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Prova IBADE - 2018 - Prefeitura de Vila Velha - ES - Agente de Combate às Endemias


ID
3495619
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

Assinale a opção correta.

Alternativas
Comentários
  • a) Segundo o texto, as pessoas deveriam ter o direito de se afastar de casa e procurar novos caminhos que levem à realização pessoal.

    Incorreto. As pessoas têm esse direito. O que a autora questiona é isto: acostumar-nos-emos? Veia o trecho: "Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?";

    b) O texto se desenvolve como um alerta para aqueles que ousaram se distanciar de suas famílias.

    Incorreto. Não se fazem alertas mas considerações. A autora, em momento algum, expressa pensamentos como "você não deveria deixar sua casa" ou "você não deveria ter relações virtuais". Ela apenas expõe que a realidade mudou devido à tecnologia, ao trabalho e, por isso, as pessoas que se afastaram;

    c) Os recursos tecnológicos, como as chamadas via Skype e conversas por Whatsapp, afastam a saudade de quem vive longe da família.

    Incorreto. A menção ao afastamento da saudade não fora feito e até se levanta a hipótese de nos habituar-nos ao contato virtual, distante;

    d) Empregando questionamentos como recurso, a autora dá seguimento ao texto apontando soluções para a problemática apresentada.

    Incorreto. É verdade que apresenta questionamentos, mas não os solve com respostas. Veja trecho em que apenas questiona: "Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?";

    e) Percebe-se, pelo contexto, que a autora desenvolve suas ideias partindo de uma experiência pessoal.

    Correto. No discorrer de todo o texto ela se insere em situações e isso se revela com os verbos em terceira pessoa do plural.

    Letra E

  • Observe o trecho:

    Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

       O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

    a alternativa E está correta

    E) Percebe-se, pelo contexto, que a autora desenvolve suas ideias partindo de uma experiência pessoal.


ID
3495622
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

Observe a seguir as modificações feitas no trecho ALGUNS NÃO VÃO e aponte a opção em que apenas uma das frases contraria a norma culta quanto à concordância.

Alternativas

ID
3495625
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

No período: “Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares E às pessoas.”, a conjunção E coordena termos no interior do:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    “Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares E às pessoas.”

    Pertencer a alguma coisa (aos lugares; às pessoas → ambos termos são complementos verbais preposicionados, objetos indiretos e estão coordenados pela conjunção coordenativa aditiva "e").

    ☛ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • É preciso atentar-se para a transitividade do verbo presente na estrutura: "pertencer". Este, transitivo indireto, requer como complemento verbal um objeto indireto:

     “Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares E às pessoas.”

    a) Correto. O segmento "às pessoas" é mesmo complemento verbal (objeto indireto) do verbo "pertencer";

    b) Incorreto. O verbo tem natureza transitiva indireta, de modo que não possui objeto direto;

    c) Incorreto. É impossível ser sujeito, uma vez que está preposicionado o termo;

    d) Incorreto. É complemento de verbo, e não de nome, portanto não poderia ser complemento nominal;

    e) Incorreto. O verbo "pertencer" não é intransitivo. São verbos pertencentes a essa predicação que demandam adjuntos adverbiais.

    Letra A

  • Artur sempre com comentários ótimos. Preciso de ajuda na gramática, urgente.

  • Eu anoto simplesmente todos os comentários do Arthur. Vlwww

  • Alternativa correta: A.

    .

    Poderia ser escrito assim: "Nós aprendemos a pertencer aos lugares e a pertencer às pessoas."

    .

    Isso deixa claro que "lugares" e "pessoas" são objeto do verbo "pertencer". Como temos preposição + artigo (a + as = às), evidenciado pela crase, temos objeto indireto.

  • gabarito: a

    ENUNCIADO: talvez por saber que nós ,humanos aprendemos a pertencer demais aos lugares E às pessoas

    FIZ ASSIM

    primerio fazer a pergunta ao verbo---->quem pertence...pertence a algo

    no caso aos lugares E às pessoas

    então o E está no interior de um o.indireto !


ID
3495628
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

Em apenas uma das opções a classe gramatical da palavra destacada foi corretamente indicada entre parênteses.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

     a) “ENTRE a tentação de ir e a necessidade de ficar.” (conjunção subordinativa) → incorreto, o termo é uma preposição.
     b) “assim começaram A surgir os corajosos” (artigo definido) → incorreto, o termo é uma preposição.
     c) “Os corajosos QUE deixaram cidades amadas para viver oportunidades” (conjunção coordenativa) → incorreto, o termo é um pronome relativo (retoma o termo "corajosos" e dá início a uma oração subordinada adjetiva restritiva).
     d) “se orgulhar da mesma ESCOLHA” (substantivo) → correto, temos um substantivo (nomeia algo).
     e) mesma escolha que te subtraiu OUTRAS mil pedras preciosas. (pronome demonstrativo) → incorreto, o termo é um pronome indefinido.

    ☛ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Todos os segmentos entre parênteses, que definem a classe da palavra destacada, nos leva concluir que se trata de morfologia a questão.

    a) “ENTRE a tentação de ir e a necessidade de ficar.” (conjunção subordinativa)

    Incorreto. É preposição;

    b) “assim começaram A surgir os corajosos” (artigo definido)

    Incorreto. É preposição;

    c) “Os corajosos QUE deixaram cidades amadas para viver oportunidades” (conjunção coordenativa)

    Incorreto. É pronome relativo;

    d) “se orgulhar da mesma ESCOLHA” (substantivo)

    Correto. É substantivo formado por derivação regressiva, ou seja, proveniente do verbo "escolher";

    e) mesma escolha que te subtraiu OUTRAS mil pedras preciosas. (pronome demonstrativo)

    Incorreto. É pronome indefinido.

    Letra D

  • "mesma escolha" temos o substantivo "escolha" no qual é acompanhado pelo pronome adjetivo "mesma"

    Gabarito letra D!


ID
3495631
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

Uma das opções a seguir pode substituir o trecho destacado em: “para voar para vidas que decidiram ENCARAR DE PEITO ABERTO.” 

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

     “para voar para vidas que decidiram ENCARAR DE PEITO ABERTO.”

    Decidiram ISSO; temos, em destaque, uma oração subordinada objetiva direta reduzida do infinitivo, desenvolvendo-a: que iriam encarar ou encarariam.

    ☛ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • A questão pede para que se desenvolva uma ORAÇÃO SUBORDINADA SUBSTANTIVA OBJETIVA DIRETA REDUZIDA DE INFINITIVO corretamente.

    GABARITO: C

  • Diogo comenta aqui.

  • Assertiva C

    que encarariam de peito aberto.

  • A melhor forma de resolver é analisando os tempos verbais..

    mas vale a ressalva que nas orações desenvolvidas temos a presença de conjunções ou pronomes relativos.

    “para voar para vidas que decidiram ENCARAR DE PEITO ABERTO.”

    Temos uma ração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo.

    Decidiram = Pretérito perfeito -- é mais adequado o uso no futuro do pretérito

    C) que encarariam de peito aberto.

    Bons estudos!


ID
3495634
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

Em uma das opções a seguir, o substantivo destacado classifica-se como sobrecomum, isto é possui um só gênero e indica tanto seres do sexo masculino como do sexo feminino, como CRIANÇAS. Aponte-a.

Alternativas
Comentários
  • Questão bem ruim de resolver. Até agora não entendi... para mim "b", "c", "d" e "e" apresentavam palavras que possuem um gênero só, inclusive, não estando especificado com quem está se falando, a alternativa E é mais viável ao meu ver.

  • A banca definiu exatamente o que é o substantivo sobrecomum, de modo que nos basta relembrar de que, nesses casos, nem o artigo diferencia o gênero, embora, naturalmente, exista um. Por exemplo: diz-se a vítima tanto para se referir a homem quanto a mulher. O contexto situacional é que irá apontar se a vítima é do gênero feminino ou masculino.

    a) Incorreto. "Genro" é substantivo masculino;

    b) Incorreto. "Jornalista" é substantivo comum de dois gêneros, isto é, faz-se a distinção por artigo;

    c) Incorreto. "Cúmplice" é substantivo comum de dois gêneros, isto é, faz-se a distinção por artigo;

    d) Correto. Assim como em "crianças", o substantivo "criatura" só possui uma forma para ambos os gêneros;

    e) Incorreto. "Fãs" é substantivo comum de dois gêneros, isto é, faz-se a distinção por artigo.

    Letra D

  • Gab: D

    >> Uma característica do substantivo sobrecomum é que nem mesmo o artigo diferencia (diferente do comum de dois gêneros, em que temos o mesmo substantivo para ambos os sexos, mas o artigo definido irá diferencia-lo). No exemplo que a própria questão dá temos "a criança" que será utilizado para designar tanto o sexo masculino, quanto o feminino.

    A) ERRADA: Genro/nora;

    B) ERRADA: O jornalista/A jornalista;

    C) ERRADA: O cúmplice/A cúmplice;

    D) CORRETA: A criatura >> tanto para o sexo masculino, quanto feminino.

    E) ERRADA: O fã/A fã.

  • Gab: D

    >> Uma característica do substantivo sobrecomum é que nem mesmo o artigo diferencia (diferente do comum de dois gêneros, em que temos o mesmo substantivo para ambos os sexos, mas o artigo definido irá diferencia-lo). No exemplo que a própria questão dá temos "a criança" que será utilizado para designar tanto o sexo masculino, quanto o feminino.

    A) ERRADA: Genro/nora;

    B) ERRADA: O jornalista/A jornalista;

    C) ERRADA: O cúmplice/A cúmplice;

    D) CORRETA: A criatura >> tanto para o sexo masculino, quanto feminino.

    E) ERRADA: O fã/A fã.

  • A banca foi muito tranquila colocou até o significado.

    letra D

  • De maneira simples:

    No Sobrecomum temos uma variação que geralmente é feita por meio de artigos. O /A JORNALISTA.

    O/ A CÚMPLICE .

    No comum de dois gêneros = não há variação. Exemplo: a testemunha, a vítima, a criança.

    Bons estudos!

  • Depois de ler bastante os comentários e reler o que tinha estudado no livro, cheguei seguinte conclusão:

    Substantivo comum de dois gêneros é DIFERENTE de Substantivo sobrecomum

    * Subs. Comum de dois gêneros - possui uma só forma genérica e indica o masculino e o feminino; o ARTIGO (a(s), o(s), um(a-s), uns) é o que flexiona.

    Ex.: "O estudante aplicado" / "A estudante aplicada"

    "Um pianista famoso" / "Uma pianista famosa"

    Letras: B, C e E

    * Subs. Sobrecomum - é a palavra invariável em gênero que indica pessoas de um e outro sexo.

    Ex.: "O algoz" , "o indivíduo" , "a criança" , "a vítima" , "a testemunha" , " o apóstolo" , "o cônjuge" , etc.

    Letra: D (gabarito)

    Fonte: Português para Concursos - Flávia Rita, 2013.

  • letra D.

    Os outros itens precisam de artigo para classificar.

    Caraterística do substantivo sobrecomum é dispensar o artigo.

  • tem que saber diferenciar com perfeição os uniformes
  • Os clássicos substantivos sobrecomuns, segundo Bechara, são:

    o algoz, o carrasco, o cônjuge, a criatura, a criança, o ente, o indivíduo, a pessoa, o ser, a testemunha, a vítima.


ID
3495637
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

No trecho: “Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas.”, as vírgulas foram corretamente empregadas para:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    “Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas.”

    → As vírgulas estão separando o aposto explicativo, traz uma explicação ao termo apresentado anteriormente (nós).

    ☛ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

     

  • Note que a estrutura em tela apresenta um nome, um substantivo, isolado dos demais termos das estrutura. Normalmente esse substantivo alheio será vocativo ou aposto. Com isso, podem ser eliminadas, de pronto, algumas opções de resposta. Analisemos:

    “Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas.”

    O termo em destaque está alheio aos outros. Cerceado por vírgulas, é dispensável, por isso nomeia-se termo acessório. No caso em apreço, trata-se de um aposto, termo que serviu para explicar quem é o "nós".

    a) separar termos de mesma função sintática.

    Incorreto. Aparece alheio por ser aposto;

    b) separar a expressão explicativa.

    Incorreto. Não se trata de uma expressão. Exemplos desta são estas estruturas: "isto é", "a saber";

    c) marcar a antecipação do adjunto adverbial.

    Incorreto. O substantivo "humanos" refere-se a nome, logo não poderia ser, de forma alguma, adjunto adverbial;

    d) separar o aposto.

    Correto. Consoante explanação supracitada, é aposto e explicativo;

    e) separar o vocativo.

    Incorreto. O vocativo não se liga a nenhum termo estrutural; em contrapartida, o aposto, sim. Veja que "humanos" atrela-se ao pronome "nós".

    Letra D

  • Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas.”,.

    O aposto tem a função de retomar ao temo anterior para resumir, especificar, explicar um termo anterior.

    Sucesso, bons estudos não desista!

  • GABARITO: LETRA D

    COMPLEMENTANDO:

    Importante saber quais são as finalidades da vírgula e quando são utilizadas.

    Usa-se vírgula para:

    Separar termos que possuem a mesma função sintática no período;

    Isolar o vocativo;

    Isolar um aposto explicativo;

    Isolar termos antecipados (complementos, adjuntos, predicativos);

    Separar expressões explicativas, conjunções e conectivos;

    Separar os nomes dos locais de datas;

    Isolar orações adjetivas explicativas;

    Separar termos de uma enumeração;

    Separar orações coordenadas;

    Omitir um termo;

    Separar termos de natureza adverbial deslocado na sentença.

    FONTE: QC

  • gabarito: D

    Sobre a alternativa B: Uma expressão explicativa é representada por "isto é", "a saber", "por exemplo", "ou melhor", "ou antes", "ou seja"etc.


ID
3495640
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

O texto se apresenta rico em expressões com sentido conotativo. Entre as frases a seguir, a única construída em linguagem denotativa, é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

     a) “frustração que o homem carrega no peito a cada vez” → expressão figurada, conotativa, irreal (dos contos de fadas). Marca a ideia de ser uma frustração que o homem sempre lembrará.
     b) “os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família” → aqui temos uma linguagem real, dos dicionários (denotativa).
     c) “para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.” → expressão figurada, conotativa, irreal (dos contos de fadas). Marca a ideia de descobrir uma nova vida, de ter a coragem de mudar de vida.
     d) “É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência.” → expressão figurada, conotativa, irreal (dos contos de fadas). Marca a ideia de preseciar coisas boas e ruins (coisas antagônicas).
     e) “escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.” → expressão figurada, conotativa, irreal (dos contos de fadas). Marca a ideia de perder várias coisas importantes (também há hiperbóle).

    ☛ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Ao se falar em denotação, está-se falando de linguagem destituída de figuras de linguagem, ou seja, em sentido dicionarizado e literal. O oposto da denotação é a conotação, que abarca construções figuradas, aplicação de palavras alheias ao sentido previsto.

    a) “frustração que o homem carrega no peito a cada vez”.

    Incorreto. Há conotação. Não se carrega um sentimento no peito, algo imaterial;

    b) “os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família”.

    Correto. O uso das palavras fora feito de maneira literal;

    c) “para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.”.

    Incorreto. Há duas conotações: "Voar para vidas", metáfora para conquistar, obter, e "encarar de peito aberto", sinalizando intrepidez;

    d) “É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência.”.

    Incorreto. "Ver o céu e o inferno" é metáfora para sofrimento e gozo. Em "pesadelo e o sonho", também se nota sentido contrastante entre algo bom e ruim;

    e) “escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.”.

    Incorreto. Como haveria de realizar subtração uma escolha? O sentido é figurado para perda.

    Letra B

  • Denotativa >>> Dicionário = linguagem real, sem sentido fantasioso/imaginativo.

  • cidades de fome e miséria????

  • Assertiva B

    “os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família”.

  • O item B sem consultar o texto realmente gera dúvida mas ao voltar ao texto para ler a passagem fica de fato explícito que está no sentido DENOTATIVO.

    "E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros."

    Só não passa quem desiste!


ID
3495643
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

Assinale a opção em que a palavra destacada foi corretamente grafada com CH, comoACONCHEGO.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

     a) Os dois MECHIAM na papelada que se encontrava sobre a mesa → o correto é -mexiam com -x.
     b) Eles ENCHUGARAM as lágrimas e foram em frente → o correto é -enxugaram com -x.
     c) Ajovem já havia feito o ENCHOVAL → o correto é -enxoval com -x.
     d) As pessoas ENCHIAM a mesa de papel → CORRETO, o verbo vem de "encher" com -ch. 
     e) Soltou uma ENCHURRADAde bobagens → o correto é -enxurrada com -x.

    ☛ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • A questão trata de ortografia, isto é, a escorreita grafia dos vocábulos. No caso em apreço, enfoca-se no díagrafo consonantal "ch". Consoante lição de Celso Pedro Luft em Grande Manual de Ortografia, depois de "-n" usa-se "ch". Exs.: ancho, concha, encher, gancho, guinchar, pechincha. Mas alerta que, depois de "en", ocorre mais "x": enxame, enxaqueca, enxada, enxergar, enxugar, etc.

    Convém citar que o dígrafo consonantal "ch" só se apresentará no final da palavra quando esta for nome próprio. Exs.: Bach, Baruch.

    a) Incorreto. Grafa-se "mexiam" (lembre-se do verbo "mexer", grafado com "x");

    b) Incorreto. Grafa-se "enxugaram" (lembre-se do verbo "enxugar", grafado com "x");

    c) Incorreto. Grafa-se "enxoval";

    d) Correto. Grafa-se com "ch", porque é forma verbal oriunda de "encher", com "ch";

    e) Incorreto. Grafa-se "enxurrada".

    Letra D

    Referência bibliográfica: Grande Manual de Ortografia, de Celso Pedro Luft.

  • Depois de me = x

    Depois de en= x

    México, mexilhão..

    Enxada..

    Obs: derivações do verbo encher..

    Emchumaçar..

    Bons Estudos!

  • eu sempre tento ler o texto mesmo sabendo que posso responder a questão sem lê-lo, mas, fala sério, que texto b-e-s-t-a da p-o-r-r-a, kkkkkk, quase durmo lendo esse excesso de sentimentalismos, vou pior que comer doce de goiaba sem queijo. kkkkkkkkkkkkkkk

  • Emprego do X

    > depois de ditongo se utiliza X

    Exemplo: Feixe, caixa

    > DEPOIS DA SÍLABA INICIAL EN-

    Exemplo: ENxada, ENxurrada

    Atenção!

    Palavras derivadas de outras que tenham CH mantêm o CH.

    EXEMPLOS: ENCHARCAR (DE CHARCO), ENCHENTE (DE CHEIO), ENCHIQUEIRAR (DE CHIQUEIRO)

    Emprego do CH

    > Empregam-se CH em algumas palavras de origem estrangeira

    Exemplos: salsicha, capricho, sanduíche

    > Palavras derivadas de palavras latinas escritas com pl, cl e fl

    Exemplos: chave, chuva, chumbo.

    Bons estudos!

    #avagaeminha


ID
3495646
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O alto preço de viver longe de casa


      Voar: a eterna inveja e frustração que o homem carrega no peito a cada vez que vê um pássaro no céu. Aprendemos a fazer um milhão de coisas, mas voar… Voar a vida não deixou. Talvez por saber que nós, humanos, aprendemos a pertencer demais aos lugares e às pessoas. E que, neste caso, poder voar nos causaria crises difíceis de suportar, entre a tentação de ir e a necessidade de ficar.

      Muito bem. Aí o homem foi lá e criou a roda. A Kombi. O patinete. A Harley. O Boeing 737. E a gente descobriu que, mesmo sem asas, poderia voar. Mas a grande complicação foi quando a gente percebeu que poderia ir sem data para voltar.

      E assim começaram a surgir os corajosos que deixaram suas cidades de fome e miséria para tentar alimentar a família nas capitais, cheias de oportunidades e monstros. Os corajosos que deixaram o aconchego do lar para estudar e sonhar com o futuro incrível e hipotético que os espera. Os corajosos que deixaram cidades amadas para viver oportunidades que não aparecem duas vezes. Os corajosos que deixaram, enfim, a vida que tinham nas mãos, para voar para vidas que decidiram encarar de peito aberto.

      A vida de quem inventa de voar é paradoxal, todo dia. É o peito eternamente dividido. É chorar porque queria estar lá, sem deixar de querer estar aqui. É ver o céu e o inferno na partida, o pesadelo e o sonho na permanência. É se orgulhar da escolha que te ofereceu mil tesouros e se odiar pela mesma escolha que te subtraiu outras mil pedras preciosas.

      E começamos a viver um roteiro clássico: deitar na cama, pensar no antigo-eterno lar, nos quilômetros de distância, pensar nas pessoas amadas, no que eles estão fazendo sem você, nos risos que você não riu, nos perrengues que você não estava lá para ajudar. (...)

      Mas será que a gente aprende? A ficar doente sem colo, a sentir o cheiro da comida com os olhos, a transformar apartamentos vazios na nossa casa, transformar colegas em amigos, dores em resistência, saudades cortantes em faltas corriqueiras?

      Será que a gente aprende? A ser filho de longe, a amar via Skype, a ver crianças crescerem por vídeos, a fingir que a mesa do bar pode ser substituída pelo grupo do whatsapp, a ser amigo através de caracteres e não de abraços, a rir alto com HAHAHAHA, a engolir o choro e tocar em frente?

      Será que a vida será sempre esta sina, em qualquer dos lados em que a gente esteja? Será que estaremos aqui nos perguntando se deveríamos estar lá e vice versa? Será teste, será opção, será coragem ou será carma?

      Será que um dia saberemos, afinal, se estamos no lugar certo? Será que há, enfim, algum lugar certo para viver essa vida que é um turbilhão de incertezas que a gente insiste em fingir que acredita controlar?

      Eu sei que não é fácil. E que admiro quem encarou e encara tudo isso, todo dia. (...)

      O preço é alto. A gente se questiona, a gente se culpa, a gente se angustia. Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem que a gente embarque. Alguns não vão. Mas nós, que fomos, viemos e iremos, não estamos livres do medo e de tantas fraquezas. Mas estamos para sempre livres do medo de nunca termos tentado. Keep walking.

Ruth Manus 14/06/2015 Disponível em:emais.estadão.com.br


Keep walking: continue andando

Assinale a opção em que a oração realçada tem a mesma classificação da destacada em: “Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE.”.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    “Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE.” → conjunção subordinativa integrante "que" equivalendo a "isso" e dando início a uma oração subordinada objetiva direta (função sintática de objeto direto do verbo "pedem").

     a) “inveja e frustração QUE O HOMEM CARREGA NO PEITO A CADA VEZ” → pronome relativo "que" equivalendo a "as quais" (retoma os termos "inveja" e "frustação" e dá início a uma oração subordinada adjetiva restritiva, ela vem sem pontuação).
     b) “a gente percebeu QUE PODERIA IR” → conjunção subordinativa integrante "que" equivalendo a "isso" e dando início a uma oração subordinada objetiva direta (função sintática de objeto direto do verbo "percebeu").
     c) “para viver oportunidades QUE NÃO APARECEM DUAS VEZES.” → pronome relativo "que" equivalendo a "as quais" (retoma o termo "oportunidades" e dá início a uma oração subordinada adjetiva restritiva, ela vem sem pontuação).
     d) “nos risos QUE VOCÊ NÃO RIU” → pronome relativo "que" equivalendo a "aos quais" (retoma o termo "risos" e dá início a uma oração subordinada adjetiva restritiva, ela vem sem pontuação).
     e) “para viver essa vida QUE É UM TURBILHÃO DE INCERTEZAS” → pronome relativo "que" equivalendo a "a qual" (retoma o termo "vida" e "frustação" e dá início a uma oração subordinada adjetiva restritiva, ela vem sem pontuação).

    ☛ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • A questão exige conhecimento de sintaxe (orações). Vejamos alguns conceitos de que precisamos para resolução das alternativas:

    → Oração subordinada adjetiva é aquela que tem valor de adjetivo, pois cumpre papel de determinar um substantivo (nome ou pronome) antecedente. Essa é introduzida pelos pronomes relativos: que, em que, quem, onde, o qual (a qual, os quais, as quais). cujo (cuja, cujas, cujos). Podem ser explicativa (com vírgula) e restritiva (sem vírgula ), começam com pronome relativo.

    → Oração subordinada substantiva é aquela que tem valor de substantivo e exerce, em relação a outra oração, a função de sujeito, objeto direto, objeto indireto, predicativo, complemento nominal ou aposto. 

    Normalmente introduzida pelas conjunções subordinativas integrantes que e se. Pode trocar o "que" e "se" por ISSO.

    Após vermos os conceitos, iremos analisar em qual alternativa a oração é classificada de forma diferente das demais. Analisemos:

    a) Incorreta.

    Em "inveja e frustração as quais o homem carregava no peito a cada vez”. Notem que pude trocar a partícula "que" pelo pronome relativo "as quais", quando isso acontecer, é porque a oração é subordinada adjetiva. Ela é uma oração subordinada adjetiva restritiva, porque não tem vírgula.

    O pronome relativo sempre retoma um termo anterior, aqui retoma "inveja e frustração".

    b) Correta.

    Em “a gente percebeu QUE PODERIA IR”/ a gente percebeu isso. A gente percebeu o quê? Isso.

    O verbo perceber é transitivo direto no caso em exposição e precisa de um complemento verbal sem preposição, objeto direto. A oração inteira seguinte funciona como objeto direto, assim, chamamos de oração subordinada substantiva objetiva direta.

    c) Incorreta.

    Em “para viver oportunidades às quais não aparecem duas vezes.” Notem que pude trocar a partícula "que" pelo pronome relativo "às quais", quando isso acontecer, é porque a oração é subordinada adjetiva. Ela é uma oração subordinada adjetiva restritiva, porque não tem vírgula.

    O pronome relativo sempre retoma um termo anterior, aqui retoma "oportunidades".

    d) Incorreta.

    "nos risos nos quais você não riu". Notem que pude trocar a partícula "que" pelo pronome relativo "nos quais", quando isso acontecer, é porque a oração é subordinada adjetiva. Ela é uma oração subordinada adjetiva restritiva, porque não tem vírgula.

    O pronome relativo sempre retoma um termo anterior, aqui retoma "nos risos".

    e) Incorreta.

    Em “para viver essa vida na qual é um turbilhão de incertezas”. Notem que pude trocar a partícula "que" pelo pronome relativo "na qual", quando isso acontecer, é porque a oração é subordinada adjetiva. Ela é uma oração subordinada adjetiva restritiva, porque não tem vírgula.

    O pronome relativo retomou o termo anterior "para viver essa vida".

    A única alternativa que inicia com uma oração diferente é a letra b.

    Referência bibliográfica:

    CEREJA, William Roberto. MAGALHÃES, Thereza Cochar. Conecte : gramática reflexiva. 2. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.

    GABARITO: B

  • As vezes pedem isso.

    A gente percebeu isso.

    Bizu :)

  • Faça uma troca rápida :

    Que por isso= conjunção integrante.

    Que por os qual (ais) , (das) quais

    A) “inveja e frustração QUE O HOMEM CARREGA

    A qual o homem carrega.

    B) “a gente percebeu QUE PODERIA IR”

    A gente percebeu / isso.

    C) “para viver oportunidades QUE NÃO APARECEM DUAS VEZES.”

    Oportunidades (das quais).

    D) “nos risos QUE VOCÊ NÃO RIU”

    Risos (os quais) vc não riu.

    E) “para viver essa vida QUE É UM TURBILHÃO DE INCERTEZAS”

    Essa vida( A qual).

    Bons estudos!

  • Basta eliminar as frases que não contêm verbo antes do "que" e dentre as que tenham, achar um VTD.

  • Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE.”.

    QUEM PEDE, PEDE ALGO....

    a gente percebeu QUE PODERIA IR

    QUEM PERCEBE, PERCEBE ALGO....

  • Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE. (Oração subordinada substantiva objetiva direta)

    “a gente percebeu QUE PODERIA IR” (Oração Subordinada substantiva objetiva direta)

    OBS: O QUE é conjunção integrante e não possui função sintática, pois não é um termo anafórico.

  • Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE. (Oração subordinada substantiva objetiva direta)

    “a gente percebeu QUE PODERIA IR” (Oração Subordinada substantiva objetiva direta)

    OBS: O QUE é conjunção integrante e não possui função sintática, pois não é um termo anafórico.

  • Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE. (Oração subordinada substantiva objetiva direta)

    “a gente percebeu QUE PODERIA IR” (Oração Subordinada substantiva objetiva direta)

    OBS: O QUE é conjunção integrante e não possui função sintática, pois não é um termo anafórico.

  • Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE. (Oração subordinada substantiva objetiva direta)

    “a gente percebeu QUE PODERIA IR” (Oração Subordinada substantiva objetiva direta)

    OBS: O QUE é conjunção integrante e não possui função sintática, pois não é um termo anafórico.

  • Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem QUE A GENTE EMBARQUE.”.

    Mas o destino, a vida e o peito às vezes pedem ISSO.

    QUE A GENTE EMBARQUE É OBJETO DIRETO, pois pode ser substituído por isso, ache a alternativa que possa ser substituído por isso é faça a função de OBJETO DIRETO.

    A gente percebeu ISSO.

  • Subjetiva

    Oração sem Sujeito

    isso

    Objetiva Direta

    Conjunção (referente ao verbo)

    isso

    Objetiva Indireta

    Preposição

    disso

    Completiva Nominal

    Preposição + conjunção

    disso

    Predicativa

    Conjunção está ao lado do verbo de ligação

    Apositiva

    Separada por pontuação

     


ID
3495649
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um agente foi encarregado de tratar a água de uma cisterna com 5 m de largura, 4 m de comprimento e 1,5 m de altura. O produto recomendado deve ser utilizado com a concentração de 1g de produto para cada 10 litros de água.

Aquantidade, em kg, de produto utilizado para tratar a água, se a caixa estiver totalmente cheia, é:

Alternativas
Comentários
  •  5 X 4 X 1,5 = 30 M³ = 30000DM³ = 30000 LITROS

    30000L----- X

     10L-------= 1G

    X = 3000G = 3 KG

     

    GAB.B

  • Temos uma cisterna com as seguintes dimensões:

    Comprimento: 4m

    Largura: 5m

    Altura: 1,5m

    O volume dessa cisterna é obtido com o produto das suas três dimensões. Veja:

    Volume = 4m x 5m x 1,5m

    Volume = 30m3

    Como 1 m3 equivale a 1000 litros, então temos que a capacidade dessa cisterna é de 30.000 litros.

    Sabendo-se que a concentração do produto que irá tratar a água da cisterna é de 1g de produto para cada 10 litros de água, então temos que a quantidade, em gramas, de produto utilizado para tratar a água será encontrada ao dividirmos o total de litros por 1000. Veja:

    30.000/1000 = 3000 g

    Como a questão pede este valor, em Kg, então temos que 3000 g = 3 Kg.

    Gabarito do monitor: Letra B

  • GAB: B

    1º Passo: multiplicar as medidas da cisterna: 5m*4m*1,5m= 30m³

    2º Passo: se 1 m³ equivale a 1000 litros, logo 30 m³ equivale a 30.000 Litros.

    3º Passo: se 1g trata 10 litros de água, logo 3000 gramas tratará 30.000 L. , ou seja, 3kg

  • muito bom


ID
3495652
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Maria foi a uma loja com N reais para comprar um determinado produto. Na compra de 19 kg do produto ela deu os N reais ao vendedor e recebeu R$5,00 de troco. Se ela tivesse comprado 16 kg do mesmo produto, com os N reais, teria recebido R$80,00 de troco.

O valor da quantia N, em reais, que ela levou para a loja é:

Alternativas
Comentários
  • 19n+5 = 16n+80

    19n-16n=80-5

    3n = 75

    n = 25

    agora é só substituir:

    19.25+5 = 480

     

    gab. D

  • Podemos resolver essa questão através da seguinte propriedade da divisão. Veja:

    Divisor x quociente + resto = dividendo

    Conforme o enunciado, temos:

    (I) "Na compra de 19 kg do produto ela deu os N reais ao vendedor e recebeu R$5,00 de troco"

    Considerando que o quociente da divisão é 'M', temos:

    Dividendo: N

    Divisor: 19

    Quociente: M

    Resto: 5

    Divisor x quociente + resto = dividendo

    19 x M + 5 = N

    (I) 19M + 5 = N

    (II) "Se ela tivesse comprado 16 kg do mesmo produto, com os N reais, teria recebido R$80,00 de troco"

    Considerando que o quociente da divisão é 'M', temos:

    Dividendo: N

    Divisor: 16

    Quociente: M

    Resto: 80

    Divisor x quociente + resto = dividendo

    16 x M + 80 = N

    (II) 16M + 80 = N

    Como 'N' representa o mesmo valor em ambas as equações, podemos trabalhar com uma igualdade. Veja:

    19M + 5 = 16M + 80

    19M - 16M = 80 - 5

    3M = 75

    M = 75/3

    M = 25

    Daí, substituindo o valor de 'M' em uma das equações, encontramos 'N'. Veja:

    19M + 5 = N

    19 x 25 + 5 = N

    475 + 5 = N

    N = 480

    Gabarito do monitor: Letra D

  • 19KG-16KG= 75$

    3KG = 75$

    1KG= 25$.

    19*25+5=280

    Sempre tem a forma mais simples, o examinador não quer que sua conta de 3 páginas de resolução. Se a conta tá ficando estranha ou muito grande é porque ta errado ou o examinador conseguiu o que queria, te levar para o caminho mais difícil da resolução.

  • GABARITO D:

    19kg ele recebeu R$5,00 de troco

    16kg ele rebeberia R$80,00 de troco

    19kg- 16kg= 3kg

    R$80-R$5 =R$75

    Logo, 3kg é o que vale a R$75

    Dividindo R$75 por 3kg = dará R$25 por quilo = 1quilo vale R$25

    Ai é só multiplicar R$25 por 19kg que dará= 475

    Esses 475 você soma com o troco de R$5 que ela recebeu, que dará 480.

  • N-19x = 5 (1)

    N-16x= 80 (2)

    Resolve o sistema.

    x=25

    N= 5+19*(25)

    N=480

  • Vai pela proporção

    19 kg – 16 kg = 3 kg

    80 kg – 5 kg = 75 reais

    75/3 =25

    19 x 25 = 475

    475 + 5 = 480

    25 x 16 = 400

    400 + 80 = 480


ID
3495655
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um grupo de agentes distribuiu 600 kg de alimentos para 5 famílias, em partes diretamente proporcionais ao número de pessoas de cada família. Sabendo-se que as famílias possuem respectivamente 3, 4, 5, 6 e 7 pessoas.

A soma das quantidades de alimentos, em kg, recebidas pelas famílias com maior e com menor número de pessoas foi:

Alternativas
Comentários
  • 600/3+4+5+6+7= 600 / 25

    600/25 = 24

    3 . 24 = 72

    7 .24 = 168

     

    168+72 = 240

    gab.C

  • Considerando que 'A' e 'E' são as famílias com o menor e o maior número de pessoas, respectivamente, temos:

    Total a ser dividido: 600

    A: 3k

    B: 4k

    C: 5k

    D: 6k

    E: 7k

    Note que a cada uma das partes que representam as famílias foi atribuída a variável 'k', a qual representa a constante de proporcionalidade.

    Como a divisão será em partes diretamente proporcionais, então temos:

    3k + 4k + 5k + 6k + 7k = 600

    25k = 600

    x = 600/25

    k = 24

    Daí, temos:

    A: 3k = 3 x 24 = 72 ---- A família com menor número de pessoas receberá 72 Kg de alimentos.

    E: 7k = 7 x 24 = 168 ---- A família com maior número de pessoas receberá 168 Kg de alimentos.

    Solução (A +E) = 72 + 168 = 240

    Gabarito do monitor: Letra C

  • Gabarito C

    Famílias

    A=3

    B=4

    C=5

    D=6

    E=7

    3+4+5+6+7=25

    600/25 = 24

    A=24.3=72

    B=24.4=96

    C=24.5=120

    D=24.6=144

    E=24.7=168

    Soma da maior família com a menor famílias (A+E)

    168+72= 240

  • 600kg = 25 pessoas (somatório das famílias)

    1 pessoa = 600/25 = 24.

    3P + 7P = 240.

  • 3+4+5+6+7= 25

    600/25 = 24

    24 x 7 = 168

    24 x 3 = 72

    168 + 72 = 240


ID
3495658
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em uma pesquisa de opinião, foram obtidos os seguintes dados:


Doce Número de clientes

A 125

B 118

C 125

A e B 60

A e C 73

B e C 71

A, B e C 28

Outros 20


Considerando-se os dados anteriores, o número de clientes que consomem os doces A ou B e não consomem os doces C é:

Alternativas
Comentários
  • Temos os seguintes dados:

    A: 125

    B: 118

    C: 125

    A e B: 60

    A e C: 73

    B e C: 71

    A, B e C: 28

    Outros: 20

    A questão quer saber o número de clientes que consomem os doces A ou B e não consomem os doces C.

    Podemos encontrar esse quantitativo através do seguinte raciocínio:

    A ou B e não consomem os doces C = (A U B) - C

    Aplicando a fórmula da união entre 3 conjuntos, temos:

    A U B = A + B + C + (A, B e C) - (A e B) - (A e C) - (B e C)

    A U B = 125 + 118 + 125 + 28 - 60 - 73 - 71

    A U B = 396 - 204

    A U B = 192

    Daí, temos:

    (A U B) - C = 192 - 125

    (A U B) - C = 67

    Gabarito do monitor: Letra A

  • Gabarito letra A.

    Gente, fiz o diagrama completinho para resolução: http://sketchtoy.com/69188783

    Não se esqueçam de começar a resolver a questão sempre pela interseção, depois pelas interseções dois a dois, até completar todo o diagrama.


ID
3495661
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Matemática Financeira
Assuntos

O montante de um empréstimo de R$30.000,00 a uma taxa de 10% ao mês em juros compostos, durante 3 meses, será igual a:

Alternativas
Comentários
  • 1,1 X 1,1 X 1,1 = 1,331

    30000 X 1,331 = 39. 930,00

  • O jeito que eu fiz foi assim:

    --> 10% de 30.000 = 3000

    30.000 + 3.000 = 33.000

    --> 10% de 33.000 = 3.300

    33.000 + 3.300 = 36.300

    --> 10% de 36.300 = 3.630

    36.300 + 3.630 = 39.930

    Gab.: E

  • m = c.(1+i)t

    m= 30.000(1+0,1)4

    m= 39.930


ID
3495664
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

A alternativa que corresponde a uma das atribuições doAgente de Combate às Endemias é:

Alternativas

ID
3495667
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Para que possa exercer suas atividades, o Agente de Combate às Endemias (ACE) deverá preencher, entre outros, o seguinte requisito:

Alternativas

ID
3495670
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Na visita domiciliar, a inspeção de um imóvel deve iniciar-se pela(o):

Alternativas

ID
3495673
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Após concluir a inspeção domiciliar o agente de saúde deverá preencher o(a):

Alternativas

ID
3495676
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública

Todo o depósito de água no qual foi aplicado inseticida é denominado depósito:

Alternativas

ID
3495679
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Considerando as fases do Programa de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa), no Brasil, analise as afirmativas a seguir:


I. Na fase preparatória serão inspecionados 100% dos imóveis.

II. Na fase de consolidação é realizado o Planejamento Estratégico das ações.

III. Os trabalhos propriamente ditos de combate ao vetor começam na fase de ataque.


Está correta apenas a alternativa:

Alternativas

ID
3495682
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Uma armadilha de oviposição deve ser inspecionada:

Alternativas

ID
3495685
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

O controle de vetores é uma ação de saúde que faz parte do seguinte nível de prevenção:

Alternativas

ID
3495688
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Na organização das atividades de campo de controle da dengue, o agente de combate a endemias deve ser responsável por uma zona fixa com, no máximo, quantos imóveis?

Alternativas
Comentários
  • Resposta correta letra E


ID
3495691
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

A opção que corresponde a uma atividade na qual é indicado que o Agente de Combate às Endemias use avental impermeável é:

Alternativas

ID
3495694
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

É um dos equipamentos de proteção individual recomendado no exercício das atividades dos Agentes de Combate às Endemias:

Alternativas

ID
3495697
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Marque a alternativa que corresponde a uma doença transmitida por vetor:

Alternativas
Comentários
  • Alguém vai prestar concurso para FMS, para o cargo de Agente de Combate a Zoonoses em Niterói?


ID
3495700
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Considerando as fases do desenvolvimento do Aedes aegypti , analise as afirmativas a seguir:


I. Os ovos do Aedes aegypti são capazes de resistir a longos períodos de dessecação.

II. A fase larvária é o período de alimentação e crescimento.

III. Na fase de pupa é quando ocorre a reprodução do mosquito.


Está correta apenas a alternativa:

Alternativas
Comentários
  • a reprodução do mosquito é na fase adulta

  • Alguém vai prestar concurso para FMS, para o cargo de Agente de Combate a Zoonoses em Niterói?


ID
3495703
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Afebre amarela silvestre é transmitida pelo mosquito:

Alternativas

ID
3495706
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Sobre a esquistossomose mansônica é correto afirmar que é uma doença:

Alternativas

ID
3495709
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Sobre o acondicionamento e transporte de larvas analise as afirmativas a seguir.


I. Recomenda-se que os exemplares coletados nos focos não sejam transportados vivos.

II. As larvas coletadas devem ser transportadas em recipientes com formol.

III. Cada recipiente de transporte deve conter, no máximo, cinco larvas por tipo de depósito.


Está correta apenas a alternativa:

Alternativas
Comentários
  • Acondicionamento e transporte de larvas salvo sob expressa recomendação, os exemplares coletados nos focos não devem ser transportados vivos da casa ou local de inspeção. Com isso, ficam reduzidas ao mínimo as possibilidades de dispersão por transporte do material coletado. Para isso, cada agente deve dispor de tubitos com álcool a 70%, nos quais serão colocadas, no máximo, dez larvas por tipo de depósito.

    Referência: Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue


ID
3495712
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Marque a alternativa que corresponde a um exemplo de controle biológico de mosquitos:

Alternativas

ID
3495715
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

A avaliação sistemática da densidade e dispersão de um vetor é denominada:

Alternativas
Comentários
  • Vigilância Entomológica:

    “A Vigilância entomológica pode ser entendida como a

    contínua observação e avaliação de informações originadas

    das características biológicas e ecológicas dos vetores, nos

    níveis das interações com hospedeiros humanos e animais

    reservatórios, sob a influência de fatores ambientais, que

    proporcionem o conhecimento para detecção de qualquer

    mudança no perfil de transmissão das doenças. Tem a

    finalidade de recomendar medidas de prevenção e controle

    dos riscos biológicos, mediante a coleta sistematizada de

    dados e consolidação no Sistema de Informação da Vigilância

    Ambiental em Saúde.”


ID
3495718
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

A alternativa considerada depósitos naturais de mosquitos é:

Alternativas

ID
3495721
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Assinale a opção que apresenta uma medida adotada na prevenção da leishmaniose tegumentar americana.

Alternativas

ID
3495724
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Uma das atribuições da Vigilância em Saúde Ambiental são os procedimentos de vigilância das doenças e agravos à saúde humana associados a(à):

Alternativas
Comentários
  • a)controle de alimentos: vigilância sanitária

    b)investigação de epidemias: vigilância epidemiológica

    c)contaminantes ambientais: vigilância ambiental

    d)saúde do trabalhador: vigilância do trabalhador

    e)notificação de doenças: vigilância epidemiológica


ID
3495727
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Entre as ações compreendidas pela SaúdeAmbiental estão àquelas relacionadas à:

Alternativas

ID
3495730
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Os agentes de saúde devem orientar a comunidade na qual atuam a não matar os macacos que estão em regiões com casos de febre amarela, pois estes não transmitem a doença, são apenas:

Alternativas

ID
3495733
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

O uso de inseticida é considerado um método de controle vetorial:

Alternativas

ID
3495736
Banca
IBADE
Órgão
Prefeitura de Vila Velha - ES
Ano
2018
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

O local com grande concentração de depósitos preferenciais para a desova do Aedes aegypti é denominado:

Alternativas