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Prova FUNCERN - 2019 - Prefeitura de Apodi - RN - Médico Ginecologista


ID
3000847
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

É propósito principal do texto tematizar

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    ===> O autor começa expondo uma base acerca do que será o seu tema:

    ===> Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra. ===> Conseguimos identificar que as limitações do motorista é apenas um exemplo, o tema é, na verdade, as limitações do ser humano em todos os ambientes de sua vida.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • ''Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças''...Esse trecho já responde a questão.

  • Quando fala dos vasos de flores na janela e que não sentiremos faltas se desviarmos o olhar e um vier a cair. Exclui todas as outras alternativas. Portanto, Gabarito C.


ID
3000850
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

Em relação ao primeiro parágrafo, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    ===> temos a predominância de um texto descritivo, em que fatos e pessoas são detalhados, há o uso de verbos no presente do indicativo estabelecendo uma descrição sequencial dos fatos.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Para mim, esse parágrafo é descritivo, mas o gabarito diz que é narrativo.

  • Ora, fiquei com a sensação de se tratar de uma descrição, visto que o estrofe se enquadra dentro dos conceitos de uma tipologia descritiva.

    Com isso, marquei a alternativa "d" .

  • Texto narrativo é uma sucessão de fatos que contam uma história. Apresenta narrador/observador, personagens, enredo, tempo e espaço com muitos verbos de ação.

    Para não confundir mais, textos descritivos são muito objetivos, com uma descrição estática de pessoas,objetos, cenas, etc. Não há ações preponderantemente. Exemplo:

    Ficara sentada à mesa a ler o Diário de Notícias, no seu roupão de manhã de fazenda preta, bordado a sutache, com largos botões de madrepérola; o cabelo louro um pouco desmanchado, com um tom seco do calor do travesseiro, enrolava-se, torcido no alto da cabeça pequenina, de perfil bonito (...) " - O Primo Basílio, Eça de Queiroz.

  • O texto é considerado NARRATIVO, pois é descrita uma ação ao longo do texto!

  • GABARITO: LETRA A.

    O texto é considerado NARRATIVO, pois é descrita uma ação ao longo do texto!

  • Gabarito''A''.

    A narração nada mais é do que arranjar uma sequência de fatos em que os personagens se movimentam em um determinado espaço à medida que o tempo passa. A noção de narrar está muito ligada ao fato de, verdadeiramente, contar uma história.

    Estudar é o caminho para o sucesso.

  • O que evidenciou para mim que é narrativo e não descritivo foi esse trecho: " É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo."

    Quando se descreve algo não se fala sobre si mesmo dessa maneira.

  • NARRAÇÃO X DESCRIÇÃO

    Na descrição não há interação, entre ação e consequência.

  • primeira vez que vejo artur errando. forca guerreiros!!!

  • INDICATIVO= INDICA UMA CERTEZA.

  • NARRAÇÃO

  • é predominantemente narrativo, e essa característica é evidenciada por uma sequência de ações estabelecida por verbos no presente do indicativo com os verbos de açao os principais e o do futuro do presente e presente do subjuntivo, mas todos os texto narrativo tem pequenas passagem descritivas no meio do texto geralmente.

     O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento.É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

  • Muita dúvida entre A e C, mas realmente é narrativo. Se fosse descritivo, o texto estaria adjetivando o motorista, o carro, a estrada, o que não acontece. Ele está pontuando as ações do motorista.

     

    "O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo."

  • Letra A, ALTERNATIVA CORRETA a maioria dos verbos esta no resente do indicativo indicando certeza. é um texto narrativo indica sequência de fatos.

  • Narra uma sequência de fatos.

    Gabarito letra ´´A´´ de IRON MAIDEN. rsrrsrsrsrsrsrs...

  • Marquei a B por achar que texto narrativo deveria ter os verbos predominantemente no passado, e não no presente. Alguém pode discorrer sobre isso?

  • INDICATIVO= INDICA UMA CERTEZA

    O pretérito perfeito indica um fato que aconteceu em um determinado momento no passado, enquanto o pretérito imperfeito é usado para indicar uma ação que não foi terminada. ..

    presente do indicativoindica, principalmente, uma ação que ocorre no exato momento em que se narra a ação.

  • esse presente do indicativo

    preterito do indicativo

    preterito perfeito

    essas porras me matam


ID
3000853
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

A vírgula está indicando trecho com função meramente explicativa em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    A) “A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são.” ===> vírgula usada para separar uma oração coordenada adversativa.

    B) “Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante.” ===> vírgula usada para separar uma oração subordinada condicional.

    C) “Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia.” ===> vírgula usada para separar uma oração subordinada concessiva.

    D) “Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.” ===> vírgula usada para separar, meramente, um termo explicativo.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Acredito que na alternativa "C" a vírgula tenha sido utilizada por causa de uma Oração Subordinada Adverbial Temporal e não concessiva, como afirmado pelo colega Arthur Carvalho. Vejam que é possível a substituição por qualquer conjunção temporal, mas o mesmo não se pode fazer com conjunções concessivas.

  • “Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume,(POIS) algo que favorece os acidentes de trânsito.”

  • Conforme dito por nosso amigo Tiago Direito, a alternativa C destaca uma Oração Subordinada Adverbial Temporal e não uma concessiva!

    Gab.: D

  • “Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.”

    da pra colocar o por exemplo e explicativo depois do verbo antes e conclusivo.

    ex=Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume por exemplo e algo que favorece os acidentes de trânsito.” res D

  • Na primeira, letra A, Oração Coordenada Adversativa;

    Letra B, Oração Subordinada Adverbial Condicional;

    Letra C, uma Subordinada Adverbial Temporal;

    Na D temos uma Subordinada Adjetiva Explicativa.

    Gab D


ID
3000856
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

Há elemento coesivo que pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido da informação veiculada no texto, por mas em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    “Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações.”

    ===> temos, em destaque, uma conjunção coordenativa adversativa, a qual pode ser, perfeitamente, substituída pela conjunção "mas."

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • GABARITO: LETRA B

    “Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações.”

    ===> temos, em destaque, uma conjunção coordenativa adversativa, a qual pode ser, perfeitamente, substituída pela conjunção "mas."

  • Mas ,porem,no entanto ,entretanto,todavia Conjuncao adversativa
  • mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    >,,,,,<

  • Oração coordenada adversativa;

    mas; porém; contudo; todavia; senão; entretanto; no entanto; não obstante; ainda assim; apesar disso; mesmo assim;

    Gabarito ´´B´´ de BLACK SABBATH.


ID
3000859
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

Há um pronome que se refere ao leitor do texto em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    ===> no trecho destacado, observamos que o autor usa o pronome "o" para convidar o leitor a assistir o vídeo.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • GABARITO: LETRA C

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    ===> no trecho destacado, observamos que o autor usa o pronome "o" para convidar o leitor a assistir o vídeo.

  • "Eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso." PRONOME OBLÍQUO ÁTONO, O QUAL ESTÁ EM FATOR DE PRÓCLISE POR CONTA DO PRONOME EU QUE ATRAI

  • Tio Pool Responde no trecho.

    Eu O convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso.

    Dá pra resolver só fazendo a pergunta para o verbo.

  • Eu O convido,( o autor convida o leitor )

    Gabarito ´´C´´ de SEPULTURA.


ID
3000865
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

O gênero discursivo que apresenta a mesma sequência textual dominante no primeiro parágrafo é:

Alternativas
Comentários
  • Como Assim?

  • KKKKKKKKK NOTICIA DE QUEM ?

  • Gabarito: C

    Acho que esta errado, não identifiquei elementos de uma noticia.

    me corrijam se eu estiver errado.

  • Onde está a notícia?isso não seria uma resenha?relativo a um conto...Me corrijam caso esteja errado o que falei.

  • Notícia? Oi?

  • Notícia? Oi?

  • *A resenha é um gênero textual sucinto, cuja principal característica é tecer, de maneira breve, uma crítica sobre determinado assunto.

    *A notícia possui características narrativas. O fato ocorrido que se deu em um determinado momento e em um determinado lugar, envolvendo determinadas personagens. Essas últimas e também o local são, muitas vezes, minuciosamente descritos.

    GAB. C

  • Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado) 

    GAB----> C

  • GAB:C.

    Elementos de uma notícia.

  • Observem a fonte do texto citado. Trata-se de um jornal virtual (UOL). Sendo assim, não apenas o primeiro parágrafo mas todo o textual é uma notícia.

    FONTE DE TEXTO: Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado) 

  • Gente não compliquem tentem pensar fora da caixinha .. Tentem pensar português :

    O texto claramente é uma Notícia (Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>)

    Acontece que a notícia pode conter trechos narrativos .

  • A Notícia é um gênero textual jornalístico e não literário que está presente em nosso dia a dia, sendo encontrada principalmente nos meios de comunicação. Trata-se de um texto informativo sobre um tema.

  • GABARITO: C

    Vejam que a questão se refere APENAS ao primeiro parágrafo.

    Se houvesse uma alternativa "gênero narrativo", eu certamente a marcaria; entretanto, se usarmos a lógica, vemos que fato narrado pode ser veiculado como uma notícia.

  • É só baixar o William Bonner e ver como ele faz no JN, logo se percebe que a resposta só pode ser a C. rsrs

    Ele tá narrando um fato, exatamente o que a notícia faz.

  • LETRA C

    Artigo de Opinião: é um tipo de texto dissertativo-argumentativo onde o autor tem a finalidade de apresentar determinado tema e seu ponto de vista.

    Resenha: produção textual, por meio da qual o autor faz uma breve apreciação, e uma descrição a respeito de acontecimentos culturais (como uma feira de livros, por exemplo) ou de obras (cinematográficas, musicais, teatrais ou literárias).

    Notícia: caracterizado por texto descritivo, com objetivo de informar sobre um tema atual ou acontecimento real, e veiculado em meio de comunicação.

    Requerimento: trata-se de um documento cuja função primordial é pedir, solicitar ou requerer algo. Uso de linguagem técnica.

  • De notícia não vi nada ali. O mesmo fato descrito poderia ser veiculado em trilhões de outros gêneros.

  • "Os textos narrativos podem ser ficcionais ou não. Uma notícia, por exemplo, pode narrar um acontecimento - nesse caso, trata-se de um fato não ficcional."

    Pessoal, se prestarmos atenção, o narrador narra a trajetória de uma colisão (acidente), a qual acontece no primeiro parágrafo.

    OBS¹: RETIREI ESSE TRECHO DE UMA APOSTILA GRATUITA DO GRAN CONCURSOS NA INTERNET

    OBS²: ERREI A QUESTÃO! 

    LINK: 11784060-tipologia-e-generos-textuais.pdf


ID
3000868
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

Considere o trecho: 


    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas. 


A expressão que mantém uma relação de antonímia com a palavra em destaque é 

Alternativas
Comentários
  • Alguém sabe explicar?

  • Vamos começar a análise pelo significado da palavra:

    Limiar.

    "O início, o começo, o primeiro estágio de; momento inicial.

    a segunda análise parte do contexto:

    Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante

    caso esses movimentos superem o limiar atrativo (saiam de seu momento inicial) ....irão capturar..

    mas se os movimentos atrativos não superarem o momento inicial , ou seja, fiquem no seu momento inicial, não provocarão divergência da atenção e serão ignorados.

    A questão pede uma relação de antonímia , mas ao que parece a banca considerou como antônimo de momento inicial momento intermediário. parece-me mais certo afirmar que seria momento final ou limite máximo.

    enfim espero dar uma luz!

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Pensei como Matheus.

  • Fui por eliminação, pois não sabia o significado da palavra. Já dá pra descartar as duas primeiras porque em um ambiente semântico elas têm quase o mesmo valor. Limite mínimo e Momento inicial. Entre as outras duas a que mais chega próximo do sentido dessas é a letra C.

    Portanto: Restou letra D

  • A questão não tem muito o que explicar Dianna. Esse tipo de questão cobra muito do candidato o conhecimento de mundo e/ou leitura. Em geral, quanto mais se lê, mais vai se deparando com esses tipos de palavras, além é claro de saber o que seria ANTONÍMIA ( Palavras contrárias). Ex.: Quente / Frio - Fechado/Aberto etc.

  • antonima ; significado contrario

    sinonima; significado semelhante

  • LIMIAR= limite mínimo, seu antônimo = limite máximo.

    letra D


ID
3000871
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

Considere o período:


Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual.


Nesse período, os trechos em destaque representam

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual.

    ===> em verde: oração subordinada adverbial temporal, marcada pelo conjunção subordinativa temporal "quando."

    ===> em azul: oração subordinada adjetiva restritiva (sem vírgulas).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • "Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão ..." (Oração Subordinada Adverbial Temporal)

    "... rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual." (Oração Subordinada Adjetiva Restritiva);

     

    Quem escolheu a busca não pode recusar a travessia - Guimarães Rosa

    ------------------- 

    Gabarito: A

  • ORAÇÕES SUBORDINADAS SUBSTANTIVAS   > SÃO INICIADAS POR CONJUNÇÕES INTEGRANTES

    ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS  > SÃO INICIADAS PRONOMES RELATIVOS

    ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS  > SÃO INICIADAS POR CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS

  • FIZ ESSA QUESTÃO ASSIM:

    QUANDO: É UM CONJUNÇÃO DE TEMPO

    QUE: VOCE SUBSTITUI TRANQUILAMENTE POR AS QUAIS

    Logo só pode ser a alternativa A que nos remete respectivamente: Um oração subordinada Adverbial de tempo e uma oração subordinada Adjetiva (sem virgulas) restritiva.

    Qualquer erro, me corrijam.

    Forca guerreiros!!

  • orações coordenadas=uma não precisa da outra para ter sentido.

    orações subordinadas=oração principal depente da subordinada para ter sentido.

  • orações coordenadas=uma não precisa da outra para ter sentido.

    orações subordinadas=oração principal depente da subordinada para ter sentido.

  • Orações subordinadas adjetivas exercem a função de adjunto adnominal de um termo da oração principal, tendo a mesma função que um adjetivo na estrutura frásica. Começam maioritariamente, com o pronome relativo que.

    Hic et nunc.

  • -> Quando abrimos nossos olhos(ADVERBIAL DE TEMPO), ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que(visão a qual) se estende por todo nosso campo visual.(Adjetiva restritiva, sem uso da vírgula).

  • gab A

    or.subord subst adverbial temporal

    e o sub adjetiva restritiva

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual.

  • Gabarito: A

    conjunção subordinativa temporal: quando, enquanto, desde que.

    oração subordinativa adjetiva - o "Que" pode ser trocado por o qual, a qual, os quais, as quais.

    Com virgula: Explicativa

    Sem virgula: restritiva

  • Adverbial Temporal e Adjetiva restritiva.


ID
3000874
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes

                                                                                                                 Luciano Melo


    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.

    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.

    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.

    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.

    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.

    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.

    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.

    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

Há um a empregado com função de preposição em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    A) “[...] ele não viu a moto se aproximar”. ===> quem vê, vê alguma coisa (temos somente o artigo definido acompanhando um substantivo feminino).

    B) “[...] olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre”. ===> olha de um lado A outro (preposição), a vigiar (preposição).

    C) “[...] é possível que nem notemos a falta do enfeite”. ===> quem nota, nota alguma coisa (artigo definido feminino acompanhando um substantivo feminino).

    D) “[...] por um intervalo de tempo seguro para a travessia”. ===> temos somente o artigo definido acompanhando um substantivo feminino.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • preposição =antecede verbos.

    artigo=antecede subustantivos.

  • Luiz Carlos, não podemos nos limitar ao simples entendimento de que artigo antecede substantivo. Temos o processo de substantivação, termos de outras classes que passam a ocupar outra função tendo em vista um contexto específico.

  • "A " pra saber se é artigo ,basta substituir por " ESSA" , se der certo , será artigou. Caso contrário, será preposição. Sempre uso esse bizu e sempre dar certo.


ID
3000877
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere verdadeiras as seguintes afirmativas:


I – Algumas mulheres gostam de vaquejada.

II – A pessoa que gosta de vaquejada vai aos parques.


Dadas as afirmativas acima, é correto concluir que:

Alternativas
Comentários
  • Boiei nessa. Qual o erro da letra C?

  • Também não compreendi o erro da letra C, fiquei entre a C e a D achando que ambas estão corretas.

  • Polly L. e Jhonnatan, não há como ter certeza de que existem mulheres que não vão aos parques. Veja que algumas mulheres gostam de vaquejada, e quem gosta de vaquejada vai aos parques, porém as mulheres que não gostam de vaquejada também podem ir aos parques. O que não pode é alguém gostar de vaquejada e não ir ao parque, mas alguém não gostar de vaquejada e ir ao parque pode. Assim não como garantir que parte das mulheres que não gostam de vaquejada não vão ao parque.

  • A forma que utilizei para resolver a questão foi observar os quantificadores (Todo, Algum, Nenhum).

    o ponto I afirma que Algumas mulheres gostam de vaquejada, ou seja, PELO MENOS UMA mulher, ou EXISTE mulheres que gostam de vaquejada (ESSES SÃO SINÔNIMOS DO QUANTIFICADOR ALGUM).

    Logo abaixo tem o ítem II que afirma que as pessoas que gostam de vaquejada vão ao parque.

    Então vamos lá:

    A alternativa A diz que todas as mulheres vão ao parque (Sendo que nós já sabemos que pelo menos uma mulher gosta de vaquejada e as pessoas que vão ao parque gostam de vaquejada (o que pressupõe que são todas, coisa que não podemos afirmar no ítem I, então não poderia ser).

    A alternativa B diz que apenas mulheres vão aos parques (Não há como dizer que apenas mulheres vão aos parques, já que em nenhuma das alternativas diz isso. O quantificador ALGUM, deixa claro que não são todas as mulheres.

    A alternativa C diz que EXISTE MULHERES QUE NÃO VÃO AOS PARQUES. (Ora o que nós sabemos é que Existe mulheres que gostam de vaquejada, pelo menos uma afinal, que desse modo vai ao parque, a alternativa deixa espaço para discussão, embora não fique clara.

    A alternativa D o conectivo SE, ENTÃO é uma condicional e afirma que " Se uma mulher não vai a parque algum, então ela não gosta de vaquejada" CORRETO. (Nesse caso é só ler o ítem II tbm que já resolveria já que ir ao parque é uma condição para quem gosta de ir a vaquejada, logo se uma mulher não vai ao parque, ela não gosta de vaquejada).

    NÃO SEI SE FICOU CLARO, MAS ESPERO TER AJUDADO.

    ABRAÇOS.

  • A C está errada por quê?

     

  • Erro da C?

  • Gente acertei fazendo o Diagrama.

    e deu certo.

    GAB: D.

  • Quem fez pelo diagrama e acertou poderia explicar???????

  • Item C → como fala que só algumas mulheres vão ao parque significa que o restante não vai.

  • Não compreendi o erro da letra C.

  • Para quem errou a C:

    Em nenhum momento a banca afirma que quem não gosta de vaquejada não vai ao parque, apenas disse que quem gosta vai. Ou seja, pode ser que as mulheres que não gostam de vaquejada vão, também, ao parque. Entretanto, a única coisa que podemos afirma, analisando o exposto, é que - se não gosta de vaquejada - não vai a parque nenhum.

    Abraço!

  • A letra D nada mais é do que a EQUIVALÊNCIA lógica da assertiva II.

    II - A pessoa que gosta de vaquejada vai aos parques

    Traduzindo:

    SE a pessoa gosta de vaquejada ENTÃO vai aos parques

    Entendam que PESSOA = mulher, homem...

    Como é a equivalência do SE...ENTÃO? (regra do X = inverte ambas negando ambas)

    Resultado - Se NÃO vai aos parques então NÃO gosta de vaquejada

    É exatamente o que assevera a letra D abaixo. Apenas com outras palavras.

    "Se uma mulher não vai a parque algum, então ela não gosta de vaquejada"

    A letra C não serve como resposta pois não podemos afirmar que existem mulheres que não vão aos parques pois sabemos que as que gostam de vaquejada VÃO mas não podemos afirmar o inverso disso. Mesmo as que não gostam PODEM também ir aos parques...Carece de informações para confirmar a letra C.

  • ERREI, FIZ O DIAGRAMA E DEU CERTO RSRSRSRSRSR, NÃO ERRO MAIS SE DEUS QUISER RSRSRRSRSR

  • Quem fez pelo diagrama, poderia desenhar no site https://sketchtoy.com e postar aqui por favor?

  • Deem uma olhada no diagrama: http://sketchtoy.com/68998552

    I – Algumas mulheres gostam de vaquejada. (parte do grupo de mulheres - pontos azuis - em comum com a vaquejada)

    II – A pessoa que gosta de vaquejada vai aos parques. (o grupo "vaquejada" está dentro do grupo "parques", isso significa que quem gosta de vaquejada vai ao parques, mas nao significa que quem nao gosta de vaquejada nao pode ir aos parques)

    Logo, como o grupo "vaquejada" está dentro do grupo "parques", quem nao gosta de vaquejadas, não irá em nenhum parque.

    Letra D

  • Bom Dia!

    Estou iniciando os estudos em R.L, alguem poderia, enviar-me diagramas, macetes e dicas de professores bons, com didatica fácil na materia supra citada. email: marllospires@hotmail.com

    Deus Abençoe!

  • Ué, se vai ao parque quem gosta de vaquejada, então as mulheres que não gostam, não vão aos parques.

    A letra C não está correta?!

  • Peço desculpas aos colegas que tentaram justificar algum erro na C, mas eu sigo sem entender.

    "Existem mulheres que não vão aos parques." (sim, aquelas que não gostam de vaquejada)

    Observem com atenção, no diagrama que vocês fizeram, a parcela do grupo das mulheres que não fez interseção com o grupo da vaquejada. São as mulheres que não gostam de vaquejada, ou seja, as que não vão aos parques.

    A alternativa D parece mesmo correta, mas ainda não entendi o erro da C.

  • GABA d) V → V = V

    Letra c) Existem mulheres que não vão aos parques (Não há como afirmar isso), pois pode haver mulheres que vão aos parques, porém não gostam de vaquejada.

  • Fucern li xo

  • A letra D está correta somente pelo fato de que a mulher que vai ao parque está dentro do grupo de que gostam de vaquejadas e que por sua vez está totalmente dentro do grupo de quem vai ao parque.

    Assim, que a condição para mulher ir ao parque é gostar de vaquejada.

  • Gente a alternativa D é a contrapositiva da sentença ll. Basta substituir inverter a sentença e substituir "mulher" por "pessoa". São equivalentes.
  • Resolvo essa questão aqui nesse vídeo

    https://youtu.be/YJVF_qAU85Q

    Ou procure por "Professor em Casa - Felipe Cardoso" no YouTube =D

  • A alternativa C extrapola as proposições da questão. Eu marquei ela pensando o seguinte: se algumas gostam de vaquejadas e todas q gostam de vaquejadas vão ao parque, entaaaaaao alguma não gosta de vaquejada e tbem não vai ao parque.

    MAAAAAS a questão não diz que as que não gostam também não vão ao parque. Pode ser que todas as mulheres vão ao parque. A questão não informa. Logo, a letra C é uma extrapolação.

  • ''Algumas mulheres gostam de vaquejada'' é uma afirmação do enunciado ; ''Algumas mulheres não gostam de vaquejada'' é uma extrapolação feita a partir da primeira afirmação do enunciado. Fato é que a D é inegável:

    se uma pessoa que gosta de vaquejada vai ao parque e uma pessoa não vai ao parque, então tal pessoa não gosta de vaquejada. Esse argumento é sempre válido( Tautologia) e se chama modus tollens.


ID
4855471
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Dada a palavra CONSORCIOESTE, a quantidade de anagramas possíveis a partir dessa palavra, é determinado por

Alternativas
Comentários
  • 13 LETRAS TOTAL

    2 LETRAS C

    2 LETRAS E

    2 LETAS S

  • Gab C , é só ler

  • consorcioEstE

    p=13

    letras o= 3

    letras c= 2

    letras s= 2

    letras E= 2

  • Permutação com repetição

    Total de letras: 13

    Letra C (repetidas): 2

    Letra O (repetidas): 3

    Letra S : 2

    Letra E: 2

    Fórmula

    13! / 2! * 3! * 2! * 2!

    Gabarito C

  • Resolvo essa questão aqui nesse vídeo

    https://youtu.be/YJVF_qAU85Q

    Ou procure por "Professor em Casa - Felipe Cardoso" no YouTube =D


ID
4855477
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico

Em um concurso público existiam quatro vagas e, exatamente, quatro amigos eram os candidatos a essas vagas: João, Maria, José e Márcia. Para brincarem com seus familiares, fizeram as seguintes afirmações:


• José foi o 2º colocado e Márcia a 3ª colocada;

• José foi o 1º colocado e Maria a 2ª colocada;

• Márcia foi a 4ª colocada e João o 2º colocado.


Se, em cada uma dessas afirmações existe uma informação verdadeira e outra falsa, o candidato que chegou em 4º lugar foi

Alternativas
Comentários
  • GAB. B

    Se cada uma das premissas abordadas tem pelo menos uma afirmação, temos que encontrar a única que não se contradiz, minha dica é sempre começar pelo final.

    • José foi o 2º colocado e Márcia a 3ª colocada;

    • José foi o 1º colocado e Maria a 2ª colocada;

    • Márcia foi a 4ª colocada e "João o 2º colocado."

    Sabendo que apenas o João não se contradiz, podemos ordenar as premissas de acordo com cada parte falsa.

    • José foi o 2º colocado (F) e Márcia a 3ª colocada;

    • José foi o 1º colocado e Maria a 2ª colocada (F);

    • Márcia foi a 4ª colocada (F) e João o 2º colocado.

    Logo temos a seguinte resposta: José é o 1º, João o 2º, Márcia 3º e sobra a Maria em 4º.

    avante papa charlie/ #pcpa2021!!!!!!!

  • Gabarito: B

    • José foi o 2º colocado (F) e Márcia a 3ª colocada (V);

    • José foi o 1º colocado (V) e Maria a 2ª colocada (F);

    • Márcia foi a 4ª colocada (F) e João o 2º colocado (V).

    Assim sendo, temos Maria em 4º lugar

    Foco na Missão!!!!

  • Resolvo essa questão aqui nesse vídeo

    https://youtu.be/YJVF_qAU85Q

    Ou procure por "Professor em Casa - Felipe Cardoso" no YouTube =D

  • Assertiva B

    o candidato que chegou em 4º lugar foi

    Maria.

    Procura por "E" basta 1 falsa


ID
4988311
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Os pontos cegos de nosso cérebro e o risco eterno de acidentes


Luciano Melo

    O motorista aguarda o momento seguro para conduzir seu carro e atravessar o cruzamento. Olha para os lados que atravessará e, estático, aguarda que outros veículos deixem livre o caminho pela via transversal à sua frente. Enquanto espera, olha de um lado a outro a vigiar a pista quase livre. Finalmente não avista mais nenhum veículo que poderá atrapalhar seu planejado movimento. É hora de dirigir, mas, no meio da travessia, ele é surpreendido por uma grave colisão. Uma motocicleta atinge a traseira de seu veículo.
    Eu tomo a defesa do motorista: ele não viu a moto se aproximar. Presumo que vários dos leitores já passaram por situação semelhante, mas, caso você seja exceção e acredite que enxergaria a motocicleta, eu o convido a assistir a um vídeo que existe sobre isso. O filme prova quão difícil é perceber objetos que de repente somem ou aparecem em uma cena.
    Nossa condição humana está casada com uma inabilidade de perceber certas mudanças. Claro que notamos muitas alterações à nossa volta, especialmente se olharmos para o ponto alvo da modificação no momento em que ela ocorrerá. Assim, se olharmos fixamente para uma janela cheia de vasos de flores, poderemos assistir à queda de um deles. Mas, se desviarmos brevemente nossos olhos da janela, justamente no momento do tombo, é possível que nem notemos a falta do enfeite. O fenômeno se chama cegueira para mudança: nossa incapacidade de visualizar variações do ambiente entre uma olhada e outra.
    No mundo real, mudanças são geralmente antecedidas por uma série de movimentos. Se esses movimentos superam um limiar atrativo, vão capturar nossa atenção que focará na alteração considerada dominante. Por sua vez, modificações que não ultrapassam o limiar não provocarão divergência da atenção e serão ignoradas.
    Quando abrimos nossos olhos, ficamos com a impressão de termos visão nítida, rica e bem detalhada do mundo que se estende por todo nosso campo visual. A consciência de nossa percepção não é limitada, mas nossa atenção e nossa memória de curtíssimo prazo são. Não somos capazes de memorizar tudo instantaneamente à nossa volta e nem podemos nos ater a tudo que nos cerca. Nossa introspecção da grandiosidade de nossa experiência visual confronta com nossas limitações perceptivas práticas e cria uma vivência rica, porém efêmera e sujeita a erros de interpretações. Dimensiona um gradiente entre o que é real e o que se presume, algo que favorece os acidentes de trânsito.
    Podemos interpretar que o acidente do exemplo do início do texto se deu porque o motorista convergiu sua atenção às partes centrais da pista, por onde os carros preferencialmente circulam sob velocidade mais ou menos previsível. Assim que o último carro passou, ficou fácil pressupor que o centro da pista permaneceria vazio por um intervalo de tempo seguro para a travessia. As laterais da pista, locais em que motocicletas geralmente trafegam, não tiveram a atenção merecida, e a velocidade da moto não estava no padrão esperado.
    O mundo aqui fora é um caos repleto de acontecimentos, e nossos cérebros têm que coletar e reter alguns deles para que possamos compreendê-lo e, assim, agirmos em busca da nossa sobrevivência. Mas essas informações são salpicadas, incompletas e mutáveis. Traçar uma linha que contextualize todos esses dados não é simples. Eventualmente, esse jogo mental de ligar pontinhos cria armadilha para nós mesmos, pois por vezes um ponto que deveria ser descartado é inserido em uma lógica apenas por ser chamativo. E outro, ao contrário, deveria ser considerado, mas é menosprezado, pois à primeira vista não atendeu a um pressuposto.
    Essas interpretações podem provocar outras tragédias além de acidentes de carro.

Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 20 abr. 2019. (texto adaptado)

No trecho “[...]poderemos assistir à queda de um deles.”, a ocorrência do acento grave é justificada

Alternativas
Comentários
  • termo regido: a(artigo) queda(nome)

    termo regente: assistir (verbo) - quem assiste(ver), assiste A(preposição) alguma coisa


ID
4988341
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Paciente, 51 anos, foi submetida à biópsia de colo uterino com o seguinte resultado: NIC III. A melhor conduta a ser tomada é

Alternativas

ID
4988344
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Paciente, 20 anos, apresenta, durante exame físico, lesões condilomatosas em vulva. Os tipos virais de Papilomavírus humano (HPV) mais comuns nesses tipos de lesão são

Alternativas

ID
4988347
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Paciente, menopausada há três anos, em uso de medicamentos de reposição hormonal compostos por estrógeno e progesterona, relata episódios de sangramentos vaginais irregulares. A conduta mais apropriada a ser tomada é

Alternativas

ID
4988350
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

O tratamento do parceiro torna-se obrigatório naquelas mulheres que apresentam

Alternativas

ID
4988353
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Paciente vítima de violência sexual, com trauma genital, deve receber profilaxia para infecções sexualmente transmissíveis (IST). Em sendo assim, a doença que, nessa situação, não deve realizar profilaxia denomina-se

Alternativas

ID
4988356
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Paciente, em curso de 39 semanas e 3 dias de gestação, soropositiva, não realizou tratamento com antirretrovirais durante pré-natal. Para reduzir o risco de transmissão vertical do HIV, a melhor conduta a ser tomada é

Alternativas

ID
4988359
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Obesidade, acne, irregularidade menstrual e hirsutismo são achados clínicos comuns em

Alternativas

ID
4988362
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Mulher, 38 anos, G5 P5, tabagista, busca durante a consulta métodos anticoncepcionais de alta eficácia para ela. Os mais indicados para essa paciente são

Alternativas

ID
4988365
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Várias manifestações clínicas ocorrem durante o climatério. Dentre elas, a que se manifesta de modo mais precoce é

Alternativas
Comentários
  • documentos já documentados, questão passível de anulação


ID
4988368
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

O organismo da mulher apresenta, durante a gestação, mudanças significativas. Não são alterações fisiológicas da gestação:

Alternativas

ID
4988371
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Paciente, gestante, G2 P1, em curso de 30 semanas, vem ao pré-natal com exame confirmatório de infecção fetal por toxoplasmose. As drogas que a gestante deve fazer uso para o tratamento, nesse caso, são

Alternativas

ID
4988374
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Para rastreio de anomalias cromossômicas durante a gestação, é possível fazer a avaliação da translucência nucal. Esse exame deve ser realizado no intervalo gestacional de

Alternativas

ID
4988377
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Nas doenças hipertensivas da gestação, pode-se fazer uso de medicações anti-hipertensivas para o controle pressórico. A medicação que não deve ser utilizada para esse fim durante a gestação é

Alternativas

ID
4988380
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A endometrite puerperal é caracterizada por

Alternativas

ID
4988383
Banca
FUNCERN
Órgão
Prefeitura de Apodi - RN
Ano
2019
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

O diagnóstico que representa indicação absoluta de cesárea é

Alternativas