SóProvas



Prova IDECAN - 2013 - CREFITO - 8ª Região(PR) - Analista de Sistemas


ID
1070113
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

A Lei nº 2.711, sancionada pela presidente Dilma Rousseff, em 29 de agosto de 2012, dispõe sobre as cotas sociais que entraram em vigor no Brasil, definindo que

Alternativas

ID
1070116
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Analise as afirmativas abaixo. 


Em 2012, os diretores do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, na Suíça, anunciaram a descoberta de uma nova partícula subatômica que tem 99,9% de chances de ser o bóson de Higgs, popularmente chamada de “partícula de Deus”.

PORQUE

Estaria este bóson, previsto em teoria pelo físico britânico Peter Higgs, diretamente relacionado à origem de toda a matéria do universo.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • E

    As duas afirmativas são verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.

    Responder


ID
1078333
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

Em “... esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta.” (5º§), a palavra que possui o sentido oposto de “fictício” é

Alternativas
Comentários
  • Sinônimo de fictício: figurado, hipotético, imaginário e suposto


    Antônimo de fictício: verdadeiro

    http://www.dicio.com.br/ficticio/



  • Se algo não é fictício, então algo é real! Gab. A

  • Só quem não percebeu a palavra "oposto" no enunciado que errou, assim como eu kkkk


ID
1078336
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

De acordo com o texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( )Projetamos nos monstros nossa mais atávica vontade de sermos poderosos.
( )Precisamos dos monstros para nos mantermos psicologicamente sãos e equilibrados.
( )Explicamos, através da existência dos monstros, as angústias e os medos que sentimos.
( )Precisamos dos monstros para elaborarmos de forma equilibrada os nossos medos. ( )Precisamos dos monstros para refletirmos sobre nossa postura no planeta que vivemos.

A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • Que questão difícil.  Essa banca é complicada. 

  • (F) "Projetamos nos monstros nossa mais atávica vontade de sermos poderosos"

    Primeiramente vamos ao significado de "atávica vontade": uma vontade que se transmite como uma herança ancestral, algo hereditário.

    Agora façam a leitura deste trecho: "O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores."


    (V) "Precisamos dos monstros para nos mantermos psicologicamente sãos e equilibrados."

    O item vai no mesmo sentido do trecho: "Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental."


    (F) "Explicamos, através da existência dos monstros, as angústias e os medos que sentimos."

    Na verdade é explicado a origem (mesmo que fictícia) de "elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis".


    (V) "Precisamos dos monstros para elaborarmos de forma equilibrada os nossos medos."

    Vejam a similaridade dos significados que existe entre a afirmação do item e a do texto: "A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos."


    (V) "Precisamos dos monstros para refletirmos sobre nossa postura no planeta que vivemos."

    O item apresenta paralelismo com o que foi dito nesta parte do texto: "Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta."


    Gabarito: D

  • d) F, V, F, V, V

    F- Nao éramos poderosos no início; éramos vulneráveis às criaturas caçadoras.


    V- Precisamos dos monstros para nos mantermos psicologicamente sãos e equilibrados. "Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. "

    F-Explicamos, através da existência dos monstros, as angústias e os medos que sentimos. Extrapolação. Angústia não aparece no texto

    V- Precisamos dos monstros para elaborarmos de forma equilibrada os nossos medos. Os monstros rpresentam o medo de morrer de forma sofrível e indesejada. Hoje estão nos desastres naturais consoante o texto.

    V- Precisamos dos monstros para refletirmos sobre nossa postura no planeta que vivemos. Resposta no 5° parágrafo, o qual descreve o que a afirmação diz


ID
1078339
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

No texto, o autor

Alternativas
Comentários
  • Atenção ao significado de termos, principalmente com a banca IDECAN.


    Refutar = contrapor

    Ratificar = afirmar algo que foi dito

    Retificar = corrigir erro


    Fiz um destaque para que possam utilizar de um método memorização. Espero que ajude.

  •  b) expõe uma opinião. Atenção ao significado de retificar && ratificar:

    Retificar= corrigir.
    Ratificar = confirmar, comprovar, corroborar, reafirmar, validar.


ID
1078342
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

O excerto “Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica.” (5º§) possui um exemplo de figura de linguagem denominada

Alternativas
Comentários
  • ZEUGMA

    Trata-se de um caso especial de elipse, quando o termo omitido já tiver sido expresso anteriormente. 


    Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação.

    E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também (como forma) de autocrítica.


  • a) Anáfora: é a repetição de vocábulos ou expressões no início de frases ou de versos. Ex: É pau. É pedra. É o fim do caminho.

    b) Zeugma: omissão do termo já enunciado anteriormente.

    c) Perífrase: Trata-se de uma expressão que designa um ser através de alguma de suas características ou atributos, ou de um fato que o celebrizou. ex: A Cidade Maravilhosa (= Rio de Janeiro) continua atraindo visitantes do mundo todo.

    d) Hipérbato: deslocamento de termos ou oração no período. Ex: “Da lua os claros raios rutilavam”.

    e) silepse de gênero: é a concordância que se faz com o termo que não está expresso no texto, mas sim com a ideia que ele representa. Ex: A bonita Porto Velho sofreu mais uma vez com o calor intenso.

  • Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, passamos a incorporar os monstros como forma  também de autocrítica.” (Zeugma)

  • Luluzinha, anáfora não se prende a conjuções e sim a sons.

  • Não existe hipérbato no período: "Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação." ??

  • Acertei a questão, mas acho o comentário do Nelson bem pertinente. Acho que esse início é um hipérbato.

  • Não existe hiperbato, o que existe é a omissão de um termo ja dito anteriormente passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação e  também de autocrítica,acredito que a palavra FORMA é que foi omitida posteriomente.

  • Letra B    fiquei  na  dúvida entre zeugma  é  perifrase.

  • Anáfora tem dois significados:

    Como recurso estilístico: repetição de uma palavra ou grupo de palavras no início de duas ou mais frases sucessivas, para enfatizar o termo repetido.

    Como recurso de referenciação: processo pelo qual um termo gramatical retoma a referência de um sintagma anteriormente citado.


ID
1078345
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

Na oração “O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele.” (2º§), o vocábulo sublinhado retoma o termo

Alternativas
Comentários
  • Quem espele o homem ou o gigante? Nunca consigo entender essas interpretações. 

  • O sujeito é "ave gigante" e não apenas "gigante".

  • Engole um homem e expele quem ? o homem... letra D 

  • d) homem.

    É um exemplo de anáfora, o qual é uma expressão usada para referir a outra que ocorre no mesmo discurso.

  • Letra D

    O homem , pois quem expele , expele alguma coisa neste caso "o homem"

  • O próprio artigo nos ajuda a entender que está expelindo alguém ou seja o homem

ID
1078348
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

A expressão sublinhada em “Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.” (7º§) é um exemplo de linguagem

Alternativas
Comentários
  • Apenas um método de memorização: 


    Denotativa = significado de dicionário

  •  d) conotativa.

    Conotação significa uso não-literal da linguagem. É compreendido através da semântica e contexto no qual a expressão está inserida.

  • Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

    O uso conotativo da frase não faz referência a mão em si, mas sim, "não deixar de lado o medo de monstros". Por isso é conotativo, usado de modo fictício.

    Como o colega já deixou uma dica acima, a minha é: Conotação é Conto de fadas, ou seja, não real (concerto) no sentido da palvra usada.

    Foco, Força e Fé...

  • Denotação: 

    • Uma palavra é usada no sentido denotativo quando apresenta seu significado original independentemente do contexto em que aparece.

     Conotação

    • Uma palavra é usada no sentido conotativo quando apresenta diferentes significados, sujeitos a diferentes interpretações, dependendo do contexto em que esteja inserida, referindo-se a sentidos, associações e ideias que vão além do sentido original da palavra, ampliando sua significação mediante a circunstância em que a mesma é utilizada, assumindo um sentido figurado e simbólico.

    * Dica: Procure associar Denotação com Dicionário: trata-se de definição literal, quando o termo é utilizado com o sentido que consta no dicionário.


ID
1078351
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas.” (1º§) Marque a alternativa que apresenta o verbo com predicação idêntica à do verbo sublinhado na frase anterior.

Alternativas
Comentários
  •  b) “Precisamos dos monstros.” (7º§)

    Precisar == verbo transitivo indireto, necessita complemento (preposição).


      a) “... esta era uma realidade.” (3º§) - verbo de ligação

      c) “Isso provoca uma sensação dupla...” (5º§) - verbo transitivo

      d) “Entre os gregos, há relatos de gigantes…” (1º§)  - verbo impessoal

      e) “Os monstros têm uma característica em comum:…” (2º§) - verbo deligação

  • kct.... eu tava analisando se o predicado era nominal, verbal ou verbo-nominal......então quer dizer que predicação e o mesmo que transitividade??


  • ''acreditam ( em algo/ necessita complemento) em um homem ''

    “Precisamos( de algo /necessita de complemento) dos monstros.”

  • João Júnior e Fábio, predicação não é a mesma coisa de transitividade. Todavia, a determinação daquela depende desta. 

    Predicado é aquilo que se declara sobre o sujeito. Nele é obrigatória a presença de um verbo ou locução verbal. 


    Assim, para se determinar qual o tipo de predicado fica mais fácil usar a tabela abaixo:


    Predicado verbal --> VI, VTD, VTI ou VTDI (sem nenhum predicativo). 

    Predicado nominal --> VL (Pode ter predicativo do sujeito).

    Predicado verbo-nominal --> VI, VTD, VTI, VTDI (+ predicativo do sujeito ou do objeto) 


    Agora, sobre a questão eu não entendi uma coisa: 

    "Em um homem" é objeto indireto, mas "com uma boca de tubarão nas costas" não seria um predicativo do objeto? Não está exprimindo uma caraterística do objeto?


    Se alguém puder me ajudar, obrigado. 


  • estava analisando o sujeito e predicado ... p%¨&&%$

  • Pelo que eu entendi, predicação verbal é igual à transitividade...


    Neste link fica bem claro isso:

    http://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint11.php

  • A questão pede um predicado verbal.

    a) predicado nominal

    c) predicado verbo nominal

    d) predicado nominal

    e) predicado nominal

  • Line , porque a questão E é verbo de ligação ?

     

  • Predicação Verbal

    Chama-se predicação verbal o resultado da ligação que se estabelece entre o sujeito e o verbo e entre os verbos e os complementos. Quanto à predicação, os verbos podem ser intransitivostransitivos ou de ligação.

  • Qual a classificação sintática do termo "com uma boca de tubarão nas costas"? Alguém pode me ajudar, por favor. 

  • ''Os havaiamos'': Sujeito

    ''acreditam'': VTI

    ''em um homem'': OI

    ''Com uma boca de tubarão'': predicativo do objeto 

    ''nas costas'': Adjunto adverbial de lugar

  • Resposta: Alternativa "b".

     

    "Os havaianos acreditam (VTI) em um homem com uma boca de tubarão nas costas.”

    b) "Precisamos (VTI)  dos monstros.”

  • O verbo “acreditam” é transitivo indireto. Assim, devemos
    encontrar essa transitividade dentre as alternativas.


    Na alternativa (A), o verbo “era” é de ligação, “esta” é o sujeito e “uma
    realidade” é o predicativo.   
    VERBOS DE LIGAÇÕES ( SER,ESTAR,FICAR,CONTINUAR,PERMANECER,PARECER,ANADAR TORNAR E VIRAR)

    VL + PREDICATIVO DO SUJEITO = PREDICADO NOMINAL

     


    A alternativa (B) é a correta, pois o verbo “Precisamos” é transitivo
    indireto, o sujeito fica subentendido como “nós” e “dos monstros” é o objeto

    indireto.   GABARITO


    Na alternativa (C), o verbo “provoca” é transitivo direto, “Isso” é o
    sujeito e “uma sensação dupla” é o objeto direto.


    Na alternativa (D), o verbo “há” é transitivo direto e “relatos de
    gigantes” é o objeto direto
    . quando o verbo “haver” estiver no sentido de “existir”, será transitivo direto e não terá
    sujeito.


    Na alternativa (E), o verbo “têm” é transitivo direto, o sujeito é “Os
    monstros” e “uma característica em comum” é o objeto direto.

     

     

  • Resposta; Alternativa B.

    "Os havaianos acreditam (VTI) em um homem com uma boca de tubarão nas costas.”

    b) "Precisamos (VTI)  dos monstros.”

  • Questão fácil + enunciado diferente = dúvida. Banca esperta.

    Gabarito letra B)

  • KKKKKKKKKKKK

  • GABARITO - B

    Os havaianos acreditam em um homem

    Acreditam / em algo

    VTI - Em um homem

    a) “... esta era uma realidade.” (3º§)

    VL

    b) “Precisamos dos monstros.” (7º§)

    VTI - Objeto indireto = Dos monstros

    ___________________________-

    c) “Isso provoca uma sensação dupla...” (5º§)

    VTD - OD = uma sensação dupla

    ___________________________-

    d) “Entre os gregos, há relatos de gigantes…” (1º§) qc

    VTD = OD = RELATOS .

    ____________________________.

    e) “Os monstros têm uma característica em comum:…” (2º§)

    VTD = OD = UMA CARACTERÍSTICA ...


ID
1078354
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

Quanto à classe gramatical das palavras sublinhadas, tem-se a correspondência correta em

Alternativas
Comentários
  • As dez Classes Gramaticais.- Resumo

    1- SUBSTANTIVO

    É a classe gramatical de palavras variáveis as quais denominam os seres. Ex.: giz, Madalena, mesa... 

    Classificação dos Substantivos: Comuns,Próprios, Concretos, Abstratos, Primitivos, Derivados, Simples, Compostos, Coletivos. 

    2- ARTIGO

    É a classe gramatical de palavras que acompanham ou antecedem os substantivos, determinando-os.Classificação dos Artigos: Definidos : o, a, os, as Indefinidos : um, uma, uns, umas 

    3- ADJETIVO

    É a classe gramatical de palavras que exprimem qualidade, defeito, origem, estado do ser.Classificação dos Adjetivos: Explicativo Ex.; neve fria. Restritivo Ex.: fruta madura. Primitivo Ex.: bom. Derivado Ex.: bondoso. Simples Ex.: Céu azul Composto Ex Camisa azul-celeste. Pátrios Ex.:brasileiro, mexicano...

    4- NUMERAL

    É a palavra que dá idéia de quantidade, Ex.; um, dez, primeiro, vigésimo, meio, triplo

    Classificação dos Numerais: Cardinais, Ordinais, Fracionários, Multiplicativos.

    5- PRONOME

    É a classe de palavras que substituem o nome ou a ele se referem.

    Pronomes Substantivos e Pronomes Adjetivos:

    Pronome Substantivo : é o pronome que substitui o nome. Ex.: Ele não o viuontem.

    Pronome Adjetivo : é o pronome que acompanha o nome. Ex.: Aquele rapaz não viu sua prima.

    Pessoais, Possessivos, Demonstrativos, Indefinidos, Relativos, Interrogativos,

    6- VERBO

    É a classede palavras variáveis em pessoa, número, tempo, modo e voz, que indicam ação (correr), estado (ficar), fenômeno (chover), fato (nascer).

    Flexões Verbais: Pessoa, Número., Tempo, Modo,.Voz.

    7-ADVÉRBIO

    É a classe de palavras invariáveis que indicam circunstâncias diversas. Ex.: aqui, ontem, muito, sim...

    Classificação do Advérbio:

    a) de lugar b)de tempo c) de modo d) de intensidade e) denegação f) de afirmação certamente... g) de dúvida

    8- PREPOSIÇÃO

    É a classe de palavras invariáveis que ligam duas palavras ou termos.

    Classificação das Preposições:

    essenciais: a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trás. acidentais: conforme, segundo, consoante, como, afora, mediante, durante.

    Combinação: Ex.:a + o = ao ...

    Contração: Ex.:em + a = na; de + aquela = daquela; per + o = pelo; de+este=deste,,,

    9- CONJUNÇÃO

    É a classe de palavras invariáveis que ligam duas palavras ou orações entre si.Ex.: e, mas, pois...

    Classificação Conjunções.

    a)Coordenadas:

    Aditivas,adversativas, alternativas,conclusivas, explicativas

    Subordinativas: Causais, concessiva, condicionais, conformativas, comparativas, consecutivas, finais, temporais, proporcionais.

    10- INTERJEIÇÃO

    É a classe gramatical de palavras invariáveis que exprimem um estado emotivo. Dependendo do estado emotivo (espanto, alivio, advertência, admiração, alegria, apelo, dor, lástima, aplauso, imitação de um som ou ruído, saudação, desaprovação, desejo, indignação, desculpa, pena...


  • a) até - preposição

    b) a - antes de verbo é preposição

    c) este - pronome demonstrativo

    d) os - pronome oblíquo (correta)

    e) a - antes de substantivo é artigo

  •  d) “... em que criamos estes seres e os projetamos no reino...” (4º§) – pronome

    Nós projetamos eles no reino. Destarte, nós os projetamos.

  • Preposições:

    a, ante, após, até, com, contra, de, desde, em, entre, para, perante, por, sem, sob, sobre, trás.


ID
1078357
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

Assinale a alternativa em que o antecedente do pronome relativo está INCORRETAMENTE indicado.

Alternativas
Comentários
  • Não entendi o erro da letra b.  Alguém me ajude? 

  • @Juciara Pires, "que são comidos" refere-se à "daqueles" e não ao destino. 

  • b) “... que são comidos...” (2º§) – destino

    HOmens sao comidos, nao o destino.





  • Não é isso escrito acima... "...que são comidos..."

    "São comidos" é uma locução verbal que concorda com "que", pronome relativo que se refere a alguma palavra anteriormente citada no plural, qualquer que seja ela. A resposta (destino) está no singular, portanto, errada


ID
1078360
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)

Assinale a afirmativa que admite transposição para a voz passiva.

Alternativas
Comentários
  • D) “Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados.” (3º§

    VERBO SER + PARTICÍPIO = VOZ PASSIVA ANALÍTICA

    QUESTÃO ANULADA,VISTO QUE JA ESTAVA TRANSPOSTO KKKKKKKKKKK


ID
1078363
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Numa festa foram servidos doces e salgados num total de 375 unidades. Se no final da festa sobraram um quinto dos doces e um quarto dos salgados, totalizando 86 unidades, então, quantos salgados foram preparados a mais do que doces?

Alternativas
Comentários
  • D + S = 375

    1/5D + 1/4S = 86 (tirar o mmc de 4 e 5 = 20)

    4D + 5S = 1720

    se D = 375 - S, então

    4x(375 - S) + 5S = 1720

    1500 - 4S + 5S = 1720

    S = 220, e D = 375 - S,

    D = 155

    Temos 65 Salgados a mais do que Doces.

  • Representarei DOCES por X e SALGADOS por Y:




    Passo 1) O enunciado nos diz que: "Numa festa foram servidos doces e salgados num total de 375 unidades." Sendo assim podemos representar por: X + Y = 375




    Passo 2) O enunciado tb diz que: "no final da festa sobraram um quinto dos doces e um quarto dos salgados, totalizando 86 unidades". Sendo assim: 1/5x + 1/4y = 86




    Passo 3) Agora é só resolver e achar os valores de X e Y, doce e salgado, respectivamente. Obtemos então que: X = 155 e Y = 220




    Passo 4) O que a questão quer saber de fato é: "quantos salgados foram preparados a mais do que doces?". Bom, tivemos um total de 155 doces e 220 salgados. Pra saber quantos salgados foram a mais é so diminuir: 220 - 155 = 65 !!!!!




    Avanteeeeeeeeeeeeeee!

  • Existe algum outro jeito de fazer pessoal?

  • Haroldo,

    Não entendi de onde veio o valor 1720. Poderia explicar?
  • Já enxerguei: 20*86 = 1720


ID
1078366
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Quatro objetos – uma chave, um dado, um cadeado e um parafuso – foram colocados, cada um deles, em uma gaveta diferente, sendo as mesmas dispostas verticalmente. Considere que:

- o cadeado está entre duas gavetas e não está abaixo do dado nem acima da chave;

- ou o parafuso está na gaveta mais baixa ou a chave está acima do dado;

- nem a chave nem o dado estão na gaveta mais alta.

A sequência de objetos citados, a partir da gaveta mais baixa, é

Alternativas
Comentários
  • 1º - Se "nem a chave nem o dado estão na gaveta mais alta" a alternativa "c" está excluída.

    2º - Se a alterativa "c" está errada e todas as outras alternativas o parafuso está na gaveta mais alta, então o parafuso está na gaveta mais alta.

    3º - Se "ou o parafuso está na gaveta mais baixa ou a chave está acima do dado" e o parafuso está na gaveta mais alta, então a chave está acima do dado. Logo, a chave está acima do dado apenas nas alternativas "b" e "e".

    4º - Se "o cadeado não está abaixo do dado nem acima da chave", então a alternativa "b" está errada, pois lá o cadeado está acima da chave.


    Assim nos restou apenas a alternativa "e". Vamos conferir.

    ALTERNATIVA "E"

    Gaveta 1: parafuso

    Gaveta 2: chave

    Gaveta 3: cadeado

    Gaveta 4: dado

    O cadeado está entre duas gavetas e não está abaixo do dado nem acima da chave? SIM.

    Ou o parafuso está na gaveta mais baixa ou a chave está acima do dado? SIM.

    Nem a chave nem o dado estão na gaveta mais alta? SIM.

  • Muito bom seu comentário colega! Queria poder curtir mais vezes! 


ID
1078369
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma empresa realiza a reunião mensal sempre na última terça-feira do mês. Sabe-se que 3 reuniões consecutivas de um mesmo ano ocorreram nos dias 30, 27 e 24, então, a

Alternativas
Comentários
  • Dia 30 de um determinado mês cai numa terça-feira. Para que numa terça do outro mês caia num dia 27 (três dias a menos) é necessário que o mês tenha 31 dias.

    O mesmo ocorre com a segunda etapa: 27 - 24 = 3. Também faz-se necessário um mês de 31 dias.

    Fica claro que dois meses juntos no mesmo ano que contenha 31 dias são: Julho e Agosto.

    As possíveis respostas para essa questão:

    - A terceira reunião ocorreu num mês de 30 dias.

    - A terceira reunião ocorreu em Setembro

    - A terceira reunião ocorreu no mês 9....

    ... E todas as derivações... Você sabe o mês das reuniões então fica fácil excluir qualquer alternativa errônea.

  • muito boa questão

  • a ultima cai num dia 24, logo... 24+7=31 Obrigatoriamente em um mês de 30 dias para ser a ultima terça! 

  • Terceira Reunião: dia 24

    Comecamos a contar na terça feira dia 24, se o mês for de 30 dias o mês termina na SEGUNDA, agora se for de 31 cai na terca, então a reunião seria no dia 31 e n 24.

    24+ 7 = 31

    2   3  4  5  6 sab domin  seg

       24 25 26 27 28     29  30

  • Questão confusa, não há como saber se se referm as reuniões do ano ou a 'terceira reunião' dessas a que aí estão, também não há como saber se as reuniões ocorreram no primeiro ou segundo semestre.

  • É uma sequência P.A (30,27,24) onde a razão é 3.

    Dessa forma, necessariamente o mês precisa ser 30 dias.

    Gab.B


ID
1078372
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

O sétimo termo de uma progressão geométrica de razão 2 é igual a 768. Se o segundo termo dessa progressão geométrica é igual ao quarto termo de uma progressão aritmética, cuja razão é – 5, então o produto do primeiro termo da progressão geométrica e o primeiro termo da progressão aritmética é igual a

Alternativas
Comentários
  • Fórmula Geral de Progressão Geométrica: gn = g1 × q(n-1)

    Sendo que:

    gn é qualquer termo da progressão geométrica

    g1 é o primeiro termo da progressão geométrica

    n é a posição do termo na progressão geométrica

    q é a razão da progressão geométrica, no caso q = 2

    Fórmula Geral de Progressão Aritmética:  an = a1 +  (n-1) × r

    Sendo que:

    an é qualquer termo da progressão aritmética

    a1 é o primeiro termo da progressão aritmética

    n é a posição do termo na progressão aritmética

    r é a razão da progressão aritmética, no caso -5

    Resolução do Problema

    Vamos descobrir qual é o primeiro termo da progressão geométrica usando o seu sétimo termo apresentado pelo enunciado, quando g7 = 768

    (1º) g7 = g1 × q(7-1)

    (2º) 768 = g1 × 2(7-1)

    (3º) 768 = g1 × 26

    (4º) 768 = g1 × 64

    (5º) g1 = 768 ÷ 64

    (6º) g1 = 12

    Assim, se o primeiro termo da progressão geométrica é 12 o segundo termo dela será 12 multiplicado pela razão: g2 = g1 × q

    (1º) g2 = 12 × 2

    (2º) g2 = 24

    Se o segundo item da progressão geométrica é igual ao quarto termo da progressão aritmética, temos que:  g2 = a4 , ou seja, a4 = 24

    Para de descobrir o primeiro termo da progressão aritmética usaremos o seu quarto termo (a4)

    (1º) a4 = a1 + r(4-1)

    (2º) 24 = a1 + (-5)(4-1)

    (3º) 24 = a1 + (-5)(3)

    (4º) 24 = a1 + (-15)

    (5º) 24 = a1 – 15

    (6º) a1 = 24 + 15

    (7º) a1 = 39

    O que a questão quer é o produto dos primeiros termos das progressões aritmética e geométrica, ou seja, g1 × a1

    12 × 39 = 468


    Normalmente se usa a nas duas fórmulas, mas achei melhor separar para não causar confusão.

  • PG

    A7=A1*q^6

    768=A1*2^6

    A1=12

    A2=A1*q^1

    A2=12*2=24

    Como o 2° termo da PG é igual ao 4° termo da PA: A2=a4

    a4=a1+3r

    24=a1+3*(-5)

    a1=39

    A1*a1= 12*39=468

    LETRA B

  • Questão boa! Letra B
    Nem precisaria tanto da fórmula porque são poucos termos a serem encontrados. Na PG, por exemplo, se for dividido o sétimo termo pela razão (=2) encontraria os termos antecessores. Depois, encontraria o primeiro termo da PA.
    A razão "-5" é para identificar que a progressão aritmética é decrescente. Então, a razão é somada par encontrar os termos anteriores da PA ;)

  • Leandro, não entendi o 26 e  64 da pg, você pode me ajudar?

  • Localizamos primeiramente os termos da PG

    A7=A1*q^6

    768=A1*2^6

    A1=12

    A2=A1*q^1

    A2=12*2=24

    Obtido o segundo termo da PG (= quarto termo da PA) 

    a4=a1+3r

    24=a1+3*(-5)

    a1=39

    A1*a1= 12*39=468

    LETRA B

  • essa deu pra fazer no braço com certa tranquilidade


ID
1078375
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Seja a sequência numérica: – 110, – 90, – 71, – 53, – 36,... , 100. Sobre essa sequência, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • -110+20=-90

    -90+19= -71

    -71+18= -53

    -53+ 17= -36

    -36+ 16= -20

    -20+ 15= -5

    -5+14 = 9

    9+13=22

    22+12=34

    34+11=45

    45+10= 55

    55+9=64

    64+8=72

    72+7=79

    79+6=85

    85+5=90

    90+4=94

    94+3=97

    97+2=99

    99+1=100

  • questão tem duas resposta corretas letra A e B

    -110+20=-90 (1)

    -90+19= -71 (2)

    -71+18= -53 (3)

    -53+ 17= -36 (4)

    -36+ 16= -20 (5)

    -20+ 15= -5 (6)

    -5+14 = 9 (7)

    9+13=22 (8)

    22+12=34 (9)

    34+11=45 (10)

    45+10= 55 (11)

    55+9=64 (12)

    64+8=72 (13)

    72+7=79 (14)

    79+6=85 (15)

    85+5=90 (16)

    90+4=94 (17)

    94+3=97 (18)

    97+2=99 (19)

    99+1=100 (20)


  • Valdinez faltou vc contar o -110

  • Na verdade faltou o Valdinez contar o 100, ai ficam 21 números.

  • LETRA B

    SOLUÇÃO EM VÍDEO: https://www.youtube.com/watch?v=Uq9a6xK4hDo


ID
1078381
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Dois automóveis partem, simultaneamente, das extremidades opostas de um túnel de 3 km de extensão, ambos com velocidade de 75 km/h. Quanto tempo esses veículos levam para se encontrar?

Alternativas
Comentários
  • Basta somar as velocidades dos carros = 150km/h 

    distancia 3km.

    Regra de três. 3/150 = 0.02 horas = 1.2 minutos = 1min e 12 segundos.

  • Vm=Δs/Δt

    150=3/Δt

    Δt= 0,02 horas

    Transformando em minutos: 0,02 * 60 = 1,2 minutos = 72 segundos = 1 minuto e 12 segundos

  • 75 km em 60 min

    1,5 km em x min

    as grandezas distancia e tempo são diretamente proporcionais

    faz o cruz credo= 75 x = 1,5 vezes 60

    x=90/75 x= 1.2 minutos, ou seja, um minuto inteiro e 0,2 minutos

    0,2 minutos é igual a 2/10 vezes 60 segundos= 12 segundos

    ok


ID
1078384
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Uma viagem de ônibus teve origem em uma cidade A e destino em uma cidade B. Sabe-se que desembarcaram dois quintos dos passageiros em uma pequena cidade localizada entre o percurso e, em seguida, desembarcaram mais 7 pessoas num vilarejo próximo à cidade B. Se o número de passageiros que chegaram em B foi igual a 20, então a soma dos algarismos do número de passageiros que embarcaram na cidade A é igual a

Alternativas
Comentários
  • O ponto A tem x passageiros, após a primeira parada desceram 2/5 de x e na segunda parada, 7 pessoas. O número de passageiros que chegaram foi de 20.

     Então:  x - 2/5x -7=20 ; tira o mínimo de 5 e fica 5x-2x-35=100, logo 3x=135; x=45; a soma dos algarismos é 4+5=9 letra c

  • 1º passo  2x/5 + 7 + 20 = x (montagem da expressão)

    2º passo  2x//5 + 35/5 + 100/5 = 5x/5  (mmc)

    3º passo 2x + 35 + 100 = 5x ("corta" os denominadores)

    4º passo 3x = 135

    5º passo x = 45 (nº total de passageiros)

    6º passo  4+5 = 9

  • Se desceu 2/5 na primeira parada, 7 na segunda e restaram 20. Podemos dizer que 27=3/5 do total,

    Sendo assim, basta calcularmos  a quanto equivale o inteiro, ou seja, 5/5: 

    (27/3) x 5=45 Temos que o total é 45 e a soma de seus algarismos é 9.

  • SE 20 + 7 = 27 e correspondem a 3/5 que equivale a 60%, temos, portanto, que achar os 40%, pra identificarmos a quantidade total de passageiros que embarcaram na cidade A. P

    Para isso fazemos uma regra de três:

    27 = 60%

    X  = 40% 

    Simplificando 60 e 40 por 20, temos que: 3X = 54 ==> x = 18

    temos então que: 27 = 60% e 18 = 40% ==> 45 = 100%

    então a soma dos algarismos que embarcaram em A é: 4 + 5 = 9

  • gab C

    Começando de trás para frente do problema,

     20 - 7 =13

    13 - 2/5 faz o (mmc) = 65-2 = 63 

    A soma dos algarismos do número de passageiros que embarcaram na cidade A = 6+3= 9


  • princípio da regressão =   se está subtraindo na volta faz somando :     20 + 7 = 27  -------->   2/5  fica = 3/5    (na forma normal em cima multiplica e embaixo divide). com isso invertemos = 27 /3  = 9     e  9 x 5 = 45.   soma dos algaritimos = 4+5 = 9.

  • Fiz da seguinte forma:

    2/5x + 7 + 20 = x 

    2x + 35 + 100 = 5x

    2x - 5x= -135

    -3x = -135 (-1)

    3x= 135

    x= 45 

    Ou seja, somando-se o número de passageiros que desceram no primeiro instante, mais os que desceram num segundo instante (7), mais o número de passageiros que chegaram em B, tem-se o número ''x'' inicial de passageiros.

    Logo: 4 + 5 = 9 -------------- GAB: C

  • Uma outra opção seria: 

    Cidade A                       Peq. Cidade                             Vilarejo                           Cidade B

            |--------------------------------|-------------------------------------|---------------------------------|

           ?                      2/5(desembarcam)                  7(desembarcam)            20(desembarcam)

    ?= Embarcaram na Cidade A

    2/5= Desceram na pequana cidade

    7= Desceram no Vilarejo

    20= Desceram na Cidade B

    Embora esta questão possa consumir um bom tempo da prova, é possível determinar o resultado de forma mais rápida, entendendo o fluxo de embarque e desembarque,

    Primeiro, cada desembarque representa uma fração, logo temos 3 frações.

    Obs.: Os 2/5 das pessoas que desembarcaram, serve para atrasar a resolução, são irrelevantes para o resultado final.

    Portanto, se 20 pessoas que desceram no ponto B, + as 7 pessoas que desceram no vilarejo, representam 27 pessoas, logo representam 3/5 das pessoas que ainda estavam no ônibus, depois do desembarque na pequena cidade.

    Observe as alternativas: A=6, B=8, C=9, D=10, E=11 

    Então, 27/3=9, sendo 9, o número de passageiros que embarcaram na cidade A,

    A pergunta diz: Qual a soma dos algarismos do número de passageiros que embarcaram na cidade A. 

    9 pessoas x 1/5=45 (quantidade de pessoas que desembarcaram na cidade pequena.

    Porque 4+5=9.

    * Um algarismo ou dígito, é um tipo de representação (um símbolo numérico, como "4" ou "5") usado em combinações (como "45") para representar números (como o número 45) em um sistemas de numeração posicionais.

    Alternativa C.


ID
1078387
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

A soma do ano do nascimento de um pai com o ano do nascimento de um filho é igual a 3900. Se o pai é 46 anos mais velho que o filho, quantos anos o filho completou no ano 2000?

Alternativas
Comentários
  • x é o ano de nascimento do pai ///// y é o ano de nascimento do filho //// x + y = 3900 (a soma do ano de nascimento de ambos é 3900) //// x = y- 46 (o pai é 46 anos mais velho, logo o ano de nascimento do pai, x, é igual ao ano de nascimento do filho,y, menos 46 anos) //// x + y = 3900 //// x = y - 46 ( -1) //// - x = - y+46 //// Somando-e as duas equações, temos: y = - y +3946                     Logo, 2y = 3946     y = 1973    x = 1973 - 46  x = 1927 //// No ano 2000 o filho terá 27 anos, pois o mesmo nasceu em 1973 (2000-1973 = 27) 
  • Ano de nascimento do pai: 19xy (mil novecentos e algum ano que não sei, a mesma coisa para o filho, dá para deduzir pela soma dos anos e porque ele pergunta quantos anos fará em 2000, pelas respostas, entende-se que eles nasceram nos anos 1900 e alguma coisa). Ano de nascimento do filho: 19ab.

    19xy+19ab = 3900.

    ab -xy = 46.

    1900 +1900 = 3800, então --> xy+ab = 100 (3900-3800).

    Então, temos que:  xy = 100-ab. e ab-xy=46

    Substituindo:

    ab-100-ab = 46.

    2ab = 146.

    ab = 73.

    Nascimento do filho: 1973.

    xy+73=100, então xy =27.

    Nascimento do pai: 1927.

    Como o filho nasceu em 1973, em 2000 fará 27 anos.

  • P = representa o Pai

    F = representa o filho

    P+F=3900

    P= F - 46 

    Substituindo P= F - 46  em P+F=3900 -> (F - 46) + F = 3900 -> 2F= 3900+46 -> F=1973 (Já resulta no ano em que o filho nasceu.Se na questão pede a idade do filho no ano 2000 e ele nasceu em 1973 , o filho terá 27 anos no ano de 2000).

    Letra B


ID
1078393
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Arquitetura de Computadores
Assuntos

Uma das maneiras de se melhorar o desempenho do sistema é utilizar múltiplos processadores que possam executar em paralelo para suportar uma certa carga de trabalho. Relacione as colunas acerca dos tipos de processadores paralelos.

1. Instrução única, único dado.
2. Instrução única, múltiplos dados.
3. Múltiplas instruções, único dado.
4. Múltiplas instruções, múltiplos dados.

( )Sequência de dados transmitida para um conjunto de processadores, onde cada um executa uma sequência de instruções diferentes.
( )Conjunto de processadores que executam sequências de instruções diferentes simultaneamente em diferentes conjuntos de dados.
( )Processador único que executa uma única sequência de instruções para operar nos dados armazenados em uma única memória.
( ) Instrução única de máquina controla a execução simultânea de uma série de elementos de processamento em operações básicas.

A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: A


ID
1078396
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

“O padrão com o qual o ponto de acesso permite que o cliente trave um diálogo com o servidor de autenticação e observe o resultado.” Assinale a alternativa que contempla a informação disposta na afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • IEEE 802.1X is an IEEE Standard for Port-based Network Access Control (PNAC). It is part of the IEEE 802.1 group of networking protocols. It provides an authentication mechanism to devices wishing to attach to a LAN or WLAN.

    IEEE 802.1X defines the encapsulation of the Extensible Authentication Protocol (EAP) over IEEE 802,[1][2] which is known as "EAP over LAN" or EAPOL.[3] EAPOL was originally designed for IEEE 802.3 Ethernet in 802.1X-2001, but was clarified to suit other IEEE 802 LAN technologies such as IEEE 802.11 wireless and Fiber Distributed Data Interface (ISO 9314-2) in 802.1X-2004.[4] The EAPOL protocol was also modified for use with IEEE 802.1AE (“MACsec”) and IEEE 802.1AR (Secure Device Identity, DevID) in 802.1X-2010[5][6] to support service identification and optional point to point encryption over the local LAN segment.


  • O IEEE 802.3 é uma conexão de padrões que especificam a camada física e a sub-camada MAC da camada de ligação de dados do Modelo OSI para o protocolo Ethernet, tipicamente uma tecnologia LAN com algumas aplicações WAN.

    IEEE 802.1X é um padrão IEEE para controle de acesso à rede com base em portas; faz parte do grupo IEEE 802.1 de protocolos de redes de computadores. Provê um mecanismo de autenticação para dispositivos que desejam juntar-se a uma porta na LAN,

    IEEE 802.3af, é um padrão que permitem a alimentação de dispositivos de rede por meio de cabos UTP / FTP. Desta forma, é possível alimentar dispositivos como câmeras, telefones, switches, pontos de acesso, etc.

    IEEE 802.3ae-2002 e é o mais rápido padrão de Ethernet em uso. Este define uma versão da Ethernet com uma taxa de transferência de dados de 10 Gbit/s, dez vezes mais rápido que a Ethernet Gigabit.

    IEEE 802.1q traz a necessidade de introduzir campos de identificação nos quadros Ethernet. Essa informação extra será utilizada no roteamento dos quadros, e serão usados pelas pontes ou switches para encaminhar ou filtrar o tráfego recebido.

    A resposta correta é a: B (802.1x).

  • Segundo Tanenbaum página 516:

    "O 802.1X com o qual o ponto de acesso permite que o cliente trave um diálogo com o servidor de autenticação e observe o resultado"


ID
1078399
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

O H.323 é um protocolo de padrão pesado, típico de indústria de telefonia, especificando a pilha de protocolos completa e definindo com precisão o que é permitido e o que é proibido. São características do H.323, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • A) CORRETA - O protocolo H.323 possui criptografia e autenticação através do protocolo H.235

    B) CORRETA - O H.323 possui arquitetura monolítica e não modular, pois possui elementos únicos que formam um grande sistema capaz de interagir entre si

    C) CORRETA - Através dos gateways uma rede H.323 pode se comunicar a rede PSTN (telefonia)

    D) ERRADA - É característica do SIP e não H.323

    E) CORRETA -  A transmissão de sinais da rede H.323 ocorre através de números binários 


  • Gabarito D

    O SIP é o que suporta mensagens instantâneas.

     

    Vamos na fé !

     

    "Retroceder Nunca Render-se Jamais !"
    Força e Fé !
    Fortuna Audaces Sequitur !
     

  • Apenas completando a informação da resposta: D

    O padrão H.323 [3] é parte da família de recomendações ITU-T (International Telecommunication Union Telecommunication Standardization sector) H.32x, que pertence a série H da ITU-T, e que trata de "Sistemas Audiovisuais e Multimídia". A recomendação H.323 tem o objetivo de especificar sistemas de comunicação multimídia em redes baseadas em pacotes e que não provêem uma Qualidade de Serviço (QoS) garantida. Além disso, estabelece padrões para codificação e decodificação de fluxos de dados de áudio e vídeo, garantindo que produtos baseados no padrão H.323 de um fabricante interopere com produtos H.323 de outros fabricantes.

    Redes baseadas em pacotes incluem as redes IP (Internet Protocol) como a Internet, redes IPX (Internet Packet Exchange), as redes metropolitanas, as redes de longa distância (WAN) e ainda conexões discadas usando PPP.

    O padrão H.323 é completamente independente dos aspectos relacionados à rede. Dessa forma, podem ser utilizadas quaisquer tecnologias de enlace, podendo-se escolher livremente entre as que dominam o mercado atual como EthernetFast Ethernet, FDDI, ou Token Ring. Também não há restrições quanto à topologia da rede, que pode consistir tanto de uma única ligação ponto a ponto, ou de um único segmento de rede, ou ainda serem complexas, incorporando vários segmentos de redes interconectados. A figura 1 [7] ilustra a comunicação entre dois terminais H.323 em uma rede baseada em pacotes.

    O padrão H.323 especifica o uso de áudio, vídeo e dados em comunicações multimídia, sendo que apenas o suporte à mídia de áudio é obrigatório. Mesmo sendo somente o áudio obrigatório, cada mídia (áudio, vídeo e/ou dados), quando utilizada, deve seguir as especificações do padrão. Pode-se ter uma variedade de formas de comunicação, envolvendo áudio apenas (telefonia IP), áudio e vídeo (videoconferência), áudio e dados e, por fim, áudio, vídeo e dados.


ID
1078402
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

Arranjos redundantes de discos independentes (Redundant Array of Independent Disks – RAID), anteriormente conhecido como Arranjo redundante de discos baratos (Redundant Array of Inexpensive Disks), é uma família de técnicas que utilizam vários discos (também chamados arranjos de discos) organizados para proporcionar maior desempenho e/ou confiabilidade. Assinale a alternativa que apresenta a característica do RAID 0 + 1.

Alternativas
Comentários
  • Algum esclarecimento a respeito da letra "c"?

  • Com relação a letra C, a diferença é que neste caso seria o raid 1 + 0, no qual primeiro se espelha os dados e depois divide entre o outro conjunto de discos, realmente no mínimo tem que ter um mínimo de 4 discos.

    A letra B também tem que ter um mínimo de 4 discos, como a letra C, entretanto os dados primeiro são divididos no conjunto de discos e depois espelhados para o outro conjunto de discos. Lembrando que tanto os conjuntos de discos tanto no raid 0 + 1 quanto no raid 1 + 0, têm que ser da ordem par, ou seja, 4 discos, 6 discos, 8 discos assim sucessivamente.
  • Segue o endereço eletrônico de um bom artigo que descreve a diferença entre o RAID 0+1 e o 1+0 :

    http://eduardolegatti.blogspot.com.br/2008/03/descomplicando-raid-01-01-e-raid-10-10.html

  • Pessoal depende do ponto de vista da questão. Neste caso a questão quer saber da estrutura/característica do RAID 0+1.

    Se analisar do ponto do algoritmo que faz a gravação nos disco a alternativa C estaria correta.

    Veja esse video que demonstra o funcionamento do RAID 10 de forma "animada"

    https://www.youtube.com/watch?v=U-OCdTeZLac

  • gab B. fui de c kkk.. B) Conjunto de discos divididos por tiras, cuja imagem é espelhada em um segundo conjunto de discos. // FAZ SENTIDO, POIS INTERNAMENTE FICARÁ O RAID 0 FRACIONADO POR TIRAS QUE GUARDARÁ 50% DOS DADOS NO DISCO1 E 50% NO DISCO2. POR FORA, TEREMOS O RAID 1, OU SEJA, UM ESPELHAMNETO COM 2 DISCOS, OU SEJA, O DISCO3 ESPELHANDO O DISCO4.


ID
1078405
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Servlets estendem a funcionalidade de um servidor, permitindo que ele gere conteúdo dinâmico. Utilizam o modelo de solicitação/resposta HTTP da comunicação entre o cliente e o servidor. Acerca dos servlets é INCORRETO afirmar que

Alternativas
Comentários
  • Alguém pode explicar???

  • Paulo, eu também errei, pois fiquei entre a C e a E. Mas vamos as alternativas.

    A. Correta. A interface Servlet declara os métodos de ciclo de vida dos servlets: init(ServletConfig s), chamado quando o servlet é inicializado; service(ServletRequest req, ServletResponse res), chamado para tratar as requisições dos clientes e enviar as respostas; destroy(), trata da destruição do servlet e liberação de recursos.

    B. Correta. Todo servlet precisa de um container para ser executado.

    C. Errada. Não é o container que envia solicitações para o servidor, quem as envia é o cliente. As quatro principais etapas são:

    1. Cliente envia solicitação ao servidor;

    2. O servidor invoca, através do seu container, o servlet indicado para a solicitação do serviço solicitado;

    3. O servlet gera o conteúdo em resposta a solicitação do cliente;

    4. O servidor repassa o resultado gerado pelo servlet para o cliente, em geral, como uma resposta HTTP convencional.

    Ref: http://miscelaneadoconhecimento.com/java/servlet/javaservlet.html

    D. Correta. Conforme explicado na letra A, o método destroy libera os recursos usados pelo servlet.

    E. Correta. Todos os servlets devem implementar a interface Servlet. Existe a classe GenericServlet e a HTTPServlet. Ambas implementam a interface Servlet, a primeira de forma direta, e a segunda de forma indireta, já que HTTPServlet é uma especialização de GenericServlet.

  • Questão deveria ser anulada, na letra A afirma que Servlet  é uma interface. ERRO pois é uma classe.

  • É mesmo uma discussão e tanto esta questão: Em modelagem (UML), a interface pode ser vista como um protocolo de comportamento, ou seja, uma lista de métodos abstratos com ou sem variáveis. E para usar esta interface, é preciso criar uma classe que implemente tudo isso.

    De fato, a resposta C está certa. Ou errada neste caso, porque o servlet (servidor) recebe uma solicitação http, processa e devolve para o cliente.


ID
1078408
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Programação
Assuntos

Toda thread do Java tem uma prioridade de thread que ajuda a determinar a ordem em que são agendadas. As prioridades do Java variam entre MIN_PRIORITY, MAX_PRIORITY e por padrão toda thread recebe a prioridade NORM_PRIORITY. Assinale a alternativa que apresenta os valores da constante de cada uma das prioridades.

Alternativas
Comentários
  • Francamente, não dá pra levar a sério essa banca. Tem um concurso chegando e estou completamente atordoado com a criatividade pouco ortodoxa dessas questões. Alíás, o Questões de Concursos deveria apurar melhor o conteúdo. Se o fizesse, notaria que as questões B e D são as mesmas, no entanto, a D foi considerada correta. Isso seria motivo de anular a questão e deveria constar essa informação no lugar de comentários.

  • A b e d não são iguais. Mas agora aprendi as constantes de prioridade de threads. Mudou minha vida como desenvolvedor para sempre! kkkkk piada essa questão.

  • Essa banca é louca mesmo!

  • Essa banca é louca mesmo!

  • FUI PELA LÓGICA, minimo, intermediário e VALOR máximo;

  • nossa, que coisa relevante -_-

  • Resposta correta:

    MIN_PRIORITY (uma constante de 1); MAX_PRIORITY (uma constante de 10); NORM_PRIORITY (uma constante de 5)

  • vamos nos ater em responder diretamente as perguntas pessoal. Deixe seus comentários em outro post....


ID
1078411
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Sistemas Operacionais
Assuntos

Para que se ocorra um impasse (deadlock), quatro condições são conhecidas, sendo que, se faltar uma dessas condições, o impasse do recurso não ocorrerá. Acerca dessas condições, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Comentários
  • A ocorrência da inanição se dá quando os programas rodam indefinidamente (razão pela qual também se dá o nome de preterição indefinida a esta situação) e não fazem nenhum progresso em seu processamento, ao contrário do deadlock, que ocorre quando os processos permanecem bloqueados, dependendo da liberação dos recursos por eles alocados.


    Fonte:http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Inani%C3%A7%C3%A3o_(computa%C3%A7%C3%A3o)
  • Deadlock = Interbloqueio, blocagem, impasse.

    Quando se executa um conjunto de processos do SO, pode-se causar uma situação de Deadlock se, todo processo pertencente a este conjunto estiver esperando por um evento que somente outro processo desse mesmo conjunto pode fazer.

    É facil de entender quando se imagina um sinaleiro de cruzamento congestionado, e o fluxo de um lado depende da liberação do fluxo do outro lado, que também está congestionado.

    Inanição não faz parte deste grupo. Resposta certa A.

  • Gabarito A

    Condições para Deadlock ocorrer:

     

    Exclusão mútua: cada recurso só pode estar alocado a um único processo em um determinado instante;

    Posse e Espera: um processo, além dos recursos já alocado, pode estar esperando por outros recursos;

    Não-Preempção: un recurso nao pode ser liberado de um processo só porque outros processos desejam o mesmo rrecurso;

    Espera circular: um processo pode ter de esperar por um recurso alocado a outro processo e vice-versa.

     

     

     

     

    "Retroceder Nunca Render-se Jamais !"
    Força e Fé !
    Fortuna Audaces Sequitur !


ID
1078414
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Governança de TI
Assuntos

A ITIL, considerada uma fonte de boas práticas, é utilizada pelas organizações para estabelecer e melhorar as capacitações em gerenciamento de serviços. O núcleo da ITIL é composto por 5 publicações. Relacione o tipo de publicação às respectivas características.

1. Desenho do Serviço.
2. Melhoria Contínua do Serviço.
3. Operação do Serviço.
4. Transição do Serviço.
5. Estratégia do Serviço.

( )Orienta sobre como as políticas e processos de gerenciamento de serviço podem ser desenhados, desenvolvidos e implementados como ativos estratégicos ao longo do ciclo de vida de serviço. Entre os tópicos abordados nessa publicação, estão os ativos de serviço, o catálogo de serviços, o gerenciamento financeiro, o gerenciamento de portfólio de serviços, o desenvolvimento organizacional, os riscos estratégicos etc.
( )Fornece orientação para o desenho e desenvolvimento dos serviços e dos processos de gerenciamento de serviços, detalhando aspectos do gerenciamento do catálogo de serviços, do nível de serviço, da capacidade, da disponibilidade, da continuidade, da segurança da informação e dos fornecedores, além de mudanças e melhorias necessárias para manter ou agregar valor aos clientes ao longo do ciclo de vida de serviço.
( )Orienta sobre como efetivar a transição de serviços novos e modificados para operações implementadas, detalhando os processos de planejamento e suporte à transição, gerenciamento de mudanças, gerenciamento de configuração e dos ativos de serviço, gerenciamento da liberação e distribuição, teste e validação de serviço, avaliação e gerenciamento do conhecimento.
( )Descreve a fase do ciclo de vida do gerenciamento de serviços que é responsável pelas atividades do dia a dia, orientando sobre como garantir a entrega e o suporte a serviços de forma eficiente e eficaz e detalhando os processos de gerenciamento de eventos, incidentes, problemas, acesso e de execução de requisições.
( )Orienta, através de princípios, práticas e métodos de gerenciamento da qualidade, sobre como fazer sistematicamente melhorias incrementais e de larga escala na qualidade do serviço, nas metas de eficiência operacional, na continuidade do serviço etc., com base no modelo PDCA preconizado pela ISO/IEC 20000.

A sequência está correta em

Alternativas
Comentários
  • Letra D. Só copiar as definições.

    ( 5 )Orienta sobre como as políticas e processos de gerenciamento de serviço podem ser desenhados, desenvolvidos e implementados como ativos estratégicos ao longo do ciclo de vida de serviço. Entre os tópicos abordados nessa publicação, estão os ativos de serviço, o catálogo de serviços, o gerenciamento financeiro, o gerenciamento de portfólio de serviços, o desenvolvimento organizacional, os riscos estratégicos etc.
    ( 1 )Fornece orientação para o desenho e desenvolvimento dos serviços e dos processos de gerenciamento de serviços, detalhando aspectos do gerenciamento do catálogo de serviços, do nível de serviço, da capacidade, da disponibilidade, da continuidade, da segurança da informação e dos fornecedores, além de mudanças e melhorias necessárias para manter ou agregar valor aos clientes ao longo do ciclo de vida de serviço.
    ( 4 )Orienta sobre como efetivar a transição de serviços novos e modificados para operações implementadas, detalhando os processos de planejamento e suporte à transição, gerenciamento de mudanças, gerenciamento de configuração e dos ativos de serviço, gerenciamento da liberação e distribuição, teste e validação de serviço, avaliação e gerenciamento do conhecimento.
    ( 3 )Descreve a fase do ciclo de vida do gerenciamento de serviços que é responsável pelas atividades do dia a dia, orientando sobre como garantir a entrega e o suporte a serviços de forma eficiente e eficaz e detalhando os processos de gerenciamento de eventos, incidentes, problemas, acesso e de execução de requisições.
    ( 2 )Orienta, através de princípios, práticas e métodos de gerenciamento da qualidade, sobre como fazer sistematicamente melhorias incrementais e de larga escala na qualidade do serviço, nas metas de eficiência operacional, na continuidade do serviço etc., com base no modelo PDCA preconizado pela ISO/IEC 20000.

  • Amigos, esta questão está correta, inclusive a primeira alternativa que diz respeito a Estratégia de serviço. Pode surgir dúvida quanto ao seguinte trecho: [...] Entre os tópicos abordados nessa publicação, estão os ativos de serviço, o catálogo de serviços,[...].

    Esta questão foi retirada na íntegra do livro do Aragon, portanto sugiro que busquem e leiam a PÁGINA 259 do seu livro na 3 edição. Segue um link da fonte da questão que vocês podem visualizar. No google books tem o livro disponível para leitura. A resposta da questão está na página 259.


    http://books.google.com.br/books?id=oFYvBTWTqVUC&pg=PA247&hl=pt-BR&source=gbs_selected_pages&cad=2#v=onepage&q&f=false

     

    Bibliografia:

    IMPLANTANDO A GOVERNANÇA DE TI-ARAGON-2012,PÁGINA 259-3 EDIÇÃO



  • ( 5 )Orienta sobre como as políticas e processos de gerenciamento de serviço podem ser desenhados, desenvolvidos e implementados como ativos estratégicos ao longo do ciclo de vida de serviço. Entre os tópicos abordados nessa publicação, estão os ativos de serviço, o catálogo de serviços, o gerenciamento financeiro, o gerenciamento de portfólio de serviços, o desenvolvimento organizacional, os riscos estratégicos etc.
    ( 1 )Fornece orientação para o desenho e desenvolvimento dos serviços e dos processos de gerenciamento de serviços, detalhando aspectos do gerenciamento do catálogo de serviços, do nível de serviço, da capacidade, da disponibilidade, da continuidade, da segurança da informação e dos fornecedores, além de mudanças e melhorias necessárias para manter ou agregar valor aos clientes ao longo do ciclo de vida de serviço.
    ( 4 )Orienta sobre como efetivar a transição de serviços novos e modificados para operações implementadas, detalhando os processos de planejamento e suporte à transição, gerenciamento de mudanças, gerenciamento de configuração e dos ativos de serviço, gerenciamento da liberação e distribuição, teste e validação de serviço, avaliação e gerenciamento do conhecimento.
    ( 3 )Descreve a fase do ciclo de vida do gerenciamento de serviços que é responsável pelas atividades do dia a dia, orientando sobre como garantir a entrega e o suporte a serviços de forma eficiente e eficaz e detalhando os processos de gerenciamento de eventos, incidentes, problemas, acesso e de execução de requisições.
    ( 2 )Orienta, através de princípios, práticas e métodos de gerenciamento da qualidade, sobre como fazer sistematicamente melhorias incrementais e de larga escala na qualidade do serviço, nas metas de eficiência operacional, na continuidade do serviço etc., com base no modelo PDCA preconizado pela ISO/IEC 20000.


    Copie no seu caderno se puder.


ID
1078429
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Leia o texto a seguir.

A Palestina conquista um importante triunfo diplomático em 29/11 (29 de novembro de 2012). Com 138 votos a favor, 9 contras e 41 abstenções, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) reconhece a Palestina como Estado observador.
(Almanaque Abril 2013, p. 25.)

De acordo com o exposto anteriormente, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • A decisão desta quinta dá aos palestinos o status de "Estado observador não-membro", semelhante ao do Vaticano perante a ONU.

    O novo status é principalmente simbólico, mas a liderança palestina argumenta que ele ajudará a delimitar o território..

    A mudança também significa que palestinos poderão participar dos debates da Assembleia Geral da ONU, aumentando suas chances de de integrar agências e entidades ligadas à ONU.

    O maior temor de Israel é o de que palestinos usem seu novo status para entrar no Tribunal Penal Internacional e tentar acionar Israel judicialmente por supostos crimes de guerra cometidos em territórios ocupados, como na Cisjordânia.


ID
1078432
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Leia o texto a seguir.

Na terça-feira, finalmente, o governo começa a desligar algumas termelétricas: 2.000 megawatts do total de 12.000 megawatts em operação. Atualmente, as termelétricas são responsáveis por 25% de toda energia consumida no Brasil, com um custo mensal em torno de 1,2 bilhão de reais. O governo dará esse passo apesar de os níveis dos reservatórios estarem ainda bem abaixo do que o registrado no ano passado.
Veja on line, 03 de maio de 2013, às 12h11.)

A decisão de desligar as termoelétricas se deve ao fato de que

Alternativas

ID
2426395
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Fisioterapia
Assuntos

Segundo as diretrizes estabelecidas pela Lei nº 6.316, de 17 de dezembro de 1975, os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional serão organizados nos moldes do Conselho Federal. Acerca das disposições constantes da referida Lei, assinale a alternativa que NÃO relata uma competência do Conselho Regional.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: E (pois é competência do Cons. Federal. As outras altern. são de competência do Cons. Regional)


    A) Art. 7º, II  - expedir a carteira de identidade profissional e o cartão de identificação aos profissionais registrados;


    B) Art. 7º, V - funcionar como Tribunal Regional de Ética, conhecendo, processando e decidindo os casos que lhe forem submetidos;


    C) Art. 7º, VIII - aprovar a proposta orçamentária e autorizar a abertura de créditos adicionais e as operações referentes a mutações

    patrimoniais;


    D) Art. 7º, XI - promover, perante o juízo competente, a cobrança das importâncias correspondentes a anuidades, taxas, emolumentos

    e multas, esgotados os meios de cobrança amigável;


    E) Art. 5º Compete ao Conselho Federal: II exercer função normativa, baixar atos necessários à interpretação e execução do disposto nesta Lei e à fiscalização do exercício profissional, adotando providências indispensáveis à realização dos objetivos institucionais;


ID
2426398
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Fisioterapia
Assuntos

De acordo com a Lei nº 6.316, de 17 de dezembro de 1975, NÃO constitui causa de extinção ou perda de mandato de membro dos Conselhos Regionais a

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D


    A) Art. 4, I - por renúncia;


    B) Art. 4, V - por falta de decoro ou conduta incompatível com a dignidade do órgão;


    C) Art. 4, II - por superveniência de causa de que resulte a inabilitação para o exercício da profissão;


    D) Art. 4, III - por condenação a pena superior a 2 (dois) anos, em virtude de sentença transitada em julgado;


    E) Art. 4, VI - por ausência, sem motivo justificado, a 3 (três) sessões consecutivas ou 6 (seis) intercaladas em cada ano.


    Bons estudos!!


ID
2426401
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

“Há 25 anos, foi assassinado em Xapuri, no estado do _______________, o seringueiro, líder sindical e ambientalista _______________, que se tornou um símbolo de luta contra o desmatamento da Amazônia.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

Alternativas
Comentários
  • por eliminação Xapuri Acre

  •  

    Acre / Chico Mendes 


ID
2426404
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Texto II para responder à questão.

      O governo federal começou, nesta segunda-feira, a segunda etapa de medidas para regularizar a imigração de haitianos para o Brasil. A Resolução Normativa 102/2013 do Conselho Nacional de Imigração, publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, revoga o limite de concessão de 1,2 mil vistos por ano aos imigrantes do Haiti.

                                          (Agência Brasil – publicado no dia 29/04/2013, às 14h57.)

Em janeiro de 2012, o Conselho Nacional de Imigração, ligado ao Ministério do Trabalho, aprovou a concessão de vistos especiais de trabalho aos haitianos que desejam vir para o Brasil, mas passou a restringir a um pequeno quantitativo mensal. Qual era o tratamento dado aos milhares de haitianos que chegavam ilegalmente ao Brasil?

Alternativas

ID
2426407
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Texto II para responder à questão.

      O governo federal começou, nesta segunda-feira, a segunda etapa de medidas para regularizar a imigração de haitianos para o Brasil. A Resolução Normativa 102/2013 do Conselho Nacional de Imigração, publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, revoga o limite de concessão de 1,2 mil vistos por ano aos imigrantes do Haiti.

                                          (Agência Brasil – publicado no dia 29/04/2013, às 14h57.)

O estado brasileiro que se transformou na porta de entrada para a grande maioria dos imigrantes ilegais haitianos, no Brasil, é o(a)

Alternativas
Comentários
  • Migração em massa de haitianos deixa Brasiléia, no Acre, em “situação de colapso” A onda migratória de haitianos ao Brasil começou em 2010, após o terremoto que devastou o país



    Fonte: https://istoe.com.br/185286_MIGRACAO+EM+MASSA+DE+HAITIANOS+DEIXA+BRASILEIA+NO+ACRE+EM+SITUACAO+DE+COLAPSO+/


ID
2426410
Banca
IDECAN
Órgão
CREFITO-8ª Região(PR)
Ano
2013
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Texto II para responder à questão.

      O governo federal começou, nesta segunda-feira, a segunda etapa de medidas para regularizar a imigração de haitianos para o Brasil. A Resolução Normativa 102/2013 do Conselho Nacional de Imigração, publicada nesta segunda-feira no Diário Oficial da União, revoga o limite de concessão de 1,2 mil vistos por ano aos imigrantes do Haiti.

                                          (Agência Brasil – publicado no dia 29/04/2013, às 14h57.)

A intensificação da vinda de haitianos para o Brasil aconteceu a partir de qual fato ocorrido na ilha caribenha de origem dos imigrantes?

Alternativas
Comentários
  • O ano de 2010 marcou o início da imigração haitiana no Brasil. A entrada dos haitianos via Tabatinga, noAmazonas, começou a ser notada em fevereiro de 2010, logo após o terremoto, que sacudiu violentamente o Haiti, e em particular a capital, Porto Príncipe.