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Prova VUNESP - 2017 - FAMEMA - Vestibular 2018 - Prova II


ID
4036267
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Ao coração que sofre, separado

Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,

Não basta o afeto simples e sagrado

Com que das desventuras me protejo.


Não me basta saber que sou amado,

Nem só desejo o teu amor: desejo

Ter nos braços teu corpo delicado,

Ter na boca a doçura de teu beijo.


E as justas ambições que me consomem

Não me envergonham: pois maior baixeza

Não há que a terra pelo céu trocar;


E mais eleva o coração de um homem

Ser de homem sempre e, na maior pureza,

Ficar na terra e humanamente amar.


(Melhores poemas, 2000.)

No poema, o eu lírico defende um amor

Alternativas

ID
4036270
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Ao coração que sofre, separado

Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,

Não basta o afeto simples e sagrado

Com que das desventuras me protejo.


Não me basta saber que sou amado,

Nem só desejo o teu amor: desejo

Ter nos braços teu corpo delicado,

Ter na boca a doçura de teu beijo.


E as justas ambições que me consomem

Não me envergonham: pois maior baixeza

Não há que a terra pelo céu trocar;


E mais eleva o coração de um homem

Ser de homem sempre e, na maior pureza,

Ficar na terra e humanamente amar.


(Melhores poemas, 2000.)

A alternativa que reescreve a primeira estrofe em ordem direta, mantendo a correção gramatical e o sentido original, é:

Alternativas

ID
4036273
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Ao coração que sofre, separado

Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,

Não basta o afeto simples e sagrado

Com que das desventuras me protejo.


Não me basta saber que sou amado,

Nem só desejo o teu amor: desejo

Ter nos braços teu corpo delicado,

Ter na boca a doçura de teu beijo.


E as justas ambições que me consomem

Não me envergonham: pois maior baixeza

Não há que a terra pelo céu trocar;


E mais eleva o coração de um homem

Ser de homem sempre e, na maior pureza,

Ficar na terra e humanamente amar.


(Melhores poemas, 2000.)

A preocupação formal com a musicalidade dos versos é confirmada pelo emprego da

Alternativas
Comentários
  • Aliteração = repetição de consoantes

    Letra "B".


ID
4036276
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o trecho inicial do livro Corações sujos, de Fernando Morais, para responder à questão.


        A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1º de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:

       “Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”

      Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.


(Corações sujos, 2000.)

Segundo o texto,

Alternativas

ID
4036279
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o trecho inicial do livro Corações sujos, de Fernando Morais, para responder à questão.


        A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1º de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:

       “Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”

      Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.


(Corações sujos, 2000.)

A ideia de “suportar o insuportável” (1o parágrafo) está presente também

Alternativas

ID
4036282
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o trecho inicial do livro Corações sujos, de Fernando Morais, para responder à questão.


        A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1º de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:

       “Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”

      Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.


(Corações sujos, 2000.)

“Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de ‘suportar o insuportável’” (1o parágrafo)

O verbo destacado foi utilizado no pretérito mais-que-perfeito a fim de indicar

Alternativas
Comentários
  • que verbo destacado ? kk


ID
4036285
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o trecho inicial do livro Corações sujos, de Fernando Morais, para responder à questão.


        A voz rouca e arrastada parecia vir de outro mundo. Eram pontualmente nove horas da manhã do dia 1º de janeiro de 1946 quando ela soou nos alto-falantes dos rádios de todo o Japão. A pronúncia das primeiras sílabas foi suficiente para que 100 milhões de pessoas identificassem quem falava. Era a mesma voz que quatro meses antes se dirigira aos japoneses, pela primeira vez em 5 mil anos de história do país, para anunciar que havia chegado o momento de “suportar o insuportável”: a rendição do Japão às forças aliadas na Segunda Guerra Mundial. Mas agora o dono da voz, Sua Majestade o imperador Hiroíto, tinha revelações ainda mais espantosas a fazer a seus súditos. Embora ele falasse em keigo − uma forma arcaica do idioma, reservada aos Filhos dos Céus e repleta de expressões chinesas que nem todos compreendiam bem −, todos entenderam o que Hiroíto dizia: ao contrário do que os japoneses acreditavam desde tempos imemoriais, ele não era uma divindade. O imperador leu uma declaração de poucas linhas, escrita de próprio punho. Aquela era mais uma imposição dos vencedores da guerra. Entre as exigências feitas pelos Aliados para que ele permanecesse no trono, estava a “Declaração da Condição Humana”. Ou seja, a renúncia pública à divindade, que naquele momento Hiroíto cumpria resignado:

       “Os laços que nos unem a vós, nossos súditos, não são o resultado da mitologia ou de lendas. Não se baseiam jamais no falso conceito de que o imperador é deus ou qualquer outra divindade viva.”

      Petrificados, milhões de japoneses tomaram consciência da verdade que ninguém jamais imaginara ouvir: diferentemente do que lhes fora ensinado nas escolas e nos templos xintoístas, Hiroíto reconhecia que era filho de dois seres humanos, o imperador Taisho e a imperatriz Sadako, e não um descendente de Amaterasu Omikami, a deusa do Sol. Foi como se tivessem jogado sal na ferida que a rendição, ocorrida em agosto do ano anterior, havia aberto na alma dos japoneses. O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados. O novo xogum, o chefe supremo de todos os japoneses, agora era um gaijin, um estrangeiro, o general americano Douglas MacArthur, a quem eram obrigados a se referir, respeitosamente, como Maca-san, o “senhor Mac”. Como se não bastasse tamanho padecimento, o Japão descobria que o imperador Hiroíto era apenas um mortal, como qualquer um dos demais 100 milhões de cidadãos japoneses.


(Corações sujos, 2000.)

“O temido Exército Imperial do Japão, que em inacreditáveis 2600 anos de guerras jamais sofrera uma única derrota, tinha sido aniquilado pelos Aliados.” (3o parágrafo)

A oração destacada é uma oração subordinada

Alternativas

ID
4036288
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

        Em 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).

      Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?

    Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)

Segundo os céticos, os ratos

Alternativas

ID
4036291
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

        Em 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).

      Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?

    Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)

“Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem” (2o parágrafo)

Assinale a alternativa que expressa, na voz ativa, o conteúdo dessa oração.

Alternativas

ID
4036294
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

        Em 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).

      Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?

    Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)

Assinale a alternativa em que a oração subordinada indica uma finalidade.

Alternativas

ID
4036297
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

No início de determinado dia, um laboratório dispõe de várias seringas descartáveis para uso. Ao término desse dia, a razão entre o número de seringas não utilizadas e o de utilizadas era 2/9.Se 15 das seringas utilizadas não tivessem sido usadas nesse dia, a razão entre o número de seringas não utilizadas e o de utilizadas teria sido 1/3. O número de seringas descartáveis disponíveis no início desse dia era

Alternativas
Comentários
  • http://sketchtoy.com/70175670


ID
4036303
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em um curso para profissionais da saúde, há 25 alunos, dos quais 16 são mulheres. Entre as mulheres, 12 têm curso de especialização e, entre os homens, 8 têm curso de especialização. Sorteando-se aleatoriamente dois alunos desse curso, a probabilidade de eles serem de sexos diferentes e pelo menos um deles ter curso de especialização é

Alternativas

ID
4036312
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Os gráficos das funções f(x) = 1 + 2(x–k) e g(x) = 2x + b, com k e b números reais, se intersectam no ponto (3, 5). Sabendo que k e b são as raízes de uma função do 2o grau, a abscissa do vértice do gráfico dessa função é

Alternativas
Comentários
  • Usamos a função g(x) para encontrar o valor de b.

    g(3) = 2.3 + b

    5 = 6 + b

    b = -1

    Agora igualamos as duas equações.

    1 + 2^(3 - k) = 2.3 - 1

    2^(3 - k) = 4

    2^(3 - k) = 2²

    3 - k = 2

    k = 1

    Agora já sabemos as raízes. Podemos encontrar a função e assim encontrar o vértice.

    f(x) = a.x² - (Soma das raízes).x + Produto das raízes

    f(x) = a.x² -(-1+1).x + (1.(-1))

    f(x) = a.x² -0.x - 1

    f(x) = x² - 1

    Xvértice = -b/2a

    Xvértice = -0/2.1 = 0

    GABARITO: LETRA C


ID
4036321
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A medida da aresta da base quadrada de um prisma reto é igual à medida do diâmetro da base de um cone reto. A altura do prisma é 5,5 cm maior que a altura do cone e o volume do cone é 1/6 do volume do prisma. Considerando π = 3,1, é correto afirmar que a altura do prisma é

Alternativas
Comentários
  • Dados:

    a = 2R

    Hp = Hc + 5,5

    Vp = 6.Vc

    Legenda:

    a = aresta

    R = raio

    Hp = altura do prisma

    Hc = altura do cone

    Vp = volume do prisma

    Vc = volume do cone

    Vamos à resolução:

    Vp = área da base.altura

    Vp = 2R.2R.Hp

    Vp = 4R².Hp

    Vc = 3,1.R².Hc.1/3

    Vp = 6.Vc

    4R².Hp = 6.1/3 . 3,1R².Hc

    2.Hp = 3,1.Hc

    2.(Hc + 5,5) = 3,1Hc

    2Hc + 11 = 3,1Hc

    1,1Hc = 11

    Hc = 10

    Hp = 10 + 5,5 = 15,5

    GABARITO: LETRA E


ID
4036324
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Durante o ano letivo, um estudante fez seis simulados preparatórios para o vestibular e obteve notas diferentes em cada um deles. Sabendo que a média das seis notas foi 6,5 e que a média das três maiores notas foi 8,0, é correto afirmar que a média das três menores notas foi

Alternativas
Comentários
  • 6*6,5=39,0 Soma de todas as notas obtidas

    3*8=24 soma das 3 maiores notas obtidas

    39-24=15 15=soma das 3 menores notas obtidas

    15/3=5

    GAB.B


ID
4036327
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

A ordem geopolítica do pós-Segunda Guerra Mundial articulou a bipolarização do poder entre

Alternativas
Comentários
  • Guerra Fria aconteceu entre 1947 e 1991 e marcou a polarização do mundo em dois blocos: um liderado pelos americanos e outro pelos soviéticos. Essa polarização gerou um conflito político-ideológico entre as duas nações e seus respectivos blocos, cada qual defendendo os seus interesses e a sua ideologia.

    A Guerra Fria nunca gerou um conflito armado direto entre Estados Unidos (EUA) e União Soviética (URSS), mas o conflito de interesses entre os dois países resultou em conflitos armados ao redor do mundo e em uma disputa que ocorreu em diversos níveis como a economia, a diplomacia, a tecnologia etc.


ID
4036330
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

A concentração fundiária, a mecanização do campo e a facilidade de acesso aos serviços sociais nas cidades brasileiras explicam

Alternativas
Comentários
  • Letra D o Êxodo Rural

  • concentração fundiária é considerada por muitos um grave problema no espaço rural do Brasil, com a maior parte das terras nas mãos de poucas pessoas. ... Isso revela que há uma grande quantidade de terras sob posse de um número muito pequeno de pessoas.

    Ou seja, com o Êxodo rural, as pessoas deixaram os campos ficando as terras nas mãos dos grandes proprietarios de terras.


ID
4036339
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Para determinar __________ no mar, basta sair do porto com um relógio que não se desacerte e, ao meio-dia local, determinar a hora no porto de partida. Com a ajuda das tábuas de navegar que têm as horas do meio-dia no porto de partida, para todos os dias do ano, os pilotos podem calcular a diferença horária entre o meio-dia solar do ponto em que estão e o do porto de partida. Por cada hora de diferença horária, estão mais ou menos 15 graus para leste ou oeste em relação ao porto de partida. 

                                                   (www.cienciaviva.pt. Adaptado.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Comentários
  • O texto aborda uma breve descrição para a determinação da longitude a partir de uma viagem do porto para o mar utilizando um relógio e as tábuas de navegação. Assim, a cada 15º navegados em relação ao ponto de partida, ter-se-á uma hora de tempo percorrido, mostrando a relação entre a utilização das longitudes e a determinação dos fusos horários. 

    https://www.youtube.com/watch?v=tJNEmMdBUtA

    Meio dia solar verdadeiro é o tempo medido a partir do ciclo diário do Sol na esfera celeste. Para medir a hora solar aparente, deve-se observar o ângulo horário do Sol Verdadeiro (o ângulo entre um astro e o meridiano local), progredindo o tempo conforme o movimento de leste para oeste. De forma simples, o horário solar aparente é a hora medida em um relógio solar, considerando meio-dia como o momento da passagem do Sol pelo meridiano local (onde o astro atinge o topo de seu movimento).

  • RESOLUÇÃO (Cursos Objetivo):

    O texto aborda uma breve descrição para a determinação da longitude a partir de uma viagem do porto para o mar utilizando um relógio e as tábuas de navegação. Assim, a cada 15º navegados em relação ao ponto de partida, ter-se-á uma hora de tempo percorrido, mostrando a relação entre a utilização das longitudes e a determinação dos fusos horários.

    GABARITO:

    (B) a longitude

    Fonte: https://www.indagacao.com.br/2020/10/famema-2018-para-determinar-no-mar-basta-sair-do-porto-com-um-relogio-que-nao-se-desacerte.html


ID
4036342
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

   Ibn al-Khatib, médico e filósofo muçulmano de Granada, escreveu sobre a Peste Negra no século XIV: “A existência do contágio é estabelecida pela experiência, investigação, evidência dos sentidos e relatos dignos de fé. O fenômeno do contágio torna-se claro para o investigador que verifica como aquele que entra em contato com os enfermos apanha a doença, enquanto o que não está em contato permanece são, e como a transmissão se efetua através do vestuário, vasilhame e atavios.”

(Maria Guadalupe Pedrero-Sánchez. A Península Ibérica entre o Oriente e o Ocidente, 2002. Adaptado.)


Esse comentário sobre a epidemia revela

Alternativas
Comentários
  • O texto associado aborda a peste negra na Península Ibérica e o enunciado busca a alternativa que melhor se relacione com as ideias do texto. 

    A) O texto apresenta ideias características da ciência moderna. 

    B) Mas o texto é justamente um fragmento de estudo teórico que descreve práticas de investigação científica. 

    C) Não há qualquer menção religiosa no texto. 

    D) Investigação de evidências e relatos dignos são algumas das bases do pensamento científico moderno. Alternativa correta.

    E) Não há participação de critérios religiosos no pensamento descrito no texto. 


    Gabarito do professor: D.

ID
4036345
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Havia muito capital e muita riqueza entre os lavradores de cana, alguns ligados por laços de sangue ou matrimônio aos senhores de engenho. Havia também um bom número de mulheres, não raro viúvas, participando da economia açucareira. Digno de nota até o fim do século XVIII, contudo, era o fato de os lavradores de cana serem quase invariavelmente brancos. Os negros e mulatos livres simplesmente não dispunham de créditos ou capital para assumir os encargos desse tipo de agricultura.

                                                             (Stuart Schwartz. “O Nordeste açucareiro no Brasil Colonial”. In: João Luis R. Fragoso e Maria de Fátima Gouvêa (orgs). O Brasil Colonial, vol 2, 2014.)


O excerto indica que a sociedade colonial açucareira foi

Alternativas
Comentários
  • LETRA E. A sociedade brasileira sempre foi um tema bem complexo. Desde sua descoberta e invasão portuguesa, sempre houve uma hierarquia social pautada na etnia, patrimonial e status social.

    Não era impossível que um escravo viesse a tornar-se um senhor de engenho, porém, bem improvável.

    Nessa sociedade tínhamos as distinções entre entre os próprios negros e mestiços, dentre os escravos tínhamos as distinções sociais entre escravos da lavoura, escravos da casa. Entre os brancos tínhamos a questão de status social brancos senhores de escravos, brancos nobres, brancos pobres.

  • Fiquei confuso com a C, pois lembrei que nos Engenhos de cana tinha-se muita distinção entre os escravos e os senhores. Se alguém puder comentar sobre!

  • assim, a D parece até certa de primeiro momento, mas tinha que lembrar que, por exemplo, as capitanias hereditárias foram escolhidas por nobreza, além da riqueza, o que, pra um africano que (obviamente) não era europeu, tornava-se impossível de conquistar...


ID
4036348
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

No século XIX, o movimento mais amplo é a Revolução Industrial, cuja força-motora é a Grã-Bretanha, que passa a ocupar, sem o menor esforço, o lugar da Espanha e de Portugal na América do Sul, tanto para escoar seus produtos industriais como para controlar os circuitos comerciais. Os novos Estados endividam-se para comprar as maravilhas da indústria inglesa e os ingleses contentam-se em fazer negócios. Em Cuba, as companhias norte-americanas apropriam- -se das terras açucareiras. Pouco depois, as planícies da América Central são atacadas: está nascendo o império bananeiro, controlado por Boston.

                                                  (Marc Ferro. Histórias das colonizações, 1996. Adaptado.)

O excerto alude

Alternativas

ID
4036354
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

A tragédia dos últimos meses do governo Goulart residiu na tendência cada vez mais acentuada de se descartar a via democrática para a solução da crise. A direita ganhou os conservadores moderados, sobretudo amplos setores da classe média, para sua perspectiva de que só uma revolução promoveria a “purificação da democracia”, pondo fim aos perigos do comunismo, à luta de classes, ao poder dos sindicatos e à corrupção. Na esquerda, a então chamada democracia formal era vista apenas como um instrumento que ia se tornando inútil, ao aproximar-se a tomada do poder.


(Boris Fausto. “A vida política”. In: Angela de Castro Gomes (org). Olhando para dentro: 1930-1964, vol 4, 2013. Adaptado.)


Essa interpretação do historiador sobre o final do governo de João Goulart (1961-1964) remete 

Alternativas
Comentários
  • Letra D

    remete às tensões políticas internas e seus vínculos com a Guerra Fria, que estimularam os discursos anticomunistas.

    Vale lembrar que o auge da guerra fria, não por acaso, coincide com o final do governo de Goulart

  • Após a Segunda Guerra Mundial, o Brasil integrou o bloco capitalista, no entanto, a partir de 1961 o presidente João Goulart (Jango) desenvolveu uma política externa independente do apoio das superpotências da Guerra Fria. Jango fortaleceu os movimentos sindicais, estudantis, camponeses e populares. Além desses fatos, o então presidente promoveu uma aproximação política entre o Brasil e a União Soviética, o que desencadeou atritos com as lideranças políticas, econômicas e militares do Brasil. Em fevereiro de 1964, Jango anunciou as reformas de base, que consistia num conjunto de reformas sociais que incluía a reforma agrária. Sua política preocupou bastante a classe burguesa do Brasil e os investidores estadunidenses, esse clima era propício para um golpe de estado. Em 31 de março de 1964, o presidente foi deposto por um golpe militar que teve apoio decisivo da elite conservadora brasileira e da Agência de Inteligência dos Estados Unidos (CIA). Instalou-se no Brasil uma ditadura militar que governou o país por duas décadas (1964 – 1985), esse período se caracterizou pela censura à imprensa, movimentos culturais e sociais, a repressão aos opositores do regime militar, institucionalização da tortura, entre outros fatores.
  • LETRA D. O medo e aversão ao comunismo era intenso, ao mesmo ponto que tínhamos revoluções comunistas e socialistas acontecendo ao nosso redor, a ala direitista brasileira tinha um enorme receio e agora com um novo presidente extremante populista e que na ocasião de sua posse estava na china, país comunista, crescia cada vez mais o medo em território nacional junto com as pressões norte-americanas para que seus países aliados repudiassem piamente o sentimento comunista de seus países. Então quando Jango volta de sua viagem, já se iniciara uma articulação para a derrubada de seu poder antes mesmo que o assumisse, quando o CN decidiu por votação que o sistema de governo se tornaria parlamentarista naquele momento.


ID
4036357
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

         Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

         One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

        Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

        Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

         Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

De acordo com o texto,

Alternativas

ID
4036360
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

         Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

         One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

        Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

        Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

         Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

The excerpt from the first paragraph “helps you feel full of beans” means that coffee helps to

Alternativas
Comentários
  • A questão cobra interpretação de um texto sobre os benefícios de beber café e também o conhecimento de expressões idiomáticas.

    Vamos analisar o enunciado:


    The excerpt from the first paragraph “helps you feel full of beans" means that coffee helps to... Tradução -O trecho do primeiro parágrafo “helps you feel full of beans" significa que o café ajuda a...


    A expressão idiomática "full of beans" significa "cheio de energia e entusiasmo".

    Segundo o texto, "drinking coffee helps you feel full of beans" ou seja, "beber café ajuda você a se sentir cheio de energia e entusiasmo".

    Analisando as alternativas teremos:


    A) Incorreto - burn fat. = queimar gordura

    B) Incorreto - fortify the DNA. = fortalecer o DNA

    C) Incorreto - relieve chronic pain. = aliviar a dor crônica

    D) Incorreto - improve memory. = melhorar a memória

    E) Correto - increase energy.= aumentar a energia


    Gabarito do Professor: Letra E.


ID
4036363
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

         Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

         One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

        Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

        Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

         Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

In the excerpt from the second paragraph “18% less likely to die”, the word in bold can be replaced, without changing the meaning of the sentence, by

Alternativas
Comentários
  • A questão cobra conhecimento gramatical, especificamente sobre palavras sinônimas e advérbios.

    Vamos analisar o enunciado:

    In the excerpt from the second paragraph “18% less likely to die", the word in bold can be replaced, without changing the meaning of the sentence, by...

    Tradução -No trecho do segundo parágrafo “18% less likely to die", a palavra em negrito pode ser substituída, sem alterar o significado da frase, por...


    A palavra "likely" pode ser um adjetivo e significar "provável" ou pode ser um advérbio e significar "provavelmente".

    Veja alguns exemplos:

    • Snow showers are likely tomorrow. = Pancadas de neve são prováveis amanhã
    • What are the likely effects of the law going to be? = Quais serão os prováveis efeitos da lei?
    • I'd very likely have done the same thing in your situation. = Eu muito provavelmente teria feito a mesma coisa na sua situação.
    • If you are having problems with your asthma, it most likely means that you are not on an appropriate treatment plan. = Se você está tendo problemas com sua asma, isso provavelmente significa que você não está em um plano de tratamento adequado.
    .
    Analisando as alternativas teremos:


    A) Incorreto - favourably. = favoravelmente

    B) Incorreto - impossible. = impossível

    C) Incorreto - pleasantly. = agradavelmente

    D) Incorreto - agreable. = agradável

    E) Correto - probable. = provável


    Gabarito do Professor: Alternativa E.

ID
4036366
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

         Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

         One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

        Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

        Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

         Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

No trecho do segundo parágrafo “Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality”, a palavra em destaque indica uma ideia de

Alternativas
Comentários
  • A questão cobra conhecimento gramatical, especificamente sobre a conjunção "but".

    Vamos analisar a sentença proposta no enunciado:

    “Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality" Tradução -“Mulheres que bebem a mesma quantidade se beneficiam menos, mas ainda experimentam uma redução de 8% na mortalidade"

    A conjunção "but" significa "mas" e assim como em Português indica contraste ou oposição entre duas ideias.
    Veja alguns exemplos:

    • He is only a kid, but has very mature ideas. = Ele é apenas uma criança, mas tem ideias muito maduras.
    • I have money, but it is not enough to buy a house. = Eu tenho dinheiro, mas não é suficiente para comprar uma casa.
    • She lives in the country, but she prefers the city life. = Ela mora no campo, mas prefere a vida na cidade.
    • The car is comfortable, but it is not very economical. = O carro é confortável, mas não é muito econômico.



    Gabarito do Professor: Alternativa A.

ID
4036369
Banca
VUNESP
Órgão
FAMEMA
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

         Drinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.

         One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.

        Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.

        Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.

         Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”


(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)

De acordo com o quinto parágrafo,

Alternativas
Comentários
  • A questão cobra interpretação de um texto sobre os benefícios de beber café.

    Vejamos o trecho em questão, o 5o parágrafo:

    Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee."
    Tradução - O Dr. Marc Gunter, da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, que liderou o estudo europeu com colegas do Imperial College London, disse: “Descobrimos que o maior consumo de café estava associado a um menor risco de morte por qualquer causa, especificamente por doenças circulatórias e doenças digestivas. É importante ressaltar que esses resultados foram semelhantes em todos os 10 países europeus, com hábitos e costumes de consumo de café variáveis. Nosso estudo também oferece informações importantes sobre os possíveis mecanismos para os efeitos benéficos do café na saúde ".


    Analisando as alternativas teremos:


    A) Incorreto - o alto consumo de café entre os europeus aumentou o risco de morte nesse grupo.
    O maior consumo de café estava associado a um menor risco de morte.

    B) Incorreto - a pesquisa do Dr. Marc Gunter mostrou que o café pode reduzir o risco de câncer.
    O maior consumo de café estava associado a um menor risco de morte por qualquer causa, especificamente por doenças circulatórias e doenças digestivas.

    C) Correto - o café pode tanto prolongar o tempo de vida das pessoas quanto fazer bem à saúde.
    O estudo também oferece informações importantes sobre os possíveis mecanismos para os efeitos benéficos do café na saúde. A informação sobre prolongar o tempo de vida não está no 5o parágrafo, mas sim na 1a sentença do texto.

    D) Incorreto - o consumo indiscriminado de café pode aumentar o risco de doenças dos sistemas circulatório e digestório.
    O maior consumo de café estava associado a um menor risco de morte por qualquer causa, especificamente por doenças circulatórias e doenças digestivas.

    E) Incorreto - os hábitos e costumes relacionados ao consumo de café eram semelhantes nos dez países europeus envolvidos no estudo.
    Os resultados foram semelhantes em todos os 10 países europeus, mas os hábitos e costumes de consumo de café são variáveis.


    Gabarito do Professor: Letra C.