SóProvas


ID
3379207
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
UFOB
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Netos e avós: a importância dessa relação
Maria Clara Vieira

     O fato de os avós não terem mais filhos pequenos para cuidar permite que eles tenham tempo e condições de ajudar nos cuidados com os netos, contribuindo para a sobrevivência das novas gerações, além de passar conhecimentos e sabedoria. Não é preciso muito esforço para notar como a interação entre netos e avós é positiva. Um estudo, feito pelo Boston College, nos Estados Unidos, comprova isso. Durante 19 anos foram estudados 374 avós e 356 netos. O objetivo era entender a influência dessa convivência, tanto na vida das crianças, quanto na dos idosos.
     Os resultados revelam que os dois lados se beneficiam desse relacionamento. Para os avós, a conexão permite contato com uma geração muito mais nova e, consequentemente, uma abertura a novas ideias. Para os netos, os idosos oferecem a sabedoria adquirida durante a vida – e esse conhecimento acaba sendo incorporado pelas crianças quando elas se tornam adultas. Os avós também costumam passar às novas gerações muitas histórias sobre o passado, o que é enriquecedor para qualquer criança. Além de tudo isso, os pesquisadores também concluíram que a relação avós-netos pode ajudar a diminuir sintomas depressivos para ambas as partes.
     “A convivência é muito benéfica para ambos, especialmente porque os avós estão, na maioria das vezes, em uma etapa da vida em que podem aproveitar os netos melhor do que aproveitaram os próprios filhos: levar para passear e brincar, para os avós, não é uma obrigação ou uma forma de gastar a energia da criança, mas uma oportunidade deliciosa de curtir o neto e se divertir de verdade com ele”, explica a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo (SP). “Com celular, mídias sociais, computador e um pouco de esforço, os avós podem participar melhor da vida dos netinhos distantes. E, quando se encontram, podem aproveitar ao máximo”.

Retirado e adaptado de: <https://revistacrescer.globo.com/Familia/
noticia/2016/01/netos-e-avos-entenda-importancia-dessa-relacao.
html>. Acesso em: 19 ago. 2018.

Em relação ao Texto 1, julgue como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir

“Incorporado” é exemplo de uma palavra com derivação parassintética.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: CERTO

    Incorporado → temos o acréscimo de um sufixo e de um prefixo, nenhum dos dois pode ser retirado, pois causaria uma palavra inexistente (=incorpo ou corporado → derivação parassintética).

    ✓ FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • primeiro vá estudar o que é derivação parassintetica GVILLELA para só assim querer corrigir o guerreiro que está completamnete correto.

  • Na derivação parassintética a retirada de um dos afixos altera a unidade da palavra. tornando a inexistente.

    Exemplos: a + noite + ecer = anoitecer en + gaiola + ar = engaiolar a + manhã + ecer = amanhecer .

    Não desista!

  • Acho que eu inda não entendi, na real, o assunto " Derivação Parassintética". Vou voltar ao livro.
  • PREFIXO + RADICAL + SUFIXO= DERIVAÇÃO PARASSINTÉTICA.

  • Para estabelecer a diferença entre derivação prefixal e sufixal e parassintética, basta retirar o prefixo ou sufixo da palavra na qual se tem dúvida. Feito isso, observe se a palavra que sobrou existe; caso isso aconteça, será derivação prefixal e sufixal. Caso contrário, será derivação parassintética.

  • adjetivo

    Que foi alvo de incorporação; que se tornou parte de (algo); o que se incorporou, que foi integrado ou anexado a; anexado, integrado.

    ou seja não existe a palavra "corporado". Assim a palavra Incorporado é uma derivação parassintética (ela não existe se desmembrada)

  • adjetivo

    Que foi alvo de incorporação; que se tornou parte de (algo); o que se incorporou, que foi integrado ou anexado a; anexado, integrado.

    ou seja não existe a palavra "corporado". Assim a palavra Incorporado é uma derivação parassintética (ela não existe se desmembrada)

  • Parassintética não é possível a remoção de prefixo e ou sufixo

  • A questão quer saber se a palavra “Incorporado” é formação pela derivação parassintética, esse assunto está inserido na parte de formação das palavras.

    A derivação parassintética é formada simultaneamente por um prefixo e um sufixo de modo que ao retirar qualquer um dos afixos acrescentado ao radical, a palavra deixaria de existir. Vejamos

    “Incorporado”- caso fosse retirado o prefixo que é o afixo que vem antes "in" ficaria corporado e se retirasse o sufixo "ado" que é o afixo que vem após ficaria incorpor que também não existira. Logo podemos dizer que é verdadeira a afirmação, pois a palavra deixaria de existir se qualquer um dos afixos fossem retirados.

    GABARITO CORRETO

  • Existem palavras que apresentam prefixo e sufixo, mas não são formadas por parassíntese. Para que ocorra a parassíntese é necessários que o prefixo e o sufixo juntem-se ao radical ao mesmo tempo. Para verificar tal derivação basta retirar o prefixo ou o sufixo da palavra. Se a palavra deixar de ter sentido, então ela foi formada por derivação parassintética. Caso a palavra continue a ter sentido, mesmo com a retirada do prefixo ou do sufixo, ela terá sido formada por derivação prefixal e sufixal.

    (Fonte: )

  • GABARITO CERTO

    DERIVAÇÕES DE PALAVRAS:

    PREFIXAL: DESFAZER, IMPACIENTE.

    SUFIXAL: REALMENTE, PACIENTEMENTE

    PREFIXAL E SUFIXAL: DESLEALMENTE

    (SE RETIRAR A PALAVRA AINDA EXISTE)

    PARASSINTÉTICA: AMANHECER

    (neste caso se retirar tanto o prefixo quanto o sufixo a palavra deixa de existir)

    AGLUTINAÇÃO: PLANALTO

    (junção de palavras PLANO + ALTO)

    PARAMENTE-SE!!!!

  • CUIDADO

    Se a palavra terminar em -ado e, no contexto, for um particípio, ela não sofreu

    derivação parassintética; não obstante, se -ado for um sufixo formador de

    adjetivo, a palavra sofreu derivação parassintética. 

    Fonte: A gramática para concursos públicos - Fernando Pestana

  • GVillela, não é pra retirar os dois de uma vez, é um ou outro.

    Tirando o prefixo, observar se a palavra que resta, existe. O mesmo deve ser feito quando retirar o sufixo, caso o primeiro não exista. ( Não os dois de uma vez ).

    Caso a palavra continue a ter sentido, após a retirada do prefixo ou do sufixo, ela terá sido formada por derivação prefixal e sufixal.

    Do contrário, parassintética.

    ( Sempre analisar retirando um depois o outro ).

  • Gab. CORRETO

    Normalmente a parassíntese forma VERBOS ou ADJETIVOS.

    INCORPORADO = temos aqui a formação de um adjetivo.

  • GAB C

    In- corpo - rado.

    Notem quem a palavra (corpo) desmembrada continua tendo sentido.

  • Incorpo. X

    Corporado. X

    Incorporado. V

    Derivação parassintética só existe com os 2 afixos.

  • incorporado

    tira a peste dos dois afixos

    "in" " ado"

    corpor : palavra não existe

    gabarito está certo

    ao retirar os afixos , e a palavra sobreviver

    então parassintetica vai ser ,,,,,,

  • Gabarito: certo

    Resuminho para diferenciar parassintética e derivação prefixal e sufixal.

    Derivação Prefixal e Sufixal

    A derivação prefixal e sufixal existe quando um prefixo e um sufixo são acrescentados à palavra primitiva de forma independente, ou seja, mesmo sem a presença de um dos afixos a palavra continua tendo significado.

    Ex.: deslealmente (des- prefixo e -mente sufixo). Você pode observar que os dois afixos são independentes: existem as palavras, desleal e lealmente.

    Derivação Parassintética

    A derivação parassintética ocorre quando um prefixo e um sufixo são acrescentados à palavra primitiva de forma dependente, ou seja, os dois afixos não podem se separar, devendo ser usados ao mesmo tempo, pois sem um deles a palavra não se reveste de nenhum significado.

    Ex.: anoitecer (a- prefixo e -ecer - sufixo), neste caso, não existem as palavras anoite e noitecer, pois os afixos não podem se separar.

  • Há uma relação de dependência!

  • A derivação parassintética é formada simultaneamente por um prefixo e um sufixo de modo que ao retirar qualquer um dos afixos acrescentado ao radical, a palavra deixaria de existir. Vejamos

    “Incorporado”- caso fosse retirado o prefixo que é o afixo que vem antes "in" ficaria corporado e se retirasse o sufixo "ado" que é o afixo que vem após ficaria incorpor que também não existira. Logo podemos dizer que é verdadeira a afirmação, pois a palavra deixaria de existir se qualquer um dos afixos fossem retirados.