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Prova NUCEPE - 2015 - SEDUC-PI - Professor - Física


ID
1596664
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

                        A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM SALA DE AULA 

(...)

Postura do professor em sala de aula 

     Todo pessoa que idealiza seguir a carreira da docência deve ter consciência de que somente após a formação, que lhe propiciou um embasamento teórico, e iniciado o exercício da prática propriamente dita, é que ela perceberá qual é de fato a postura em sala de aula. 

     Para Queluz (1999, p. 15), o professor precisa estar preocupado com o aluno mais do que com o conhecimento a ser transmitido, com suas reações frente a esse conhecimento, com os seus propósitos em termos de ensino e aprendizagem e estar consciente de suas responsabilidades nesse processo.

    O professor também deve estar ciente de que, para uma prática inovadora e que dê resultados na aprendizagem de seus alunos, é necessária uma constante reflexão sobre o que e como ensinar, refletindo e percebendo quais os pontos que precisam ser modificados para uma prática de sucesso. 

         De acordo com Freire (2009, p. 65-66), os alunos emitem juízos de seus professores e os usam como exemplo, sendo assim, o professor deve ter ciência de que deixa sempre uma marca em seus educandos, seja como autoritário, licencioso, competente ou irresponsável, daí a importância de sua postura em sala e na comunidade. Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes, cumprindo o planejamento e conteúdos, o professor ainda vai se deparar com as exigências de uma conduta ética moral, “a prática docente especificamente humana, é profundamente formadora, por isso, ética. Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão" (FREIRE, 2009, p. 65). (Este texto sofreu algumas adaptações do seu original, para os fins destinados).

(Lígia Teresinha Bontorin Dipp da Silva, Aline Regina Garbin e Nicileia Batista - X Congresso Nacional de Educação EDUCERE - novembro, 2011 - educere.bruc.com.br - acesso em 8.6.2015) 


De acordo com as ideias do texto, acerca da postura e das decisões adotadas por um professor, depreende-se, CORRETAMENTE, que

Alternativas
Comentários
  • GABARITO C

    Último período do texto

    [Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão]


ID
1596667
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

                        A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM SALA DE AULA 

(...)

Postura do professor em sala de aula 

     Todo pessoa que idealiza seguir a carreira da docência deve ter consciência de que somente após a formação, que lhe propiciou um embasamento teórico, e iniciado o exercício da prática propriamente dita, é que ela perceberá qual é de fato a postura em sala de aula. 

     Para Queluz (1999, p. 15), o professor precisa estar preocupado com o aluno mais do que com o conhecimento a ser transmitido, com suas reações frente a esse conhecimento, com os seus propósitos em termos de ensino e aprendizagem e estar consciente de suas responsabilidades nesse processo.

    O professor também deve estar ciente de que, para uma prática inovadora e que dê resultados na aprendizagem de seus alunos, é necessária uma constante reflexão sobre o que e como ensinar, refletindo e percebendo quais os pontos que precisam ser modificados para uma prática de sucesso. 

         De acordo com Freire (2009, p. 65-66), os alunos emitem juízos de seus professores e os usam como exemplo, sendo assim, o professor deve ter ciência de que deixa sempre uma marca em seus educandos, seja como autoritário, licencioso, competente ou irresponsável, daí a importância de sua postura em sala e na comunidade. Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes, cumprindo o planejamento e conteúdos, o professor ainda vai se deparar com as exigências de uma conduta ética moral, “a prática docente especificamente humana, é profundamente formadora, por isso, ética. Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão" (FREIRE, 2009, p. 65). (Este texto sofreu algumas adaptações do seu original, para os fins destinados).

(Lígia Teresinha Bontorin Dipp da Silva, Aline Regina Garbin e Nicileia Batista - X Congresso Nacional de Educação EDUCERE - novembro, 2011 - educere.bruc.com.br - acesso em 8.6.2015) 


Uma prática docente que pretende obter resultados de sucesso só NÃO requer uma postura que seja

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E


ID
1596670
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

                        A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM SALA DE AULA 

(...)

Postura do professor em sala de aula 

     Todo pessoa que idealiza seguir a carreira da docência deve ter consciência de que somente após a formação, que lhe propiciou um embasamento teórico, e iniciado o exercício da prática propriamente dita, é que ela perceberá qual é de fato a postura em sala de aula. 

     Para Queluz (1999, p. 15), o professor precisa estar preocupado com o aluno mais do que com o conhecimento a ser transmitido, com suas reações frente a esse conhecimento, com os seus propósitos em termos de ensino e aprendizagem e estar consciente de suas responsabilidades nesse processo.

    O professor também deve estar ciente de que, para uma prática inovadora e que dê resultados na aprendizagem de seus alunos, é necessária uma constante reflexão sobre o que e como ensinar, refletindo e percebendo quais os pontos que precisam ser modificados para uma prática de sucesso. 

         De acordo com Freire (2009, p. 65-66), os alunos emitem juízos de seus professores e os usam como exemplo, sendo assim, o professor deve ter ciência de que deixa sempre uma marca em seus educandos, seja como autoritário, licencioso, competente ou irresponsável, daí a importância de sua postura em sala e na comunidade. Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes, cumprindo o planejamento e conteúdos, o professor ainda vai se deparar com as exigências de uma conduta ética moral, “a prática docente especificamente humana, é profundamente formadora, por isso, ética. Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão" (FREIRE, 2009, p. 65). (Este texto sofreu algumas adaptações do seu original, para os fins destinados).

(Lígia Teresinha Bontorin Dipp da Silva, Aline Regina Garbin e Nicileia Batista - X Congresso Nacional de Educação EDUCERE - novembro, 2011 - educere.bruc.com.br - acesso em 8.6.2015) 


Nos textos, alguns termos são apresentados com a função de retomar outros termos. Releia o último parágrafo do texto e observe o excerto: "Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes,...". O termo destacado retoma, textualmente,

Alternativas
Comentários
  • Esse teu comentário me deixou com informações que nunca mais vou esquecer, aprendi de mais...

  • GABARITO A

     

    Verbo informar é bitransitivo

    Informa o que? as informações

    Informa a quem? aos alunos que no caso da questão está representada pelo pronome oblíquo LHE

  • Sem a retomada é o mesmo que dizer:

    para os alunos as informações que  são pertinentes para os alunos [2x]

    lhes = alunos

     

     

    de passar as informações que são pertinenes para os alunos

  • Lembre-se que: 

    lhe substitui o objeto indireto. 

    A, O substitui o objeto direto.

     

     


ID
1596673
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO I

                        A RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO EM SALA DE AULA 

(...)

Postura do professor em sala de aula 

     Todo pessoa que idealiza seguir a carreira da docência deve ter consciência de que somente após a formação, que lhe propiciou um embasamento teórico, e iniciado o exercício da prática propriamente dita, é que ela perceberá qual é de fato a postura em sala de aula. 

     Para Queluz (1999, p. 15), o professor precisa estar preocupado com o aluno mais do que com o conhecimento a ser transmitido, com suas reações frente a esse conhecimento, com os seus propósitos em termos de ensino e aprendizagem e estar consciente de suas responsabilidades nesse processo.

    O professor também deve estar ciente de que, para uma prática inovadora e que dê resultados na aprendizagem de seus alunos, é necessária uma constante reflexão sobre o que e como ensinar, refletindo e percebendo quais os pontos que precisam ser modificados para uma prática de sucesso. 

         De acordo com Freire (2009, p. 65-66), os alunos emitem juízos de seus professores e os usam como exemplo, sendo assim, o professor deve ter ciência de que deixa sempre uma marca em seus educandos, seja como autoritário, licencioso, competente ou irresponsável, daí a importância de sua postura em sala e na comunidade. Além de ter a tarefa de passar para os alunos as informações que lhes são pertinentes, cumprindo o planejamento e conteúdos, o professor ainda vai se deparar com as exigências de uma conduta ética moral, “a prática docente especificamente humana, é profundamente formadora, por isso, ética. Se não se pode esperar de seus agentes que sejam santos ou anjos, pode-se e deve-se exigir seriedade e retidão" (FREIRE, 2009, p. 65). (Este texto sofreu algumas adaptações do seu original, para os fins destinados).

(Lígia Teresinha Bontorin Dipp da Silva, Aline Regina Garbin e Nicileia Batista - X Congresso Nacional de Educação EDUCERE - novembro, 2011 - educere.bruc.com.br - acesso em 8.6.2015) 


Nas opções abaixo, a palavra que difere das demais por NÃO apresentar sufixo na sua estrutura, é

Alternativas
Comentários
  • ALTERNATIVA: B

  • Gabarito B. 

    O sufixo vem depois do radical.

    Formação / Planejamento / seriedade / informações. Todas com sufixo. 

     


ID
1596676
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

        Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.

 
                                       A VITÓRIA DO MÉRITO 



        NO PANTEÃO
       A matemática avançada no Brasil é um bom exemplo de como dá para alcançar a excelência em pouco tempo quando o norte é dado pelo mérito, e não por um discurso igualitarista que acaba nivelando todo mundo em uma zona de mediocridade. Nossa decisão de priorizar a qualidade foi tomada desde os primórdios, nos anos 50, e se preservou intacta graças, entre outras coisas, a uma particularidade que muito favorece a matemática: ela não demanda grandes equipes nem laboratórios para estar na fronteira, mas apenas uma mesa de trabalho, quando muito. É mais blindada, portanto, contra a burocracia, a escassez de dinheiro e a lentidão, que pesam sobre tantos círculos universitários. A matemática brasileira tem hoje relevância na cena mundial porque traz em seu DNA o rigor acadêmico como valor inegociável.

       (...)

      CONTRA O BICHO-PAPÃO
      A matemática é uma matéria sequencial; se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável. Também exige do estudante que passe do plano do concreto para o abstrato, o que não é nada trivial. Os países que se saem melhor dominam bem esse processo de convidar o aluno a ir construindo os conceitos, tudo bem planejado, fruto de um trabalho árduo e sob a luz de um currículo - coisa que muitos brasileiros ainda repudiam em nome da diversidade. Não dá nem para pensar em competir com países como Coreia do Sul, China e Japão com os professores que temos hoje. Muitas faculdades deveriam, sim, ser fechadas pelo descalabro de conceder diploma a gente que não aprendeu nem o básico.

       (...) 

As palavras de Marcelo Viana, apresentadas através da jornalista que produziu a matéria referida, levantam pontos positivos e negativos quanto ao tema em discussão. A opção cujas palavras apresentam um ponto positivo é

Alternativas

ID
1596679
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

        Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.

 
                                       A VITÓRIA DO MÉRITO 



        NO PANTEÃO
       A matemática avançada no Brasil é um bom exemplo de como dá para alcançar a excelência em pouco tempo quando o norte é dado pelo mérito, e não por um discurso igualitarista que acaba nivelando todo mundo em uma zona de mediocridade. Nossa decisão de priorizar a qualidade foi tomada desde os primórdios, nos anos 50, e se preservou intacta graças, entre outras coisas, a uma particularidade que muito favorece a matemática: ela não demanda grandes equipes nem laboratórios para estar na fronteira, mas apenas uma mesa de trabalho, quando muito. É mais blindada, portanto, contra a burocracia, a escassez de dinheiro e a lentidão, que pesam sobre tantos círculos universitários. A matemática brasileira tem hoje relevância na cena mundial porque traz em seu DNA o rigor acadêmico como valor inegociável.

       (...)

      CONTRA O BICHO-PAPÃO
      A matemática é uma matéria sequencial; se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável. Também exige do estudante que passe do plano do concreto para o abstrato, o que não é nada trivial. Os países que se saem melhor dominam bem esse processo de convidar o aluno a ir construindo os conceitos, tudo bem planejado, fruto de um trabalho árduo e sob a luz de um currículo - coisa que muitos brasileiros ainda repudiam em nome da diversidade. Não dá nem para pensar em competir com países como Coreia do Sul, China e Japão com os professores que temos hoje. Muitas faculdades deveriam, sim, ser fechadas pelo descalabro de conceder diploma a gente que não aprendeu nem o básico.

       (...) 

Infere-se a partir das ideias do texto que o padrão de excelência mantido no ensino de matemática, apesar das dificuldades, deve-se

Alternativas
Comentários
  • GABARITO A

     

    A matemática avançada no Brasil é um bom exemplo de como dá para alcançar a excelência em pouco tempo quando o norte é dado pelo mérito, e não por um discurso igualitarista que acaba nivelando todo mundo em uma zona de mediocridade. 


ID
1596682
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

        Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.

 
                                       A VITÓRIA DO MÉRITO 



        NO PANTEÃO
       A matemática avançada no Brasil é um bom exemplo de como dá para alcançar a excelência em pouco tempo quando o norte é dado pelo mérito, e não por um discurso igualitarista que acaba nivelando todo mundo em uma zona de mediocridade. Nossa decisão de priorizar a qualidade foi tomada desde os primórdios, nos anos 50, e se preservou intacta graças, entre outras coisas, a uma particularidade que muito favorece a matemática: ela não demanda grandes equipes nem laboratórios para estar na fronteira, mas apenas uma mesa de trabalho, quando muito. É mais blindada, portanto, contra a burocracia, a escassez de dinheiro e a lentidão, que pesam sobre tantos círculos universitários. A matemática brasileira tem hoje relevância na cena mundial porque traz em seu DNA o rigor acadêmico como valor inegociável.

       (...)

      CONTRA O BICHO-PAPÃO
      A matemática é uma matéria sequencial; se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável. Também exige do estudante que passe do plano do concreto para o abstrato, o que não é nada trivial. Os países que se saem melhor dominam bem esse processo de convidar o aluno a ir construindo os conceitos, tudo bem planejado, fruto de um trabalho árduo e sob a luz de um currículo - coisa que muitos brasileiros ainda repudiam em nome da diversidade. Não dá nem para pensar em competir com países como Coreia do Sul, China e Japão com os professores que temos hoje. Muitas faculdades deveriam, sim, ser fechadas pelo descalabro de conceder diploma a gente que não aprendeu nem o básico.

       (...) 

A linguagem, por sua plasticidade semântica, permite usos que podem ser considerados literais e usos considerados figurados. Assim sendo, a opção cuja palavra destacada do trecho transcrito é utilizada em seu sentido literal é

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D.

    Sentido literal: quando é dicionarizado.

    Sentido figurado: ganham um novo significado em situações e contextos particulares de uso. Ex.: Amor é fogo que arde sem se ver.


ID
1596685
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

        Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.

 
                                       A VITÓRIA DO MÉRITO 



        NO PANTEÃO
       A matemática avançada no Brasil é um bom exemplo de como dá para alcançar a excelência em pouco tempo quando o norte é dado pelo mérito, e não por um discurso igualitarista que acaba nivelando todo mundo em uma zona de mediocridade. Nossa decisão de priorizar a qualidade foi tomada desde os primórdios, nos anos 50, e se preservou intacta graças, entre outras coisas, a uma particularidade que muito favorece a matemática: ela não demanda grandes equipes nem laboratórios para estar na fronteira, mas apenas uma mesa de trabalho, quando muito. É mais blindada, portanto, contra a burocracia, a escassez de dinheiro e a lentidão, que pesam sobre tantos círculos universitários. A matemática brasileira tem hoje relevância na cena mundial porque traz em seu DNA o rigor acadêmico como valor inegociável.

       (...)

      CONTRA O BICHO-PAPÃO
      A matemática é uma matéria sequencial; se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável. Também exige do estudante que passe do plano do concreto para o abstrato, o que não é nada trivial. Os países que se saem melhor dominam bem esse processo de convidar o aluno a ir construindo os conceitos, tudo bem planejado, fruto de um trabalho árduo e sob a luz de um currículo - coisa que muitos brasileiros ainda repudiam em nome da diversidade. Não dá nem para pensar em competir com países como Coreia do Sul, China e Japão com os professores que temos hoje. Muitas faculdades deveriam, sim, ser fechadas pelo descalabro de conceder diploma a gente que não aprendeu nem o básico.

       (...) 

A palavra destacada em: "É mais blindada, portanto, contra a burocracia, a escassez de dinheiro e a lentidão, que pesam sobre tantos círculos universitários" é utilizada no sentido

Alternativas
Comentários
  •  PORTANTO é conjunção coordenativa utilizada para unir, a uma oração anterior, outra oração que exprime conclusão ou consequência: 
    "Estudou muito, portanto irá bem no exame." 
    "O rapaz é bastante inteligente e, portanto, será um privilegiado na entrevista."  

    A palavra portanto indica uma consequência ou uma conclusão de uma ação anterior.

    Exemplos:

    Já fizemos todo o trabalho. Você já pode, portanto, ir embora. Aquele atleta tem ficado sempre em segundo lugar. Portanto, terá que treinar mais para ser campeão. Este livro é muito caro e, portanto, não o poderei comprar.

  • GABARITO E

    Decorre as conjunções

    Conjunções coordenativas conclusivas

    Indicam relação de conclusão.

    São elas:

     pois (posposta ao verbo), logoportantoentãopor issopor conseguintepor istoassim,


ID
1596688
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

        Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.

 
                                       A VITÓRIA DO MÉRITO 



        NO PANTEÃO
       A matemática avançada no Brasil é um bom exemplo de como dá para alcançar a excelência em pouco tempo quando o norte é dado pelo mérito, e não por um discurso igualitarista que acaba nivelando todo mundo em uma zona de mediocridade. Nossa decisão de priorizar a qualidade foi tomada desde os primórdios, nos anos 50, e se preservou intacta graças, entre outras coisas, a uma particularidade que muito favorece a matemática: ela não demanda grandes equipes nem laboratórios para estar na fronteira, mas apenas uma mesa de trabalho, quando muito. É mais blindada, portanto, contra a burocracia, a escassez de dinheiro e a lentidão, que pesam sobre tantos círculos universitários. A matemática brasileira tem hoje relevância na cena mundial porque traz em seu DNA o rigor acadêmico como valor inegociável.

       (...)

      CONTRA O BICHO-PAPÃO
      A matemática é uma matéria sequencial; se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável. Também exige do estudante que passe do plano do concreto para o abstrato, o que não é nada trivial. Os países que se saem melhor dominam bem esse processo de convidar o aluno a ir construindo os conceitos, tudo bem planejado, fruto de um trabalho árduo e sob a luz de um currículo - coisa que muitos brasileiros ainda repudiam em nome da diversidade. Não dá nem para pensar em competir com países como Coreia do Sul, China e Japão com os professores que temos hoje. Muitas faculdades deveriam, sim, ser fechadas pelo descalabro de conceder diploma a gente que não aprendeu nem o básico.

       (...) 

No excerto: "... sob a luz de um currículo - coisa que muitos brasileiros ainda repudiam em nome da diversidade", o traço (-) separando dois segmentos, é utilizado textualmente com a função de

Alternativas
Comentários
  • Destacar enfaticamente um ponto de vista.

  • GB: B

    PMPI vai que cole


ID
1596691
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

TEXTO II

        Leia, a seguir, o trecho de uma matéria de Monica Weinberg, publicada na revista Veja, Editora Abril, edição 2397, ano 47, nº 44, de 29 de outubro de 2014, na qual Marcelo Viana, presidente da Sociedade Brasileira de Matemática, apresenta o seu pensamento, de forma crítica, sobre o desenvolvimento das condições de ensino e de pesquisas em matemática, de modo geral e, em particular, no Brasil.

 
                                       A VITÓRIA DO MÉRITO 



        NO PANTEÃO
       A matemática avançada no Brasil é um bom exemplo de como dá para alcançar a excelência em pouco tempo quando o norte é dado pelo mérito, e não por um discurso igualitarista que acaba nivelando todo mundo em uma zona de mediocridade. Nossa decisão de priorizar a qualidade foi tomada desde os primórdios, nos anos 50, e se preservou intacta graças, entre outras coisas, a uma particularidade que muito favorece a matemática: ela não demanda grandes equipes nem laboratórios para estar na fronteira, mas apenas uma mesa de trabalho, quando muito. É mais blindada, portanto, contra a burocracia, a escassez de dinheiro e a lentidão, que pesam sobre tantos círculos universitários. A matemática brasileira tem hoje relevância na cena mundial porque traz em seu DNA o rigor acadêmico como valor inegociável.

       (...)

      CONTRA O BICHO-PAPÃO
      A matemática é uma matéria sequencial; se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável. Também exige do estudante que passe do plano do concreto para o abstrato, o que não é nada trivial. Os países que se saem melhor dominam bem esse processo de convidar o aluno a ir construindo os conceitos, tudo bem planejado, fruto de um trabalho árduo e sob a luz de um currículo - coisa que muitos brasileiros ainda repudiam em nome da diversidade. Não dá nem para pensar em competir com países como Coreia do Sul, China e Japão com os professores que temos hoje. Muitas faculdades deveriam, sim, ser fechadas pelo descalabro de conceder diploma a gente que não aprendeu nem o básico.

       (...) 

Na sequência: "se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável", há duas orações e, entre elas, observa-se estabelecida uma relação sintático-semântica de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: Alternativa D


    "se o aluno perde uma parte, a segunda vira um pesadelo indecifrável"



    Expressa uma ideia de condição.



    Caso o aluno perca uma parte(...)



    Bons estudos.

  • Circunstâncias Expressas pelas Orações Subordinadas Adverbiais

    a) Causa

    A ideia de causa está diretamente ligada àquilo que provoca um determinado fato, ao motivo do que se declara na oração principal. "Éaquilo ou aquele que determina um acontecimento".

    Principal conjunção subordinativa causal: PORQUE

    Outras conjunções e locuções causais: como (sempre introduzido na oração anteposta à oração principal), pois, pois que, já que, uma vez que, visto que.

    Exemplos:

    As ruas ficaram alagadas porque a chuva foi muito forte.
    Como ninguém se interessou pelo projeto, não houve alternativa a não ser cancelá-lo.
    Já que você não vai,eu também não vou.
    Por ter muito conhecimento(= Porque/Como tem muito conhecimento), é sempre consultado. (Oração Reduzida de Infinitivo)

    b) Consequência

    As orações subordinadas adverbiais consecutivas exprimem um fato que é consequência, que é efeito do que se declara na oração principal. São introduzidas pelas conjunções e locuções: que, de forma que, de sorte que, tanto que, etc., e pelas estruturas tão... que, tanto... que, tamanho... que.

    Principal conjunção subordinativa consecutiva: QUE (precedido de tal, tanto, tão, tamanho)

    Exemplos:

    É feio que dói.(É tão feio que, em consequência, causa dor.)
    Nunca abandonou seus ideais, de sorte que acabou concretizando-os.
    Não consigo ver televisão sem bocejar.(Oração Reduzida de Infinitivo)
    Sua fome era tanta que comeu com casca e tudo.

    c) Condição

    Condição é aquilo que se impõe como necessário para a realização ou não de um fato. As orações subordinadas adverbiais condicionais exprimem o que deve ou não ocorrer para que se realize ou deixe de se realizar o fato expresso na oração principal.

    Principal conjunção subordinativacondicional: SE

    Outras conjunções condicionais: caso, contanto que, desde que, salvo se, exceto se, a não ser que, a menos que, sem que, uma vez que (seguida de verbo no subjuntivo).

    Exemplos:

    Se o regulamento do campeonato for bem elaborado,certamente o melhor time será campeão.
    Uma vez que todos aceitem a proposta,assinaremos o contrato.
    Caso você se case,convide-me para a festa.
    Não saia sem que eu permita.Conhecendo os alunos(= Se conhecesse os alunos), o professor não os teria punido. (Oração Reduzida de Gerúndio)

  • Gabarito D

    Relação de causa, consequência e condição cai muito em questões de concurso.

     

    Conjunções Condicionais

    As conjunções condicionais iniciam uma oração subordinada em que é indicada uma hipótese ou uma condição necessária para que seja realizada ou não o fato principal:

    Exemplos:

    Se, caso, quando, conquanto que, salvo se, sem que, dado que, desde que, a menos que, a não ser que.

    Se a encontrasse novamente, não a reconheceria.

     

    Fonte: https://www.todamateria.com.br/conjuncoes-subordinativas/


ID
1596694
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A escola tem a função de formação das novas gerações em termos de acesso à cultura, da formação do cidadão e de constituição do sujeito social. No entanto, há divergentes formas de analisar o papel da Instituição escola na sociedade. Marque a alternativa em que correspondem pensador e seu pensamento acerca da função da escola.

Alternativas
Comentários
  • Bourdieu, tece uma severa crítica a escola, por afirmar que a mesma serve a reproduzir e contribuir para uma continuidade do sistema de dominação de classes, segundo ele, existe ainda uma falsa idéia do dom, na verdade o que ocorre é uma significativa exclusão das demais classes a escola e aos estudos. nos anos 1960 este sociólogo frances perpetrou reiterados comentários sobre o papel da escola na sociedade

  • Gabarito: A
    Acerca da função da escola o sociólogo francês, Bourdieu, considera que a função social da escola é conservar as desigualdades e reproduzir as classes sociais.

  • b) Saviani afirma que a função social da escola é promover o homem, elaborando, a partir daí, um método que permitiria à escola exercer tal função. 

    c) Para Durkheim, a escola tem o papel de ordenar e sistematizar as relações homem-meio. Portanto, trata-se da socialização da jovem geração pela geração adulta.

    d) Para Gramsci, a escola é o instrumento para formar os intelectuais de diversos níveis. Pessoas capazes de pensar, de estudar, de dirigir ou de controlar quem dirigem.

    e) Segundo Dewey, a função da escola é funcionar como um laboratório da vida social, assim tem finalidade concreta e presente. 


ID
1596697
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Crianças e jovens são levados à escola para que adquiram conhecimentos e desenvolvam competências que os preparem para a vida. Os educadores esperam que eles cheguem à sala de aula interessados em aprender, prontos para o convívio social e para o trabalho disciplinado. A família tem a expectativa de que a escola se responsabilize pela aprendizagem deles. Quando as expectativas dos dois lados se frustram ou para evitar que se frustrem, o que é mais adequado fazer?

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D

     

  • LDBE - Lei nº 9.394 de 20 de Dezembro de 1996

    Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

    Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

  • E

    Nada se pode fazer com a falta de compromisso das "famílias de hoje" ou das "escolas de hoje".


ID
1596700
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia

Anísio Teixeira difundiu os pressupostos do movimento da Escola Nova. Assinale a alternativa que melhor apresenta as ideias deste educador brasileiro.

Alternativas
Comentários
  • A Escola Nova, também chamada de Escola Ativa ou Escola Progressiva, foi um movimento de renovação do ensino, que surgiu no fim do século XIX e ganhou força na primeira metade do século XX.

    O movimento ganhou impulso na década de 1930, após a divulgação do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova no ano de 1932. Nesse documento, defendia-se a universalização da escola pública, laica e gratuita. Entre os seus signatários, destacavam-se os nomes de: Anísio Teixeira (1900-1971).

ID
1596703
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O Relatório de Monitoramento da Educação para Todos, de 2014, lançado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), mostra que a taxa de reprovação no Ensino Fundamental no Brasil é de 18,7%. Este número significa que um em cada cinco alunos precisa voltar à estaca zero no ano seguinte. Sobre a reprovação é CORRETO afirmar que

Alternativas
Comentários
  •  c)

    traz prejuízos para todos os envolvidos, além do custo financeiro, aumenta o número de estudantes por sala, os alunos menores são obrigados a conviver com colegas mais velhos e os repetentes perdem estímulo e autoestima. CORRETA

  • Trazendo para a nossa realidade, isso é  muito relativo, mas para funções de concurso píblico e aos olhos da LDB a resposta certa é a "C"

  • Lendo o PCN, percebemos que a colocação feita em C faz todo o sentido. Temos que ter um outro olhar sobre a avaliação e a reprovação, o que não significa assumir um - inexistente - sistema de "reprovação automática"

  • E

    alunos que repetem o ano têm a possibilidade de aprender mais no ano seguinte, já que terão aula sobre os mesmos conteúdos.


ID
1596706
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Sobre os componentes curriculares obrigatórios do Ensino Fundamental é FALSO afirmar que

Alternativas
Comentários
  • LDB. Art. 33o. O ensino religioso, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, sendo oferecido, sem ônus para os cofres públicos, de acordo com as preferências manifestadas pelos alunos ou por seus responsáveis, em caráter:

    I - confessional, de acordo com a opção religiosa do aluno ou do seu responsável, ministrado por professores ou orientadores religiosos preparados e credenciados pelas respectivas igrejas ou entidades religiosas; ou

    II - interconfessional, resultante de acordo entre as diversas entidades religiosas, que se responsabilizarão pela elaboração do respectivo programa. 

  • Lei de Diretrizes e bases da Educação(Texto atualizado). Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm

    Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo. (Redação dada pela Lei nº 9.475, de 22.7.1997)

    § 1º Os sistemas de ensino regulamentarão os procedimentos para a definição dos conteúdos do ensino religioso e estabelecerão as normas para a habilitação e admissão dos professores. (Incluído pela Lei nº 9.475, de 22.7.1997)

    § 2º Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso. (Incluído pela Lei nº 9.475, de 22.7.1997)

  • A oferta do Ensino Religioso é obrigatória, mas a matrícula dos alunos é facultativa.

  • Conforme as DCNs do ensino fundamental de 9 anos:

    § 1º O Ensino Fundamental deve ser ministrado em língua portuguesa, assegurada
    também às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios
    de aprendizagem, conforme o art. 210, § 2º, da Constituição Federal.


    § 2º O ensino de História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes
    culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena,
    africana e europeia (art. 26, § 4º, da Lei nº 9.394/96).

    § 3º A história e as culturas indígena e afro-brasileira, presentes, obrigatoriamente, nos
    conteúdos desenvolvidos no âmbito de todo o currículo escolar e, em especial, no ensino de
    Arte, Literatura e História do Brasil, assim como a História da África, deverão assegurar o
    conhecimento e o reconhecimento desses povos para a constituição da nação (conforme art.
    26-A da Lei nº 9.394/96, alterado pela Lei nº 11.645/2008). Sua inclusão possibilita ampliar o
    leque de referências culturais de toda a população escolar e contribui para a mudança das suas
    concepções de mundo, transformando os conhecimentos comuns veiculados pelo currículo e
    contribuindo para a construção de identidades mais plurais e solidárias.


    § 4º A Música constitui conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente
    curricular Arte, o qual compreende também as artes visuais, o teatro e a dança, conforme o §
    6º do art. 26 da Lei nº 9.394/96.


    § 5º A Educação Física, componente obrigatório do currículo do Ensino Fundamental,
    integra a proposta político-pedagógica da escola e será facultativa ao aluno apenas nas
    circunstâncias previstas no § 3º do art. 26 da Lei nº 9.394/96.


    § 6º O Ensino Religioso, de matrícula facultativa ao aluno, é parte integrante da
    formação básica do cidadão e constitui componente curricular dos horários normais das
    escolas públicas de Ensino Fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural e
    religiosa do Brasil e vedadas quaisquer formas de proselitismo, conforme o art. 33 da Lei nº
    9.394/96.

  • Marcos, a ofertada do ensino religioso não é obrigatório. No DF por exemplo, não é ofertado em nenhuma etapa da educação básica.

  • § 1º O Ensino Fundamental deve ser ministrado em língua portuguesa, assegurada também às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem, conforme o art. 210, § 2º, da Constituição Federal.
    § 2º O ensino de História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e européia (art. 26, § 4º, da Lei nº 9.394/96).
    § 3º A história e as culturas indígena e afro-brasileira, presentes, obrigatoriamente, nos conteúdos desenvolvidos no âmbito de todo o currículo escolar e, em especial, no ensino de Arte, Literatura e História do Brasil, assim como a História da África, deverão assegurar o conhecimento e o reconhecimento desses povos para a constituição da nação (conforme art. 26-A da Lei nº 9.394/96, alterado pela Lei nº 11.645/2008). Sua inclusão possibilita ampliar o leque de referências culturais de toda a população escolar e contribui para a mudança das suas concepções de mundo, transformando os conhecimentos comuns veiculados pelo currículo e contribuindo para a construção de identidades mais plurais e solidárias.
    § 4º A Música constitui conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular Arte, o qual compreende também as artes visuais, o teatro e a dança, conforme o § 6º do art. 26 da Lei nº 9.394/96.
    § 5º A Educação Física, componente obrigatório do currículo do Ensino Fundamental, integra a proposta político-pedagógica da escola e será facultativa ao aluno apenas nas circunstâncias previstas no § 3º do art. 26 da Lei nº 9.394/96.
    § 6º O Ensino Religioso, de matrícula facultativa ao aluno, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui componente curricular dos horários normais das escolas públicas de Ensino Fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural e religiosa do Brasil e vedadas quaisquer formas de proselitismo, conforme o art. 33 da Lei nº 9.394/96.

  • Kleber, A oferta de Ensino Religioso é obrigatoria em qualquer lugar do Brasil. Já a matricula do aluno é Facultativa, ou seja, não tem ai no DF pq a população não cobra.

  • Ensino religioso

    Oferta obrigatória

    Matrícula facultativa

  • Ensino Religioso, se a professora é católica, pregará sobre santos; se budista, sobre buda; se testemunha de jeová, sobre Jeová; se for satanista, sobre satan.

    Se resume a isso =)

    Ah não, esqueci, na lei é tudo lindo, o planejamento do ensino religioso é democrático, ouvido entidades religiosas, a comunidade, bla, bla, bla.... desculpe-me! Jamais que seria do jeito que citei no início, pois as normas e leis dizem o contrário.

  • A) Certa, com base no art. 26, § 4.º: “O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia”.

    B)  Certa, com base no art. 26-A:

    § 1º O conteúdo programático a que se refere este artigo incluirá diversos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.

    § 2.º Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras.

    Ressalto que o texto exato dessa alternativa traz como base as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (assunto que ainda veremos em nosso curso). Porém, como é possível observar, tomando como base os termos da LDB, conseguimos fundamentar a afirmativa.

    C)  Certa, com base no art. 26:

    § 2º O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório da educação básica.

    [...]

    § 6º As artes visuais, a dança, a música e o teatro são as linguagens que constituirão o componente curricular de que trata o § 2o deste artigo.

    D)  Certa, com base no art. 26:

    § 3º A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica (portanto, inclui o ensino fundamental), sendo sua prática facultativa ao aluno:

    I – que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas;

    II – maior de trinta anos de idade;

    III – que estiver prestando serviço militar inicial ou que, em situação similar, estiver obrigado à prática da educação física;

    IV – amparado pelo Decreto-Lei no 1.044, de 21 de outubro de 1969;

    V - (VETADO)

    VI – que tenha prole.

    E) Errada, considerando os destaques a seguir, como base no art. 33, caput:

    O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.

    GABARITO: alternativa “E”


ID
1596709
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Analise as assertivas abaixo acerca das formas de oferta e organização do Ensino Médio, no contexto das Diretrizes Curriculares Nacionais:


I. O Ensino Médio regular tem a duração mínima de 3 anos, com carga horária mínima total de 2.400 horas, tendo como referência uma carga horária anual de 800 horas, distribuídas em pelo menos 200 dias de efetivo trabalho escolar.

II. O Ensino Médio regular diurno, quando adequado aos seus estudantes, pode se organizar em regime de tempo integral, com, no mínimo, 5 horas diárias;

III. No Ensino Médio regular noturno, adequado às condições de trabalhadores e, respeitados os mínimos de duração e carga horária, é possível ampliar a duração para mais de 3 anos, com menor carga horária diária e anual, garantido o mínimo total de 2.400 horas para o curso;

IV. O Ensino Médio pode organizar-se em tempos escolares no formato de séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.

V. A interdisciplinaridade e a contextualização devem assegurar a transversalidade, a integridade e a individualidade do conhecimento de diferentes componentes curriculares, propiciando a compartimentalização dos saberes das áreas de conhecimento.


Consideram-se VERDADEIRAS 


Alternativas
Comentários
  • Segundo as DCN's

    I - CORRETA 

    II- O Ensino Médio regular diurno, quando adequado aos seus estudantes, pode se organizar em regime de tempo integral, com no mínimo 7 horas diárias.

    III - CORRETA

    IV - CORRETA

    V - A interdisciplinaridade e a contextualização devem assegurar a transversalidade e a articulação do conhecimento de diferentes componentes curriculares, propiciando a interlocução entre os saberes das diferentes áreas de conhecimento.

    GABARITO: D

  • Essa questão já era.

  • RESOLUÇÃO Nº2 DE 2012
    DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA ENSINO MÉDIO

     

    I - O Ensino Médio regular tem a duração mínima de 3 anos, com carga horária mínima total de 2.400 horas, tendo como referência uma carga horária anual de 800 horas, distribuídas em pelo menos 200 dias de efetivo trabalho escolar. (CORRETA - Art. 14, § II)

     

    II. O Ensino Médio regular diurno, quando adequado aos seus estudantes, pode se organizar em regime de tempo integral, com, no mínimo, 5 horas diárias; (ERRADA - Art. 14, § III - o Ensino Médio regular diurno, quando adequado aos seus estudantes, pode se organizar
    em regime de tempo integral com, no mínimo, 7 (sete) horas diárias;)

     

    III. No Ensino Médio regular noturno, adequado às condições de trabalhadores e, respeitados os mínimos de duração e carga horária, é possível ampliar a duração para mais de 3 anos, com menor carga horária diária e anual, garantido o mínimo total de 2.400 horas para o curso; (CORRETA - Art. 14, § IV a)

     

    IV. O Ensino Médio pode organizar-se em tempos escolares no formato de séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. (CORRETA - Art. 14, § I)

     

    V. A interdisciplinaridade e a contextualização devem assegurar a transversalidade, a integridade e a individualidade do conhecimento de diferentes componentes curriculares, propiciando a compartimentalização dos saberes das áreas de conhecimento. (ERRADA - Art. 14, XIII - a interdisciplinaridade e a contextualização devem assegurar a transversalidade do conhecimento de diferentes componentes curriculares, propiciando a interlocução entre os saberes e os diferentes campos do conhecimento.)

     

     

  • SEGUNDO AS DCNS

  • Essa questão é ótima para pegar quem estuda só pela LDB.. pq lá não tem nada disso!!!

  • Questão Desatualizada, segue o que rege atualmente:

    RESOLUÇÃO Nº 3, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2018

    Art. 17.

    § 2º No ensino médio diurno, a duração mínima é de 3 (três) anos, com carga horária mínima total de 2.400 (duas mil e quatrocentas) horas, tendo como referência uma carga horária anual de 800 (oitocentas) horas, distribuídas em, pelo menos, 200 (duzentos) dias de efetivo trabalho escolar, considerando que:

    I - a carga horária total deve ser ampliada para 3.000 (três mil) horas até o início do ano letivo de 2022;

    II - a carga horária anual total deve ser ampliada progressivamente para 1.400 (um mil e quatrocentas) horas.

    § 3º No ensino médio noturno, adequado às condições do estudante e respeitados o mínimo de 200 (duzentos) dias letivos e 800 (oitocentas) horas anuais, a proposta pedagógica deve atender, com qualidade, a sua singularidade, especificando uma organização curricular e metodológica diferenciada, e pode, para garantir a permanência e o êxito destes estudantes, ampliar a duração do curso para mais de 3 (três) anos, com menor carga horária diária e anual, garantido o total mínimo de 2.400 (duas mil e quatrocentas) horas até 2021 e de 3.000 (três mil) horas a partir do ano letivo de 2022.


ID
1596715
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

No ambiente educacional a avaliação compreende três dimensões básicas: avaliação da aprendizagem; avaliação institucional interna e externa; avaliação de redes de Educação Básica.


Para a operacionalização da avaliação da aprendizagem, a escola deve ter como referência 

Alternativas
Comentários
  •  a)

    o conjunto de habilidades, conhecimentos, princípios e valores que os sujeitos do processo educativo projetam para si de modo integrado e articulado com aqueles princípios e valores definidos para a Educação Básica, redimensionados para cada uma de suas etapas.

  • hard essa. nénom?

  • ... Art.47,§ 2º Resolução CNE/CEB nº  4/2010:

    Em nível operacional, a avaliação da aprendizagem tem, como referência, o conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e emoções que os sujeitos do processo educativo projetam para si de modo integrado e articulado com aqueles princípios definidos para a Educação Básica, redimensionados para cada uma de suas etapas, bem assim no projeto político pedagógico da escola. (BRASIL, 2010)

  • D)

    as ações pedagógicas que priorizem aprendizagens através da operacionalidade de linguagens visando à transformação dos conteúdos em modos de pensar, aproximando mundo, escola, sociedade, ciência, tecnologia, trabalho, cultura e vida.


ID
1596718
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

“É a distância entre as práticas que uma criança já domina e as atividades nas quais ela ainda depende de ajuda. É no caminho entre esses dois pontos que ela pode se desenvolver mentalmente por meio da interação e da troca de experiências. Não basta, portanto, determinar o que um aluno já aprendeu para avaliar seu desempenho.”

O conceito destacado acima refere-se

Alternativas
Comentários
  • b)

    à zona de desenvolvimento proximal.

  • Vygotsky 


ID
1596721
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Toda escola precisa ter um projeto político pedagógico (PPP). Esse documento deve explicitar as características que gestores, professores, funcionários, pais e alunos pretendem construir na unidade escolar e qual formação querem para quem ali estuda.


A sua elaboração deve contemplar os seguintes tópicos: 

Alternativas
Comentários
  • O PPP ganha a força de um guia - aquele que indica a direção a seguir não apenas para gestores e professores mas também funcionários, alunos e famílias. Ele precisa ser completo o suficiente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. Por isso, dizem os especialistas, a sua elaboração precisa contemplar os seguintes tópicos:

    Missão 
    Clientela 
    Dados sobre a aprendizagem 
    Relação com as famílias
    Recursos
    Diretrizes pedagógicas
    Plano de ação
    Resposta letra D

  • Gabarito: C
    A elaboração de um projeto político pedagógico (PPP) deve contemplar a missão, clientela, dados sobre a aprendizagem, relação com as famílias, recursos, diretrizes pedagógicas, plano de ação.

  • Gab C

     

      O PPP se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação que você e todos os membros das equipes gestora e pedagógica devem consultar a cada tomada de decisão:

     

    *Missão

    *Clientela

    *Dados sobre a aprendizagem

    *Relação com as famílias

    *Recursos

    *Diretrizes pedagógicas

    *Plano de ação


ID
1613653
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Uma família viajou de carro de Teresina-PI com destino a cidade de Pedro II - PI, distantes 200 km. O percurso demorou 4 horas, pois, decorrida uma hora de viagem, o pneu dianteiro esquerdo furou e precisou ser trocado, levando 1 hora e 20 minutos do tempo total gasto. A velocidade média que o carro desenvolveu durante a viagem foi de

Alternativas
Comentários
  • Vm =s/t ----- Vm = 200/4 ------ 50 km/h


    R = 50 km/h
  • Não seria a velocidade escalar média essa?

  • Não pode ser dividido por 4, durante uma hora e vinte minutos ele estava parado!!!

  • Gabarito: Letra A

     

    Na velocidade média não importa se ele ficou parado ou não, leva-se em conta todo tempo gasto.

     

    ΔS (distância percorrida) = 200 km

    ΔT (tempo gasto) = 4 h

     

    Vm (velocidade média) = ΔS / ΔT   Vm = 200km / 4h   Vm = 50km/h

  • Para mim a resposta seria 74,9 km/h, pois 1h20min o carro ficou parado. Agora estou na dúvida se para calcular a velocidade média deve-se considerar o tempo parado...

  • Bom dia galera!!

    Vi que o pessoal ficou na dúvida se subtraia as 1h e 20 min. Vocês não subtrai porque essas 1h e 20 min já estão incluídas nas 
    4 horas. Então terão que fazer o cálculo usando V= 200/4 = 50 Km/h. Espero ter ajudado
  • ENTÃO, essa 1hr e 20min serve apenas para confundir?

  • Isso, só para confundir.

  • Questão foi mal elaborada, p  --- .ois ele afirma que todo percurso levou 4h, logo está considerando o tempo parado. Portanto, deve-se subtrair 1,2h do total. O enunciado pede a Velocidade Média, e quando falamos de VM, estamos falando de movimento. Incabível essa gabarito.

    R: Vm=s/t  --->  Vm= 200 / 2,4  ---> VM= 83,3 km/h
  • A QUESTÃO GERA UM CONFLITO MAIS O QUE TEMOS QUE LEVAR EM CONTA QUE DURANTE 1 H 20 MIN A VELOCIDADE E NULA  E  NO RESTANTE DO TEMPO A VELOCIDADE E VARIAVEL

  • Pegamos o 200 km e dividimos por 4h, que é o tempo total gasto na viagem. 

  • Resolução:

    1) Δs = 200 km;

    2)  "O percurso demorou 4 horas" ,  Δt = 4 h ;

    3) Velocidade Média ( Vm = Δs / Δt );

    4)  Vm = 200 km / 4 horas --> Vm = 50 km / h. Letra A.

    OBS: " o pneu dianteiro esquerdo furou e precisou ser trocado, levando 1 hora e 20 minutos do tempo total gasto". Essa informação é pegadinha, não precisa dela pois no começo do exercício é dado o tempo total.

  • Letra A. Porque não importa o que ocorreu durante o percurso. temos que pegar a distância e dividir pelo tempo total gasto indiferente do que possa ter ou vir a ocorrer no trajeto

  • Se puder ser trocado o pneu do carro em movimento, aí sim tudo bem 50 km/h porque não houve interrupção. Agora se a viagem toda durou 4h e a troca do pneu levou 1h 20min "DO TOTAL DA VIAGEM" então trata-se de um ABSURDO não descontar esse tempo. Ou seja, a viagem sem a parada para a troca do pneu furado, foi feita em 2h 40 min, segundo o examinador: "...levando 1 hora e 20 minutos do tempo total gasto..." No meu entendimento não há resposta correta, a qual seria 75 km/h. Questão passível de anulação.

  • Basta ver os conceitos de velocidade média, velocidade escalar e velocidade instantânea.

  • Questão conceitual! Sempre se inlcluem os tempos de parada. Não existe recurso pra essa questão

     

  • Possivelmente uma questão dessa possa cair na PRF, pessoal independente do que acontecer no trajeto o importante é descobrir o TEMPO TOTAL do percurso. Nem foi preciso, pois a questão deu de presente.

    Vm = 200km / 4 h =  50 km/h

  • Questão pegadinha.

    O trajeto já havia sido concluído após 4 horas. Nessas 4 horas já está incluído o tempo de parada para troca do pneu.

     

     

     

  • kkk. calma gente.

    É por isso que a questão foi anulada.

  • Essa questão está errada. Pois o conceito de Velocidade Média em MU diz que a velocidade precisa ser CONSTANTE para ser resolvida com a fórmula Vm=s-s0/t-t0. No caso não teria que levar em consideração o tempo parado para a resolução do exercício. Portanto, a questão correta é a letra C. 

  • a) 50 Km/h.  

  • só para cunfundir... porém, não importa se ficou parado, portanto, leva-se em conta o tempo total gasto de 4 horas

  • sim,entao quer dizer que o carro passou 1;20 com velocidade media 0?

  • Resposta: A
     

    ΔS:  200 km

    Δt: 4 h

    Vm: ?

    Vm = ΔS / ΔT   Vm = 200km / 4h   Vm = 50km/h

  • Vm = Δs / Δt 

    Vm = 200 / 4

    Vm = 50km/h

     

    Gabarito: A

  • Recomendo a questão Q805533 para realmente exercitar este conceito.

  • A questão foi anulada. Segue o link:

    http://nucepe.uespi.br/seduc2015.php


ID
1613656
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

João, que é um atleta de tiro ao alvo, dispara um projétil horizontalmente com uma velocidade de 200 m/s em direção a um alvo. João escuta o impacto do projétil no alvo, 2,7 s depois do disparo. Sabendo que a velocidade do som no ar é 340 m/s, a distância de João ao alvo é de

Alternativas
Comentários
  • Tempo Som + Tempo Projétil = 2,7s

    Igualando os deslocamentos e substituindo na equação, temos d) 340 m.

    Easy.

  • amigo, gentileza demonstrar com os cálculos.

  • Projetil
    Sp = S0p + VpTp
    Sp = 0 + 200Tp
    Sp = 200Tp

    Som
    Ss = S0s + VsTs
    Ss = 0 + 340Ts
    Ss = 340Ts

    Como a distancia percorrida pelo projetil e pelo som é a mesma, temos: 
    Sp = Ss
    200Tp = 340Ts
    Tp = 1,7Ts

    No enunciado da questão diz que do momento do disparo ate q ele ouvisse o som passaram-se 2,7s, logo:
    Tp + Ts = 2,7
    1,7Ts + Ts = 2,7
    2,7Ts = 2,7
    Ts = 1

    Substituindo na equação horária, temos:
    Ss = S0s + VsTs
    Ss = 0 + 340 x 1
    Ss = 340

    Espero ter ajudado

  • Ttotal = 2,7

    Vprojetil = 200m/s

    Var= 340 m/s

    S= espaço entre o atirado e o projetil


    o tempo entre o disparo, impacto com o alvo e o ouvir do atirador é a soma de t1=  tempo do projetil entre atirador e o alvo, e t2= tempo que o som leva do alvo até o atirado.

    t1+t2 = 2,7s


    t1 e t2 em termos das velocidades que já são dadas é :


    t1= S/Vp

    t2= S/ Var


    substituindo t1 e t2 na soma por seus valores em função do espaço/velocidade e realizando o minimo múltiplo comum, temos:


    (Var +Vp).S= Var.Vp.2,7s 

    S = (2,7sVar.Vp)/(Var + Vp)

    S = (2,7s. 340m/s.200m/s)/(340m/s +200m/s)

    S = 340m
  • Resolução

    Vamos resolver este problema com a seguinte legenda:

    Tt = Tempo Total;

    t1 = tempo do disparo da arma até o alvo;

    t2 = tempo que o som chega no atirador;

    Δs = Distância ;

    1) v = Δs / Δt ; Δs = 200 t1

    2) Tt = t1 + t2 ; Tt = 2,7 ; t2 = 2,7 - t1 ;

    3) v = Δs / Δt ; 340 = 200 t1 / ( 2,7 - t1 ) ; t1 = 1,7 seg 

    4) Δs = 200 * 1,7 --> Δs = 340 m . Letra D 

  • O projétil leva o tempo T1 ;para atingir o alvo;

    O som do impacto leva o tempo T2 p/ ser ouvido;

    A soma dos tempos (T1+T2) corresponde a 2,7s;

    A distância q o projétil percorre é a mesma que o som;

     

    Relacionando as equações em relação ao tempo:

     

    Vp= S/T1 => 200=S/T1 => S= 200.T1 - EQUAÇÃO I

    Vs= S/T2 => 340=S/T2 => S= 340.T2 - EQUAÇÃO II

     

    CALCULANDO: T1 + T2 = 2,7 => T1 =(2,7 - T2)

     

    IGUALANDO E SUBSTITUINDO NAS EQUAÇÕES:

     

    200 .(2,7 - T2)=340.T2 => 2,7 - T2 = 1,7.T2 =>1,7 T2 + T2 = 2,7 => T2=1 segundo

     

    COMO ELE PEDE A DIST DE JOÃO AO ALVO SUBSTITUI NA EQUAÇÃO II

     

    S= 340.T2 => S= 340.1 => S= 340 metros que é SUPERIOR A 300.

     

     

    FONTE: alfa. Bons estudos.

  • Claudia Montes, estou aplaudindo em pé. Custei pra conseguir achar o caminho

  • X=distância
    logo, X/Vp (Tempo de ida) + X/Vs (Tempo de volta) = 2,7 (Tempo total)
    X/200 + X/340 = 2,7
    17X/3400 + 10X/3400 = 2,7
    27X = 9180
    X=9180/27
    X=340m
    Fiz dessa forma e deu certo. Boa sorte 

  • Tt= 2,7 s(27/10)

    V1= 200m/s e Vs=340m/s

    O tempo total se refere a distância pecorrida pelo projetil, tempo1, e a distância pecorrida pelo som até chegar no atirador, deste modo a distância é a mesma. D1=D2=d

    Tt=t1+t2

    Vprojetil= d/t1  => 200=d/t1 => t1=d/200

    Vsom= d/t2 => 340=d/t2 => t2=d/340

    deste modo voltemos à formula do tempo total(Tt=t1+t2)

    27/10= d/200 + d/340

    27/10 = 17d+10d/3400  

    27/10 = 27d/ 3400

    1/1 = 1d/340 (divide-se 27d por 27; 3400 por 10)

    d=340 

  • Cláudia Montes tua explicação foi a melhor que eu achei aqui nos comentários. Obrigado.

  • Obrigada Fleber Garcia e Lucas PRF. 

  • d) 340 m.  

  • o tempo total, t=2,7s, corresponde ao tempo de ida do projetil mais o tempo de volta do som,

    t(1)+t(2)=2,7s

    t(1)=X/V(proj)

    t(2)=X/V(som)

    obs:. a distancia X é a mesma tanto na ida quanto na volta.

    reslove-se esse sistema de eq. e se encontra a resposta de 340m/s. letra d.

  • Eu fiz pela velocidade harmônica, não é um cálculo refinado, mas exige menos interpretação

    Velocidade harmônica =  2 . V1 . V2 dividido por V1+V2 

    Nesse cálculo vc acha a velocidade média de todo o trajeto, que é 251,85 Km/h

    Multiplica esse valor pelo tempo (2,7) que vai dar 680m (ida e volta), ai é só dividir por 2 e achar 340m.

  • SISTEMA DE EQUAÇÕES.

     

    A distância (S) é igual tanto para o disparo, quanto para o retorno do som.

     

    S do projétil:
    S = 200 / Tp  (tempo do projétil)

    S do som:
    S = 340 / Ts (tempo do som)

     

    Sabe-se que:  Tp + Ts = 2,7 s

     

    Tudo pronto, temos o sistema de equações:

     

    S = 200 / Tp
    S = 340 / Ts
    Tp + Ts = 2,7 s

     

     

    S = 340 m

     

     

     

     

     

  • Δtprojetil+Δtsom= 2,7s

    -> Vprojetil= Δs/Δtprojetil -> 200 m/s = Δs/Δtprojetil -> Δtprojetil = Δs/200m/s

    -> Vsom= Δs/Δtsom -> 340 m/s = Δs/Δtsom -> Δtsom = Δs/340m/s

    -> Δtprojetil + Δtsom = 2,7s

    Δs/200 + Δs/340 = 2,7s (FAZENDO O MMC DO 200,340 )

    Δs= 340m


ID
1613659
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Um avião tipo caça, voa horizontalmente a uma altitude de 720 m, com velocidade constante, cujo módulo é 360 km/h, numa região em que a aceleração da gravidade tem módulo g=10m/s2 . Num determinado instante o piloto recebe uma ordem de soltar uma bomba para atingir um alvo na superfície do solo e a executa imediatamente. Desprezando os efeitos da resistência do ar e supondo a superfície do solo plana, a distância horizontal, em metros, entre o avião e o alvo, no instante em que a bomba foi abandonada, é igual a

Alternativas
Comentários
  • Fórmula do tempo que queda na queda livre: T²=2H/g

    Tem de queda = 12s

    Velocidade da bomba = 100m/s

    Espaço percorrido pela bomba até chegar ao solo = 100 x 12 = 1200m

  • Bom, primeiramente, vamos identificar o que o problema pede e analisar os dados que ele nos oferta.

    Essa é um típica questão de lançamento Vertical. A questão nos dá: V. do Avião: 360km/h A Altura do Avião: 720m Gravidade: 10m/s² -------------------------------------------- Percebam que a unidade de velocidade do avião está em KM/H, sabemos que o M.V trabalha em m/s. Portanto, vamos transformar essa velocidade: 360 / 3,6 = 100; logo a velocidade do avião é 100m/s ------------------------------------------------------------------- A questão pede o ALCANCE. A formula que nos permite calcular é : A= V.t Mas o problema nos dá apenas a velocidade, então vamos achar o "t". Usando: V²=V0²+2G.H = V²= 100² + 2.10.720 = V²= 10000 + 14400 = V= RAIZ DE 10.000 + RAIZ DE 14400 = V= 220m/s. Agora com a Velocidade final, podemos calcular o tempo através da formula: V=V0 + G.T =  220 = 100 + 10T = T=12s Pronto, já temos a Velocidade e o tempo, agora podemos aplicar direto na formula para achar o alcance. A=v.t = A= 100.12 = A=1200m  R= Alternativa C. ------------------------------------- Espero ter ajudado. Quis mostrar detalhadamente como proceder diante de um problema como este. Forte abraço .

  • Utilize a fórmula de alcance, só tenha cuidado com as unidades de medida.

    a = (raiz(2h/g))*v = (raiz(2*120/10))*100 = 12*100 = 1200m

  • Resolução;

    1) Altura: H = 720 m ; Gravidade : g = 10 m / s² ;  Velocidade: V = 360 Km / h = 100 m / s ;

    2) H = Ho + Vot + 1/2 g t² ; H = 1/2 * g * t² ;

    3) 720 = 1/2 * 10 * tq² ; tq = 12 seg;

    4) Alcance: A = V * tq ; A = 100 m / s * 12 s ;

    5) A = 1200 metros ; Letra E

     

     

  • Boa tarde!

    Devemos nos ater que o alcance será calculado em X

    S = So + Vo Tq  -------> Temos que o S = Alcance (A) em X  e que So = zero (momento do lançamento)

                                       Temos tb que o movimento em X é sempre MRU 

                                        Temos que o tempo de queda Tq = Raiz de 2H / g  ou como disse nosso amigo acima Tq² = 2H / g

                                        Tq = raiz de 2x 720 tudo isso divido por 10 -------> Tq = 12 s

                                        Temos a Vo = 360 km / h, isso equivale a 100 m/s (dividir 360 por 3,6)

    Agora so jogar na fórmula :

      A= 0 + 100 x 12  

    A = 1200 m 

  • Descobrindo o tempo que demorou para cair , achamos o resultado

    H= 720m

    G= 10m/s²

    t= x

    h= g.t²/2

    720= 10.t²/2

    1440= 10t²

    t²= 144

    t=√144

    t= 12 segundos

    [...] transformando 360km/h em m/s = 100m/s

    [...]

    A=Vx.t

    A=100 x 12 = 1200 m de distância

    A= 1200m

    LETRA C

    APMBB

  • Tempo de queda:

    Tq² = 2.H (inicial)/g

    Tq = raiz de 2H/g

    Alcance horizontal:

    Vx = DeltaS/ DeltaT => Al/tq

    Al = Vo . raiz 2H/g

    Al = 100 . raiz 2.720/10

    Al = 100 . 12

    Al = 1200


ID
1613662
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Um corpo é lançado verticalmente para cima até uma altura H a partir do ponto de lançamento, desprezando-se a resistência do ar, o corpo leva o mesmo tempo para subir e para descer. Em um lançamento em que a resistência do ar não pode ser desprezada, o tempo de subida é

Alternativas
Comentários
  • Boa zero meia!!! rsrsrss
  • Por que a resposta é a "b"? Se a resistência do ar não pode ser desprezada, então, há atrito com o ar tanto na subida quando na descida.

  • Ana,

    Porque na subida não há resistência do ar, mas há resistência da gravidade. (o exercício diz para desprezarmos o atrito do ar) Lembrando que a gravidade sempre aponta para o centro da terra (para baixo) e o objeto estava subindo. Quando ele desce ele tem ajuda da gravidade e por isso desce mais rápido.

    Foi o que eu entendi...

    Mas a questão poderia ser mais clara

  • Gente, a resposta é letra B mesmo justamnte porquê estamos considerando a resistência do ar (que é uma força sempre contrária ao movimento do corpo, como um atrito do ar).

    Vejam bem:

    1. Na subida, a Força Peso e a Força de Resistência do Ar que atua sobre o corpo, ambas, estão apontadas para baixo, portanto a desaceleração sobre o corpo será maior do que a desaceleração normal que ele sofreria apenas com a influência da Força Peso. Logo, se a desaceleração é maior, ele para de subir antes do que pararia normalmente.

    2. Já na descida, a Força Peso continua para baixo, mas a Força de Resistência do Ar passa a ser apontada para cima, logo a reaceleração sobre o corpo será menor do que a reaceleração normal que ele sofreria apenas com a influência da Força Peso. Logo, se a reaceleração é menor, ele demora mais para descer do que normalmente demoraria.
     

  • Breve

  • Subida: m.a = -m.g - k.v² (k.v² é a força de resistência do ar)

    na subida a aceleração é a = - (g + k.v²/m)

    Descida: m.a = mg - k.v²

    na descida a aceleração é a = +(g - k.v²/m)

    Como podem ver, o módula da aceleração de subida é maior que o módula da aceleração de descida, ou seja, vair parar mais rápido (subida) do que velocidade aumentará na descida. Assim, o tempo de subida é menor que o de descida.

  • Minhas limitações me trouxeram uma saída, que da certo em algumas questões..........Imagino a cena rsrsrsrrs

  • Pra descer todo santo ajuda rsrsrsrs


ID
1613665
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Um brinquedo de tiro ao alvo utiliza a energia armazenada em uma mola para lançar dardos. Imagine que numa determinada situação o brinquedo foi usado para lançar um dardo verticalmente para cima e o dardo atingiu uma altura máxima de 32 metros. O dardo é lançado novamente verticalmente para cima, mas desta vez a compressão da mola é metade da compressão na primeira situação. Se a resistência do ar for desprezível e considerando a mola ideal, a altura atingida no segundo lançamento é de

Alternativas
Comentários
  • Gabarito C

    Resolve-se pela Energia potencial elástica

  • Eelastica= k.x²/2 , como a compressão é metade da compressão da primeira, então ficará 1/2² (o 2 é pelo fato de ser metade) resolvendo fica 1/4 que multiplicado por 32 tem como resposta 8. 
    Se a compressão fosse o dobro, seria 2² = 4 e esse resultado multiplicaria por 32 x 4 = 128

    vlew

  • k1=k2

    2mgh1/x²=2mgh2/x²

    2mg32/x²=2mgh2/(x/2)²

    --> Cancelando os semelhantes, temos:

    32=h2/(1/4)

    --> Realizando o iverso na 2ª parcela, temos:

    32=h2 . 4

    --> Então:

    h2 = 32/4

    h2= 8 metros

    Opção Correta: C

             

     

  • Pela Energia Elastica cuja formula é Eelast. = (K.x²) / 2 temos:

    1° lançamento :  K1.x² / 2

    2° lançamento: por ser a mesma mola temos K1 = K2, assim,  K2 . (x /2)² /2

    devemos encontrar agora a razão entre as energias para saber o quanta energia a 1° tem em relação a 2°

    dividindo uma pela outra iremos obter uma razão de 4 o que significa que o primeiro lançamento tem 4 vezes mais altura que o segundo, logo 32 / 4 

    iremos obter um 2° lançamento com altura de 8m   Letra C 


ID
1613668
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Pedro arrasta com uma corda um caixote sobre uma superfície horizontal e sem atrito. A força de tração na corda tem intensidade de 10 N e forma um ângulo de 60° com a horizontal. Sabendo que o caixote se desloca em movimento uniforme, o trabalho realizado pela força de tração para um deslocamento de 5 m será de


(Lembrando que Sen 60º = 0,86 e Cos 60 º = 0,5).

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A

    decomposição de forças,

    Fx= 5N

    Trabalho = Fx *d ,  5* 5== 25 J


  • Trabalho é = F.d cos60

    T= 10.5cos60

    T=(10).5.(0,05)

    T=25J

  • Breve

  • Gabarito: Letra A
     

    TEMOS A FÓRMULA DO TRABALHO - T = F.d.sen ângulo, onde:
     

    T = Trabalho
    F = Força
    d = Deslocamento

     

    - Extraíndo os dados da questão temos:
    T = ? (o que a questão quer saber)
    F = 10N
    d = M
    ÂNGULO = cosseno de 60°

     

    - Aplicando a fórmula iremos obter:
    T = 10.5.0,5
    T = 25Joules ou 25J


    FORÇA E HONRA.

     

     

     

     

  • T = F . d . cosΘ

    T = F . d cos60

    T = 10 . 5 . 0,5

    T = 50 . 0,50

    T = 25J

  • Pessoal, precisa nem decompor as forças, a única que está realizando trabalho é a força de tração...


ID
1613671
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

A extremidade de um fio está preso a um ponto fixo sobre uma mesa horizontal perfeitamente lisa e na outra extremidade do fio está preso um corpo que gira em movimento circular uniforme em torno deste ponto fixo. Marque a afirmação exata.

Alternativas
Comentários
  • E a força de arraste do vento?

    Não foi pedido para desprezar!

  • Como não foi especificado nenhum tipo de influência externa, letra e

  • Página 30 (teste 7)

    http://www.if.ufrj.br/~pef/producao_academica/dissertacoes/2012_Fausto_Custodio/testes_conceituais_Fausto_Custodio.pdf


  • Resolução

    1) " horizontal perfeitamente lisa " : Significa que o atrito é inexistente, neste momento entende-se que as forças dissipativas são nulas;

    2) " movimento circular uniforme" : Aceleração tangencial nula, só existe aceleração centrípeta;

    3) A energia cinética não varia porque não há trabalho de forças externas.  

  • e) A energia cinética não varia porque não há trabalho de forças externas.  


ID
1613674
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Um lápis é colocado entre duas mãos que produzem a mesma força em cada uma de sua extremidade, de modo que a ponta do lápis é pressionada por uma mão e a cabeça do lápis pelo outro. A mão que pressiona o lado da ponta sente uma dor em função de

Alternativas
Comentários
  • Quanto maior a pressão, menor é a área

    Quanto maior a area, menor a pressão


ID
1613677
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Assinale a alternativa que define CORRETAMENTE calor.

Alternativas
Comentários
  • Energia térmica em movimento. Sempre saindo do mais "quente" e indo para o "menos quente"

    Lembrando que temperatura é o grau de agitação das moléculas. Sendo assim, o termo quente não é apropriado para resolução de questões e sim: Mais agitados = Alta temperatura e Menos agitados = Baixa temperatura.


ID
1613680
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Quando colocamos um termômetro de mercúrio numa chama, a coluna de mercúrio desce um pouco antes de começar a subir porque

Alternativas
Comentários
  • Primeiro o vidro, sólido cresce pois tem o coeficiente de dilatação menor e o mercurio parece diminuir, mas continua com o mesmo volume. Depois, quando atinge o coeficiente de dilatação do mercúrio a expansão dele é passa a ser notável por ser líquido.

  • O vidro dilata primeiro porque é ele que entra em contato com a chama no primeiro momento. Assim que as partículas do vidro receberem o calor da chama, e que ela inicia sua dilatação, já começa a transferir parte do calor recebido para o mercúrio, este, como possui um coeficiente de dilatação térmica maior que o do vidro, começa a ter sua dilatação mais notável.


ID
1613683
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Uma barra de aço possui um comprimento de 5,000 m a uma temperatura de 20°C. Se aquecermos essa barra até que sua temperatura atinja 70°C, o comprimento final da barra, sabendo que o coeficiente de dilatação linear do aço é α = 12.10-6 °C-1 será de

Alternativas
Comentários
  • delta L= Lo . a . delta T

  • Como a barra de de aço é medida em comprimento, logo ocorre em uma direção. Utiliza-se a fórmula da dilatação linear 

    delta L= Lo . a . delta T

  • Utilizando a fórmula da variação do comprimento linear.

    \Delta_L= \alpha. L_0.\Delta\theta

    ΔL= 12.10^6 x 5.10^3 x (70-20)

    ΔL=300.10^-3

    ΔL=0,003 m


    A variação foi de 0.003 m
    Comprimento final é 5,000 m + 0.003 m
    5.003 cm

  • X=5.10^3.(1+12.10^-6.50)
    X=5,003
     


ID
1613686
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Uma placa retangular de alumínio tem 10 cm de largura e 40 cm de comprimento, à temperatura de 40°C. Essa placa é aquecida até atingir a temperatura de 70°C. Sabendo que o coeficiente de dilatação superficial do alumínio é βal = 46.10-6 °C-1 , a área final desta placa retangular, nesta temperatura, será

Alternativas
Comentários
  • Pelo motivo da área ser um triângulo, utiliza-se a dilatação volumétrica : DELTA "V"= Vo . b . Delta T

  • Área -> Dilatação Superficial

    Delta S = So . b . delta t

    Aquecimento -> Expansão

    Volume final = Delta S + So

  • Area inicial= area do retangulo = 400 cm²

    Δ A = A0.Coef Beta. Δ T

    Δ A= 400. 46.10-6 .(70-40)

    Δ A = 4.10^2. 46.10^-6 . 30

    Δ A = 5520.10^-4

    Δ A = 0,552 cm²

    A= A0 + Δ A

    AT= 400+0,552

    AT= 400,552 cm²


ID
1613689
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Duas partículas eletrizadas estão fixadas a 3.10-3m uma da outra. Suas cargas elétricas são idênticas e iguais a 2,0 nC, positivas. Sabendo que o meio é o vácuo e que a constante eletrostática é Ko= 9,0 x 109 em unidades no SI. A força de interação eletrostática entre elas é:

(Lembre-se: 1 nC= 10-9 C).

Alternativas
Comentários
  • Fel = K.Q.q / d^2
    Fel = 9.10^9 . 2.10^-9 . 2.10^-9 / (3.10^-3)^2
    Fel = 36.10^-9 / 9.10^-6
    Fel = 4.10^-3
    Como as duas cargas são positivas a força é de repulsão.
    Alternativa: E

ID
1613692
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Os corpos, ao serem eletrizados por atrito, contato e indução ficam carregados, respectivamente, com cargas de sinais

Alternativas
Comentários
  •  Na eletrização por atrito, os dois corpos envolvidos ficam carregados com cargas iguais, em intensidade, porém de sinais contrários.

    Na eletrização por contato, os corpos condutores ficam eletrizados com cargas de mesmo sinal, e não necessariamente em mesma intensidade.

    Na indução eletrostática ocorre apenas uma separação entre algumas cargas positivas e negativas já existentes no corpo condutor.

  • Atrito - sinais contrários

    contato - sinais iguais

    indução - sinais contrários

  • GABARITO : E 

    contrários

    iguais 

    contrários


ID
1613695
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou no mês de fevereiro o aumento na taxa extra das bandeiras tarifárias cobrada nas contas de luz quando há aumento no custo de produção de energia no país. Em caso de bandeira vermelha, que vigora atualmente em todo país e sinaliza que está muito caro gerar energia, passará a ser cobrada nas contas de luz uma taxa extra de R$ 5,50 para cada 100 kWh. Supondo que em uma residência alimentada com uma tensão de 220 V, mora uma família com 4 membros e que cada um costuma tomar um banho com duração de 30 minutos por dia no chuveiro elétrico cuja potência é de 5400 W, a taxa extra que esta família irá pagar na conta mensal decorrente dos 30 dias, no que se refere apenas ao uso do chuveiro elétrico, será de:

Alternativas
Comentários
  • Cuidado,o mês citado na questão é o de fevereiro..Logo,são 28 dias..

  • Errata na resposta fornecida: 60 horas x 5,4 kW = 324 kW.h

     

    Cobrando R$ 5,50 por cada 100 kW.h, então 0-100 kW.h é R$ 5,50 ; 101-200 kW.h é R$ 11,00 ; 201-300 kW.h , 301-400 kW.h (não completando 100 kW.h a mais e não foi dito que seria cobrado fração de hora utilizada), logo, o gasto é de R$ 16,50. 

  • 30 min x 4 = 2 horas

    2 horas x 30 dias = 60 horas

    5400 W = 5,4 KW

    60 horas x 5,4 KW = 324 KW/h

    SE A CADA 100 KW/H TEM UM ACRÉSCIMO DE 5,50 REAIS ENTÃO ATÉ 99 KW/H NÃO TEM ACRÉSCIMO.

    DE 100KW/H A 199 KW/H = 5,50 REAIS

    DE 200 KW/H A 299 KW/H = 5,50 REAIS

    DE 300 KW/H A 399 KW/H = 5,50 REAIS 

    RESULTANDO EM UM ACRÉSCIMO DE 16,50 REAIS

    OBS: MULHERES ESTUDIOSAS DE FLORIPA, PODEM ME ADD NO WHAT SAP: (48) 9640-7698  TENHO 1,85 METROS E 85 KG MORENO ALTO, BONITO E SENSUAL, TALVEZ EU SEJA SOLUCÃO DOS SEUS PROBLEMAS, CARINHOSO, BOM NÍVEL SOCIAL. :)

  • Caiu na minha prova, exatamente assim, ta correto !!!

    Apesar do mes de fevereiro ter 28 dias a resposta é a mesma, o consumo sai acima de 300kwh, logo letra C.

     

     

     


ID
1613698
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

As unidades de intensidade de corrente elétrica, tensão elétrica e resistência elétrica, bem como seus respectivos aparelhos de medição, são

Alternativas

ID
1613701
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

O valor da corrente elétrica que passa por um fio cuja resistência é de 10 Ω e é submetido a uma ddp de 80 V é

Alternativas
Comentários
  • Fórmula do Piu

    P= i.u

    80 = i.10

    i = 80/10

    i = 8 A

  • Suzane,


    A fórmula P=i.u é para potência elétrica:

    P = potência (watts)

    i = corrente (ampere)

    u =  tensão (volts)



    A fórmula correta neste caso seria a 1º lei de Ohm:

    U = r.i

    U = tensão (volts)

    r = resistência (ohm)

    i = corrente (ampere)




ID
1613704
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Sobre a refração e reflexão da luz considere as seguintes proposições:


I - Quando a transmissão da luz de um meio para outro é acompanhada de mudança de velocidade, dizemos que houve refração da luz.


II - A primeira lei da refração diz que o raio incidente, o raio refratado e a normal, no ponto de incidência, estão contidos no mesmo plano.


III - Reflexão é o fenômeno óptico que consiste no fato de a luz voltar a se propagar no meio de origem, após incidir sobre um objeto ou superfície.


Responda mediante o código:

Alternativas
Comentários
  • A lei que diz que raio incidente, REFLETIDO e a reta normal, são coplanares, é a 2a. lei da REFLEXÃO. Que, na verdade, não é sequer segunda, pois não é associada a nenhum cientista, ou de fato, existe essa ordem de classificação. Gabarito Errado, ainda mais por possuir a alternativa D, que seria de fato, a correta.

  • A primeira lei da refração diz sim o que a questão afirma.


ID
1613707
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Uma camisa apresenta-se vermelha quando iluminado por uma luz monocromática vermelha e apresenta-se preta sob luz monocromática azul. Se a mesma for vista à luz do dia, deverá apresentar-se na cor

Alternativas
Comentários
  • Lembrando que o preto absorve todas as cores, o branco reflete todas as cores e cada cor exposta aos raios solares ou luzes monocromáticas só irá refletir sua real cor, o resto será absorvido.



ID
1613710
Banca
NUCEPE
Órgão
SEDUC-PI
Ano
2015
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Considere as afirmativas.


I - A lei de Lenz diz que o sentido da corrente induzida é tal que o campo magnético por ela produzido se opõe à mudança de fluxo que a originou.


II - Segundo a lei de Faraday, se o fluxo do campo magnético através da superfície limitada por um circuito varia com o tempo, aparece nesse circuito uma força eletromotriz (fem) induzida.


III - Matematicamente a lei de Faraday é expressa por: ε = −∆Φ /t, onde sinal negativo que aparece nessa expressão representa matematicamente a lei de Lenz, que diz que a corrente induzida tem um sentido que gera um fluxo induzido oposto ao fluxo indutor.


Assinale a opção CORRETA:

Alternativas
Comentários
  • O fato do terceiro item ser correto já vai de encontro com o primeiro. Observe a parte no item III ''...que diz que a corrente induzida tem um sentido que gera um fluxo induzido oposto ao fluxo indutor. ''

    E isso não é verdade!! Nem sempre o fluxo é oposto. O item I está escrito de maneira correta. 

    I - A lei de Lenz diz que o sentido da corrente induzida é tal que o campo magnético por ela produzido se opõe à mudança de fluxo que a originou.

    O item I deixa claro que se opõe à mudança de fluxo, se o fluxo varia em um sentido para menos o campo induzido será no mesmo sentido.