SóProvas


ID
1811992
Banca
INSTITUTO AOCP
Órgão
CASAN
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      'Plano contra crise hídrica é como seguro: para não usar', diz secretário

Documento prevê a implantação de rodízio em situações de emergência.

Governo de SP apresentou plano nesta quinta-feira, com 5 meses de atraso.

      O secretário estadual de Recursos Hídricos, Benedito Braga, comparou o plano de contingência contra a crise hídrica em São Paulo com um seguro: “estamos fazendo para não usar", afirmou. O documento, obtido com exclusividade pelo G1 na semana passada, foi apresentado oficialmente, com cinco meses de atraso, nesta quinta-feira (19). Na reunião estavam presentes representantes de prefeituras da região metropolitana e entidades.

      Braga afirmou que o plano demorou para ser apresentado porque foi um trabalho integrado entre o estado paulista, municípios, sociedade civil e universidades. “Obviamente em uma região tão complexa como a região metropolitana de São Paulo, o levantamento de dados é muito demorado, não é muito simples", disse o secretário.

      O plano de contingência vai orientar como o poder público, companhias e sociedade civil devem agir no caso de seca ou de desabastecimento de água para a população. O documento também prevê a implantação de rodízio – cortes sistemáticos na distribuição – em situações de emergência. De acordo com o secretário de Recursos Hídricos, a Grande São Paulo está, atualmente, em estado de atenção.

      Três níveis de ações O plano de contingência, divulgado com exclusividade pelo G1 na semana passada, considera ações em três níveis (veja abaixo).

      Atualmente, segundo o governo estadual, a Grande São Paulo está no nível 2 - Alerta porque os reservatórios ainda estão com níveis baixos. O secretário de Recursos Hídricos garante, no entanto, que todas as medidas necessárias para essa situação já foram tomadas.

      “O Cantareira ainda está no volume morto. O Alto Tietê está com 15% da capacidade. Entretanto, nós estamos no processo de redução de pressão a noite, e assim por diante. Essa é uma característica de redução na demanda quando a perspectiva de oferta ainda é baixa. Porém não está ainda em uma situação tão complicada que você não consiga o nível dos reservatórios estáveis", completou.

      Níveis e ações

      NÍVEL 1 - ATENÇÃO: deverá ser adotado quando houver sinais de estiagem prolongada, quando então passa a existir uma situação de risco elevado de não ser atendida a demanda de água.

      NÍVEL 2 - ALERTA: será adotado quando a situação dos sistemas de abastecimento chegar a níveis críticos, podendo comprometer a curto prazo o atendimento à demanda de abastecimento de água. O risco de não atendimento é elevado.

      “Isso quer dizer que, mesmo se você estiver fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios continuar caindo, aí seria necessário acionar o nível de emergência. Porque seria necessário não só reduzir a pressão mas cortar água mesmo, para que a gente não ficasse dependendo só da água do rio", explicou o secretário de Recursos Hídricos, Benedito Braga.

      NÍVEL 3 - EMERGÊNCIA: será adotado quando for eminente o não atendimento da demanda, uma vez que um ou mais sistemas de abastecimento estejam sob elevado risco de esvaziamento crítico, comprometendo o abastecimento de parte da população com grau de severidade significativo.

      Neste nível (emergência) serão feitos cortes sistemáticos no abastecimento de água de modo a evitar o colapso total de um ou mais sistemas produtores de água potável. Em caso de emergência, quando a possibilidade do rodízio existe, o plano prevê ações como a restrição de água potável para atividades industriais de grande impacto e atividades de irrigação.

      Caberá à Sabesp, à Secretaria de Recursos Hídricos e às prefeituras a operação de abastecimento em pontos prioritários e a requisição, se necessário, de poços outorgados para a distribuição de água à população em pontos de apoio. [...].

Retirado e adaptado de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/11/ governo-de-sp-apresenta-plano-contra-crise-hidrica-com-5-meses-de -atraso.html. Acesso em: 09 dez. 2015.

Em “[...] Isso quer dizer que, mesmo se você estiver fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios continuar caindo, aí seria necessário acionar o nível de emergência [...]" os verbos em destaque estão

Alternativas
Comentários
  • Item D - correto

    Verbo ESTAR - no futuro do modo subjuntivo - quando eu/ele ESTIVER 

    Verbo SER - no futuro do pretérito do modo indicativo - eu/ele SERIA

  • MODO VERBAL = são as formas que os verbos assumem para expressar determinado fato. 

    Existem 3 tipos de de modos verbais: indicativo, subjuntivo e imperativo.

    INDICATIVO --> neste o verbo expressa CERTEZA de que determinada ação ocorrerá, ou seja, há possibilidade de concretização da ação verbal.

    Ex: O passeio foi maravilhoso; "[...] seria necessário acionar a emergencia".

    SUBJUNTIVO --> o verbo expressa DÚVIDA, INCERTEZA quanto a realização da ação.

    Ex: Se eu ganhasse aquele presente, ficaria feliz;  "[...] se você estiver fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios continuar caindo".

    IMPERATIVO --> denota uma ORDEM, PEDIDO ou CONSELHO.

    Ex: Minha neta, vá até a cozinha e traga o bolo para sua avó.

     

    Assim, os verbos ESTIVER  e SERIA estariam enquadrados nos respectivos modos verbais: SUBJUNTIVO e INDICATIVO.

  • Subjuntivo -> Indica dúvida, possibilidade ou probabilidade. 

    Que

    Se                 + Verbo

    Quando

     

    Bizú: Todo verbo que terminá em RIA, será futuro do pretérito do Indicativo. 

     

    ;)

  • MACETE QUE USO PARA ASSOCIAÇÃO RAPIDA

    Subjuntivo = Subjetivo

    Imperativo= imperaRADOR

     

  • Subjuntivo -> Indica dúvida, possibilidade ou probabilidade. 

    Que

    Se         + Verbo

    Quando

     

    Bizú: Todo verbo que terminá em RIA, será futuro do pretérito do Indicativo. 

  • Quando responderem este tipo de questão, considerem o contexto.