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ID
3457861
Banca
Prefeitura de Catas Altas - MG
Órgão
Prefeitura de Catas Altas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Farmácia
Assuntos

Sobre as infecções sexuais transmissíveis, que são um problema de saúde pública e que apresentam tratamentos farmacológicos efetivos, relacione a COLUNA II com a COLUNA I, associando a infecção sexualmente transmissível com o tratamento farmacológico correto.

COLUNA I
  1. Gonorreia
  2. Linfogranuloma venéreo
  3. Sífilis tardia
  4. Tricomoníase


COLUNA II

( ) Benzilpenicilina benzatina

( ) Ceftriaxona

( ) Doxicilina

( ) Metronidazol


Assinale a sequência correta.


Alternativas
Comentários
  • Resposta letra C:

    Benzilpenicilina benzatina - padrão-ouro para Sífilis tardia

    Ceftriaxona - Linfogranuloma venéreo

    Doxicilina - Gonorréia

    Metronidazol - único permitido para tratar Trichomonas vaginalis

  • Resposta letra C:

    Benzilpenicilina benzatina - Sífilis tardia

    Doxicilina - Linfogranuloma venéreo

    Ceftriaxona - Gonorréia

    Metronidazol - único permitido para tratar Trichomonas vaginalis

  • O x da questão é saber que, em patologia de tricomoníase (metronidazol é o recomendado para o protozoário Trichomonas vaginalis) e no caso de linfogranuloma venéreo também chamado de mula ou LGV, é uma infecção sexualmente transmissível causada por três tipos diferentes da bactéria Chlamydia trachomatis, que também é responsável pela clamídia. Essa bactéria, ao atingir a região genital, leva à formação de feridas indolores e cheias de líquido que nem sempre são percebidas. Vide tratamento para linfogranuloma:

    Doxiciclina por 14 a 21 dias;

    Eritromicina por 21 dias;

    Sulfametoxazol/ trimetoprim por 21 dias;

    Azitromicina por 7 dias.

  • Importante lembrar que esses medicamentos fazem parte do tratamento "completo" do PEP, profilaxia pós-exposição. Excetuando-se a Doxiciclina, que é substituída pela Azitromicina no tratamento da C trachomatis. Que envolve também o TARV por 28 dias, preferencialmente o TDF + 3TC + DTG. Não é de práxis que se faça sempre o protocolo por completo (para evitar uso irracional de ATB), apenas em caso indicativo dessas doenças ( no atendimento ou no acompanhamento) ou situação de alta vulnerabilidade, como em caso de vítimas de violência sexual.

    Fonte: PCDT PEP Ministeiro da saúde - 2018