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ID
560389
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Prefeitura de Salvador - BA
Ano
2010
Provas
Disciplina
História
Assuntos

“Em consequência do processo de centralização do poder real e de unificação territorial, a maior parte destes Estados evoluiu no sentido da monarquia absoluta. Este é o regime em que o rei, encarnando o ideal nacional, possui, além disso, de direito e de fato, os atributos da soberania: poder de decretar leis, de prestar justiça, de arrecadar impostos, de manter um exército permanente, de nomear funcionários (...).”
MOUSNIER, R. Os séculos XVI e XVII, 1o vol., In: História Geral das Civilizações, tomo IV. DIFEL, p. 105 e 108.

Nos séculos XVI e XVII, multiplicaram-se os principais autores de doutrinas que justificam o Estado autoritário e o absolutismo dos monarcas. Essas teorias, fundamentando-se ou não na religião, tiveram como um dos representantes das concepções leigas

Alternativas
Comentários
  • Para Hobbes, o Estado de Natureza a que o homem se encontrava, era um estado hostil, sendo o ser humano autor de diversas atrocidades, e não tendo uma lei para coibir tais ações, a sociedade ficaria jogada aos prantos. Hobbes também é conhecido por ser um dos filósofos contratualistas, pois propunha um contrato social na escolha de um rei que a partir daí se tornaria o representante do povo através do Estado. Neste caso, nenhum súdito pode se rebelar contra o rei e deve sempre obedecer as leis impostas pela nobreza.

  • Caberia a dúvida em relação ao item c, Jacques Bossuet, que também é um autor embasador do absolutismo. Porém, o item a, Thomas Hobbes, é o correto por ser o único que atende o comando da questão, que pede um representante "leigo".

    Leigo, em uma de suas acepções é:

    adjetivo
    4    não clerical; relativo ao meio civil; mundano, secular
    (Fonte: Dicionário Eletrônico Houaiss)