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Prova VUNESP - 2018 - Prefeitura de Barretos - SP - Professor II - Artes


ID
3039544
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

     Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia para professores e idosos


      No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

      O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3.450 instituições de ensino do país.

      Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar — e também do seu entorno: os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local sobre como usar redes sociais, iPads e outros dispositivos eletrônicos.

      “Acreditamos que é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, observa Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, na cidade de Vantaa, próxima à capital Helsinki.

      Os alunos do projeto têm entre 10 e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.

      A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias e passam a atuar em três frentes. Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contatar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.

      Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.

                                                           (Claudia Wallin. www.bbc.com. Adaptado)

Uma ideia que se repete no texto é:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    → no primeiro parágrafo: No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação.

    → no último parágrafo: celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação.

    → logo, ideias repetidas.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Essa não cai na minha prova.


ID
3039547
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

     Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia para professores e idosos


      No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

      O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3.450 instituições de ensino do país.

      Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar — e também do seu entorno: os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local sobre como usar redes sociais, iPads e outros dispositivos eletrônicos.

      “Acreditamos que é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, observa Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, na cidade de Vantaa, próxima à capital Helsinki.

      Os alunos do projeto têm entre 10 e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.

      A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias e passam a atuar em três frentes. Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contatar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.

      Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.

                                                           (Claudia Wallin. www.bbc.com. Adaptado)

Um dos objetivos centrais do projeto apresentado é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    → oferecer aos alunos a oportunidade de se fazerem úteis ao próximo.

    → são oferecidas oportunidades para que os alunos possam ir além do que o básico, iniciando, assim, uma conscientização acerca de ajuda ao próximo, embutindo uma ideia de sociedade em que todos se ajudam.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • li o título e marquei D, mais nada

  • SÓ É CULPOSO O QUE A LEI DIZ EXPRESSAMENTE QUE É CULPOSO.


ID
3039550
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

     Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia para professores e idosos


      No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

      O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3.450 instituições de ensino do país.

      Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar — e também do seu entorno: os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local sobre como usar redes sociais, iPads e outros dispositivos eletrônicos.

      “Acreditamos que é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, observa Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, na cidade de Vantaa, próxima à capital Helsinki.

      Os alunos do projeto têm entre 10 e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.

      A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias e passam a atuar em três frentes. Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contatar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.

      Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.

                                                           (Claudia Wallin. www.bbc.com. Adaptado)

Duas expressões que veiculam a mesma ideia, no texto, são:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    → queremos trechos sinônimos:

    → pouco ortodoxo modelo (1° parágrafo); pensamento fora da caixa (7° parágrafo). → ambos trechos passam a mesma ideia: algo fora do comum, um pensamento que não é ortodoxo (tradicional).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Ortodoxo. De ORTO= correto, certo, comum, e, por extensão, no mesmo luga, ou, "dentro da caixa". E doxo de DOXA= opinião, julgamento, parecer, e, por extensão, pensar, ou ainda, "pensar fora da caixa". Então, pouco ortodoxo e pensar fora da caixa são as mesmas coisas.


ID
3039571
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                       À nossa volta


      Dois amigos meus desceram no aeroporto de Orly, em Paris. Deixaram as malas no hotel e foram dar uma volta pelo Quartier Latin. Decepcionaram-se com as ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado — nunca tinham visto Paris tão suja e desmazelada. E só foram entender o que estava acontecendo ao ler a manchete de um jornal na banca. Os estudantes estavam em guerra contra o poder. Era maio de 1968.

      Outro amigo, músico e muito, muito alienado, pegou seu carro bem cedo em Copacabana e tocou para a zona norte, onde estava gravando um LP. Lá chegando, encontrou o estúdio fechado. Esperou duas horas, ninguém apareceu e ele foi embora. Estranhou que as lojas do Centro também estivessem fechadas e, ao passar pelo Flamengo, viu o prédio da UNE em chamas. E só ao chegar em casa soube que estava em curso no país um golpe militar. Era 1° de abril de 1964.

      E, em 1956, mais um amigo, também músico, mas amador, passava férias em Diamantina (MG) quando soube que dona Dadainha, senhora baiana muito respeitada na cidade, estava hospedando um irmão que tocava violão dia e noite e nunca saía à rua. O amigo foi procurá-lo. Tocou a campainha e o próprio rapaz abriu a porta. Ao ouvir que o outro igualmente tocava violão, convidou-o a entrar e mostrou-lhe um samba “diferente” que estava criando. Meu amigo gostou, despediu- -se e não voltou a vê-lo. Dois anos depois, escutou no rádio aquele “samba diferente” e reconheceu o violonista e cantor: João Gilberto. O que ele ouvira em Diamantina era a bossa nova, só que antes de ela existir.

      É famosa a passagem de “A Cartuxa de Parma”, de Stendhal, em que o herói se junta a um exército sem saber que está no meio da guerra de Waterloo.

      É o risco que corremos por não ficarmos de olho à nossa volta.

                                                  (Ruy Castro. www.folha.uol.com.br, 25.11.2017)

Ao descrever seu amigo como muito, muito alienado, no segundo parágrafo, o autor dá a entender que

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA D

    →  Outro amigo, músico e muito, muito alienado, pegou seu carro bem cedo em Copacabana e tocou para a zona norte, onde estava gravando um LP.

    → era alienado e qual a causa? A AMPLA DIVULGAÇÃO DA DITADURA fez com que ele se alienasse (lendo o contexto, conseguimos chegar à resposta).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • → era alienado e qual a causa? A AMPLA DIVULGAÇÃO DA DITADURA fez com que ele se alienasse (lendo o contexto, conseguimos chegar à resposta).

    Isso não está correto Arthur. O autor do texto se refere ao músico como alienado porque este não sabia que estava ocorrendo um golpe militar, apesar da ampla divulgação.

    "Alienado: [Popular] Que não tem a capacidade de compreender ou de conhecer a realidade que o cerca; alheado".

  • Art. 13. Poderá o juiz, de ofício ou a requerimento das partes, conceder o perdão judicial e a consequente extinção da punibilidade ao acusado que, sendo primário, tenha colaborado efetiva e voluntariamente com a investigação e o processo criminal, desde que dessa colaboração tenha resultado:

    Corrigindo o equivoco do colega ao dizer que, na alternativa A, não necessita a primariedade para a colaboração voluntária;


ID
3039574
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                       À nossa volta


      Dois amigos meus desceram no aeroporto de Orly, em Paris. Deixaram as malas no hotel e foram dar uma volta pelo Quartier Latin. Decepcionaram-se com as ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado — nunca tinham visto Paris tão suja e desmazelada. E só foram entender o que estava acontecendo ao ler a manchete de um jornal na banca. Os estudantes estavam em guerra contra o poder. Era maio de 1968.

      Outro amigo, músico e muito, muito alienado, pegou seu carro bem cedo em Copacabana e tocou para a zona norte, onde estava gravando um LP. Lá chegando, encontrou o estúdio fechado. Esperou duas horas, ninguém apareceu e ele foi embora. Estranhou que as lojas do Centro também estivessem fechadas e, ao passar pelo Flamengo, viu o prédio da UNE em chamas. E só ao chegar em casa soube que estava em curso no país um golpe militar. Era 1° de abril de 1964.

      E, em 1956, mais um amigo, também músico, mas amador, passava férias em Diamantina (MG) quando soube que dona Dadainha, senhora baiana muito respeitada na cidade, estava hospedando um irmão que tocava violão dia e noite e nunca saía à rua. O amigo foi procurá-lo. Tocou a campainha e o próprio rapaz abriu a porta. Ao ouvir que o outro igualmente tocava violão, convidou-o a entrar e mostrou-lhe um samba “diferente” que estava criando. Meu amigo gostou, despediu- -se e não voltou a vê-lo. Dois anos depois, escutou no rádio aquele “samba diferente” e reconheceu o violonista e cantor: João Gilberto. O que ele ouvira em Diamantina era a bossa nova, só que antes de ela existir.

      É famosa a passagem de “A Cartuxa de Parma”, de Stendhal, em que o herói se junta a um exército sem saber que está no meio da guerra de Waterloo.

      É o risco que corremos por não ficarmos de olho à nossa volta.

                                                  (Ruy Castro. www.folha.uol.com.br, 25.11.2017)

Ao tratar da bossa nova no terceiro parágrafo, o autor demonstra crer que seu surgimento

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    → Tocou a campainha e o próprio rapaz abriu a porta. Ao ouvir que o outro igualmente tocava violão, convidou-o a entrar e mostrou-lhe um samba “diferente” que estava criando. Meu amigo gostou, despediu- -se e não voltou a vê-lo. Dois anos depois, escutou no rádio aquele “samba diferente” e reconheceu o violonista e cantor: João Gilberto. O que ele ouvira em Diamantina era a bossa nova, só que antes de ela existir.

    → era "diferente", ou seja, transmitia um contexto fora dos padrões, fugindo daquilo reconhecido normalmente na época da ditadura, tendo, assim, relevância histórica.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Até acertei, mas em lugar nenhum no texto mostra impacto social... nada, nada vezes nada.

    BCD completmente erradas

    Talvez E? Mas no texto não tem prova alguma de que aquilo desencadeou algo.

    Questão ruim, banca ruim, texto ruim.


ID
3039589
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Leia o texto a seguir.


De Pintadas, na Bahia, pequeno município distante da modernidade do asfalto, todo ano quase a metade dos homens viajava para o Sudeste para o corte de cana. A parceria de uma prefeita dinâmica, de alguns produtores e de pessoas com visão das necessidades locais permitiu que os que buscavam emprego em lugares distantes se voltassem para a construção do próprio município. Começaram com uma parceria da Secretaria da Educação local com uma universidade de Salvador, para elaborar um plano de saneamento básico da cidade, o que reduziu os custos de saúde, liberou terras e verbas para a produção, e assim por diante.

(Ladislau Dowbor)


Dowbor (2007), nessa narrativa, firma sua posição de que a Educação

Alternativas
Comentários
  • B pode se tornar o instrumento científico e pedagógico de transformação, gerando conhecimentos e promovendo atitude proativa para o desenvolvimento local.

  • ainda não entendi pq pessoas comentam aqui somente a resposta.
  • gabarito B

  • gabarito B

  • a) deve trabalhar com currículos centrados na formação de pessoas úteis para as empresas e com conhecimentos reconhecidos como mais práticos, para promover o desenvolvimento local.

    b) pode se tornar o instrumento científico e pedagógico de transformação, gerando conhecimentos e promovendo atitude proativa para o desenvolvimento local.

    c) desobriga o governo de cuidar de sua responsabilidade básica e exclusiva, ao assumir, em nível local, a própria transformação econômica e social, adotando uma finalidade utilitária.

    d) deve preparar os sujeitos com experiências e conhecimentos necessários, dando-lhes condições para o emprego e da sobrevivência digna, ao migrarem para outros locais.

    e) deixa de cumprir a finalidade de promover o desenvolvimento global do ser humano, assumindo o papel de outras instâncias da sociedade, especialmente do governo.

  • A geração de conhecimentos sobre a realidade local e a promoção de uma atitude proativa para o desenvolvimento fazem parte evidente de uma educação que pode se tornar no instrumento científico e pedagógico da transformação local. PG 75


ID
3039592
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Na apresentação da Conferência Nacional da Educação Básica, descrita por Arêas (portal MEC), a conclusão da função social da escola é

Alternativas
Comentários
  • RESPOSTA D

  • A) Desenvolver competências e habilidades necessárias, para que as pessoas atuem competitivamente no mercado de trabalho, cada vez mais restrito.

    B) Classificar e hierarquizar alunos, para enfrentarem a disputa por empregos altamente concorridos, exercendo o papel de instância de seleção.

    C) Formar o sujeito, contemplando o desenvolvimento do seu papel dirigente na definição do seu destino e dos destinos de sua educação.

    D) Formar o cidadão e a cidadã, com compromisso de fortalecer os valores de solidariedade e a transformação da sociedade.

    E) Educar as crianças das camadas populares, cumprindo o papel de reprodutora das relações sociais e de apoio à manutenção do status quo


ID
3039595
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A equipe gestora de uma escola de ensino fundamental organiza a semana do planejamento convocando todos os segmentos da escola, docentes, funcionários, pais e alunos, a fim de discutirem e pensarem o trabalho da escola, para o novo ano letivo. Prepara textos para estudos e discussões, seminários para e com os docentes e alunos e, por meio de diversas dinâmicas, coleta as manifestações e sugestões de todos os segmentos, a serem incorporadas no Projeto Político-Pedagógico da escola.

A iniciativa da equipe gestora descrita no texto, analisada à luz dos princípios de gestão estabelecidos na Constituição Federal de 1988 e nas Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica (Resolução CNE/CEB n° 04/2010), apresenta características de uma gestão

Alternativas
Comentários
  • Democrática

  • Art. 55. A gestão democrática constitui-se em instrumento de horizontalização das relações, de vivência e convivência colegiada, superando o autoritarismo no planejamento e na concepção e organização curricular, educando para a conquista da cidadania plena e fortalecendo a ação conjunta que busca criar e recriar o trabalho da e na escola.

  • CAPÍTULO III

    GESTÃO DEMOCRÁTICA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA

    Art. 54. É pressuposto da organização do trabalho pedagógico e da gestão da escola conceber a organização e a gestão das pessoas, do espaço, dos processos e procedimentos que viabilizam o trabalho expresso no projeto político-pedagógico e em planos da escola, em que se conformam as condições de trabalho definidas pelas instâncias colegiadas.

    § 1º As instituições, respeitadas as normas legais e as do seu sistema de ensino, têm incumbências complexas e abrangentes, que exigem outra concepção de organização do trabalho pedagógico, como distribuição da carga horária, remuneração, estratégias claramente definidas para a ação didático-pedagógica coletiva que inclua a pesquisa, a criação de novas abordagens e práticas metodológicas, incluindo a produção de recursos didáticos adequados às condições da escola e da comunidade em que esteja ela inserida.

     

    § 2º É obrigatória a gestão democrática no ensino público e prevista, em geral, para todas as instituições de ensino, o que implica decisões coletivas que pressupõem a participação da comunidade escolar na gestão da escola e a observância dos princípios e finalidades da educação.

     

    § 3º No exercício da gestão democrática, a escola deve se empenhar para constituir-se em espaço das diferenças e da pluralidade, inscrita na diversidade do processo tornado possível por meio de relações intersubjetivas, cuja meta é a de se fundamentar em princípio educativo emancipador, expresso na liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber.

     

    Art. 55. A gestão democrática constitui-se em instrumento de horizontalização das relações, de vivência e convivência colegiada, superando o autoritarismo no planejamento e na concepção e organização curricular, educando para a conquista da cidadania plena e fortalecendo a ação conjunta que busca criar e recriar o trabalho da e na escola mediante:

    I - a compreensão da globalidade da pessoa, enquanto ser que aprende, que sonha e ousa, em busca de uma convivência social libertadora fundamentada na ética cidadã;

    II - a superação dos processos e procedimentos burocráticos, assumindo com pertinência e relevância: os planos pedagógicos, os objetivos institucionais e educacionais, e as atividades de avaliação contínua;

    III - a prática em que os sujeitos constitutivos da comunidade educacional discutam a própria práxis pedagógica impregnando-a de entusiasmo e de compromisso com a sua própria comunidade, valorizando-a, situando-a no contexto das relações sociais e buscando soluções conjuntas;


ID
3039598
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A equipe gestora de uma escola de ensino fundamental organiza a semana do planejamento convocando todos os segmentos da escola, docentes, funcionários, pais e alunos, a fim de discutirem e pensarem o trabalho da escola, para o novo ano letivo. Prepara textos para estudos e discussões, seminários para e com os docentes e alunos e, por meio de diversas dinâmicas, coleta as manifestações e sugestões de todos os segmentos, a serem incorporadas no Projeto Político-Pedagógico da escola.

O modelo de planejamento retratado no texto configura-se um instrumental teórico-prático que, de acordo com Falkembach (in Veiga, 1996), facilita a convergência entre o refletir e o agir, no espaço escolar, tendo como produto o Projeto Político-Pedagógico da escola e pode se constituir em

Alternativas
Comentários
  • A ) instrumento pedagógico e político de mudança, atuando no sentido da construção de identidades, da escola e dos sujeitos que ela congrega.


ID
3039601
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O Projeto Político-Pedagógico de uma escola municipal propõe uma prática para a formação integral dos alunos, alinhada com a concepção de Coll (in Zabala, 1998). Os professores elegem atividades coerentes com a proposta, buscando formas de desenvolver em seus alunos as seguintes capacidades:

Alternativas
Comentários
  • Resposta: cognitivas ou intelectuais, motoras, de equilíbrio, autonomia pessoal, de relação interpessoal e de inserção e atuação social.

  • GABARITO LETRA E


ID
3039604
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A função social da educação básica coloca em sua centralidade o educando, em sua formação, na sua essência humana. Essa concepção deve ser norteadora dos Projetos Políticos-Pedagógicos voltados a cumprir a finalidade, os princípios, os objetivos e as diretrizes educacionais (Resolução CNE/CEB n° 4/2010), de cada etapa de ensino, fundamentando-se na inseparabilidade dos seus conceitos básicos referenciais:

Alternativas
Comentários
  • Resposta A

  •  "é oportuno e necessário considerar as dimensões do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, buscando recuperar, para a função social da Educação Básica, a sua centralidade, que é o estudante. Cuidar e educar iniciam-se na Educação Infantil, ações destinadas a crianças a partir de zero ano, que devem ser estendidas ao Ensino Fundamental, Médio e posteriores"(Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica, 2013 )

  • A questão cobra o conhecimento da Resolução CNE/CEB n° 4/2010 em seu artigo 6º, o qual é muito cobrado nas provas da Vunesp, segue abaixo o referido artigo:

    (Resolução CNE/CEB n° 4/2010) Art. 6º Na Educação Básica, é necessário considerar as dimensões do educar e do cuidar, em sua inseparabilidade, buscando recuperar, para a função social desse nível da educação, a sua centralidade, que é o educando, pessoa em formação na sua essência humana.


ID
3039607
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

      A professora do quarto ano do ensino fundamental planejou estudos em conjunto com seus alunos, sobre a cultura indígena, usando como estratégia o diálogo, para identificar o que pensavam a respeito do assunto, bem como seus prévios conhecimentos. Organizou excursão a uma aldeia indígena, onde puderam vivenciar seus costumes, rituais e histórias.

      Após a visita, a professora retomou o assunto em várias aulas, instigando a turma a olhar aquela realidade sob perspectivas cultural e histórica, solicitando que cada aluno, por meio de desenhos, reproduzisse o que mais gostou. Além disso, questionou o aluno autor sobre o significado das produções realizadas, instigando-o a refletir e a se manifestar a respeito da vida indígena, aprofundando aspectos históricos da comunidade indígena no Brasil.

O texto relata um recorte de prática pedagógica que, analisada à luz da pesquisa e dos estudos realizados por Fontana (1996), permite afirmar que essa atividade desenvolvida pela docente

Alternativas
Comentários
  • Muito melhor que explicar para os educandos, é poder proporcionar aula passeio (Célestin Freinet, o primeiro responsável por falar sobre a importância das aulas de campo/passeio) . Onde os discentes podem ver e se apropriar de todo o conhecimento que ali está sendo fornecido durante a aula passeio

    LETRA: C.

  • C favorece a apropriação dos conteúdos e das formas de organização e de elaboração dos conhecimentos de uma comunidade, o que contribui para a formação de conceitos pelo aluno.


ID
3039610
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

      A professora do quarto ano do ensino fundamental planejou estudos em conjunto com seus alunos, sobre a cultura indígena, usando como estratégia o diálogo, para identificar o que pensavam a respeito do assunto, bem como seus prévios conhecimentos. Organizou excursão a uma aldeia indígena, onde puderam vivenciar seus costumes, rituais e histórias.

      Após a visita, a professora retomou o assunto em várias aulas, instigando a turma a olhar aquela realidade sob perspectivas cultural e histórica, solicitando que cada aluno, por meio de desenhos, reproduzisse o que mais gostou. Além disso, questionou o aluno autor sobre o significado das produções realizadas, instigando-o a refletir e a se manifestar a respeito da vida indígena, aprofundando aspectos históricos da comunidade indígena no Brasil.

No recorte de prática docente relatada no texto, é possível identificar característica de compromisso social e ético da professora, nos termos explicitados por Libâneo (2013), porque a professora

Alternativas
Comentários
  • Letra B e a alternativa correta faz mediação entre o aluno e o conhecimento.

  • Palavra chave: Mediação

  • A característica mais importante da atividade profissional do professor é a mediação entre o aluno e a sociedade.

  • A CARACTERÍSTICA MAIS IMPORTANTE DA ATIVIDADE PROFISSIONAL DO PROFESSOR É A MEDIAÇÃO ENTRE O ALUNO E A SOCIEDADE, ENTRE AS CONDIÇÕES DE ORIGEM DO ALUNO E SUA DESTINAÇÃO SOCIAL NA SOCIEDADE


ID
3039613
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A história e as culturas indígena e afro-brasileira foram incluídas no currículo como meio de ampliar o leque de referências culturais de toda a população escolar, contribuindo para a mudança das suas concepções de mundo, transformando os conhecimentos comuns veiculados pelo currículo e contribuindo para a construção de identidades mais plurais e solidárias.


Para atender o que estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos (Resolução CNE/CEB n° 07/2010), esses conhecimentos devem ser desenvolvidos por meio de

Alternativas
Comentários
  • D - conteúdos desenvolvidos no âmbito de todo o currículo escolar e, em especial, no ensino de Arte, Literatura e História do Brasil.

  • "Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras"

    Assertiva D


ID
3039616
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos (Resolução CNE/CEB n° 07/2010), admitindo que as orientações e as propostas curriculares que provêm de diversas instâncias só terão concretude por meio das ações educativas que envolvem os alunos, definem como foco do currículo do ensino fundamental

Alternativas
Comentários
  • E - as experiências escolares

  • questao cne

  • § 1º O foco nas experiências escolares significa que as orientações e as propostas

    curriculares que provêm das diversas instâncias só terão concretude por meio das ações

    educativas que envolvem os alunos.

  • foco do Currículo Paulista está na Educação Integral dos alunos, onde as dimensões intelectual, física, socioemocional e cultural precisam ser desenvolvidas durante o processo de aprendizagem.

    PENSO que: foco do currículo é diferente de foco nas experiências escolares.

    Não ficou bem colocado este termo na questão, não se pode dizer que o foco nas experiências é a mesma coisa que foco no currículo.

    Passível de anulação


ID
3039619
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A professora de ensino fundamental, anos iniciais, ao avaliar a redação dos alunos, analisa os erros, dialoga com eles, trocando ideias, de forma a perceber como foi pensada a escrita, a fim de organizar novas atividades desafiadoras, para superação das dificuldades. Dessa forma, apoia seus alunos em um movimento de superação do saber transmitido para uma produção de saber enriquecido, construído a partir da compreensão dos fenômenos estudados.


Essa forma de avaliar é característica do que Hoffman (in Ideias n° 22) denomina como avaliação

Alternativas
Comentários
  • Letra C e a resposta correta, palavra chave dialogo com os alunos. Escutar e ter atenção aos seus argumentos.

  • Avaliação mediadora é dialógica, ou seja, não há confronto entre professor e aluno, mas de pessoas e conteúdos.
  • o delito de homicídio é material ou não transeunte (deixa vestígios), sendo de rigor a realização do exame de corpo de delito.


ID
3039622
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Ao propor que um dos objetivos do ensino no município de Barretos é propiciar ao educando o saber organizado para que possa se reconhecer como agente do processo de construção do conhecimento e da transformação das relações entre o homem e a sociedade (art. 2° , alíneas a e b da Lei Complementar n° 300/2016), a Secretaria Municipal de Educação explicita que um dos seus princípios é

Alternativas

ID
3039625
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A educação ativa passou, no início do século XX, por intensa repercussão. Conhecida no Brasil como Escola Nova, foi aqui divulgada, primeiramente, por

Alternativas
Comentários
  • Anísio Teixeira

  • No Brasil, as ideias da Escola Nova foram introduzidas já em 1882 por Rui Barbosa (1849-1923). No século XX, vários educadores se destacaram, especialmente após a divulgação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, de 1932. Podemos mencionar Lourenço Filho (1897-1970) e Anísio Teixeira (1900-1971), grandes humanistas e nomes importantes de nossa história pedagógica.


ID
3039628
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O Movimento das Escolinhas de Arte, no Brasil, foi um movimento ativo desde 1948. Até 1971, estava difundido por todo o país com trinta e duas unidades, a maioria delas particulares. Seu programa buscava

Alternativas

ID
3039631
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Em seu livro A Imagem no Ensino da Arte, Ana Mae Barbosa apresenta os pressupostos da Abordagem Triangular no Ensino da Arte, considerando sua origem nas teorias e práticas norte-americanas denominadas DBAE – Disciplined Based Art Education. Essas, por sua vez, segundo a autora, têm como precursores

Alternativas
Comentários
  • Socorro.......kkkkkkk professor!

ID
3039634
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O discurso do modernismo era o discurso da criatividade. Mas ninguém sabia bem o que era isso naquela época. Ser criativo era fazer coisas novas. Por isso, com o tempo, a originalidade passou a ser um critério relativo. Hoje, há outros processos importantes da criatividade, como ter fluência e flexibilidade, dar várias soluções para um mesmo problema e desenvolver a capacidade de, dada uma circunstância, reelaborar uma ideia.

(Ana Mae Barbosa, entrevista ao Jornal Folha de S.Paulo, no dia 26.04.2005, in Abordagem Triangular no Ensino das Artes e Culturas Visuais)


O depoimento de Barbosa aponta para a conclusão de que

Alternativas
Comentários
  • C

  • essa eu não entendi.....

  • Quando é citado "outros processos importantes da criatividade, como ter fluência e flexibilidade, dar várias soluções para um mesmo problema e desenvolver a capacidade de, dada uma circunstância, reelaborar uma ideia." a passagem infere esse novo comportamento em relação ao do período da modernidade.

  • não concordo que a arte está voltada para além do seu objeto, mas que o seu objeto passou a incorporar novas temáticas de análise, como os comportamentos. Toda e qualquer disciplina tem o seu objeto de estudo e se detêm a ele.


ID
3039637
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

A ideia de um museu imaginário, elaborada por André Malraux tinha como base

Alternativas

ID
3039640
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Em seu texto, O que é arte, Jorge Coli aponta para as dificuldades da definição do que é arte e da impossibilidade dessa definição a partir da natureza da produção artística. Sua proposta indica que essa concepção pode ser encontrada

Alternativas

ID
3039643
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

No filme Psicose, de Alfred Hitchcock, o espectador constata a valorização dos personagens, sempre presentes, sempre tratados de maneira individualizada; são mais frequentemente grupos pequenos do que numerosos. O cineasta filmou-os de perto, mostrando sobretudo os rostos, a parte superior dos corpos. As paisagens são raras e, quando existem, estão dramatizadas e intimamente ligadas à ação: uma casa inquietante, um pântano que irá tragar um carro. Percebe-se que não há momentos de contemplação, mas que todas as imagens dependem de uma vontade preponderante de narrar.

(Coli. Adaptado)


É possível, portanto, detectar corretamente

Alternativas

ID
3039646
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O Método Multipropósito, de Robert Saunders, é um programa que utiliza reproduções como instrumento de ensino e tem como objetivo a educação estética da criança, a percepção visual, acuidade espacial, a simbologia visual e verbal, as mudanças históricas e a autoidentificação.


A justificativa do autor para sua proposta é

Alternativas
Comentários
  • a mudança de uma cultura verbalmente orientada para uma cultura visualmente orientada.

  • A


ID
3039649
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Conjunto de procedimentos de atuação teatral improvisada, com o objetivo de, em suas origens, transformar as tradicionais relações de produção material nas sociedades capitalistas pela conscientização política do público. Do ponto de vista cênico, é caracterizado pela solução denominada curinga, na qual, aos atores, não são distribuídos personagens, mas funções.


A descrição define, de acordo com Japiassu,

Alternativas

ID
3039652
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

O play way ou método dramático, segundo Japiassu, é

Alternativas

ID
3039655
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

No jogo dramático entre sujeitos, portanto, todos são “fazedores” da situação imaginária, todos são “atores”. No jogo teatral, o grupo de sujeitos que joga pode se dividir em equipes que se alternam nas funções de “jogadores” e de “observadores”, isto é, os sujeitos jogam deliberadamente para outros que os observam.

(Japiassu)


O trecho indica

Alternativas

ID
3039664
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Frottage é uma técnica de

Alternativas
Comentários
  • No frottage o artista utiliza um lápis ou outra ferramenta de desenho e faz uma "fricção" sobre uma superfície texturizada


ID
3039667
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Lembremos também que a obra é constituída, em última análise, por elementos culturais mais profundamente necessários que os próprios elementos materiais. Não há dúvida de que o trabalho sobre a matéria, a habilidade artesanal, o domínio sobre o fazer são elementos constitutivos essenciais da arte, mas eles repousam sobre um pressuposto anterior: o da transformação da matéria numa expressão cultural específica (matéria toma aqui um sentido largo: a pedra para o escultor e a palavra para o poeta estão no mesmo nível). Num caso extremo como o do mictório de Duchamp, essa manipulação parece evidente: arte não é o mictório, é o gesto que o coloca num museu.

(Coli)


O texto indica:

Alternativas

ID
3039673
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Exibida no Brasil em 2001, a obra La Plume (A Pluma), do artista francês Edmond Couchot, dispõe ao público uma tela de cristal líquido, na qual se vê uma pluma que pode ser movimentada pela utilização de um canudo que o visitante assopra.


Por meio do sistema, o sopro é transformado em informação que movimenta a imagem digital da tela.

Para Cristina Costa, a obra é exemplo de

Alternativas

ID
3039676
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Segundo Fonterrada, no que diz respeito à composição musical, o início do século XX, caracteriza-se

Alternativas

ID
3039679
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Petrushka e Sagração da Primavera são obras musicais para balé, compostas por

Alternativas
Comentários
  • A Sagração da Primavera, do compositor erudito russo Igor Stravinsky, subverte a estética musical do século XX, dando origem ao . A célebre composição musical deste irreverente artista do século passado é hoje considerada um símbolo da musicalidade erudita, mas na época causou polêmica ao embalar o balé em dois atos criado pelo não menos rebelde Vaslav Nijinsky, coreógrafo também originário da Rússia.

    Este espetáculo narra a trajetória de uma garota marcada para ser entregue como oblação à divindade primaveril, no auge de um ritual pagão, com o objetivo de conquistar para seu povo uma colheita proveitosa. Seu cenário foi arquitetado pelo artista plástico e arqueologista Nicholas Roerich, e a estréia se deu em pleno Théâtre des Champs-Élysées, na capital francesa, no dia 29 de maio de 1913.


ID
3039682
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Os parâmetros básicos da linguagem musical são: duração, altura,

Alternativas

ID
3039685
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Para os PCN – Arte, momentos de composição que coincidem com momentos de interpretação devem ser bem estruturados pelo professor para que a liberdade de criação possa ser alcançada pela consciência dos limites.


Esses momentos são denominados

Alternativas

ID
3039688
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Segundo os PCN, por causa de dificuldades práticas na orientação de professores, a aula de música foi transformada em uma teoria musical baseada nos aspectos matemáticos e visuais do código musical, com a memorização de peças.

Essa situação ocorre

Alternativas
Comentários
  • É a E


ID
3039691
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Keith Swanwick desenvolveu uma teoria da aprendizagem de música, em que cartografa o conhecimento musical do indivíduo (...) e de uma leitura modificada das ideias de Piaget, de quem utiliza os conceitos de assimilação e acomodação, renomeando-os, porém, como intuição e análise.


Essa teoria é conhecida como

Alternativas
Comentários
  • O homem se desenvolve por etapas, antes da pronúncia do vocabulário, sons; antes da vida adulta, uma vida infantil e pré-adulta etc. O educador musical Keith Swanwick, organiza de acordo com sua experiência de prática docente, observação e acompanhamento de alunos de escolas de música inglesas, uma melhor maneira de perceber e analisar como se dá o desenvolvimento musical no ser humano. Sua idéia não é de forma alguma pioneira, tendo em vista que outros pensadores, educadores e psicólogos também organizam o desenvolvimento do indivíduo em etapas, aliás, quase toda a base teórica da pesquisa de Swanwick é de Piaget, pois, Piaget observa crianças em desenvolvimento, especialmente seus filhos e de forma geral. Swanwick então, organiza um método de observação e constatação de como a música se desenvolve na vida humana.

    Keith Swanwick parte do princípio de que qualquer conhecimento obedece a etapas de acordo com o desenvolvimento psicológico de quem o estuda. Como a música também é um conhecimento como outro qualquer, Swanwick mapeia em diferentes faixas etárias (de 3 a 15 anos) o progresso deste conhecimento.


ID
3039694
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

Área emergente na educação musical, que trabalha com a percepção dos sons do meio ambiente, estuda os sons quanto à sua propagação e densidade em espaços diferenciados, tem como objetivo desenvolver no aluno uma atitude crítica diante das consequências da poluição sonora para o organismo humano, bem como maior sensibilidade e consciência ante o meio ambiente em que se vive.

A descrição indica o campo da

Alternativas
Comentários
  • A ecologia acústica, às vezes chamada de ecoacústica ou estudos da paisagem sonora, é uma disciplina que estuda a relação, mediada pelo som, entre os seres humanos e seu ambiente.


ID
3039697
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

O livro Domínio do Movimento com estudos de Rudolf Laban, organizado por Lisa Ullmann, foi publicado na Inglaterra em 1950. No Brasil, foi publicado quando da visita da organizadora, convidada por Maria Duschenes, em

Alternativas
Comentários
  • Boa parte dessa literatura só chegou ao Brasil por volta dos anos de 1980, por isso chutei 1978.


ID
3039700
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Educação Artística
Assuntos

A proposta educacional para a dança, de Isabel Marques, estrutura o ensino da dança em um tripé polifônico e não hierárquico, que enfatiza três vértices, quais sejam:

Alternativas

ID
3039703
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Educação Artística
Assuntos

“A rotina da escola pode transformar esse grande potencial de historicização da dança/mundo em mera repetição de atividades e exercícios de dança. Isso geralmente acontece quando a dança é entendida, por exemplo, como habilidade física ou, ainda, somente como aquisição de códigos (que vão do balé às danças brasileiras). A resposta pedagógica mais comum que se dá às propostas de aquisição de habilidades e códigos é o olhar somente para o passado – no qual se localizam as regras, os códigos a serem seguidos e repetidos acriticamente.”


Para Marques, quando a meta do ensino de dança é a aquisição de códigos,

Alternativas

ID
3039706
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Não definido

A Teoria Sociossomática, de Jill Green, enfatiza

Alternativas

ID
3039709
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Educação Artística
Assuntos

Compreensão da lógica da dança: o que, como, onde e com o que as pessoas se movem. Mesmo existindo muitas variações, esta, acaba se resumindo em partes do corpo, dinâmicas, espaços, ações e relacionamentos. Trata-se de:

Alternativas
Comentários
  • O termo coreologia tem sido usado para definir o estudo acadêmico, sistemático e metodológico da dança. O termo foi inicialmente apresentado por Rudolf Laban, em 1926, no currículo do seu recém criado Instituto Coreográfico, na Alemanha. Ele afirmava que a coreologia "lida com a lógica e o equilíbrio da dança, é a "teoria das leis dos eventos de dança manifestada numa síntese de experiência espaço temporal - uma espécie de gramática e síntese da linguagem do movimento lidando não só com a forma exterior do movimento mas também com seu conteúdo mental e emocional.


ID
3039712
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Segundo os PCN – Arte, na categoria de conteúdos da Dança que enfatiza seus aspectos contextuais sociopolíticos e culturais, considera-se como conteúdo adequado

Alternativas
Comentários
  • Para os não assinantes

    Resposta:A


ID
3104653
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão.


Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia para professores e idosos

     No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

    O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3.450 instituições de ensino do país.

     Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar — e também do seu entorno: os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local sobre como usar redes sociais, iPads e outros dispositivos eletrônicos.

    “Acreditamos que é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, observa Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, na cidade de Vantaa, próxima à capital Helsinki.

   Os alunos do projeto têm entre 10 e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.

    A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias e passam a atuar em três frentes. Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contatar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.

   Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.

(Claudia Wallin. www.bbc.com. Adaptado)

Considere as seguintes passagens:

•  ... os estudantes [...] relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. (5º parágrafo)

•  E os alunos-mestres também atuam [...] para prestar ajuda [...] quando determinada lição envolve o uso de tecnologia. (6º parágrafo)


Em ambas as passagens, o vocábulo destacado atribui às palavras a que se vincula o sentido de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito (C). Segundo esta prodigiosa banca, determinar é sinônimo de indefinir.

  • GABARITO: LETRA C

    • ... os estudantes [...] relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. (5° parágrafo) → quais áreas, estão indefinidas.

    • E os alunos-mestres também atuam [...] para prestar ajuda [...] quando determinada lição envolve o uso de tecnologia. (6° parágrafo) → qual lição, está indefinida.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • @Aguisc S - Na verdade essas palavras são antônimas, sendo que a análise da questão está no contexto em que a palavra está inserida."vocábulo destacado atribui às palavras a que se vincula o sentido de"

  • Puts, pensei que quando a gloriosa banca estava falando de "determinado" ela estava restringindo... ou sei lá, definindo.. errei rude.

  • Se trocarmos a palavra DETERMINADA por ALGUMA, temos, então, o sentido de indefinição.


ID
3104656
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão.


Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia para professores e idosos

     No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

    O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3.450 instituições de ensino do país.

     Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar — e também do seu entorno: os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local sobre como usar redes sociais, iPads e outros dispositivos eletrônicos.

    “Acreditamos que é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, observa Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, na cidade de Vantaa, próxima à capital Helsinki.

   Os alunos do projeto têm entre 10 e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.

    A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias e passam a atuar em três frentes. Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contatar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.

   Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.

(Claudia Wallin. www.bbc.com. Adaptado)

Considere a relação de sentido estabelecida entre essas duas frases do 6º parágrafo:
(1) A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. (2) Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias, e passam a atuar em três frentes.

A relação de sentido que se estabelece entre as frases (1) e (2) é de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito (E), para falar o mínimo, sem nenhum sentido. A frase (2) pode até representar um efeito, mas seguramente a frase (1) não é a sua causa direta, já que a mesma é a consequência de uma ação externa ao parágrafo, e, esta sim, a causa das duas ações subsequentes.

  • GABARITO: LETRA E

    (1) A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. (2) Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias, e passam a atuar em três frentes.

    → vamos fazer o joguinho: O FATO DE... FAZ QUE: O FATO DE (CAUSA) os estudantes produzirem um mapeamento FAZ QUE (CONSEQUÊNCIA/EFEITO) eles façam um planejamento...

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Esse é o tipo de questão Vai na menos errada.

    Eita Vunesp marota...

  • não entendi o porque da C estar errada...

  • (1) A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. (2) Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias, e passam a atuar em três frentes.

    A produção do mapeamento (produzem um mapeamento) antecede (causa, fato gerador) a consequência – efeito – (planejamento das atividades).

    Daí a opção apontada: causa e efeito.

    Resposta: E


ID
3104659
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão.


Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia para professores e idosos

     No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

    O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3.450 instituições de ensino do país.

     Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar — e também do seu entorno: os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local sobre como usar redes sociais, iPads e outros dispositivos eletrônicos.

    “Acreditamos que é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, observa Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, na cidade de Vantaa, próxima à capital Helsinki.

   Os alunos do projeto têm entre 10 e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.

    A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias e passam a atuar em três frentes. Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contatar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.

   Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.

(Claudia Wallin. www.bbc.com. Adaptado)

Um vocábulo que estabelece relação de finalidade está em destaque na seguinte passagem:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva A

    (PARA ) expressa finalidade.

  • GABARITO: LETRA A

    → ... alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas. (1º parágrafo)

    → conjunção subordinativa final (qual a FINALIDADE dos alunos darem aula? ENSINAR OS MESTRES....).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • Também seria possível tentar substituir a conjunção por "a fim de que". Alternativa A!!

  • PARA + INFINITO = FINALIDADE

  • Letra A: CORRETA: alunos estão dando aulas aos professores, para (a fim de, com o fim de) ensinar os mestres (...), finalidade.

    Letra B: OPÇÃO INCORRETA. “os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também (bem assim) estão dando aulas aos idosos”, adição, inclusão.

    Letra C: OPÇÃO INCORRETA. “autoriza profissionais a dividir com o público seu conhecimento técnico, mas considera antiético que deem opinião...”, MAS = oposição, adversidade.

    Letra D: OPÇÃO INCORRETA. “... é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e (também, bem assim) a desenvolver seus valores, adição, inclusão.

    Letra E: OPÇÃO INCORRETA. “os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob (ao comando de) a orientação de um professor.”, posição, influência, estado.

    Resposta: A


ID
3104662
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão.


Na Finlândia, alunos agora ensinam tecnologia para professores e idosos

     No pouco ortodoxo modelo de ensino que levou a Finlândia ao topo dos rankings globais de educação, uma inovadora inversão de papéis começa a tomar corpo: alunos estão dando aulas aos professores, para ensinar os mestres a otimizar o uso de tecnologias de informação e comunicação nas escolas.

    O projeto OppilasAgentti (“Agentes Escolares”, em tradução livre) está sendo conduzido em cerca de cem escolas finlandesas, e a ideia é levar a nova experiência a um número cada vez maior do universo de 3.450 instituições de ensino do país.

     Trata-se de um modelo para desenvolver as competências tecnológicas não apenas dos professores, mas de toda a comunidade escolar — e também do seu entorno: os alunos da escola Hämeenkylä, por exemplo, também estão dando aulas aos idosos de um asilo local sobre como usar redes sociais, iPads e outros dispositivos eletrônicos.

    “Acreditamos que é importante ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, observa Pasi Majasaari, diretor da escola Hämeenkylä, na cidade de Vantaa, próxima à capital Helsinki.

   Os alunos do projeto têm entre 10 e 16 anos de idade. Pelo sistema, os estudantes interessados em participar se apresentam como voluntários e relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos, em aulas ministradas por especialistas de diferentes empresas finlandesas que revendem soluções tecnológicas para o sistema de ensino do país.

    A partir daí, os estudantes produzem um mapeamento das necessidades digitais da escola, sob a orientação de um professor. Eles fazem então um planejamento das atividades necessárias e passam a atuar em três frentes. Na sala dos professores, os alunos dão aulas ocasionais sobre como usar diferentes dispositivos e aplicativos. Professores também podem contatar os estudantes para pedir assistência individual, a fim de solucionar pequenos problemas. E os alunos-mestres também atuam como professores assistentes nas salas de aula, para prestar ajuda tanto aos professores quanto a outros colegas de classe quando determinada lição envolve o uso de tecnologia.

   Inverter o papel tradicional dos alunos nas escolas é mais um pensamento fora da caixa do celebrado sistema finlandês, que conquistou resultados invejáveis nos rankings mundiais de educação com um receituário que inclui menos horas de aulas, poucas lições de casa, férias mais longas e uma baixa frequência de provas.

(Claudia Wallin. www.bbc.com. Adaptado)

O pronome que substitui a expressão destacada em conformidade com a regência padrão da língua está indicado entre colchetes em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    A) ... ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais... [lhes] → quem ensina, ensina algo (o termo em destaque é o objeto direto, logo não pode ser usado o "lhes", visto que é um complemento indireto, o correto seria: descobri-los (terminação -r, -s, -z saem e o pronome vira: lo(s), la(s).)

    B) ... mostrar a elas o impacto positivo... [lhes] → correto, visto que: quem mostra, mostra algo a alguém (o termo substituído é um complemento indireto, corretamente substituído por "lhes").

    C) As escolas também oferecem treinamento aos alunos... [lhe] → quem oferece, oferece alguma coisa (oferecem-no, o "lhe" é incorreto).

    D) Professores também podem contatar os estudantes... [lhes] → quem contata, contata algo (o termo em destaque é o objeto direto, logo não pode ser usado o "lhes", visto que é um complemento indireto, o correto seria: contatá-los (terminação -r, -s, -z saem e o pronome vira: lo(s), la(s).)

    E) ... quando determinada lição envolve o uso de tecnologia. [lhe] → envolve alguma coisa, o "lhe" não poderia ser usado, envolve-o (seria o correto).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • A única alternativa cujo verbo é VTI é a B, sendo as outras todos verbos VTD.

    Visto que o lhe é um Complemento Indireto, só sobra ela como a correta.

    Gab.: B

  • lhe(s)= a ele(s), a ela(s)

  • Arthur Carvalho, cara, não viaja não; Oferecer é transitivo direto e indireto; quem oferece, oferece algo (direto) a alguém (indireto); a opção C está errada por outro motivo, mas para descobri-lo tem q ler o texto; quando diz: ....relatam suas competências e habilidades em determinadas áreas. As escolas também oferecem treinamento aos alunos (aqui não tem como substituir, não retoma nada), em aulas ministradas....... não está retomando nada, portanto não poderia ser substituído o termo alunos pelo pronome correspondente LHES, esse é o erro; o q vc disse não tem nada a ver. Já na B está correto, veja: “Acreditamos que é importante ensinar nossas CRIANÇAS a descobrir seus potenciais e a desenvolver seus valores, e mostrar a elas (aqui poderia substituir com mostrar-lhes) o impacto positivo que cada indivíduo pode exercer na sociedade”, está retomando CRIANÇAS, portanto correto. Mas a construção Oferecer-lhes não está errada pois Oferecer é tb transitivo indireto. Se não se preocupasse de dar sempre uma de sabichão (como nos últimos tempos vc aparece em todas), além de ler o texto, vc poderia ter feito uma simples observação: oferecem treinamento AOS alunos, essa preposição...como vc a justifica? Hein? Só por essa preposição vc deveria saber q o verbo é tb indireto.

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO INCORRETA. O verbo “descobrir” é transitivo direto, não aceitando, pois, o pronome LHE como complemento verbal, já que tal pronome NUNCA funciona como objeto direto. CORRETO: ... descobrir seus potenciais = descobri-LOS.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO CORRETA. O verbo “mostrar”, transitivo direto e indireto (mostrar ALGO A ALGUÉM), “mostrar o impacto positivo a elas (=lhes), ou seja, mostrar-LHES o impacto positivo.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: aos alunos = a eles = LHES, no plural.

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: o verbo “contatar” é transitivo direto, não aceitando, pois, o pronome LHE como complemento verbal, já que tal pronome NUNCA funciona como objeto direto. CORRETO: ... podem contatá-LOS.

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: o verbo “envolver” é transitivo direto, não aceitando, pois, o pronome LHE como complemento verbal, já que tal pronome NUNCA funciona como objeto direto. CORRETO: ... quando determinada lição O (uso da tecnologia) envolve.

    Resposta: B

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO INCORRETA. O verbo “descobrir” é transitivo direto, não aceitando, pois, o pronome LHE como complemento verbal, já que tal pronome NUNCA funciona como objeto direto. CORRETO: ... descobrir seus potenciais = descobri-LOS.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO CORRETA. O verbo “mostrar”, transitivo direto e indireto (mostrar ALGO A ALGUÉM), “mostrar o impacto positivo a elas (=lhes), ou seja, mostrar-LHES o impacto positivo.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: aos alunos = a eles = LHES, no plural.

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: o verbo “contatar” é transitivo direto, não aceitando, pois, o pronome LHE como complemento verbal, já que tal pronome NUNCA funciona como objeto direto. CORRETO: ... podem contatá-LOS.

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: o verbo “envolver” é transitivo direto, não aceitando, pois, o pronome LHE como complemento verbal, já que tal pronome NUNCA funciona como objeto direto. CORRETO: ... quando determinada lição O (uso da tecnologia) envolve.

    Resposta: B

    José Maria | Direção Concursos

  • Alternativa EB

    A) ... ensinar nossas crianças a descobrir seus potenciais... [lhes]

    • Descobrir é verbo transitivo direto, não sendo possível o uso do pronome "lhe"
    • O correto seria: descobri-los

    B) ... mostrar a elas o impacto positivo... [lhes]

    • "Mostrar" é verbo transitivo direto e indireto
    • Nesse contexto, mostrar algo a alguém
    • O objeto indireto foi corretamente substituído pelo pronome "lhe"

    C) As escolas também oferecem treinamento aos alunos... [lhe]

    • "Oferecer" é verbo transitivo direto e indireto
    • Nesse contexto, oferecer algo a alguém
    • O objeto direto não pode ser substituído pelo pronome "lhe"
    • O correto seria: oferece-no

    D) Professores também podem contatar os estudantes... [lhes]

    • Neste contexto o verbo "contar" foi empregado no sentido de "enumerar"
    • É verbo transitivo direto, não sendo permitido o uso do pronome "lhe"
    • O correto seria: conta-los

    E) ... quando determinada lição envolve o uso de tecnologia. [lhe]

    • "Envolver" é verbo transitivo direto, não sendo permitido o uso do pronome "lhe"
    • O correto seria: envolve-o

ID
3104665
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa em que a pontuação está em conformidade com a norma-padrão da língua.

Alternativas
Comentários
  • Assertiva" A "

    Adjunto adverbial deslocado,tem que vir entre virgulas (ocasionalmente)

  • GABARITO: LETRA A

    A) Os alunos, ocasionalmente, dão aulas sobre como usar diferentes ferramentas. → adjunto adverbial de curta extensão isolado por vírgulas, uso facultativo e correto.

    B) Ocasionalmente os alunos, dão aulas sobre como usar diferentes ferramentas. → separou o sujeito do verbo.

    C) Os alunos dão ocasionalmente, aulas sobre como usar diferentes ferramentas. → dessa forma, o complemento verbal está separado por vírgula, configurando erro.

    D) Os alunos dão, aulas ocasionalmente, sobre como usar diferentes ferramentas. → complemento verbal separado por vírgula, configurando erro.

    E) Os alunos dão aulas sobre como usar ocasionalmente, diferentes ferramentas. → separou o complemento verbal do verbo "usar", configurando erro.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • GABARITO A

    - OCASIONALMENTE e um adjunto adverbial deslocado, por isso tem que vir entre vírgulas.

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO CORRETA. O advérbio “ocasionalmente” está colocado entre sujeito e verbo e isolado por vírgulas, que são facultativas nesse caso, por ser o advérbio de curta extensão, já que é um vocábulo.

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. O ERRO está na vírgula que separa o sujeito do verbo (os alunos, ERRO dão...). O advérbio no início pode ou não vir com vírgula, mesmo anteposto, já que é curto.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: O ERRO está na vírgula que separa o verbo do seu complemento (dão ocasionalmente, ERRO aulas...).

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. ERROS: O ERRO está na vírgula que separa o verbo do seu complemento (dão, ERRO aulas...).

    ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: O ERRO está na vírgula que separa o verbo do seu complemento (como usar ocasionalmente, ERRO diferentes ferramentas...).

    Resposta: A

  • Alternativa A

    A) Os alunos, ocasionalmente, dão aulas sobre como usar diferentes ferramentas.

    • A vírgula foi corretamente empregada para separar o adjunto adverbial de tempo deslocado

    B) Ocasionalmente os alunos, dão aulas sobre como usar diferentes ferramentas.

    • A vírgula não pode separar o sujeito do verbo

    C) Os alunos dão ocasionalmente, aulas sobre como usar diferentes ferramentas.

    • A vírgula não pode separar o verbo de seu complemento
    • O correto seria colocar o adjunto adverbial de tempo "ocasionalmente" separado por vírgulas, não somente uma vírgula

    D) Os alunos dão, aulas ocasionalmente, sobre como usar diferentes ferramentas.

    • A vírgula não pode separar o verbo e seu complemento
    • A frase estaria correta caso a primeira vírgula fosse empregada após a palavra "aulas"

    E) Os alunos dão aulas sobre como usar ocasionalmente, diferentes ferramentas.

    • A vírgula não pode separar o verbo de seu complemento
    • O correto seria colocar o advérbio de tempo "ocasionalmente" separado por vírgulas, não somente uma vírgula


ID
3104668
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão.

À nossa volta

      Dois amigos meus desceram no aeroporto de Orly, em Paris. Deixaram as malas no hotel e foram dar uma volta pelo Quartier Latin. Decepcionaram-se com as ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado — nunca tinham visto Paris tão suja e desmazelada. E só foram entender o que estava acontecendo ao ler a manchete de um jornal na banca. Os estudantes estavam em guerra contra o poder. Era maio de 1968.
     Outro amigo, músico e muito, muito alienado, pegou seu carro bem cedo em Copacabana e tocou para a zona norte, onde estava gravando um LP. Lá chegando, encontrou o estúdio fechado. Esperou duas horas, ninguém apareceu e ele foi embora. Estranhou que as lojas do Centro também estivessem fechadas e, ao passar pelo Flamengo, viu o prédio da UNE em chamas. E só ao chegar em casa soube que estava em curso no país um golpe militar. Era 1º de abril de 1964.
     E, em 1956, mais um amigo, também músico, mas amador, passava férias em Diamantina (MG) quando soube que dona Dadainha, senhora baiana muito respeitada na cidade, estava hospedando um irmão que tocava violão dia e noite e nunca saía à rua. O amigo foi procurá-lo. Tocou a campainha e o próprio rapaz abriu a porta. Ao ouvir que o outro igualmente tocava violão, convidou-o a entrar e mostrou-lhe um samba “diferente” que estava criando. Meu amigo gostou, despediu- -se e não voltou a vê-lo. Dois anos depois, escutou no rádio aquele “samba diferente” e reconheceu o violonista e cantor: João Gilberto. O que ele ouvira em Diamantina era a bossa nova, só que antes de ela existir.
      É famosa a passagem de “A Cartuxa de Parma”, de Stendhal, em que o herói se junta a um exército sem saber que está no meio da guerra de Waterloo.
    É o risco que corremos por não ficarmos de olho à nossa volta.
(Ruy Castro. www.folha.uol.com.br, 25.11.2017)

O autor expressa seu ponto de vista apresentando o conteúdo da seguinte maneira:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    → temos três histórias narradas e que possuem uma subjetividade que contém uma mensagem com teor crítico, que o autor apresenta explicitações que fazem refletir acerca da época que é retratada.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • B) narração de casos particulares seguida de avaliação crítica.

    O Autor, para demonstrar o que acontece quando não estamos atentos ao que se passa ao nosso redor, cita fatos particulares, envolvendo momentos históricos, que seus amigos vivenciaram sem que tivessem noção do que estava acontecendo ou do que estava para acontecer.

    A crítica que ele faz diz respeito à atenção que devemos ter com o desenrolar das coisas para não sermos pegos desprevenidos.


ID
3104677
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão.

À nossa volta

      Dois amigos meus desceram no aeroporto de Orly, em Paris. Deixaram as malas no hotel e foram dar uma volta pelo Quartier Latin. Decepcionaram-se com as ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado — nunca tinham visto Paris tão suja e desmazelada. E só foram entender o que estava acontecendo ao ler a manchete de um jornal na banca. Os estudantes estavam em guerra contra o poder. Era maio de 1968.
     Outro amigo, músico e muito, muito alienado, pegou seu carro bem cedo em Copacabana e tocou para a zona norte, onde estava gravando um LP. Lá chegando, encontrou o estúdio fechado. Esperou duas horas, ninguém apareceu e ele foi embora. Estranhou que as lojas do Centro também estivessem fechadas e, ao passar pelo Flamengo, viu o prédio da UNE em chamas. E só ao chegar em casa soube que estava em curso no país um golpe militar. Era 1º de abril de 1964.
     E, em 1956, mais um amigo, também músico, mas amador, passava férias em Diamantina (MG) quando soube que dona Dadainha, senhora baiana muito respeitada na cidade, estava hospedando um irmão que tocava violão dia e noite e nunca saía à rua. O amigo foi procurá-lo. Tocou a campainha e o próprio rapaz abriu a porta. Ao ouvir que o outro igualmente tocava violão, convidou-o a entrar e mostrou-lhe um samba “diferente” que estava criando. Meu amigo gostou, despediu- -se e não voltou a vê-lo. Dois anos depois, escutou no rádio aquele “samba diferente” e reconheceu o violonista e cantor: João Gilberto. O que ele ouvira em Diamantina era a bossa nova, só que antes de ela existir.
      É famosa a passagem de “A Cartuxa de Parma”, de Stendhal, em que o herói se junta a um exército sem saber que está no meio da guerra de Waterloo.
    É o risco que corremos por não ficarmos de olho à nossa volta.
(Ruy Castro. www.folha.uol.com.br, 25.11.2017)

Assinale a alternativa em que a adaptação da frase final do texto está expressa em conformidade com a norma-padrão.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    A) Convém que nos mantemos atentos a tudo que acontece ao nosso redor. → o correto seria: mantivéssemos.

    B) Convém nos manter atentos à tudo o que acontece à nosso redor. → uso da crase incorreto, visto que temos termos masculinos, o correto seria: a tudo e a nosso redor (ou ao nosso redor).

    C) Convém mantermo-nos atentos a tudo o que acontece ao nosso redor. → correto, sujeito oracional e verbo no singular.

    D) Convêm nos mantermos atentos à tudo o que acontece à nosso redor. → erro no verbo, visto que é um sujeito oracional e no uso da crase.

    E) Convêm mantermo-nos atento a tudo que acontece ao nosso redor. → temos um sujeito oracional, ISSO nos convém (seria o correto).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • A) Convém que nos mantemos (mantivéssemos) atentos a tudo que acontece ao nosso redor.

    B) Convém nos manter atentos à tudo (a tudo) o que acontece à nosso redor (ao nosso redor).

    1º - Não se usa crase antes de pronome indefinido.

    2º . Termos masculinos não admitem artigos femininos. A contração aqui deveria ser de a+o.

    C) Convém mantermo-nos atentos a tudo o que acontece ao nosso redor.

    O sujeito é oracional, por isso o verbo deve ficar na 3ª pessoa do singular.

    Convém Isto. Isto convém.O. S. Substantiva Objetiva reduzida de infinitivo.

    Desenvolvida ela seria assim: "Convém que nos mantivéssemos atentos a tudo o que acontece ao nosso redor."

    D) Convêm (Convém) nos mantermos atentos à tudo (a tudo) o que acontece à nosso redor.

    1º - O sujeito é oracional, por isso o verbo deve ficar na 3ª pessoa do singular.

    2º - Não se usa crase antes de pronome indefinido.

    E) Convêm (Convém) mantermo-nos atento a tudo que acontece ao nosso redor.

    1º - O sujeito é oracional, por isso o verbo deve ficar na 3ª pessoa do singular.

  • Assertiva C

    Convém mantermo-nos atentos a tudo o que acontece ao nosso redor.


ID
3104680
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder a questão.

À nossa volta

      Dois amigos meus desceram no aeroporto de Orly, em Paris. Deixaram as malas no hotel e foram dar uma volta pelo Quartier Latin. Decepcionaram-se com as ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado — nunca tinham visto Paris tão suja e desmazelada. E só foram entender o que estava acontecendo ao ler a manchete de um jornal na banca. Os estudantes estavam em guerra contra o poder. Era maio de 1968.
     Outro amigo, músico e muito, muito alienado, pegou seu carro bem cedo em Copacabana e tocou para a zona norte, onde estava gravando um LP. Lá chegando, encontrou o estúdio fechado. Esperou duas horas, ninguém apareceu e ele foi embora. Estranhou que as lojas do Centro também estivessem fechadas e, ao passar pelo Flamengo, viu o prédio da UNE em chamas. E só ao chegar em casa soube que estava em curso no país um golpe militar. Era 1º de abril de 1964.
     E, em 1956, mais um amigo, também músico, mas amador, passava férias em Diamantina (MG) quando soube que dona Dadainha, senhora baiana muito respeitada na cidade, estava hospedando um irmão que tocava violão dia e noite e nunca saía à rua. O amigo foi procurá-lo. Tocou a campainha e o próprio rapaz abriu a porta. Ao ouvir que o outro igualmente tocava violão, convidou-o a entrar e mostrou-lhe um samba “diferente” que estava criando. Meu amigo gostou, despediu- -se e não voltou a vê-lo. Dois anos depois, escutou no rádio aquele “samba diferente” e reconheceu o violonista e cantor: João Gilberto. O que ele ouvira em Diamantina era a bossa nova, só que antes de ela existir.
      É famosa a passagem de “A Cartuxa de Parma”, de Stendhal, em que o herói se junta a um exército sem saber que está no meio da guerra de Waterloo.
    É o risco que corremos por não ficarmos de olho à nossa volta.
(Ruy Castro. www.folha.uol.com.br, 25.11.2017)

A expressão verbal destacada em – E só ao chegar em casa soube que estava em curso no país um golpe militar. (2º parágrafo) – está corretamente substituída, segundo a norma-padrão e sem alterar o restante da frase, por:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    → E só ao chegar em casa soube que estava em curso no país um golpe militar. (2° parágrafo) 

    A) deu-se com o fato → deu-se o fato (nada exige a preposição "com").

    B) veio a perceber de → veio a perceber alguma coisa → veio a perceber que

    C) recebeu à notícia → quem recebe, recebe alguma coisa, o uso da crase está incorreto, visto que a preposição não é exigida.

    D) deparou-se da informação → deparou-se COM alguma coisa → com a informação seria o correto.

    E) tomou conhecimento de → quem toma conhecimento, toma conhecimento DE alguma coisa (está correto).

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • @Arthur Carvalho obrigada pelas explicações nos cometários!

  • Assertiva E

    tomou conhecimento de


ID
3104683
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua.

Alternativas
Comentários
  • Enumeração de termos.

    Assertiva A

  • GABARITO: LETRA A

    A) Ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado, tudo isso deixou meus amigos decepcionados. → concordância correta, realizado com o aposto resumitivo "tudo", tudo deixou (correto).

    B) O confronto entre os estudantes e os policiais deixaram rastros de destruição pelas ruas de Paris, o que impressionaram meus amigos. → o confronto DEIXOU e não "deixaram".

    C) Quando duas horas já tinha se passado, meu amigo voltou para casa e só então soube que os militares havia assumido o poder. → o quê tinha se passado? DUAS HORAS TINHAM SE PASSADO.

    D) As lojas fechadas e o prédio da UNE em chamas não foram suficiente para dar pistas ao meu amigo do que tinha acontecido. → os dois acontecimentos não foram SUFICIENTES e não "suficiente".

    E) Meu amigo e João Gilberto se conheceram antes mesmo que as composições deste o tornasse um dos principais músicos do Brasil. → as composições o TORNASSEM e não "tornasse".

    FORÇA, GUERREIROS(aS)!! ☺

  • APOSTO RESUMITIVO, NORMALMENTE, REPRESENTADO POR UM PRONOME INDEFINIDO.

  • Gabarito''A''.

    Aposto resumitivo:

    Resume em um substantivo ou pronome substantivo os termos citados anteriormente. 

    Exemplo: 

    Comprei bolsas, sapatos e roupas, tudo em promoção.

    Banana, leite, margarina, farinha de trigo, tudo caiu no chão.

    Não desista em dias ruins. Lute pelo seus sonhos!

  • GABARITO LETRA A

    B - O confronto entre os estudantes e os policiais deixaram rastros de destruição pelas ruas de Paris, o que impressionaram meus amigos. > O confronto deixou rastro, o que impressionou meus amigos.

    C - Quando duas horas já tinha se passado, meu amigo voltou para casa e só então soube que os militares havia assumido o poder. > Quando duas horas já tinham se passado...

    D - As lojas fechadas e o prédio da UNE em chamas não foram suficiente para dar pistas ao meu amigo do que tinha acontecido. > As lojas fechadas e o prédio da UNE em chamas não foram suficientes...

    E - Meu amigo e João Gilberto se conheceram antes mesmo que as composições deste o tornasse um dos principais músicos do Brasil. > antes mesmo que as composições destes o tornassem um dos principais....

  • ALTERNATIVA A: OPÇÃO CORRETA. Todos os termos sublinhados concordam quanto às regras de concordância verbal e nominal: “Ruas esburacadas (substantivo e adjetivo em concordância), pedras pelo chão, vidros quebrados (substantivo e adjetivo em concordância), lixo acumulado, tudo isso (aposto resumidor do sujeito no singular) deixou (verbo no singular) meus amigos decepcionados (substantivo e adjetivo em concordância).

    ALTERNATIVA B: OPÇÃO INCORRETA. ERROS: 1. O sujeito (confronto) no singular deve concordar com o verbo no singular: “O confronto entre os estudantes e os policiais deixaram...; 2. O sujeito (que, relativo a “o”) no singular deve concordar com o verbo no singular o que impressionaram.

    ALTERNATIVA C: OPÇÃO INCORRETA. ERROS: 1. O sujeito (duas horas) no plural deve concordar com o verbo no plural: “Quando duas horastinha se passado”; 2. O sujeito (os militares) no plural deve concordar com o verbo no plural: “que os militares havia assumido o poder”

    ALTERNATIVA D: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: o sujeito (plural) e seu predicativo têm de concordar em número e gênero: “As lojas fechadas e o prédio da UNE em chamas (sujeito) não foram suficiente (predicativo) ...”.

     ALTERNATIVA E: OPÇÃO INCORRETA. ERRO: o sujeito (as composições deste) no plural deve concordar com o verbo (tornasse) no plural: “as composições deste o tornasse um dos principais músicos do Brasil.

    Resposta: A

  • Ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado, tudo isso deixou meus amigos decepcionados.

  • gabarito: A

    No aposto resumidor (tudo, nada, ninguém, alguém, todos…), a concordância é feita no singular; ele é, geralmente, representado por um pronome indefinido. Veja:

    Ruas esburacadas, pedras pelo chão, vidros quebrados, lixo acumulado, tudo isso deixou meus amigos decepcionados.

  • Aposto resumidor. Gabarito: A


ID
3104686
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de Barretos - SP
Ano
2018
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa em que o pronome em destaque está colocado em conformidade com a norma-padrão da língua.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    A) Meus amigos disseram que surpreenderam-se com a sujeira. → conjunção integrante, sendo fator atrativo, logo o correto seria que se surpreenderam (próclise obrigatória).

    B) Os estudantes tinham manifestado-se em massa contra o governo. → depois do "ado" e "ido" nada é metido, logo o correto seria: tinha se manifestado.

    C) Em Paris, as ruas e calçadas encontravam-se cheias de lixo. → sujeito explícito sem qualquer palavra de atração, colocação facultativa: as ruas e calçadas se encontravam ou encontravam-se.

    D) Meu amigo não mostrou-se nada informado sobre o que houve. → palavra negativa, advérbio de negação, sendo fator atrativo, fator de próclise (antes do pronome), o correto: não se mostrou.

    E) Quando encontraram-se, João Gilberto e meu amigo falaram de música. → conjunção temporal, fator de atração, correto: quando se encontraram.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☺

  • gab. C

  • Assertiva C

    Proibição geral

    1 -iniciar oração com Pronome oblíquo átono

    2- colocar pronome oblíquo átono depois de verbos nos futuros do presente e do pretérito, ambos do indicativo.

    3- pronome oblíquo átono depois de verbos no particípio

    4-palavras negativas

  • B) Nunca há ênclise com verbo no particípio.

  • Por que na letra C no emprego do pronome não pode ser o (-NAS)?

  • A) Meus amigos disseram que surpreenderam-se com a sujeira.

    B) Os estudantes tinham manifestado-se em massa contra o governo.

    C)Em Paris, as ruas e calçadas encontravam-se cheias de lixo.

    D)Meu amigo não mostrou-se nada informado sobre o que houve.

    E) Quando encontraram-se, João Gilberto e meu amigo falaram de música.