SóProvas


ID
2910040
Banca
INAZ do Pará
Órgão
CORE-PE
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Nativos digitais: como as novas tecnologias contribuem para o aprendizado infantil


     O uso de tecnologia por crianças exige o acompanhamento cuidadoso

            dos pais, mas pode trazer bons resultados no aprendizado


      Cada vez mais, a tecnologia é usada no processo de aprendizagem infantil, com ferramentas interativas que facilitam a aquisição de conhecimento, o compartilhamento de pontos de vista e a discussão de diferentes ideias, auxiliando no desenvolvimento de um pensamento crítico e colaborativo. O Brasil vem em queda no ranking mundial de aprendizado de inglês. De acordo com o Índice de Proficiência em Inglês da Education First, em apenas 5 anos o país caiu 10 posições no ranking. Em 2011 ocupava o 31º lugar entre 80 países. Atualmente, a performance dos brasileiros com o inglês desceu até o posto 41.

      Em relação ao ensino do inglês na infância, um estudo da plataforma global Lingokids, para crianças de 2 a 8 anos, mostra que os pequenos retêm o dobro de vocabulário com o uso de aplicativos, em comparação com os métodos de aprendizado mais comuns. "A diversão é um fator chave para a rápida aquisição de vocabulário. Aprender brincando é uma forma muito eficaz de ensino, porque motiva as crianças e aumenta consideravelmente o tempo de atenção à atividade. Vídeos e jogos permitem interações com as palavras de forma divertida”, diz Cristobal Viedma, CEO e fundador de Lingokids.

      Há alguns anos, os pais tentavam decidir o tempo que seria permitido para seus filhos assistirem a televisão e jogarem videogame. Recentemente, essa preocupação passou a se estender para a utilização de tablets, celulares e computador. Desde tenra idade, as crianças estão imersas em um mundo tecnológico que influencia seus comportamentos. Por isso, há vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia, bem como a maneira como os pequenos devem interagir com ela.

      Para a diretora de tecnologias de aprendizagem da New America Foundation Lisa Guernsey, autora do livro Toque, clique e Leia com Michael Levine, crianças a partir de 18 meses já podem se beneficiar do uso de dispositivos tecnológicos. É importante que os pais participem ativamente dessas interações, supervisionando a qualidade do conteúdo que seus filhos consomem e o tempo de uso, bem como estabelecendo horários para brincadeiras, estudo, refeições e descanso.

       A jornalista Anya Kamenetz, autora do livro A arte do tempo de tela, compartilha da mesma ideia e assinala que “há um exagero quando se fala dos malefícios das telas” e que o importante é o acompanhamento ativo dos pais. “As crianças precisam da nossa ajuda para aprender a respeito das mídias e para interpretar o que veem. E ao ouvir seus filhos, você também pode compreender seus interesses. A paternidade digital positiva exige dedicação”, salienta a especialista.

      Com conteúdo da Divisão de Ensino da Língua Inglesa (ELT) da Oxford University Press, o aplicativo da Lingokids contém diferentes tipos de atividades, como vídeos e músicas com personagens animados, jogos e exercícios de alfabetização para atender a diferentes estilos de aprendizagem. Como 50% da capacidade de aprender é desenvolvida nos primeiros anos de vida, os sites e aplicativos pedagógicos são uma das formas mais interessantes de apresentar as crianças à tecnologia. A responsabilidade sobre o uso dos mesmos, como de tudo o que acontece com as crianças, fica do lado dos papais.

Por Camila Achutti Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/colunas/Novos-tempos/noticia/2018/08/nativos-digitais-como-novas-tecnologias-contribuem-para-o-aprendizado-infantil.html

Pode-se dizer que o sujeito da oração “há vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia” é:

Alternativas
Comentários
  • Verbo "haver" é impessoal (não tem sujeito).

    Letra E

  • GABARITO: LETRA E

    Verbo "haver" com sentido de existir será impessoal --- não possui sujeito.

    vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia ---- O termo em destaque exerce a função sintática de objeto direto.

    Força, guerreiros(as)!!

  • Verbo "Haver" no sentido de Existir, Ocorrer ou Acontecer é Impessoal, ou seja, não tem sujeito. (Oração sem Sujeito ou Sujeito Inexistente).

  • Verbo HAVER com sentido de "existir" é impessoal (não admite sujeito) e transitivo direto (admite objeto direto). Nesses casos, aquilo que parece o sujeito é o objeto direto do verbo. Vejamos a análise sintática do período:

     

     “ ... há vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia ... ”

         VTD        OD         ADJUNTO ADNOMINAL ORACIONAL (oração subordinada adjetiva restritiva)

     

    Dentro da oração " ... que recomendam os limites de utilização de tecnologia ... ", temos:

     

    sujeito: pronome relativo "que";

    VTD: reocmendam;

    objeto direto: os limites (sendo "limites" o núcleo e o "os" um adjunto adnominal";

    adjunto adnominal: de utilização;

    complemento nominal: de tecnologia;

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: E

  • Tem duas orações aí... o haver com sentido de existir é impessoal, portanto, sujeito inexistente mesmo. Mas e a oração que começa com o recomendam?? É um sujeito oculto que tem como referente os estudos...

  •  “ vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia” 

     “EXISTE vários estudos que recomendam os limites de utilização de tecnologia” 

    VERBO HAVER COM SENTIDO DE EXISTIR É IMPESSOAL

  • Confundi-me pelo mesmo argumento do "Até passar".

  • 2 ORAÇÕES E AI??

  • Há com sentido de existir nunca tem sujeito, mas tem sempre objeto direto

  • 5. Oração sem sujeito ou Inexistente: ocorre nas situações em que o verbo puder ser classificado como verbo impessoal (não necessita de um sujeito).

    a) Verbos que denotam fenômeno natural:

    b) Verbo “haver” (no sentido de existir, ocorrer ou acontecer):

    Gab: Letra E

  • Sujeito indeterminado

    É aquele que, embora existindo, não se pode determinar nem pelo contexto, nem pela terminação do verbo. Na língua portuguesa, há três maneiras diferentes de indeterminar o sujeito de uma oração:

    a) Com verbo na 3ª pessoa do plural:

    O verbo é colocado na terceira pessoa do plural, sem que se refira a nenhum termo identificado anteriormente (nem em outra oração):

    Por exemplo:

    Procuraram você por todos os lugares.

    Estão pedindo seu documento na entrada da festa.

    b) Com verbo ativo na 3ª pessoa do singular, seguido do pronome se:

    O verbo vem acompanhado do pronome se, que atua como índice de indeterminação do sujeito. Essa construção ocorre com verbos que não apresentam complemento direto (verbos intransitivos, transitivos indiretos e de ligação). O verbo obrigatoriamente fica na terceira pessoa do singular.

    Exemplos:

    Vive-se melhor no campo. (Verbo Intransitivo)

    Precisa-se de técnicos em informática. (Verbo Transitivo Indireto)

    No casamento, sempre se fica nervoso. (Verbo de Ligação)

    c) Com o verbo no infinitivo impessoal:

    Por exemplo:

    Era penoso estudar todo aquele conteúdo.

    É triste assistir a estas cenas tão trágicas.

    Obs.: quando o verbo está na 3ª pessoa do plural, fazendo referência a elementos explícitos em orações anteriores ou posteriores, o sujeito é determinado.

    Por Exemplo:

    Felipe e Marcos foram à feira. Compraram muitas verduras.

    Nesse caso, o sujeito de compraram é eles (Felipe e Marcos). Ocorre sujeito oculto

  • eu já li em várias questões que o verbo haver com sentido de existir ñ tem sujeito..........mas é uma coisa.....eu olho frases desse tipo e para mim o sujeito tá claro que nem água! eu olho e não consigo ver aquilo como objeto!

     

  • Temos duas orações, acho que a banca comeu mosca!