SóProvas


ID
1699816
Banca
Instituto Acesso
Órgão
Colégio Pedro II
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão abaixo tomará por base a seguinte crônica de Wanda Sily, publicada no jornal Século Diário (ES), de 18/08/2012.
Acordou do primeiro sono, e os outros não chegaram. Tem coisa pior que uma noite insone e mal dormida em véspera de entrevista de emprego? Liga a televisão e não acha nada tão bom que o desperte de vez, ou tão ruim que o faça dormir, apesar das 200 opções do canal a cabo. Sem sono, nada como um livro na mão. Procurou na estante, esquecido de que não tem estante, quanto mais livros.
Olhou no kindle e, apesar das duas mil opções, nada acha... O jeito é ir para o computador, tudo que não precisa em noite de pré-entrevista. Apesar das 20 mil opções do facebook, não acha nada... até que alguém entra em sua área de risco. Sônia, o nome. Em qualquer outra situação ignoraria... Mas está com insônia, e o nome combina. Abre o coração para uma estranha, amiga de amigos, contando que precisa dormir por causa de uma entrevista de emprego no dia seguinte. O emprego era do tipo que muda sua vida, e ele precisa mesmo mudar de vida. O casamento acabou e está sozinho, sem sono e sem emprego. Gostei do sozinho, ela diz. Conta que também tem uma entrevista de emprego amanhã. Estranhas coincidências o acaso nos manda numa noite de chuva, diz. Pena que não chove, ela contesta. Ambos com insônia, ambos com uma entrevista de emprego, e o nome é Sônia. Seu provável futuro emprego também pode mudar sua vida? pergunta, como bem indica o ponto de interrogação no final da frase. Não muda muita coisa, acaba virando rotina, ela explica.

A frase “Estranhas coincidências o acaso nos manda numa noite de chuva” está escrita em ordem inversa. Se a reescrevermos na ordem direta, o resultado será o seguinte:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A


    “Estranhas coincidências o acaso nos manda numa noite de chuva”

    quem manda (o acaso), manda algo (estranhas coincidências), à alguém (a nós).


    O acaso manda estranhas coincidências a nós numa noite de chuva.