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ID
5179588
Banca
Instituto Excelência
Órgão
CRIS - SP
Ano
2019
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

O governo federal lançou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011– 2022. Os objetivos do plano são promover o desenvolvimento e a implantação de políticas públicas efetivas, integradas, sustentáveis e baseadas em evidências para a prevenção e o controle das DCNT e seus fatores de risco, e fortalecer os serviços de saúde voltados para a atenção aos portadores de doenças crônicas. Entre as metas nacionais propostas estão:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra C.

    De acordo com  Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos não Transmissíveis no Brasil 2021-2030 .SVS.MS.Brasília-DF

    Entre as 12 metas propostas no Plano de DCNT, quatro delas não serão incluídas neste balanço devido à dificuldade de monitoramento no âmbito da Coordenação-Geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Secretaria de Vigilância em Saúde. São elas:

    • Reduzir a prevalência de obesidade em crianças (por não haver dados nacionais periódicos).

    • Reduzir a prevalência de obesidade em adolescente (por não haver comparabilidade dos dados disponíveis).

    • Reduzir o consumo médio de sal (por não haver dados nacionais períódicos).

    Tratar 100% das mulheres com diagnóstico de lesões precursoras de câncer (por não haver dados nacionais disponíveis).

    Desse modo, as metas cujo monitoramento será aqui apresentado são:

    • Reduzir a mortalidade prematura (30-69 anos) por DCNT em 2% ao ano.

    • Reduzir a prevalência de tabagismo em 30%.

    • Reduzir o consumo abusivo de bebidas alcoólicas em 10%.

    • Deter o crescimento da obesidade em adultos.

    • Aumentar o consumo recomendado de frutas e hortaliças em 10%.

    • Aumentar a prevalência da prática de atividade física no tempo livre em 10%.

    • Aumentar a cobertura de mamografia em mulheres de 50-69 de idade anos nos últimos dois anos para 70%.

    • Aumentar a cobertura de Papanicolau em mulheres de 25-64 de idade nos últimos três anos para 85%.