SóProvas


ID
2180680
Banca
FEPESE
Órgão
CELESC
Ano
2016
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Em apenas uma das alternativas abaixo o pronome pessoal está corretamente empregado. Assinale-a.

Alternativas
Comentários
  • EU PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR.

  • Gabarito B

    (Traga esse relatório para eu ler): "eu ler", o sujeito de "ler" é "eu", logo não se usa mim e ti no lugar de sujeito só "eu" e "tu", mesmo antes vindo, por exemplo, preposição "para".

     

  • a) Vou pôr ele a par do assunto. (Pronomes do caso reto não exercem função de objeto, certo seria: pô-lo).

    b)Traga esse relatório para eu ler.(Certa)

    c)Pega a bola e põe-a no local de chute a gol.(Estranho, mas o certo é: Põe-na)

    d)“Entre eu e tu nada mais pode haver”, disse aquele jovem.(Quando tem preposição, utiliza os pronomes do caso oblíquo tônico: Entre mim e ti.

    e)Quero, ainda hoje, falar consigo sobre seu projeto.(Consigo é pronome reflexivo, certo seria: falar com você)

  • http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf44.php

    Os pronomes o, os, a, as assumem formas especiais depois de certas terminações verbais. Quando o verbo termina em -z, -s ou -r, o pronome assume a forma lo, los, la ou las, ao mesmo tempo que a terminação verbal é suprimida.

    Por exemplo:

    fiz + o = fi-lo

    fazeis + o = fazei-lo

    dizer + a = dizê-la

    Quando o verbo termina em som nasal, o pronome assume as formas no, nos, na, nas.

    Por exemplo:

    viram + o: viram-no

    repõe + os = repõe-nos

    retém + a: retém-na

    tem + as = tem-nas 

    http://brasilescola.uol.com.br/gramatica/para-mim-ou-para-eu.htm

    “para mim ou para eu”? Bom, o emprego de cada uma das expressões dependerá da situação de uso, pois ambas existem e estão corretas. Sendo assim, a expressão “para eu” deverá ser usada quando “eu” assumir a função de sujeito. Já a expressão “para mim” será empregada quando “mim” exercer a função de objeto direto.

    Quando usar “para eu”:

    Preciso de férias para eu descansar. (certo)

    Preciso de férias para mim descansar. (errado)

    Faltam quinze dias para eu viajar. (certo)

    Faltam quinze dias para mim viajar. (errado)

     

    Dica importante: “Para eu” deve ser utilizado sempre que o sujeito for seguido de um verbo no infinitivo que indique uma ação.

     

    Quando usar “para mim”:

    Você pode comprar o ingresso para mim? (certo)

    Você pode comprar o ingresso para eu? (errado)

    Aquele convite é para mim, não para você. (certo)

    Aquele convite é para eu, não para você. (errado)

     

    Dica importante: “Mim”, que é um pronome pessoal oblíquo tônico e deve estar sempre precedido por uma preposição, só será utilizado quando desempenhar a função de complemento em uma oração.

  • A) "Vou pô-lo a par do assunto"

     

    Geralmente, pronomes do caso reto (eu, tu, elx, nós, vós, elxs) funcionam como sujeito;

     

    A princípio, pronomes do caso oblíquo (me, mim, comigo, te, ti, contigo, se, si, consigo, o, a, lhe ...) funcionam como complementos.

     

     

    B) (gabarito) "Traga esse relatório para eu ler"

     

     

    C) "Pega a bola e põe-na no local de chute a gol"

     

    Os pronomes o, os, a, as assumem formas especiais (...)

     

    Quando o verbo termina em som nasal, o pronome assume as formas no, nos, na, nas.

     

     

    D) "Entre mim e ti nada mais pode haver”, disse aquele jovem"

     

    Os pronomes oblíquos tônicos são sempre precedidos por preposições.

     

    * mim, comigoti, contigoele, elanós, conoscovós, convoscoeles, elas.

     

    Não se pode usar preposição com os pronomes retos eu e tu (pronomes oblíquos correspondentes: mim e ti).

     

     

    E) "Quero, ainda hoje, falar com você sobre seu projeto."

     

    Consigo é um pronome reflexivo – significa com si mesmo - ou seja, é aplicado

     

    quando o sujeito e o objeto da oração são a mesma pessoa.

  • MIM não conjugar VERBO. 

     

    alternativa B

  • Lembrando

    Esteesta isto são usados para objetos que estão próximos do falante. 

    Ex: Este brinco na minha orelha é meu.

     

     

    Esseessaisso são usados para objetos que estão próximos da pessoa com quem se fala.

    Ex: Quando comprou esse brinco que está na sua orelha?

  • a..errado pronome LHE deve ser preferido sobre os pronomes retos.

    b. certo. É correto preposição antes de pronomes reto com função sintática de sujeito desde que

    seja proposto a verbo no infinitivo

    c.. errado verbo que tenha terminação nasal nesses usa os pronomes NA(S), NO(S).

    d..errado não é possível usar dois pronomes retos depois de uma preposição.

    e.. errado.. consigo= si. consigo dá ao verbo voz reflexiva

  • Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:

    a) do Poder Executivo;

    Presidente da República;

    Vice-Presidente da República;

    Ministros de Estado;

    Governadores e Vice-Governadores de Estado e do Distrito Federal;

    Oficiais-Generais das Forças Armadas;

    Embaixadores;

    Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial;

    Secretários de Estado dos Governos Estaduais;

    Prefeitos Municipais.

    b) do Poder Legislativo:

    Deputados Federais e Senadores;

    Ministro do Tribunal de Contas da União;

    Deputados Estaduais e Distritais;

    Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais;

    Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.

    c) do Poder Judiciário:

    Ministros dos Tribunais Superiores;

    Membros de Tribunais;

    Juízes;

    Auditores da Justiça Militar.

            O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional,

    Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal.

            As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

    Senhor Senador,

    Senhor Juiz,

    Senhor Ministro,

    Senhor Governador,

    Magnífico Reitor,
            (...)

            Os pronomes de tratamento para religiosos, de acordo com a hierarquia eclesiástica, são:

            Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao Papa. O vocativo correspondente é:

            Santíssimo Padre,
            (...)

            Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima, em comunicações aos Cardeais. Corresponde-lhe o vocativo:

            Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou

            Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal,
            (...)

            Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos; Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos. Vossa Reverência é empregado para sacerdotes, clérigos e demais religiosos.

  • a) pronomes pessoais:

     

            Ambíguo: O Ministro comunicou a seu secretariado que ele seria exonerado.

            Claro: O Ministro comunicou exoneração dele a seu secretariado.

     

            Ou então, caso o entendimento seja outro:

     

            Claro: O Ministro comunicou a seu secretariado a exoneração deste.

     

            b) pronomes possessivos e pronomes oblíquos:

     

            Ambíguo: O Deputado saudou o Presidente da República, em seu discurso, e solicitou sua intervenção no seu Estado, mas isso não o surpreendeu.

     

            Observe-se a multiplicidade de ambigüidade no exemplo acima, as quais tornam virtualmente inapreensível o sentido da frase.

     

    Claro: Em seu discurso o Deputado saudou o Presidente da República. No pronunciamento, solicitou a intervenção federal em seu Estado, o que não surpreendeu o Presidente da República.

     

    c) pronome relativo:

            Ambíguo: Roubaram a mesa do gabinete em que eu costumava trabalhar.

     

            Não fica claro se o pronome relativo da segunda oração se refere a mesa ou a gabinete, essa ambigüidade se deve ao pronome relativo que, sem marca de gênero. A solução é recorrer às formas o qual, a qual, os quais, as quais, que marcam gênero e número.

     

            Claro: Roubaram a mesa do gabinete no qual eu costumava trabalhar.

            Se o entendimento é outro, então:

     

            Claro: Roubaram a mesa do gabinete na qual eu costumava trabalhar.

            Há, ainda, outro tipo de ambigüidade, que decorre da dúvida sobre a que se refere a oração reduzida:

            AmbíguoSendo indisciplinado, o Chefe admoestou o funcionário.

     

            Para evitar o tipo de ambigüidade do exemplo acima, deve-se deixar claro qual o sujeito da oração reduzida.

     

            Claro: O Chefe admoestou o funcionário por ser este indisciplinado.

     

            AmbíguoDepois de examinar o paciente, uma senhora chamou o médico.

            Claro: Depois que o médico examinou o paciente, foi chamado por uma senhora

     

    As conjunções subordinativas unem duas orações de natureza diversa: a que é introduzida pela conjunção completa o sentido da oração principal ou lhe acrescenta uma determinação. 

     

            Substantivas: desempenham funções de substantivo, ou seja, sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo.

     

    Podem ser introduzidas pelas conjunções integrantes que, se, como;

    pelos pronomes relativos, que, quem, quantos; e

    pelos pronomes interrogativos quem, (oquequanto(a)(s), qual (is), como, onde, quando.

     

    Adjetivas: desempenham a função de adjetivo, restringindo o sentido do substantivo a que se referem, ou simplesmente lhe acrescentando outra característica.

    São introduzidas pelos pronomes relativos queo (aqualquemquantocujocomoondequando

     

    O verbo que tiver como sujeito o pronome relativo quem tanto pode ficar na terceira pessoa do singular, como concordar com a pessoa gramatical do antecedente a que se refere o pronome:

     

            Fui eu quem resolveu a questão.

            – ou:

            Fui eu quem resolvi a questão.

  • Será oportuno relembrar a posição das formas oblíquas átonas dentro do quadro geral dos pronomes pessoais:

    Retos:

    eu
    tu
    ele, ela
    nós
    vós
    eles, elas

     

    Oblíquos átonos:

    me
    te
    se, lhe, o, a
    nos
    vos
    se, lhes, os, as

     

     

    Oblíquos Tônicos:  sempre com preposição

    mim, comigo
    ti, contigo
    si, consigo
    conosco
    convosco
    si, consigo

     

           cada -  Este pronome indefinido deve ser usado em função adjetiva: 

    Quanto às famílias presentes, foi distribuída uma cesta básica a cada uma. Evite a construção coloquial foi distribuída uma cesta básica a cada.

     

     

    onde

            Como pronome relativo significa em que (lugar)A cidade onde nasceu.

    Evite, pois, construções como "a lei onde é fixada a pena" ou "o encontro onde o assunto foi tratado".

    Nesses casos, substitua onde por em que, na qual, no qual, nas quais, nos quais.

    O correto é, portanto: a lei na qual é fixada a pena, o encontro no qual (em que) o assunto foi tratado

  • c)Pega a bola e põe-a no local de chute a gol. verbos terminados com som nasal. põe na

  • Apesar de a letra B ser a certa, naquele caso não deveria ser escrito "esTe relatório", no lugar de "esse" já que a palavraa que se faz referência está logo depois?

  • os pronomes retos não podem vim preposicionados: entre EU e TU nunca va haver nada (construção equivocada)
    so podem vir precedidos de preposição se continuarem exercendo função de sujeito: entre EU sair e TU saíres, saio EU.



    A gramática para concursos públicos - fernando pestana 

  • a) Vou pôr ele a par do assunto. - Vou pô-lo a par do assunto.

    b) Traga esse relatório para eu ler.

    c) Pega a bola e põe-a no local de chute a gol. Pega a bola e põe-na no local de chute do gol.

    d) “Entre eu e tu nada mais pode haver”, disse aquele jovem. Entre mim e ti nada mais pode haver.

    e) Quero, ainda hoje, falar consigo sobre seu projeto. Quero, ainda hoje, falar com você sobre seu projeto.