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Prova CÁSPER LÍBERO - 2013 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular


ID
4150480
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Assinale a opção que apresenta uma informação incoerente com os fatos narrados em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis:

Alternativas

ID
4150483
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que:

Alternativas

ID
4150486
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre as características do Romantismo, escola literária à qual pertence o romance Til, de José de Alencar, é correto afirmar que:

Alternativas

ID
4150489
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre as características da prosa de ficção de José Alencar, presentes em Til, é correto afirmar que:

Alternativas

ID
4150492
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre as características do Naturalismo, escola literária à qual pertence o romance O cortiço, de Aluísio Azevedo, é correto afirmar que:

Alternativas

ID
4150495
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Assinale a opção que apresenta uma informação incoerente com os fatos narrados em O cortiço, de Aluísio Azevedo:

Alternativas

ID
4150498
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre a poesia de Carlos Drummond de Andrade, autor de Sentimento do mundo, é correto afirmar que:

Alternativas

ID
4150501
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade:

Alternativas

ID
4150504
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre as características da literatura africana, presentes em O fio das missangas, de Mia Couto, é correto afirmar:

Alternativas

ID
4150507
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre O fio das missangas, de Mia Couto, é correto afirmar:

Alternativas

ID
4150510
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Assinale a opção que apresenta um conteúdo incoerente com Leite derramado, de Chico Buarque:

Alternativas

ID
4150513
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Leite derramado, de Chico Buarque:

Alternativas

ID
4150519
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“É claro que a juventude de classe média brasileira não acordou sozinha. E não acordou de repente. A internet tornou o despertar mais rápido, sem dúvida. Mas existe uma esquerda resistente, que está representada nos pequenos partidos, que empunha a bandeira da ética e da transparência e que há muito tempo vem conquistando a juventude, usando a mesma linguagem e os mesmos meios que ela: a internet. Dar asas à sociedade civil para que ela assuma seu papel transformador, a partir do ressurgimento do sentimento de brasilidade, da certeza de que os verdadeiros donos do país somos nós. Utópico, porém alcançável, principalmente em tempos de internet.”
FONTE: Observatório da Imprensa. RIBEIRO, Mehane Albuquerque. Publicado em 25-06-2013. Adaptado. http:// www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed752_sobre_os_recentes_movimentos_sociais_urbanos_no_ brasil Acessado em 16-09-2013


A respeito do texto é possível afirmar que:

Alternativas

ID
4150522
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“A batalha das autoridades paulistanas contra a poluição visual está entrelaçada a um conflito social profundo cuja forma de expressão não é vista em outras cidades – a pichação. O jornal americano, ‘New York Times’ diz que, mesmo com o reconhecimento do grafite paulistano em galerias internacionais, a pichação permanece como uma expressão marginal, com sua grafia muitas vezes incompreensível para quem não é do meio. Os integrantes das gangues de pichadores inclusive não se consideram grafiteiros, e veem o grafite como uma arte frequentemente cooptada comercialmente”, afirma o texto.
Fonte: Folha de SP, publicado em29-01-2012. Adaptado. http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1041022-sp-viveconflito-entre-cidade-limpa-e-pichacao-protesto-diz-nyt.shtml Acessado em 15-09-2013


O conflito explicitado pela matéria jornalística pode ser assim compreendido:

Alternativas

ID
4150525
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

De um lado, ocorre que, hoje, cada vez mais intensamente, cresce o número de pessoas que, embora procurando trabalhar, não conseguem colocação e não contam com qualquer outra forma de sobrevivência. Assim, ainda que, objetivamente, haja condições para que disponham de mais tempo livre e possam preenchê-lo de forma mais independente, aumenta o número daqueles que, ao invés de tempo livre, vivem um tempo sem ocupação, sentem-se pressionados pela condição de nãotrabalho e, portanto, impedidos de crescerem enquanto indivíduos.”
Fonte: Oliva-Augusto, Maria Helena. Tempo, indivíduo e vida social. Cienc. Cult. Out/dez 2002, vol 54, nº2, p.30-33.


As ideias do texto se mostram coerentes com a

Alternativas

ID
4150528
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Mia Couto, escritor moçambicano, em entrevista ao Jornal Folha de SPaulo declarou: “O Brasil tem uma ideia muito mistificada da África. A gente imagina que, por ser negro, um brasileiro teria mais intimidade com a África, mas isso é uma bobagem. Essa visão reducionista e simplificada também é uma coisa que os próprios africanos adotaram. Muitos deles traduziram uma África que os próprios europeus criaram. Não houve a África do bom selvagem, em que todos viviam em harmonia até a chegada dos colonizadores. Houve uma mão de dentro até na escravatura, cumplicidades entre africanos e europeus”.
Fonte: Folha Ilustrada. Publicado em 27-08-2013. Acessado em 21-09-2013


Segundo as ideias de Mia Couto,

Alternativas

ID
4150531
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“A recusa de grandes empresas globais do setor de petróleo e gás de participar do primeiro leilão do pré-sal segue uma lógica de mercado, na qual o modelo oferecido pelo governo brasileiro atende mais aos interesses de grandes petroleiras estatais. Pelo modelo de partilha adotado no País, todo campo do pré-sal deve ter a Petrobras como operadora. Além disso, a estatal fica com 30% de cada consórcio explorador.”
Fonte: NEDER, Vinicius. Estadão. Publicado em 19-09-2013. http://br.noticias.yahoo.com/partilha-tupiniquim-afasta-grandes-pr%C3%A9-sal-diz-pires-190400492--finance.html Acessado 21-09-2013


O modelo adotado pelo governo brasileiro para a exploração do pré-sal

Alternativas

ID
4150534
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“O Brasil Império foi marcado por forte influência europeia, em boa parte causada pela vinda de ingleses, franceses e alemães. A publicidade produzida na época refletia, sobretudo, a presença francesa. Eram comuns os anúncios – e até mesmo jornais inteiros, como a Gazeta Francesa e o Le Messager – escritos em francês. Por outro lado, os anúncios do início do século XIX refletiam, de certo modo, a busca de sofisticação e requinte, inspirando-se em países como a França. No entanto, eram bem ‘pouco sofisticadas’ as mensagens veiculadas pelos anúncios de venda e compra de negros (...)”
Fonte: Sequência Didática Anúncio Publicitário, de autoria de Artigo de Opinião. PEIXOTO BARBOSA, Jacqueline e outros. Material didático para o Projeto Ensino Médio em Rede – SEE/SP. Adaptado.


O texto (a respeito da propaganda no Brasil do século XIX) permite compreender que a sociedade da época

Alternativas

ID
4150537
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Há 30 anos, surgia o tabloide que iria influenciar o imaginário político-cultural das décadas de 1970 e 1980 — O Pasquim. Chegou às bancas em 26 de junho de 1969. A frase que constava do cabeçalho equivalia a uma declaração de princípios: ‘Aos amigos, tudo; aos inimigos, a Justiça.’ O Pasquim impôs-se pela imaginação incontrolável e pela quebra de formalidades. Com alvos claros: a ditadura, a classe média moralista, a grande imprensa, os coniventes de plantão“.
Fonte: MORAES, Denis. Humor de combate. Henfil e os 30 anos do Pasquim. Adaptado.
http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/ article/view/244/136 Acessado em 25-09-2013


A publicação de O Pasquim foi um marco editorial brasileiro, em uma época de progressiva redução da liberdade de expressão. Sobre o impacto provocado por sua publicação, conclui-se que O Pasquim

Alternativas

ID
4150543
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Muitas regras, poucos direitos

Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  

Assinale a opção que identifica corretamente o argumento central do texto:

Alternativas

ID
4150546
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Muitas regras, poucos direitos

Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  

Assinale a opção que identifica corretamente a ideia central do texto presente já no título:

Alternativas

ID
4150549
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Muitas regras, poucos direitos

Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  

Quanto ao gênero do texto, trata-se de:

Alternativas

ID
4150552
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Muitas regras, poucos direitos

Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  

Assinale a opção que apresenta corretamente o significado da palavra “insidiosa”, conforme ela é empregada na frase: “Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo.”:

Alternativas

ID
4150555
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Muitas regras, poucos direitos

Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  

Em “Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades”, a expressão “por mais que” tem valor de:

Alternativas

ID
4150558
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir e responda à questão:


Muitas regras, poucos direitos

Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  

Assinale a opção em cuja frase a forma destacada tenha o mesmo sentido de “espoliar”, conforme empregado em “Desinstitucionalizar tal possibilidade de escolha seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas”:

Alternativas

ID
4150561
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

O conflito na Síria continua causando sofrimento humano e destruição imensuráveis. Dados compilados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) indicam que 100 mil pessoas foram mortas desde março de 2011, quando começou o levante contra o presidente Bashar al-Assad.A estimativa é que 6,8 milhões de pessoas necessitem de assistência humanitária urgente – incluindo 3,1 milhões de crianças. Desse total, 4,25 milhões são deslocados internos. Até 9 de setembro, já havia mais de 2 milhões de refugiados sírios nos países vizinhos e Norte da África.
Fonte: http://www.onu.org.br/siria/ Acessado em 14-09-2013


Os conflitos na Síria promovem debates internacionais e divergências a respeito do posicionamento mundial diante da crise. No entanto, para a ONU, esse tipo de situação

Alternativas

ID
4150570
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
História
Assuntos

“O Palácio do Planalto anunciou na tarde desta terça-feira, 17, que está cancelada a visita de Estado que a presidenta Dilma Rousseff faria aos Estados Unidos a partir de 23 de outubro. A crise atual teve início com a denúncia, feita pelo jornalista Glenn Greenwald, segundo a qual a Agência de Segurança Nacional (a NSA) dos EUA espionou cidadãos, empresas e integrantes do governo brasileiro. A decisão pode provocar alguma turbulência doméstica, mas o governo brasileiro escolheu a melhor alternativa possível diante do impasse que produziu ao exigir um pedido de desculpas formal por parte de Washington”.
Fonte: LIMA, José Antonio. Carta Capital. Adaptado. http://www.cartacapital.com.br/internacional/desfeita-aos-euaera-a-melhor-opcao-de-dilma-9604.html Publicado em 17-09-2013. Acessado em 19-09-2013.


Com base no texto lido, pode-se afirmar que a reação do governo brasileiro frente às denúncias de espionagem

Alternativas

ID
4150579
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Dorothy Stang foi morta a tiros no município de Anapu, no sudoeste paraense, em 12 de fevereiro de 2005. De acordo com o Ministério Público, ela foi assassinada porque defendia a implantação de assentamentos para trabalhadores rurais em terras públicas que eram disputadas por fazendeiros e madeireiros da região. A Justiça do Pará condenou, no fim desta noite de quinta-feira (19), o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, a 30 anos de prisão pela morte da missionária norte-americana, na qualidade de coautor e mandante do crime.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/pa/2013-09-20/mandante-do-assassinato-de-dorothy-stang-econdenado-a-30-anos-de-prisao.html Adaptado. Acessado em 21-09-2013


O contexto que envolve o assassinato da missionária norte-americana reflete:



Alternativas

ID
4150585
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Na segunda metade do século XX, o cenário político internacional favoreceu a independência das colônias africanas. Enfraquecidas após a II Guerra Mundial (1939- 1945), as potências europeias tinham dificuldade para fazer valer seu domínio na África. Após a independência, os países africanos herdaram as fronteiras impostas pelas potências coloniais, o que trouxe como consequência a:
Fonte: Guia do Estudante. Atualidades. Dossiê África, o continente redescoberto. 1º semestre de 2010. Editora Abril. Adaptado

Alternativas

ID
4150588
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
História
Assuntos

No dia 5 de dezembro de 2012, o arquiteto Oscar Niemeyer morre no Rio de Janeiro aos 104 anos. Maior arquiteto brasileiro, ele ficou conhecido mundialmente por conferir a sua obra, caráter político. Comunista, viveu exilado no período da ditadura militar brasileira. Projetou, junto com o urbanista Lúcio Costa, a cidade de Brasília.


A relação entre a arquitetura de Brasília e o projeto político e econômico de JK pode ser assim compreendida:

Alternativas

ID
4150591
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária nasceu de uma ameaça ao setor: no final dos anos 70, o governo federal pensava em sancionar uma lei criando uma espécie de censura prévia à propaganda. Diante dessa ameaça, uma resposta inspirada: autorregulamentação, sintetizada num Código, que teria a função de zelar pela liberdade de expressão comercial e defender os interesses das partes envolvidas no mercado publicitário, inclusive os do consumidor.
Fonte: CONAR Conselho de Autor Regulamentação Publicitária. Adaptado. http://www.conar.org.br/ Acessado em 26-09-2013


A ação do CONAR é movida por princípios

Alternativas

ID
4150594
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

A propósito de Sob a névoa da guerra, de Errol Morris, é correto afirmar:

Alternativas

ID
4150597
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Sobre Jogo de cena, de Eduardo Coutinho, é correto afirmar:

Alternativas

ID
4150600
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Sobre São Paulo S/A, de Luís Sérgio Person, é corretor afirmar:

Alternativas

ID
4150603
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Sobre A montanha dos sete abutres, de Billy Wilder, é correto afirmar:

Alternativas

ID
4150618
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Leia o texto abaixo, extraído de uma notícia de um site da internet, em 4 de julho de 2013:


“No período de 2000 a 2012, o preço das tarifas do transporte público urbano subiu mais do que a inflação que o preço dos combustíveis e dos automóveis, segundo nota técnica divulgada pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) na manhã desta quinta-feira (4), em Brasília.”

“O relatório compilou dados do IPCA (Índice Geral de Preços ao Consumidor) e preços das tarifas de ônibus de nove capitais brasileiras. Enquanto o IPCA teve alta de 125% no período de janeiro 2000 a dezembro 2012, as tarifas dos ônibus aumentaram 192%, 67 pontos percentuais acima da inflação.”
Fonte: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2013/07/04/de-2000-a-2012-tarifas-de-onibus-sobem67-pontos-acima-inflacao-diz-ipea.htm


Considerando a cidade de São Paulo, onde a tarifa de ônibus foi de R$ 1,40 para R$ 3,00 no período citado, esse aumento foi de:

Alternativas

ID
4150627
Banca
CÁSPER LÍBERO
Órgão
CÁSPER LÍBERO
Ano
2013
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em tempos de Copa do Mundo, é muito comum estabelecimentos comerciais oferecerem prêmios àqueles clientes que acertarem os três ganhadores do campeonato, levando em consideração a sua colocação, ou seja: a aposta 1º Brasil, 2º Espanha e 3º Itália é diferente da aposta 1º Espanha, 2º Brasil e 3º Itália, por exemplo. Lembrando que estão na competição 32 times, e considerando que todos os inscritos têm o mesmo potencial de vitória, a chance de acertar uma aposta dessas é de:

Alternativas