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ID
925999
Banca
CEFET-AL
Órgão
IF-AL
Ano
2013
Provas
Disciplina
História
Assuntos

A incorporação da América Latina ao sistema capitalista mundial se dá após os movimentos de independência e ocorre dentro de um contexto histórico e estrutural. A partir da segunda metade do século XIX, ocorre a entrada maciça de capitais estrangeiros na região, notadamente ingleses e posteriormente norteamericanos; colocando a América latina sob a hegemonia do capital internacional. A ideia de independência nessa parte do continente torna-se então, relativa e a região entra diretamente na rota dos interesses imperialistas que caracterizou esse século. Analise as proposições sobre esse fato e assinale a que for falsa:

Alternativas
Comentários
  • Doutrina Monroe (1823): EUA se colocou contra a presença europeia na América. Idéia de que "não vamos deixar a Europa intervir na América e nós não interviremos nos assuntos europeus", demonstrando o aspecto isolacionista dos EUA nessa época. Diferentemente do corolário Roosevelt, de caráter imperialista.

    A doutrina Monroe não pode ser visto como imperialismo americano, uma vez que os EUA ainda era fraco.


    Portanto, acho que não se pode falar de "interferência na América latina através da doutrina Monroe"

  • Eu acredito que a resposta seja C. Mas diferente do colega Filipe,  acho que a parte incorreta da opção está no seguinte trecho: "SEM no entanto legitimar atitudes intervencionistas dos Estados Unidos nessa região", pois desde o momento que o presidente Monroe  propunha que os EUA protegessem todas as nações independentes das Américas contra a interferência das potências européias criou-se sim  um pretexto para o intervencionismo norte-americano em diversos países latino americanos.

  • A Doutrina Monroe e a teoria do Destino Manifesto serviram de base ideológica para que os Estados Unidos assumissem a tutela sobre toda a América, especialmente a América Central. Adaptados pelo presidente Theodore Roosevelt (1901-1909), os fundamentos da Doutrina Monroe tornaram-se conhecidos como Corolário Roosevelt e foram utilizados para justificar intervenções em países do continente, como se os Estados Unidos fossem os “salvadores da América”. Era a política do Big Stick (‘grande porrete’), sintetizada na frase de Roosevelt: “Devemos falar macio, mas carregar um grande porrete”. Entre as várias intervenções norte-americanas na América Latina, desde o final do século XIX até as últimas décadas do século XX, destacaram-se as efetuadas em Cuba, no Panamá e na Nicarágua. (VICENTINO, p. 225).