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Prova VUNESP - 2021 - EsFCEx - Magistério em Física


ID
5455765
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

No documento Conselho Escolar e a relação entre a escola e o desenvolvimento com igualdade social, menciona-se que ao subdesenvolvimento econômico na América Latina correspondeu um “subdesenvolvimento sócio-político”, gerando sociedades marcadas pelas desigualdades, nas quais cidadania quase sempre é sinônimo de poder econômico. De acordo com o texto, nessas sociedades – incluído o Brasil –, a educação escolar

Alternativas

ID
5460925
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão. 


Mesa farta


    A alimentação, além de necessidade biológica, é um complexo sistema simbólico de significados sociais. Em “A Divina Comédia”, Dante* definiu a fome como o pior desastre. Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. O desespero levava pessoas a comer de tudo, muitas morrendo com a boca cheia de capim. Outro crucial evento histórico, a Revolução Francesa, teria sido detonado pela falta de comida.
    Nos séculos 16 e 17, os livros trazem justificativas médicas para o consumo de certos alimentos. É o caso das frutas. Antes servidas como “entradas” para acalmar o estômago, quando misturadas ao açúcar passam a sobremesas. É o momento em que o açúcar, anteriormente consumido como remédio, invade a Europa por força das exportações portuguesas. De especiaria, ele passa a aditivo de três bebidas que vão estourar na Europa: o chocolate, o café e o chá.
    O café, por exemplo, era recomendado pelo médico de dom João V, rei de Portugal, por sua capacidade de “confortar a memória e alegrar o ânimo”. Os cafés se multiplicaram e se tornaram lugares onde se bebia numa verdadeira liturgia: em silêncio, entre pessoas cultas, jogando damas ou cartas.
    A Europa dos séculos 16 ao 19 consumiu café, chá e chocolate acompanhados de bolos e outros doces, o que impulsionou o consumo de açúcar. Nascia, assim, a noção de gosto na culinária. Um saber sobre a cozinha se formalizava e livros especializados batiam os 300 mil exemplares.
    O comer tornou-se menos encher o estômago e mais escolher segundo o gosto. Certos alimentos passaram de um nível a outro: a batata, primeiramente servida aos porcos, depois de alimentar massas de camponeses, ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier.
Antigamente, o comer acontecia em momentos regrados e reunia pessoas em torno da mesa, com grande carga simbólica. Hoje, comemos abundante e individualmente.     Nessa dinâmica, o lugar da televisão (ou celular) exerce fundamental importância. Em muitas casas e restaurantes, as pessoas comem na frente da TV, ou seja, ingerindo comida sem investimento simbólico, sem prazer de estar junto na descoberta da refeição.
    Em todas as esferas da vida, encontramos metáforas alimentares: em relação ao sexo, falamos na doçura do amor, em lua de mel e, em relação aos textos e aos livros, dizemos que podem ser saboreados, digeridos. Vale lembrar que saber e sabor são palavras derivadas do mesmo radical: sapere, ter gosto.

(Mary Del Priore. Aventuras na História. Julho de 2014. Adaptado)

* Dante Alighieri, escritor italiano.

O texto “Mesa farta” é do tipo

Alternativas
Comentários

ID
5460928
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão. 


Mesa farta


    A alimentação, além de necessidade biológica, é um complexo sistema simbólico de significados sociais. Em “A Divina Comédia”, Dante* definiu a fome como o pior desastre. Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. O desespero levava pessoas a comer de tudo, muitas morrendo com a boca cheia de capim. Outro crucial evento histórico, a Revolução Francesa, teria sido detonado pela falta de comida.
    Nos séculos 16 e 17, os livros trazem justificativas médicas para o consumo de certos alimentos. É o caso das frutas. Antes servidas como “entradas” para acalmar o estômago, quando misturadas ao açúcar passam a sobremesas. É o momento em que o açúcar, anteriormente consumido como remédio, invade a Europa por força das exportações portuguesas. De especiaria, ele passa a aditivo de três bebidas que vão estourar na Europa: o chocolate, o café e o chá.
    O café, por exemplo, era recomendado pelo médico de dom João V, rei de Portugal, por sua capacidade de “confortar a memória e alegrar o ânimo”. Os cafés se multiplicaram e se tornaram lugares onde se bebia numa verdadeira liturgia: em silêncio, entre pessoas cultas, jogando damas ou cartas.
    A Europa dos séculos 16 ao 19 consumiu café, chá e chocolate acompanhados de bolos e outros doces, o que impulsionou o consumo de açúcar. Nascia, assim, a noção de gosto na culinária. Um saber sobre a cozinha se formalizava e livros especializados batiam os 300 mil exemplares.
    O comer tornou-se menos encher o estômago e mais escolher segundo o gosto. Certos alimentos passaram de um nível a outro: a batata, primeiramente servida aos porcos, depois de alimentar massas de camponeses, ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier.
Antigamente, o comer acontecia em momentos regrados e reunia pessoas em torno da mesa, com grande carga simbólica. Hoje, comemos abundante e individualmente.     Nessa dinâmica, o lugar da televisão (ou celular) exerce fundamental importância. Em muitas casas e restaurantes, as pessoas comem na frente da TV, ou seja, ingerindo comida sem investimento simbólico, sem prazer de estar junto na descoberta da refeição.
    Em todas as esferas da vida, encontramos metáforas alimentares: em relação ao sexo, falamos na doçura do amor, em lua de mel e, em relação aos textos e aos livros, dizemos que podem ser saboreados, digeridos. Vale lembrar que saber e sabor são palavras derivadas do mesmo radical: sapere, ter gosto.

(Mary Del Priore. Aventuras na História. Julho de 2014. Adaptado)

* Dante Alighieri, escritor italiano.

De acordo com o conteúdo do texto, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários

ID
5460931
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão. 


Mesa farta


    A alimentação, além de necessidade biológica, é um complexo sistema simbólico de significados sociais. Em “A Divina Comédia”, Dante* definiu a fome como o pior desastre. Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. O desespero levava pessoas a comer de tudo, muitas morrendo com a boca cheia de capim. Outro crucial evento histórico, a Revolução Francesa, teria sido detonado pela falta de comida.
    Nos séculos 16 e 17, os livros trazem justificativas médicas para o consumo de certos alimentos. É o caso das frutas. Antes servidas como “entradas” para acalmar o estômago, quando misturadas ao açúcar passam a sobremesas. É o momento em que o açúcar, anteriormente consumido como remédio, invade a Europa por força das exportações portuguesas. De especiaria, ele passa a aditivo de três bebidas que vão estourar na Europa: o chocolate, o café e o chá.
    O café, por exemplo, era recomendado pelo médico de dom João V, rei de Portugal, por sua capacidade de “confortar a memória e alegrar o ânimo”. Os cafés se multiplicaram e se tornaram lugares onde se bebia numa verdadeira liturgia: em silêncio, entre pessoas cultas, jogando damas ou cartas.
    A Europa dos séculos 16 ao 19 consumiu café, chá e chocolate acompanhados de bolos e outros doces, o que impulsionou o consumo de açúcar. Nascia, assim, a noção de gosto na culinária. Um saber sobre a cozinha se formalizava e livros especializados batiam os 300 mil exemplares.
    O comer tornou-se menos encher o estômago e mais escolher segundo o gosto. Certos alimentos passaram de um nível a outro: a batata, primeiramente servida aos porcos, depois de alimentar massas de camponeses, ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier.
Antigamente, o comer acontecia em momentos regrados e reunia pessoas em torno da mesa, com grande carga simbólica. Hoje, comemos abundante e individualmente.     Nessa dinâmica, o lugar da televisão (ou celular) exerce fundamental importância. Em muitas casas e restaurantes, as pessoas comem na frente da TV, ou seja, ingerindo comida sem investimento simbólico, sem prazer de estar junto na descoberta da refeição.
    Em todas as esferas da vida, encontramos metáforas alimentares: em relação ao sexo, falamos na doçura do amor, em lua de mel e, em relação aos textos e aos livros, dizemos que podem ser saboreados, digeridos. Vale lembrar que saber e sabor são palavras derivadas do mesmo radical: sapere, ter gosto.

(Mary Del Priore. Aventuras na História. Julho de 2014. Adaptado)

* Dante Alighieri, escritor italiano.

As expressões destacadas contribuem, respectivamente, para dar intensidade às ideias e para estabelecer relação de causa na alternativa:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO (A)

    O enunciado pede, RESPECTIVAMENTE, por uma IDEIA DE INTENSIDADE e CAUSA.

    Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. (1° parágrafo) / ... ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier. (5° parágrafo)

    • Varrida traz uma ideia de intensidade. Claro que "ser varrida" está ligado a um verbo na voz passiva, mas, juntamente, a ele, há uma entonação de intensidade;
    • graças às vem como a motivação do alimento ter ganhado status de fino.

    ------------------

    Boa sorte e bons estudos.


ID
5460934
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão. 


Mesa farta


    A alimentação, além de necessidade biológica, é um complexo sistema simbólico de significados sociais. Em “A Divina Comédia”, Dante* definiu a fome como o pior desastre. Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. O desespero levava pessoas a comer de tudo, muitas morrendo com a boca cheia de capim. Outro crucial evento histórico, a Revolução Francesa, teria sido detonado pela falta de comida.
    Nos séculos 16 e 17, os livros trazem justificativas médicas para o consumo de certos alimentos. É o caso das frutas. Antes servidas como “entradas” para acalmar o estômago, quando misturadas ao açúcar passam a sobremesas. É o momento em que o açúcar, anteriormente consumido como remédio, invade a Europa por força das exportações portuguesas. De especiaria, ele passa a aditivo de três bebidas que vão estourar na Europa: o chocolate, o café e o chá.
    O café, por exemplo, era recomendado pelo médico de dom João V, rei de Portugal, por sua capacidade de “confortar a memória e alegrar o ânimo”. Os cafés se multiplicaram e se tornaram lugares onde se bebia numa verdadeira liturgia: em silêncio, entre pessoas cultas, jogando damas ou cartas.
    A Europa dos séculos 16 ao 19 consumiu café, chá e chocolate acompanhados de bolos e outros doces, o que impulsionou o consumo de açúcar. Nascia, assim, a noção de gosto na culinária. Um saber sobre a cozinha se formalizava e livros especializados batiam os 300 mil exemplares.
    O comer tornou-se menos encher o estômago e mais escolher segundo o gosto. Certos alimentos passaram de um nível a outro: a batata, primeiramente servida aos porcos, depois de alimentar massas de camponeses, ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier.
Antigamente, o comer acontecia em momentos regrados e reunia pessoas em torno da mesa, com grande carga simbólica. Hoje, comemos abundante e individualmente.     Nessa dinâmica, o lugar da televisão (ou celular) exerce fundamental importância. Em muitas casas e restaurantes, as pessoas comem na frente da TV, ou seja, ingerindo comida sem investimento simbólico, sem prazer de estar junto na descoberta da refeição.
    Em todas as esferas da vida, encontramos metáforas alimentares: em relação ao sexo, falamos na doçura do amor, em lua de mel e, em relação aos textos e aos livros, dizemos que podem ser saboreados, digeridos. Vale lembrar que saber e sabor são palavras derivadas do mesmo radical: sapere, ter gosto.

(Mary Del Priore. Aventuras na História. Julho de 2014. Adaptado)

* Dante Alighieri, escritor italiano.

Assinale a alternativa em que o trecho reescrito mantém o sentido original do texto.

Alternativas
Comentários

ID
5460937
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão. 


Mesa farta


    A alimentação, além de necessidade biológica, é um complexo sistema simbólico de significados sociais. Em “A Divina Comédia”, Dante* definiu a fome como o pior desastre. Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. O desespero levava pessoas a comer de tudo, muitas morrendo com a boca cheia de capim. Outro crucial evento histórico, a Revolução Francesa, teria sido detonado pela falta de comida.
    Nos séculos 16 e 17, os livros trazem justificativas médicas para o consumo de certos alimentos. É o caso das frutas. Antes servidas como “entradas” para acalmar o estômago, quando misturadas ao açúcar passam a sobremesas. É o momento em que o açúcar, anteriormente consumido como remédio, invade a Europa por força das exportações portuguesas. De especiaria, ele passa a aditivo de três bebidas que vão estourar na Europa: o chocolate, o café e o chá.
    O café, por exemplo, era recomendado pelo médico de dom João V, rei de Portugal, por sua capacidade de “confortar a memória e alegrar o ânimo”. Os cafés se multiplicaram e se tornaram lugares onde se bebia numa verdadeira liturgia: em silêncio, entre pessoas cultas, jogando damas ou cartas.
    A Europa dos séculos 16 ao 19 consumiu café, chá e chocolate acompanhados de bolos e outros doces, o que impulsionou o consumo de açúcar. Nascia, assim, a noção de gosto na culinária. Um saber sobre a cozinha se formalizava e livros especializados batiam os 300 mil exemplares.
    O comer tornou-se menos encher o estômago e mais escolher segundo o gosto. Certos alimentos passaram de um nível a outro: a batata, primeiramente servida aos porcos, depois de alimentar massas de camponeses, ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier.
Antigamente, o comer acontecia em momentos regrados e reunia pessoas em torno da mesa, com grande carga simbólica. Hoje, comemos abundante e individualmente.     Nessa dinâmica, o lugar da televisão (ou celular) exerce fundamental importância. Em muitas casas e restaurantes, as pessoas comem na frente da TV, ou seja, ingerindo comida sem investimento simbólico, sem prazer de estar junto na descoberta da refeição.
    Em todas as esferas da vida, encontramos metáforas alimentares: em relação ao sexo, falamos na doçura do amor, em lua de mel e, em relação aos textos e aos livros, dizemos que podem ser saboreados, digeridos. Vale lembrar que saber e sabor são palavras derivadas do mesmo radical: sapere, ter gosto.

(Mary Del Priore. Aventuras na História. Julho de 2014. Adaptado)

* Dante Alighieri, escritor italiano.

A respeito do terceiro parágrafo, é correto concluir que as aspas e os dois-pontos, respectivamente,

Alternativas
Comentários

ID
5460940
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão. 


Mesa farta


    A alimentação, além de necessidade biológica, é um complexo sistema simbólico de significados sociais. Em “A Divina Comédia”, Dante* definiu a fome como o pior desastre. Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. O desespero levava pessoas a comer de tudo, muitas morrendo com a boca cheia de capim. Outro crucial evento histórico, a Revolução Francesa, teria sido detonado pela falta de comida.
    Nos séculos 16 e 17, os livros trazem justificativas médicas para o consumo de certos alimentos. É o caso das frutas. Antes servidas como “entradas” para acalmar o estômago, quando misturadas ao açúcar passam a sobremesas. É o momento em que o açúcar, anteriormente consumido como remédio, invade a Europa por força das exportações portuguesas. De especiaria, ele passa a aditivo de três bebidas que vão estourar na Europa: o chocolate, o café e o chá.
    O café, por exemplo, era recomendado pelo médico de dom João V, rei de Portugal, por sua capacidade de “confortar a memória e alegrar o ânimo”. Os cafés se multiplicaram e se tornaram lugares onde se bebia numa verdadeira liturgia: em silêncio, entre pessoas cultas, jogando damas ou cartas.
    A Europa dos séculos 16 ao 19 consumiu café, chá e chocolate acompanhados de bolos e outros doces, o que impulsionou o consumo de açúcar. Nascia, assim, a noção de gosto na culinária. Um saber sobre a cozinha se formalizava e livros especializados batiam os 300 mil exemplares.
    O comer tornou-se menos encher o estômago e mais escolher segundo o gosto. Certos alimentos passaram de um nível a outro: a batata, primeiramente servida aos porcos, depois de alimentar massas de camponeses, ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier.
Antigamente, o comer acontecia em momentos regrados e reunia pessoas em torno da mesa, com grande carga simbólica. Hoje, comemos abundante e individualmente.     Nessa dinâmica, o lugar da televisão (ou celular) exerce fundamental importância. Em muitas casas e restaurantes, as pessoas comem na frente da TV, ou seja, ingerindo comida sem investimento simbólico, sem prazer de estar junto na descoberta da refeição.
    Em todas as esferas da vida, encontramos metáforas alimentares: em relação ao sexo, falamos na doçura do amor, em lua de mel e, em relação aos textos e aos livros, dizemos que podem ser saboreados, digeridos. Vale lembrar que saber e sabor são palavras derivadas do mesmo radical: sapere, ter gosto.

(Mary Del Priore. Aventuras na História. Julho de 2014. Adaptado)

* Dante Alighieri, escritor italiano.

Os trechos “muitas morrendo com a boca cheia de capim” (1o parágrafo) e “o que impulsionou o consumo de açúcar” (4° parágrafo) podem ser substituídos, respectivamente e sem alteração de sentido, por:

Alternativas
Comentários
  • Não obstante = apesar de, contudo, conquanto, a despeito de, nada obstante.


ID
5460943
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto para responder à questão. 


Mesa farta


    A alimentação, além de necessidade biológica, é um complexo sistema simbólico de significados sociais. Em “A Divina Comédia”, Dante* definiu a fome como o pior desastre. Ele sabia do que falava, pois viu a Europa ser varrida pela Peste Negra no século 14. O desespero levava pessoas a comer de tudo, muitas morrendo com a boca cheia de capim. Outro crucial evento histórico, a Revolução Francesa, teria sido detonado pela falta de comida.
    Nos séculos 16 e 17, os livros trazem justificativas médicas para o consumo de certos alimentos. É o caso das frutas. Antes servidas como “entradas” para acalmar o estômago, quando misturadas ao açúcar passam a sobremesas. É o momento em que o açúcar, anteriormente consumido como remédio, invade a Europa por força das exportações portuguesas. De especiaria, ele passa a aditivo de três bebidas que vão estourar na Europa: o chocolate, o café e o chá.
    O café, por exemplo, era recomendado pelo médico de dom João V, rei de Portugal, por sua capacidade de “confortar a memória e alegrar o ânimo”. Os cafés se multiplicaram e se tornaram lugares onde se bebia numa verdadeira liturgia: em silêncio, entre pessoas cultas, jogando damas ou cartas.
    A Europa dos séculos 16 ao 19 consumiu café, chá e chocolate acompanhados de bolos e outros doces, o que impulsionou o consumo de açúcar. Nascia, assim, a noção de gosto na culinária. Um saber sobre a cozinha se formalizava e livros especializados batiam os 300 mil exemplares.
    O comer tornou-se menos encher o estômago e mais escolher segundo o gosto. Certos alimentos passaram de um nível a outro: a batata, primeiramente servida aos porcos, depois de alimentar massas de camponeses, ganhou status de alimento fino, graças às receitas do chef francês Parmentier.
Antigamente, o comer acontecia em momentos regrados e reunia pessoas em torno da mesa, com grande carga simbólica. Hoje, comemos abundante e individualmente.     Nessa dinâmica, o lugar da televisão (ou celular) exerce fundamental importância. Em muitas casas e restaurantes, as pessoas comem na frente da TV, ou seja, ingerindo comida sem investimento simbólico, sem prazer de estar junto na descoberta da refeição.
    Em todas as esferas da vida, encontramos metáforas alimentares: em relação ao sexo, falamos na doçura do amor, em lua de mel e, em relação aos textos e aos livros, dizemos que podem ser saboreados, digeridos. Vale lembrar que saber e sabor são palavras derivadas do mesmo radical: sapere, ter gosto.

(Mary Del Priore. Aventuras na História. Julho de 2014. Adaptado)

* Dante Alighieri, escritor italiano.

Considere o texto.

Café, chocolate e chá tornaram-se bebidas muito apreciadas quando ____________o açúcar. Já as frutas, alguns estudiosos ____________, até então, apenas um remédio; porém, associadas ao açúcar, passaram a saborosas sobremesas.

De acordo com a colocação dos pronomes e com o emprego do sinal indicativo de crase determinados pela norma-padrão, as lacunas desse texto devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra A.

    Não há crase diante de PRONOMES. Logo, eliminamos C, D e E.

    Colocação pronominal: depois de ADO/IDO nada é metido! Eliminamos a B.

    Quando há um verbos terminados em M, ÃO, ÕE ---> colocação em -no, -na, -nos, -nas.

    abraço, bons estudos

  • Após ADO e IDO nada é metido

    Após IDO e ADO nada é colocado

    fonte: sdoliveira colega qc.


ID
5460946
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão da língua portuguesa.

Alternativas
Comentários
  • (A) Essa bebida, cujo sabor oscilavam entre amargo e picante, virou moda entre os espanhóis conquistadores da América.

    R.: Falso. Assim estaria correto se o substantivo estivesse no plural (sabores oscilavam).

    • Essa bebida, cujos sabores oscilavam...

    (B) Os grãos de cacau, que era tão valorizados, também serviam de moeda na hora da comercialização dos produtos.

    R.: Falso. Apesar de era estar concordando com o pronome que, temos aqui um verbo se referindo a algo no plural: os grãos.

    • Os grãos de cacau, que eram tão valorizados....

    (C) O prazer de consumir taças de chocolate, combinados a outros fatores, espalhou-se por grandes centros como Paris e Veneza.

    R.: Falso. Esse combinados não está concordando com taças de chocolate, mas com o prazer de consumir, logo deveria estar no singular.

    • O prazer de consumir taças de chocolate, combinado a outros fatores...

    (D) No México pré-hispânico, já se consumiam chocolate, e existiam cerimônias religiosas em que essa bebida exercia papel relevante.

    R.: Falso. Se é só chocolate, então é já se consumia.

    • No México pré-hispânico, já se consumia chocolate...

    (E) Misturado pelos indígenas a pimenta, milho e frutas, o chocolate era utilizado cotidianamente como alimento, medicamento e afrodisíaco.

    R.: Certo. O que era misturado pelos indígenas? O chocolate. Se atentem que ao quê era misturado ao chocolate não está sendo antecedido pelo artigo definidor. O "a" que aparece antes da palavra pimenta é na verdade uma preposição. Permitam-me fazer algumas modificações na frase para facilitar a compreensão:

    • O chocolate (misturado pelos indígenas à pimenta, ao milho e às frutas) era utilizado, cotidianamente, como alimento, medicamento e afrodisíaco.

    ---------------------------

    GABARITO (E)

    ---------------------------

    Boa sorte e bons estudos.


ID
5460949
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Adotou-se a convenção de dividir o movimento em fases distintas, abrangendo o “bandeirismo defensivo”, o apresamento, o movimento colonizador, as atividades mercenárias e a busca de metais e pedras preciosas. Contudo, apesar dos pretextos e resultados variados que marcaram a trajetória das expedições, a penetração dos sertões sempre girou em torno do mesmo motivo básico.

(John M. Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo)

Para Monteiro, esse “motivo básico” das expedições dos bandeirantes foi

Alternativas
Comentários
  • A apresentação do livro NEGROS DA TERRA de John Manuel Monteiro, de onde foi retirado o trecho colocado na questão diz :
    “Colocando no centro do palco as populações indígenas e o contato diferenciado que mantinham com colonos e jesuítas, o historiador John Monteiro reinterpreta criticamente a formação da sociedade paulista entre os séculos XVI e XVIII.Com uma economia voltada prioritariamente para a arregimentação de mão-de-obra nativa e oscilando entre a abundância e a escassez de índios - os "negros da terra" -, os paulistas tiveram constantemente de redimensionar as suas atividades". 

    Nesta apresentação é respondida, em certa medida, o que é entendido pelo autor como “motivo básico" para as expedições bandeirantes saídas a partir de São Paulo em direção ao interior do território. 

    A bibliografia para o estudo do tema deve ser aquela que apresenta uma análise menos tradicional do tema Entradas e bandeira o Brasil Colonial que mostre seu papel na obtenção de mão de obra nativa para escravização nas regiões coloniais mais pobres , nas quais não havia condições de compra de africanos – sempre caros - para o trabalho escravo. Valem os manuais de História do Brasil como o História Concisa do Brasil, de Bóris Fausto. 

    Entre as opções apresentadas uma indica este “motivo básico". 

    A) CORRETA-  A ampliação da ocupação do território colonial foi um dos efeitos do movimento bandeirante e não seu objetivo primordial. 

    B) INCORRETA-Um dos objetivos mais importantes das bandeiras era o apresamento de nativos para o trabalho escravo em São Paulo e nas cercanias. 

    C) INCORRETA- As Entradas até poderiam dificultar a formação de núcleos coloniais hispânicos, mas o conceito de “potentados" não se aplica, no que refere à sua construção tampouco à sua destruição. 

    D) INCORRETA- Não havia acordos entre Bandeirantes e religiosos. Muito pelo contrário. A ação dos religiosos protegia os nativos do apresamento e escravização por bandeirantes 

    E) INCORRETA- A área de concentração das entradas e bandeiras era o centro sul e não o norte que foi desbravado, acima de tudo, pelas reduções construídas por ordens religiosas. 

    Gabarito do Professor: Letra B.

ID
5460952
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Bem nas primeiras linhas da sua História geral das guerras angolas (1681), Cadornega, o pai da historiografia angolista, menciona o “resgate de peças que servem de utilidade ao comércio, e com estes resgates se evitam não haver tantos açougues de carne humana, e instruídos na Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo indo batizados e catequizados se embarcam para as partes do Brasil ou para outras que têm uso católico”.

(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. Texto adaptado)

Na sua manifestação, Cadornega parece

Alternativas
Comentários
  • LETRA "C"

    -.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.

    A) Não há que se falar em incompatibilidade pois a escravidão do africano era justificada também pelo própria igreja católica com a justificativa de que "o trabalho" enaltece o homem e para que esses "infiéis de fé demoníacas" sejam purificados através da escravidão.

    B) Ambas as práticas estavam vinculadas, tanto que uma seria a justificativa para a outra.

    C) As tribos africanas, assim como os demais povos que não eram europeus, eram tidos como bárbaros e que precisavam ser salvo de si mesmos e esse era o papel dos "homens bons".

    D) A escravidão entre as tribos era uma pratica política e cultural, então essas lideranças viu que haveria a possibilidade de se lucrar com suas próprias práticas culturais vendendo seus inimigos.

    E) Foram FORÇADAS a virem para a colônia.

    (Caso esteja errado, me avide pelo privado)


ID
5460955
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
História
Assuntos

As constantes reclamações, não só aquelas publicadas em periódicos da Corte, mas também as diversas cartas e petições enviadas para a Secretaria de Polícia da Província, informavam que os habitantes destes mocambos praticavam frequentes roubos na região, principalmente pirateando barcos, carregados de produtos, que navegavam os rios. Segundo as denúncias, os quilombolas usavam canoas – que mantinham escondidas nos manguezais dos inúmeros riachos afluentes do Iguaçu e Sarapuí — em seus assaltos e, “para evitarem os insultos dos salteadores – [quilombolas], alguns mestres daquelas lanchas têm pactuado com eles, pagando-lhes tributo de carne, farinha, etc.”. As dificuldades alegadas pelas autoridades para destruir os mocambos eram, entre outras, sua localização em regiões pantanosas de difícil acesso e a “conivência” com os quilombolas de comerciantes, taberneiros, cativos das plantações vizinhas, escravos remadores e lavradores.

(Flávio dos Santos Gomes, Quilombos do Rio de Janeiro no século XIX. In: Flávio dos Santos Gomes e João José Reis (orgs.), Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil)

A partir do excerto, é correto afirmar que, em geral, as comunidades de escravos fugidos

Alternativas
Comentários
  • A história dos mocambos e dos quilombos, assim como das culturas africanas que foram trazidas para o Brasil, são pouco conhecidas pela população brasileira. E, apesar de História da África ser , em tese, obrigatória nos currículos escolares, não existe em grande parte das escolas do país, até mesmo porque o professorado ainda não tem formação para tal. Ainda é um conhecimento de especialistas dentro do grupo de historiadores. Via de regra a questão dos africanos trazidos para serem escravos é vista de forma episódica e o preconceito os trata como “ inferiores" e de “ culturas primitivas" .

    Há vasto estudo sobre a escravidão negra e nativa mas , pouco sobre culturas e povos africanos que vieram para cá. No entanto, já existe a disponibilidade de uma bibliografia , como a obra da qual foi retirado o trecho transcrito na questão. E, por exemplo “Quilombos e Quilombolas" por Alexandre Lobão. Ou ainda Mocambos e quilombos de Flávio dos Santos Gomes. Uma das alternativas apresenta uma conclusão correta acerca dos mocambos e quilombos 

    A)CORRETA- A proposta de organização dos mocambos e sua reunião em quilombos era de permitir a sobrevivência e segurança de escravos fugidos. E, não apenas africanos mas, muitas vezes, também nativos. Daí, era necessária uma localização estratégica que propiciasse segurança mas também a possibilidade de trocas , com pequenos proprietários, comerciantes e mascates , do necessário à manutenção da comunidade. 

    B) INCORRETA- Havia, é claro, a necessidade de proteção da comunidade. Daí a tendência à busca de locais mais isolados. Porém, os mocambos e quilombos, apesar de terem produção agrícola e artesanal, não eram totalmente auto-suficientes. 

    C) INCORRETA- Os pequenos proprietários que comerciavam com os quilombolas não eram , necessariamente, contra o status quo. Era uma questão de sobrevivência e lucros. 

    D) INCORRETA- A fuga de escravizados poderia ser auxiliada por quilombolas mas não em tal escala que ameaçasse a segurança do quilombo. Além disso, a produção de vestimentas era para consumo dentro da própria comunidade. 

    E) INCORRETA – Não era exatamente o saque que garantia alimentos para os quilombos, embora existissem. E sempre havia liderança , normalmente escolhida de acordo com as tradições e costumes mais comuns entre as culturas africanas. 

    Gabarito do Professor: Letra A.

ID
5460958
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

Nas eleições para a regência única, realizadas em abril de 1835, o Padre Feijó derrotou seu principal competidor, Holanda Cavalcanti, proprietário rural de Pernambuco. O corpo eleitoral era extremamente reduzido, somando cerca de 6 mil eleitores. Feijó recebeu 2.826 votos, e Cavalcanti, 2.251. Pouco mais de dois anos depois, em setembro de 1837, Feijó renunciou. Ele sofrera pressões do Congresso, sendo acusado de não empregar suficiente energia na repressão aos farrapos, entre cujos chefes estava um de seus primos. Nas eleições que se seguiram, triunfou Pedro Araújo Lima, futuro Marquês de Olinda, antigo presidente da Câmara e senhor de engenho em Pernambuco. A vitória de Araújo Lima simbolizou o início do “regresso”.

(Boris Fausto, História do Brasil)

O “regresso” representava uma corrente política

Alternativas

ID
5460961
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Em 1983, lideranças políticas buscaram a aprovação de uma emenda constitucional que reestabelecesse o voto popular nas eleições para a presidência da República. A emenda estava formalizada no Congresso Nacional desde março daquele ano. Foi iniciativa de um deputado quase desconhecido – Dante de Oliveira, do PMDB de Mato Grosso. Tinha quinze linhas e alta probabilidade de ser arquivada, mas foi pinçada pela Executiva Nacional do PMDB. A Emenda Dante de Oliveira, como ficou conhecida, levou à formação de uma frente suprapartidária.

(Lilia Moritz Schwartz e Heloísa Murgel Starling, Brasil: uma biografia. Texto adaptado)

Em abril de 1984, a Emenda Dante de Oliveira foi

Alternativas
Comentários
  • A Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 1983, também chamada de Emenda Constitucional Dante de Oliveira, faz parte de uma série de movimentos em prol do retorno da democracia no Brasil através de eleições diretas para Presidente da República. 

    Dante de Oliveira foi um engenheiro civil que ingressou na carreira política como deputado estadual nas eleições de 1978 pelo MDB. Em 1982, no contexto do retorno ao pluripartidarismo, tornou-se deputado federal filiado ao PMDB, mandato no qual apresentou a emenda que se tornou sua marca na História do Brasil. Até então era um deputado sem grande expressão na Câmara dos Deputados. 

    Embora já houvesse um movimento de intelectuais e organizações da sociedade civil em demanda pela redemocratização, foi a Emenda Dante de Oliveira que teve enorme repercussão e levou ao movimento conhecido como Diretas-Já, com enorme participação popular em todo o país. Este período histórico é apresentado e analisado em livros de História do Brasil Republicano e específicos acerca do Regime Militar. Vale destacar on História Concisa do Brasil , de Bóris Fausto e o trabalho de Lilia Moritz Schwarcz E Heloísa Sterling, de onde foi retiardo o trecho apresentado na questão. 

    Uma das alternativas mostra o que aconteceu com a Emenda em 1984 

    A) INCORRETA-A Emenda Dante de Oliveira foi rejeitada e não houve proposta de mudança política no momento da votação .

    B) INCORRETA- Em uma sessão cercada de tensão, com as galerias da Câmara cheias e acompanhada por milhões de brasileiros, por apenas 22 votos, os deputados rejeitaram a Proposta de Emenda à Constituição que previa a realização de eleições diretas no Brasil para presidente da República. Nenhuma outra emenda foi proposta. 

    C) INCORRETA- A emenda não foi aprovada e só houve eleições após o fim do regime militar com a eleição - ainda que indireta – de um civil para a presidência da república. 

    D) INCORRETA- Foram lançadas candidaturas civis para eleição indireta para a presidência na medida em que a emenda não foi aprovada. 

    E) CORRETA- A emenda Dante de Oliveira, que propunha eleições diretas para presidência, foi rejeitada. Por esta razão foi criada uma frente ampla de oposição para a proposição do nome de um civil para as eleições indiretas 

    Gabarito do Professor: Letra E.

ID
5460964
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

[…] a capacidade para importar não se recuperou nos anos trinta. Em 1937 ela ainda estava substancialmente abaixo do que havia sido em 1929. Em realidade, o quantum das importações daquele ano - bem superiores ao de qualquer outro ano do decênio – esteve 23 por cento abaixo do de 1929. A renda criada pelas exportações havia decrescido em termos reais. O quantum das exportações aumentara, mas, como o poder aquisitivo da unidade de exportação com respeito à unidade de importação se havia reduzido à metade, é evidente que a renda criada pelas exportações era muito inferior. O valor da produção agrícola a preços correntes havia subido de 7,5 para 7,8 bilhões de cruzeiros, não obstante a produção para exportação haver baixado de 5,5 para 4,5 bilhões. A participação das exportações como elemento formador da renda do agricultor havia decrescido, portanto, de 70 para 57 por cento.

(Celso Furtado, Formação econômica do Brasil)

A partir do contexto apresentado no excerto, é correto afirmar que o Brasil

Alternativas
Comentários
  • A questão acima tem como tema os desdobramentos econômicos que ocorreram no Brasil logo após a Crise de 1929, que culminou na crise do ciclo do café.
    No enunciado, temos um texto que mostra a situação econômica brasileira após o período da crise de 1929, que de modo geral, apontava para uma retração econômica com a diminuição das importações brasileiras, em decorrência da queda do volume de exportações. Pra piorar, a citação ainda aponta que houve um aumento do custo de produção de gêneros agrícolas no ano de 1937, mostrando que o Brasil ainda enfrentava dificuldades por conta da grande depressão que assolou o mundo.
    Feita a explicação prévia da questão, vamos à análise das alternativas:

    Letra A - Incorreta, pois embora Getúlio Vargas (presidente da época) promovesse políticas para tentar evitar a desvalorização do café, a arrecadação das exportações caiu muito, uma vez que o seu principal comprador (os EUA) quebrou com a crise de 1929 e deixou de comprar o café brasileiro, gerando uma grande queda no PIB brasileiro na época ocasionando em uma recuperação econômica lenta e tardia.
    Letra B - Incorreta, pois embora a recuperação econômica do país tivesse grandes dificuldades, a sua melhoria se deu graças aos investimentos estatais voltados para a implantação de indústrias de base. Os investimentos estadunidenses na agricultura brasileira, ocorreu somente na década de 1970, com a chamada Revolução Verde.

    Letra C - Incorreta, pois o que causou essa retração econômica do país na época, foi justamente a crise de 1929, uma vez que grande parte da arrecadação do PIB brasileiro estava vinculado à exportação da café, e o principal comprador era os EUA, que comprava cerca de 80% do café vendido. Com a crise, os EUA parou de comprar o nosso produto, fazendo com que a arrecadação do PIB caísse bastante.
    Letra D - Incorreta, pois conforme já explicado, o Brasil sentiu muito com a crise de 1929 que afetou bastante os EUA, o principal comprador de café na época. Além disso, o investimento estatal voltado à implementação de indústrias de base ocorreu na década de 1930 e não na década de 1920.
    Letra E - Correta, pois quando houve a crise do café, Getúlio Vargas fez vários investimentos visando o crescimento das indústrias de base aqui no país em um modelo voltado à substituição de importações. Sendo assim, durante a década de 1930, o economia se diversificou, abasteceu o mercado interno, e conseguiu, mesmo que de maneira lenta, se recuperar dos impactos econômicos causados pela crise de 1929.
    Gabarito do Professor: Letra E.
  • Brasil se recuperou devido ao governo de vargas comprar o excedente do café, isso evitou de quebrar a economia de vez.

    Vargas investiu muito nas indústrias de base, diversificando a economia brasileira que mesmo de forma progressiva se recuperou da crise e conseguiu produzir para o mercado interno.

  • Início da industrialização do Brasil se deu com indústrias de base e de itens para consumo interno (fabrica têxteis, de sapatos etc).

    O que permitiu a instalação dessas indústrias foi com o acúmulo econômico principalmente derivados do café, por isso os maior polos industriais foram no sudeste. Com a baixa exportação do café e do açúcar, o Brasil se vou em uma situação onde deveria diminuir o número de suas importações e começar a produzir produtos brasileiros.

    (CASO ESTEJA ERRADO ME INFORMEM POR PRIVADO)

    @estuda_gabrielg


ID
5460970
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Ao considerar a macrocompartimentação do relevo brasileiro, não se pode negligenciar sua natureza morfogenética. A compartimentação atual tem fortes ligações genéticas com o soerguimento da plataforma sul-americana e com processos erosivos muito marcantes nas bordas das bacias sedimentares em concomitância com o soerguimento da plataforma sul-americana.

(Jurandyr Luciano Sanches Ross. Geografia do Brasil, 2001, p. 52. Adaptado)

O relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas, que refletem sua gênese, que são:

Alternativas
Comentários
  • A questão acima tem como tema o relevo brasileiro e suas três unidades geomorfológicas, na qual o candidato precisa selecionar a alternativa correta que indique esses três compartimentos do relevo do nosso país.
    O relevo, para a ciência geográfica, constitui-se nas formas da superfície terrestre, que são originados por meio da movimentação das placas tectônicas e por atividades vulcânicas, portanto, são estruturas formadas por fatores internos e externos à crosta terrestre.
    O relevo brasileiro, ao longo de sua extensão territorial, é caracterizado por possuir, predominantemente, baixas e médias altitudes. Segundo o geógrafo brasileiro Jurandyr Ross, o relevo é estruturado em três unidades geomorfológicas: Planalto, Planícies e Depressões.
    Os Planaltos são terrenos elevados e planos que se caracterizam por possuir uma altitude superior a 300 metros, onde há a maior ocorrência do desgaste erosivo. Entre os principais planaltos brasileiros podemos citar o Planalto Central (situado em Minas Gerais, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Planalto das Guianas (localizado em alguns estados da Região Norte), Planalto Meridional (situado na região Sudeste), entre outros.
    As Planícies são unidades geomorfológicas compostas por terrenos planos com pequenas altitudes que não ultrapassam os 100 metros, onde predominam os processos de acumulação de sedimentos. Entre as principais podemos mencionar a Planície Amazônia, a Planície do Pantanal e a Planície Litorânea.
    Já as Depressões são unidades de relevo formadas por processos erosivos, constituídas por terrenos inclinados e com altitudes que variam entre 100 a 500 metros. Se subdivide em duas unidades: Depressões Absolutas (localizadas abaixo do nível do mar) e Depressões Relativas (encontradas acima do nível do mar).
    Portanto, a alternativa correta é a Letra D.
    Gabarito do Professor: Letra D.
    Gabarito da Banca: Letra C.
  • Planaltos, depressões e planícies formam o relevo brasileiro.


ID
5460973
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Observe os conceitos:

I. estabelece(m)-se sobre áreas urbanizadas, causando elevação de temperatura e desconforto térmico;
II. responsável(is) pelo agravamento da poluição atmosférica em virtude do papel de bloqueio que exerce(m);
III. leva(m) ao colapso a rede de escoamento, produzindo extravasamento e danos em áreas extensas.

(José Bueno Conti e Sueli Ângelo Furlan. Geoecologia: o clima, os solos e a biota. IN: ROSS, J. L. S. Geografia do Brasil, 2001, p. 86-87. Adaptado)

Os conceitos apresentados nos itens I, II e III representam sequencialmente:

Alternativas
Comentários
  • Questões sobre impactos ambientais demandam conhecimentos amplos sobre diversas áreas da Geografia e ciências associadas além da capacidade de relacionar tudo ao tema proposto. Sobre os impactos ambientais em áreas urbanas buscamos a alternativa que apresente corretamente os conceitos corretamente relacionados em ordem aos problemas apresentados. 

    A) Ilhas de calor são áreas que por uma combinação de fatores como a baixa circulação do ar, ausência de áreas verdes, grande tráfego de veículos e uso intensivo de asfaltamento e superfícies concretadas tornam-se mais quentes que seu entorno. A inversão térmica ocorre quando a atmosfera forma uma camada que bloqueia a circulação dos poluentes do ar de uma grande cidade agravando seus efeitos e enchentes são comuns em áreas urbanas devido a grande impermeabilização do solo que reduz a infiltração das águas superficiais elevando o nível de corpos hídricos urbanos como rios e lagoas que ao transbordarem produzem enchentes e alagamentos. 
    B) A camada de ozônio retém parte da radiação solar que atinge a superfície da Terra e não contribui para a poluição atmosférica.
    C) Inversão térmica é um fenômeno que não causa o aumento da temperatura local.
    D)  Radiação ultravioleta relaciona-se com a camada de ozônio e não causa necessariamente aumento da temperatura local. 
    E) Inversão térmica é o segundo conceito e não o primeiro.

    GABARITO DO PROFESSOR: A 





ID
5460985
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Nos termos da Resolução CNE/CEB noº  4, de 13 de julho de 2010, que define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica, a institucionalização do regime de colaboração entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios é possibilitada

Alternativas

ID
5460988
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Leia o excerto a seguir.

“Não adianta uma residência combater o mosquito da dengue se o vizinho não colabora. A poluição de um córrego vai afetar toda a população que vive rio abaixo.” (DOWBOR, 2007, p. 79)

Assinale a alternativa que traz uma afirmação correta de acordo com a perspectiva do autor em relação à educação.

Alternativas

ID
5460994
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Nos termos do art. 206 da Constituição Federal, o ensino será ministrado, dentre outros, com base no princípio da liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o

Alternativas

ID
5460997
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Ao tratar da moralidade e da ética no bojo dos temas transversais do cotidiano escolar, Telma Vinha afirma que é muito comum uma visão reducionista da teoria de Piaget, quando as escolas acham que a criança pode escolher qual a sanção será dada a outra criança. À luz do pensamento de Piaget, assinale a alternativa correta.

Alternativas

ID
5461000
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Com base no art. 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente, assinale a alternativa que apresenta um aspecto compreendido no princípio do direito à liberdade.

Alternativas
Comentários
  • "TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"

    #PMMG

    A

    Art. 16. O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:

    I - ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as restrições legais;

    II - opinião e expressão;

    III - crença e culto religioso;

    IV - brincar, praticar esportes e divertir-se;

    V - participar da vida familiar e comunitária, sem discriminação;

    VI - participar da vida política, na forma da lei;

    VII - buscar refúgio, auxílio e orientação.


ID
5461003
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

No texto A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: a escola comum inclusiva, as autoras destacam que a elaboração do Projeto Político-Pedagógico (PPP) ganha força a partir da constatação de que a realidade escolar é dinâmica e depende de todos. Na perspectiva das autoras, as intenções da escola reunidas no PPP conferem-lhe o caráter

Alternativas

ID
5461009
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Ao abordar o tema da avaliação, Jussara Hoffmann (s/d, p. 56) escreve:

“A avaliação, enquanto ____________, vai conceber o conhecimento como apropriação do saber pelo aluno e também pelo professor, como ação-reflexão-ação que se passa na sala de aula em direção a um saber aprimorado, enriquecido, carregado de significados, de compreensão. Dessa forma, a avaliação passa a exigir do professor uma relação epistemológica com o aluno – uma conexão entendida como reflexão aprofundada a respeito das formas como se dá a compreensão do educando sobre o objeto do conhecimento.”

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

Alternativas

ID
5461012
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Para José Manuel Moran, há três campos importantes de atividades virtuais:

Alternativas

ID
5461015
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Física

Um trem de metrô partiu do repouso de uma estação A e moveu-se, em linha reta, até uma estação B, distante 1080 m de A. Nesse trajeto, esse trem acelerou a uma taxa constante de 1,2 m/s2 até metade do percurso e, em seguida, desacelerou a uma taxa também constante até parar na estação B. A velocidade escalar média desenvolvida por esse trem, na viagem de A até B, foi de

Alternativas
Comentários
  • Velocidade final após a aceleração:

    Vf^2-vo^2=2.x.a

    Vf=√(2×1080/2×1,2)

    Vf=36m/s.

    Como a aceleração foi até a metade do trecho, a desaceleração será simétrica.

    Logo, vm=36/2=18m/s.

    Gabarito E.


ID
5461039
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Física

Kepler – 62e é um exoplaneta localizado na constelação de Lyra, a cerca de 1200 anos – luz da Terra, na zona habitável de uma estrela parecida com o Sol. Foi descoberto em 2013 com o uso do Telescópio Espacial Kepler. A massa desse exoplaneta é aproximadamente 4,5 vezes maior do que a massa da Terra, e seu raio, aproximadamente, 1,6 vez maior do que o raio da Terra.

Considerando que a aceleração da gravidade na superfície da Terra seja 10 m/s2 , e que tanto a Terra como Kepler – 62e sejam perfeitamente esféricos, a aceleração da gravidade na superfície desse exoplaneta é, aproximadamente,

Alternativas
Comentários
  • Campo gravitacional da Terra: GM/R^2=10 m/s^2

    No novo planeta: 4,5GM/(1,6R)^2 --> 10×4.5/(1,6)^2≃18m/s^2.

    Gabarito A.


ID
5461060
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Física

A taxa metabólica basal de um adulto é, em média, de 120 W. Ou seja, essa é a taxa com que esse adulto, quando em repouso, converte a energia química contida nos alimentos em energia térmica. Por serem animais homeotérmicos, os seres humanos apresentam a capacidade de controlar sua temperatura corpórea, mantendo-a aproximadamente constante. Assim, quando em repouso, devem transferir energia para o ambiente a uma taxa igual à taxa metabólica basal. Considere que uma pessoa de 80 kg esteja dormindo em um local, onde, em 2 h, a temperatura ambiente se eleva de 20 ºC para 23 ºC. Considerando a taxa metabólica basal citada anteriormente, o calor específico médio do corpo dessa pessoa é de

Alternativas
Comentários
  • 120J/s=80kg×K×1/7200s×(23-20)°C.

    120J/s×7200s=240kg°C×K

    3,6E3J/kg°C=K.

    Gabarito A.


ID
5461063
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Física

Determinada quantidade de gás ideal está confinada em um recipiente de volume constante, a uma temperatura inicial T0 . Sabendo que, se a temperatura desse gás aumentar em 1 ºC a pressão à qual ele fica submetido aumenta em 0,4%, a temperatura inicial T0 é de

Alternativas
Comentários
  • Podemos usar a relação PV/T= cnt.

    Como V é igual nos dois instantes, teremos:

    P0/T0=P1/T1.

    P0/T0=1,004P0/(T0+1)

    (T0+1)/(T0)=1,004

    T0=250K.

    Gabarito E.


ID
5461072
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Física

Considere que, no futuro, missões tripuladas para o planeta Marte sejam possíveis. Um dos grandes problemas a serem enfrentados pelos astronautas será a radiação cósmica, partículas carregadas com alta energia emitidas pelo Sol, que podem ser letais. Uma forma de proteger os astronautas será colocar grandes esferas eletrizadas acima da região habitada por eles, capazes de produzir um forte campo elétrico suficiente para desviar a radiação cósmica.

Suponha que, para repelir os elétrons provenientes de uma explosão solar, utilize-se um conjunto de esferas de 6 m de diâmetro revestidas com uma camada metálica e eletrizadas de tal forma que cada uma seja capaz de produzir um campo elétrico de intensidade 3 × 106 V/m a uma distância de 12 m de sua superfície. Considerando, para a constante eletrostática, o valor 9 × 109 N · m2 /C2 , a carga elétrica distribuída na superfície externa de cada esfera deverá ser de

Alternativas
Comentários
  • Temos aqui ter em mente as curvas gaussianas.

    Imagine que no centro da esfera há um carga Q.

    Portanto, a distância do centro da esfera até o ponto referido é de (12+6/2)=15m.

    Campo Elétrico=K×Q/r^2 ➞3E6=9E9×Q/15^2

    Q=75mC.

    Ou seja, a carga elétrica no centro da esfera, que gera um campo de 3E6V/m, tem valor de 75mC.

    Agora, para que não haja deslocamento da carga no centro, ela tem que ter intensidade igual e sinais opostos à da superfície.

    Gabarito C.

    Obs.: para que a carga Q fique exatamente no centro da esfera, todas as cargas da superfície, quando somadas, tem que se anular. Lembre das linhas de campos que uma carga positiva: elas saem de dentro da carga para fora. Se eu quero que essas linhas se anulem, eu imagino uma esfera cercando essa carga, com a mesma intensidade e sinal oposto.


ID
5462356
Banca
VUNESP
Órgão
EsFCEx
Ano
2021
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

De acordo com Ilma Veiga, o currículo refere-se

Alternativas
Comentários
  • Letra B.

    Os conteúdos de ensino são o conjunto de conhecimentos Habilidades Hábitos, modos valorativos e atitudinais de atuação social, organizados pedagógica e didaticamente, tendo em vista a assimilação ativa e aplicação pelos alunos na pratica de vida (LIBANE O