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ID
3109306
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Buritizal - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

Para responder a questão, considere o relato a seguir.

     R.S., 62 anos, masculino, sedentário, portador de diabete tipo 2 há oito anos, em uso de hipoglicemiantes orais, compareceu à unidade de saúde da família para consulta de enfermagem. Queixou-se ao enfermeiro que, eventualmente, ao se levantar da cama ou sofá, sentia tonturas. Informou ainda que, no que diz respeito à alimentação, vinha seguindo corretamente as orientações recebidas na última consulta. Analisando os resultados dos exames, o enfermeiro observou que estavam dentro da faixa da normalidade. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou, entre outros itens: temperatura = 36,8 ºC, pulso = 78 batimentos por minuto, respiração = 18 movimentos por minuto, PA = 128 x 82 mmHg, com aplicação da manobra de Osler; ausculta cardíaca e pulmonar normais, circunferência abdominal = 92 cm e índice de massa corporal (IMC) adequado para a idade. Ao exame dos pés, constatou que as unhas apresentavam os cantos arredondados. Os pulsos pedial dorsal e tibial posterior estavam presentes, e havia hiperpigmentação da pele e edema (++/4+) no tornozelo esquerdo. Ao realizar a avaliação da sensibilidade tátil, utilizando monofilamento de 10 gramas de Semmes-Weinstem e da sensibilidade vibratória com diapasão de 128 Hz, obteve duas respostas corretas para as três aplicações de cada teste. Observou ainda que, à percussão do tendão Aquileu, ocorreu a flexão plantar reflexa normal, em ambos pés.

Com base nos resultados obtidos durante o exame dos pés, é correto afirmar que o grau de risco do pé diabético (G), a periodicidade de acompanhamento (P) e as orientações de enfermagem (OE) que o usuário deve receber são, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • classificação de risco

  • Classificação de risco pé diabético:

    G0: neuropatia ausente; acompanhamento anual na atenção básica.

    G1: neuropatia presente, com ou sem deformidade; 3-6 meses na atenção básica.

    G2: Doença Arterial Periférica, com ou sem neuropatia; 2-3 meses na atenção básica e avaliar necessidade de acompanhamento.

    G3: História de ulcera, amputação; 1-2 meses na atenção básica ou equipe especializada.