SóProvas


ID
1666114
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
MEC
Ano
2015
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Julgue o item subsequente, relacionado à lógica de argumentação.

O texto “Penso, logo existo" apresenta um argumento válido.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: ERRADO


    A partir de uma única premissa apresentada (penso), que poderia ser representada por "P", não é possivel chegar à conclusão de que "existo", que poderia ser representado por "Q", também seja verdadeiro. São proposições simples e diferentes nas quais o valor lógico de uma em nada influi no valor lógico de outra.
  • Entendo que é válida sim. Ele existe (conclusão) por causa de duas premissas: ele pensa - premissa explicita e quem pensa existe - premissa implícita. Assim:

    - Eu penso;
    - Quem pensa, existe; Então:
    - Existo.
    Argumento válido sim!
  • Argumento é um conjunto de enunciados que estão relacionados uns com os outros. Na questão, temos apenas uma conclusão, que não temos como saber se é verdadeira ou falsa, já que não existem premissas no enunciado. Para que o argumento seja válido, não basta que a conclusão seja verdadeira. É preciso que as premissas e a conclusão estejam relacionadas corretamente. 

  • Também entendo que é válida. Encontrei a explicação do Professor abaixo, que é o mesmo entendimento que tenho:                                           "Por mais que pareça estranho, esta forma de apresentação de sentença indica uma estrutura condicional ("Se...então...").
    Quando estudamos argumentação, verificamos que as premissas e a conclusão do argumento apresentam entre si uma relação condicional, logo concluímos que "penso" é uma espécie de premissa e "existo" é a conclusão (O que nos indica isso é o termo: "logo", que indica conclusão).

    Após o reconhecimento da estrutura como sendo uma estrutura condicional, o candidato ainda precisará saber as equivalências da mesma.

    http://professorconcurseiro.blogspot.com.br/2011/06/onde-esta-estrutura-condicional.html

  • 1°) P: Se penso, então existo 

       __verdadeiro/falso __ --> __verdadeiro__ 

    C: existo 
    __verdadeiro__


    2°) P: Se penso, então existo 

    __verdadeiro/falso__--> _falso_
    C: existo 
    __ falso __


    3°) P: Se penso, então existo 
    __verdadeiro/falso __ --> falso__
    C: Não existo 
     __verdadeiro__



    4°) P: Se penso, então existo 
    __verdadeiro/faso --> verdadeiro__
    C: Não existo 
    __falso__


    5°) P: Se penso, então existo
    __verdadeiro__ --> __verdadeiro/falso__
    C: Penso 
    __verdadeiro__


    6°)  P: Se penso, então existo
    __falso__ --> __verdadeiro/falso__
    C: Penso
    __falso__


    7°) P: Se penso, então existo
    __ verdadeiro__ --> __verdadeiro/falso__
    C: Não penso
    __falso__


    8°) P: Se penso, então existo
    __ falso__ --> __verdadeiro/falso__
    C: Não penso
    __verdadeiro__

    Como podemos observar existe duas situações em que meu argumento será válido (1° e 8°) nos demais (2°, 3°, 4°, 5° e 7°) existe uma margem de erro para que ele se torne inválido, portanto não posso afirmar com convicção que esse argumento será necessariamente válido! 
    Obs: Para que meu argumento seja válido é necessário que minha premissa seja verdadeira e que minha conclusão também o seja.
    GABARITO: ERRADO
    Espero ter ajudado e se estiver algum equivoco na minha analise por favor chame Inbox! 
  • Errado.

    A premissa '' Penso '' não nos da total segurança para concluir que ''existo'', ou seja, e se caso eu não Pensar Logo não existo?
    Um argumento é considerado inválido quando sua conclusão pode ser ou Verdadeira ou Falsa, e o que temos aqui é um paradoxo.

  • Penso, logo existo

        P --->  Q

        V        V  =  V    Penso, logo existo

         V       F  =  F    Penso, logo não existo

         F       V =   V    Não penso, logo existo

         F       F   = V    Não penso, logo não existo.


    Não tenho como concluir que esse é um argumento válido.

  • Estão expostas apenas as premissas e nenhuma conclusão, não tendo elementos suficientes para avaliar se o argumento é válido ou inválido.
    Sobre a validade dos argumentos segue uma tabela:

    Premissas                    Conclusão            Argumento
           V                                 V                           Válido
           V                                 F                           Inválido

    Pelo menos uma F              V                           Inválido

    Pelo menos uma F              F                           Válido



  • Segundo professor lucena: não há garantia lógica para determinar a validade desse argumento.

  • Errado, pois existem outras possibilidades, só é válido se for a única possibilidade.

    EX.: Posso existir e não pensar. Tipo uma pessoa morta. kkkkk
  • Para verificar se um argumento é válido ou inválido, necessitamos de suas premissas. Creio que o gabarito é errado, pois ''Penso, logo existo'' carece de premissas. 

    De todos os modos, solicitemos comentário do Professor.

  • Pergunta faixa preta. A banca chuta uma frase conhecida de uma autor conhecido e claro que o candidato logo tende para o... certo. No entanto, o que sabemos de um argumento válido? Se as premissas forem verdadeiras, necessariamente a conclusão será verdadeira ou, por outro lado, se pelo menos uma das premissas for FALSA a conclusão obrigatoriamente será FALSA (por favor, me corrijam se for o caso).

    O enunciado apenas apresenta uma proposição condicional com duas premissas. Não apresentou a conclusão, mas essa já a temos gravada na cabeça: sabemos que P --> Q só é falso quando P é verdadeiro e Q é falso. Logo F --> V é, pasmemo-nos, verdadeiro! E aí, segundo a definição de argumento válido anterior (que peço que validem) P --> Q é ou não um argumento válido? ao ter uma premissa FALSA e conclusão VERDADEIRA, o argumento não é válido.
  • Pra ser argumento lógico, deve haver premissas e uma conclusão.

  • "Penso, logo existo"

    V + F = F :(

  • quando se pode dar dois valores logicos a uma premissa, ela é aberta, ou seja, Gabarito Errado. 

  • Um silogismo perfeito ele deve ter pelo menos duas premissas (maior e menor) mais uma conclusão. Quando falta uma premissa, ou falta uma conclusão nós temos um SOFISMA, isto é, não pode ser um argumento válido.

  • Galera falou, falou e ninguém convenceu em nada. Questão complicada.

  • Pessoal a questão não é difícil para causar tanta polêmica assim! olha só, quando um argumento vai ser válido ? quando as premissas e a conclusão forem verdadeiras. E quando o argumento vai ser inválido ? quando as premissas forem verdadeiras e a conclusão for falsa. No caso da questão, existe a possibilidade da premissa "penso" ser verdadeira e a conclusão "existo" ser falsa. Portanto, se existe pelo menos uma possibilidade de invalidar o argumento, então o argumento será inválido. questão errada!


    Fonte: Cássio Furtado (aluno de licenciatura de matemática da UFF).

    O professor BRUNO LIMA do ponto dos concursos pensou do mesmo jeito tbm.

  • Premissa: Penso
    Conclusão: Logo existo ! (sei que é conclusão por causa da conjunção conclusiva logo).

    Só há uma forma de o argumento ser inválido, se as premissas forem verdadeiras e a conclusão falsa, pois no restante será argumento válido. Nessa questão não posso afirmar que a premissa é verdadeira e a conclusão é falsa, nem que a conclusão é a verdadeira e a premissa falsa, nem se as duas são verdadeiras ou são falsas, tornando-se assim uma questão duvidosa, e quando a questão é duvidosa e não concreta, então o argumento será inválido.

  • De acordo com o enunciado, verifica-se não existem elementos que permitam afirmar que a sentença "Penso, logo existo." seja um argumento válido.
    A veracidade da premissa e da conclusão pode ser analisada e ter diferentes hipóteses, entretanto pelos dados fornecidos, nada pode ser determinado.
    Sendo assim, não se pode afirmar a respeito da validade do argumento.

    Resposta ERRADO


  • Se não penso, existo do mesmo jeito

  • Pode parecer idiota o que eu vou falar, mas resolvi pelo método da conclusão falsa kkk, Se é possível que as premissas sejam verdadeiras e a conclusão falsa, então o argumento é inválido. Só tem uma premissa, proposição simples, logo posso afirmar que ela é verdadeira, partindo da conclusão falsa, argumento inválido. 

  • Não posso duvidar que penso, pois se duvido estou pensando e se penso eu existo.

    Então, penso, logo existo..... Amo essa frase.

    Mas na lógica proposicional, onde não são considerados raciocínios alheios à matéria, não é um argumento válido.

    Gabarito: Errado

  • Comentário do Arthur Lima do Estratégia:

    Temos um argumento com a seguinte estrutura:

    Premissa: Penso

    Conclusão: Existo

    a princípio, é possível que a premissa seja V e a conclusão seja F. Nada no argumento impede que isso aconteça. Portanto, estamos diante de um argumento inválido.

    https://d3eaq9o21rgr1g.cloudfront.net/aula-temp/85115/00000000000/curso-10312-aula-00-v1.pdf?Expires=1453412031&Signature=RgrYU9Bp9bXZWRfTxT12zuno3P4llrOt5wxDeyI568TNmZIApyJIrWeae3u1PQyvyhIYOIjcU5eLRiu2Zh9lc5MnYrW1jSAQ1og6qqSB6j7oZdbG8G2eNNPrCiCLcynfDLyW65pd89WlqXi2TSsGCpEkxUhRo6XjgKhj71~wkCc_&Key-Pair-Id=APKAIKHUAVWTIL5FVANA

  • Para se ter um argumento válido, faz-se nescessário ter uma conclusão.

    Ou seja, partimos de premissas para chegarmos a uma conclusão.

    No caso em tela, temos:
    Penso(causa), logo existo (consequência) = Se penso(causa), então existo(consequência).

    Onde está a conclusão?

    Logo, alternativa ERRADA.
  • Vejam o vídeo que gravei com a resolução dessa questão:

    https://youtu.be/BMqkiAHXbPg

    Professor Ivan Chagas

  • Ótimo comentário, Ítalo Cunha!


  • Não confundam Lógica de Argumentação com Equivalências Lógicas, se o fizer estará caminho para o lado errado. Cuidado!!

  • Tipo de questão que pega quem ta despreparado e que fica com paranoia na hora da prova.
    Se você não domina a lógica da argumentação.... você pensa: Quem sou eu pra discordar do Descartes? Vou marcar certo. 

    O comentário do Davi dá uma explicação legal sobre isso.

  • P ->Q

    V->F = F

    V->V=V

    F->V=V

    F->F=V

    Veja que a argumentação não é garantida em todos os resultados.

  • Um argumento para ser válido deve ser constituído de:
     • Pelo menos duas premissas e uma conclusão .
     • Cada premissa pode ser composta por uma ou mais proposições .
    Qualquer argumento com menos de três sentenças (duas premissas e uma conclusão), não é
    válido .

  • O fato de existir não está necessariamente ligado ao fato de pensar.

  • Resposta: ERRADO.

    Conforme Cesar A. Mortari, em Introdução à lógica, argumento é um conjunto de sentença, das quais uma é chamada de conclusão, as outras de premissas, e pretende-se que as premissas justifiquem, garantam ou deem evidência à conclusão. Na questão em análise, o período "Penso, logo existo" não pode ser considerado argumento, porquanto não é formado por premissas ou conclusão; trata-se, pois, de proposição composta condicional, representada por P → Q.

    Espero ter contribuído...

    Abraços!

  • Qndo temos apenas uma premissa , não é argumento válido!

    Pois temos que ter ao menos 2 ou + premissas para ser válido.

    logo= questão Errada

     

  • Uma premissa + uma conclusão = INFERÊNCIA

    Duas premissas + uma conclusão = SILOGISMO

  • Gabarito: Errado

     

    Sempre que nas questões da Cespe afirmar que determinada proposição apresenta um argumento válido, basta tentar mostrar o contrário. Assim, se conseguir provar que aquele argumento é inválido a questão está errada.

    Assim, considerando:

    P: Penso = V

    Q: Existo = F

    No conectivo "se então" ,sempre que for V / F fica como F, logo o argumento e inválido.

  • P1: Penso (V/F)

    P2: Logo, existo. (V/F)

    Portando, tendo como verdadeira e Falsa, torna-se um argumento inválido.

    Aquilo que te prometi, quando estava em aflição, isso te darei. ( Salmos:66.14)

  • Um argumento válido envolve, no mínimo, duas proposições: uma premissa (ou mais) e uma conclusão. Para se distinguir um argumento válido de um inválido é preciso, antes de qualquer coisa, reconhecer quando os argumentos ocorrem e identificar as suas premissas e conclusões.

    Foi dado, na questão, apenas uma proposição condicional:

                   P->E: “Se Penso, então existo"

    Para que o argumento fosse válido, era necessário outra premissa, como por exemplo:

                   P: “Pedro Pensa”

    Daí a conclusão seria:

                   E: “Pedro existe”

    GABARITO: ERRADO

    COMPLEXIDADE: MÉDIA

  • UFA! Pensei que era pegadinha, rs... em se tratando de cespe, vai saber. Mas não há elementos suficientes para se afirmar se o argumento é válido ou não.

     

    GAB.: ERRADO.

  • se não penso entao não existo ? 

     

     

  • Boa tarde,

     

    Uma premissa + uma conclusão = argumento inválido, sem mais...

     

    Bons estudos

  • De acordo com o enunciado, verifica-se não existem elementos que permitam afirmar que a sentença "Penso, logo existo." seja um argumento válido.
    A veracidade da premissa e da conclusão pode ser analisada e ter diferentes hipóteses, entretanto pelos dados fornecidos, nada pode ser determinado.
    Sendo assim, não se pode afirmar a respeito da validade do argumento.

    Resposta ERRADO

  • Rafael Ferracioli

    Penso, logo existo.

    1ª penso----- 2ª existo

    quando confirmo a 2ª, não posso concluir com certeza a 1ª. então é inválida. 

    Até porque existem muitas coisas que existem e não pensam... plantas, móveis etc... ( Pelo menos não podemos afirmar isso né :D)

  • 57 O texto “Penso, logo existo” apresenta um argumento válido.

    Errada. O texto “Penso, logo existo” apresenta um argumento INVÁLIDO (E NÃO “válido”).

    Premissa 1: Penso (V)

    Conclusão: Existo (V/F)

    Ao considerar a premissa verdadeira, a conclusão poderá ser verdadeira ou falsa. A verdade da premissa não é suficiente para garantir a verdade da conclusão. Logo, o argumento é invalido.

    Se a questão tivesse trazido o seguinte silogismo (duas premissas e uma conclusão), a questão ficaria correta:

    P1: Penso, logo existo.

    P2: Penso.

    C: Existo.

    Aplicando o método das premissas verdadeiras (considero todas as premissas verdadeiras):

    P1: Penso (V), logo existo (V) =V

    P2: Penso = V

    C: Existo = V

    Deve-se considerar a proposição simples “existo” como “verdadeira”, pois, se não, a proposição composta da condicional, que forma a premissa 1, não ficaria verdadeira. Como a proposição simples “existo” ficou verdadeira na premissa 1, ela também ficará verdadeira na conclusão, tornando o argumento válido.

    Conceito de argumento: (CARVALHO, Sérgio; CAMPOS, Weber. Raciocínio Lógico Simplificado. Volume 1. 2016, p. 187)

    Argumento inválido: (CARVALHO, Sérgio; CAMPOS, Weber. Raciocínio Lógico Simplificado. Volume 1. 2016, p. 190)

    2º Método: Premissas verdadeiras: (CARVALHO, Sérgio; CAMPOS, Weber. Raciocínio Lógico Simplificado. Volume 1. 2016, p. 193)

     

  • Pois é... Na lógica existem aquelas proposições compostas que são automaticamente inválidas pelo fato de uma excluir a outra. Por exemplo: "Ele nasceu na Itália e no Brasil" seria sempre inválida pois não existe a possibilidade de uma pessoa ter nascido em dois lugares.

     

    Aqui, no meu entendimento, ocorre justamente o inverso e a proposição seria sempre válida. Vejamos porque:

    1 - Vi que a maioria das pessoas concordou que a frase "Penso, logo existo" equivale a estrutura "Se...então..." ou p --> q.

    2 - Como a proposição está escrita com dois verbos conjugados na primeira pessoa do indicativo singular, qualquer pessoa que a leia atribuirá automaticamente o valor VERDADEIRO para as duas proposições simples que a compõem. 

    3 - como sabemos que V --> V = V, argumento VÁLIDO.

     

    Mas enfim... a banca não entendeu desta forma e várias pessoa que comentaram aqui também não. Entendo que as pessoas que consideraram o gabarito ERRADO seguiram estritamente as regras de lógica argumentativa, mas duvido que qualquer pessoa que tenha lido a proposição possa ter atribuido os valores V --> F a ela (única combinação que tornaria o argumento inválido: a pessoa pensa mas não existe).

  • GAB: E

    Um argumento é formado por premissas e conclusão, porém, na questão, temos apenas uma proposição condicional.

  • GABARITO ERRADO.

     

    p→q quer dizer, se p então q. Exemplo: penso logo existo.

    p          q          p→q

    V          F            F

    F          F            V

    V         V             V 

    F         V             V

     

    Conclusão: não é um argumento válido, pois, V→F é FALSO.

  • Olá pessoal, complementando o comentário de Emerson Moro,

    Lembre-se que argumento válido da-se quando sempre que a premissa (s) for verdadeira a conclusão também o é, necessariamente.

  • Não há uma premissa, tão somente conclusão. Portanto falso. Gabarito errado. Por motivo de curiosidade, essa questão apresenta o argumento do filósofo e matemático René Descartes. Só que esse argumento de Descartes é completo, a saber; " Se duvido, penso, se penso, logo existo". P -> Q, Q, logo E.

  • Obrigada Emerson Moro!

  • Não, colega Rodrigo Collet. Não há pedido de valoração no quesito.

    No caso do elaborador do quesito afirmasse que se trata de uma TAUTOLOGIA, poderia fazer algum sentido o gabarito ser errado, segundo o tipo de pensamento apresentado pelos colegas.

     

    No entanto existir é condição NECESSÁRIA para pensar. 

     

    Se eu penso 》 então POSSO CONCLUIR que existo. Conclusão VÁLIDA em acordo com a premissa》 ARGUMENTO VÁLIDO.

     

    "Não dessa vez elaborador."

  • É uma FALÁCIA: a premissa não prova o que diz.

  • De acordo com o enunciado, verifica-se não existem elementos que permitam afirmar que a sentença "Penso, logo existo." seja um argumento válido.
    A veracidade da premissa e da conclusão pode ser analisada e ter diferentes hipóteses, entretanto pelos dados fornecidos, nada pode ser determinado.
    Sendo assim, não se pode afirmar a respeito da validade do argumento.

    Autor: Gabriel Rampini , Oficial do Exército, Engenheiro Cartógrafo e Mestrando em Engenharia de Produção (USP)

    gabarito: errado

     

     

     

     

     

     

     

     

  • Representação:

    P -> Q

    Se Q for Falso, logo P também deverá ser Falso

    Se Q for Verdadeiro, logo P poderá ser Verdadeira ou Falsa

    Penso, logo existo = V

    Não penso, logo existo = V

    P = não tem como concluir

    Questão ERRADA

  • Temos um argumento com a seguinte estrutura:

    Premissa: Penso

    Conclusão: Existo

    Vamos assumir que a premissa é V, ou seja, eu realmente PENSO. Note que, ainda assim, é possível que a conclusão seja F (eu não exista). Do ponto de vista estritamente formal, este argumento é INVÁLIDO, pois a premissa não leva obrigatoriamente à conclusão.

    Item ERRADO.

    Note que, para que a premissa levasse diretamente à conclusão, seria preciso um juízo de valor, uma certa dose de subjetividade. Isto NÃO faz parte da lógica de proposições, também conhecida como lógica formal, onde a nossa preocupação está restrita à forma ou estrutura do argumento.

  • Negando o p, teriamos a frase "Não penso, logo existo" e ela também seria verdadeira, pois F->V = V. Posso tanto pensar quanto não pensar, e ainda assim existir.

  • Não dar p afirmar !
  • Não existe uma afirmação categórica entre as duas coisas...

  • ERRADO

  • Temos um argumento com a seguinte estrutura:

    Premissa: Penso

    Conclusão: Existo

    Vamos assumir que a premissa é V, ou seja, eu realmente PENSO. Note que, ainda assim, é possível que a conclusão seja F (eu não exista). Do ponto de vista estritamente formal, este argumento é INVÁLIDO, pois a premissa não leva obrigatoriamente à conclusão.

    Item ERRADO.

    Note que, para que a premissa levasse diretamente à conclusão, seria preciso um juízo de valor, uma certa dose de subjetividade. Isto NÃO faz parte da lógica de proposições, também conhecida como lógica formal, onde a nossa preocupação está restrita à forma ou estrutura do argumento.

    FONTE: DIREÇÃO CONCURSOS - PROF. ARTHUR LIMA.

  • É possível existir sem pensar, um copo é um exemplo claro disso

  • Olá pessoal,

     

    Vejam o vídeo com a resolução dessa questão no link abaixo

    https://youtu.be/BMqkiAHXbPg

     

    Professor Ivan Chagas

    www.youtube.com/professorivanchagas

  • Não são proposições lógicas: 

    Frases exclamativas: “Meu Deus!” 

    Frases interrogativas: “Você me ama?” 

    Frases imperativas: “Não estude para passar, mas até passar!” 

    Frases sem verbo: “O mundo dos concursos públicos.” 

    Frases abertas: “x + 1 = 7” ; “Ela é a melhor esposa do mundo.” 

    Frases paradoxais: “Só sei que nada sei.”     

    Logo, “Penso, logo existo” é um paradoxo. 

    Achei de boa pq ja errei questões desse tipo. vlw galera.  

    #boravencer.  

     Professor Alex Lira. Exponencial     

  • A conclusão deve ser uma consequência obrigatória das premissas.

    Em "penso, logo existo" não há elementos suficientes para garantir que só porque penso, existo.

    Na verdade não posso concluir nada a partir da única premissa dada (penso).

    Se houvesse outra premissa: "Quem pensa, existe" creio que seria possível chegar a uma conclusão.

  • Cuidado!

    "sou metal, logo sou condutor!"

    É um argumento válido? Não! Mas não pelo fato de que nem todo condutor é metal.

    lembrem-se, argumentos falsos também podem ser válidos:

    ex: homem inteligente nunca erra. (óbvio que isso não é verdade, mas não é isso que nos interessa)

    quem não erra, não recebe penalidade.

    logo, homem inteligente nunca recebe penalidade.

    isso tem uma estrutura de argumento válido, ainda que seja "fantasioso"!

    Então por que não é um argumento válido?

    A questão está errada simplesmente por não ter estrutura argumentativa!

    Algo do tipo: "sou metal, logo sou condutor!" é mero raciocínio dedutivo,

    para ter estrutura argumentativa seria necessário algo do tipo:

    1 - "todo metal é condutor!" (premissa garantidora)

    2 - "sou metal, logo sou condutor." (conclusão lógica)

  • Faz o diagrama existir por fora e pensar por dentro, vai sobrar lacunas dentro onde você pode existir e não pensar, portanto argumento inválido.
  • Não conseguir entender a Questão. Entendi que seria uma condicional, ou seja: Se penso, então existo, o que me trouxe a ideia de Todo A È B. Juro como não conseguir entender o porquê de não ser um argumento válido. Alguém pode ajudar? Algum colega.? Não irei conseguir dormir hoje!!

  • sem garantia.

  • não tem elementos suficientes para se comprovar se é válido ou inválido

  • e-

    existir nao é exclusivo a seres pensantes