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Prova VUNESP - 2017 - IPRESB - SP - Analista Previdênciário - Psicologia


ID
855390
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

     Leia o texto, para responder à questão.

   

     Um dos problemas que democracias enfrentam é o de como lidar com aqueles que negam seus princípios elementares, mas não chegam a conspirar para dar um “putsch”*. Entra nessa categoria a manifestação orquestrada por supremacistas brancos em Charlottesville, na Virgínia.

      Não há como conciliar uma ideologia francamente racista, como a defendida pelos organizadores da marcha, em que se viam suásticas e se gritavam slogans contra negros, com a noção, nuclear para a democracia, de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitados. Mas usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, pois viola outro pressuposto essencial da democracia, a liberdade de expressão. Como sair do paradoxo? Quão tolerante a democracia deve ser com os intolerantes?

      Penso que os americanos lidam bem com esse tipo de situação. Os EUA são um dos poucos países que levam a liberdade de expressão realmente a sério, permitindo que qualquer grupo exponha qualquer ideia e mobilize seus simpatizantes para defendê-la. E “qualquer” aqui não é força de expressão. Nos anos 70, a Suprema Corte ratificou o direito de um grupo nazista de realizar uma passeata em Skokie, cidade habitada por vários sobreviventes do Holocausto.

      Como a democracia nos EUA nunca foi seriamente ameaçada por grupos extremistas domésticos, não dá para dizer que a virtual sacralização da liberdade de expressão pelos tribunais seja um tiro no pé. Fica claro, porém, que o país se vale de outros mecanismos (sociais) para manter o radicalismo sob controle. É aqui que surgem motivos para preocupação.

      O grave não é que supremacistas brancos tenham conseguido fazer uma manifestação nos EUA, mas sim que o presidente do país, que deveria atuar como uma espécie de bússola nas grandes questões morais, tenha relutado tanto em condenar o evento racista de forma inequívoca.


(Hélio Schwartsman, Tolerar a intolerância? http://www1.folha.uol.com.br. 15.08.2017. Adaptado)


*putsch: golpe. 

Entre os assuntos que discute no contexto dos eventos em Charlottesville, o autor destaca como questão extremamente séria a

Alternativas
Comentários
  • Gab: B

    O grave não é que supremacistas brancos tenham conseguido fazer uma manifestação nos EUA, mas sim que o presidente do país, que deveria atuar como uma espécie de bússola nas grandes questões morais, tenha relutado tanto em condenar o evento racista de forma inequívoca.
     


    Deus é bom

  • Delonga significa:  atraso, demora, adiamento, entre outros. Fonte: https://www.dicio.com.br/delonga/

     

  • Justamente isso Alice! a resposta se concentra no último parágrafo! 

  • delonga ( a demora ) da autoridade máxima do país em expressar com clareza sua desaprovação à manifestação de cunho racial.  ALTERNATIVA B

  • O LIDAR BEM que o autor tenta expressar é no sentido que lá nos EUA tudo pode, todos os grupos podem fazer o que quiserem....a pluralidade de cultos, costumes, raças...e por isso todo o resto do mundo os veneram e, os que não gostam desse modelo, combatem-no com o terrorismo.

    Bom, o que acabo de relatar reflete a minha opinião - refinada em entrevistas que assisto - pois nunca o dia a dia em uma cidade dos EUA . 

    Contudo, esperava-se que o líder maior dos EUA ao menos fosse equilibrado e colocasse panos quentes em um primeiro momento, mas não, foi lá e jogou combustível, incitando-os. 

  • Pessoal só uma dica. Quando forem fazer a prova, dispensem-se de qualquer viés político que venha à cabeça neste momento, pois isso só atrapalha, principalmente em questões de interpretação de texto. O avaliador não quer nossa opinião (a não ser em redações), mas sim a ideia que o texto apresentou. É difícil ler, algumas vezes, textos tão diametralmente opostos ao que nós pensamos sobre algo, mas é isso que amplia o debate em alto nível e fortifica a democracia.


ID
855391
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

     Leia o texto, para responder à questão.

   

     Um dos problemas que democracias enfrentam é o de como lidar com aqueles que negam seus princípios elementares, mas não chegam a conspirar para dar um “putsch”*. Entra nessa categoria a manifestação orquestrada por supremacistas brancos em Charlottesville, na Virgínia.

      Não há como conciliar uma ideologia francamente racista, como a defendida pelos organizadores da marcha, em que se viam suásticas e se gritavam slogans contra negros, com a noção, nuclear para a democracia, de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitados. Mas usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, pois viola outro pressuposto essencial da democracia, a liberdade de expressão. Como sair do paradoxo? Quão tolerante a democracia deve ser com os intolerantes?

      Penso que os americanos lidam bem com esse tipo de situação. Os EUA são um dos poucos países que levam a liberdade de expressão realmente a sério, permitindo que qualquer grupo exponha qualquer ideia e mobilize seus simpatizantes para defendê-la. E “qualquer” aqui não é força de expressão. Nos anos 70, a Suprema Corte ratificou o direito de um grupo nazista de realizar uma passeata em Skokie, cidade habitada por vários sobreviventes do Holocausto.

      Como a democracia nos EUA nunca foi seriamente ameaçada por grupos extremistas domésticos, não dá para dizer que a virtual sacralização da liberdade de expressão pelos tribunais seja um tiro no pé. Fica claro, porém, que o país se vale de outros mecanismos (sociais) para manter o radicalismo sob controle. É aqui que surgem motivos para preocupação.

      O grave não é que supremacistas brancos tenham conseguido fazer uma manifestação nos EUA, mas sim que o presidente do país, que deveria atuar como uma espécie de bússola nas grandes questões morais, tenha relutado tanto em condenar o evento racista de forma inequívoca.


(Hélio Schwartsman, Tolerar a intolerância? http://www1.folha.uol.com.br. 15.08.2017. Adaptado)


*putsch: golpe. 

No segundo parágrafo, a frase destacada informa que a noção de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitados é

Alternativas
Comentários
  • nuclear para a democracia

     

    nuclear= central

  • Dificil

  • GABARITO: C

     

    O texto quer dizer que o fato de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitados é essencial em uma democracia.

     

    "Não há como conciliar uma ideologia francamente racista, como a defendida pelos organizadores da marcha, em que se viam suásticas e se gritavam slogans contra negros, com a noção, nuclear para a democracia, de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitados."

  • Respeito ( Liberdade de expressão ) = Demogracia. 

    Gab- C

     

  • NUCLEAR = centro

  • não entendi nada, só acertei por que associei nuclear à centro.

     

  • A democracia tem duas dimensões: formal e material.

     

    Na formal, o voto da maioria prevalece. Na material, os direitos fundamentais dos grupos minoritários devem ser respeitados.

     

    Desse modo, uma democracia (no sentido atual da palavra) deve proteger os grupos minoritários, vedando políticas de perseguição ou opressão.

     

    Vida longa à república e à democracia, C.H.

  •  com a noção : noção de quê?  de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitadosO que é nuclear para a democracia? a noção de que os direitos de minorias precisam ser respeitados.

    Ou seja, essa questão '' direitos de minorias precisam ser respeitados'' é uma noção central que está presente nos sistemas políticos democráticos.

  • nuclear = central. Matou a questão!

  • lembrei das aulas de química....o que que está no CENTRO da matéria? o núcleo....rsrs

  • Associei nuclear ao centro, mas pensei que não poderia ser isso, daí fui além e depois de horas de devaneios inventei uma resposta errada na minha cabeça. Pois é, menos é mais.


ID
855392
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

     Leia o texto, para responder à questão.

   

     Um dos problemas que democracias enfrentam é o de como lidar com aqueles que negam seus princípios elementares, mas não chegam a conspirar para dar um “putsch”*. Entra nessa categoria a manifestação orquestrada por supremacistas brancos em Charlottesville, na Virgínia.

      Não há como conciliar uma ideologia francamente racista, como a defendida pelos organizadores da marcha, em que se viam suásticas e se gritavam slogans contra negros, com a noção, nuclear para a democracia, de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitados. Mas usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, pois viola outro pressuposto essencial da democracia, a liberdade de expressão. Como sair do paradoxo? Quão tolerante a democracia deve ser com os intolerantes?

      Penso que os americanos lidam bem com esse tipo de situação. Os EUA são um dos poucos países que levam a liberdade de expressão realmente a sério, permitindo que qualquer grupo exponha qualquer ideia e mobilize seus simpatizantes para defendê-la. E “qualquer” aqui não é força de expressão. Nos anos 70, a Suprema Corte ratificou o direito de um grupo nazista de realizar uma passeata em Skokie, cidade habitada por vários sobreviventes do Holocausto.

      Como a democracia nos EUA nunca foi seriamente ameaçada por grupos extremistas domésticos, não dá para dizer que a virtual sacralização da liberdade de expressão pelos tribunais seja um tiro no pé. Fica claro, porém, que o país se vale de outros mecanismos (sociais) para manter o radicalismo sob controle. É aqui que surgem motivos para preocupação.

      O grave não é que supremacistas brancos tenham conseguido fazer uma manifestação nos EUA, mas sim que o presidente do país, que deveria atuar como uma espécie de bússola nas grandes questões morais, tenha relutado tanto em condenar o evento racista de forma inequívoca.


(Hélio Schwartsman, Tolerar a intolerância? http://www1.folha.uol.com.br. 15.08.2017. Adaptado)


*putsch: golpe. 

Considere as seguintes passagens:


… a Suprema Corte ratificou o direito de um grupo nazista de realizar uma passeata em Skokie …

… não dá para dizer que a virtual sacralização da liberdade de expressão …


As palavras destacadas têm, respectivamente, como sinônimo e antônimo adequados ao contexto:

Alternativas
Comentários
  • Gab: E 
    Pra nunca mais errar o significado de ratificar e retificar:
    RATIFICAR e RETIFICAR
     RATIFICAR = Aceitar, validar 
    RETIFICAR = o E vem de Erro, significando corrigir

     

     

    Deus é bom

  • Molezinha!!!

  • Complementando:

     

    Sacralizar: fazer com que se torne sagrado; ficar ou se tornar sagrado.

    Profanar: tratar com irreverência as coisas sagradas; desrespeitar a santidade de; ofender; manchar; macular.

     

    Percebe-se que as palavras possuem sentidos opostos, portanto, no contexto, são antônimas.

     

    Fonte: https://www.dicio.com.br/sacralizar/

    https://www.dicio.com.br/profanar/

  • Ratificar = confirmar, validar ou reafirmar algo que foi dito ou prometido.
    Sacralização = Atribuir caráter Sagrado, Torna-lo sagrado. Unir, sacralizar, "Consagrar". ( Antônimos = profanar, violar, desconsagrar.)

     a) anulou (= invalidar) e destituição. (= dispensa)
     b) cerceou (= limitar) e beatificação. ( = glorificação)
     c) avaliou (= julgou) e entronização (= enaltecer).
     d) monitorou (= fiscalizou) e maculação (= ofender).
     e) validou (= ratificou) e profanação (= ofender).

  • A Questão se torna tranquila pela opção de Ratificar = Validar ( Sinônimos ).

  • Fui por: VALIDOU de ratificar´= validar

  • O que me choca não é a questão, mas o fato da Suprema Corte permitir que nazistas façam passeatas!

    ''Quem não estuda história costuma repetir os erros do passado''

     

  • Ratifcar: confirmar, validar.

    Retificar: corrigir.


ID
855393
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

     Leia o texto, para responder à questão.

   

     Um dos problemas que democracias enfrentam é o de como lidar com aqueles que negam seus princípios elementares, mas não chegam a conspirar para dar um “putsch”*. Entra nessa categoria a manifestação orquestrada por supremacistas brancos em Charlottesville, na Virgínia.

      Não há como conciliar uma ideologia francamente racista, como a defendida pelos organizadores da marcha, em que se viam suásticas e se gritavam slogans contra negros, com a noção, nuclear para a democracia, de que os direitos de minorias precisam ser sempre respeitados. Mas usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, pois viola outro pressuposto essencial da democracia, a liberdade de expressão. Como sair do paradoxo? Quão tolerante a democracia deve ser com os intolerantes?

      Penso que os americanos lidam bem com esse tipo de situação. Os EUA são um dos poucos países que levam a liberdade de expressão realmente a sério, permitindo que qualquer grupo exponha qualquer ideia e mobilize seus simpatizantes para defendê-la. E “qualquer” aqui não é força de expressão. Nos anos 70, a Suprema Corte ratificou o direito de um grupo nazista de realizar uma passeata em Skokie, cidade habitada por vários sobreviventes do Holocausto.

      Como a democracia nos EUA nunca foi seriamente ameaçada por grupos extremistas domésticos, não dá para dizer que a virtual sacralização da liberdade de expressão pelos tribunais seja um tiro no pé. Fica claro, porém, que o país se vale de outros mecanismos (sociais) para manter o radicalismo sob controle. É aqui que surgem motivos para preocupação.

      O grave não é que supremacistas brancos tenham conseguido fazer uma manifestação nos EUA, mas sim que o presidente do país, que deveria atuar como uma espécie de bússola nas grandes questões morais, tenha relutado tanto em condenar o evento racista de forma inequívoca.


(Hélio Schwartsman, Tolerar a intolerância? http://www1.folha.uol.com.br. 15.08.2017. Adaptado)


*putsch: golpe. 

Assinale a alternativa em que se identifica corretamente, nos parênteses, a relação de sentido que o trecho destacado estabelece com o restante do enunciado.

Alternativas
Comentários
  • POIS = explicação

  • GABARITO: D

     

    A) Comparação

    B) Causa

    C) Finalidade

    D) Explicação

    E) Oposição

  •  d)… usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, pois viola outro pressuposto essencial da democracia (Explicação). 

        … usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, porque viola outro pressuposto essencial da democracia (Explicação). 

     

    "Quando pois tem um sentido explicativo, sinônimo de porque, a vírgula deverá ser usada antes da conjunção: ",pois". O uso dessa vírgula é, contudo, facultativo.

    Quando pois tem um sentido conclusivo, sinônimo de portanto, a vírgula deverá ser usada antes e depois da conjunção: ",pois,"

    FONTE: https://duvidas.dicio.com.br/uso-de-pois/

     

    GABARITO D

  • sobre a conjunção  POIS

    1- Empregada antes dos verbo, introduz oração ssondética  explicativa( porque)

    2-  Empregada após o verbo, introduz oração sindética conclusiva (= portanto).

  •  a) uma ideologia francamente racista, como a defendida pelos organizadores da marcha (Modo). >>>> IDEIA DE EQUIVALÊNCIA, ISTO É, COMPARAÇÃO. SÃO EXEMPLOS DE TERMOS CONECTIVOS COMPARATIVOS:  COMO, TÃO... COMO (QUANTO), MAIS(MENOS)... (DO) QUE. NÃO OBSTANTE, ALÉM DISSO, NORMALMENTE, O SEGUNDO VERBO PODE OMITIR-SE. 

     b) Como a democracia nos EUA nunca foi seriamente ameaçada por grupos extremistas domésticos, não dá para dizer (Comparação).  >>> CONJUNÇÃO COMO NO INÍCIO DE PERÍODO É BRONCA.

     c) Fica claro, porém, que o país se vale de outros mecanismos (sociais) para manter o radicalismo sob controle (Causa).   A FIM DE, COM O INTUITO DE, PARA QUE, PORQUE, DE MODO QUE, COM O ESCOPO DE.

     d )  usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, pois viola outro pressuposto essencial da democracia (Explicação).  POIS ANTES DE VERBO SEMPRE SERÁ EXPLICAÇÃO, JÁ, POSPOSTO AO VERBO, VEM ENTRE VÍRGULAR E POSSUI VALOR DE CONCLUSÃO- LOGO, POR CONSEGUINTE, PORTANTO, DESSE MODO, À VISTA DISSO, DESARTE, DESTARTE, DONDE,POR ISSO, E.

     e)como lidar com aqueles que negam seus princípios elementares, mas não chegam a conspirar para dar um “putsch” (Condição). VALOR ADVERSATIVO. MAS, PORÉM, CONTUDO, ENTRETANTO, NO ENTANTO, NÃO OBSTANTE, QUE, E,  TODAVIA, SENÃO (MAIS SIM), 

  • Valeu Roberto Frois

  • GABARITO: D

     

    A) Comparação

    B) Causa

    C) Finalidade

    D) Explicação

    E) Oposição

  •  a) Comparação

     

     b) Causa

     

     c) Finalidade

     

     d) … usar a lei para silenciar esses grupos também não é uma solução satisfatória, pois viola outro pressuposto essencial da democracia (Explicação)

     

     e) Adversidade

  • Pois Antes do Verbo, conjunção Explicativa (PAVE)

    Pois Depois do Verbo, conjunção Conclusiva (PDVC)


  • A alternativa (A) está errada, pois a conjunção “como”, neste contexto, traduz um valor comparativo, e não de modo.

    A alternativa (B) está errada, pois a conjunção “como”, neste contexto, traduz um valor de causa. Note que podemos trocá-la por “Já que”, “Uma vez que”.

    A alternativa (C) está errada, pois a preposição “para” transmite um valor de finalidade, e nunca de causa.

    A alternativa (D) é a correta, pois realmente a conjunção “pois” transmite uma explicação.

    A alternativa (E) está errada, pois a conjunção “mas” transmite valor de contraste, oposição, e nunca condição.


  • Letra (D)

    a palavra (Pois)

    tem ideia de explicação

  • GABARITO: LETRA D

    Explicativas: ligam a oração anterior a uma oração que a explica, que justifica a ideia nela contida. São elas: que, porque, pois (antes do verbo), porquanto. Por exemplo:

    Não demore, que o filme já vai começar.

    FONTE: https://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf85.php

  • GABARITO: LETRA D

    MACETE:

    ''PAVE PDVC''

    PAVE => Pois Antes do Verbo Explicação.

    ''Aprende isso a teu modo, pois te dou(...)''

    __________________

    PDVC => Pois Depois do Verbo Concusão.

    “Aprende, pois, logo de saída para a grande vida(...)''

    FONTE: COLEGAS DO QC

  • Depois de uma OPINIÃO, a oração posterior é uma explicativa.


ID
855394
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa em que a concordância nominal e verbal está de acordo com a norma-padrão.

Alternativas
Comentários
  • b) condena

    c) necessário a

    d) houveram

    e) ações- adotou

  • GABARITO: A

     

    A) CORRETA. No mundo todo, mais de um país luta contra a discriminação de minorias, sendo mesmo vedadas manifestações públicas.

     

    B) Cerca de cinquenta por cento dos norte-americanos condenam os atos extremistas promovidos por minorias radicais.

     

    C) Para controlar extremistas, não bastam ações policiais: é necessária a conscientização da população.

     

    D) É sempre bom tomar emprestados os modelos de democracia dos países em que já houve ações contra extremismos.

     

    E) Se ações que se adotaram contra o racismo não derem certo, outras devem ser buscadas o mais brevemente possível.

     

    ------------------------------------------------------------

     

    Se houver erros, por favor, corrijam-me.

     

    Força, pessoal!!

  • O erro na letra D) é que o verbo "haver" não é usado no plural se puder ser substituido pelo verbo "existir".

  • Quando a expressão "mais de um" se associar a verbos que exprimem reciprocidade, o plural é obrigatório:

     

     

    Exemplo:  Mais de um colega se ofenderam na tumultuada discussão de ontem. (ofenderam um ao outro)

     

    a) No mundo todo, mais de um país luta contra a discriminação de minorias, sendo mesmo vedadas manifestações públicas. (NÃO apresenta reciprocidade)  --------> verbo no singular. (CORRETA)  

     

     

     

  • GABARITO LETRA A

     

    MAIS DE UM...

     

    REGRA - singular

     

    EXCEÇÕES - plural

     

    - repetição

    Mais de um funcionário e mais de um estagiário tiraram férias este mês.

     

    - ideia de reciprocidade

    Mais de um carro se chocaram.

     

    Fonte: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/gramatica/a-expressao-mais-um-verbo.htm

  • GABARITO: A

     

    A)No mundo todo, mais de um país luta contra a discriminação de minorias, sendo mesmo vedadas manifestações públicas.CORRETA 

    B) Cerca de cinquenta por cento dos norte-americanos condenaM os atos extremistas promovidos por minorias radicais

    C) Para controlar extremistas, não bastaM ações policiais: é necessáriA a conscientização da população.

    D) É sempre bom tomar emprestados os modelos de democracia dos países em que já houve ações contra extremismos. SENTIDO DE EXISTIR ( SINGULAR)

    E) Se ações que se adotaram contra o racismo não derem certo, outras devem ser buscadas o mais brevemente possível.

  • cerca de , menos de, cerca de , perto de + numeral : 

     

    Quando o sujeito uma expressão desse tipo , o verbo concorda com o numeral que aparece nela.

     

       Mais de um interessado enviou curriculo a empresa 

     

    mais de cem interessados enviaram o curriculo 

     

    Perto de vinte alunos faltaram á prova.  

     

    Observação : se a expressão mais de um for sujeito de um verbo que indica reciprocidade , o verbo vai para o plural. 

    mais de um vereador se acusaram mutuamente. 

     

     

    Concordancia das expressoes é bom, é proibido e é necesssario 

     

    A concordancia dos adjetivos (bom , proibido , necessario) dessas expressoes com o substativo que as acompanha se faz assim: 

     

    A) se o substantivo é precedido de artigo ou pronome , o adjetivo concorda com o substatntivo 

     

    é proibida a entrada de estranhos 

     

    é necessaria muita paciencia para te suportar .

     

    esta agua mineral é  boa para a saúde 

     

    B) Se o substatntivo não é precedido de artigo ou pronome , a adjetivo não varia.

     

    é proibido entrada de crianças . ( substantivo sem artigo) 

     

    é necessario paciencia para te suportar. ( substantivo sem artigo) 

     

    agua mineral é bom para a saúde. ( substantivo sem artigo)

     

    Fonte: livro do terceirão

     

  • a) Gabarito

     

    b) Cerca de cinquenta por cento dos norte-americanos condena (1) os atos extremistas promovido (2) por minorias radicais.

    1. Verbo concorda com termo posposto ao número:

    80% da população tinha mais de 18 anos.

    10% dos sócios saíram da empresa. 

    2. Minorias radicais promovem atos extremistas (verbo concorda com o sujeito: minorias radicais). O correto é promovidos.

     

    c) Para controlar extremistas, não basta ações policiais: é necessário a conscientização da população.

    1. Ações policiais não bastam (verbo concorda com o sujeito: ações policiais).

    2. A conscientização da população é necessária.

     

    d) É sempre bom tomar emprestado os modelos de democracia dos países em que já houveram ações contra extremismos. 

    Haver no sentido de existir é impessoal, não tem sujeito. O correto é ficar na 3ª pessoa do singular: houve.

     

    e) Se ações que se adotou contra o racismo não der certo, outras devem ser buscadas o mais brevemente possível.

    Se ações que se adotorem contra o racismo não derem certo...

    O verbo deve concordar com o sujeito: ações.

     

  • VEM TJ SP!

  •  

    d)É sempre bom tomar emprestado os modelos de democracia dos países em que já houveram ações contra extremismos. 

    tomar emprestado? é tomarem emprestado ou tomar emprestado ?

    e aí?

  • Quanto à alternativa A, seu período final está realmente correto?? Digo, não teria de ser "sendo mesmo VEDADO manifestações públicas"??

  • Alysson, 

    VEDAR : VTD 

    As manifestaçoes : OD  ( Torna-se sujeito paciente)

    A frase esta na voz passiva analítica ( verbo ser + participio)  : .... sendo mesmo vedadas manifestações públicas.

    Forma direta da voz passiva analitica : As           manifestações        sendo vedadas mesmo

                                                                           (Sujeito paciente)             (VTD)

     

    Espero ter ajudado!

     

    #Peça a Deus que abençoe os seus planos, e eles darão certo. Provérbios 16:3

     

  • A)GAB
    B)CONDENAM 
    C)BASTAM
    D)HOUVE
    E)ADOTARAM/DEREM

  • A)GAB


    B)CONDENAM  promovidos


    C)BASTAM é necessária a conscientização da população


    D)HOUVE


    E)ADOTARAM/DEREM der certo deram certo


    Complementando o comentário do Heisenberg WW


ID
855395
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa em que a pontuação da frase está de acordo com a norma-padrão.

Alternativas
Comentários
  • Alternativa: A)

  • Só comentário TOP. Mega explicativo.

  • Quando que a virgula é proibida no periodo simples

    -entre verbo e o sujeito;

    -entre verbo e os objetos(OI e OD);

    -entre os objetos(OI e OD);

    -entre o nome(Substantivo) e o complemento nominal;

    -entre o nome(Substantivo) e o adj. adnominal.

  • GABARITO: A

     

    A) CORRETA. Fala-se em uma noção – nuclear para a democracia – de que é preciso respeitar, sempre, os direitos de minorias.

     

    B) Nota-se que o autor se pergunta, entre outras coisas, (vírgula) como sair do paradoxo. (ponto final)

     

    C) Levar a liberdade de expressão (sem vírgula) realmente a sério (sem vírgula) é prática nos Estados Unidos.

     

    D) A negação dos princípios elementares da democracia (sem vírgula) é (sem dois pontos) um dos problemas dos países na modernidade.

     

    E) É preciso perguntar-se (sem vírgula) quão tolerante com os intolerantes (sem vírgula) a democracia pode ser. 

  • Não entendi o erro da letra C. Alguém pode esclarecer?

  • Algum Concurseiro (dúvida)

    Corrijam-me se eu estiver errado:

    c) Levar a liberdade de expressão, realmente a sério, é prática nos Estados Unidos.

    Levar a liberdade de expressão realmente a sério = SUJEITO

    é = VERBO DE LIGAÇÃO

    prática nos Estados Unidos = PREDICADO

    Aqui eu acredito que a regra é a de que não se deve separar SUJEITO do seu VERBO com vírgula. Mas vejo ainda um outro erro - a vírgula depois de "...liberdade de expressão,..." O SUJEITO é oracional (uma oração) que é composta por um VERBO (Levar), um SUJEITO PACIENTE (a liberdade de expressão) e um COMPLEMENTO VERBAL (realmente a sério). Neste caso, acredito, que a regra que se aplica é que não se separa por vírgula o SUJEITO PACIENTE do COMPLEMENTO. 

    O correto seria sem nenhuma das vírgulas:

    c) Levar a liberdade de expressão realmente a sério é prática nos Estados Unidos.

    Se eu estiver equivocado, corrijam-me por favor, pois ainda estou estudando a língua portuguesa e aprendendo muito nos comentários.

  • Alternativa C) Levar a liberdade de expressão, realmente, a sério é prática nos Estados Unidos.

  • Indiquem a questão para o comentário do professor.

  •  

     

  • COMENTÁRIO LETRA A!

    A) Fala-se em uma noção – nuclear para a democracia –(APOSTO EXPLICATIVO) de que é preciso respeitar, sempre,(ok, adj adverbial deslocado deve ser separado com vírgula) os direitos de minorias.

    Se retirarmos o aposto e o adjunto fica com sentido ainda, confirmando a necessidade de vírgulas para separação.

    Veja:

    Fala-se em uma noção de que é preciso respeitar OS DIREITOS HUMANOS.

     

     

     

     

     

  • Guerreira , só uma colocação: o Advérbio ou Adj adverbial deslocado pode ser separado por vírgulas (sendo no primeiro caso, uma opção do autor para dar ênfase, já no segndo caso alguns gramáticos afirmam que: quando o adjunto adverbial for composto por 2 (ainda é facultativo) mais de 2  palavras será necessário o uso da vírgula).

  • ; = substituí PONTO e substitui VIRGULA, além de ser utilizado para LISTAR algo;

    TRAVESSÃO = para ENUMERAÇÕES, diálogos em NARRATIVAS, enfatizar alguma palavra ou expressão no texto ou ainda SUBSTITUIR A VÍRGULA, que foi o caso de utilização do mesmo na questão acima.

  • A alternativa (A) é a correta, pois “nuclear para a democracia” é uma expressão explicativa, por isso cabe a separação por travessões. Além disso, o adjunto adverbial intercalado “sempre” pode ficar entre duas vírgulas.

    A alternativa (B) está errada, pois o adjunto adverbial “entre outras coisas” está intercalado. Assim, se recebeu uma primeira vírgula, deve receber a segunda. Veja a correção:

    Nota-se que o autor se pergunta, entre outras coisas, como sair do paradoxo?

    A alternativa (C) está errada, pois o adjunto adverbial intercalado, quando recebe uma primeira vírgula, deve receber também a segunda. Além disso, não pode haver vírgula entre a oração subordinada substantiva (“Levar a liberdade de expressão realmente a sério” e a principal (“é prática nos Estados Unidos”). Veja a correção:

    Levar a liberdade de expressão, realmente, a sério é prática nos Estados Unidos.

    A alternativa (D) está errada, pois não cabe vírgula entre o sujeito e o verbo. Além disso, não cabe sinal de dois-pontos entre o verbo de ligação e o predicativo. Veja a correção:

    A negação dos princípios elementares da democracia é um dos problemas dos paises na modernidade.

    A alternativa (E) está errada, pois não pode haver vírgula entre a oração subordinada substantiva (“quão tolerante com os intolerantes, a democracia pode ser”) e a principal (“perguntar- se”). Além disso, não cabe vírgula entre o predicativo e o sujeito. Veja a correção:

    É preciso perguntar-se quão tolerante com os intolerantes a democracia pode ser.

  • Na alternativa "C", li comentário que o termo "REALMENTE" tem que estar entre virgula. Na minha opinião o erro estar em colocar a virgula antes desse termo adverbial.

    Acho que o correto é:

    Levar a liberdade de expressão realmente a sério, é prática nos Estados Unidos.


ID
855396
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                       Fazer 70 anos


                            Fazer 70 anos não é simples.

                            A vida exige, para o conseguirmos,

                            perdas e perdas no íntimo do ser,

                            como, em volta do ser, mil outras perdas.


                             Fazer 70 anos é fazer

                             catálogo de esquecimentos e ruínas.

                             Viajar entre o já-foi e o não-será.

                             É, sobretudo, fazer 70 anos,

                             alegria pojada de tristeza.


                             Ó José Carlos, irmão-em-Escorpião!

                             Nós o conseguimos…

                             E sorrimos

                             de uma vitória comprada por que preço?

                             Quem jamais o saberá?


                              À sombra dos 70 anos, dois mineiros

                              em silêncio se abraçam, conferindo

                              a estranha felicidade da velhice.

                                                    (Carlos Drummond de Andrade, Amar se aprende amando)

É correto afirmar que, no tratamento da temática do poema, o eu lírico adota

Alternativas
Comentários
  • alternativa B)

  • Douglas, kkkkkkkkkkk não sei como conseguiu fazer uma explicação tão proveitosa kk

    - só uma dica, para aqueles que não são assinantes, basta olhar nas estatísticas, lá tem a resposta :)

  • Melhor definição das privações:

     

    "Fazer 70 anos é fazer

    catálogo de esquecimentos e ruínas.

    Viajar entre o já-foi e o não-será.

    É, sobretudo, fazer 70 anos,

    alegria pojada de tristeza. "

     

  •      

    b) tom pessimista, expressando o avanço da idade como acúmulo de privações.

                         

    Fazer 70 anos não é simples.

    A vida exige, para o conseguirmos,

    perdas e perdas no íntimo do ser,

     como, em volta do ser, mil outras perdas.

    Fazer 70 anos é fazer

    catálogo de esquecimentos e ruínas.

    Viajar entre o já-foi e o não-será.

    É, sobretudo, fazer 70 anos,

    alegria pojada de tristeza.

     

     

    Ao meu ver o que mais é ressaltado e proposto no texto é a visão pessimista e sobre várias privações.

    E quando há de surgir a felicidade ela é estranha. Longe de ser uma certeza.

    a estranha felicidade da velhice.

  • Texto bastante complexo ao olhar de Drumont

  • Boa, Douglas!

  • Gente, o Douglas colocou a resposta da questão pra quem não comprou o qconcurso e quer continuar respondendo. Como todos sabem o qconcurso libera até 10 questões grátis para ser respondida por dia com direito a ver as resostas. 

  • Sinceramente, discordo do gabarito. Na minha opinião, tanto a alternativa "A" quanto a "C" estão corretas. Sobre a alternativa A, da para entender um tom de felicidade: 

     

     Ó José Carlos, irmão-em-Escorpião!

    Nós o conseguimos…

    E sorrimos

    de uma vitória comprada por que preço?

    Quem jamais o saberá?

  • Olá Alexandre Santana acredito que os dois últimos versos tem um tom pessimista também "anulando a felicidade" do início.

     Ó José Carlos, irmão-em-Escorpião!

    Nós o conseguimos…

    E sorrimos

    de uma vitória comprada por que preço?

    Quem jamais o saberá?

  • Ainda tenho muita dificuldade em questões de interpretação de texto de poesias. Dá até um arrepio quando caem na prova...

  • Poema, "depressão"

    Assertiva (b)

  • Privações? am? oi? indiquem ao comentário do professor colegas, por favor!

  • Morrendo de dúvida entre A e B, marquei a B, pois me pareceu menos errada. A letra A afirma que o autor tem certeza da felicidade, o que não verdade, uma vez que em passagem alguma do texto ele deixou claro que a felicidade seria certa, tanto que quando ela chega ele "olha" pra ela com estranheza: " conferindo a estranha felicidade da velhice."

    A letra B traz um pouco mais certeza, pois, de fato, ele enumera inúmeros fatores pessimistas relacionados ao avanço da idade.

    GABARITO B

    #TJSP2021


ID
855397
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                       Fazer 70 anos


                            Fazer 70 anos não é simples.

                            A vida exige, para o conseguirmos,

                            perdas e perdas no íntimo do ser,

                            como, em volta do ser, mil outras perdas.


                             Fazer 70 anos é fazer

                             catálogo de esquecimentos e ruínas.

                             Viajar entre o já-foi e o não-será.

                             É, sobretudo, fazer 70 anos,

                             alegria pojada de tristeza.


                             Ó José Carlos, irmão-em-Escorpião!

                             Nós o conseguimos…

                             E sorrimos

                             de uma vitória comprada por que preço?

                             Quem jamais o saberá?


                              À sombra dos 70 anos, dois mineiros

                              em silêncio se abraçam, conferindo

                              a estranha felicidade da velhice.

                                                    (Carlos Drummond de Andrade, Amar se aprende amando)

O verso do poema que expressa a ideia de que, ao fazer 70 anos, transita-se entre passado e futuro, perdendo-se a perspectiva do presente é:

Alternativas
Comentários
  • Já foi= passado e não será = futuro

  • Gostei do poema do C.D.A. O poeta mineiro é excelente.

     

    Talvez o Brasil tenha mais Pelés nas artes (música, poesia, literatura) do que no futebol.

     

    Vida longa à república e à democracia, C.H.

  • Que texto bonito.


ID
855398
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                       Fazer 70 anos


                            Fazer 70 anos não é simples.

                            A vida exige, para o conseguirmos,

                            perdas e perdas no íntimo do ser,

                            como, em volta do ser, mil outras perdas.


                             Fazer 70 anos é fazer

                             catálogo de esquecimentos e ruínas.

                             Viajar entre o já-foi e o não-será.

                             É, sobretudo, fazer 70 anos,

                             alegria pojada de tristeza.


                             Ó José Carlos, irmão-em-Escorpião!

                             Nós o conseguimos…

                             E sorrimos

                             de uma vitória comprada por que preço?

                             Quem jamais o saberá?


                              À sombra dos 70 anos, dois mineiros

                              em silêncio se abraçam, conferindo

                              a estranha felicidade da velhice.

                                                    (Carlos Drummond de Andrade, Amar se aprende amando)

No verso – Nós o conseguimos… –, o pronome “o” tem como referente a ideia de

Alternativas
Comentários
  • Alternativa E)

  • GABARITO: E

     

    O poema inteiro faz alusão a fatos relacionados com a chegada dos 70 anos de idade.

     

    Na última estrofe, o poema diz que duas pessoas se abraçam para celebrar o fato de estarem completando 70 anos.

     

    Portanto, infere-se que o pronome "o", em "Nós o conseguimos", se refere a ter feito 70 anos.

  • Fazer 70 anos não é simples. A vida exige, para o conseguirmos. 

    Gabarito E

  • É preciso ler com atenção as estrofes que antecendem, pois o "Ó José Carlos..." pode passar uma interpretação equívocada no momento de responder a questão... foi o que ocorreu comigo!

  •                              Fazer 70 anos é fazer

                                 catálogo de esquecimentos e ruínas.

                                 Viajar entre o já-foi e o não-será.

                                 É, sobretudo, fazer 70 anos,

                                 alegria pojada de tristeza.

     

                                 Ó José Carlos, irmão-em-Escorpião!

                                 Nós o conseguimos…

     

     

    CERTO! 

  • GABARITO: E

  •                           "  Fazer 70 anos não é simples.

                                A vida exige, para o conseguirmos," 

  • letra (E) de (E) kkkk Bons estudos.

ID
855400
Banca
VUNESP
Órgão
IPRESB - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Para organizar as tarefas da semana, determinado setor de uma empresa utiliza uma lousa com 1,05 m de comprimento por 60 cm de largura, dividindo-a em quadrados, todos de mesmo perímetro e de maior lado possível. Do número total de quadrados em que a lousa foi dividida, 3/4 foram preenchidos imediatamente, 3 dos restantes foram preenchidos no dia seguinte e os demais não foram preenchidos. Em relação ao número total de quadrados em que essa lousa foi dividida, aqueles que não foram preenchidos representam, aproximadamente,

Alternativas
Comentários
  • A questão gira em torno do MDC. Percebeu isso, é só interpretar o restante do texto.

  • igual o tribos tribunais ja disse : MDC

    105 ,60 |  5

    21 ,12   |  3

     7 , 4     |

     

    7 * 4 = 28 quadrados

    3/4 de 28 = 21

    restou  = 7

    preencheram no 2º dia = 3

    não preeencheram = 4

    regra de 3 

    28 = 100%

    4 = x%

    x = 14,28   aprox . 14% 

  • Primeiro você deve fazer o M.D.C 
    60;105 (cm) resultado = 15 
    Próximo passo é dividir  
    105/15=7
    60/15=4
    multiplicando 7x4=28  total de quadrados divididos 
    desses 28 sabemos que 3/4 foram pintados imediatamente 
    então fica 21 quadrados foram pintados imediatamente
    depois o enunciado nos traz que 3 quadrados foram pintados no dia seguinte 
    21+3=24 
    deste resultado a banca nos pergunta qual a porcentagem dos que falta ser pintado 
    28-24=4 
    sabemos que 28=100% e 4=x% portanto aplicando a regra de três temos: 
    (4/28)x100% 
    4/28=0,1428 
    0,1428x100% =  14 % Alternativa "D"

  • Gente, preciso de um esclarecimento! tanto o Lucas quanto o Wagner fizeram o MDC de uma forma que eu não compreendi bem. Vocês já pularam direto para o máximo divisor comum, e foi aí que me perdi. Eu fiz o MDC da seguinte forma, fui decompondo 105 e 60 dos menores divisores para os maiores, ou seja:    105           60 | 2

                                    105          30 | 2

                                    105          15 | 3*

                                     35             5 | 5*

                                      7               1| 7

                                      1                1.  Eu vi que os divisores que dividirem( desculpem-me pela redundância) os números ao mesmo tempo deverão ser considerados necessários para o encontro do MDC. Como  3 e 5  dividiram os números 105 e 30 bem como 35 e 5, eu os marquei e depois fiz a multiplicação. No meu caso dá 15 e não 28 como vocês fizeram. Minha pergunta é: Quando eu vir uma situação equiparada ou igual a da questão, em caso de MDC, eu devo pular DIRETAMENTE para os únicos números que decompõe simultaneamente os itens em questão? deem uma explicadinha para mim,por favor. 

  • Luiz, não dá 28, dá 15 mesmo, vc fez certo.  Então serão quadrados dentro da lousa de 15cm x 15cm. Quantos são? 

    Vai contando os quadrados:

    no comprimento: 15,30,45,60,75,90,105 = 7 quadrados

    na largura : 15,30,45,60 = 4 quadrados

    7 no comprimento por 4 na largura =  7x4 =28 quadrados q cabem na lousa

    3/4 de 28 preenchidos imediatamente: 28/4=7 pega 3 => 21 + 3 do dia seguinte = 24 . Pra 28 faltam 4

    4 é quantos % de 28?         4/28=0,14 *100 dá 14%

     

     

     

  • Pediu maior lado...faz MDC; Pediu menor lado ...faz MMC; .........Nesse caso temos o MDC=15 (0,15m).....isso quer dizer a medida máxima possível do lado do quadrado dentro do retângulo lousa é de 0,15m. Então, vamos pegar a área do retângulo e dividir pela área do quadrado e acharemos o nº de quadrados.

    Ar = 0,63m² ; Aq = 0,0225m².........temos 28 quadrados de lado 0,15m;

    3/4....21 + 3 = 24.....sobraram 4, que correspondem a 14,42% do total de quadrados; 

  • GAB. D

     

  • 1 - 
    mdc (105,60) = 15

    105:15= 7 
    60:15 = 4

    7X4 = 28 ( são 28 quadrados)

    2- 
    3/4 de 28 são 21.

    3- 
    21+3 = 24

    Então 4 QUADRADOS NÃO FORAM PREENCHIDOS.

    4-

    28 (quadrados) --------------- 100% 
    4 (quadrados ------------------ X

    28X = 400 
    X = 400:28 
    X = 14,28

    O enunciado diz ´´ representam APROXIMADAMENTE´´ então não precisa ser um número exato, pode ser um número decimal!

  • Luiz Linhares, você está dividindo similar ao MMC. No MMc, os termos podem ser divididos por divisores separadamente. Exemplo: 25, 12. 12/2=6, 6/2=3 e 3/3=1. Já o 25 é: 25/5=5. É só multiplicar os divisores para chegar noMMC. Já o MDC, os termos só podem ser divididos simultaneamente: por exemplo: 105, 60. Sabemos que 60 é divisível por 2, mas o 105 não é. Logo, você não pode dividir o 60 por 2 separadamente. É necessário encontrar um divisor comum para esses números. Esse divisor é 3. Então, 105/3 e 60/3. Seguindo esse raciocínio, você chega ao MDC.

    vagner araújo fez os passos corretos. O colega que comentou antes dele chegou ao resultado, mas o MDC não seguiu o que deveria ser feito corretamente.

  • RESOLUÇÃO:

                   A lousa tem 105cm por 60cm. Podemos calcular o MDC entre essas duas medidas para saber qual é a medida que permite dividir ambos os lados de forma igual, para formarmos os quadrados:

                   Portanto, podemos formar quadrados com lados medindo 15cm. Teremos 7 quadrados em um sentido e 4 no outro sentido, totalizando 7x4 = 28 quadrados.

                   Se ¾ foram preenchidos imediatamente, os não preenchidos são ¼ de 28, ou seja, 7 quadrados não preenchidos. Como mais 3 quadrados foram preenchidos no outro dia, sobraram 7 – 3 = 4 quadrados não preenchidos em um total de 28. Percentualmente, eles representam:

    Resposta: D

  • Que questão, meus amigos!!