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Prova VUNESP - 2017 - Câmara de Marília - SP - Atendente de Serviços Gerais


ID
3206470
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que o narrador

Alternativas
Comentários
  • Assertiva D

    evidencia a fidelidade manifestada pelo cão em relação ao seu dono.

    Texto Show

  • GABARITO: LETRA D

    ? Segundo o texto: O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do ca/chorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

    ? Temos, claramente, a ideia apresentada de fidelidade do cão por seu dono, mostra o amor que os cães podem expressar.

    Baixe a Planilha de Gestão Completa nos Estudos Grátis: http://3f1c129.contato.site/plangestaoestudost3

    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • quase chorei com esse texto! :'(


ID
3206473
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho selecionado mantém o sentido do texto.

Alternativas
Comentários
  • Assertiva b

    .. as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. (5o parágrafo)

    → as pessoas passaram a se recordar cada vez menos do rapaz que morreu em um bombardeio.

  • GABARITO: LETRA B

    ... as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. (5o parágrafo) ? as pessoas passaram a se recordar cada vez menos do rapaz que morreu em um bombardeio.

    ? A ideia apresentada é a mesma (=esquecimento do rapaz/jovem).

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
3206476
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

No primeiro parágrafo, em – Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro... –, a expressão destacada indica tempo, como na frase da alternativa:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva E

    Logo que ele saiu de casa, começou um temporal

  • GABARITO: LETRA E

    ?  ? Assim que via o dono, ia correndo ao seu encontro... ? ? temos, em destaque, uma locução conjuntiva subordinativa adverbial temporal, a locução "logo que", na letra "e", apresenta essa mesma classificação.

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • estudar tanto e ter que decorar essa tabela e muita sacanagem

  • – Temporais = introduzem ideia relacionadas com a noção de tempo da ação com a qual se relaciona

    quando, enquanto, logo que, mal(= logo que), sempre que, assim que, desde que, antes que, depois que, até que, agora que, ao mesmo tempo que, toda vez que,desde.

    Quando chegamos em casa, encontramos tudo destruído pelos dogs

  • É fundamental decorar as conjunções subordinativas temporais, pois é muito cobrado em concursos.

    Temporaisintroduzem uma oração que acrescenta uma circunstância de tempo ao fato expresso na oração principal. São elas:quando, enquanto, antes que, depois que, logo que, todas as vezes que, desde que, sempre que, assim que, agora que, mal (= assim que)

    Exemplo:

    A briga começou assim que saímos da festa.

    A cidade ficou mais triste depois que ele partiu.

    Alternativa correta: (E) Logo que ele saiu de casa, começou um temporal

    Fonte: www.soportugues.com.br


ID
3206479
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

A forma verbal destacada indica ação realizada habitualmente pelo sujeito em:

Alternativas
Comentários
  • Valeu, caro! Avante, sempre!
  • GABARITO: LETRA A

    A vila inteira já conhecia o ca/chorro, e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava a correr todo animado atrás dos mais íntimos. 

    ? O verbo está conjugado no pretérito imperfeito, ele marca uma ideia de uma ação que é habitual no passado.

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Alternativa correta: a)... e as pessoas que passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia...

    Indicativo> Pretérito Imperfeito: eu correspondia.

    Traz a ideia de constantemente, habitualmente, frequentemente.

    Agora que começamos não podemos parar.

  • Carga semântica do verbo:

    Modo indicativo

    Presente: ação pontual no presente, presente frequente, passado próximo, futuro próximo, axioma, ditado, passado histórico, ação atemporal...

    Pretéritos:

    • perfeito: ação totalmente concluída no passado.
    • mais que perfeito: ação anterior a uma outra ação no passado.
    • imperfeito: ação inacabada, ação frequente no passado, tempo vago.

    Futuros:

    • do presente: ação tomada como certa no futuro.
    • do pretérito: ação com ideia de dúvida, possibilidade hipótese, polidez, afastamento do locutor.

    Modo subjuntivo - em geral, indica dúvida, possiblidade.

    Modo imperativo - exprime ordem, conselho, pedido.

    Apontamentos da aula sobre verbos da professora Flávia Rita.


ID
3206482
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

Assinale a alternativa cujo trecho completa a frase a seguir, apresentando sentido figurado.

O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro a esperança...

Alternativas
Comentários
  • Assertiva D

    não deixou de florescer.

  • GABARITO: LETRA D

    ? O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do ca/chorro a esperança...

    ? A questão está pedindo uma alternativa que complete a frase com sentido figurado (=sentido conotativo, sentido irreal, sentido de conto de fadas); o fato de não deixar de florescer é figurado e marca a ideia de não acabar.

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 

  • Chorei lendo esse texto, lembrei do meu velho amigo que me esperava todos os dias no portão de casa. ;(


ID
3206485
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

A preposição destacada está empregada de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    A) O ca/chorro era devotado do seu dono bem-amado ? devotado a alguém (=a+o ? ao seu dono).

    B) Pontualmente se dirigia na esquina para aguardar o rapaz ? se dirigia a algo (=preposição "a" + artigo definido "a" que acompanha o substantivo "esquina"= crase ? à esquina).

    C) O cão não se esquivava das festinhas que as pessoas lhe faziam ? esquivava-se de alguma coisa (=de+as ? das festinhas).

    D) Mas o tempo era de guerra, e o jovem foi obrigado para partir ? foi obrigado a alguma coisa (=preposição "a" ? a partir).

    E) Com o passar dos anos, os amigos dedicaram-se nos outros amigos ? dedicaram-se a alguma coisa (=a+ os ? aos outros amigos).

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    ? FORÇA, GUERREIROS(AS)!! 


ID
3206488
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

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que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

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posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

(http://www.beatrix.pro.br/index.php/a-disciplina-do-amor-lygia-fagundes-telles/ Adaptado)

Considere a frase.

O cachorro disciplinadamente cumpria o compromisso assumido.

O pronome que substitui corretamente a expressão destacada e está adequadamente colocado na frase encontra-se na alternativa:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA C

    ? O ca/chorro disciplinadamente cumpria o compromisso assumido.

    ? Cumpria alguma coisa (=não pode ser o pronome oblíquo "lhe", visto que ele não pode exercer a função sintática de sujeito); temos o advérbio sendo fator atrativo, logo, o correto é (=disciplinadamente o cumpria).

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ID
3206491
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto de Lygia Fagundes Telles para responder à questão.

                             

                            A disciplina do amor

    

     Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um

jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente,

ia esperá-lo voltar do trabalho. Postava-se na esquina, um

pouco antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor-

rendo ao seu encontro e, na maior alegria, acompanhava-o

com seu passinho saltitante de volta à casa.

     A vila inteira já conhecia o cachorro, e as pessoas que

passavam faziam-lhe festinhas e ele correspondia, chegava

a correr todo animado atrás dos mais íntimos. Para logo vol-

tar atento ao seu posto e ali ficar sentado até o momento em

que seu dono apontava lá longe.

     Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi

convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con-

tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar ansioso

naquele único ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído

que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Assim

que anoitecia, ele voltava para casa e levava sua vida normal

de cachorro até chegar o dia seguinte. Então, disciplinada-

mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao

posto de espera.

     O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno cora-

ção do cachorro não morreu a esperança. Quiseram prendê-

lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegando aquela hora,

ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias.

     Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pes-

soas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou.

Casou-se a noiva com um primo. Os familiares voltaram-se

para outros familiares. Os amigos, para outros amigos. Só o

cachorro já velhíssimo continuou a esperá-lo na sua esqui-

na. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está

esperando?… Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho

voltado para “aquela” direção.

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Assinale a alternativa em que a pontuação está empregada corretamente.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA E

    ? O ca/chorro ? como se tivesse um relógio na pata ? pontualmente aguardava pelo rapaz.

    ? Oração separada corretamente por travessões, temos aqui a nossa resposta.

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  • Acredito que o erro da alternativa A seja o ponto e vírgula.

    Correção:

    Todos se esqueceram do rapaz: amigos, vizinhosfamiliares.

    OBS: Todos é um APOSTO RESUMIDOR é expresso geralmente por um pronome.

    Ex: Homens, mulheres, crianças, todos buscam felicidade.

    Fonte: comentário do Prof. Alexandre soares. na Q1071598


ID
3206497
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

Assinale a afirmação correta a respeito do texto.

Alternativas
Comentários
  • Assertiva D

    Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.

        Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.

  • GABARITO: LETRA D

    ? De acordo com o texto:  Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo. Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. ?Mesmo assim?, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, ?o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.?

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ID
3206500
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

A expressão destacada no trecho do texto indica delimitação temporal em:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva D

    Pouco mudou até o fim do século 13.

  • GABARITO: LETRA D

    ? Pouco mudou até o fim do século 13.

    ? Temos a preposição "até" marcando um valor semântico de delimitação (=delimitação temporal referente ao fato de haver poucas mudanças).

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  • tenho raiva dessas questões de palavras destacadas. não vejo esse destaque

ID
3206503
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

Com a produção em escala industrial, comprar um espelho ficou mais acessível.
A expressão destacada na frase está corretamente substituída pelo pronome em:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva A

    comprá-lo.

  • GABARITO: LETRA A

    A) comprá-lo ? comprar alguma coisa (=um espelho ? termo no singular, verbos terminados em -r, -s e -z, essas letras saem e usam-se os pronomes -lo(s), -la(s)).

    B) comprá-los

    C) comprar-nos

    D) comprar-lhe ? pronome oblíquo "lhe" exercendo incorretamente a função sintática de objeto direto.

    E) comprar-lhes

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ID
3206506
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada apresenta circunstância adverbial de intensidade.

Alternativas
Comentários
  • Assertiva e

     adverbial de intensidade.demais

    mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez.

  • GABARITO: LETRA E

    ? ... mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez.

    ? Temos o advérbio de intensidade intensificando o sentido do adjetivo "claras" (=claras demais).

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  • A letra B "com facilidade" seria modo? Fiquei na dúvida, mas sabia a correta.

  • D) Tempo ne ?


ID
3206509
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

A alternativa correta quanto à concordância nominal encontra-se em:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva D

    Para mostrar o alto valor dos espelhos, o autor os compara a pinturas de renomados artistas.

  • GABARITO: LETRA D

    A) Os elevadores modernos são normalmente decorado com espelhos de grandes dimensões ? o correto é "decorados" (=concorda com "elevadores").

    B) Olhar-se no espelho e conferir se cabelos e roupa estão arrumadas faz parte da rotina ? ? o correto é "arrumados" (=concorda com "cabelos e roupa", temos um termo no masculino, logo, a concordância nominal é feita no masculino e plural).

    C) No passado, os espelhos estavam entre os objetos mais cobiçado pelas pessoas ? o correto é "cobiçados" (=concorda com "objetos").

    D) Para mostrar o alto valor dos espelhos, o autor os compara a pinturas de renomados artistas.

    E) Segundo o antropólogo da PUC-RJ, ter espelhos pendurado pela casa é prática recente ? o correto é "pendurados" (=concorda com "espelhos").

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ID
3206512
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)

A frase redigida de acordo com as ideias do texto está na alternativa:

Alternativas
Comentários
  • Assertiva d

    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”

    As conjunções adversativas

    Mas

    Porém

    Contudo

    Todavia

    Os metais polidos foram utilizados como espelhos rudimentares, porém a oxidação do metal impedia a boa nitidez das imagens.

  • GABARITO: LETRA D

    ? Ideia textual original: Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade ? a ideia apresentada é de contradição, contraposição em relação ao fato de a oxidação do metal ocorrer facilmente, logo, temos como resposta a letra "d":

    ? Os metais polidos foram utilizados como espelhos rudimentares, porém a oxidação do metal impedia a boa nitidez das imagens ? conjunção coordenativa adversativa apresentando exatamente essa ideia de contraposição que queremos.

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ID
3206515
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

eia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)


    As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado. (1º parágrafo)

Assinale a alternativa em que as palavras expressam sentidos opostos.

Alternativas
Comentários
  • Assertiva E

    disputadas e depreciadas.

  • GABARITO: LETRA E

    ? Queremos um par de palavras antônimas (=com sentido contrário); (=disputadas e depreciadas ? sentido de algo que tem valor e depois sentido de algo que não tem valor e não é disputado, sentido contrário).

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  • Questão: E

    Despreciada: desvalorizar, desvalorar, desmerecer.


ID
3206518
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

eia o texto para responder à questão.

    A vida sem espelhos Provavelmente você dá uma olhada no espelho antes de sair de casa. Dentro de um elevador de paredes espelhadas, é certo que aproveita para ajeitar a roupa ou o cabelo. As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.
    Tudo indica que a primeira vez que o ser humano viu seu reflexo foi na água. Isso deve ter mudado por volta de 3000 a.C., quando povos da atual região do Irã passaram a usar areia para polir metais e pedras. Esses espelhos refletiam apenas contornos e formas. As imagens não eram nítidas, e o metal oxidava com facilidade.
     Pouco mudou até o fim do século 13. Nessa época, o homem já dominava técnicas de fabricação do vidro, mas as peças eram claras demais, e por isso não tinham nitidez. Até que, em Veneza, alguém teve a ideia de unir o vidro a chapas de metal. “Os espelhos dessa época têm uma pequena camada metálica na parte posterior do vidro. Assim, a imagem ficava nítida, e o metal não oxidava por ser protegido pelo vidro”, diz Claudio Furukawa, pesquisador do Instituto de Física da USP. Surgia assim o espelho como o conhecemos até hoje.
    Mas este era um produto raro e caro. Os chamados espelhos venezianos eram mais valiosos que navios de guerra ou pinturas de gênios como os italianos Rafael e Michelangelo.
    Com o advento da Revolução Industrial, o processo de fabricação ficou bem mais barato e o preço caiu. “Mesmo assim”, afirma o antropólogo da PUC-RJ José Carlos Rodrigues, “o espelho só se popularizou e entrou nas casas de todos a partir do século 20.”
(Vinícius Rodrigues. Aventuras na História, julho de 2009. Adaptado)


    As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado. (1º parágrafo)

O trecho – que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado – exprime ideia de

Alternativas
Comentários
  • Assertiva A

    consequência.

  • GABARITO: LETRA A

    ?  As superfícies que refletem a luz são tão fáceis de serem encontradas no ambiente urbano que é difícil imaginar o quanto elas foram disputadas no passado.

    ? Depois do "tesão" vem a consequência (=tão fáceis... que ? conjunção subordinativa consecutiva).

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  • Tão..que → marcando ideia de consequência


ID
3206527
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A forma verbal destacada foi empregada, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA A

    A) Para justificar a pobreza, os governantes põem a culpa na economia mundial ? correto, verbo no plural concordando com o núcleo do sujeito "governantes".

    B) As pessoas honestas tem se revoltado contra a situação do país ? o correto é "têm" (=no plural concordando com o núcleo do sujeito "pessoas").

    C) Se os eleitores quererem um país melhor, não votarão nos corruptos ? o correto é "quiserem".

    D) Se haver participação dos cidadãos, construiremos uma sociedade mais justa para o Brasil ? o correto é "houver".

    E) Se as pessoas fazerem constantes denúncias, poderemos coibir ilegalidades de toda espécie ? o correto é "fizerem".

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  • Na letra B, é preciso empregar o acento diferencial na forma “têm”, para que haja concordância com o sujeito de núcleo plural “As pessoas honestas”.

    Na letra C, é necessário empregar a forma de futuro do subjuntivo “quiserem”.

    Na letra D, é necessário empregar a forma de futuro do subjuntivo “houver”.

    Na letra E, é necessário empregar a forma de futuro do subjuntivo “fizerem”.

    A única opção que apresenta correção é, portanto, a letra A.

    Resposta: A


ID
3206530
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma firma comprou 45 frascos de determinado produto e, após utilizar 2/5 desses frascos, colocou os restantes em duas caixas menores. Sabendo que na primeira caixa foi colocado 1/3 dos frascos restantes, o número de frascos colocados na segunda caixa foi

Alternativas
Comentários
  • 2/5 de 45=18

    Sobraram 27

    1/3 de 27=9

    Sobraram pra segunda caixa, 18.


ID
3206533
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em uma caixa há copos plásticos descartáveis que deverão ser empilhados de modo que cada pilha tenha o mesmo número de copos. O funcionário responsável pela tarefa percebeu que era possível formar pilhas, ou com 40 copos cada uma, ou com 50 copos cada uma, ou com 60 copos cada uma e que todos os copos da caixa seriam utilizados. O menor número de copos que havia nessa caixa era

Alternativas
Comentários
  • 40,50,60|2

    20,25,30|2

    10,25,15|2

    5,25,15|3

    5,25,5|5

    1,5,1|5

    1,1,1|

    5.5.3.2.2.2=600


ID
3206536
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Para uma reunião foram comprados 60 pacotes de biscoitos. Ao término dessa reunião, a razão entre o número de pacotes fechados e o número de pacotes abertos era 3/7 . O número de pacotes abertos foi

Alternativas
Comentários
  • Razão: 3/7.

    Razão e proporção tira o k do coração

    3k+7k = 60

    10k = 60

    k = 60/10

    k = 6

    pacotes abertos: 7k = 7.6 = 42

    Gabarito: A


ID
3206539
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em uma empresa trabalham diariamente 60 funcionários. Determinado dia, 10% desses funcionários estavam em férias e entre os demais, 2 faltaram por motivos de saúde. Dos funcionários presentes, 1/4 estava em reunião, e os outros funcionários estavam trabalhando em seus respectivos setores. Em relação ao número de funcionários que trabalham diariamente nessa empresa, aqueles que estavam trabalhando em seus respectivos setores correspondem a

Alternativas
Comentários
  • 10% de 60 = 6

    2 faltas

    60 - 8 = 52 presentes

    1/4 de 52 = 13

    Funcionários em seus respectivos setores = 52-13 = 39

    60 - 100%

    39 - x

    regra de três

    60x = 100.39

    60x = 3900

    x = 3900/60

    x = 65%


ID
3206542
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Para preparar 1,5 litro de café são utilizadas 5 colheres de pó de café. Mantendo sempre essa mesma proporção, o número de litros de café que podem ser preparados com 75 colheres de pó de café é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: B.

     

    Regra de três diretamente proporcional (multiplica cruzado).

     

    café em L         colheres de pó de café

        1,5                     5

          x                     75

     

    5x = 112,5

    x = 112,5 ÷ 5

    x = 22,5


ID
3206548
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma determinada quantia de dinheiro foi aplicada a juro simples, com taxa de 0,8% ao mês, durante 5 meses. Sabendo que nesse período foram obtidos R$ 48,00 de juros, a quantia de dinheiro aplicada foi

Alternativas
Comentários
  • J=C*I*N

    48=C*0,8/100*5

    48=C*4/100

    4800=C*4

    1200=C

  • J = c.i.t /100

    48 = c. 0,8. 5 /100

    48= 4c /100

    4c = 48.100

    c= 4800/4

    c= 1200

    Gab: A

  • GABARITO: A.

     

    Se a cada 1 mês a aplicação rendia 0,8%, em 5 meses a aplicação rendeu 4% (0,8 x 5), que em bufunfa foi R$ 48,00.

     

      4%  _____  R$ 48

    100% _____ X

     

    4x = 4800

    x = 4800 / 4

    x = R$ 1.200,00

  • Gabarito - A

    C= 100.J / i.t

    C = 100.48 / 0,8,5

    C= 4800/4

    C = 1200.

  • J=C.i.T/100

    i=0,8 a.m

    c= ?

    t= 5 meses

    J= 48

    48= c.8.5/100

    4800=40c

    c= 4800/4

    c= 1200

    gab; A

  • GABARITO: A

    C = ?

    i = 0,8% a.m

    t = 5 meses

    j = 48,00

    ==============

    j = c . i .t / 100

    48 = c . 0,8 . 5 /100

    4800 = 4c

    c = 4800/ 4

    c = 1.200,00


ID
3206551
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em uma empresa, 1/5 do número total de funcionários já se aposentaram, mas continuam trabalhando, e 8 funcionários irão se aposentar até o final do ano. Sabendo que o número de funcionários que já se aposentaram e o número de funcionários que irão se aposentar até o final do ano representam, juntos, 1/3 do número total de funcionários, então o número dos que já estão aposentados é

Alternativas
Comentários
  • Resolução:

    A questão diz que os 1/5 que já se aposentaram e os 8 que irão se aposentar até o fim do ano representam 1/3 do número TOTAL

    X= número total

    1/5x+8=1/3x

    3x+120=5x

    2x=120

    x=120/2

    x=60

    A questão quer saber o número de funcionários que já aposentaram, portanto vamos tirar 1/5 de 60

    1/5 de 60= 12

    Gabarito letra E.

  • 1/5x + 8 = 1/3x

    3x + 24 = 5x

    5x - 3x = 24

    2x = 24

    24/2x = 12


ID
3206554
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma loja colocou em promoção almofadas e tapetes, num total de 80 unidades. Nessa promoção, cada almofada custava R$ 10,00 e cada tapete, R$ 15,00. Sabendo que o valor arrecadado com a venda desses 80 itens foi R$ 1.050,00, então, o número de almofadas vendidas foi

Alternativas
Comentários
  • Resolvendo pelo método da substituição:

    ALMOFADAS: x

    TAPETES: y

    X+Y=80

    Y= 80-X

    10X+15Y=1500

    10X+15(80-X)=1500

    10X+1200=1500

    10X=1500-1200

    10X=300

    X=300/10

    X=30

    Portanto, foram vendidas um total de 30 almofadas.

  • Heron, de onde saiu esses R$1.500? Nao entendi


ID
3206572
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um determinado produto concentrado, para ser usado, precisa ser diluído em água, formando uma mistura na seguinte proporção: 120 mL do produto em 800 mL de água. Para preparar 4,6 litros dessa mistura (produto + água), a quantidade necessária do produto é

Alternativas
Comentários
  • 120k (produto) + 800k (água) = 4600 (produto + água)

    920k = 4600

    k = 4600/920

    k = 5

    120.5 = 600

    800.5 = 4000

    4000 + 600 = 4600.

  • Produto >>>>>>>>>>> 120 ml

    +

    Água >>>>>>>>>>> 800 ml

    Total da mistura >>>>> 920 ml

    Usando regra de três: Se para fazer uma mistura de 920 ml eu uso 120 ml do produto, para fazer uma mistura de 4600 ml eu sou?

    920 ml de mistura--------------uso 120 ml produto

    4.600 ml de mistura------------- uso X ml produto

    4.600 . 120 = 55.2000

    55.2000 : 920 = 600 ml

    GABA: C


ID
3206575
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quinta-feira (5 de outubro), o presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil) e do comitê organizador da Rio-16. Ele é suspeito de atuar na compra de votos para a escolha da cidade para sediar os Jogos Olímpicos. Na história dos Jogos, foi o único presidente do comitê organizador a acumular o cargo de mandatário do comitê olímpico do país-sede. A operação é um desdobramento da Operação “Unfair Play”.

(Folha de S. Paulo, 5 out.17. Disponível em: . Adaptado)

O texto trata da prisão de

Alternativas
Comentários
  • Letra C

    Carlos Arthur Nuzman

    João Havelange: ex-presidente da CBF

    Ricardo Terra Teixeira: dirigente desportivo brasileiro, 18º presidente da Confederação Brasileira de Futebol, onde permaneceu no cargo de 16 de janeiro de 1989 até 12 de março de 2012. 


ID
3206578
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, decidiu, neste sábado (4 de novembro), manter a decisão do Tribunal Regional Federal da 1a Região que determinou a suspensão da regra prevista no edital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que diz que quem desrespeitar os direitos humanos na prova de redação pode receber nota zero.

(EBC, 4 nov.17. Disponível em: https://goo.gl/JpeyvQ>. Adaptado)

A decisão que suspendeu a norma do edital do Enem atendeu a um pedido que alegava que

Alternativas

ID
3206581
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

O Masp anunciou, nesta terça-feira (7 de novembro), que irá permitir a entrada de menores de 18 anos, desde que acompanhados de pais ou responsáveis, em uma das exposições que está em cartaz. A alteração entra em vigor a partir desta quarta-feira (8 de novembro). Aberta ao público no dia 19 de outubro, o Museu tinha, pela primeira vez em 70 anos de história, vetado a presença de crianças e adolescentes, mesmo que acompanhados.
(G1, 7 nov.17. Disponível em: . Adaptado)

O tema da exposição pode ser corretamente identificado em:

Alternativas

ID
3206584
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Os atentados de sábado (14 de outubro) em Mogadíscio, capital do país africano, são os mais sangrentos registrados desde o começo da década. Até a tarde desta segunda-feira (16 de outubro), no horário local, foram encontrados 315 mortos e mais de 300 feridos. Um caminhão-bomba explodiu em uma área movimentada da capital, próxima a edifícios do governo. Um prédio de oito andares foi reduzido a escombros. Edifícios vizinhos e carros também foram destruídos.

(Revista Época, 16 out.17. Disponível em: <https://goo.gl/iyYFYe>. Adaptado)

O atentado mencionado na notícia ocorreu

Alternativas
Comentários
  • Somália = África.


ID
3206587
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

O líder separatista e presidente destituído da Catalunha, Carles Puigdemont, foi preso neste domingo, na Bélgica, a pedido do governo da Espanha. Puigdemont e quatro colaboradores próximos fugiram do país esta semana depois de terem sido afastados pelas autoridades espanholas.
(Folha de S. Paulo, 6 nov.17. Disponível em: . Adaptado)

O motivo do pedido de prisão mencionado na notícia foi

Alternativas

ID
3206590
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

. De acordo com a Lei Orgânica do Município de Marília, as sessões da Câmara deverão ser realizadas em recinto destinado ao seu funcionamento, porém, se comprovada a impossibilidade de acesso ao recinto da Câmara, ou outra causa que impeça sua utilização, poderão ser realizadas em outro local designado pelo

Alternativas

ID
3206593
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

A Lei Complementar no 11/1991 prescreve que para alcançar a estabilidade, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo, ao entrar em exercício, ficará sujeito ao estágio probatório de 3 (três) anos de efetivo exercício, durante o qual será apurada a observância, dentre outros, do seguinte requisito:

Alternativas

ID
3206596
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Em relação às faltas ao serviço e conforme estabelece o Código de Administração do Município de Marília, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
3206599
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

O Código de Ética da Prefeitura Municipal de Marília estabelece vários deveres a todos os servidores. Dentre eles, é correto afirmar que é um dever

Alternativas

ID
3206602
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Ofender, em serviço, desmotivadamente, moral ou fisicamente, autoridade ou superior hierárquico, outro servidor ou qualquer pessoa do público, de acordo com o Código de Ética do Município de Marília, é uma conduta reprovável que pode ensejar a pena de

Alternativas

ID
3206614
Banca
VUNESP
Órgão
Câmara de Marília - SP
Ano
2017
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

O MS-PowerPoint 2010, em sua configuração original, traz uma lista de efeitos de animação que poderá ser utilizada durante a preparação de slides. Assinale a alternativa que contém um efeito de animação de ênfase do MS-PowerPoint 2010, em sua configuração original.

Alternativas
Comentários
  • Assertiva C

    contém 19 Animação de ênfase 

  • deveria existir DESLIKE.

  • https://support.microsoft.com/pt-br/office/efeitos-de-anima%c3%a7%c3%a3o-dispon%c3%adveis-no-powerpoint-para-a-web-fc484dbd-4ca6-4c1e-88dd-868838480dea?ui=pt-br&rs=pt-br&ad=br

    Esta tudo aiii

  • errei. misera de matéria infinita. GAB C de Carlos

  • A) Efeito de entrada

    B) Efeito de entrada

    C) Efeito de ênfase

    D) Efeito de saída

    E) Trajetória de animação

    Parte de um comentário do Professor Fernando Nishimura na questão Q390145 que me ajudou a assimilar esse assunto:

    "Na simbologia que representa o efeito de animação, desenhos da esquerda para a direita (sentido horário) indicam um efeito de entrada. Desenhos da direita para a esquerda (sentido anti horário) indicam um efeito de saída. E desenhos 'fixos e centralizados' indicam um efeito de ênfase."

  • Questão impossível =(

  • Ta estreito até para cargo de Serviços Gerais...tenha piedade Vunesp...kkkkkkkkk