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ID
2608054
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
CGM de João Pessoa - PB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Com relação à modelagem dimensional e à otimização de bases de dados para business intelligence, julgue o item subsequente. 


Na modelagem multidimensional utilizada em data warehouses para se prover melhor desempenho, a tabela fato central deve relacionar-se às suas dimensões por meio da chave primária oriunda da fonte de dados original. O valor dessa chave deve ser idêntico ao da fonte, para que tenha valor semântico e garanta que o histórico das transações seja mantido.  

Alternativas
Comentários
  • O que é uma tabela fato (Fact Table):

    É a tabela dominante de um esquema de modelagem tipo estrela (Star Schema), em um modelo multidimensional, e tem como característica principal a presença de dados altamente REDUNTANTES para se obter um melhor desempenho.

    A tabel de fatos contém dois tipos de campos:

    ● os campos de armazenar as chaves estrangeiras que ligam cada circunstância particular para o valor apropriado em cada dimensão

    ● e os campos de armazenar os dados individuais - como o número , quantidade e preço.

     

     

    Só marquei errado pelo por causas das palavras: "garanta, deve ser , ..."

     

     

    http://www.fatecsp.br/dti/tcc/tcc00071.pdf

  • Acredito que o erro estar em que as tabelas de fato contêm chaves externas que se relacionam com as suas respectivas tabelas de dimensoes. A questao mencionou q seriam chaves primárias.

  • Para melhor manter o controle sobre identificadores de registro de ambientes de data warehouse (armazém de dados), em geral recomenda-se a geração de chaves substitutas (surrogate keys). Assim, cada junção entre as tabelas de dimensão e tabelas fato em um ambiente de data warehouse deve se basear nessas chaves substitutas, e não nas chaves naturais existentes..

  • O erro está em falar que as tabelas fato se relacionam às dimensões pela chave do sistema original. Na modelagem multidimensional, trabalha-se com o conceito de "SURROGATE KEYS", que são chaves substitutas à chave original do sistema transacional. Assim, se temos um cliente com chave 12345 no sistema transacional (original), no sistema de BI com modelagem multidimensional, esse mesmo cliente tende a ter outra chave, por exemplo "ABCDE".

    É possível, adicionalmente, colocar na dimensão o código original do cliente, mas a chave primária da tabela no modelo multidimensional será, a priori, sempre a chave substituta. 

  • Achei esse comentário do colega Rapinagem no TEC, acredito que vai ajudar a entender melhor essa questão das chaves substitutas.

    "Simplificando o que o professor expôs, e trazendo para linguagem dos leigos, acredito que a explicação da chave substitua e sua finalidade seja compreendida nesse exemplo do professor, só que de modo mais palatável:

    Imagine que o produto café tem sua chave primária no sistema transacional, mas havendo uma mudança de preço do café o dado histórico seria influenciado por esse novo valor, então a operação da compra do café feita antes da atualização de preço seria alterada, por estarem todos ligados na mesma chave. Entretanto, não quero que isso ocorra. Quero que ele continue com o valor antigo da transação. Sendo assim, para isso que serve as chaves substitutas, para poder alterar uma informação sem comprometer os dados históricos e, consequentemente, a integridade do DW. Está tudo interligado, mas não diretamente. Pelo que entendi essa chave substituta faz o meio de campo, evitando isso."

  • recomenda-se a geração de chaves substitutas entre tabelas de dimensão e tabelas fato

  • E se os dados vierem de 2 sistemas? Não daria certo.