta?
    Em alguns dos protestos, a polícia reagiu com bombas de gás lacrimogêneo. Isso fez com que os manifestantes se protegessem com máscaras e com guardas-chuvas - que viraram um símbolo da resistência.

    Qual foi a resposta do governo?
    O chefe do governo de Hong Kong, que recebeu apoio de Pequim, exigiu o fim imediato das manifestações. Os manifestantes prometem ocupar o centro da cidade até que as autoridades de Pequim concedam as reformas políticas, que foram prometidas após a devolução à China da ex-colônia britânica em 1997.

    Quanto de autonomia tem a ilha chinesa?
    Hong Kong tem ampla autonomia, mas tem a política decidida em sua essência por Pequim. A China governa o território sob a fórmula “um país, dois sistemas”, que garante à ex-colônia britânica um grau de autonomia e liberdades que não são desfrutadas na China continental, tendo estabelecido o sufrágio universal como uma meta eventual.

    O que a comunidade internacional diz?
    Em Londres, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, afirmou estar profundamente preocupado com os protestos em Hong Kong e recordou que a China se comprometeu a preservar a democracia na ex-colônia britânica.

    O Reino Unido devolveu Hong Kong em 1997, sob um acordo [que criou o princípio 'um país, dois sistemas'] de que o regime comunista da China preservasse o sistema capitalista e o modo de vida da ex-colônia até, pelo menos, 2047.

    "Quando alcançamos um acordo com a China, existiam detalhes no acordo sobre a importância de dar à população de Hong Kong um futuro democrático sob o amparo dos dois sistemas. Assim, efetivamente, estou profundamente preocupado com o que está acontecendo e espero que seja resolvido", disse Cameron.


    Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2014/10/entenda-revolta-do-guarda-chuva-que-pede-democracia-em-hong-kong.html

  •     Em 1997, com a entrega de Hong Kong pelo Reino Unido à China, ficou convencionado que a China faria, em 2017, eleições com sufrágio universal para o executivo de Hong Kong. Com o tempo, a cidade desenvolveu um sistema multi-partidário para seu legislativo, onde eleições acontecem a cada quatro anos. O chefe do executivo da cidade, todavia, nunca foi eleito. Ele é escolhido por um comitê, composto em sua maioria de apoiadores de Pequim.

       O problema todo começou quando, em 2014, este comitê divulgou como seriam as regras das eleições do executivo de Hong Kong em 2017 e nenhuma mudança foi feita. Em poucos dias, milhares de manifestantes foram às ruas protestar contra a decisão e pedir candidaturas abertas.

       Diante do exposto, a resposta correta é a letra C.