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Prova CIEE - 2019 - TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO) - Estagiário - Nível Médio


ID
3224035
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

Considerando o título do texto “Conversa de água quente”, podemos inferir que o autor:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? ?Conversa de água quente?

    ? Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada ?Mulher escrevendo enquanto toma chá?

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
3224038
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

Nos trechos “Bons títulos dão trabalho? Exigem do escritor? Valem o esforço?” (5º§), o ponto de interrogação foi empregado para:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este ?Homem escrevendo enquanto toma chimarrão?.

    ? Observa-se que os pontos de interrogação têm o intuito de levantar questionamentos acerca dos termos que compõe um texto, esses questionamentos são respondidos pelo próprio autor, é uma estratégia argumentativa usada para trazer respostas diretas ao texto.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
3224041
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

Levando em consideração a coerência textual, em “O ideal é estarem parelhos.” (3º§), a expressão destacada significa:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice?versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título.

    ? O termo é um adjetivo e equivale àquilo semelhante, igual, muito parecido, formado em partes iguais.

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  • Gabarito: D

    Parelho - Igual; semelhante aos de sua espécie, particularmente grãos de cereais.


ID
3224044
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

Em “’Bar ruim é lindo, bicho’ é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra.” (3º§), o acento indicativo da crase foi devidamente utilizado. Todavia, seu uso é facultativo em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? Entregue o livro à minha mãe por favor.

    ? Quem entrega, entrega alguma coisa (=o livro ? objeto direto) a alguém (preposição "a" + artigo definido "a" que acompanha facultativamente o pronome possessivo adjetivo "minha"=à minha ou mãe ou a minha mãe).

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • GAB: A

    Sinal Indicativo de Crase é facultativo nos seguintes casos:

    *Antecedendo nome próprio feminino*

    *Antecedendo Pron. possessivo feminino*

    *Antecedendo Pron. de tratamento "senhora/senhorita"*

    Antecedendo a preposição até (sentido de direção), quando houver substantivo feminino logo após*

  • Gab.A: Pronome Possessivo Adjetivo Feminino é facultativo.

    O item D para saber se recebe crase, é só substituir Aquele,(a) (o), por Este (a) (o), se couber há crase.É obrigatório.

  • Lembrando : A crase será obrigatória quando o pronome possessivo estiver no plural !!!

    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

    O segredo do sucesso é nunca desistir !!!

  • GAB. A

    O comentários mais curtido, do Di Levi's, está certinho, porém com uma ressalva: a crase será facultativa apenas antes de pronome feminino SINGULAR, assim como disse o Anderson, se for plural, a crase será obrigatória.

  • Só existem três casos de frase facultativa: - antes de nomes próprios femininos. - depois da preposição ATÉ. - antes de pronomes possessivos femininos adjetivos(pronome que acompanha o substantivo).
  • Diante de pronome possessivo não há crase.

  • A questão exige conhecimento de crase e quer que encontremos a única alternativa que a crase ocorre facultativamente.

    a) Entregue o livro à minha mãe por favor.

    O verbo ENTREGAR rege a preposição "a" , pois quem entrega, entrega algo A alguém. O termo regido ter uma pronome possessivo feminino singular, a crase ocorrerá de forma facultativa. CORRETA.

    b)O autor ficou à vontade ao publicar seus textos.

    Ocorre a crase em locução adverbial obrigatoriamente. INCORRETA.

    c)Os leitores fizeram críticas à algumas crônicas.

    Não ocorre crase diante de pronome indefinido e vale lembrar que também temos a proibição de não poder ter crase no singular diante de palavra no plural. INCORRETA.

    d)Àqueles leitores foram dadas diversas oportunidades.

    A crase ocorre de forma obrigatória diante de verbo ( DAR) que rege a preposição "a" e diante de pronome demostrativo AQUELE, AQUELA e AQUILO. INCORRETA.

    GABARITO A


ID
3224047
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

No trecho “O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa.” (2º§), a expressão destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

Alternativas
Comentários
  • Prodigiosa é o feminino de prodigioso. O mesmo que: maravilhosa, espantosa, extraordinária, miraculosa.

    Fonte: Dicionário de Língua Portuguesa


ID
3224050
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

Em “Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto.” (4º§), os parênteses têm como finalidade:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista ? este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.

    ? Os parênteses indicam a inserção de uma informação adicional, observa-se que essa informação pode ser retirada e não prejudicará o entendimento do texto.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • repulsa = antipatia, repugnar, repelir


ID
3224053
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2019
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Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

De acordo com as ideias do texto, é INADEQUADO afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? Lembrando que queremos a alternativa incorreta:

    ? Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice?versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. 

    ? O autor menciona que tanto o conteúdo, quanto o título devem ser similares, devem ter o mesmo valor quanto ao ato de construção, ambos possuem a mesma importância.

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TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

Levando em consideração a norma-padrão da Língua Portuguesa e, ainda a vigência do Novo Acordo Ortográfico, assinale a palavra escrita corretamente.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    A) Juri ? o correto é "júri".

    B) Subrogar ? o correto é "sub-rogar", com o prefixo -sub é permitido que, além do h e do b, também se utilize hífen quando a segunda palavra começa pela letra r.

    C) Coedição ? correto, o prefixo -co tem medo de ficar sozinho, é escrito junto.

    D) Euroasiático ? o correto é "euro-asiático" ? Elementos como afro-, anglo-, euro-, franco-, indo-, luso-, quando compõem adjetivos pátrios (também chamados de gentílicos), apresentam hífen.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Regras importantes sobre Hífen

    Nos prefixos "CO" e "RE"

    1) Duas observações importantes: a) quando o segundo elemento tem h, perde-se esse h, e se juntam os elementos sem hífen (coabitar, coerdeiro); b) ainda que o segundo elemento se inicie pela mesma vogal que encerra o prefixo, mesmo assim não há hífen (coobrigado, cooperar, coordenação).

    2) hipótese de ser o segundo elemento iniciado por r ou s, dobram-se as consoantes:

    correferência, correlação, corresponsabilidade, corréu, cossecante, cossegurador, cossignatário.

    3) Não se abre exceção nem mesmo para a hipótese de ser o elemento seguinte iniciado por vogal. Exs.: coacusado, coadministrador, coapelante, coarrendante, coautor, coeditor, coeducador, coexistência, coigual, coindicação, coobrigar, cooperação, coordenação, counívoco.

    Fonte: Migalhas.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • o co é covarde não fica sozinho

  • A) Juri → o correto é "júri".

    B) Subrogar → o correto é "sub-rogar", com o prefixo -sub é permitido que, além do h e do b, também se utilize hífen quando a segunda palavra começa pela letra r.

    C) Coedição → correto, o prefixo -co tem medo de ficar sozinho, é escrito junto.

    D) Euroasiático → o correto é "euro-asiático" → Elementos como afro-, anglo-, euro-, franco-, indo-, luso-, quando compõem adjetivos pátrios (também chamados de gentílicos), apresentam hífen.


ID
3224059
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

No trecho “Isto é o que pensa, humildemente, este 'Homem escrevendo enquanto toma chimarrão'.” (5º§), o termo “humildemente” exprime circunstância de: 

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ?  ?Isto é o que pensa, humildemente, este 'Homem escrevendo enquanto toma chimarrão'.?

    ? Temos um advérbio de modo, expressa o modo com ele pensa, modo humilde, de maneira humilde, modo respeitoso.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • A noção de modo pode ser melhor compreendida quando trocamos por " a maneira"

    São também considerados de modo:

    bemmalassim, adrede, melhor, pior, depressa, acinte, debalde, devagar, às pressas, às claras, às cegas, à toa, à vontade, às escondidas, aos poucos, desse jeito, desse modo, dessa maneira, em geral, frente a frente, lado a lado, a pé, de cor, em vão e a maior parte dos que terminam em "-mente": calmamente, tristemente, propositadamente, pacientemente, amorosamente, docemente, escandalosamente, bondosamente, generosamente.

    Fonte: Só português.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Obrigado Arthur!

  • Alô concurseiros.

    Se liga na dica.

    Geralmente os advérbios de modo são determinados em MENTE.

  • Como(modo) ele pensa?humildemente(advérbio).

  • Humildemente é o MODO como ele pensa .

  • gabarito letra=A

    Os advérbios de modo, em sua maioria, são terminados pelo sufixo -mente. Este sufixo se junta à forma feminina dos .

    Provavelmente, a carga tributária continuará se elevando.

    É certamente difícil a disputa em concursos públicos.

    Mais investimento em educação é uma iniciativa extremamente importante.

    Crianças em situação de risco ficam em condições terrivelmente cruéis.

    Porém, não podemos esquecer de enfatizar que nem todas as palavras terminadas em -mente são advérbios de modo.

    ................................................................................................................................................................................

    Além dos Advérbios de modo, também podem terminar em -mente os advérbios:

     (provavelmente, possivelmente);

    de intensidade (excessivamente, demasiadamente);

    de tempo (imediatamente, diariamente);

     (certamente, realmente);

    de ordem (primeiramente, ultimamente).

  • tudo que termina em mente e adverbio


ID
3224062
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa em que o plural do substantivo composto está INCORRETO.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    ? Abaixos-assinados

    ? advérbio "abaixo" (=em posição inferior) + adjetivo, advérbio é invariável, logo o plural correto é "abaixo-assinados".

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  •  abaixo assinado serve, “como locução adjetiva, para indicar quem subscreve um abaixo-assinado”

    abaixo-assinado, que é a denominação do próprio documento firmado por diversas pessoas,substantivo composto.

    "abaixo" advérbio é invariável (=em posição inferior) + "assinado" adjetivo é variável, logo o plural correto é "abaixo-assinados".

    “Estabeleça-se a diferença entre abaixo-assinado (documento)abaixo assinado (signatário)”.2

  • Abaixo-assinados.

  • O plural de abaixo-assinado é abaixo - assinados. Note que "abaixo" é advérbio e "assinado", particípio com função adjetiva. Somente o particípio varia.

  • Resposta: D

    Para conhecimento: Qdo o segundo elemento dá ideia de finalidade, semelhança ou limita, somente o primeiro vai para plural:

    ex: Escola-Padrão - escolas-padrão

    Pombo-Correio - pombos-correio

  • ABAIXO-ASSINADOS BELEZA?????

  • 1) Substantivo + substantivo que especifica o primeiro

    Apenas o primeiro elemento passa para o plural. Exemplos: caneta-tinteiro (canetas-tinteiro), salário-família (salários-família), banana-prata (bananas-prata).

    2) Palavras unidas por preposição

    Apenas o primeiro elemento passa para o plural, tal como a regra acima. Exemplos: estrela-do-mar (estrelas-do-mar), mula-sem-cabeça (mulas-sem-cabeça), peroba-do-campo (perobas-do-campo).

    3) Verbo ou advérbio + substantivo ou adjetivo

    Apenas o segundo elemento passa para o plural. Exemplos: abaixo-assinado (abaixo-assinados), beija-flor (beija-flores), sempre-viva (sempre-vivas).

    4) Palavras repetidas ou onomatopaicas

    Apenas o segundo elemento passa para o plural, tal como a regra acima. Exemplos: pingue-pongue (pingue-pongues), teco-teco (teco-tecos), tique-taque (tique-taques).

    5) Palavra variável + palavra variável

    Os dois elementos passam para o plural. Lembrando que são palavras variáveis substantivos, verbos, adjetivos, pronomes, artigos e numerais. Exemplos: cota-parte (cotas-partes), mão-boba (mãos-bobas), segunda-feira (segundas-feiras).

  • ADVÉRBIO NUNCA VARIA EM HIPÓTESE ALGUMA,SABE POR QUÊ? PORQUE CIRCUNSTÂNCIAS NÃO SÃO DETERMINADAS POR GRAU, GÊNERO NEM SINGULAR E PLURAL


ID
3224065
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Conversa de água quente

Discordar a boca pequena, antes de mostrar respeito, pode esconder inveja. Discordar em público, antes de parecer afronta, pode ser reverência. É neste sentido que ouso ocupar este espaço para contrapor os conceitos defendidos pela grande cronista Martha Medeiros em sua recente coluna denominada “Mulher escrevendo enquanto toma chá”. Em resumo (e resumos são sempre perigosos), ela diz admirar os títulos simples e meramente descritivos das telas de mestres da pintura para justificar insegurança e preguiça no momento de nomear suas próprias criações. Junto, relativiza a importância daquelas poucas palavras que merecerão destaque garrafal no texto – o oposto do que acontece nas galerias. E se contradiz, em parte: reconhece a dúvida (logo, o sofrimento) para escolher os títulos de seus livros. No fundo, sabe que não pode ser tão relaxada quanto deseja que acreditemos.
Aprendi a importância da sedução nos títulos em tempos pretéritos, compondo “chamadas” publicitárias (por onde também circulou a poeta Martha). Mais tarde, enquanto preparava a terra a qual sustenta o que escrevo, o professor Assis Brasil ensinou em oficina: títulos devem conter promessas. O casamento deste par de conceitos, sedução e promessa, é síntese prodigiosa. Há mil maneiras de prometer e outras mil de seduzir – alguma será mais eficaz. Sob medida. Para quê? Para convencer até mesmo o sujeito mais distraído de que vale a pena abrir o livro, assistir ao filme, ver a exposição. Especialmente na crônica, títulos não miram o leitor habitual: servem para tornar leitor quem está de passagem. Abatê‐lo e carregar para dentro dos parágrafos. Talvez (belo propósito!), fazê‐lo contumaz dali em diante.
Bons títulos não salvam mau conteúdo e vice‐versa. O ideal é estarem parelhos. Se investi muitas horas de revisão e polimento no texto, vale a mesma regra para compor o título. Por exemplo: “Meio intelectual, meio de esquerda” é como se chama o ótimo livro do excelente Antonio Prata. “Bar ruim é lindo, bicho” é o nome da crônica da qual ele pescou a expressão levada à capa da obra. Viram como a mesma matriz pode gerar um título genial e outro meia‐boca? Pergunto: qual dos dois recebeu olhar mais atento? Por fim, na condição de arte, títulos devem trazer estranhamento, novidade. Luz. Ainda falando em sedução e promessa, o que dizer do nome deste livro: “Topless”? Nem preciso dizer quem é a autora…
Martha conclui a crônica (outro momento crucial) dizendo que, a partir daquele título simplório, o leitor pulou para dentro do texto. Verdade. Sou prova viva. Porém, o fiz por causa de outro destaque na página: o nome da colunista – este sim construído com apreço e ao longo de muitos anos. Registro aos jovens escritores: nada que se faça com preguiça e insegurança.
Muito bem, respeitarei o ponto de vista de uma das mais consagradas colunistas deste nosso tempo. Mas reitero que discordo de maneira fervorosa. Bons títulos dão trabalho? Muito. Exigem do escritor? Ao extremo. Valem o esforço? Sim! Isto é o que pensa, humildemente, este “Homem escrevendo enquanto toma chimarrão”.

(Rubem Penz. Conversa de água quente. Adaptado.) 

A palavra “título” transcrita do texto é acentuada pela mesma razão que a seguinte expressão:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    ? tí-tu-lo (=proparoxítona, é isso que queremos):

    A) Será ? oxítona terminada em -a.

    B) Página ? temos aqui a nossa proparoxítona e a nossa resposta.

    C) Distraído ? palavra acentuada devido à regra dos hiatos.

    D) Construído ? também acentuada devido à regra dos hiatos.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • RETIFICANDO: GABARITO LETRA B

  • Gabarito: B

    Todas as proparoxítonas são acentuadas.

  • aquela questão que, de tão simples, vc marca com medo de ser pegadinha


ID
3224068
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a afirmativa que apresenta ERRO quanto à regência verbal.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    A) Obedeça aos mais velhos ? correto, "obedecer" a alguém (verbo transitivo indireto, o qual rege o uso de termo iniciado pela preposição "a" ? a+os= aos).

    B) Aspiro o ar da manhã diariamente ? correto, "aspirar" com sentido de "inalar" algo, sentir o cheiro de algo, é um verbo transitivo direto, somente artigo definido "o" presente.

    C) A turma aspirava ao primeiro lugar ? correto, aspirar com sentido de almejar algo é um verbo transitivo indireto e rege a preposição "a" (=aspirar a algo + artigo definido "o"= ao).

    D) Obedeço sempre o regimento interno ? seguindo a letra "a", temos a regência da preposição "a" pelo verbo, o correto é "ao regimento interno".

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Obedeço sempre ao regime interno.

    Seria o correto,pois se trata de um verbo transitivo indireto que exige o objeto indireto.


ID
3224071
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa e, ainda, a vigência do Novo Acordo Ortográfico, assinale a afirmativa que apresenta ERRO de grafia.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    ? Sou considerada co-autora desses parágrafos.

    ? O prefixo -co nunca aceita hífen. Com ele, é tudo colado. Quando seguido de r ou s, dobra as consoantes para manter a pronúncia do vocábulo: coautor, coautora, cooperação, coerdeiro, comorador, coinquilino, coprodução, corréu, correpresentante, cossecante. 

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  • Regra básica:

    Nos prefixos "CO" e "RE"

    1) Duas observações importantes: a) quando o segundo elemento tem h, perde-se esse h, e se juntam os elementos sem hífen (coabitar, coerdeiro); b) ainda que o segundo elemento se inicie pela mesma vogal que encerra o prefixo, mesmo assim não há hífen (coobrigado, cooperar, coordenação).

    2) hipótese de ser o segundo elemento iniciado por r ou s, dobram-se as consoantes:

    correferência, correlação, corresponsabilidade, corréu, cossecante, cossegurador, cossignatário.

    3) Não se abre exceção nem mesmo para a hipótese de ser o elemento seguinte iniciado por vogal. Exs.: coacusado, coadministrador, coapelante, coarrendante, coautor, coeditor, coeducador, coexistência, coigual, coindicação, coobrigar, cooperação, coordenação, counívoco.

    Fonte: Migalhas.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Gabarito: Letra C

    O CO é COVARDE não fica sozinho.

    O correto é Coautora e não Co- autora.


ID
3224074
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa que CONTRARIA a norma-padrão da Língua Portuguesa em relação à concordância.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? São bastante frutas cultivadas no pomar.

    ? O termo em destaque é um pronome indefinido e não um advérbio, o mesmo deve concordar com o substantivo "frutas" ? bastantes/muitas frutas.

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    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Para saber se bastante é advérbio é só trocar por 300 se variar não será advérbio.

    São 300 frutas cultivadas no pomar.

    Fez sentido, logo não é advérbio.

    GABARITO. B

  • Bastantes = muitas(os) = ( adjetivo )

    Bastante = muito(a) ,não variou = advérbio.

  • são bastantes frutas cultivadas no pomar


ID
3224077
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a afirmativa INCORRETA segundo as normas de concordância.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    ? Lembrando que queremos a alternativa incorreta:

    ? Fazem dois anos que nos conhecemos ? verbo "fazer" indicando tempo decorrido é impessoal e não deve ser flexionado, o correto é "faz dois anos".

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  • Letra a - Correta

    Reformam-se casas e apartamentos.

    Ou seja, casas e apartamentos são reformados. Verbo no plural.

    Letra B- incorreta (gabarito)

    Fazem dois anos que nos conhecemos.

    Verbo "fazer" no sentido de tempo transcorrido é impessoal, por isso, fica no singular. Correto: Faz dois anos que nos conhecemos.

    Letra C - correta

    São 10 horas da manhã e ninguém apareceu.

    Verbo "ser" concorda com o numeral 10.

    Letra D - correta

    42% dos alunos daquela escola passaram no vestibular.

    Verbo "passar" concordando com o sujeito no plural.

  • faz dois anos


ID
3224080
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No BrOffice Writer, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, no item Documentos recentes é apresentada uma relação de documentos abertos recentemente. Localizado em um dos Menus do Writer, Trata-se do:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B.

  • O Menu Arquivo contém os comandos que se aplicam a todo o documento, como Abrir, Salvar e Exportar como PDF. 

  • Tanto no Word quanto no Wirter é possível visualizar os itens abertos recentemente por meio da guia arquivo.

    Word-----Arquivo ----------Página inicial -------------Recentes

    Wirter -------Arquivo -----------Documentos recentes.

    Bons estudos!

  • O QUE TEMOS NO Menu Arquivo ?

    -NOVO

    -ABRIR

    -ASSISTENTE

    -FECHAR

    -SALVAR

    -SALVAR COMO

    -EXPORTAR

    -ASSINATURADIGITAL

    -IMPRIMIR


ID
3224083
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No BrOffice Writer, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, quando se aciona as teclas [CTRL+ S] o resultado é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra A

    Salvar ==> Ctrl+S (Seleciona todo o texto)

  • Word → Ctrl + B = Salvar

    Writer → Ctrl + S = Salvar (BrOffice)

    ( Não tenho certeza, mas é o que diz a questão → Gab: A )

  • GABARITO - LETRA A.

    LibreOffice

    Abrir: Ctrl + O

    Fechar: Alt + F4

    Salvar: Ctrl + S

    Salvar como: Ctrl + Shift + S

  • Uma dica importante que meu professor compatilhou em uma de suas aulas foi refere às teclas de atalho do comando FECHAR DOCUMENTO ABERTO: CTRL + F4 ou CTRL + W (ambas as teclas de atalho possuem a mesma função)

    Agora, se você quer SAIR DE TODOS OS DOCUMENTOS ABERTOS DO PROGRAMA LIBRE OFFICE (seja ele um documento do writer ou do calc, por exemplo): CTRL + Q

    Eles podem trocar esses comandos na hora da prova!

    Espero ter ajudado! :)

  • GABARITO: LETRA A

    LibreOffice:

    Salvar: CTRL + S

    Fechar: ALT + F4

    Salvar como: CTRL + SHIFT + S

    Abrir arquivo: CTRL + O

    Word

    Salvar: CTRL + B

    Fechar: ALT + F4

    Salvar como: F12

    Abrir arquivo: CTRL + A

  • no meu tanto o ctrlS quanto crtlshitS deu salvar como

  • Writer > Ctrl + (S)ave

  • Salvar como = Ctrl + Shift + S

  • Ctrl + Q = Fechar Writer

    Bons estudos ! Just do it

  • Quando o documento vai ser salvo pela primeira vez, sempre será "salvar como" independente do atalho, cntrl + s ou cntrl + shift + s


ID
3224086
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Ao editar um texto com o BrOffice Writer, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, repentinamente todo o texto fica selecionado. É correto afirmar que as telas acionadas são:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva A

    Pressione Ctrl+A no teclado para selecionar todo o texto no documento

  • No Writer Ctrl+A, no Word Ctrl+T.

  • Ctrl+B >> negrito 

    Ctrl+p >> imprimir

     

  • A) CTRL + A

    Selecionar tudo no Wirter

    No Word = Abrir

    B) CTRL + B

    Negrito no Word

    No Word= Salvar - Ctrl + B

    C) CTRL + P

    Imprimir no Wirter

    No Word - Ctrl + P

    D) CTRL + T

    Teclas de atalho na Galeria

    Abra a caixa de diálogo Inserir título

    Fonte: http://www.bomdespacho.mg.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/LibreOffice-Atalhos.pdf

  • CTRL+A => All (tudo)

  • A --> ALL (todo);

    U --> Underline (sublinhado);

    L --> Left (alinha o texto à esquerda);

    B --> Bold (negrito);

    O --> Open (abrir documento);

    S --> Save (salvar);

    N --> New (novo doc.);

    F --> Find (procurar/localizar).

  • WRITER X WORD

    SELECIONAR TUDO:

    WRITER: CTRL + A

    WORD: CTRL + T

    SALVAR:

    WRITER; CTRL + S

    WORD: CTRL + B

    SALVAR COMO:

    WRITER: CTRL + SHIFT + S

    WORD: F12

    NOVO:

    WRITER: CTRL + N

    WORD: CTRL + O

    ABRIR:

    WRITER: CTRL + O

    WORD: CTRL + A

    NEGRITO:

    WRITER: CTRL + B

    WORD: CTRL + N

    REPETIR:

    WRITER: CTRL + SHIFT + Y

    WORD: CTRL + R

    SOBRESCRITO:

    WRITER: CTRL + SHIFT + P

    WORD: CTRL + SHIFT + +

    SUBSCRITO:

    WRITER: CTRL + SHIFT + B

    WORD: CTRL + =

    ......

  • Nos navegadores também


ID
3224089
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

A instalação padrão do Windows 10, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, inclui seis bibliotecas-padrão. Assinale, a seguir, duas dessas bibliotecas.

Alternativas
Comentários
  • Estranho. Segundo a própria Microsoft, são blibliotecas-padrão:

    As bibliotecas padrão incluem:

    Documentos;

    Música;

    Imagens; e

    Vídeos.

    Não tem essa de "Imagens da Câmera".

    As bibliotecas são criadas com base nas pastas conhecidas herdadas (como meus documentos, minhas imagens e minhas músicas) às quais os usuários estão familiarizados. Essas pastas conhecidas são incluídas automaticamente nas bibliotecas padrão e definidas como o local de salvamento padrão. Ou seja, quando os usuários arrastam, copiam ou salvam um arquivo na biblioteca de documentos, o arquivo é movido, copiado ou salvo na pasta meus documentos. Administradores e usuários podem alterar o local padrão de salvar para.

    Fonte: https://docs.microsoft.com/pt-br/windows/client-management/windows-libraries

  • Bem, vasculhei o win 10 e tem o imagens da câmera sim, como eu não criei essa pasta nem instalei nada relacionado à câmeras, é uma das padrões.

  • Sem adentrar no mérito e ficar batendo boca com a questão;

    dá para fazer por eliminação..

    Não existe estas bibliotecas PDF, Livro, Show..

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Para mostrar bibliotecas no Explorador de Arquivos, selecione a guia Exibir e selecione Painel de navegação > Mostrar bibliotecas.

    Fonte:https://support.microsoft.com/pt-br/help/4026298/windows-show-libraries-in-file-explorer

  • GABA d)

    Acesso rápido / Documentos

    Acesso rápido / imagens / imagem da câmera

  • É essencial ter um W10 para praticar.

  • No total são 6.

  • As seis Bibliotecas-padrão são:

    Documentos;

    Músicas;

    Imagens da câmera;

    Vídeos;

    Imagens salvas;

    Imagens.

  • VIM Da biblioteca:

    *Vídeos

    *Imagens

    *Músicas

    *Documentos


ID
3224092
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Quando uma instalação do Windows 10, Configuração Local, Idioma Português-Brasil é feita, algumas pastas de sistema são criadas durante o processo. São elas, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva C

    Pasta Arquivos Executáveis.

  • Se o Windows está sendo instalado, ou seja, ainda não está em funcionamento, não tem nenhum sentido em ter uma pasta para executar arquivos.

  • Pasta arquivos e

  • Lembrando que arquivos executáveis possuem a extensão .EXE e, além de serem de maior risco para o sistema como um todo, não pode ser anexado em e-mails.

  • Arquivos executáveis são os que realizam comandos quando abertos pelo usuário. Extensões comuns para esses arquivos são EXE, BAT e COM. Passe o antivírus nos arquivos antes de abri-los.


ID
3224095
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

As zonas horárias ou fusos horários são cada uma das vinte e quatro áreas em que se divide a Terra e que seguem a mesma definição de tempo. Os fusos horários corrigiram em parte o problema, ao colocar os relógios de cada região no mesmo tempo solar médio. O fuso referencial para a determinação das horas é o Greenwich, cujo centro é:

Alternativas
Comentários
  • O fuso incia-se em Greenwich e a cada 15° de seu meridiano central é equivalente a 60 minutos sendo positivo para leste e negativo para oeste. Ele é um arco de 180° que marca de seu ponto central a longitude para qualquer ponto do planeta.

  • Meridiano de Greenwich passa sobre a região de Greenwich, nos arredores de Londres, na Inglaterra e é divide o Globo Terrestre em Oriente e Ocidente e pode-se medir a escala de Longitude.Sua função é servir como referência para o cálculo de distâncias (Longitude) e estabelecer o fuso horário de cada região, correspondente a uma faixa de quinze graus de largura.

  • é o marco zero do Meridiano de greenwich

  • KKKKKKKKKKKKKKKK


ID
3224098
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
História
Assuntos

“A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial começou em 16 de setembro de 1944, durou sete meses e teve como objetivo a libertação da Itália. Após ceder à pressão do governo norte-americano, o presidente __________________ encerrou o período de neutralidade.” Assinale a alterativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • A razão mais imediata foi o afundamento de vários navios mercantes brasileiros por submarinos alemães e italianos durante o primeiro semestre de 1942. “Como conseqüência, a população saiu às ruas no Rio de Janeiro exigindo a declaração de guerra ao Eixo”, diz o historiador Ricardo Seitenfus, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. Entretanto, a participação do Brasil na Segunda Guerra envolveu um delicado balanço entre questões econômicas, comerciais, políticas e estratégicas. Nos anos anteriores ao conflito, o país vinha aumentando seu comércio com a Alemanha de Hitler até se transformar, no final da década de 30, no sexto maior parceiro comercial alemão.

    Além disso, havia setores do governo brasileiro que simpatizavam com os nazi-fascistas, e as atitudes do próprio presidente Getúlio Vargas chegaram a alimentar rumores de que o Brasil poderia aderir ao Eixo, a aliança que reunia Alemanha, Itália e Japão. “Do outro lado, os Estados Unidos acenavam com ampla cooperação financeira e militar caso o Brasil se afastasse do bloco inimigo”, afirma Ricardo. O momento era oportuno para o Brasil tentar tirar proveito dos dois lados. Nessa negociação, quem pôs mais vantagens na mesa foram os americanos, que ofereceram colaboração econômica, ajuda para reequipar as Forças Armadas e apoio financeiro para a construção da Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda (RJ), que impulsionou a modernização do parque industrial.(FONTE:SITE ABRIL )

    GAB : B

    @CONCURSEIRO_PERSEVERANTE

  • O presidente em exercício na época era Getúlio Vargas (1930-1945), que aliou o Brasil aos EUA e rompeu relações diplomáticas com o Eixo.

  • Até 1937, o Brasil desenvolvia relações diplomáticas cordiais com a Alemanha, condição que foi rompida no ano seguinte. A mudança, porém, apenas colocou o país na neutralidade. A situação mudaria apenas em 1942, quando finalmente o Brasil rompeu relações diplomáticas com o Eixo.

    Naquele contexto, 19 navios brasileiros foram atacados na costa brasileira pelas forças alemãs, o que causou a morte de 500 pessoas.

    Com esses ataques, iniciou-se um período de grande pressão popular para que o Brasil entrasse na guerra. Getúlio Vargas, então, passou a apoiar os Aliados.

    Resposta: B


ID
3224101
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Quanto aos fatores que contribuíram para o processo de industrialização no Brasil, analise as afirmativas.

I. A exportação de café gerou lucros que permitiram o investimento na indústria.
II. Os imigrantes estrangeiros traziam consigo as técnicas de fabricação de diversos produtos.
III. A dificuldade de importação de produtos industrializados durante a Primeira Guerra Mundial estimulou a indústria.
IV. O êxodo rural foi o fator determinante para a mão de obra na criação das indústrias.

Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Comentários
  • Vários fatores contribuíram para o processo de industrialização no Brasil:

    A exportação de café gerou lucros que permitiram o investimento na indústria;

    Os imigrantes estrangeiros traziam consigo as técnicas de fabricação de diversos produtos;

    A formação de uma classe média urbana consumidora, estimulou a criação de indústrias;

    A dificuldade de importação de produtos industrializados durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) estimulou a indústria.

    Questão elaborada com base no texto retirado de: https://www.todamateria.com.br/industrializacao-no-brasil/

  • A alternativa que está incorreta é a IV, por isso que o gabarito é LETRA C

    acho que ficaria correto se dissesse: A criação das indústrias foi o fator determinante para o êxodo rural, já que muitos saíram do campo a partir da grande oferta de emprego causada pela industrialização


ID
3224104
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

O presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, prestou depoimento por cerca de sete horas ao Ministério Público na condição de testemunha, sobre o escândalo envolvendo o acordo com o Brasil para renegociação da energia de:

Alternativas
Comentários
  • Brasil e Paraguai anularam, nesta quinta-feira (1º), a ata sobre compra de energia da usina de Itaipu assinada em maio por representantes dos dois países que iniciou uma crise política no governo de Mario Abdo Benítez.

    https://g1.globo.com/mundo/noticia/2019/08/01/brasil-e-paraguai-anulam-acordo-sobre-compra-de-energia-de-itaipu.ghtml

  • A energia binacional vem da usina Itaipu, rio paraná, Paraguai e Brasil.

    A Belo Monte, rio Xingu, fica no norte, a segunda maior do Brasil.

  • usina hidrelétrica Itaipu Binacional está localizada no Rio Paraná, no trecho de fronteira entre o Brasil e o Paraguai, 14 km ao Norte da Ponte da Amizade, nos municípios de Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai.


ID
3224107
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

“A Reforma da Previdência foi aprovada na Câmara dos Deputados e vai para apreciação do Senado. Se aprovada, será fixada idade mínima para se aposentar. Para quem já está trabalhando, regras de transição exigirão mais tempo na ativa. O objetivo é conter um déficit bilionário, que deixaria a Previdência inviável no futuro. O projeto prevê idade mínima para se aposentar de _____ anos, para mulheres, e _____ anos, para os homens, com pelo menos 20 anos de contribuição.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • 62 para mulheres e 65 para homens. Letra C


ID
3224110
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Marcelo, interessado em ingressar na carreira de engenharia, pesquisou sobre os valores salariais no início e no fim da carreira. Considerando que Marcelo encontrou em suas pesquisas que o salário inicial de um engenheiro era de R$ 7.500,00 e ao fim da carreira era de R$ 16.875,00, qual é a proporção entre os salários final e inicial de um engenheiro?

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Letra C

    Proporção entre os salários final e inicial de um engenheiro (pergunta feita pela questão).

    Salário final/ salário inicial

    R$ 16.875/ R$ 7500 = 2,25

    9/4 = 2,25.

    "O importante não é como você começa, mas como termina."

    Sucesso!


ID
3224113
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Laura, ao investir R$ 890,00 em uma ação bancária, cuja duração era de 3 meses, obteve, ao final desse prazo, um valor de R$ 1.068,00. Após essa experiência positiva, resolveu investir novamente nessa ação uma quantia de R$ 3.200,00, mas com duração de 12 meses. Considerando que o tempo do investimento é diretamente proporcional ao retorno financeiro e à quantia investida, pode-se concluir que o valor que Laura obterá nesse segundo investimento está compreendido entre:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B)

    DEVE-SE FAZER UMA REGRA DE TRÊS COM AS VARIÁVEIS TEMPO, RETORNO FINANCEIRO E DINHEIRO INVESTIDO.

  • Gabarito: Letra B

    Uma questão de regra de 3 que exige uma interpretação cautelosa do candidato.

    R$890 ----- 3 meses ------ R$ 1.068

    Dividindo-se R$ 1.068/ 3 meses obteremos R$ 350/ mês.

    Agora é só fazermos uma regra de 3

    R$ 890 ----- R$ 350/mês

    R$ 3.200----- X

    X= R$ 1.280/mês

    Como o investimento foi realizado em 12 meses, nós devemos multiplicar o resultado por 12.

    R$ 1.280 x 12 meses = R$ 15.360

    Caso tenha alguma correção, peço, encarecidamente, que enviem-me para que seja realizada a alteração.

    "O importante não é como você começa, mas como termina."

    Sucesso.

  • Regra de três composta aí galera!

    890×3=1,068

    3,200×12×X

    890×3×X=3,200×12×1,068

    X=41,011,200÷2,670

    X=15,630 letra B foco total na missão, rumo a pmce!


ID
3224116
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Carlos comprou um rolo de arame com 2,76 hectômetros para colocar na parte da frente do terreno de sua fazenda, a fim de separá-la da estrada dos veículos. Para sustentar essa cerca, ele resolveu colocar uma estaca de madeira a cada 80 centímetros. O número de estacas de madeira que Carlos irá utilizar nessa cerca está compreendido entre:

Alternativas
Comentários
  • (2,76 h=27,600 cm) (27,600 cm÷80 cm=345 cm) (Letra A!)

  • KM HM DAM M DC CM MM

    KI HOMI DANADO MUITO DCUIDADO CM MULHERES


ID
3224119
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em janeiro de 2019, o preço do aluguel do apartamento de Alan foi reajustado, sofrendo um acréscimo de 16% em relação ao ano de 2018. Considerando que, em 2019, Alan está pagando R$ 1.218,00 no aluguel de seu apartamento, quanto ele pagava em 2018?

Alternativas
Comentários
  • 1218 = 116 (%)

    x = 100 (%)

    116x = 121800

    x = 121800/116

    x = 1050

    Resposta letra B


ID
3224122
Banca
CIEE
Órgão
TRT - 10ª REGIÃO (DF e TO)
Ano
2019
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Três amigos, Adam, Brian e Charles, criaram um programa computacional que lhes rendeu uma quantia de R$ 270.000,00 ao ser vendido. Para distribuir justamente esse valor, eles resolveram dividi-lo de modo proporcional ao tempo gasto por cada um no desenvolvimento do programa, a saber: Adam gastou 15 horas no desenvolvimento; Brian gastou 30 horas desenvolvendo o programa; e, Charles gastou 45 horas. Qual foi a quantia que Charles recebeu pela venda do programa computacional?

Alternativas
Comentários
  • Como o enunciado nao fala nada, o exercicio é de divisao diretamente proporcional.

    temos:

    A=15

    B=30

    C=45

    Cada parte chamaremos de K

    Logo,

    15k + 30k + 45k = 270000

    90k = 270000

    k = 270000/90

    k = 3000

    Para descobrir o Charles (letra C):

    45k = 45x3000 = 135000

    Resposta letra D

    bons estudos a todos!

  • Falou em razão e proporção tirem o K do Coração!!

    15+30+45=270,000

    270,000/90=3,000

    A=15H B=30H C=45H

    Se 3,000 é quantidade por horas de trabalho de cada um! Então C=45×3,000=135,000!