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Prova SELECON - 2018 - Prefeitura de Cuiabá - MT - Professor - Letras/Inglês


ID
2865097
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O papel de intelectuais negros, como Machado de Assis, na Abolição

 

   Quem observa a força com que os movimentos sociais têm ganhado as ruas do Brasil, em nome de diferentes causas, pode não imaginar o quão distantes e organizadas são as raízes desse tipo de ação no país. É o caso do movimento abolicionista, considerado por muitos historiadores uma das primeiras grandes mobilizações populares em terras brasileiras. Por trás desse movimento,que reverberou por vias, teatros e publicações impressas no final do século XIX, estão atores nem sempre lembrados com o devido destaque: literatos negros que se empenharam em dar visibilidade ao tema. Debruçados sobre essa fase decisiva da história do Brasil, uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens e mostrado que a conexão entre eles era muito maior do que se imagina.

   A historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto fez deste tema sua tese de doutorado na Unicamp. Ela investigou a atuação de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário politico-cultural no eixo Rio-São Paulo, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Machado de Assis, José do Patrocínio e Theophilo Dias de Castro. Segundo Ana Flávia, eles não só colaboraram para que o assunto ganhasse as páginas de jornais, como protagonizaram a criação de mecanismos e instrumentos de resistência, confronto e diálogo. Ela percebeu que não eram raros os momentos em que desenvolveram ações conjuntas.

   - O acesso ao mundo das letras e da palavra impressa foi bastante aproveitado por esses “homens de cor”, que não apenas se valeram desses trânsitos em benefício próprio, mas também aproveitavam para levar adiante projetos coletivos voltados para a melhoria da qualidade de vida no país. Desse modo, aquilo que era construído no cotidiano, em conversas e reuniões, ganhava mais legitimidade ao chegar às páginas dos jornais - conta Ana Flávia.

   A utilização da imprensa por eles foi de suma importância, na visão da pesquisadora. A “Gazeta da Tarde”, por exemplo, sob direção tanto de Ferreira de Menezes quanto de José Patrocínio, dedicou considerável espaço para tratar de casos de reescravização de libertos e escravização de gente livre, crime previsto no artigo 179 do Código Criminal do Império, como pontua a historiadora.

  - Ao mesmo tempo, o jornal também se preocupou em dar visibilidade a trajetórias de sucesso de gente negra na liberdade, como aconteceu em 1883, quando a “Gazeta” publicou em folhetim uma versão da autobiografia do destacado abolicionista afro-americano Frederick Douglass - ilustra Ana Flávia.

   Como observa o professor da UFF Humberto Machado, eles conheciam de perto as mazelas do cativeiro e levaram essa realidade às páginas dos jornais. José do Patrocínio, por exemplo, publicou livros que mostravam detalhes da escravidão como pano de fundo em formato de folhetim, que fizeram muito sucesso. Esses trabalhos penetravam em setores que desconheciam tal realidade.

    - Até os analfabetos tomavam conhecimento, porque as pessoas se reuniam em quiosques no Centro do Rio de Janeiro e escutavam as notícias. A oralidade estava muito presente nesse processo. Fora isso, havia eventos, como conferências e apresentações teatrais, e as pessoas iam tomando conhecimento e se mobilizando contra a escravidão. O resultado foi um discurso voltado não só à população em geral, mas também aos senhores de engenho, mostrando a eles a inviabilidade da manutenção dos cativeiros - relata o professor, que escreveu o livro “Palavras e brados: José do Patrocínio e a imprensa abolicionista no Rio”.

(Adaptado de: https://extra.globo.com/noticias/saude-eciencia/especialistas-revelam-papel-de-intelectuais-negroscomo-machado-de-assis-na-abolicao-1810S16S.html)

Um elemento característico do discurso jornalístico bastante recorrente no texto lido é:

Alternativas
Comentários
  • Os jornalistas raramente estão em condições de assistir a um acontecimento em primeira mão, por isso necessitam de fontes. Mesmo quando estão presentes a um acontecimento necessitam recorrer a uma fonte para se certificarem do que está a ser dito.

  • relato de informações de outras fontes.

    C.

    Os jornalistas raramente estão em condições de assistir a um acontecimento em primeira mão, por isso necessitam de fontes. Mesmo quando estão presentes a um acontecimento necessitam recorrer a uma fonte para se certificarem do que está a ser dito.



  • Sem ler o texto , só pela fonte do texto já dava pra responder.

    Letra C

  • Não mete essa Thiago Rodrigues....deixa de lorotas!!!

  • É desse tipo de concorrência de que preciso...daquele que não lê o texto e acha que inteligentão pq acertou na cagada.

  • São fontes do texto jornalístico supracitado :

    • A historiadora Ana Flávia Magalhães
    • O professor da UFF Humberto Machado

    PPMG AVANTE FÉ EM DEUS !


ID
2865100
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O papel de intelectuais negros, como Machado de Assis, na Abolição

 

   Quem observa a força com que os movimentos sociais têm ganhado as ruas do Brasil, em nome de diferentes causas, pode não imaginar o quão distantes e organizadas são as raízes desse tipo de ação no país. É o caso do movimento abolicionista, considerado por muitos historiadores uma das primeiras grandes mobilizações populares em terras brasileiras. Por trás desse movimento,que reverberou por vias, teatros e publicações impressas no final do século XIX, estão atores nem sempre lembrados com o devido destaque: literatos negros que se empenharam em dar visibilidade ao tema. Debruçados sobre essa fase decisiva da história do Brasil, uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens e mostrado que a conexão entre eles era muito maior do que se imagina.

   A historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto fez deste tema sua tese de doutorado na Unicamp. Ela investigou a atuação de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário politico-cultural no eixo Rio-São Paulo, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Machado de Assis, José do Patrocínio e Theophilo Dias de Castro. Segundo Ana Flávia, eles não só colaboraram para que o assunto ganhasse as páginas de jornais, como protagonizaram a criação de mecanismos e instrumentos de resistência, confronto e diálogo. Ela percebeu que não eram raros os momentos em que desenvolveram ações conjuntas.

   - O acesso ao mundo das letras e da palavra impressa foi bastante aproveitado por esses “homens de cor”, que não apenas se valeram desses trânsitos em benefício próprio, mas também aproveitavam para levar adiante projetos coletivos voltados para a melhoria da qualidade de vida no país. Desse modo, aquilo que era construído no cotidiano, em conversas e reuniões, ganhava mais legitimidade ao chegar às páginas dos jornais - conta Ana Flávia.

   A utilização da imprensa por eles foi de suma importância, na visão da pesquisadora. A “Gazeta da Tarde”, por exemplo, sob direção tanto de Ferreira de Menezes quanto de José Patrocínio, dedicou considerável espaço para tratar de casos de reescravização de libertos e escravização de gente livre, crime previsto no artigo 179 do Código Criminal do Império, como pontua a historiadora.

  - Ao mesmo tempo, o jornal também se preocupou em dar visibilidade a trajetórias de sucesso de gente negra na liberdade, como aconteceu em 1883, quando a “Gazeta” publicou em folhetim uma versão da autobiografia do destacado abolicionista afro-americano Frederick Douglass - ilustra Ana Flávia.

   Como observa o professor da UFF Humberto Machado, eles conheciam de perto as mazelas do cativeiro e levaram essa realidade às páginas dos jornais. José do Patrocínio, por exemplo, publicou livros que mostravam detalhes da escravidão como pano de fundo em formato de folhetim, que fizeram muito sucesso. Esses trabalhos penetravam em setores que desconheciam tal realidade.

    - Até os analfabetos tomavam conhecimento, porque as pessoas se reuniam em quiosques no Centro do Rio de Janeiro e escutavam as notícias. A oralidade estava muito presente nesse processo. Fora isso, havia eventos, como conferências e apresentações teatrais, e as pessoas iam tomando conhecimento e se mobilizando contra a escravidão. O resultado foi um discurso voltado não só à população em geral, mas também aos senhores de engenho, mostrando a eles a inviabilidade da manutenção dos cativeiros - relata o professor, que escreveu o livro “Palavras e brados: José do Patrocínio e a imprensa abolicionista no Rio”.

(Adaptado de: https://extra.globo.com/noticias/saude-eciencia/especialistas-revelam-papel-de-intelectuais-negroscomo-machado-de-assis-na-abolicao-1810S16S.html)

A discussão central do texto se baseia em:

Alternativas
Comentários
  • "a atuação de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário politico-cultural no eixo Rio-São Paulo, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Machado de Assis, José do Patrocínio e Theophilo Dias de Castro"

    essa parte do texto responde a Questão?

    GAB: B

  • - O acesso ao mundo das letras e da palavra impressa foi bastante aproveitado por esses “homens de cor”, que não apenas se valeram desses trânsitos em benefício próprio, mas também aproveitavam para levar adiante projetos coletivos voltados para a melhoria da qualidade de vida no país. Desse modo, aquilo que era construído no cotidiano, em conversas e reuniões, ganhava mais legitimidade ao chegar às páginas dos jornais - conta Ana Flávia.

      A utilização da imprensa por eles foi de suma importância, na visão da pesquisadora. A “Gazeta da Tarde”, por exemplo, sob direção tanto de Ferreira de Menezes quanto de José Patrocínio, dedicou considerável espaço para tratar de casos de reescravização de libertos e escravização de gente livre, crime previsto no artigo 179 do Código Criminal do Império, como pontua a historiadora.

  • GABARITO: LETRA B

     A historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto fez deste tema sua tese de doutorado na Unicamp. Ela investigou a atuação de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário politico-cultural no eixo Rio-São Paulo, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Machado de Assis, José do Patrocínio e Theophilo Dias de Castro. Segundo Ana Flávia, eles não só colaboraram para que o assunto ganhasse as páginas de jornais, como protagonizaram a criação de mecanismos e instrumentos de resistência, confronto e diálogo. Ela percebeu que não eram raros os momentos em que desenvolveram ações conjuntas.

  • Com apenas um trecho do texto na introdução você fecharia a questão:

    " Por trás desse movimento, que reverberou por vias, teatros e publicações impressas no final do século XIX, estão atores nem sempre lembrados com o devido destaque: literatos negros que se empenharam em dar visibilidade ao tema"

  • GABARITO LETRA B

    " Por trás desse movimento, que reverberou por vias, teatros e publicações impressas no final do século XIX, estão atores nem sempre lembrados com o devido destaque: literatos negros que se empenharam em dar visibilidade ao tema"

    "a atuação de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário politico-cultural no eixo Rio-São Paulo, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Machado de Assis, José do Patrocínio e Theophilo Dias de Castro"

  • Essa banca é HORRÍVEL! Valha-me, Deus.

  • ImpreSSa?


ID
2865103
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O papel de intelectuais negros, como Machado de Assis, na Abolição

 

   Quem observa a força com que os movimentos sociais têm ganhado as ruas do Brasil, em nome de diferentes causas, pode não imaginar o quão distantes e organizadas são as raízes desse tipo de ação no país. É o caso do movimento abolicionista, considerado por muitos historiadores uma das primeiras grandes mobilizações populares em terras brasileiras. Por trás desse movimento,que reverberou por vias, teatros e publicações impressas no final do século XIX, estão atores nem sempre lembrados com o devido destaque: literatos negros que se empenharam em dar visibilidade ao tema. Debruçados sobre essa fase decisiva da história do Brasil, uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens e mostrado que a conexão entre eles era muito maior do que se imagina.

   A historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto fez deste tema sua tese de doutorado na Unicamp. Ela investigou a atuação de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário politico-cultural no eixo Rio-São Paulo, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Machado de Assis, José do Patrocínio e Theophilo Dias de Castro. Segundo Ana Flávia, eles não só colaboraram para que o assunto ganhasse as páginas de jornais, como protagonizaram a criação de mecanismos e instrumentos de resistência, confronto e diálogo. Ela percebeu que não eram raros os momentos em que desenvolveram ações conjuntas.

   - O acesso ao mundo das letras e da palavra impressa foi bastante aproveitado por esses “homens de cor”, que não apenas se valeram desses trânsitos em benefício próprio, mas também aproveitavam para levar adiante projetos coletivos voltados para a melhoria da qualidade de vida no país. Desse modo, aquilo que era construído no cotidiano, em conversas e reuniões, ganhava mais legitimidade ao chegar às páginas dos jornais - conta Ana Flávia.

   A utilização da imprensa por eles foi de suma importância, na visão da pesquisadora. A “Gazeta da Tarde”, por exemplo, sob direção tanto de Ferreira de Menezes quanto de José Patrocínio, dedicou considerável espaço para tratar de casos de reescravização de libertos e escravização de gente livre, crime previsto no artigo 179 do Código Criminal do Império, como pontua a historiadora.

  - Ao mesmo tempo, o jornal também se preocupou em dar visibilidade a trajetórias de sucesso de gente negra na liberdade, como aconteceu em 1883, quando a “Gazeta” publicou em folhetim uma versão da autobiografia do destacado abolicionista afro-americano Frederick Douglass - ilustra Ana Flávia.

   Como observa o professor da UFF Humberto Machado, eles conheciam de perto as mazelas do cativeiro e levaram essa realidade às páginas dos jornais. José do Patrocínio, por exemplo, publicou livros que mostravam detalhes da escravidão como pano de fundo em formato de folhetim, que fizeram muito sucesso. Esses trabalhos penetravam em setores que desconheciam tal realidade.

    - Até os analfabetos tomavam conhecimento, porque as pessoas se reuniam em quiosques no Centro do Rio de Janeiro e escutavam as notícias. A oralidade estava muito presente nesse processo. Fora isso, havia eventos, como conferências e apresentações teatrais, e as pessoas iam tomando conhecimento e se mobilizando contra a escravidão. O resultado foi um discurso voltado não só à população em geral, mas também aos senhores de engenho, mostrando a eles a inviabilidade da manutenção dos cativeiros - relata o professor, que escreveu o livro “Palavras e brados: José do Patrocínio e a imprensa abolicionista no Rio”.

(Adaptado de: https://extra.globo.com/noticias/saude-eciencia/especialistas-revelam-papel-de-intelectuais-negroscomo-machado-de-assis-na-abolicao-1810S16S.html)

Na frase “Quem observa a força com que os movimentos sociais têm ganhado as ruas do Brasil, em nome de diferentes causas, pode não imaginar o quão distantes e organizadas são as raízes desse tipo de ação no país”, a palavra “quão” expressa sentido de:

Alternativas
Comentários
  • Quem observa a força com que os movimentos sociais têm ganhado as ruas do Brasil, em nome de diferentes causas, pode não imaginar o quão distantes e organizadas são as raízes desse tipo de ação no país”


    (...) pode não imaginar o quanto distantes e organizadas são as raízes (...)


    Realmente da uma ideia de quantia, medida.

    Por eliminação, ficamos com a letra "B) intensidade"

  • Gabarito: B (Intensidade)

    O vocábulo QUÃO emite a ideia de força, veemência ou seja uma intensidade aos adjetivos distantes e organizadas as quais o vocábulo QUÃO está ligado.

    Foco, força e fé!

  • A palavra "quão" pertence à classe dos advérbios. No caso, modifica a o adjetivo "distantes", dando a este a ideia de intensidade.

  • Concessão - Ação ou efeito de conceder, de tornar disponível, permissão para realizar algo, Autorização...

    Exemplo: Embora o telefone seja caro, ele é muito bom

    Com essa frase estou dizendo para você comprar o telefone

    Intensidade -- Caracteristica do que é intenso, com muita força, em grande proporção (GABARITO)

    O vocábulo QUÃO emite a ideia de força, veemência ou seja uma intensidade aos adjetivos distantes e organizadas as quais o vocábulo QUÃO está ligado. (COMENTARIO DA PAULA BIT)

    Comparação - Ação de comparar, de analisar o que se difere ou se assemelha em: Comparação entre o vinho chileno e o português.

    Exemplo: Ela é linda como uma princesa.

    O seu filho parece um furacão no campo.

    Consequência - Algo produzido por uma causa

    Exemplos: “O resultado foi consequência de muito trabalho e esforço”

  • N tem nem o que falar, esse tipo de questão só se acerta vendo o contexto.

  • QUÃO É INTENSIDADE!


ID
2865106
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O papel de intelectuais negros, como Machado de Assis, na Abolição

 

   Quem observa a força com que os movimentos sociais têm ganhado as ruas do Brasil, em nome de diferentes causas, pode não imaginar o quão distantes e organizadas são as raízes desse tipo de ação no país. É o caso do movimento abolicionista, considerado por muitos historiadores uma das primeiras grandes mobilizações populares em terras brasileiras. Por trás desse movimento,que reverberou por vias, teatros e publicações impressas no final do século XIX, estão atores nem sempre lembrados com o devido destaque: literatos negros que se empenharam em dar visibilidade ao tema. Debruçados sobre essa fase decisiva da história do Brasil, uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens e mostrado que a conexão entre eles era muito maior do que se imagina.

   A historiadora Ana Flávia Magalhães Pinto fez deste tema sua tese de doutorado na Unicamp. Ela investigou a atuação de homens negros, livres, letrados e atuantes na imprensa e no cenário politico-cultural no eixo Rio-São Paulo, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Machado de Assis, José do Patrocínio e Theophilo Dias de Castro. Segundo Ana Flávia, eles não só colaboraram para que o assunto ganhasse as páginas de jornais, como protagonizaram a criação de mecanismos e instrumentos de resistência, confronto e diálogo. Ela percebeu que não eram raros os momentos em que desenvolveram ações conjuntas.

   - O acesso ao mundo das letras e da palavra impressa foi bastante aproveitado por esses “homens de cor”, que não apenas se valeram desses trânsitos em benefício próprio, mas também aproveitavam para levar adiante projetos coletivos voltados para a melhoria da qualidade de vida no país. Desse modo, aquilo que era construído no cotidiano, em conversas e reuniões, ganhava mais legitimidade ao chegar às páginas dos jornais - conta Ana Flávia.

   A utilização da imprensa por eles foi de suma importância, na visão da pesquisadora. A “Gazeta da Tarde”, por exemplo, sob direção tanto de Ferreira de Menezes quanto de José Patrocínio, dedicou considerável espaço para tratar de casos de reescravização de libertos e escravização de gente livre, crime previsto no artigo 179 do Código Criminal do Império, como pontua a historiadora.

  - Ao mesmo tempo, o jornal também se preocupou em dar visibilidade a trajetórias de sucesso de gente negra na liberdade, como aconteceu em 1883, quando a “Gazeta” publicou em folhetim uma versão da autobiografia do destacado abolicionista afro-americano Frederick Douglass - ilustra Ana Flávia.

   Como observa o professor da UFF Humberto Machado, eles conheciam de perto as mazelas do cativeiro e levaram essa realidade às páginas dos jornais. José do Patrocínio, por exemplo, publicou livros que mostravam detalhes da escravidão como pano de fundo em formato de folhetim, que fizeram muito sucesso. Esses trabalhos penetravam em setores que desconheciam tal realidade.

    - Até os analfabetos tomavam conhecimento, porque as pessoas se reuniam em quiosques no Centro do Rio de Janeiro e escutavam as notícias. A oralidade estava muito presente nesse processo. Fora isso, havia eventos, como conferências e apresentações teatrais, e as pessoas iam tomando conhecimento e se mobilizando contra a escravidão. O resultado foi um discurso voltado não só à população em geral, mas também aos senhores de engenho, mostrando a eles a inviabilidade da manutenção dos cativeiros - relata o professor, que escreveu o livro “Palavras e brados: José do Patrocínio e a imprensa abolicionista no Rio”.

(Adaptado de: https://extra.globo.com/noticias/saude-eciencia/especialistas-revelam-papel-de-intelectuais-negroscomo-machado-de-assis-na-abolicao-1810S16S.html)

“uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens”. A substituição do trecho sublinhado pelo pronome correspondente está corretamente apresentada em:

Alternativas
Comentários
  • quão

    advérbio


    exprime intensidade: quanto, como."o senhor não sabe q. gratos estamos"


    exprime comparação, seguindo-se a tão."é tão bela q. inteligente"


  • Analisando a frase:

    “uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens

    Tem revelado o quê? detalhes sobre a atuação desses personagens (OD)

    O pronome que retoma o OD é o "os" ("os" porque o OD está no plural)..

    Logo o gabarito é a Letra D..

  • uma leva de historiadores os tem revelado

  • GAB D

     

    Devemos empregar os pronomes oblíquos átonos o, os, a, as quando estiverem em lugar de substantivos não precedidos de preposição:

    Examinei o livro.  Examinei-o.

    Quebraste a boneca.  Quebraste-a.

    Leve a boneca para ser consertada.  Leve-a para ser consertada.

     

    Esses mesmos pronomes, a(s) e o(s), quando vêm depois de verbo terminado em som nasal, tomam as formas no, nos, na, nas:

    Põe + o sobre a mesa.  Põe-no sobre a mesa.

    Conheceram + o ontem.  Conheceram-no ontem.

    Abracem + o por mim.  Abracem-no por mim.

     

    Fonte: https://www.passeiweb.com/estudos/sala_de_aula/portugues/emprego_pronome_pessoal

  • revelar é VTD e pede OD, portanto, dispensa o lhe.

    por estar do participio, faz-se a próclise com o pronome "os".

  • ESSE BRUNO GUIMARÃES está em praticamente todas as questões que tenho feito, coisa chata isso, entramos achando que tem algum comentário útil e aparece esse cara com essas propagandas.


    Por favor pessoal vamos reportar abuso, aqui não é local de propaganda e sim de estudos.

  • "Pera"... alguém pode me ajudar?


    Pelo que sei, quando o verbo estiver no PARTICÍPIO não se usa pronome enclítico (ênclise), e também quando não houver fator de próclise, o pronome deve permanecer depois do verbo auxiliar.


    Assim a alternativa D ficaria: "uma leva de historiadores tem-os revelado".


    Qual é o fator da prócrise? O que estou deixando passar?



    https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/a-colocacao-pronominal-nas-locucoes-verbais.htm

  • GABARITO: D

  • GABARITO: D

    OS"detalhes sobre a atuação desses personagens”."

    uma leva de historiadores os tem revelado

  • Também estou com a mesma dúvida do Wellington: qual o fator de próclise em relação ao verbo auxiliar, neste caso?

  • Colocação pronominal nas locuções verbais

    .De infinitivo e gerúndio:

    Sem fator de próclise: antes do auxiliar, após o auxiliar ou após o principal.

    Ex.: O rapaz se deve conter; O rapaz deve se conter; O rapaz deve conter‐se.

    Com fator de próclise: antes do auxiliar ou depois do principal.

    Ex.: Não me deves seguir ou Não deves seguir‐me.

    De particípio

    Sem fator de próclise, antes do auxiliar ou após ele.

    Ex.: Os professores me tinham chamado; Os professores tinham‐me chamado.

    Com fator de próclise : Respeite‐se a próclise!

    Ex.: Já me tinham chamado.

  • GABARITO LETRA D

    Tem revelado(o que?) O.D

    Particípio //proibido próclise!!

  • Cabe ressaltar aqui que apesar de todo o contexto e a transitividade do verbo, que o lo(s) la(s) só é usado diante de verbos terminados em R S ou Z.

    Ficar: Fica-lo

    Comer: Come-lo

    Fiz: Fi-lo

    o que ajuda na resolução da C.

    terminações [ÃO ÕE e M] usa-se os pronomes - No(s) Na(s).

  • Meu Deus, não entra na minha cabeça, me ajuda SENHOR :(

    Em 31/08/19 às 10:29, você respondeu a opção C.!

    Você errou!

    Em 27/08/19 às 22:31, você respondeu a opção A.!

    Você errou!

    Em 20/08/19 às 05:58, você respondeu a opção B.!

    Você errou!

    Em 11/08/19 às 16:26, você respondeu a opção D.!

    Você errou!

  • LOCUÇÃO VERBAL PARTICÍPIO 3 POSSIBILIDADES

    os tem revelado

    tem-nos revelado

    tem OS revelado

    Uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens.

    Uma leva de historiadores os tem revelado.

  • LOCUÇÃO VERBAL PARTICÍPIO 3 POSSIBILIDADES

    os tem revelado

    tem-nos revelado

    tem OS revelado

    Uma leva de historiadores tem revelado detalhes sobre a atuação desses personagens.

    Uma leva de historiadores os tem revelado.

  • Comentário da Professora Isabel foi espetacular.

    Gabarito: D

  • Tem revelado - ISTO(OD).

  • O termo "detalhes sobre a atuação desses personagens" exerce a função de objeto direto da locução verbal "tem revelado".

    Deve, assim, ser substituído pela forma pronominal "os".

  • Os pronomes pessoais oblíquos substituem complementos (ou seja, têm função de complemento).

    o, a, os, as: substituem somente objetos diretos.

    me, te, se, nos, vos: podem substituir objetos diretos ou indiretos.

    lhe, lhes: substituem somente objeto indireto.

    Objeto direto: complemento sem preposição.

    Objeto indireto: complemento com preposição.

    União (por hífen) de PRONOME OBLÍQUO + VERBOS:

    >> Verbos terminados em R, S, Z - as consoantes finais alteram-se para: lo, la, los, las.

    Exemplos:

    quis + o = qui-lo

    fiz + a = fi-la

    amar + o = amá-lo

    >> Verbos terminados em M, ÃO, ÕE - alteram-se para: no, na, nos, nas.

    Exemplos:

    fizeram + o = fizeram-no

    põe + a = põe-na

    dão + o = dão-no

  • RESUMO PARA BANCA SELECON

    COLOCAÇÃO PRONOMINAL

     

    AS FUNÇÕES DOS PRONOMES OBLÍQUOS ÁTONOS COMO COMPLEMENTOS VERBAIS ASSIM:

    ●O/A/OS/AS = SEMPRE OBJETO DIRETO

    ●LHE-LHES = SEMPRE OBJETO INDIRETO

    ●ME/TE/SE/NOS/VOS = PODEM FUNCIONAR TANTO COMO OBJETO DIRETO QUANTO COMO OBJETO INDIRETO (DEPENDE DO VERBO)

     

    O/ A/ Os/ As = Substitui por objeto direto

    Lhe/ Lhes = Substitui por Objetos Indiretos.

     

    • Verbos terminados em R, S ou Z retira-se a última letra e coloca os PRONOMES OBLÍQUOS: lo(s) ou la(s).

     

     

    Lembrando :os pronomes oblíquos átonos ME,TE,LHE ,NOS,VOS ( OBJETO INDIRETO )

    O,A,OS, AS ( OBJETO DIRETO)

    OBS: LO,LAS (S) depois de forma verbal terminados em R,S,Z ,sendo estas consoantes suprimidas .

    ex: Vê-lo é um suplício ( ver + 0 )

    Achamo-lo em casa ( achamos + o)

     

    Devemos empregar os pronomes oblíquos átonos o, os, a, as quando estiverem em lugar de substantivos não precedidos de preposição:

    Examinei o livro.  Examinei-o.

    Quebraste a boneca.  Quebraste-a.

    Leve a boneca para ser consertada.  Leve-a para ser consertada.

     

    Esses mesmos pronomes, a(s) e o(s), quando vêm depois de verbo terminado em som nasal, tomam as formas no, nos, na, nas:

    Põe + o sobre a mesa.  Põe-no sobre a mesa.

    Conheceram + o ontem.  Conheceram-no ontem.

    Abracem + o por mim.  Abracem-no por mim.

    Colocação pronominal nas locuções verbais

    .De infinitivo e gerúndio:

    Sem fator de próclise: antes do auxiliar, após o auxiliar ou após o principal.

    Ex.: O rapaz se deve conter; O rapaz deve se conter; O rapaz deve conter‐se.

    Com fator de próclise: antes do auxiliar ou depois do principal.

    Ex.: Não me deves seguir ou Não deves seguir‐me.

    De particípio

    Sem fator de próclise, antes do auxiliar ou após ele.

    Ex.: Os professores me tinham chamado; Os professores tinham‐me chamado.

    Com fator de próclise : Respeite‐se a próclise!

    Ex.: Já me tinham chamado.

     

    Cabe ressaltar aqui que apesar de todo o contexto e a transitividade do verbo, que o lo(s) la(s) só é usado diante de verbos terminados em R S ou Z.

    Ficar: Fica-lo

    Comer: Come-lo

    Fiz: Fi-lo

    o que ajuda na resolução da C.

    terminações [ÃO ÕE e M] usa-se os pronomes - No(s) Na(s).

     

  • Caso alguém saiba, favor ajudar. Sobre a colocação da próclise, como temos uma locução verbal, o certo não seria colocar o pronome entre os verbos. Desde de já agradeço aos colegas...


ID
2865109
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Em um grupo com 42 pessoas em que todas falam Inglês ou Espanhol, sabe-se que:


  • • o número de pessoas que falam Inglês, mas não falam Espanhol, é igual ao dobro do número de pessoas que falam Inglês e Espanhol;

  • • o número de pessoas que falam Espanhol é igual ao dobro do número de pessoas que falam apenas Inglês.

  • O número de pessoas que falam somente um desses idiomas é:

Alternativas
Comentários
  • Total = 42 pessoas

    Inglês = 2 vezes o número de pessoas que falam Inglês e Espanhol

    Espanhol = 2 vezes o número de pessoas que falam apenas o Inglês, ou seja não contabiliza a interseção.

    Inglês e Espanhol = ? ou seja interseção é X


    2x + x + 2. (2x) - x = 42

    6x = 42

    x = 7


    Montando o diagrama é possível identificar que o número de pessoas que falam:

    Inglês e Espanhol = 7

    Inglês = 14

    Espanhol = 21 (dobro do Inglês menos a interseção)


    O enunciado pediu pediu o número de pessoas que falam somente um desses idiomas,então: 14+21=35



  • https://brainly.com.br/tarefa/20219504



    Vamos interpretar matemáticamente o que o problema diz


    Os que falam inglês mas não falam espanhol é igual ao dobro dos que falam inglês e espanhol. Chamando os que falam os dois idiomas de x


    SI=2x onde SI= somente inglês


    Os que falam espanhol é igual ao dobro dos que falam somente inglês


    E=2(2x)


    E=4x


    Montando o diagrama de Venn, ficamos com as seguintes informaçoes: na intersecção ficamos com x, na parte somente do inglês com 2x e somente do espanhol 3x. Somando tudo precisa dar 42


    2x+x+3x=42


    6x=42


    x=7


    Mas como quer somente os que falam um idioma


    2x+3x=5x=5.7=35


    Portanto somente 35 pessoas falam somente um idioma



  • graziele Dulius o -x é da interseção

  • Total: 42 pessoas. X pessoas falam Inglês e Espanhol. 2X pessoas falam só Inglês. As que falam espanhol é o dobro das que só falam inglês, logo 4x. Mas na intersecção já tem 1x, portanto as que falam APENAS espanhol são 3x. Resumindo: falam inglês apenas 2x + falam inglês e espanhol 1x + falam apenas espanhol 3x, são ao todo = 6x. Seguindo, 6x=42. X=7. Que falam só inglês e que falam só espanhol são 5 . 7= 35.
  • Graziele, não existe o (-x), deve ter sido erro de digitação

  • Resolução da questão.

    https://www.youtube.com/watch?v=I3qlxuNm3aA

  • Letra C

    Resolução da questão passo a passo:

    http://sketchtoy.com/69955240

    Fique firme!

  • I e E = 6 dobro dele seria 12, então 12 fala apenas I

    Numero das pessoas que falam espanhol é dobro da que fala ingles= 24

    6+12+24 = 42

    12+24= 36 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, imagine a minha cara de palhaça depois de ter montado esse raciocinio errado e verificar o gabarito e ver que nao tinha nenhum alternativa com esse valor. Eu acertaria na prova pq marcaria a mais proxima 35 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Viajei legal

  • Gab. C

    Um pouco confusa, mas fiz assim:

    Intersecção= 42

    Inglês é o dobro da intersecção. Então:

    Inglês= 84

    Espanhol é o dobro de inglês, então:

    Espanhol - 168

    Logo, 42+168+84/42 = 7

    42-7 = 35

  • Outro pensamento

    pelas respostas :

    35/5 =7 partes

    intersecao= 7

    Ingl 2*7=14

    Franc 14*2= 28

    28+14=42

  • Rumo a PPMG

    6 simulados inéditos baseados na selecon:

    https://p.eduzz.com/1082953?a=48670029

  • faz assim, mais facil que a resolução da questão ai do amigo de cima.

    número total: 42 pessoas

    42/3= 14. esse 3 e em relaçao dos que falam inglês e espanhou e a ∩ por isso divide por 3 os 42

    falam I e E logo e 7, o dobro de 7 é: 14. logo que fala ingles e as duas linguals . sao: I 14 e ∩ 7

    espanhou 21

    depois soma tudo e tira a ∩ que dara 35

    vai ficar

    14-7= 7

    21-7 = 14

    42-14 = 28

    28+7= 35

  • Sem ideias longas !!!!!!!

    42 / 2 = 21

    para 35

    21 + 12 = 33

    21 + 13 = 34

    21 + 14 = 35

  • Ainda bem que a prova é objetiva, pq se for olhar, muitas resoluções aqui estão totalmente erradas!!


ID
2865112
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere a seguinte afirmação: “ Todo colecionador é excêntrico.”


A negação lógica dessa proposição equivale a:

Alternativas
Comentários
  • Negação do todo é o PEA( pelo menos um, existe um, algum) você bota o PEA e nega o restante

  • GABARITO: A

     

    “ TODO colecionador É excêntrico.”

    PELO MENOS UM colecionacor NÃO É excêntrico.

  • Negação do todo = PEA + NÃO

    Gab:A

  • troca o todo por "pelo menos um", "existe um" ou "algum" e nega a proposição

  • Negação do TODO = PEA + NÃO = Pelo menos um, Existe um, Algum ; Nega a segunda parte.

  • Negação do TODO= PEA + NÃO 

    Pelo menos um,Algum,Existe um

    Todo colecionador é excêntrico.

    NEGAÇAO-

    PELO MENOS UM colecionador é excêntrico.

    ACRESCENTA "NÃO "

    PELO MENOS UM colecionador NAO é excêntrico

    GABARITO A

  • Negação do TODO= PEA + NÃO 

    Pelo menos um,Algum,Existe um

    Todo colecionador é excêntrico.

    NEGAÇAO-

    PELO MENOS UM colecionador é excêntrico.

    ACRESCENTA "NÃO "

    PELO MENOS UM colecionador NAO é excêntrico

    GABARITO A

  • GABARITO: LETRA A

    NEGAÇÃO LEMBRA DO TANA

    Todo -------------------------------> Algum não

    Algum -----------------------------> Nenhum

    Nenhum -------------------------> Algum

    Algum não ----------------------> Todo

    FONTE: COLEGAS DO QC

  • Pea + não

    LEMBRAR DO.

    T. TODO

    A. ALGUM

    N. NENHUM

  • Negação do todo

    PEA + não

    GABARITO: LETRA A

  • Gab A

    Pra Negar o o Quantificador TODO = PEA + NÃO

    Todo Colecionador é Excêntrico

    --> Algum colecionador não é excêntrico

    --> Existe um colecionador que não é excêntrico

    --> Pelo menos um colecionador não é excêntrico

  • Negação do Todo: é o PEA (Pelo menos um, Existe um, Algum) + nega o restante.

    Ex.: Todo colecionador é excêntrico. Ex.: Pelo menos um colecionador não é excêntrico.

  • Negação do todo, usa-se o EPA= EXITE PELO MENOS UM, ALGUM, NENHUM E NEGA-SE A FRASE.

    Gab: A

  • EAP+ Não = Existe um

    Algum

    Pelo menos um

    Usa um dos (EAP )e nega

  • Não nega TODO por Nenhum

    Então elimina b e c

  • E A P + NÃO

    Existe um

    Algum

    Pelo menos um

    A negação do TODO consiste em substituir por alguma das três opções acima (EAP) e negar (usar o NÃO).


ID
2865118
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Maria resolveu uma lista com x exercícios em 3 dias. No primeiro dia, resolveu metade dos exercícios e mais um dos exercícios. No segundo dia, resolveu metade dos exercícios restantes e mais um. Finalmente, no terceiro dia, resolveu os 5 exercícios que ainda restavam para terminar a lista. A soma dos algarismos do número x é:

Alternativas
Comentários
  • 1 dia = ( x/2 + 1 )


    2 dia = 1/2 .( x/2 - 1) => ( x/4 - 1/2) + 1

    3 dia = 5


    Somando todos os tres dias tem que dar o total que é x.


    Logo, ficaria:

    ( x/2 + 1 ) + ( x/4 - 1/2) + 1 + 5 = x (x 4)

    2x + 4 + x - 2 + 4+ 20 = 4x

    4x - 3x = 26

    x = 26


    Somando os algarismos = 2 + 6 = 8


    Letra B

  • Resposta: alternativa B.

    Comentário do professor Sebastião (300 segundos de matemática) no YouTube:

    https://youtu.be/RgPxl03eigE

  • basta fazer de traz pra frente 5+1= 6 --> 6x2= 12 --> 12+1= 13 --> 13x2= 26

    2+6 = 8

    resp. letra B


ID
2865121
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Ana Luísa é professora vinculada ao município X e pretende participar de concurso público para o município de Cuiabá. Nos termos da Lei Orgânica do município de Cuiabá, é possível a acumulação remunerada de cargos de professor quando houver a compatibilidade de:

Alternativas
Comentários
  • Comentário: Art.49. XVI – é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários: a) a de dois cargos de professor; b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico; ou c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas.

  • Gabarito: D

    Segundo o Art. 49 da L.O.M. de Cuiabá inciso XVI – é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI; (AC) (Acrescentado pela Emenda à Lei Orgânica nº 12 de 14 de maio de 2003). a) a de dois cargos de professor; b) a de um cargo de professor com outro técnico ou científico; ou c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas. 

    Foco, força e fé!


ID
2865124
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Bruna é professora, tendo concluído sua graduação em Letras (licenciatura plena) e, posteriormente, realizado Especialização Lato Sensu na área de Educação. Nos termos da Lei nº 220/2010 do município de Cuiabá, ela será classificada como professora:

Alternativas
Comentários
  • especialista

  • Para responder essa questão, o candidato deve indicar a alternativa que apresenta o cargo que uma professora com licenciatura plena e Especialização Lato Sensu na área de Educação assumiria, de acordo com a Lei nº 220/2010 do município de Cuiabá. 

    A) licenciada 
    ERRADO - O cargo de professor Licenciado (PL) é destinado àqueles que possuem apenas habilitação em licenciatura plena. 

    B) especialista 
    CORRETO - De acordo com a seção I do cargo de professor, art. 5º, os níveis do cargo de Professor são estruturados segundo a habilitação e titulação dos profissionais, da seguinte forma: I - professor Licenciado (PL) - habilitação em licenciatura plena; II - professor Especialista (PE) - habilitação em licenciatura plena com especialização lato sensu na área da educação; III - professor Mestre (PM) - habilitação em licenciatura plena com titulação de Mestrado na área da educação; IV - professor Doutor (PD) - habilitação em licenciatura plena com titulação de Doutorado na área da educação. Portanto, por ter uma licenciatura plena e uma Especialização Lato Sensu na área de Educação, a professora em questão assumiria o cargo de especialista. 

    C) bacharelada 
    ERRADO - Não há cargo de professor para profissionais apenas com bacharelado na referida lei. Além disso, a professora em questão é licenciada. 

    D) habilitada 
    ERRADO - A habilitação é a parte diversificada de um curso, com um conjunto de disciplinas de formação profissional específica que se diferencia significativamente das demais matérias da grade curricular. Não é, portanto, uma titulação. A referida lei estabelece os cargos de acordo com a titulação do professor. 

    Portanto, a letra B é a alternativa correta. 

    Gabarito do Professor: Letra B.
  • As pós-graduações lato sensu compreendem programas de especialização e incluem os cursos designados como MBA (Master Business Administration). Com duração mínima de 360 horas, ao final do curso o aluno obterá certificado e não diploma. Ademais são abertos a candidatos diplomados em cursos superiores e que atendam às exigências das instituições de ensino – Art. 44, III, Lei nº 9.394/1996.

    As pós-graduações stricto sensu compreendem programas de mestrado e doutorado abertos a candidatos diplomados em cursos superiores de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino e ao edital de seleção dos alunos (Art. 44, III, Lei nº 9.394/1996). Ao final do curso o aluno obterá diploma.


ID
3023470
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A Secretaria Municipal de Educação - SME/Cuiabá desenvolve suas ações a partir de diretrizes emanadas do Plano Municipal de Educação 2015-2024. Dentre as linhas político-pedagógicas que direcionam o trabalho da SME/ Cuiabá a partir desse Plano, no que tange ao aprimoramento dos docentes, é correto citar:

Alternativas

ID
3023473
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A professora Elza levou sua turma do 4° ano a uma visita ao Museu Histórico Municipal. Lá, eles conheceram a história de sua cidade, de seus personagens importantes e as construções do passado. No retorno à escola, ela sugeriu aos alunos que construíssem uma narrativa sobre o que viram, na linguagem que mais lhes aprouvesse - prosa, poesia, desenho, pintura etc.


De acordo com o disposto no Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA, a professora agiu em consonância ao artigo:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    → vamos nos atentar à pergunta: a professora agiu em consonância ao artigo?

    → a professora deu liberdade aos seus alunos para que produzissem livremente uma narrativa, dessa forma, ela garantiu liberdade de criação:

    ↔ Artigo 58 - "No processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura."

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻


ID
3023506
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                                    TEXTO I

                                   English for Specific Purposes


      English for specific purposes (ESP) refers to language research and instruction that focuses on the specific communicative needs and practices of particular social groups. Emerging out of Halliday, Macintosh, and Strevens’ (1964) groundbreaking work nearly 40 years ago, ESP started life as a branch of English language teaching, promising a stronger descriptive foundation for pedagogic materials. In the years since, ESP has consistently been at the cutting-edge of both theory development and innovative practice in applied linguistics, making a significant contribution to our understanding of the varied ways language is used in particular communities. Drawing on a range of interdisciplinary influences for its research methods, theory, and practices, ESP has consistently provided grounded insights into the structures and meanings of texts, the demands placed by academic or workplace contexts on communicative behaviors, and the pedagogic practices by which these behaviors can be developed.

HYLAND, K. “English for specific purposes: some influences and impacts”. In: Cummins, J. and Davison, C., (eds.) The International Handbook of English language education. Springer: Norwell, Mass, 2006.

Pode-se afirmar que o objetivo principal do Texto I é:

Alternativas
Comentários
  • Item A.

    English for specific purposes (ESP) refers to language research and instruction that focuses on the specific communicative needs and practices of particular social groups. Emerging out of Halliday, Macintosh, and Strevens’ (1964) groundbreaking work nearly 40 years ago, ESP started life as a branch of English language teaching, promising a stronger descriptive foundation for pedagogic materials.

  • A questão trata-se de uma linguagem que enfoca as necessidades comunicativas específicas de determinados grupos sociais. O English for Specific Purposes começou a ser um ramo do ensino da língua inglesa, prometendo uma base descritiva mais forte para materiais pedagógicos.

    O trecho abaixo fala que ESP tem contribuído para o desenvolvimento da teoria e prática na linguística aplicada, o que pode confundir o candidato com a alternativa B. Mas vamos observar esse trecho traduzido:

    (L. 4-6) In the years since, ESP has consistently been at the cutting-edge of both theory development and innovative practice in applied linguistics, making a significant contribution to our understanding of the varied ways language is used in particular communities. 
    Tradução: Desde então, o ESP tem consistentemente estado na ponta do desenvolvimento da teoria e da prática inovadora na linguística aplicada, contribuindo significativamente para a compreensão das várias formas em que a linguagem é usada em comunidades específicas.

    Dessa forma, o objetivo principal do Texto I é apresentar as origens e contribuições do ESP, bem como defini-lo.

    Gabarito do Professor: A


ID
3023509
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                                    TEXTO I

                                   English for Specific Purposes


      English for specific purposes (ESP) refers to language research and instruction that focuses on the specific communicative needs and practices of particular social groups. Emerging out of Halliday, Macintosh, and Strevens’ (1964) groundbreaking work nearly 40 years ago, ESP started life as a branch of English language teaching, promising a stronger descriptive foundation for pedagogic materials. In the years since, ESP has consistently been at the cutting-edge of both theory development and innovative practice in applied linguistics, making a significant contribution to our understanding of the varied ways language is used in particular communities. Drawing on a range of interdisciplinary influences for its research methods, theory, and practices, ESP has consistently provided grounded insights into the structures and meanings of texts, the demands placed by academic or workplace contexts on communicative behaviors, and the pedagogic practices by which these behaviors can be developed.

HYLAND, K. “English for specific purposes: some influences and impacts”. In: Cummins, J. and Davison, C., (eds.) The International Handbook of English language education. Springer: Norwell, Mass, 2006.

De acordo com o Texto I, NÃO é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Item D.

    Drawing on a range of interdisciplinary influences for its research methods, theory, and practices, ESP has consistently provided grounded insights into the structures and meanings of texts, the demands placed by academic or workplace contexts on communicative behaviors, and the pedagogic practices by which these behaviors can be developed.

  • Vamos analisar as alternativas  e marcar a que NÃO está correta de acordo com os trechos traduzidos.

    A) ESP se refere à modalidade de instrução que tem como foco as necessidades e práticas comunicativas de grupos sociais particulares. (English for specific purposes (ESP) refers to language research and instruction that focuses on the specific communicative needs and practices of particular social groups. - O inglês para fins específicos (ESP) refere-se à pesquisa e instrução de linguagem que enfoca as necessidades e práticas comunicativas específicas de determinados grupos sociais. 

    B)  O ESP surgiu há cerca de 40 (quarenta) anos a partir do trabalho pioneiro de autores como Halliday, MacIntosh e Strevens. (Emerging out of Halliday, Macintosh, and Strevens' (1964) groundbreaking work nearly 40 years ago, ESP started life as a branch of English language teaching,[...] -  Emergindo do trabalho inovador de Halliday, Macintosh e Strevens (1964) há quase 40 anos, o  ESP começou a ser um ramo do ensino da língua inglesa,[...]

    C) Desde seu surgimento, o ESP tem consistentemente sido inovador no desenvolvimento teórico e metodológico da Linguística Aplicada.( In the years since, ESP has consistently been at the cutting-edge of both theory development and innovative practice in applied linguistics,[...]
    Desde então, o ESP tem consistentemente estado na ponta do desenvolvimento da teoria e da prática inovadora na linguística aplicada,[...]

    D) O ESP tem consistentemente se (afastado) de insights sobre estrutura e significação de textos, se aproximando das demandas de contextos específicos (ESP has consistently provided grounded insights into the structures and meanings of texts[...] - O ESP (forneceu consistentemente) insights fundamentados sobre as estruturas e significados dos textos,[...]
    Os excertos acima traduzidos nos apontam que a alternativa D está errada. Ela diz o oposto do que está no texto.
    Gabarito do Professor: D

ID
3023512
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                                    TEXTO I

                                   English for Specific Purposes


      English for specific purposes (ESP) refers to language research and instruction that focuses on the specific communicative needs and practices of particular social groups. Emerging out of Halliday, Macintosh, and Strevens’ (1964) groundbreaking work nearly 40 years ago, ESP started life as a branch of English language teaching, promising a stronger descriptive foundation for pedagogic materials. In the years since, ESP has consistently been at the cutting-edge of both theory development and innovative practice in applied linguistics, making a significant contribution to our understanding of the varied ways language is used in particular communities. Drawing on a range of interdisciplinary influences for its research methods, theory, and practices, ESP has consistently provided grounded insights into the structures and meanings of texts, the demands placed by academic or workplace contexts on communicative behaviors, and the pedagogic practices by which these behaviors can be developed.

HYLAND, K. “English for specific purposes: some influences and impacts”. In: Cummins, J. and Davison, C., (eds.) The International Handbook of English language education. Springer: Norwell, Mass, 2006.

Afixos (sufixos e prefixos) são elementos que modificam as palavras e atribuem a elas determinadas classes morfológicas. O sufixo -ly, em “nearly” e “consistently”, atribui a esses termos a classe de:

Alternativas
Comentários
  • Item B.

    Os advérbios são palavras que modificam um verbo, um adjetivo ou outro advérbio.

    Quando são derivados de adjetivos, os advérbios são, na maioria dos casos, formados pelo acréscimo do sufixo -ly (-mente, em português) a um adjetivo.

  • Uma das formas de se derivar uma palavra de outra é através da adição de um prefixo (prefix)sufixo (suffix) ou ambos. Tanto o prefixo quanto o sufixo são também chamados afixos (affixes).

    Alguns exemplos são: 
    fortunate = feliz, afortunado  fortunately = felizmente, afortunadamente
    O -ly  é um sufixo colocado no final de uma palavra para assim formar uma nova palavra. No caso aqui um advérbio. 

    Exemplos 
    happily – felizmente
    carefully – cuidadosamente
    fluently – fluentemente
    simply – simplesmente
    Portanto o sufixo "ly"  (-mente, em português) acrescentado aos adjetivos "near" e "constant" fará com que esses adjetivos se tornem advérbios.
    Gabarito do Professor: B
  • Adverbs of manner: ADV+LY


ID
3023515
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                               TEXTO II

                            Introduction to reading strategies


      As students progress through school, they are asked to read increasingly complex informational and graphical texts in their courses. The ability to understand and use the information in these texts is key to a student’s success in learning. Successful students have a repertoire of strategies to draw upon, and know how to use them in different contexts. Struggling students need explicit teaching of these strategies to become better readers.


      Struggling readers need:

      • knowledge of different types of texts and the best strategies for reading them.

      • multiple and meaningful opportunities to practise reading in subj ect-specific contexts.

      • opportunities to practise reading with appropriate resources.

      • opportunities to talk about their reading and thinking.

      • background knowledge in subject areas.

      • expanded sight vocabularies and word-solving strategies for reading subj ect-specific texts.

      • strategies for previewing texts, monitoring their understanding, determining the most important ideas and the relationships among them, remembering what they read, and making connections and inferences.

      • strategies for becoming independent readers in any context.


      Common Understandings About Reading

      Reading is the active process of understanding print and graphic texts. Reading is a thinking process. Effective readers know that when they read, what they read is supposed to make sense. They monitor their understanding, and when they lose the meaning of what they are reading, they often unconsciously select and use a reading strategy (such as rereading or asking questions) that will help them reconnect with the meaning of the text. Reading skills and strategies can be taught explicitly while students are learning subject-specific content through authentic reading tasks.

      Effective readers use strategies to understand what they read before, during, and after reading.

      Before reading, they:

      • use prior knowledge to think about the topic.

      • make predictions about the probable meaning of the text.

      • preview the text by skimming and scanning to get a sense of the overall meaning. 

      During reading, they:

      • monitor understanding by questioning, thinking about, and reflecting on the ideas and information in the text.

      After reading, they:

      • reflect upon the ideas and information in the text.

      • relate what they have read to their own experiences and knowledge.

      • clarify their understanding of the text.

      • extend their understanding in critical and creative ways.


Students can be taught to be strategic and effective readers. Struggling readers benefit from a variety of instructional approaches that demonstrate reading skills as subject content is taught. Direct teaching, thinking aloud, modelling, discussion, and small-group support are only a few of the approaches teachers use to help students become more strategic and effective readers in different contexts.

Think literacy: cross-curricular approaches, Grades 7-12. Disponível em: http://www.edu.gov.on.ca/eng/studentsuccess/ thinkliteracy/files/reading.pdf . Acesso em 22 de novembro de 2018.

É correto afirmar que, dentre outros tópicos, o Texto II apresenta e discute:

Alternativas
Comentários
  • Após a leitura dos excertos traduzidos do texto, poderemos encontrar a resposta correta.
    (L. 3-4) Successful students have a repertoire of strategies to draw upon, and know how to use them in different contexts. Struggling students need explicit teaching of these strategies to become better readers.
    Tradução: Os alunos de sucesso têm um repertório de estratégias para usar e sabem como usá-los em diferentes contextos. Alunos com dificuldades precisam de um ensino explícito dessas estratégias para se tornarem melhores leitores.
    (3o parágrafo) Reading skills and strategies can be taught explicitly while students are learning subject-specific content through authentic reading tasks.
    Tradução: As habilidades e estratégias de leitura podem ser ensinadas explicitamente enquanto os alunos estão aprendendo conteúdo específico por assunto através de tarefas de leitura autênticas.

    Podemos, dessa forma, inferir que o Texto II apresenta e discute diferentes estratégias de leitura para leitores com dificuldades. 
    As outras alternativas não são mencionadas no texto.

    Gabarito do Professor: C

ID
3023518
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                               TEXTO II

                            Introduction to reading strategies


      As students progress through school, they are asked to read increasingly complex informational and graphical texts in their courses. The ability to understand and use the information in these texts is key to a student’s success in learning. Successful students have a repertoire of strategies to draw upon, and know how to use them in different contexts. Struggling students need explicit teaching of these strategies to become better readers.


      Struggling readers need:

      • knowledge of different types of texts and the best strategies for reading them.

      • multiple and meaningful opportunities to practise reading in subj ect-specific contexts.

      • opportunities to practise reading with appropriate resources.

      • opportunities to talk about their reading and thinking.

      • background knowledge in subject areas.

      • expanded sight vocabularies and word-solving strategies for reading subj ect-specific texts.

      • strategies for previewing texts, monitoring their understanding, determining the most important ideas and the relationships among them, remembering what they read, and making connections and inferences.

      • strategies for becoming independent readers in any context.


      Common Understandings About Reading

      Reading is the active process of understanding print and graphic texts. Reading is a thinking process. Effective readers know that when they read, what they read is supposed to make sense. They monitor their understanding, and when they lose the meaning of what they are reading, they often unconsciously select and use a reading strategy (such as rereading or asking questions) that will help them reconnect with the meaning of the text. Reading skills and strategies can be taught explicitly while students are learning subject-specific content through authentic reading tasks.

      Effective readers use strategies to understand what they read before, during, and after reading.

      Before reading, they:

      • use prior knowledge to think about the topic.

      • make predictions about the probable meaning of the text.

      • preview the text by skimming and scanning to get a sense of the overall meaning. 

      During reading, they:

      • monitor understanding by questioning, thinking about, and reflecting on the ideas and information in the text.

      After reading, they:

      • reflect upon the ideas and information in the text.

      • relate what they have read to their own experiences and knowledge.

      • clarify their understanding of the text.

      • extend their understanding in critical and creative ways.


Students can be taught to be strategic and effective readers. Struggling readers benefit from a variety of instructional approaches that demonstrate reading skills as subject content is taught. Direct teaching, thinking aloud, modelling, discussion, and small-group support are only a few of the approaches teachers use to help students become more strategic and effective readers in different contexts.

Think literacy: cross-curricular approaches, Grades 7-12. Disponível em: http://www.edu.gov.on.ca/eng/studentsuccess/ thinkliteracy/files/reading.pdf . Acesso em 22 de novembro de 2018.

Na sentença “They monitor their understanding, and when they lose the meaning of what they are reading...”, o item lexical “They” se refere a:

Alternativas
Comentários
  • Item C.

    Reading is a thinking process. Effective readers know that when they read, what they read is supposed to make sense. They monitor their understanding, and when they lose the meaning of what they are reading

  • Na sentença They monitor their understanding, and when they lose the meaning of what they are reading...", o item lexical “They" se refere a:
    Effective readers know that when they read, what they read is supposed to make sense. They monitor their understanding, and when they lose the meaning of what they are reading, they often unconsciously select[...]
    Tradução: Leitores eficientes sabem que, quando lêem, o que lêem deve fazer sentido. Eles monitoram sua compreensão e, quando (eles) perdem o significado do que (eles) estão lendo, muitas vezes selecionam inconscientemente[...]
    Conforme tradução, o item lexical "They" se refere aos leitores eficientes(effective readers)
    Gabarito do Professor: C

ID
3023521
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                               TEXTO II

                            Introduction to reading strategies


      As students progress through school, they are asked to read increasingly complex informational and graphical texts in their courses. The ability to understand and use the information in these texts is key to a student’s success in learning. Successful students have a repertoire of strategies to draw upon, and know how to use them in different contexts. Struggling students need explicit teaching of these strategies to become better readers.


      Struggling readers need:

      • knowledge of different types of texts and the best strategies for reading them.

      • multiple and meaningful opportunities to practise reading in subj ect-specific contexts.

      • opportunities to practise reading with appropriate resources.

      • opportunities to talk about their reading and thinking.

      • background knowledge in subject areas.

      • expanded sight vocabularies and word-solving strategies for reading subj ect-specific texts.

      • strategies for previewing texts, monitoring their understanding, determining the most important ideas and the relationships among them, remembering what they read, and making connections and inferences.

      • strategies for becoming independent readers in any context.


      Common Understandings About Reading

      Reading is the active process of understanding print and graphic texts. Reading is a thinking process. Effective readers know that when they read, what they read is supposed to make sense. They monitor their understanding, and when they lose the meaning of what they are reading, they often unconsciously select and use a reading strategy (such as rereading or asking questions) that will help them reconnect with the meaning of the text. Reading skills and strategies can be taught explicitly while students are learning subject-specific content through authentic reading tasks.

      Effective readers use strategies to understand what they read before, during, and after reading.

      Before reading, they:

      • use prior knowledge to think about the topic.

      • make predictions about the probable meaning of the text.

      • preview the text by skimming and scanning to get a sense of the overall meaning. 

      During reading, they:

      • monitor understanding by questioning, thinking about, and reflecting on the ideas and information in the text.

      After reading, they:

      • reflect upon the ideas and information in the text.

      • relate what they have read to their own experiences and knowledge.

      • clarify their understanding of the text.

      • extend their understanding in critical and creative ways.


Students can be taught to be strategic and effective readers. Struggling readers benefit from a variety of instructional approaches that demonstrate reading skills as subject content is taught. Direct teaching, thinking aloud, modelling, discussion, and small-group support are only a few of the approaches teachers use to help students become more strategic and effective readers in different contexts.

Think literacy: cross-curricular approaches, Grades 7-12. Disponível em: http://www.edu.gov.on.ca/eng/studentsuccess/ thinkliteracy/files/reading.pdf . Acesso em 22 de novembro de 2018.

De acordo com o Texto II, NÃO é considerada uma estratégia de leitura:

Alternativas
Comentários
  • É mais uma questão de tradução que de contexto.

    monitor understanding by questioning, thinking about, and reflecting on the ideas and information in the text.

    D - monitoramento das questões e reflexões propostas para o texto a ser lido

    Na verdade seria o monitoramento de entendimento pelo questionamento e reflexão nas ideias e informações contidas no texto.

    Questão extremamente mal formulada. Até porque em "  • strategies for previewing texts, monitoring their understanding, determining the most important ideas and the relationships among them, remembering what they read, and making connections and inferences."

    A estratégia não é fazer inferências e conexões , isso é uma consequência da estratégia de previsão de textos e monitoramento de entendimento .

  • Os trechos abaixo traduzidos nos apontarão a alternativa que não é considerada uma estratégia de leitura.

    Before reading, they: use prior knowledge to think about the topic; make predictions about the probable meaning of the text; preview the text by skimming and scanning to get a sense of the overall meaning.                                                                                                                                               During reading, they: monitor understanding by questioning, thinking about, and reflecting on the ideas and information in the text.                                                                                                                    After reading, they: reflect upon the ideas and information in the text; relate what they have read to their own experiences and knowledge;  clarify their understanding of the text, extend their understanding in critical and creative ways.
    Tradução: Antes de ler eles: usam conhecimento prévio para pensar sobre o tópico; fazem previsões sobre o provável significado do texto; pré-visualizam o texto usando as estratégias skimming e scanning para ter uma ideia do significado geral.                                                 Durante a leitura eles: monitoram a compreensão questionando, pensando e refletindo sobre as idéias e informações no texto.                                                                                                                       Depois de ler eles: refletem sobre as ideias e informações no texto; relacionam o que leram às suas próprias experiências e conhecimentos; esclarecem sua compreensão do texto, estendem sua compreensão de maneiras críticas e criativas.
    Após leitura das estratégias acima, podemos inferir que o monitoramento das questões e reflexões propostas para o texto a ser lido não é considerada uma estratégia de leitura.

    Gabarito do Professor: D

  • Os trechos abaixo traduzidos nos apontarão a alternativa que não é considerada uma estratégia de leitura.

    Before reading, they: use prior knowledge to think about the topic; make predictions about the probable meaning of the text; preview the text by skimming and scanning to get a sense of the overall meaning.                                                                                                                                               During reading, they: monitor understanding by questioning, thinking about, and reflecting on the ideas and information in the text.                                                                                                                    After reading, they: reflect upon the ideas and information in the text; relate what they have read to their own experiences and knowledge;  clarify their understanding of the text, extend their understanding in critical and creative ways.
    Tradução: Antes de ler, eles: use conhecimento prévio para pensar sobre o tópico; fazer previsões sobre o provável significado do texto; pré-visualize o texto digitalizando e digitalizando para ter uma ideia do significado geral.                                                                                                                Durante a leitura, eles: monitorar a compreensão questionando, pensando e refletindo sobre as idéias e informações no texto.                                                                                                                       Depois de ler, eles: refletir sobre as idéias e informações no texto; relacionar o que eles leram às suas próprias experiências e conhecimentos; esclarecer sua compreensão do texto estender sua compreensão de maneiras críticas e criativas.

  • Os trechos abaixo traduzidos nos apontarão a alternativa que não é considerada uma estratégia de leitura.

    Before reading, they: use prior knowledge to think about the topic; make predictions about the probable meaning of the text; preview the text by skimming and scanning to get a sense of the overall meaning.  

    Antes de ler eles: usam conhecimento prévio para pensar sobre o tópico; fazem previsões sobre o provável significado do texto; pré-visualizam o texto usando as estratégias skimming e scanning para ter uma ideia do significado geral.                                                                         

    During reading, they: monitor understanding by questioning, thinking about, and reflecting on the ideas and information in the text. After reading, they: reflect upon the ideas and information in the text; relate what they have read to their own experiences and knowledge;  clarify their understanding of the text, extend their understanding in critical and creative ways.

    Durante a leitura eles: monitoram a compreensão questionando, pensando e refletindo sobre as idéias e informações no texto. Depois de ler eles: refletem sobre as ideias e informações no texto; relacionam o que leram às suas próprias experiências e conhecimentos; esclarecem sua compreensão do texto, estendem sua compreensão de maneiras críticas e criativas.

    Após leitura das estratégias acima, podemos inferir que o monitoramento das questões e reflexões propostas para o texto a ser lido não é considerada uma estratégia de leitura.

    Gabarito do Professor: D


ID
3023527
Banca
SELECON
Órgão
Prefeitura de Cuiabá - MT
Ano
2018
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

TEXTO IV

Use of Technology in English Language Class


Technology is an effective tool for learners. Learners must use technology as a significant part of their learning process. Teachers should model the use of technology to support the curriculum so that learners can increase the true use of technology in learning their language skills (Costley, 2014; Murphy, DePasquale, & McNamara, 2003). Learners’ cooperation can be increased through technology. Cooperation is one of the important tools for learning. Learners cooperatively work together to create tasks and learn from each other through reading their peers’ work (Keser, Huseyin, & Ozdamli, 2011).

Bennett, Culp, Honey, Tally, and Spielvogel (2000) asserted that the use of computer technology lead to the improvement of teachers’ teaching and learners’ learning in the classes. The use of computer technology helps teachers meet their learners’ educational needs. According to Bransford, Brown, and Cocking (2000), the application of computer technology enables teachers and learners to make local and global societies that connect them with the people and expand opportunities for their learning. They continued that the positive effect of computer technology does not come automatically; it depends on how teachers use it in their language classrooms.

AHMADI, M. R. The use of techonology in English language learning: a literature review. International Journal of Research in English Education. Volume 3, Number 2, June 2018


Pode-se inferir do Texto IV que:

Alternativas
Comentários
  • Esperando o comentario!

  • Item C.

    They continued that the positive effect of computer technology does not come automatically; it depends on how teachers use it in their language classrooms.

    O efeito positivo da tecnologia (computador) não vem automaticamente, pois depende de como os professores a utilizam nas suas aulas.

  • O texto discute o uso da tecnologia na aula de Inglês e segundo trecho do último parágrafo traduzido abaixo, podemos encontrar a resposta.

    They continued that the positive effect of computer technology does not come automatically; it depends on how teachers use it in their language classrooms..

    Tradução: Eles continuaram dizendo que o efeito positivo da tecnologia de computadores não vem automaticamente; depende de como os professores o usam em suas salas de aula de línguas.

    Conforme tradução acima, pode-se inferir que os efeitos positivos da tecnologia em sala de aula dependem de como os professores usam essa tecnologia.
    Gabarito do Professor: C