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ID
2302474
Banca
FEPESE
Órgão
Prefeitura de Lages - SC
Ano
2016
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Em relação à imunização contra Hepatite B, é correto afirmar:
Recém-nascidos de mães portadoras de hepatite B devem receber a vacina contra hepatite B e a imunoglobulina humana anti-hepatite B, preferencialmente nas primeiras horas de vida, podendo a imunoglobulina ser administrada no máximo até dias de vida.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Comentários
  • Para a prevenção da transmissão vertical, no caso de recém-nascido de mãe sabidamente positiva para a hepatite B, é fundamental a administração precoce da vacina contra hepatite B, preferencialmente nas primeiras 12 horas, bem como da imunoglobulina humana específica (IGHB - 0,5mL). A vacina deve ser utilizada mesmo que a imunoglobulina não esteja disponível. Além da vacina, é necessária a administração da imunoglobulina humana anti-hepatite B (IGHAHB) em recém-nascido de mãe sabidamente positiva para a hepatite B. Segundo o Ministério da Saúde caso a mãe seja portadora da hepatite B, deve-se contatar a maternidade onde será realizado o parto para que planejem a disponibilidade de imunoglobulina hiperimune para hepatite B, a ser administrada nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido e no máximo até o 7º dia após o nascimento (disponível nos CRIE - Centro de Imunobiológicos Especiais), além da imunização ativa através da vacina contra hepatite B. A criança deve receber doses subsequentes da vacina, com 1 e 6 meses, conforme esquema básico de vacinação. Nessa situação específica é necessário que se confirme a imunidade pós-vacinal pela realização do anti-HBs (anticorpo contra o HBsAg) na criança, de 1 a 3 meses após a terceira dose da vacina. Portanto, os recém-nascidos de mães portadoras de hepatite B devem receber a vacina contra hepatite B e a imunoglobulina humana anti-hepatite B, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, podendo a imunoglobulina ser administrada no máximo até 7 dias de vida.

    Resposta B

    Bibliografia Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Atenção ao pré-natal de baixo risco [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – 1. ed. rev. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2013. São Paulo. Secretaria de Saúde. Coordenadoria de Planejamento em Saúde. Assessoria Técnica em Saúde da Mulher. Atenção à gestante e à puérpera no SUS – SP: manual técnico do pré natal e puerpério / organizado por Karina Calife, Tania Lago, Carmen Lavras – São Paulo: SES/SP, 2010.
  • Gabarito: Letra B.

     

     

     

    De acordo com o CAB nº 32 Atenção ao Pré-natal de Baixo Risco.Brasília – DF.2012  e o impresso Hepatites Virais: O Brasil está atento.Brasília_DF.2008. 

     

     

     

     

    Para a prevenção da transmissão vertical, no caso de recém-nascido de mãe sabidamente positiva para a hepatite B, é fundamental a administração precoce da vacina contra hepatite B, preferencialmente nas primeiras 12 horas, bem como da imunoglobulina humana específica (IGHB - 0,5mL).

     

    A vacina deve ser utilizada mesmo que a imunoglobulina não esteja disponível.

     

    Além da vacina, é necessária a administração da imunoglobulina humana anti-hepatite B (IGHAHB) em recém-nascido de mãe sabidamente positiva para a hepatite B.

     

    Conforme o  Ministério da Saúde na situação em que a mãe seja portadora da hepatite B, deve-se contatar a maternidade onde será realizado o parto para que planejem a disponibilidade de imunoglobulina hiperimune para hepatite B, a ser administrada nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido e no máximo até o 7º dia após o nascimento (disponível nos CRIE - Centro de Imunobiológicos Especiais), além da imunização ativa através da vacina contra hepatite B.

     

     

    Resumindo

     

    Os recém-nascidos de mães portadoras de hepatite B devem receber a vacina contra hepatite B e a imunoglobulina humana anti-hepatite B, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, podendo a imunoglobulina ser administrada no máximo até 7 dias de vida