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Prova UESPI - 2010 - UESPI - Vestibular - Prova 1


ID
3815701
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

O Texto 1, para ser globalmente compreendido com sucesso requer que o reconheçamos como um texto:

Alternativas

ID
3815704
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

Considerando o Texto 1 como um todo, concluímos que seus autores se propuseram a:

Alternativas

ID
3815707
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

compreensão de que a escrita é uma realidade complexa encontra apoio, sobretudo, na seguinte passagem do texto:

Alternativas

ID
3815710
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

No início do texto, e para situar a questão da escrita, as autoras começam por:

Alternativas
Comentários
  • O próprio art. 51 restringe a competência da Câmara dos Deputados a somente a iniciativa de lei sobre a remuneração de seus cargos, empregos e funções. Logo, não se confere poder para todo o processo legislativo, que deve ser aperfeiçoado com a participação do Senado Federal e a sanção do Presidente da República.

    Seria diferente se o dispositivo falasse que compete privativamente à Câmara dos Deputados fixar a remuneração. Aí sim incidiria o art. 48 em cheio, tornando prescindível a sanção presidencial.


ID
3815713
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

No fragmento: “a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural”, afirma-se implicitamente:

1) a natureza uniforme e homogênea das atividades de escrita.
2) a vinculação da escrita com a realidade humana em sua totalidade.
3) a imensa abrangência do fenômeno e da atividade da escrita.
4) o caráter ‘estático’ da escrita, definida como um ‘produto’.

Estão corretas: 

Alternativas

ID
3815716
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

O Texto 1 fala em “comunidades ágrafas”; ou seja, aquelas comunidades que:

Alternativas

ID
3815719
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

O prefixo que compõe a palavra ‘ágrafa’ é o mesmo que aparece na palavra:

Alternativas

ID
3815722
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

Releia o trecho: “Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso”. A expressão sublinhada indica que se vai

Alternativas

ID
3815725
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

Observe o seguinte fragmento: “Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos”. Nesse fragmento, o pronome sublinhado:


1) é adequado a um texto de nível formal.

2) funciona como um elemento de coesão.

3) retoma toda a afirmação anterior.

4) poderia também estar no plural.


Estão corretas: 

Alternativas

ID
3815728
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

A repetição de palavras no Texto 1, como ocorreu, por exemplo, com a palavra ‘escrita’, representa uma estratégia das autoras para:

1) sinalizar a coesão entre partes diferentes do texto.
2) deixar o texto mais próximo da linguagem tipicamente informal.
3) marcar a manutenção de um determinado núcleo temático.

Está(ão) correta(s):

Alternativas

ID
3815731
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

No texto está dito que: “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos”. Essa afirmação traz implícita uma outra; a de que:

Alternativas

ID
3815734
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

Repare na concordância dos verbos em: “Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas”. Identifique a alternativa em que a concordância do verbo ‘haver’ também está correta.

Alternativas

ID
3815737
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 1 

O que é escrita?

Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

O sentido coerente de um texto depende muito também da regência entre verbos e complementos. Observe, por exemplo, este trecho: “Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimentos”. Analise outros trechos e identifique aquele em que se preservou a coerência do sentido e a correção gramatical.

1) Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é preferida como uma atividade cujas realizações demandam a ativação de conhecimentos.
2) Basta pensarmos no acesso à escrita como uma atividade de cujos ensinamentos todos nós dependemos.
3) Basta pensarmos na escrita como atividade contrária às realizações estáticas, cujos os sujeitos não são autônomos.
4) Basta fazermos uma analogia entre a escrita e a fala, as cujas regras em muito coincidem.
5) Basta pensarmos na escrita a que estamos expostos e a cujo acesso nem todos chegam facilmente.

Estão corretas:

Alternativas

ID
3815740
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

O Texto 2 traz as marcas linguístico-textuais do gênero:

Alternativas

ID
3815743
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

O tema desenvolvido no Texto 2 focaliza:

Alternativas

ID
3815746
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

O Texto 2 se inicia com uma:

1) metáfora: o casamento entre o texto e o papel.

2) antítese: a distinção entre fala e escrita.

3) relação de hiperonímia entre o papel e a era digital.


Está(ão) correta(s):

Alternativas

ID
3815749
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Podemos identificar como uma passagem fundamental para a coerência global do Texto 2, o segmento:

Alternativas

ID
3815752
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

O teor argumentativo do Texto 2 é reforçado também:

Alternativas

ID
3815755
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Considerando a coerência requerida para o Texto 2, pode-se reconhecer uma ligação, historicamente sequenciada, entre quatro elementos referidos no texto, a saber:

Alternativas

ID
3815758
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

No Texto 2, o fragmento: “Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.”, o autor, implicitamente:

1) atribui uma função menos efêmera à atividade da escrita.
2) declara sua inteira preferência pelo uso da língua falada.
3) crê que a escrita pode ser mais favorável à produção da literatura.
4) reitera o saber popular, que diz: a palavra voa, a escrita permanece.

Estão corretas

Alternativas

ID
3815761
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Buscando o sentido do fragmento: “Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido”, podemos perceber um caso de:

Alternativas

ID
3815764
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Os dois segmentos a seguir formariam, coerentemente, um só segmento se fossem unidos pela seguinte expressão conectora:


1) A Internet é, por assim dizer, um livro interativo.

2) Plugados à rede, somos, autores e leitores.

Alternativas

ID
3815767
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Analise o segmento: “O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro”. Nesse trecho, é evidente o propósito do autor de reforçar sua argumentação:

Alternativas

ID
3815770
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Analisando a concordância verbal no seguinte fragmento: “Saem as árvores”, pode-se afirmar que:

1) o verbo poderia estar no singular: o sujeito vem posposto ao verbo.
2) nesse caso, a concordância é facultativa: o período é simples.
3) o verbo está corretamente flexionado: trata-se de um sujeito plural.

Está(ão) correta(s):

Alternativas

ID
3815773
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO 2 

A revolução digital

Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

Caderno Brasil, p. 2). 

Em: “as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências”, o uso do verbo ‘haver’:

1) está correto, pois, nesse caso, ‘haver’ é verbo auxiliar do verbo principal.
2) é facultativo: singular ou plural; trata-se de uma crônica literária.
3) deveria estar no singular: o verbo ‘haver’ é sempre impessoal.

Está(ão) correta(s):

Alternativas

ID
3815776
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Após a independência econômica e política faltava ao Brasil a independência cultural. Foi com essa vontade de construir uma literatura autenticamente brasileira e absolutamente diversa da portuguesa e europeia, que o nosso Romantismo estabeleceu seus parâmetros estéticos e ideológicos. Sobre o romance Iracema, de José de Alencar, aponte a alternativa correta:

Alternativas

ID
3815779
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Ainda sobre Iracema, de José de Alencar, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas

ID
3815782
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre Iracema, também se pode afirmar o seguinte.  

Alternativas

ID
3815785
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre São Bernardo, de Graciliano Ramos, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
3815788
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre São Bernardo, podemos afirmar o que segue.

Alternativas

ID
3815791
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre São Bernardo, analise as afirmações seguintes.

1) Paulo Honório e Madalena, personagens psicologica e socialmente opostos, se apaixonam e descobrem que suas diferenças são complementares e harmonizantes para o casamento.
2) Graciliano Ramos estabelece uma correspondência formal entre a brutalidade de Paulo Honório e a narrativa em primeira pessoa.
3) Representante máximo da adesão de Graciliano Ramos às ideias socialistas, São Bernardo oferece ao leitor alternativas concretas e politicamente viáveis e partidárias para o problema da seca no Nordeste.

Está(ão) correta(s):

Alternativas

ID
3815794
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Mário de Sá-Carneiro, ao lado de Fernando Pessoa, é considerado um dos autores mais importantes do modernismo português. Sua novela A Confissão de Lúcio aborda alguns dos temas mais importantes de toda a sua obra, o suicídio, a loucura, a perversão e o amor. Sobre A Confissão de Lúcio, assinale a alternativa correta.

1) Em A confissão de Lúcio, por se tratar de uma narrativa em primeira pessoa e de tom memorialista, todos os fatos transmitidos ao leitor são perpassados e “contaminados” pelo olhar desiludido do protagonista.
2) Apesar do protagonista alegar que pretende fazer uma confissão documental, toda a narrativa transcorre em tom confessional. O narrador empreende um ritmo lento, detalhista e a todos os fatos relatados atribui sentidos e significações.
3) Narrada em primeira pessoa, A confissão de Lúcio é marcada por um discurso descritivo e realista. O autor não apenas faz relatos em pormenores como também exatos, objetivos e que tendem à imparcialidade.

Está(ão) correta(s):

Alternativas

ID
3815797
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Ainda sobre A Confissão de Lúcio, assinale a alternativa correta.

1) Assim como o protagonista de seu romance, Mário de Sá-Carneiro também viveu na boêmia de Paris e Lisboa. Sua obra, de forma geral, apenas pode ser compreendida pelo leitor que previamente possui conhecimento acerca da sua biografia.
2) Apesar de A confissão de Lúcio se apresentar de forma aparentemente linear, o ordenamento dos fatos relatados está subordinado ao tempo interior e subjetivo do protagonista, que constroi seu relato na medida em que toma consciência e dá significado à sua própria história.
3) Ao criar um personagem como Lúcio, que desdobra seu EU em outros dois personagens inexistentes (Ricardo e Marta), o autor evidencia vestígios da influência que sofreu das ideias positivistas do final do século XIX. Isto porque, um dos temas centrais dessa novela é o retrato e a problematização das patologias psicológicas, mais particularmente a esquizofrenia.

Está(ão) correta(s):

Alternativas

ID
3815800
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Qual das características abaixo não pode ser encontrada em A Confissão de Lúcio?

Alternativas

ID
3815803
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Um dos temas fundamentais de toda a lírica camoniana é o amor e, por consequência, a mulher. Sobre a representação feminina na poesia de Camões, assinale a alternativa correta.

1) A mulher, nos versos de Camões, toma feições claras, bem definidas e assume a condição de uma companheira humana.
2) Nos seus poemas, odes, canções e redondilhas, a mulher amada aparece como um ser angelical e iluminado por uma áurea sobrenatural que lhe transfigura as feições carnais.
3) A figura feminina é quase sempre representada como um ser pecador, à beira do abismo, tentado pelo pecado e clamando por socorro.

Está(ão) corretas apenas:

Alternativas

ID
3815806
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Grandes autores constroem obras que perpassam não apenas gerações, mas períodos históricos. Não são poucos os poemas de Camões, nos quais encontramos temáticas extremamente atuais e que falam de angústias vividas pelo homem contemporâneo. Leia o soneto abaixo e assinale a alternativa correta.


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

muda-se o ser, muda-se a confiança;

todo o Mundo é composto de mudança,

tomando sempre novas qualidades.


Continuamente vemos novidades,

diferentes em tudo da esperança;

do mal ficam as mágoas na lembrança,

e do bem (se algum houve), as saudades.


O tempo cobre o chão de verde manto,

que já coberto foi de neve fria,

e, enfim, converte em choro o doce canto.


E, afora este mudar-se cada dia,

outra mudança faz de mor espanto,

que não se muda já como soia

Alternativas

ID
3815809
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Segundo o crítico Arnaldo Saraiva, Camões atinge no soneto uma rara e admirável variedade de temas e engenhos. Seus poemas retratam desde melancólicos desconsolos amorosos, como em Alma minha gentil, até narrativas aparentemente lineares, como em Sete anos de pastor Jacob servia. Assinale qual alternativa apresenta uma característica que não podemos encontrar no soneto abaixo:

Quando a suprema dor muito me aperta,
se digo que desejo esquecimento,
é força que se faz ao pensamento,
de que a vontade livre desconcerta.

Assim, de erro tão grave me desperta
a luz do bem regido entendimento,
que mostra ser engano ou fingimento
dizer que em tal descanso mais se acerta.

Porque essa própria imagem, que na mente
me representa o bem de que careço,
faz-mo de um certo modo ser presente.

Ditosa é logo a pena que padeço,
pois que da causa dela em mim se sente
um bem que, inda sem ver-vos, reconheço

Alternativas

ID
3815812
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Sobre Sol Sanguíneo, de Salgado Maranhão, é correto afirmar que:

Alternativas

ID
3815815
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

A qual poema abaixo podemos atribuir sua autoria ao poeta Salgado Maranhão?

Alternativas

ID
3815818
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Há, na poesia de Salgado Maranhão, uma forte influência da poesia oriental. Essa influência vem não somente da literatura, mas também da sua prática profissional como terapeuta corporal, como mestre de Shiatsu, e como ex-professor de Tai Chi Chuan. Segundo suas próprias palavras, “para a filosofia ocidental, conhecer é refletir e conceituar; para a filosofia oriental é experimentar e transcender”. Partindo dessa premissa, que característica podemos encontrar em sua obra poética, particularmente Sol Sanguíneo?

Alternativas

ID
3815821
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

O Roteiro sentimental e pitoresco de Teresina, de H. Dobal, nos oferece um vasto e lírico painel do cotidiano da sua cidade natal: desde as ruas e os bairros, passando pelas Igrejas e escolas, até a descrição dos tipos populares. A propósito das praças de Teresina, qual é a observação feita pelo poeta que podemos acatar como correta?

Alternativas

ID
3815824
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Em O Roteiro sentimental e pitoresco de Teresina, H. Dobal fala de alguns tipos populares da cidade, mesmo admitindo que “A galeria não está completa com estes tipos. Além deles, outros tão populares e com o mesmo pitoresco, mas a quem, entretanto, uma referência provocaria melindres e suscetibilidades”. Dos tipos elencados abaixo, qual não foi citado pelo poeta e cronista como um tipo popular de Teresina?

Alternativas

ID
3815827
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

O Roteiro sentimental e pitoresco de Teresina foi publicado em 1952. Nesta obra, H. Dobal cita Albert Camus para lembrar que “Um processo cômodo de se conhecer uma cidade é procurar como se trabalha nela, como se ama, como se morre”. Seguindo este raciocínio, podemos afirmar como correto o seguinte.

Alternativas

ID
3815830
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Raimunda Pinto, sim senhor, de Francisco Pereira da Silva, se inscreve no universo temático que vamos encontrar em outras obras do autor: o êxodo rural, a dura realidade do sertanejo e a crítica de forte conotação social. No caso específico desta obra, é correto afirmar:

Alternativas
Comentários
  • Também gostaria de saber =/

  • Também gostaria de saber =/

  • a primeira estrofe é da linha 1 a 12. A questão fez referência a palavras na segunda estrofe e, de fato, as palavras "mocinho e bandido" mais próximas estão na primeira estrofe. Lembre-se que estrofe é diferente de verso. O verso é cada linha, um grupo de versos é a estrofe.


ID
3815833
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

A peça Raimunda Pinto, sim senhor fala das peripécias da personagem que lhe dá título. Esta comédia compõe a tetralogia Raimunda, Raimunda, escrita por Francisco Pereira da Silva, para homenagear a atriz Fernanda Montenegro. Ainda sobre esta comédia é correto afirmar:

Alternativas

ID
3815836
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Com Vaqueiros e viscondes, o escritor José Expedito de Carvalho Rêgo fala da realidade sócio-histórica-política do Piauí dos séculos XVIII e XIX. Sobre este romance, podemos afirmar o seguinte. 

Alternativas

ID
3815839
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Um ponto a se destacar em Vaqueiros e viscondes é a vida afetivo-sexual dos personagens, como o Visconde de Parnaíba, sobre quem podemos afirmar o seguinte.

Alternativas

ID
3815842
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Vaqueiros e viscondes é um romance escrito em terceira pessoa. Como romance histórico, baseado em fatos reais, ele encerra algumas particularidades, entre as quais podemos afirmar:

Alternativas

ID
3815845
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Ainda sobre José Expedito de Carvalho Rêgo, sabemos que, além de escrever Vaqueiros e viscondes, foi autor de muitas outras obras, tanto no gênero romance quanto no gênero teatral. Dentre as obras abaixo, qual podemos apontar como de sua autoria?

Alternativas

ID
3815848
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Literatura
Assuntos

Francisco Pereira da Silva e José Expedito de Carvalho Rêgo e H. Dobal são três autores piauienses que escreveram obras literárias em vários gêneros. Qual dos gêneros abaixo não está contemplado nas obras desses autores?

Alternativas

ID
3815851
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text 1 

 Toms Shoes make it a Christmas to

remember in Argentina


The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.

Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.

‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.

Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.

Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.

Adaptado de:

http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)


Answer the follow question based on Text 1. 

Toms Shoes’ philosophy is aimed at 


Alternativas

ID
3815854
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text 1 

 Toms Shoes make it a Christmas to

remember in Argentina


The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.

Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.

‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.

Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.

Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.

Adaptado de:

http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)


Answer the follow question based on Text 1. 

One can infer from Blake’s actions that


Alternativas

ID
3815857
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text 1 

 Toms Shoes make it a Christmas to

remember in Argentina


The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.

Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.

‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.

Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.

Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.

Adaptado de:

http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)


Answer the follow question based on Text 1. 

Blake acknowledges that 

Alternativas

ID
3815860
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text 1 

 Toms Shoes make it a Christmas to

remember in Argentina


The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.

Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.

‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.

Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.

Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.

Adaptado de:

http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)


Answer the follow question based on Text 1. 

According to the text 

Alternativas

ID
3815863
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text2

 Emergency Oceans Rescue Plan

 Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.

However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.

Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010


Answer the follow question based on Text 2. 


From what is said, one can infer that 

Alternativas

ID
3815866
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text2

 Emergency Oceans Rescue Plan

 Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.

However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.

Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010


Answer the follow question based on Text 2. 


The author argues that

Alternativas

ID
3815869
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text2

 Emergency Oceans Rescue Plan

 Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.

However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.

Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010


Answer the follow question based on Text 2. 


The creation of marine reserves would

Alternativas

ID
3815872
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text2

 Emergency Oceans Rescue Plan

 Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.

However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.

Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010


Answer the follow question based on Text 2. 


Leaders of the world

Alternativas

ID
3815875
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text 3 

The gorilla joke


A gorilla went into a bar and ordered a whisky. The barman thought that it was unusual to see a gorilla in a bar drinking whisky and, thinking that gorillas must be stupid, he thought he would try to take advantage of the situation and overcharge him. He served the gorilla the whisky and said, 'That'll be fifty dollars please'. The gorilla immediately took out his wallet and paid the barman, who was very happy. The gorilla drank his whisky quietly and then ordered another. The barman served him and charged him another fifty dollars. As the gorilla was drinking his whisky, the barman got curious and decided to find out why the gorilla was in the bar. So, to strike up a conversation, he said, 'It's funny, we don't get many gorillas in here'.

'I'm not surprised with the price of your whisky.' the gorilla replied.


Disponível em:

<http://teachingenglish.org.uk/sites/teacheng/files/joke.pfd>

Acessado em 6 de novembro de 2010. 


Answer the follow question based on Text 3. 


For the barman, 

Alternativas

ID
3815878
Banca
UESPI
Órgão
UESPI
Ano
2010
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

Text 3 

The gorilla joke


A gorilla went into a bar and ordered a whisky. The barman thought that it was unusual to see a gorilla in a bar drinking whisky and, thinking that gorillas must be stupid, he thought he would try to take advantage of the situation and overcharge him. He served the gorilla the whisky and said, 'That'll be fifty dollars please'. The gorilla immediately took out his wallet and paid the barman, who was very happy. The gorilla drank his whisky quietly and then ordered another. The barman served him and charged him another fifty dollars. As the gorilla was drinking his whisky, the barman got curious and decided to find out why the gorilla was in the bar. So, to strike up a conversation, he said, 'It's funny, we don't get many gorillas in here'.

'I'm not surprised with the price of your whisky.' the gorilla replied.


Disponível em:

<http://teachingenglish.org.uk/sites/teacheng/files/joke.pfd>

Acessado em 6 de novembro de 2010. 


Answer the follow question based on Text 3. 


For the gorilla, 

Alternativas