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ID
5562892
Banca
IF Sul Rio-Grandense
Órgão
IF Sul Rio-Grandense
Ano
2021
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Na Grécia Antiga o poder político era exercido pelos cidadãos das diversas pólis (Cidades-Estado). Em Esparta, somente descendentes dos conquistadores dórios e dos proprietários de terras tinham direitos de cidadania. Poucos habitantes eram, de fato, considerados cidadãos.

No que diz respeito à organização política da Cidade-Estado de Esparta, afirma-se que

Alternativas
Comentários
  • Salvou demais esse resumo! Obrigada

  • GABARITO LETRA B

    Em Esparta, a estrutura política era composta por dois Reis (um ficava em Esparta e outro participava das batalhas), pelos Gerontes, que formavam o conselho de anciãos (Gerúsia), e pela Ápela (Assembleia do Povo). Os Reis cuidavam das funções administrativas, enquanto a Gerúsia e a Ápela, funções legislativas, cabendo a primeira propor e a segunda, deliberar.

  • Muita gente marcou C, mas ela está errada ao mencionar que a Gerúsia fiscalizava os reis.

  • A diarquia espartana contava com reis das dinastias dos Ágidas e dos Euripôntidas, e ambos cumpriam funções religiosas, militares e judiciárias. Nos períodos de guerra, um dos reis ia para o campo de batalha, liderando as tropas espartanas, enquanto que o outro ficava em Esparta, garantindo a segurança e a ordem social da cidade.

    Além dos dois reis, a política espartana tinha outras três instituições: a Apela, a Gerúsia e o Conselho dos Éforos.

    A Apela era o local onde a tomada de decisões acontecia, sendo, portanto, uma espécie de assembleia. Nela todos os esparciatas com mais de 30 anos poderiam reunir-se para aprovar ou rejeitar as propostas realizadas pela Gerúsia.

    A Gerúsia, por sua vez, funcionava como um Senado para os espartanos. Eia 28 esparciatas com mais de 60

    anos que eram eleitos pela Apela para ocuparem o cargo de maneira vitalícia. Além disso, os dois reis também faziam parte da Gerúsia. Era papel dos seus membros formular leis para serem votadas na Apela e realizar o julgamento de pessoas.

    Por fim, o Conselho dos Éforos era formado por cinco esparciatas eleitos para ocuparem o cargo durante um ano. Os membros desse conselho eram os homens mais poderosos de Esparta, sendo função deles monitorar o trabalho dos reis. Por isso os historiadores afirmam que o Eforato era a instituição politicamente mais poderosa de Esparta.