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Prova UFMG - 2018 - UFMG - Técnico em Artes Gráficas - BH


ID
2672080
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

INSTRUÇÃO: A questão abaixo refere-se ao Texto 3, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-las.

TEXTO 3

“Aos Treze” mostra que é impossível ser só legal e sobreviver 

NINA LEMOS
colunista da Folha

    Quais foram os últimos sacrifícios que você fez só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente, você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical. Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais grave?
    Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos. E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros.
    Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender? Isso vai ficar ainda mais claro se você for assistir ao filme “Aos Treze”, baseado na experiência de Nikki Reed, atriz e co-roteirista do filme. [...]

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u37912.shtml. Acesso em: 25 jan.2018.

Considerando o estilo com que esse texto foi escrito, estão presentes os seguintes recursos da oralidade, EXCETO.

Alternativas

ID
5285824
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão refere-se ao Texto 1, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO 1

A mercadoria alucinógena


    Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

    É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

    Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]

Quanto ao seu universo de referência, o texto trata de

Alternativas
Comentários
  • 08/07/2021 - Marquei a alternativa "B".

  • "Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão."

    "É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles."

     "Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra".

    "Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado."

    O texto faz uma crítica à publicidade, por criar uma mundo irreal de felicidade com os produtos, e à sociedade, que se permite encartar por ela. Uma questão concreta do cotidiano a que as pessoas estão expostas. (GAB A)


ID
5285827
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão refere-se ao Texto 1, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO 1

A mercadoria alucinógena


    Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

    É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

    Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]

São propósitos comunicativos do texto, EXCETO:

Alternativas

ID
5285830
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão refere-se ao Texto 1, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO 1

A mercadoria alucinógena


    Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

    É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

    Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]

São efeitos da relação entre mercadoria e consumidor provocada pela propaganda - mencionada no texto - que cria sonhos utópicos, EXCETO:

Alternativas

ID
5285833
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão refere-se ao Texto 1, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO 1

A mercadoria alucinógena


    Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

    É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

    Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]

Em relação aos aspectos da construção do texto, leia estas afirmativas.


I. O termo “enquanto” indica simultaneidade temporal no trecho: “Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional [...], a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão”. (Linhas 1 e 2)

II. O pronome “essa” sinaliza equivalência possibilitada pelas relações semânticas entre “imaginar” e “ilusão” no trecho: “o consumidor imagina que é um ser racional [...], a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão”. (Linhas 1 e 2)

III. A expressão “por isso”, com valor conclusivo, foi empregada como recurso de articulação entre dois parágrafos no trecho: “Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica”. (Linha 18)


Estão CORRETAS as assertivas

Alternativas

ID
5285836
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão refere-se ao Texto 1, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO 1

A mercadoria alucinógena


    Enquanto o consumidor imagina que é um ser racional, dotado de juízo e de bom senso, a publicidade na TV abandona progressivamente essa ilusão. Em vez de argumentar para a razão do telespectador, ela apela para as sensações, para as revelações mágicas mais impossíveis. A marca de chicletes promete transportar o freguês para um tal “mundo do sabor” e mostra o garoto-propaganda levitando em outras esferas cósmicas. O adoçante faz surgirem do nada violinistas e guitarristas. O guaraná em lata provoca visões amazônicas no seu bebedor urbano, que passa a enxergar um índio, com o rosto pintado de bravura, no que seria o pálido semblante de um taxista. Seria o tal refrigerante uma versão comercial das beberagens do Santo Daime? Não, nada disso. São apenas os baratos astrais da nova tendência da publicidade. Estamos na era das mercadorias alucinógenas. Imaginariamente alucinógenas.

    É claro que ninguém há de acreditar que uma goma de mascar, um adoçante ou um guaraná proporcionem a transmigração das almas. Ninguém leva os comerciais alucinógenos ao pé da letra, mas cada vez mais gente se deixa seduzir por eles. É que o encanto das mercadorias não está nelas, mas fora delas — e a publicidade sabe disso muito bem. Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. Pode parecer um insulto à inteligência do telespectador, mas ele bem que gosta. É tudo mentira, mas é a maior viagem. A julgar pelo crescimento dessas campanhas, o público vibra ao ser tratado como quem se esgueira pelos supermercados à cata de alucinações.

    Por isso, a publicidade se despe momentaneamente de sua alegada função cívica — a de informar o comprador para que ele exerça o seu direito de escolha consciente na hora da compra — e apenas oferece a felicidade etérea, irreal e imaterial, que nada tem a ver com as propriedades físicas (ou químicas) do produto. A publicidade é a fábrica do gozo fictício — e este gozo é a grande mercadoria dos nossos tempos, confortavelmente escondida atrás das bugigangas oferecidas. Quanto ao consumidor, compra satisfeito a alucinação imaginária. Ele também está cercado de muito conforto, protegido pela aparência de razão que todos fingem ser sua liberdade. Supremo fingimento. O consumidor não vai morrer de overdose dessa droga. Ele só teme ser barrado nos portais eletrônicos do imenso festim psicodélico. Morreria de frio e de abandono. Ele só teme passar um dia que seja longe de seu pequeno gozo alucinado.

BUCCI, Eugênio. Veja. São Paulo, 29 abr.1998. In: ANTUNES, Irandé. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010. p.80-1. [Fragmento]

Leia este trecho


Ela sabe que esse encanto reside na relação imaginária que ela, publicidade, fabrica entre a mercadoria e seu consumidor. (Linhas 13 e 14)


Os termos destacados referem-se, respectivamente, a

Alternativas

ID
5285848
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão refere-se ao Texto 3, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO 3

“Aos Treze” mostra que é impossível ser só legal e sobreviver

NINA LEMOS

colunista da Folha


    Quais foram os últimos sacrifícios que você fez só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente, você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical. Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais grave?

    Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos. E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros.

    Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender? Isso vai ficar ainda mais claro se você for assistir ao filme “Aos Treze”, baseado na experiência de Nikki Reed, atriz e co-roteirista do filme. [...]

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u37912.shtml. Acesso em: 25 jan.2018.

Em relação aos seguintes trechos retirados do texto, assinale a alternativa em que há uma afirmação INCORRETA acerca da coesão sequencial nele presente.

Alternativas
Comentários
  • A questão é sobre conjunções e quer assinalemos a alternativa em que há uma afirmação INCORRETA acerca da coesão sequencial nele presente. Vejamos:

     .

    Conjunções coordenativas são as que ligam orações sem fazer que uma dependa da outra, sem que a segunda complete o sentido da primeira. As conjunções coordenativas podem ser: aditivas, adversativas, alternativas, conclusivas e explicativas.

    Conjunções subordinativas são as que ligam duas orações que se completam uma à outra e faz que a segunda dependa da primeira. Com exceção das conjunções integrantes (que introduzem orações substantivas), essas conjunções introduzem orações adverbiais e exprimem circunstâncias (causa, comparação, concessão, condição, conformidade, consequência, fim, tempo e proporção).

     .

    A) Porque, se você não acompanhar a moda, vai ser chamada de cafona, a conjunção “porque” estabelece um nexo causal entre a condição que será explicitada na sequência e o comportamento identificado na oração anterior.

    Certo. Temos aqui uma conjunção subordinativa causal: "porque".

    Conjunções subordinativas causais: têm valor semântico de causa, motivo, razão...

    São elas: porque, porquanto, como, uma vez que, visto que, já que, posto que, por isso que, na medida em que, dado que...

    Ex.: Porque você está estudando bastante, suas chances de passar em concurso são enormes.

     .

    B) Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para não gostar?, a conjunção “se” estabelece uma relação entre uma condição e uma consequência.

    Certo. Temos aqui uma conjunção subordinativa condicional: "se".

    Conjunções subordinativas condicionais: têm valor semântico de condição, pré-requisito, algo supostamente esperado...

    São elas: se, caso, desde que, contanto que, exceto se, salvo se, a menos que, a não ser que, dado que...

    Ex.: Se você estudar muito, passará no concurso.

     .

    C) E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera, a conjunção “e” estabelece uma oposição ao que foi dito anteriormente.

    Errado. Temos aqui uma conjunção coordenativa aditiva: "e" e não adversativa.

    Conjunções coordenativas aditivas: têm valor semântico de adição, soma, acréscimo...

    São elas: e, nem (e não), não só... mas também, mas ainda, como também, bem como, senão também, ademais, outrossim...

    Ex.: Estudaram muito e passaram no concurso.

     .

    D) Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo, a conjunção “mas” atua como uma indicação de que a direção argumentativa do texto será alterada.

    Certo. Temos aqui uma conjunção coordenativa adversativa: "mas".

    Conjunções coordenativas adversativas: têm valor semântico de oposição, contraste, adversidade, ressalva...

    São elas: mas, porém, entretanto, todavia, contudo, no entanto, não obstante, inobstante, senão (= mas sim)...

    Ex.: Não estudou muito, mas passou nas provas.

     .

    Gabarito: Letra C


ID
5285851
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão refere-se ao Texto 3, a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO 3

“Aos Treze” mostra que é impossível ser só legal e sobreviver

NINA LEMOS

colunista da Folha


    Quais foram os últimos sacrifícios que você fez só para tentar ficar amigo de alguém? Provavelmente, você mentiu um pouquinho sobre o seu gosto musical. Se todo mundo gosta daquela banda, quem sou eu para não gostar? Também deve ter mudado algumas vezes o seu jeito de se vestir. Porque, se você não acompanhar a moda, vai ser chamada de cafona. Existe acusação mais grave?

    Não se assuste. Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa. Mas, às vezes, o buraco é mais embaixo. E nós acabamos fazendo coisas que realmente nos machucam só para “pegar bem” com a galera. Não, não tem nada a ver com aquele papo de mãe sobre o problema de andar com más companhias. Segundo os psicanalistas, nós fazemos isso para sermos aceitos. E, mais do que isso, para ter uma imagem boa diante dos outros.

    Isso porque a gente costuma usar os outros como espelho e, vez ou outra, cai no pensamento: “Se eles me acham legal, então eu sou legal”, “se eles me acham péssima, eu sou péssima”. Deu para entender? Isso vai ficar ainda mais claro se você for assistir ao filme “Aos Treze”, baseado na experiência de Nikki Reed, atriz e co-roteirista do filme. [...]

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u37912.shtml. Acesso em: 25 jan.2018.

Leia este trecho:


Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa.


O termo destacado no texto classifica-se como

Alternativas
Comentários
  • O faz entrega a questão O.D (A)

  • Todo mundo, alguns pouco, outros mais, faz esse tipo de coisa.

    O termo destacado no texto classifica-se como

    • A Objeto direto.------------------------------>(gabarito)
    • B Objeto indireto.---------------------------->Não, o verbo é transitivo direto.
    • C Predicativo do Sujeito..------------------> Não há sujeito, pois o verbo faz é impessoal.
    • D Complemento Nominal.-----------------> Completa o sentido do verbo.

ID
5285854
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa em que as palavras ou expressões completam corretamente as lacunas dos enunciados a seguir.


A população não faz outra coisa__________ lamentar a falta de investimento.


O encarregado explicou sua ausência na empresa__________ horas;__________ ocorressem falhas, o trabalho estaria encerrado com sucesso.


__________ uma hora dessas, as obras estarão finalizadas na capital.

Alternativas
Comentários
  • Senão -> "Caso contrário", "A não ser"

    "A população não faz outra coisa a não ser lamentar"

    Gab C

  • GABARITO - C

    SENÃO - DO CONTRÁRIO/ EXCETO....

    SE NÃO - conjunção condicional (“se”) e por um advérbio de negação (“não”). Assim, é uma expressão usada para indicar a negação de uma condição, podendo ser substituída por “caso não”.

    - forma do verbo HAVER

    ( sentido de tempo passado )

    A - Pode ser usado para indicar tempo futuro


ID
5285857
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia este texto.


Tremor nos olhos é um alerta do seu estado de saúde


Sabe quando os seus olhos começam a tremer, sem perceber por que, mas parece que vão saltar? E você não consegue fazer nada? [...] Isso acontece porque estamos estressados, libertamos hormonas para o sistema nervoso autônomo. As hormonas levam estímulos para as pálpebras, que passam a ter contrações involuntárias, ou seja, impossíveis de se controlar.

Disponível em: http://www.movenoticias.com/2016/09/tremor-nos-olhos-e-um-alerta-do-seu-estado-de-saude/. Acesso em 25 jan. 2018.


Em vista da relação estabelecida pelo termo destacado, assinale a alternativa em que a expressão apresentada gera alteração no sentido do trecho.

Alternativas

ID
5285860
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Segundo a Lei 8.112/90, o servidor acidentado em serviço será licenciado com

Alternativas
Comentários
  • Letra A.

    Lei. 8.112/90. Art. 211.  Será licenciado, com remuneração integral, o servidor acidentado em serviço.

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8112compilado.htm

  • Trata-se de questão que pressupõe a aplicação da norma contida no art. 211 da Lei 8.112/90, que assim estabelece:
    "Art. 211.  Será licenciado, com remuneração integral, o servidor acidentado em serviço."

    Destarte, a lei prevê o pagamento de remuneração integral, mas não contempla a incidência de acréscimos, o que elimina as alternativas B, C e D. Com isso, resta evidente que a opção acertada repousa na letra A.


    Gabarito do professor: A
  • Anota aí = acidentou em serviço Recebe tudo 100%

ID
5285863
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Segundo o Art. 132 da Lei 8.112/90, a demissão será aplicada nos seguintes casos, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Art. 132. A demissão será aplicada nos seguintes casos:

    I - crime contra a administração pública;

    II - abandono de cargo;

    III - inassiduidade habitual;

    IV - improbidade administrativa;

    V - incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição;

    VI - insubordinação grave em serviço;

    VII - ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem;

    VIII - aplicação irregular de dinheiros públicos;

    IX - revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo;

    X - lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional;

    XI - corrupção;

    XII - acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas;

    XIII - transgressão dos incisos IX a XVI do art. 117.

  • Gabarito: B

    ✅ A promoção manifestação e de apreço ou desapreço é causa de aplicação de advertência.

  • Como o próprio enunciado adiante, a presente questão deve ser solucionada à luz do que estabelece o art. 132 da Lei 8.112/90, que a seguir transcrevo:

    "Art. 132.  A demissão será aplicada nos seguintes casos:

    I - crime contra a administração pública;

    II - abandono de cargo;

    III - inassiduidade habitual;

    IV - improbidade administrativa;

    V - incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição;

    VI - insubordinação grave em serviço;

    VII - ofensa física, em serviço, a servidor ou a particular, salvo em legítima defesa própria ou de outrem;

    VIII - aplicação irregular de dinheiros públicos;

    IX - revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo;

    X - lesão aos cofres públicos e dilapidação do patrimônio nacional;

    XI - corrupção;

    XII - acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas;

    XIII - transgressão dos incisos IX a XVI do art. 117."

    Do exame deste rol, verifica-se que as opções A, C e D, realmente, constituem causa de demissão, eis que previstas nos incisos III, V e IX, acima destacados em negrito.

    Por sua vez, a letra B - promoção e manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição - vem a ser falta funcional proibida na forma do art. 117, V, da Lei 8.112/90.

    Firmada esta premissa, a ela se aplica, como regra, a pena de advertência ou, na hipótese de ser o servidor reincidente, a sanção de suspensão, no máximo. É o que se extrai dos arts. 129 e 130 do aludido Estatuto dos Servidores Federais:

    "Art. 129.  A advertência será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justifique imposição de penalidade mais grave.   

    Art. 130.  A suspensão será aplicada em caso de reincidência das faltas punidas com advertência e de violação das demais proibições que não tipifiquem infração sujeita a penalidade de demissão, não podendo exceder de 90 (noventa) dias."

    Logo, confirma-se que a letra B não constitui falta punível com demissão, razão pela qual corresponde à resposta da presente questão.


    Gabarito do professor: B

  • A questão exigiu conhecimento acerca das penalidades aplicáveis ao servidor público na Lei 8.112/90 (Estatuto do Servidor Público Federal) e deseja obter a alternativa em que não será aplicada a pena de demissão:

    A- Art. 132 da Lei 8.112/90: “A demissão será aplicada nos seguintes casos: [...] IX - revelação de segredo do qual se apropriou em razão do cargo.”

    B- Art. 117 da Lei 8.112/90: “Ao servidor é proibido: [...] V - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição.”

    Nesse caso, será aplicada a pena de advertência e não de demissão, conforme o art. 129 da Lei 8.112/90: “A advertência será aplicada por escrito, nos casos de violação de proibição constante do art. 117, incisos I a VIII e XIX, e de inobservância de dever funcional previsto em lei, regulamentação ou norma interna, que não justifique imposição de penalidade mais grave.      

    C- Art. 132 da Lei 8.112/90: “A demissão será aplicada nos seguintes casos: [...] III - inassiduidade habitual.”

    D- Art. 132 da Lei 8.112/90: “A demissão será aplicada nos seguintes casos: [...] V - incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição.”

    GABARITO DA MONITORA: “B”

  • GAB.: B  

    • Art. 117 da Lei 8.112/90: “Ao servidor é proibido (= É advertido):
    • V - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição.”

ID
5285866
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Segundo o Art. 81 da Lei 8.112/90, conceder-se-á ao servidor licença, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Art. 81. Conceder-se-á ao servidor licença:

    I - por motivo de doença em pessoa da família;

    II - por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;

    III - para o serviço militar;

    IV - para atividade política;

    V - para capacitação;

    VI - para tratar de interesses particulares;

    VII - para desempenho de mandato classista. 

    Afastamento: para Servir a Outro Órgão ou Entidade

  • Eis o teor do citado art. 81 da Lei 8.112/90, que prevê o rol de licenças passíveis de serem concedidas aos servidores públicos:

    "Art. 81.  Conceder-se-á ao servidor licença:

    I - por motivo de doença em pessoa da família;

    II - por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro;

    III - para o serviço militar;

    IV - para atividade política;

    V - para capacitação;

    VI - para tratar de interesses particulares;

    VII - para desempenho de mandato classista."

    Do exame deste rol, percebe-se que as alternativas B, C e D, lançadas pela Banca, encontram sustentação nos incisos I, II e V, acima colocados em destaque por meio de negrito.

    Por sua vez, a letra A não conta com amparo legal, inexistindo previsão de licença para fins de
    posse em outro cargo público, o que torna equivocada esta opção.


    Gabarito do professor: A

  • A questão exigiu conhecimento acerca do art. 81 da Lei 8.112/90 (Estatuto do Servidor Público Federal) e deseja obter a alternativa incorreta:

    Art. 81 da Lei 8.112/90. “Conceder-se-á ao servidor licença:

    I - por motivo de doença em pessoa da família; (LETRA “C”)

    II - por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; (LETRA “D”)

    III - para o serviço militar;

    IV - para atividade política;

    [...]

    V - para capacitação; (LETRA “B”)              

    VI - para tratar de interesses particulares;

    VII - para desempenho de mandato classista.”

    Como pode ser observado, o único tipo de licença que não consta no rol do art. 81 da Lei 8.112/90 é a constante da letra “A”, vez que não existe “licença para posse em outro cargo público”.

    GABARITO DA MONITORA: “A”


ID
5297914
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Design Gráfico
Assuntos

De acordo com Rossi Filho (1999), no processo de impressão offset, em máquinas impressoras planas, o decalque ou repinte refere-se à transferência de tinta úmida para o verso da folha seguinte na pilha de saída. Nesse caso, acontece um fenômeno indesejado, pois sua ocorrência causa manchas no verso das folhas impressas.

De acordo com este autor, acerca do decalque ou repinte, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297917
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Plásticas
Assuntos

Segundo Collaro (2007), enxergamos um determinado corpo com uma certa cor, porque ele, por suas características físicas, absorve parte da luz que incide sobre ele e reflete determinados comprimentos de onda. Nesse caso, o que vemos, então, são as ondas refletidas pelo objeto, que são mostradas a nós como cores.

Sob uma fonte de luz amarela, que é a soma das luzes verde e vermelha, um impresso com tinta cyan será visto na cor

Alternativas

ID
5297920
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Visuais
Assuntos

A cor é um dos principais atributos a ser conhecido e controlado no ambiente de produção gráfica. Sobre a cor, são corretas as afirmações que seguem, EXCETO:

Alternativas

ID
5297923
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O meio-tom é um recurso utilizado para a reprodução de produtos impressos. No entanto, não é tão simples de reproduzir. Para efetuar a reprodução, é necessário decompor os meios-tons em pequenos pontos que se organizam em uma pequena rede, denominada retícula.

Sobre as retículas, é CORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297926
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Todo processo de reprodução pressupõe cópias e, portanto, uma matriz da qual elas se originam. As matrizes podem ser físicas, nos processos mecânicos, ou virtuais, nos processos digitais ou híbridos. As matrizes físicas recebem nomes diversos de acordo com o processo. No processo de impressão offset, a matriz é chamada de chapa.

Sobre a chapa para impressão em offset é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297932
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Analise as informações do quadro abaixo para responder a questão

DADOS
Material a ser impresso                        miolo de livro
Processo de impressão                        offset
Tiragem                                                1.000 unidades
Tamanho final do livro fechado            155 x 220 mm (não haverá sangria no miolo) 
Quantidade de páginas                        240
Cores do miolo                                     1x1 (preto) 
                                                             tipo - pólen soft 
                                                             gramatura - 80 g/m²
Papel do miolo
                                                            tamanho da folha inteira - 660 x 960 mm 
                                                            espessura - 0,10 mm
                                                            bicolor com reversão
Impressora offset                                tamanho mínimo de papel – 210 x 297 mm
                                                            tamanho máximo de papel - 520 x 740 mm
                                                            dobra
Acabamento                                        intercalação
                                                            costura

Considerando as informações anteriores, marque a alternativa que apresenta o valor correto da espessura da lombada do livro em milímetros.

Alternativas
Comentários
  • TÊNIS PUMA! PROFESSOR ÍTALO ROMANO.

  • macete: quando a gramatura for 80g divide as paginas por 20. 240/20=12


ID
5297935
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Ganho de ponto expressa a condição na qual o ponto do impresso apresenta-se com dimensões diferentes daqueles originais, existentes nas chapas ou nos filmes. As bordas dos pontos e dos traços ficam deformadas.

No processo de impressão offset, sobre o ganho de ponto, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297938
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O papel para impressão de produtos editoriais tem várias características as quais devem ser avaliadas para a sua correta adequação ao produto final que se pretende obter, dentre elas a gramatura.

Sobre a gramatura do papel, é CORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297941
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

A lineatura, que também pode ser definida como a resolução do impresso, é a medida de quantas linhas de retícula existem por centímetro ou polegada. Na impressão offset, no Brasil, o termo usual é lines per inch (LPI), que traduzido para o Português significa linhas por polegada.

As afirmativas abaixo sobre lineatura são corretas, EXCETO:

Alternativas

ID
5297944
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

A matriz offset ou simplesmente chapa, possui, além da imagem que será impressa, vários elementos que servem como referência para impressão e acabamento, mas que serão eliminados no momento do corte final da peça gráfica.

Sobre esses elementos, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297947
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O processo de impressão offset possui características que lhe conferem vantagens e desvantagens, quando comparado a outros processos de impressão, mas ainda é o principal processo de impressão industrial no mundo.

Sobre as características da impressão offset, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297950
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O custo do papel tem um valor significativo no custo final da produção de um impresso, por isso, deve-se sempre buscar o melhor aproveitamento na folha, dentro dos tamanhos disponíveis, de papel e de impressoras.

Quantos pedaços no tamanho de 360 x 350mm podem ser retirados de uma folha inteira com tamanho de 760 x 1120mm?

Alternativas

ID
5297953
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O sentido da fibra do papel, durante a impressão e o acabamento, tem impacto na velocidade e qualidade da produção, assim como no desempenho do produto final.

Sobre a fibra do papel, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297956
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

No fluxo da produção gráfica, podem ser usados arquivos em vários formatos, a saber: formatos originais dos softwares nos quais foram criados, arquivos fechados e arquivos PDF, dentre outros.

Sobre arquivos para produção gráfica no processo offset é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297959
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

A editora fictícia Boa Leitura pretende fazer o lançamento de um livro com 450 páginas no tamanho de 200 x 270 mm, com tiragem de 2.500 exemplares. Para isso, irá organizar um evento de lançamento no qual irá precisar produzir, além de toda a tiragem do livro a ser lançado, dois banners impressos em lona com medidas de 900 x 1400 mm, 200 camisas com a marca da editora impressas na cor vermelha sobre um tecido branco e 20.000 descartáveis (guardanapo e papel toalha) impressos na cor vermelha, com a marca da editora.

Considerando os trabalhos a serem impressos e suas tiragens, marque a opção que apresenta a CORRETA alternativa de processos de impressão para a produção de cada peça gráfica, na seguinte ordem: os livros, os banners, as camisas e os descartáveis:

Alternativas

ID
5297965
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Uma das características que distinguem o processo de impressão offset de outros processos de impressão é a presença de uma solução de molhagem, composta majoritariamente de água, mas que contém outros elementos como ácido fosfórico, goma arábica, sal tampão, agente bactericida, entre outros.

Sobre a solução de molhagem para impressão offset em máquinas planas é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297968
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

As tintas offset secam por ação, parcial ou combinada, de diversos fenômenos: penetração, evaporação, filtração seletiva, óxido-polimerização (reação das resinas e óleos secativos da tinta com o oxigênio do ar) e outros.

Sobre a secagem das tintas na impressão offset, é CORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297971
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

A complexidade do processo de impressão offset em máquinas planas pode ser atribuída, dentre outros fatores, à relação entre as diversas variáveis que coexistem nele. Interagem neste processo o papel, a água, a tinta, a blanqueta, os rolos, os cilindros, a temperatura, a umidade, a velocidade da máquina, entre outros elementos..

Sobre os problemas ocasionados pela interação dos elementos citados, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297974
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

De acordo com Collaro (2007), o papel é um composto de fibras vegetais entrelaçadas e sobrepostas que pode ser produzido manualmente ou por meio de máquinas. Para Bann (2012), é o principal suporte para impressão.

Sobre as características do papel para impressão pelo processo offset, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297977
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Tanto o corte inicial como o refilo de um produto já impresso podem usar uma guilhotina de corte reto para essa operação.

Sobre os processos de corte reto, é CORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297980
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O corte é uma operação estratégica para as gráficas que manuseiam o papel em folhas, pois dele depende o grau de exatidão dos esquadros da folha que são, por sua vez, referência para as máquinas impressoras, de dobra, de corte-e-vinco, etc., porém é uma das etapas do processo menos controlada pelos gráficos, o que gera problemas.

Sobre os problemas de corte, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297983
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

A dobra é uma operação de acabamento usada para diversos tipos de produtos gráficos. Pode ser a última etapa da produção, em caso de folhetos, mapas e outros, ou uma etapa intermediária, quando se trata de livros, revistas e outras publicações.

Sobre o processo de dobra de papel em máquinas é CORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297986
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Acessórios podem ser acoplados às máquinas de dobrar, antes ou depois das unidades de dobras. Leia a afirmativa que segue e marque a opção que se refere CORRETAMENTE ao acessório que ela descreve:

“São ferramentas que produzem aberturas na folha a ser dobrada, na linha de dobra, para redução das forças de tensão do papel.”

Alternativas

ID
5297989
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O sistema computer to plate (CtP) que, traduzido para o português significa do “computador para a chapa” é usado na geração de matrizes para a impressão offset.

Sobre este sistema é CORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5297992
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Uma máquina dobradeira pode ser configurada com componentes e acessórios diversos, dependendo do perfil de trabalho da gráfica e da sua capacidade de investimento.

Marque a opção na qual se indicam CORRETAMENTE todos os acessórios que podem ser acoplados em uma máquina dobradeira.

Alternativas

ID
5297995
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O processo utilizado na encadernação de livros, revistas, listas e catálogos, conhecido como lombada quadrada, envolve a aplicação de um ou mais adesivos sobre lombada refilada, perfurada ou costurada, que recebe na sequência uma capa de papel ou de papel cartão.

As alternativas abaixo apresentam fatores críticos que podem influenciar na qualidade da lombada quadrada, EXCETO:

Alternativas

ID
5297998
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Uma das técnicas de encadernação com lombada quadrada consiste na aplicação de um adesivo denominado hot melt.

Sobre o processo de cola com hotmelt, é INCORRETO afirmar que

Alternativas

ID
5298001
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

O processo de impressão digital pode substituir praticamente todos os outros processos, sobretudo nas pequenas tiragens. Tal processo tem uma característica que o torna único em comparação com os demais. Marque a opção que apresenta CORRETAMENTE essa característica:

Alternativas

ID
5302699
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

Analise as informações do quadro abaixo para responder a questão



DADOS

Material a ser impresso                                           miolo de livro

Processo de impressão                                           offset

Tiragem                                                                    1.000 unidades

Tamanho final do livro fechado                                155 x 220 mm (não haverá sangria no miolo)

Quantidade de páginas                                             240

Cores do miolo                                                          1x1 (preto)

                                                                                   tipo - pólen soft

Papel do miolo                                                           gramatura - 80 g/m²

                                                                                   tamanho da folha inteira - 660 x 960 mm

                                                                                    espessura - 0,10 mm

                                                                                    bicolor com reversão

Impressora offset                                                        tamanho mínimo de papel – 210 x 297 mm

                                                                                    tamanho máximo de papel - 520 x 740 mm

                                                                                    dobra

Acabamento                                                                intercalação

                                                                                    costura

Considerando as informações do quadro anterior, marque a alternativa que apresenta, respectivamente, o número máximo de páginas por caderno; a quantidade mínima de cadernos que comporão o miolo deste livro e a quantidade de folhas inteiras necessárias para a impressão do miolo, desconsiderando a perda.

Alternativas

ID
5302732
Banca
UFMG
Órgão
UFMG
Ano
2018
Provas
Disciplina
Artes Gráficas
Assuntos

As tintas para impressão são dispersões coloidais, de comportamento complexo, constituídas de pigmentos dispersos num fluido chamado veículo. De sua interação com o papel, com a solução de molhagem, com a chapa e com a blanqueta, podem surgir problemas graves na impressão offset.

Sobre as características das tintas para impressão em offset é CORRETO afirmar que

Alternativas