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ID
1011400
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
FUB
Ano
2008
Provas
Disciplina
Administração Geral
Assuntos

Na tentativa de entender a cultura dentro das organizações, surgiram vários campos de interpretação desse tema. Com relação a esse assunto, julgue os itens a seguir.

Considere que determinado professor da UnB que propôs um novo modelo de ensino adotado pela universidade tenha passado a ser citado pelo seu trabalho como exemplo em diversos setores da universidade. Essa situação é um exemplo típico de artefato da cultura organizacional.

Alternativas
Comentários
  • CERTA, pois os artefatos estão na superfície, é aquilo que conseguimos ver, ouvir ou sentir num primeiro momento. Se o professor está sendo citado, estamos ouvindo isso. Ele virou um símbolo perceptível na empresa.

    Ponto dos Concursos

    Componentes da cultura organizacional

    Uma outra maneira de abordar a cultura é proporcionada por Schein. Para ele, toda cultura existe em três diferentes níveis de apresentação: artefatos, valores compartilhados e pressuposições básicas. Vejamos cada um deles:

    Artefatos.Constituem o primeiro nível da cultura, o mais superficial, visível e perceptível. São as coisas que cada um vê, ouve e sente quando se depara com uma organização cuja cultura não é familiar. Artefatos são todas aquelas coisas que, no conjunto, definem uma cultura e revelam como a cultura dá atenção a elas. Incluem produtos, serviços e os padrões de comportamento dos membros de uma organização. Quando se percorrem os escritórios de uma organização, pode-se notar como as pessoas se vestem, como falam, sobre o que conversam, como se comportam, quais as coisas que são importantes e relevantes para elas. Os artefatos são todas as coisas ou eventos que podem nos indicar visual ou auditivamente como é a cultura da organização. Os símbolos, as histórias, os heróis, os lemas, as cerimônias anuais são também exemplos de artefatos.

    Valores compartilhados. Constituem o segundo nível da cultura. São os valores relevantes que se tornam importantes para as pessoas e que definem as razões pelas quais elas fazem o que fazem. Funcionam como justificativas aceitas por todos os membros. Em muitas culturas organizacionais, os valores são criados originalmente pelos fundadores da organização. Na DuPont, muitos dos procedimentos e produtos são resultados dos valores atribuídos à segurança. É que a organização foi criada por um fabricante de pólvora para armas, e não é surpresa alguma que tenha procurado fazer esse trabalho com total segurança orientando novos membros que ingressavam no negócio. Os valores de segurança são traços fortes da cultura da DuPont desde os tempos e que a pólvora era o centro de seus negócios.

    Pressuposições básicas. Constituem o terceiro nível da cultura organizacional, o mais íntimo, profundo e oculto. São as crenças inconscientes, percepções, sentimentos e pressuposições dominantes em que os membros da organização acreditam. A cultura prescreve “a maneira certa de fazer as coisas” adotada na organização, muitas vezes, através de pressuposições não escritas e nem sequer faladas. Muitas empresas de cosméticos assumem previamente que toda estratégia de marketing deve focalizar a propaganda e promoções sobre seus produtos para aumentar a beleza das mulheres. 

  • Artefatos: Constituem o primeiro nível da cultura, o mais superficial, visível e perceptível. Artefatos são as coisas concretas que cada um vê, ouve e sente quando se depara com uma organização. Incluem os produtos, serviços, e os padrões, de comportamento dos membros de uma organização. Quando se percorre os escritórios de uma organização, pode-se notar como as pessoas se vestem, como elas falam, sobre o que conversam, como se comportam, o que são importantes e relevantes para elas. Os artefatos são todas ou eventos que podem nos indicar visual ou auditivamente como é a cultura da organização. Os símbolos, as histórias, os heróis, os lemas, as cerimônias anuais são exemplos de artefatos.

  • Ele propôs um novo modelo de ensino que passou a fazer parte da Cultura Organizacional da UnB e o seu trabalho foi citado como exemplo na Instituição. Logo, ele pode ser considerado um herói e, sabendo que um herói se enquadra como Artefato numa Cultura Organizacional, a assertiva está verdadeira.

  • §  ARTEFATOS VERBAIS:

     

    ·         São transmitidos na própria comunicação interna.

     

    ·         Estórias contadas de maneira repetida sobre seus integrantes e fundadores, por exemplos de “heróis” ou empregados modelo” buscam reforçar comportamentos e valores que são esperados dos novos membros.

     

  • O CARA VIROU UM SIMBOLO

  • CERTO

    Trata-se, propriamente, de um Rito de Reforço - um dos artefatos da Cultura Organizacional.

    ''Ritos de Reforço: celebração pública de resultados positivos, reforço de identidades sociais e seu poder.''

    Ribbas

  • Comentário:

    Nesse caso, o professor passou a ser visto como “herói” da instituição. O conceito de herói, nos termos da cultura organizacional, é alguém que é reconhecido pelos seus feitos no trabalho, como aconteceu com o professor em questão. Ademais, os heróis fazem parte do nível artefatos, pois são visíveis na cultura organizacional.

    Gabarito: C