SóProvas


ID
2861002
Banca
UECE-CEV
Órgão
SEDUC-CE
Ano
2018
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Atente para o seguinte excerto:


“No vocabulário, o historiador cita o exemplo de ‘mandinga’: ‘Dicionarizado como feitiço, o termo vem da bolsa de mandinga, amuleto muçulmano que os africanos introduziram no Brasil’. Na culinária baiana, outra tradição islâmica também cruzou o Atlântico: o arroz de haussá. (...) Outra hipótese para a origem etimológica do nome Oxalá: a expressão árabe Insha'Allah, que significa ‘se Deus quiser’. [O historitor] dá outras pistas da associação entre as duas religiões: o símbolo da meia-lua atrelado aos orixás, a substituição do colorido das vestes africanas pelo branco das roupas islâmicas e até a prática ritual de tirar os sapatos antes das reuniões”.

BERNARDO, André. O legado de negros muçulmanos que se rebelaram na Bahia antes do fim da escravidão. BBC News Brasil [on-line], publicado em: 9 de maio de 2018. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil44011770


Sobre os escravos negros islamizados no Brasil, sua resistência à escravidão e influência na cultura, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Historia da Bahia

    Video Aula da Alfacon - Revolta dos malês

    Gab: Letra D

  • Revolta dos Malês foi um levante de escravos na cidade de Salvador, capital da Bahia, que aconteceu na noite de 24 para 25 de janeiro de 1835. O movimento ganhou este nome devido aos negros de origem islâmica que organizaram o levante.

    Fonte: Wikipedia

  • Alguém sabe me informar porque a B está errada ?!
  • Sincretismo religioso é a mistura de duas ou mais religiões diferentes. Quando partes das crenças e dos rituais de religiões distintas são combinadas em uma só prática.

  • A assertiva (B) está errada, porque a Umbanda foi criada no Rio de Janeiro em 1918. Portanto, não havia Umbanda no período em que se deu a Revolta dos Malês.

  • Bizu.... sempre olhar a fonte!

  • Na noite de 24 para 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravos e libertos ocupou as ruas de Salvador, Bahia, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados. Os organizadores do levante eram Malês, termo nagô pelo qual eram conhecidos na Bahia da época os africanos muçulmanos (REIS, 2012, p. 9).