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A Pollyana Ferrari fala sobre o "empacotamento" da notícia. No ambiente digital, o jornalista ganha esta nova "função", que é adaptar notícias para a web, o que muito se assemelha ao que faziam os copydesk na mídia impressa tempos atrás.
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GABARITO: LETRA D
"É uma espécie de ressurgimento da função de copidesque, cargo comum nos jornais de antigamente, ocupado por jornalistas com profundo conhecimento da língua portuguesa e domínio dos recursos da redação expositiva. Eles tinham a tarefa de tornar mais claro e elegante o texto do repórter antes que chegasse às mãos do editor. Ao trabalhar em cima do texto alheio, o jornalista da internet não deixa de ser um copidesque".
Fonte: FERRARI, Pollyana. Jornalismo Digital. São Paulo: Contexto, 2003, p. 44.
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O principal problema de usar esse livro para provas é que, em vários sentidos, ele está desatualizado. Em 2003 era muito comum a jornalismo online adaptar o conteúdo de outras mídias para a internet, mas hoje em dia já está claro na prática e entre os teóricos que cada um tem seu estilo textual.
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Pollyana Ferrari escreve na página 46 de Jornalismo Digital:
As funções de editor se misturam com a de "empacotador", que ainda nem foi reconhecida pelos manuais de estilo em jornalismo. Na verdade, porém, o "empacotador" acaba endo uma função de codificador, capaz de traduzir uma matéria para uma linguagem aceita na web.
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É uma espécie de ressurgimento da função de copidesque, cargo comum nos jornais de antigamente, ocupado por jornalistas com profundo conhecimento da língua portuguesa e domínio dos recursos da redação expositiva. Eles tinham a tarefa de tornar mais claro e elegante o texto do repórter antes que chegasse às mãos do editor. Ao trabalhar em cima do texto alheio, o jornalista da internet não deixa de ser um copidesque.
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A letra E estaria correta não fosse pelo final: "com formatos homogêneos e lineares".