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Prova CONTEMAX - 2019 - Prefeitura de Aroeiras - PB - Psicólogo


ID
3802987
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

De acordo com o autor, o documentário mencionado pode contribuir para:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

    ✓ Conforme o texto: Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

    ➥ Isto é, o documentário permite desassociar a relação entre consumo x lazer.

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Desculpem a minha ignorância, mas não consegui entender como o trecho destacado na resposta do colega Arthur Carvalho contribui para que a resposta seja letra D.

    Posso estar enganado, mas o correto seria destacar: "Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca".


ID
3802990
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

No primeiro parágrafo do texto, o comentário entre parênteses sugere a seguinte crítica:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C

    ➥ De acordo com o texto: Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

    ➥ O autor faz uma crítica aos pais que optam por usar os shoppings como locais de entretenimento para as crianças. 

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!


ID
3802993
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

A opção em que todas as palavras estão grafadas CORRETAMENTE é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C

     a) algema – lisongear magestoso → INCORRETO. Ambas palavras são escritas com -j: lisonjear; majestoso.
     b) submerção – exceção – massiço → INCORRETO. O correto ´s "submersão" e "maciço".
     c) pretensioso – lascivo – discente → CORRETO.
     d) suscinta – rescender – agressão → INCORRETO. O correto é "sucinta" com -c.
     e) obsessão – excesso – enxarcar → INCORRETO. O correto é "encharcar" com -ch.

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Assertiva C

    grafadas CORRETAMENTE é: pretensioso – lascivo – discente

  • A) algema – lisongear (lisonjear) magestoso (majestoso)

    B) submerção (submersão) – exceção – massiço (maciço)

    C) pretensioso – lascivo – discente GABARITO

    D) suscinta (sucinta) – rescender – agressão

    E) obsessão – excesso – enxarcar (encharcar)

  • Sinceramente, eu acho muita desonestidade usar questões que envolvem ortografia. Há uma infinidade de regras e exceções que estão além do escopo da lógica decorar. Acabam privilegiando quem não estuda. Percebe-se isso pela simples estatística de erros e acertos. Não há nada de especial em termos teóricos, só uma mera observação: acerta-se pela sorte ou por eliminação, mas a todo modo, acaba-se por apostar. Mas... vida que segue.

  • Docente = relativo a professores

    Discente = relativo a alunos

  • vamos eliminar as questões de Ortografia , o Anderson Galvão não gosta , acha-as inexplicáveis numa prova , pois elas não requerem lógica, mas apenas memorização. Kkkk, eu sou formado em Matemática, é a minha área, eu entendo um pouco de lógica, e acredito quando eu digo que há MUITA lógica nas regras ortográficas, eu disse que há pouca arbitrariedade? Não, não disse, eu disse que há pouca manutenção etimológica determinante para essa ou aquela grafia ? Não, não disse. Eu disse que , apesar desses dois fatores, existe sim muita lógica na escrita de uma palavra, e esta, por si só, já faz o estudo da Ortografia ser compensador, além de ajudar a afiar a memória e do prazer que é conhecer palavras . Não é difícil, eu conheço coisas complexas , Ortografia não é uma delas , é apenas TRABALHOSA, e é esse trabalho que pessoas como o Anderson querem evitar quando condenam questões de Ortografia em concurso público.

ID
3802996
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

Graças ___ resistência de pais e professores, há de mudar essa postura do não saber brincar e dár-se-á início ___ campanha tão merecida que causará ___ queda dos shoppings. Preencha as lacunas da frase acima, na ordem dada,

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: C

    ✓ Graças à resistência de pais e professores, há de mudar essa postura do não saber brincar e dár-se-á início à campanha tão merecida que causará a queda dos shoppings. Preencha as lacunas da frase acima, na ordem dada.

    ➥ Respectivamente: graças a alguma coisa (=preposição "a") + artigo definido "a" que acompanha o substantivo feminino "resistência" (=crase); dar-se-á início a alguma coisa (=preposição "a") + artigo definido "a" que acompanha o substantivo feminino "campanha" (=crase); causará alguma coisa (=verbo transitivo direto, ele não rege a preposição "a" para que a crase seja formada, o correto é somente a presença do artigo definido "a"=a queda).

    ➥ O que é crase? Em resumo, é um “fenômeno” da língua portuguesa que indica a fusão/união de duas vogais idênticas, o acento em “ à  chama-se  ⇒ acento grave. Basicamente: há “vocábulo exigindo” preposição “A” + artigo “A” = à.

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Direto...

    Faça a troca da palavra masculina pela feminina ..Se aparecer " ao " = Crase.

    Graças ao labor

    Graças à resistência.

    Início ao movimento

    Início à campanha.

    Bons estudos

  • Com a regra geral da crase, responde-se não somente a essa questão, mas como a todas. Para o professor Celso Pedro Luft, ensinam regras e, por isso mesmo, as pessoas cometem erro quando se trata de crase. Partindo do princípio que considera inútil um compêndio com regras engessadas e lições mecânicas para justificar o fenômeno, o professor afirma sumariamente que a regra a ser observada é uma só:

    Acentua-se o "a" duplo (a + a → à)

    Substitua o termo feminino por um masculino a fim de verificar se genuína ou não a ocorrência da crase. Se ocorrer "ao", será necessário marcar o fenômeno; se ocorrer apenas "o", artigo, ou apenas "a", preposição, será proibido.

    Se se diz "graças aos homens", diz-se então: graças a + a resistência → graças à resistência.

    Se se diz "dar-se-á início ao concurso", diz-se então: dar-se-á início a + a campanha → dar-se-á início à campanha.

    Se se diz "causará o desmoronamento dos shoppings", diz-se então: causará a queda.

    Letra C


ID
3802999
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

Assinale a opção CORRETA, quanto à classificação das orações:


I. Só fui ter consciência disso, quando mais tarde percebi que poderia perder outro filho.

II. A reação da mãe foi tamanha que procurou recuperar o tempo perdido.


As orações são respectivamente:

Alternativas

ID
3803002
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

O REMÉDIO É BRINCAR


1. Quantas crianças de hoje, quando os pais lhes perguntam se querem brincar (em casa, na rua) ou ir até um shopping center, optam pela segunda alternativa? A julgar pelo número elevado de crianças em shoppings, principalmente nos fins de semana, inúmeras delas preferem circular por um lugar inteiramente pautado pelos valores da sociedade de consumo (todo fechado, com iluminação artificial) a se entregar a outro modo, menos previsível e mais inventivo, de gastar (investir?) o tempo. Sem contar aquelas cujos pais nem mesmo cogitaram a primeira opção...

2. Quem associa lazer e tempo livre ao verbo consumir talvez reveja algumas de suas crenças e posturas ao ver o documentário brasileiro Tarja Branca: a revolução que faltava, que faz uma defesa eloquente da brincadeira – lúdica, descompromissada, criativa – não apenas na infância, mas também na vida adulta. Dezenas de entrevistados (entre eles os músicos Antonio Nóbrega e Wandi Doratiotto, e os escritores Braulio Tavares, colunista de Carta Fundamental, e Marcelino Freire) lembram, em seus depoimentos ao filme, o que a vida cotidiana perde ao se esquecer do que todos sabíamos muito bem quando éramos crianças.

3. Uma das perguntas-chave do documentário: saberão disso também as crianças de hoje, boa parte delas vivendo em centros urbanos voltados para o trabalho e o consumo? Dirigido por Cacau Rhoden e produzido pela Maria Farinha Filmes (a mesma de Criança, a Alma do Negócio e Muito Além do Peso), Tarja Branca, cujo título refere-se a uma divertida “medicina psicolúdica”, proposta em um dos depoimentos – sugere, ao apresentar visões diversas sobre o tema, que a educação contemporânea se apropriou da brincadeira, sobretudo na escola, como um “conteúdo programático”. Tirou-lhe, portanto, o que havia de mais essencial, o improviso e a falta de regras, para cercá-la de planejamento e cuidados.

4. Como resultado dessa política, teríamos uma geração de crianças, especialmente das classes média e alta, que não foi devidamente apresentada ao universo brincante, ou à “linguagem do espontâneo, da alma”, como resume um dos entrevistados. Pais e professores tendem a extrair do filme reflexões sobre como se comportam em relação ao tema com seus filhos e alunos, mas a provocação de Rhoden pode despertar interesse também entre o público que não se encaixa em nenhum desses papéis, ao fazer um diagnóstico da sociedade de consumo, intolerante, em sua lógica perversa, com a cultura do ócio ou com o “ficar sem fazer nada”.

Sérgio Rizzo (Adaptado de: cartafundamental.com.br)

Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com a norma culta.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

    ✓ Embora fossem belos, os moços estavam .

    ➥ Quando têm valor adjetivo, tais palavras variam normalmente: mesmo, próprio, só, extra, junto, quite, leso, obrigado, anexo/apenso, incluso. O correto é "sós" (=sozinhos); deve concordar com o núcleo do sujeito "moços".

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Avalie comigo :

    A ) a concordância com é bom / é necessário / é proibido ..

    se tiver artigo = variável..

    Sem artigo = invariável.

    É necessária A autorização.

    D ) Embora fossem belos, os moços estavam só.(sozinhos)

    Só = troca por somente

    Sós = troca por sozinho..

    E ) Anexo torna-se invariável com o "em ".

  • A concordância nominal se refere à adequada flexão entre substantivo e seus modificadores (pronome, numeral, adjetivo) em matéria de gênero (masculino e feminino) e/ou número (plural e singular). Inspecionemos item a item com o objetivo de encontrar redação incorreta:

    a) Vitamina é bom para o adequado funcionamento do organismo.

    Correto. O substantivo "vitamina" não se apresenta determinado, logo o adjetivo fica no masculino;

    b) É necessária a contribuição de todas as pessoas.

    Correto. O substantivo "contribuição" está determinado, logo o adjetivo "necessário" se flexiona no feminino a fim de concordar com ele;

    c) É necessário autorização para entrar na festa.

    Correto. Ocorre o oposto do caso acima: o substantivo "autorização" não está determinado, logo o adjetivo não se flexiona no feminino, e sim permanece no masculino;

    d) Embora fossem belos, os moços estavam .

    Incorreto. O adjetivo "só", equivalente a "sozinho", deve flexionar-se a fim de concordar com o substantivo "moços". Correção: "(...) os moços estão sós";

    e) Anexas ao documento, vão as fotos da criança.

    Correto. "Anexas" é adjetivo e com o substantivo "fotos" concorda.

    Letra D

  • Gabarito: D

    ✓ Embora fossem belos, os moços estavam .

    ➥ Quando têm valor adjetivo, tais palavras variam normalmente: mesmo, próprio, só, extra, junto, quite, leso, obrigado, anexo/apenso, incluso. O correto é "sós" (=sozinhos); deve concordar com o núcleo do sujeito "moços".

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • "Só" na frase tem valor de adjetivo e como especifica um substantivo, com ele concorda; tem valor de "sozinho".

    Se tivesse valor de "somente", aí sim seria invariável, pois seria um advérbio.

    Corrijam-se se estiver equivocado.

  •  Embora fossem belos, os moços estavam sós


ID
3803005
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

Assinale a alternativa em que as duas expressões dadas, não se relacionam com o modelo de crônica apresentada por Drummond:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

    ❌ informação ou comentário preciso; apuração imediata do fato.

    ➥ INCORRETO. Segundo a crônica: Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito.

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • Questão louca, entendi foi nada.

  • Tudo que está em azul refere-se às características da crônica. A cor vermelha indica outros gêneros.

    “Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista (a), forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter (b), responsável pela apuração do fato na hora mesma (d) em que ele acontece; dispensa a especialização suada (e) em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos (d) que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo (a) e não trivial (c), e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia (e), o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação (b), empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado (c): minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

    A questão pede a assertiva que contenha duas características que não sejam da crônica.

    Então, temos:

    a) crônica, outros

    b) outros, crônica

    c) crônica, crônica

    d) outros, outros (gabarito)

    e) crônica, crônica


ID
3803008
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

Com base no texto, assinale a única alternativa CORRETA.


Segundo o que se depreende do texto, para Drummond, a crônica poderia ser caracterizada como:

Alternativas

ID
3803011
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

Assinale a questão em que erro quanto à concordância nominal:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: B

     a) A imensa fazenda e a vasta campina visitados há poucos dias eram um verdadeiro paraíso → CORRETO. Os adjetivos concordam com os substantivos que eles modificam. Quem é imensa? a fazenda. Como o esse substantivo se refere a uma palavra feminina singular (fazenda), ele deve se construir como feminino singular. Uma relação semelhante acontece em vasta, pois ela modifica campina. Visitados apresenta um erro de concordância, pois deve concordar com o sujeito composto feminino plural. Entretanto, essa palavra é um particípio verbal; ou seja, não envolve a concordância nominal pedida na questão, mas a concordância verbal.

     b) Os homens, com ar melancólicos, caminhavam ao encontro dos feridos no deslizamento → INCORRETO. O erro aqui está em melancólicos. Para sabermos com que ele deve concordar, é possível perguntar à palavra: quem/o que estava melancólico? O ar. Como esse é um substantivo masculino singular, o adjetivo também deve ser masculino singular: ar melancólico.
     c) Não lhe pareciam verdadeiras aquelas atitudes estranhas que ele apresentava diante da família → CORRETO. Quem/o que parecia verdadeiras? Atitudes (as atitudes estranhas pareciam verdadeiras). Quem é estranha? As atitudes. Assim, atitudes estranhas.

     d) Logo que foi convocado, ele apresentava lesados a testa e o tronco, mas estava preparado para o jogo → CORRETO. Quem estava lesado? A testa e o tronco. Aqui, você tem um elemento composto (mais de uma palavra), o que significa que a concordância precisa acontecer no plural. Quando ideia é masculina e feminina, a concordância vai acontecer no masculino. Assim, é correto dizer ‘a testa e o tronco lesados’.
     e) Esse bloco de notas e fichário poderão ser necessários para eventuais anotações → CORRETO. O que é necessário? Esse bloco de notas e fichário. Como retoma um elemento composto com dois elementos masculinos, é correto usar ‘necessários’. O que é eventual? As anotações - palavra feminina plural. O adjetivo deve concordar com ele e ser feminino plural (eventuais).

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • A concordância nominal se refere à adequada flexão entre substantivo e seus modificadores (pronome, numeral, adjetivo) em matéria de gênero (masculino e feminino) e/ou número (plural e singular). 

    a) A imensa fazenda e a vasta campina visitados há poucos dias eram um verdadeiro paraíso.

    Incorreto. O adjetivo modifica dois substantivos, mas ambos classificados como substantivos femininos. Inexiste a possibilidade do adjetivo se flexionar no plural masculino. Deve-se corrigir o erro de concordância, flexionando-o no plural feminino: "visitadas";

    b) Os homens, com ar melancólicos, caminhavam ao encontro dos feridos no deslizamento.

    Incorreto. O adjetivo “melancólico”, no plural, não concorda adequadamente com o substantivo “ar”. Correção: “(...) com ar melancólico”;

    c) Não lhe pareciam verdadeiras aquelas atitudes estranhas que ele apresentava diante da família.

    Correto. Todos os termos que podem ser avaliados sob o crivo da concordância nominal estão adequadamente flexionados. Note que a palavra nuclear é o substantivo "atitudes" e com este os adjetivos (verdadeiras e estranhas) e o pronome (aquelas) concordam;

    d) Logo que foi convocado, ele apresentava lesados a testa e o tronco, mas estava preparado para o jogo.

    Correto. O adjetivo "lesado", anteposto e modificando dois substantivos de gêneros distintos, ou concorda com o mais próximo (lesada a testa e o tronco) ou com ambos (lesados a testa e o tronco);

    e) Esse bloco de notas e fichário poderão ser necessários para eventuais anotações.

    Correto. O adjetivo "necessário", posposto a dois substantivos masculinos, deve se flexionar no plural masculino.

    Gabarito da banca: Letra B

    Gabarito do monitor: Letras A e B

  • GABARITO ERRADO!

    o único erro presente nas alternativas está na “A”, pois o certo deveria ser “visitadas”.

  • ) A imensa fazenda e a vasta campina visitados há poucos dias eram um verdadeiro paraíso → CORRETO. Os adjetivos concordam com os substantivos que eles modificam. Quem é imensa? a fazenda. Como o esse substantivo se refere a uma palavra feminina singular (fazenda), ele deve se construir como feminino singular. Uma relação semelhante acontece em vasta, pois ela modifica campinaVisitados apresenta um erro de concordância, pois deve concordar com o sujeito composto feminino plural. Entretanto, essa palavra é um particípio verbal; ou seja, não envolve a concordância nominal pedida na questão, mas a concordância verbal.

     b) Os homens, com ar melancólicos, caminhavam ao encontro dos feridos no deslizamento → INCORRETO. O erro aqui está em melancólicos. Para sabermos com que ele deve concordar, é possível perguntar à palavra: quem/o que estava melancólico? O ar. Como esse é um substantivo masculino singular, o adjetivo também deve ser masculino singular: ar melancólico.

     c) Não lhe pareciam verdadeiras aquelas atitudes estranhas que ele apresentava diante da família → CORRETO. Quem/o que parecia verdadeiras? Atitudes (as atitudes estranhas pareciam verdadeiras). Quem é estranha? As atitudes. Assim, atitudes estranhas.

     d) Logo que foi convocado, ele apresentava lesados a testa e o tronco, mas estava preparado para o jogo → CORRETO. Quem estava lesado? A testa e o tronco. Aqui, você tem um elemento composto (mais de uma palavra), o que significa que a concordância precisa acontecer no plural. Quando ideia é masculina e feminina, a concordância vai acontecer no masculino. Assim, é correto dizer ‘a testa e o tronco lesados’.

     e) Esse bloco de notas e fichário poderão ser necessários para eventuais anotações → CORRETO. O que é necessário? Esse bloco de notas e fichário. Como retoma um elemento composto com dois elementos masculinos, é correto usar ‘necessários’. O que é eventual? As anotações - palavra feminina plural. O adjetivo deve concordar com ele e ser feminino plural (eventuais).

  • Esse tipo de questão ferra meus estudos
  • concordância nominal se refere à adequada flexão entre substantivo e seus modificadores (pronome, numeral, adjetivo) em matéria de gênero (masculino e feminino) e/ou número (plural e singular). 

    a) A imensa fazenda e a vasta campina visitados há poucos dias eram um verdadeiro paraíso.

    Incorreto. O adjetivo modifica dois substantivos, mas ambos classificados como substantivos femininos. Inexiste a possibilidade do adjetivo se flexionar no plural masculino. Deve-se corrigir o erro de concordância, flexionando-o no plural feminino: "visitadas";

    b) Os homens, com ar melancólicos, caminhavam ao encontro dos feridos no deslizamento.

    Incorreto. O adjetivo “melancólico”, no plural, não concorda adequadamente com o substantivo “ar”. Correção: “(...) com ar melancólico”;

    c) Não lhe pareciam verdadeiras aquelas atitudes estranhas que ele apresentava diante da família.

    Correto. Todos os termos que podem ser avaliados sob o crivo da concordância nominal estão adequadamente flexionados. Note que a palavra nuclear é o substantivo "atitudes" e com este os adjetivos (verdadeiras e estranhas) e o pronome (aquelas) concordam;

    d) Logo que foi convocado, ele apresentava lesados a testa e o tronco, mas estava preparado para o jogo.

    Correto. O adjetivo "lesado", anteposto e modificando dois substantivos de gêneros distintos, ou concorda com o mais próximo (lesada a testa e o tronco) ou com ambos (lesados a testa e o tronco);

    e) Esse bloco de notas e fichário poderão ser necessários para eventuais anotações.

    Correto. O adjetivo "necessário", posposto a dois substantivos masculinos, deve se flexionar no plural masculino.

    Gabarito da banca: Letra B

    Gabarito do monitor: Letras A e B

  • Tem dois gabaritos nesta questão aí. Letra A e B estão incorretas.

  • GABARITO ABSURDO

  • MEU DEUS DO CÉU

  • Gente não entendi porque a D está certa.

    Logo que foi convocado, ele apresentava lesados a testa e o tronco, mas estava preparado para o jogo.

    Que eu saiba, quando o adjetivo está antes dos substantivos você só concorda com o mais próximo. O negócio de poder escolher entre concordar com o mais próximo ou com ambos (plural masculino) é quando ele está depois dos substantivos. Fiquei confusa...

  • A letra A não está correta em lugar nenhum desse mundo!

  • A questão pediu erro de concordância nominal ...então o gabarito está certo, sim.

    Letra B

    Na letra A há erro de concordância, mas é verbal. Não foi o que a questão pediu. Ela apenas nos levou ao erro, desatentos que somos.


ID
3803014
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

Quanto à regência verbal, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

     a) O momento que nós mais ansiávamos, chegou! → INCORRETO. Ansiávamos POR alguma coisa (=por que).
     b) O médico assistia ao doente → INCORRETO. O verbo "assistir" com sentido de "prestar assistência" é transitivo direto e não rege a preposição "a" (=assistia o doente).
     c) Os idosos visam uma aposentadoria digna pelo tempo trabalhado → INCORRETO. O verbo "visar" com sentido de "ter como objetivo algo" é transitivo indireto e pede um complemento iniciado pela preposição "a" (=a uma aposentadoria).
     d) A música não é o tipo de que gostamos → CORRETO. Gostamos DE alguma coisa (=de que).
     e) Ela prefere mais frutas do que biscoitos → INCORRETO. Quem prefere, prefere alguma coisa a outra (=sem intensificador também): prefere frutas a biscoitos (=sem determinante) OU prefere as frutas aos biscoitos (=com determinante).

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • A ) ansiávamos - por algo..

    B) assistir no sentido de ajudar = VTD

    assisti o doente

    assistir no sentido de ver = VTI (a)

    assisti no sentido morar = VTI (em)

    assisto em jijoca .

    C) visar no sentido de mirar = VTD.

    Visava a perna bandido.

    E ) prefere algo a algo..

  • A regência verbal trata da transitividade de verbo, que pode ser intransitivo (dispensa complementos verbais), transitivo direto (requer complemento verbal direto), transitivo indireto (requer complemento verbal indireto) ou ainda bitransitivo (requer concomitantemente um complemento verbal direto e outro indireto).

    Abaixo, algumas siglas a fim de atalhar a resolução:

    VTD: Verbo Transitivo Direto

    VTI: Verbo Transitivo Indireto

    VTDI: Verbo Transitivo Direto e Indireto

    VI: Verbo Intransitivo

    a) O momento que nós mais ansiávamos, chegou!

    Correto. Consoante a Celso Pedro Luft em Dicionário Prático de Regência Verbal, p.57, o verbo "ansiar", no sentido de "desejar ardentemente", pode ser VTD ou VTI (caso em que regerá preposição "por");

    b) O médico assistia ao doente.

    Correto. Esse verbo, na acepção de "prestar auxílio", indiferentemente, pode ser VTD ou VTI (situação em que requererá preposição "a"). A dupla transitividade encontra-se em Dicionário Prático de Regência Verbal, de Celso Pedro Luft, p.79;

    c) Os idosos visam uma aposentadoria digna pelo tempo trabalhado.

    Correto. Celso Pedro Luft em Dicionário Prático de Regência Verbal, p.534, anota que o verbo "visar", no sentido de "ter em vista", "objetivar", pode ser VTD ou VTI (situação em que requererá preposição "a").

    d) A música não é o tipo de que gostamos.

    Correto. O verbo "gostar", VTI, rege preposição "de" e esta deve naturalmente antepor-se ao pronome relativo "que";

    e) Ela prefere mais frutas do que biscoitos.

    Incorreto. O verbo "preferir", VTI, rege preposição "a" e não "de", esta que aparece muito recorrentemente na estrutura "do que". Convém anotar: além do grave erro de regência, há pleonasmo ao inserir advérbios, como "prefere mais", "prefere muito mais", visto que o verbo "preferir" já encerra em si próprio sentido de querer mais, desejar mais.

    Gabarito da banca: Letra D.

    Gabarito do monitor: Questão nula, por apresentar múltiplas respostas possíveis.

    Referência bibliográfica: Dicionário Prático de Regência Verbal, de Celso Pedro Luft.

  • QUÁDRUPLO GABARITO

    Só há uma alternativa incorreta, como mostrou Sr. Shelking.

  • ✅ Gabarito: D

     a) O momento que nós mais ansiávamos, chegou! → INCORRETO. Ansiávamos POR alguma coisa (=por que).

     b) O médico assistia ao doente → INCORRETO. O verbo "assistir" com sentido de "prestar assistência" é transitivo direto e não rege a preposição "a" (=assistia o doente).

     c) Os idosos visam uma aposentadoria digna pelo tempo trabalhado → INCORRETO. O verbo "visar" com sentido de "ter como objetivo algo" é transitivo indireto e pede um complemento iniciado pela preposição "a" (=a uma aposentadoria).

     d) A música não é o tipo de que gostamos → CORRETO. Gostamos DE alguma coisa (=de que).

     e) Ela prefere mais frutas do que biscoitos → INCORRETO. Quem prefere, prefere alguma coisa a outra (=sem intensificador também): prefere frutas a biscoitos (=sem determinante) OU prefere as frutas aos biscoitos (=com determinante).

    by arthur carvalho

  • O verbo "assistir", dentre outras acepções, pode se apresentar como:

    verbo transitivo indireto: aponta para o sentido de presenciar, ver, observar; rege a preposição "a" e não admite a substituição do termo regido pelo pronome oblíquo "lhe", mas sim "o(s)" e "a(s)";

    verbo transitivo indireto: aponta para o sentido de caber (direito a alguém), pertencer; rege a preposição "a" e admite a substituição do termo regido pelo pronome oblíquo "lhe(s)";

    verbo transitivo direto: aponta para o sentido de socorrer, prestar assistência e não rege qualquer preposição.

  • questão de deveria ser anulada uma vez o verbo assistir no sentido de prestar ajuda a preposição (a) é facultativa , tornando assim a alternativa B correta

  • Uma dica para o preferir.

    Preferir não admite: que mais, que menos, que antes.

    O correto é: prefiro isto a àquilo.

    Espero ter ajudado.

  • Aspirar = sentido de almejar VTI


ID
3803017
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

"Esta demarcação do início do outono é denominada de Equinócio (palavra de origem latina significando "noite igual") pois os comprimentos do dia e da noite são aproximadamente iguais na sua ocorrência."

Assinale a alternativa que identifica CORRETA E RESPECTIVAMENTE os núcleos dos sujeitos de "é" e "são", em destaque no período acima.

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

    ✓ "Esta demarcação do início do outono é denominada de Equinócio (palavra de origem latina significando "noite igual") pois os comprimentos do dia e da noite são aproximadamente iguais na sua ocorrência."

    ➥ O quê é denominada de Equinócio? Está demarcação do início do outono (=sujeito simples cujo núcleo é o substantivo "demarcação"); o quê é aproximadamente igual na sua ocorrência? Os comprimentos do dia e da noite (=sujeito simples cujo núcleo é o substantivo "comprimentos", por isso o verbo está flexionado no plural, para fazer corretamente a concordância).

    ➥ O núcleo do sujeito pode ser, tradicionalmente, um substantivo (normalmente), um pronome, um numeral, um verbo no infinitivo, uma oração substantiva ou uma palavra substantivada. É muito importante notar que o verbo concorda em número e pessoa com o núcleo do sujeito.

    ➥ FORÇA, GUERREIROS(AS)!!

  • "Esta demarcação do início do outono é denominada de Equinócio (palavra de origem latina significando "noite igual") pois os comprimentos do dia e da noite são aproximadamente iguais na sua ocorrência."

    O que é denominada de Equinócio? Esta demarcação.

    O que são aproximadamente iguais na sua ocorrência? Os comprimentos.

  • Analise comigo..

    "Esta demarcação do início do outono é denominada de Equinócio "

    O que é denominado equinócio?

    Esta demarcação. = Sujeito

    Núcleo do sujeito = Demarcação. (Obs: O núcleo do sujeito é sempre um substantivo).

    os comprimentos do dia e da noite são aproximadamente iguais na sua ocorrência."

    O que são aproximadamente (...) ?

    Os comprimentos.

    Núcleo do sujeito: comprimentos

    Bons estudos!

  • Por núcleo do sujeito entende-se substantivo, pronome ou palavra substantivada. Eis os três elementos que podem atuar como palavra nuclear de um sujeito. É de fácil reconhecimento sua presença, porque os termos que ao redor dele flutuam com ele concordam. Vejam exemplo:

    "Algumas formas governamentais e antigovernamentais conquistam adeptos e críticos ferrenhos."

    Note que o termo em negrito se porta como o regulador das flexões dos elementos sublinhados (pronome, adjetivos e verbo). Se for apresentado no singular, os mesmos elementos, outrora no plural, deverão apresentar-se no singular:

    "Alguma forma governamental e antigovernamental conquista adeptos e críticos ferrenhos."

    Leiamos o excerto trazido a fim de encontrar o núcleo do sujeito das formas verbais "é" e "são":

    "Esta demarcação do início do outono é denominada de Equinócio (palavra de origem latina significando "noite igual") pois os comprimentos do dia e da noite são aproximadamente iguais na sua ocorrência."

    Ambos os substantivos em negrito desempenham o papel de núcleo das respectivas formas verbais, ou seja, "é" e "são". Observe que vários elementos se flexionam a fim de concordar com eles.

    a) outono - dia e noite

    Incorreto. Ambos núcleos de adjuntos adnominais;

    b) Equinócio - ocorrência

    Incorreto. Respectivamente: núcleo de complemento nominal e núcleo de adjunto adverbial;

    c) outono - comprimentos

    Incorreto. Respectivamente: núcleo de adjunto adnominal e núcleo do sujeito;

    d) demarcação - comprimentos

    Correto. Vide detalhamento acima;

    e) nenhuma das anteriores.

    Incorreto. A resposta acima anula esta.

    Letra D

  • o núcleo do sujeito, em regra, não é preposicionado.

  • Vale acrescentar que na primeira oração o sujeito, que pode ser um um substantivo ou um termo substantivado, está sendo determinado pelo pronome demonstrativo Esta o qual está flexionado de acordo com o substantivo.

    Esta demarcação do início do outono é denominada de Equinócio

    ...pois os comprimentos do dia e da noite são aproximadamente iguais na sua ocorrência

    Aqui temos o artigo determinando o substantivo, os demais termos não podem ser sujeito pois estão preposicionados.

  • Esta é adjunto adnominal e não o núcleo.


ID
3803020
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Português

A CRÔNICA


“Crônica tem esta vantagem: não obriga ao paletó-e-gravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige, de quem a faz, o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico, etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou o comentário precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial, e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais que isto seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.”

Carlos Drummond de Andrade

Assinale a oração classificada CORRETAMENTE.

Alternativas

ID
3803023
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

De acordo com Lei Orgânica do Município de Aroeiras analise as assertivas abaixo:


I. A revisão geral e a reposição da remuneração dos servidores públicos municipais e a concessão de aumentos reais, far-se-ão sempre na mesma data sem distinção de índices.

II. É vedada a delegação de poderes ao Executivo para criação, extinção ou transformação de entidades de sua administração indireta.

III. Só por lei, criar-se-ão empresa pública, sociedade de economia mista, autarquia e fundação pública.

IV. Os vencimentos dos cargos equivalentes do Poder Legislativo não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo.

V. A lei fixará o limite e a relação de valores entre a maior e menor remuneração dos servidores públicos municipais, observado, como limite, o valor percebido como subsídios, em espécie, pelo Vereador.


Está(ao) CORRETAS as afirmativas:

Alternativas

ID
3803026
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Legislação Municipal
Assuntos

Conforme a Lei Orgânica do Município de Aroeiras, o direito à saúde implica em garantias, EXCETO:

Alternativas

ID
3803029
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a população estimada do município de Aroeiras é de pouco mais de 19 mil habitantes. Os dados comparativos entre os municípios paraibanos são do último censo e colocam Aroeiras na seguinte posição:

Alternativas
Comentários
  • Agora caiu de posição caindo de 34° para 38° em 2021, conforme dados do IBGE, ranking disponível na wikipedia.


ID
3803032
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Eleito pela União Democrática Nacional (UDN), o primeiro Prefeito Municipal de Aroeiras foi:

Alternativas
Comentários
  • Sebastião Souto Maior 1955 a 1959


ID
3803038
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Leia o texto abaixo, julgue as afirmativas e marque a alternativa CORRETA 


PORTOS MOVIMENTARAM 1,117 BILHÃO DE TONELADAS

DE CARGAS EM 2018

      A movimentação de cargas no setor portuário apresentou um crescimento de 2,7% em 2018, na comparação com o ano anterior. Dados divulgados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) mostram que, no ano passado, 1,117 bilhão de toneladas de cargas foram movimentadas em terminais públicos e privados.

(Disponível em <http://agenciabrasil.ebc.com.br.>Acesso/jul-19)


A infraestrutura portuária brasileira é bastante desenvolvida, com importantes instalações dos mais diversificados tamanhos e objetivos, movimentando milhares de toneladas de carga anualmente. Dessa forma é correto afirmar que:


I- Nos municípios de Santos e Guarujá, no estado de São Paulo, está localizado o Porto de Santos, o mais influente no conjunto de movimentação de contêineres na América Latina.

II- Localizado entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho no estado de Pernambuco, o Porto de Suape vem se destacando como um forte movimentador de granéis líquidos, como óleo diesel, gasolina, querosene de aviação, óleo bruto de petróleo.

III- O Porto de Itaguaí atende o escoamento dos grãos dos principais estados produtores brasileiros, como Manaus, Porto Velho e Rio Branco.


Está(ão) correta(s)

Alternativas
Comentários
  • I- Nos municípios de Santos e Guarujá, no estado de São Paulo, está localizado o Porto de Santos, o mais influente no conjunto de movimentação de contêineres na América Latina.

    Localizado nos municípios de Santos e Guarujá, no estado de SP, o porto de Santos permanece como o porto mais influente no conjunto de movimentação de contêineres na América Latina. A atividade do porto é de 27,40% da movimentação quando comparado aos demais portos brasileiros.

    II- Localizado entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho no estado de Pernambuco, o Porto de Suape vem se destacando como um forte movimentador de granéis líquidos, como óleo diesel, gasolina, querosene de aviação, óleo bruto de petróleo.

    O Porto de Suape (Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros) encontra-se entre os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho no estado de Pernambuco, e administrado pela operado pela Companhia Docas de Pernambuco, foi inaugurado por volta de 1983. O Porto tem 6,60% da movimentação dos portos brasileiros.

    O Porto de Suape vem se revelando forte movimentador de granéis líquidos: (óleo diesel, gasolina, querosene de aviação, óleo bruto de petróleo). Os granéis líquidos aumentaram em torno de 21,6% no ano de 2016. Os principais pontos de origem são: Bahia, São Paulo e Rio Grande do Norte e tem como destino o Ceará e Amazonas.

    III- O Porto de Itaguaí atende o escoamento dos grãos dos principais estados produtores brasileiros, como Manaus, Porto Velho e Rio Branco.

    Porto de Itaguaí, também conhecido como porto de Sepetiba, fica no estado do Rio de Janeiro e foi inaugurado no dia 7 de maio de 1982. O Porto é administrado pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ) e possui 15,31% de movimentação dos portos brasileiros.

    O porto de Itaguaí tem como principais rodovias para a conexão com sua hinterlândia a BR- 101 BR, a BR-040, e a BR-116, que se conectam entre si através das rodovias BR-465 e RJ – 099. Ferroviário: o Porto de Itaguaí tem acesso a uma linha da Malha Regional Sudeste S.A. Logística (MRS).

    Gabarito: C


ID
3803041
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Marque a alternativa correta

Atleta paralímpico brasileiro e recordista mundial, o paraibano de São José de Brejo do Cruz, conquistou a medalha de ouro nos Jogos paralímpicos de Verão no Rio de Janeiro, atualmente vem acumulando recordes mundiais nas provas do 100 e 200m com a meta de ser o atleta paralímpico mais rápido de todos os tempos. Esse atleta é o:

Alternativas
Comentários
  • (C)

    Petrúcio Ferreira dos Santos é um atleta paralímpico brasileiro e recordista mundial. Conquistou a medalha de ouro nos Jogos Paralímpicos de Verão de 2016 no Rio de Janeiro, após quebra de recorde, representando seu país na categoria 100 metros T47 masculino.


ID
3803092
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Serviço Social
Assuntos

Considere as afirmativas abaixo, assinale (V) ou (F) nos parênteses, conforme a assertiva seja verdadeira ou falsa, respectivamente, de cima para baixo, a respeito do Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011:


(___) As Regiões de Saúde serão instituídas pelo Estado, em articulação com os Municípios, respeitadas as diretrizes gerais pactuadas na Comissão Intergestores Bipartite –CIB.


(___) As Regiões de Saúde serão referência para as transferências de recursos entre os entes da administração pública indireta.


(___) O planejamento da saúde é obrigatório para os entes de políticas para a iniciativa privada.


(___) O Sistema Nacional de Auditoria e Avaliação do SUS, por meio de serviço especializado, fará o controle e a fiscalização do Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde.


(___) O SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados pelos entes federativos, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma regionalizada e hierarquizada.


Assinale a sequência CORRETA:

Alternativas
Comentários
  • DECRETO 7.508 DE 2011

    Art. 4º As Regiões de Saúde serão instituídas pelo Estado, em articulação com os Municípios, respeitadas as diretrizes gerais pactuadas na Comissão Intergestores Tripartite - CIT a que se refere o inciso I do art. 30.

    Art. 6º As Regiões de Saúde serão referência para as transferências de recursos entre os entes federativos.

    Art. 15 - § 1º O planejamento da saúde é obrigatório para os entes públicos e será indutor de políticas para a iniciativa privada.

    Art. 40. O Sistema Nacional de Auditoria e Avaliação do SUS, por meio de serviço especializado, fará o controle e a fiscalização do Contrato Organizativo de Ação Pública da Saúde.

    Art. 3º O SUS é constituído pela conjugação das ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde executados pelos entes federativos, de forma direta ou indireta, mediante a participação complementar da iniciativa privada, sendo organizado de forma regionalizada e hierarquizada.

  • Esta questão deveria ser anulada, pois a resposta correta seria a B


ID
3803098
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Enfermagem
Assuntos

A Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990 dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde. A respeito da representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências de Saúde, é CORRETO afirmar que atende o seguinte critério:

Alternativas
Comentários
  • Res 453/12

    Terceira diretriz

    I - O número de conselheiros será definido pelos Conselhos de Saúde e constituído em lei.

    II - Mantendo o que propôs as Resoluções nos 33/92 e 333/03 do CNS e consoante com as Recomendações da 10a e 11a Conferências Nacionais de Saúde, as vagas deverão ser distribuídas da seguinte forma:

    a)50% de entidades e movimentos representativos de usuários;

    b)25% de entidades representativas dos trabalhadores da área de saúde;

    c)25% de representação de governo e prestadores de serviços privados conveniados, ou sem fins lucrativos.

  • § 4° A representação dos usuários nos Conselhos de Saúde e Conferências será paritária em relação ao conjunto dos demais segmentos.

    BRASIL. Lei 8.142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.

  • Alguém que vai fazer o concurso da prefeitura de Sítio Novo MA?


ID
3803101
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

A respeito da descentralização políticoadministrativa do Sistema Único de Saúde (SUS) é CORRETO afirmar que pode ser entendido como:

Alternativas
Comentários
  • A Banca levou em conta apenas o caput do art. 198 da CF e não o inc. III

    Art. 198. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:

    I - descentralização, com direção única em cada esfera de governo;

    II - atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais;

    III - participação da comunidade.

  • Para a formulação da questão a banca levou em consideração a Lei 8080/90, que apresenta, em seu art. 7, inciso IX o seguinte princípio:

    "IX - descentralização político-administrativa, com direção única em cada esfera de governo:

    a) ênfase na descentralização dos serviços para os municípios [também conhecido como municipalização];

    b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde."

    De acordo com esse princípio, a responsabilidade política administrativa pelas ações e serviços públicos de saúde (e os serviços privados contratados) é distribuída entre os diferentes níveis de governo. Foi uma mudança positiva já que antes da Constituição Federal de 88 o sistema de saúde brasileiro era centralizado na União.

  • hierarquização e regionalização equivalem à descentralização?? não é o que a portaria fala. A portaria diz que a descentralização é uma diretriz para a uma rede regionalizada e hierarquizada. O enunciado da questão diz que essas três coisas são a mesma coisa.

  • Essa questão foi não foi bem elaborada...

    ????


ID
3803104
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

Considerando os Conselhos de Saúde, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Comentários
  •  Trecho da lei 8142/90 : "Conselho de Saúde, em caráter permanente e deliberativo", órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente, inclusive nos aspectos econômicos e financeiros, cujas decisões serão homologadas pelo chefe do poder legalmente constituído em cada esfera do governo.

    Letra D incorreta pois o conselho tem caráter deliberativo, não consultivo.


ID
3868309
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

A personalidade é aquilo que dá ordem e congruência a todos os comportamentos diferentes apresentados pelo indivíduo. Alguns teóricos enfatizam a função da personalidade na mediação do ajustamento do indivíduo. A personalidade consiste nos esforços de ajustamento variados e, no entanto, típicos, realizados pelo indivíduo. Em outras definições, a personalidade é igualada aos aspectos únicos ou individuais do comportamento. Nesse caso, o termo designa aquilo que é distintivo no indivíduo e o diferencia de todas as outras pessoas. Finalmente, alguns teóricos consideram que a personalidade representa a essência da condição humana. Essas definições sugerem que a personalidade se refere àquela parte do indivíduo que é mais representativa da pessoa, não apenas porque a diferencia dos outros, mas principalmente porque é aquilo que a pessoa realmente é ( Feist & Feist, 2008)
isto posto, avalie as proposições de acordo com as teorias da personalidade da psicologia:


I. Para Freud, existem elementos básicos na personalidade que impulsionam comportamentos, podendo determinar seus rumos: instintos ou pulsão, compreendidos como forças propulsoras da personalidade. Assim, a pulsão pode ser definida como uma forma de energia fisiológica capaz de ligar as necessidades do corpo aos desejos da mente.

II. Para Beck o condicionamento se subdivide em dois tipos, o respondente e o operante, o primeiro é o dito comportamento reflexo, podendo ser facilmente aprendido e manifestado, no entanto este depende do que acontece anteriormente ao comportamento, o que o difere do condicionamento operante, que depende do que ocorre depois que o comportamento termina. Já o reforço pode ser definido como um estímulo que pode aumentar a probabilidade de a resposta desejada ocorrer, podendo ser positivo ou negativo.

III. A teoria de Frederick Perls tem como foco a percepção do self, em sua congruência e incongruência, tal como é percebido, e a experiência real do organismo. Assim, fica evidente que a teoria centrada na pessoa, de Rogers, acredita que cada indivíduo tem dentro de si as potencialidades necessárias para saúde e crescimento criativo.

IV. Harry Stack Sullivan, o primeiro estadunidense a construir uma teoria da personalidade abrangente, acreditava que as pessoas desenvolviam suas personalidades em um contexto social. Sem os outros, afirmava Sullivan, os humanos não teriam nenhuma personalidade. “Uma personalidade nunca pode ser isolada da complexidade das relações interpessoais na qual vive o indivíduo e na qual ele apresenta o seu ser”.

Dentre as afirmativas são verdadeiras:

Alternativas

ID
3868312
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Na visão Neurocientífica compreende-se que os sonhos sejam experiências que, geralmente, acontecem durante o sono, porém, só passamos a tomar conhecimento quando acordamos (Lent, 2004). No entanto, um dos autores da psicologia estudou o sonho considerando uma reação inconsciente frente a uma situação consciente. Uma determinada situação consciente é seguida por uma reação do inconsciente na forma de um sonho, trazendo conteúdos que – de modo complementar ou compensatório – apontam claramente para uma impressão que se obteve durante o dia. É evidente que o sonho jamais teria se formado na ausência de determinada impressão obtida no dia anterior, cuja interpretação permeia o mundo simbólico do cliente (Feist & Feist, 2008).

Alternativas

ID
3868315
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

A afirmativa de que o positivismo, na procura da objetividade dos fatos, perdera o ser humano decorreu de uma análise crítica de um conhecimento minucioso enquanto descrição de comportamentos que, no entanto, não dava conta do ser humano agente de mudança, sujeito da história. O homem ou era socialmente determinado ou era causa de si mesmo: socio-logismo vs biologismo? Se por um lado a psicanálise enfatizava a história do indivíduo, a sociologia recuperava, através do materialismo histórico, a especificidade de uma totalidade histórica concreta na análise de cada sociedade. Portanto, caberia à Psicologia Social recuperar o indivíduo na intersecção de sua história com a história de sua sociedade apenas este conhecimento nos permitiria compreender o homem como produtor da história. (Lane, 1984, p. 13).

Segundo a afirmativa, pode-se verificar que as abordagens críticas ao modelo dominante de Psicologia Social no Brasil até a década de 1970:

Alternativas

ID
3868318
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

O ser humano é simultaneamente um ser sociável e um ser socializado, sendo assim, entendemos com isso que ele é, ao mesmo tempo, um sujeito que aspira se comunicar com os seus pares e, também, membro de uma sociedade que o forma e o controla, quer ele queira ou não (Rodrigues, Assmar & Jablonski, 2000). Pensando nisso, analise a seguinte situação: João ocupa a liderança formal de um grupo de trabalho em uma petrolífera e precisa indicar qual funcionário passará os próximos 15 dias embarcado em uma plataforma. Dentre todos os funcionários, o mais indicado, no momento em questão, para esta tarefa específica é Pedro, seu sogro. O período do embarque, no entanto, abrange o aniversário de seu filho, neto de Pedro, e sua família está organizando uma festa. A situação está produzindo muita ansiedade em João. Em termos de estrutura dos grupos, o que está acontecendo no ambiente de trabalho, nessa situação, é:

Alternativas

ID
3868321
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

As Teorias da Aprendizagem são modelos teóricos desenvolvidos cientificamente para explicar como ocorrem os processos de ensino-aprendizagem no transcorrer da história da Psicologia do Desenvolvimento Humano e da Psicologia da Educação, buscando dar respostas às perguntas e indagações surgidas nas instituições de ensino (Bock, Furtado & Teixeira, 2000). Diante do exposto analise as afirmativas em verdadeiras ou falsas:


I. Para Wallon, a aprendizagem está relacionada com o desenvolvimento da individualidade como unidade afetiva e cognitiva dos sujeitos. O estudo do desenvolvimento humano deve ser feito na sucessão das etapas e dos conflitos no decorrer da vida, sendo a linguagem e a cultura que fornecem ao pensamento as ferramentas para a sua evolução; a sua interação com o mundo biológico não depende apenas do seu amadurecimento intelectual, mas de habilidades mais complexas para interagir com a cultura existente entre o sujeito e seu meio.

II. Segundo Vygotsky, a aprendizagem sempre inclui relações entre pessoas. Ele defende a ideia de que não há um desenvolvimento pronto e previsto dentro de nós que vai se atualizando com passar do tempo. O desenvolvimento é pensado como um processo em que estão presentes a maturação do organismo, o contato com a cultura produzida pela humanidade e as relações sociais que permitem a aprendizagem.

III. Para Rogers o professor tem a função de facilitador e deverá contar com o desejo de participação do aluno. Ele não exigirá a participação do grupo, que poderá aceitar ou recusar sua intervenção. O docente deve colocar recursos à disposição da turma, em interação grupal, num clima de liberdade, ficando atento às ideias e aos variados sentimentos dos alunos.


Dentre as afirmativas são verdadeiras:

Alternativas

ID
3868324
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.

Qual a hipótese diagnóstica para o problema de Helena?

Alternativas
Comentários
  • A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir...

    Gab: E

    Que tamanho de questão nos conhecimentos específicos rs, imagine as de interpretação de texto hihihi '


ID
3868327
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.

Qual a psicoterapia utilizada no caso de Helena?

Alternativas

ID
3868330
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Estudo de caso (Brito & Duarte, 2004): 

    O nome adotado no Estudo de caso é fictício. Helena, uma mulher de 53 anos de idade, era casada com um administrador de empresa desempregado e tinha três filhos, sendo duas mulheres e um homem. Era a filha mais velha de cinco irmãos. Descreveu o pai como uma pessoa rígida, verbalmente abusiva, perfeccionista. Já a mãe, descreveu como sendo uma pessoa dócil, dependente, passiva, prestativa e sem ambições.
    Relatou que se casou aos dezesseis anos para sair de casa, pois até então, não tivera liberdade. Só quando colocou uma aliança no dedo” pôde sair só com o noivo, e, mesmo assim, com longas admoestações do pai que temia que ela se perdesse na vida. Depois que concluiu o primeiro grau, empregou-se numa empresa pública que estava para ser privatizada. 
    Esta questão deixou Helena indecisa se deveria aposentar proporcionalmente ou não. Adiou a decisão, pois gostava do trabalho e dos colegas.
    Helena e a família estavam passando por dificuldades financeiras devido à demissão do marido. Esta situação a incomodava bastante, pois o filho queria se casar e na sua avaliação o momento não era propício. Recentemente Helena experimentara uma ligeira tontura. Com o passar do tempo sua tontura piorou e ela começou a sentir o aumento de sua freqüência cardíaca, juntamente com tremores e transpiração excessiva. Sua respiração estava cada vez mais ofegante, sentia a boca seca e dores e pressão no peito.
    Com o agravamento dessas manifestações, ela deixara de sair de casa. Não ia a bancos e supermercados, não fazia compras e não ia à casa das filhas visitar os netos. Quando um deles se machucou, ela correu, tirou o carro da garagem, mas quando se viu na rua, teve a sensação de que ia morrer. Voltou com o carro para a garagem e solicitou ao esposo que a levasse até o neto. Ainda assim, experimentou um intenso pavor durante o trajeto, pavor esse que se repetia a cada dia quando saía de casa para o trabalho na companhia do marido. Helena deixou de dirigir.
    Após realizar exames médicos de rotina, foi diagnosticada como sofrendo de distúrbio neurovegetativo. A qual foi orientada a tomar a medicação prescrita e não levar as coisas da vida tão sério. Não satisfeita com o diagnóstico, procurou um cardiologista e a seguir um psiquiatra com o qual se tratou farmacologicamente por seis meses sem sucesso.
    Procurou uma psicóloga, onde na ocasião nas duas primeiras sessões do processo terapêutico foram usadas para reunir informações. A queixa inicial incluía descrições de taquicardia, sudorese, tonturas, tremores, perda de controle, sensações de morte iminente, pavor e sufoco. Também relatou problemas no sono, dificuldades de concentração, receio de ficar só, e comportamentos de evitação que incluíam a recusa em dirigir. Como parte da avaliação, Helena respondeu ao Questionário de História Vital (Lazarus, 1980) que confirmou os eventos relatados na entrevista inicial.
    Em seguida, Helena foi orientada a praticar o relaxamento em casa pelo menos três vezes ao dia. A hiperventilação foi usada na presença da terapeuta para evocar os sinais característicos dos respondentes fisiológicos, tais como palpitações, tremores, tonteiras, sensações de falta de ar, vertigens e sudorese. A aplicação desta técnica pode ser compreendida através do fragmento de sessão abaixo:
    T = Helena, gostaria de fazer uma demonstração para ajudá-la a compreender os sinais de ansiedade que tanto te incomodam.
     C = Ah, não! Só de pensar nisso tudo, tenho medo.
    T =Isso poderia ajudá-la a controlar aquelas sensações desagradáveis... 
    C = Ah, meu Deus! Eu não vou conseguir...(começa a chorar) Após várias considerações e hesitações, Helena concordou.
    Antes de realizar a técnica de hiperventilação, a terapeuta aproximou-se de Helena, tomou-lhe a mão e perguntou: Vamos começar?”.
    T = Agora, gostaria que você respirasse muito rápido, inalando o ar através da boca como se estivesse realmente sem fôlego. Observe como eu estou fazendo (a terapeuta começa, então, a respirar pela boca demonstrando a Helena como ela deveria proceder).
    T = Está pronta?
     C = Sim.
    T = Então comece a respirar da maneira que lhe demonstrei. Vamos iniciar juntas. Está bem?
    A terapeuta acompanhou Helena no princípio do exercício de hiperventilação e a encorajou a concluí-lo sozinha por um minuto e meio a dois minutos. Ao final do exercício, soltou sua mão e retornou ao seu lugar.
    T = Muito bem. Agora, levante-se.
    C = Oh, meu Deus? Estou ofegante. 
Parece que vou desmaiar.
    C = Meu coração bate muito forte, estou tonta... Acho que se não estivesse sentada, iria desmaiar aqui mesmo.
    T = Penso que realmente é muito desagradável para você sentir-se assim. Agora, feche os olhos e comece a respirar lentamente, suavemente... Isso... Muito bem! Continue assim, respirando lenta e suavemente da maneira que você aprendeu no relaxamento. Pausa... Você se sentirá bem melhor. Pausa... Continue a respirar assim: inalando o ar pelo nariz e exalando-o pela boca... Pausa...
    T = E, então? Como está se sentindo agora?
    C = Acho que se você não estivesse aqui comigo, eu teria desmaiado.
    T = Você não desmaiou. Isso já ocorreu durante estes momentos em que experimentou tais sensações?
    C = Não, nunca desmaiei.
    As sessões prosseguiram e Helena começou a obter resultados verificando que os pensamentos disfuncionais acerca do medo de sair de caso estavam diminuindo e já conseguia ir na padaria e em outros locais.

O Problema de Helena foi acompanhado por vários profissionais. Considerando o estudo de caso pode-se verificar que Helena:

Alternativas

ID
3868333
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

O conhecimento na área da saúde tem crescido muito nas últimas décadas, levando a um incremento considerável dos conteúdos, artigos e relatos clínicos ou científicos sobre as mais diversas especialidades e disciplinas em saúde. Desta forma, cada vez mais um único problema de saúde tem contado com a assistência conjunta de vários profissionais em prol da recuperação de um paciente. Então torna-se necessário o estabelecimento de políticas éticas para o relacionamento entre estes profissionais, com o objetivo de diminuir possíveis atritos que possam interromper um sincronismo e uma harmonia vitais para a saúde e a qualidade de vida dos pacientes (Lima, 2011).


Quais das premissas abaixo não se refere ao cumprimento da conduta ética na equipe multidisciplinar:

Alternativas

ID
3868336
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Sobre a atuação do psicólogo no contexto hospitalar, verifica-se a importância do mesmo no trabalho interdisciplinar (Lima, 2011). Analise as afirmativas e marque a alternativa falsa:

Alternativas
Comentários
  • Assim, dificuldades de aceitação do diagnóstico e/ou prognóstico, ansiedade exacerbada em situações de exame, tristeza e/ou depressão eliciadas pelo quadro clínico ou pelo isolamento social e familiar decorrentes da hospitalização, somatizações, reações condicionadas a procedimentos, etc., passaram a se constituir em motivos para efetuar um pedido de interconsulta ao Psicólogo para participar do atendimento a um paciente internado em clínicas onde ele não atua. Nesta situação, o essencial da ação do psicólogo é ser capaz de fazer uma rápida análise da situação para identificar a origem do problema e depois deixar o trabalho para os outros profissionais sem necessariamente um acompanhamento contínuo

  • A famosa questão que te vence pelo cansaço e repetição. A incorreta está na D.

    Assim, dificuldades de aceitação do diagnóstico e/ou prognóstico, ansiedade exacerbada em situações de exame, tristeza e/ou depressão eliciadas pelo quadro clínico ou pelo isolamento social e familiar decorrentes da hospitalização, somatizações, reações condicionadas a procedimentos, etc., passaram a se constituir em motivos para efetuar um pedido de interconsulta ao Psicólogo para participar do atendimento a um paciente internado em clínicas onde ele não atua. Nesta situação, o essencial da ação do psicólogo é ser capaz de fazer uma rápida análise da situação para identificar a origem do problema e depois deixar o trabalho para os outros profissionais sem necessariamente um acompanhamento contínuo.

  • Na letra D tem um erro marcante, quando menciona que o psicólogo presta atividade numa clínica que ele não atua.


ID
3868339
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

“A psicologia social da saúde configura-se como um campo de conhecimento e prática que trata das questões psicológicas com enfoque mais social, coletivo e comunitário voltado para a saúde.” (Aguiar, 2007.) Considerando a definição da psicologia social da saúde, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(____) Todas as atividades da psicologia social da saúde devem se centrar tanto na busca de saúde integral quanto na busca da saúde mental.
(____) De acordo com a visão da autora Spink, a psicologia social da saúde é como um campo ampliado de atuação do psicólogo nas instituições de saúde.
(____) A psicologia social da saúde reconhece a saúde como um fenômeno multidimensional em que interagem aspectos biológicos, psicológicos e sociais; sendo assim, ela não tem como objetivo trabalhar dentro de um modelo integrado, apenas busca caminhar para uma compreensão mais holística do processo saúde-doença-cuidado.

A sequência está correta em

Alternativas

ID
3868342
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

No âmbito hospitalar, a falta de clareza quanto às atribuições dos diferentes profissionais, principalmente em profissões emergentes, é um dos fatores que dificulta o trabalho em equipe. O hospital é uma instituição complexa, que envolve um grande número de especialidades. Esses profissionais são preparados para tomar decisões importantes em curto espaço de tempo. Tradicionalmente, tais decisões competem aos médicos. No entanto, com o aparecimento de novas especialidades, os médicos contam hoje com o auxílio de diversos profissionais de campos emergentes. Um desses campos é a Psicologia (Bucher, 2003).

Analise as proposições em relação a atuação do psicólogo no contexto hospitalar e marque a alternativa falsa:

Alternativas

ID
3868345
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

O sofrimento do paciente terminal, bem como o das pessoas que o cercam, abrange os aspectos biopsicossociais. Este paciente necessita e é capaz de compreender que sua vida ainda não acabou na ocasião da notícia, ele ainda terá planos a realizar. No ambiente hospitalar o paciente torna-se a doença e deixa de ter seu próprio nome, passa a ser alguém portador de uma determinada patologia, criando assim, o estigma do doente-paciente, até no mesmo sentido de sua própria passividade perante novos fatos e perspectivas existenciais (Domingues, et al 2013).

Analise as proposições abaixo:

I. O primeiro dos trabalhos do psicólogo no atendimento hospitalar é entender que é necessário uma boa identificação entre ele e seus pacientes. Não é demais conferir bem o nome com o número do leito no início da consulta e depois buscar mais dados que o levem a conhecer melhor o paciente. Cabe ao psicólogo também apresentar-se ao doente a cada novo dia, a fim de evitar confusões.

II. Deve ajudar o paciente na busca de mecanismos, de enfrentamento que o ajudarão a manter sua autoestima e estabilidade diante do quadro patológico, jamais se esquecendo de que religião e espiritualidade são aspectos importantes para o paciente e seus familiares.

III. Quanto à intervenção antes da morte, é relevante comunicar e informar ao paciente sobre sua doença e atuação de medicações e tratamento, para que transtornos físicos e emocionais sejam evitados. É desejável que o terapeuta tenha conhecimento da forma de comunicabilidade da família para com o paciente em relação ao seu estado e sua doença.

IV. O psicólogo precisa de um ambiente determinado e separado para operar sua profissão dentro de um ambiente hospitalar, até mesmo porque se trata de um tipo de ambiente que favorece a atividade psicoterapêutica em termos de espaço físico.

Alternativas
Comentários
  • O psicólogo atua na informação sobre medicações?
  • Sim, Jaqueline, principalmente no contexto hospitalar, onde a estadia do paciente é permeada por esta temática. A atuação nos cuidados paliativos é uma possibilidade de ser citada, pois nestas intervenções é relevante comunicar e informar ao paciente sobre sua doença e atuação de medicações e tratamento, para que transtornos físicos e emocionais sejam evitados. É desejável que o terapeuta tenha conhecimento da forma de comunicabilidade da família para com o paciente em relação ao seu estado e sua doença.

    Fonte: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-74092013000100002


ID
3868348
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Visto que, frente à morte, não há o que ser feito, muitas vezes, o que as pessoas enlutadas precisam é, principalmente em um hospital, apenas a compreensão da sua forma de externalizar o luto (Silva, 2003). Por isso, é importante ao profissional de psicologia oportunizar ao paciente e familiares, EXCETO: 

Alternativas
Comentários
  • É o momento de começar a enfatizar as perdas. Aqui, pode-se incentivar a família a fazer uma avaliação geral de como entrou, como está, e de como sairá da situação com a perda do parente.

  • A letra B também me pareceu sem sentido, a que deve estas explicações a familiares que nem são tão próximos?


ID
3868351
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Psicologia
Assuntos

Em relação a postura Ética do profissional de psicologia (RESOLUÇÃO CFP Nº 010/05), no que concerne ao sigilo das informações em seu código de Ética, marque a alternativa falsa:

Alternativas

ID
3868357
Banca
CONTEMAX
Órgão
Prefeitura de Aroeiras - PB
Ano
2019
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

De acordo com Lei Orgânica da Saúde, a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde, é CORRETO afirmar que trata-se de um (a):

Alternativas
Comentários
  • Art. 5º São objetivos do Sistema Único de Saúde SUS:

    I - a identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde;

    II - a formulação de política de saúde destinada a promover, nos campos econômico e social, a observância do disposto no § 1º do art. 2º desta lei;

    III - a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.