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Prova IPEFAE - 2020 - Prefeitura de Andradas - MG - Médico Clínico Geral


ID
5057491
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

A World Wide Web mudou a vida das pessoas para sempre ao conectar milhões de usuários em todo o mundo, tornando disponíveis as informações contidas nele. Apesar dos termos World Wide Web (rede mundial de computadores) e internet serem frequentemente usados como sinônimos, eles não significam a mesma coisa. A internet é o sistema que se conecta à rede de informação, que é a web. A internet pode existir sem a web, mas o contrário não. Assinale abaixo a alternativa que contém incorreção neste domínio:

Alternativas

ID
5057494
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Na Física, a energia está associada à capacidade de qualquer corpo produzir trabalho, ação ou movimento. De acordo com as leis da Física, a energia não pode ser criada, mas apenas transformada, sendo cada um dos tipos de capaz de provocar fenômenos determinados e característicos nos sistemas físicos. Exemplos de energia são a energia mecânica e a elétrica. Neste sentido, assinale abaixo a alternativa errada quanto aos demais principais tipos de energia:

Alternativas
Comentários
  • É cada uma......

  • energia mental é a que o concurseiro usa no dia a dia kkkk #paz

  • É o que precisamos! kkkk

  • Essa foi para o Advogado rir ...

  • Aquela pra levantar o moral

  • Essa é pra da risada kkkk.

  • errei '-' kkkkkk

  • Questão bizarra para cargo de advogado.

  • Fui lendo o enunciado e já imaginando, ''nossa, qe questão fod*", quando vi o gabarito kkkkkkkkk

  • como se produz energia mentalmente ??


ID
5057497
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

As Antilhas é composta por diversas ilhas na América Central. Assinale abaixo a alternativa que contem elemento geográfico que não pertence a ela:

Alternativas

ID
5057500
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o conto, de Heloísa Seixas, publicado na revista Domingo do Jornal do Brasil em 02/04/2006, para responder a questão.. 

Viajante

Lá está ela.
Vergada, sim – mas soberba. O cabelo branco preso num coque no alto da cabeça, o corpo muito magro apoiado na bengala. Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar.
Eu a vejo de longe, mas sua presença se impõe. O vestido é simples, de algodão talvez, um corte reto, sem mangas, sem bolsos. Os sapatos, um mocassim preto, de gáspea alta, pesado mas firme, talvez pela necessidade de um bom apoio para pés tão incertos, tão cansados. Na mão direita, a bengala; na esquerda, uma sacola de plástico, de supermercado. Tudo muito prosaico, simples, e no entanto há uma aura de majestade ali.
Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. 
Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido. Os carros não podem esperar. Não vai dar tempo, penso. Mas a mulher não parece se importar.
Um passo depois do outro, lá vai ela, com todo o vagar do mundo, apoiando-se em sua bengala. E o sinal começa a piscar, anunciando que o tempo do ser humano se esgota, que este precisa abrir caminho para a máquina.
Estremeço, pensando: preciso fazer alguma coisa. Mas não faço. Continuo imóvel, pregada ao chão.
Pronto. O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 
Só quando afinal sobe na calçada do outro lado, só então, os automóveis arrancam. E eu a vejo afastar-se, no mesmo e imperturbável passo.
Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.
Disponível em: https://heloisaseixas.com.br/contos-minimos/2006-2/ 

O conto:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - D

    É o que inferimos do texto:

    (...) O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás.  (....)

    Bons estudos!


ID
5057503
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o conto, de Heloísa Seixas, publicado na revista Domingo do Jornal do Brasil em 02/04/2006, para responder a questão.. 

Viajante

Lá está ela.
Vergada, sim – mas soberba. O cabelo branco preso num coque no alto da cabeça, o corpo muito magro apoiado na bengala. Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar.
Eu a vejo de longe, mas sua presença se impõe. O vestido é simples, de algodão talvez, um corte reto, sem mangas, sem bolsos. Os sapatos, um mocassim preto, de gáspea alta, pesado mas firme, talvez pela necessidade de um bom apoio para pés tão incertos, tão cansados. Na mão direita, a bengala; na esquerda, uma sacola de plástico, de supermercado. Tudo muito prosaico, simples, e no entanto há uma aura de majestade ali.
Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. 
Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido. Os carros não podem esperar. Não vai dar tempo, penso. Mas a mulher não parece se importar.
Um passo depois do outro, lá vai ela, com todo o vagar do mundo, apoiando-se em sua bengala. E o sinal começa a piscar, anunciando que o tempo do ser humano se esgota, que este precisa abrir caminho para a máquina.
Estremeço, pensando: preciso fazer alguma coisa. Mas não faço. Continuo imóvel, pregada ao chão.
Pronto. O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 
Só quando afinal sobe na calçada do outro lado, só então, os automóveis arrancam. E eu a vejo afastar-se, no mesmo e imperturbável passo.
Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.
Disponível em: https://heloisaseixas.com.br/contos-minimos/2006-2/ 

“Vergada, sim – mas soberba.”
“E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.”

As palavras em destaque podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, por:

Alternativas
Comentários
  • “Vergada, sim – mas soberba.” “E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.”

    Substituição dos termos:

    "Imponente, sim - mas soberba. "E fiquei ali, imóvel, esmagada pela intrepidez daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, atravessava o tempo."

    Item: A


ID
5057506
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o conto, de Heloísa Seixas, publicado na revista Domingo do Jornal do Brasil em 02/04/2006, para responder a questão.. 

Viajante

Lá está ela.
Vergada, sim – mas soberba. O cabelo branco preso num coque no alto da cabeça, o corpo muito magro apoiado na bengala. Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar.
Eu a vejo de longe, mas sua presença se impõe. O vestido é simples, de algodão talvez, um corte reto, sem mangas, sem bolsos. Os sapatos, um mocassim preto, de gáspea alta, pesado mas firme, talvez pela necessidade de um bom apoio para pés tão incertos, tão cansados. Na mão direita, a bengala; na esquerda, uma sacola de plástico, de supermercado. Tudo muito prosaico, simples, e no entanto há uma aura de majestade ali.
Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. 
Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido. Os carros não podem esperar. Não vai dar tempo, penso. Mas a mulher não parece se importar.
Um passo depois do outro, lá vai ela, com todo o vagar do mundo, apoiando-se em sua bengala. E o sinal começa a piscar, anunciando que o tempo do ser humano se esgota, que este precisa abrir caminho para a máquina.
Estremeço, pensando: preciso fazer alguma coisa. Mas não faço. Continuo imóvel, pregada ao chão.
Pronto. O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 
Só quando afinal sobe na calçada do outro lado, só então, os automóveis arrancam. E eu a vejo afastar-se, no mesmo e imperturbável passo.
Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.
Disponível em: https://heloisaseixas.com.br/contos-minimos/2006-2/ 

Considere as seguintes afirmações e assinale a alternativa correta.

I- Em “E ela começa a atravessar”, o verbo indica uma ação que ocorre no momento em que a narradora observa a cena.
II- Em “ele abre e fecha muito rápido”, o uso do presente do indicativo indica habitualidade e repetição.
III- Em “Parece maior do que todos nós”, o verbo indica uma ação terminada.
IV- Em “singrava o tempo”, o uso do pretérito imperfeito do indicativo indica habitualidade e repetição.

Alternativas
Comentários
  •  Presente do indicativo Indica a ação simultânea ao momento da fala, ocorre ao mesmo tempo em que se fala. Por exemplo: Alessandra canta no coral da empresa; Pretérito perfeito do indicativo expressa uma ação que ocorreu no passado, mas que está totalmente finalizada. Indica uma ação totalmente concluída; Pretérito mais-que-perfeito do indicativo Indica o passado do passado, ou seja, expressa um fato já ocorrido antes do outro fato já ter finalizado. A mãe já chegara, quando a criança começou a chorar.; Fonte: Infoescola
  • Marquei a D, pois entendo que o PRETÉRITO IMPERFEITO DO INDICATIVO pode indicar uma ação que se configurou como hábito. Fiquei na duvida. Quem puder esclarecer fico agradecido.


ID
5057509
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o conto, de Heloísa Seixas, publicado na revista Domingo do Jornal do Brasil em 02/04/2006, para responder a questão.. 

Viajante

Lá está ela.
Vergada, sim – mas soberba. O cabelo branco preso num coque no alto da cabeça, o corpo muito magro apoiado na bengala. Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar.
Eu a vejo de longe, mas sua presença se impõe. O vestido é simples, de algodão talvez, um corte reto, sem mangas, sem bolsos. Os sapatos, um mocassim preto, de gáspea alta, pesado mas firme, talvez pela necessidade de um bom apoio para pés tão incertos, tão cansados. Na mão direita, a bengala; na esquerda, uma sacola de plástico, de supermercado. Tudo muito prosaico, simples, e no entanto há uma aura de majestade ali.
Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. 
Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido. Os carros não podem esperar. Não vai dar tempo, penso. Mas a mulher não parece se importar.
Um passo depois do outro, lá vai ela, com todo o vagar do mundo, apoiando-se em sua bengala. E o sinal começa a piscar, anunciando que o tempo do ser humano se esgota, que este precisa abrir caminho para a máquina.
Estremeço, pensando: preciso fazer alguma coisa. Mas não faço. Continuo imóvel, pregada ao chão.
Pronto. O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 
Só quando afinal sobe na calçada do outro lado, só então, os automóveis arrancam. E eu a vejo afastar-se, no mesmo e imperturbável passo.
Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.
Disponível em: https://heloisaseixas.com.br/contos-minimos/2006-2/ 

Assinale a alternativa que justifica o emprego das vírgulas no excerto abaixo.

“Da outra calçada, (1) parada, (2) observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, (3) incerto, (4) quase etéreo.”

Alternativas
Comentários
  • CUIDADO

    A questão não apresenta gabarito correto.

    “Da outra calçada, (1) parada, (2) observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, (3) incerto, (4) quase etéreo.”

    Diferente do que afirma a banca quando das virgulas de número 1 e 2, não estamos diante de oração reduzida. É mister percebermos a impossibilidade de concebermos qual seria a oração desenvolvida equivalente.

    A construção, em verdade, destituída de sua ordem direta, apresenta caso de adjetivo adverbializado, em que um adjetivo, no caso em tela "parada", assume papel de adverbio e dá uma circunstancia ao verbo. Podemos ter melhor visualização reorganizando a construção.

    "(Eu) observo parada da outra calçada"

    Visto isso, o mais pertinente seria afirmarmos que a virgula se faz presente devido a intercalação de termos da oração.

    É de se salientar que as virgulas de número 3 e 4 estão presentes com base na separação de termos de mesma função sintática.

    Gabarito da banca na alternativa B

    Gabarito correto ausente


ID
5057512
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o conto, de Heloísa Seixas, publicado na revista Domingo do Jornal do Brasil em 02/04/2006, para responder a questão.. 

Viajante

Lá está ela.
Vergada, sim – mas soberba. O cabelo branco preso num coque no alto da cabeça, o corpo muito magro apoiado na bengala. Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar.
Eu a vejo de longe, mas sua presença se impõe. O vestido é simples, de algodão talvez, um corte reto, sem mangas, sem bolsos. Os sapatos, um mocassim preto, de gáspea alta, pesado mas firme, talvez pela necessidade de um bom apoio para pés tão incertos, tão cansados. Na mão direita, a bengala; na esquerda, uma sacola de plástico, de supermercado. Tudo muito prosaico, simples, e no entanto há uma aura de majestade ali.
Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. 
Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido. Os carros não podem esperar. Não vai dar tempo, penso. Mas a mulher não parece se importar.
Um passo depois do outro, lá vai ela, com todo o vagar do mundo, apoiando-se em sua bengala. E o sinal começa a piscar, anunciando que o tempo do ser humano se esgota, que este precisa abrir caminho para a máquina.
Estremeço, pensando: preciso fazer alguma coisa. Mas não faço. Continuo imóvel, pregada ao chão.
Pronto. O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 
Só quando afinal sobe na calçada do outro lado, só então, os automóveis arrancam. E eu a vejo afastar-se, no mesmo e imperturbável passo.
Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.
Disponível em: https://heloisaseixas.com.br/contos-minimos/2006-2/ 

Assinale a alternativa que apresenta o parágrafo abaixo reescrito no tempo presente e na primeira pessoa do plural.

“Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.”

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - C

    eu ter ido - Pretérito

     singrava - VA - IA - NHA - ERA - Pretérito imperfeito.

  • O "devamos" está no presente do subjuntivo?

  • Então, não teriam dois gabaritos? No indicativo e outro no subjuntivo?

    eu devo

    tu deves

    ele deve

    nós devemos

    vós deveis

    eles devem

    que eu deva

    que tu devas

    que ele deva

    que nós devamos

    que vós devais

    que eles devam

  • Eu acredito que pela ideia de dúvida, expressada pela palavra "talvez..." é que o verbo foi conjugado no subjuntivo e, portanto seria a alternativa melhor, visto que o indicativo expressa certeza. Qualquer erro me avisem.
  • Devemos dá ideia de futuro. "nós devemos jogar bola amanhã" - (Elimina "A" e "D")

    letra "B" trás ideia de passado "ter ido ao seu encontro".

    Só restando a letra C


ID
5057515
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o conto, de Heloísa Seixas, publicado na revista Domingo do Jornal do Brasil em 02/04/2006, para responder a questão.. 

Viajante

Lá está ela.
Vergada, sim – mas soberba. O cabelo branco preso num coque no alto da cabeça, o corpo muito magro apoiado na bengala. Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar.
Eu a vejo de longe, mas sua presença se impõe. O vestido é simples, de algodão talvez, um corte reto, sem mangas, sem bolsos. Os sapatos, um mocassim preto, de gáspea alta, pesado mas firme, talvez pela necessidade de um bom apoio para pés tão incertos, tão cansados. Na mão direita, a bengala; na esquerda, uma sacola de plástico, de supermercado. Tudo muito prosaico, simples, e no entanto há uma aura de majestade ali.
Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. 
Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido. Os carros não podem esperar. Não vai dar tempo, penso. Mas a mulher não parece se importar.
Um passo depois do outro, lá vai ela, com todo o vagar do mundo, apoiando-se em sua bengala. E o sinal começa a piscar, anunciando que o tempo do ser humano se esgota, que este precisa abrir caminho para a máquina.
Estremeço, pensando: preciso fazer alguma coisa. Mas não faço. Continuo imóvel, pregada ao chão.
Pronto. O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 
Só quando afinal sobe na calçada do outro lado, só então, os automóveis arrancam. E eu a vejo afastar-se, no mesmo e imperturbável passo.
Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.
Disponível em: https://heloisaseixas.com.br/contos-minimos/2006-2/ 

Considere o seguinte trecho do texto e assinale a alternativa correta.

“Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido.”

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - C

    “Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido.”

    A) A conjunção e estabelece uma relação de oposição entre “Sei que aquele é um sinal de pedestre” e “ele abre e fecha muito rápido”.

    Não estabelece relação de Oposição, mas adição.

    ------------------------------------------------------------------------------

    B) O pronome ele retoma o substantivo automóvel mencionado na oração anterior.

    Sinal de pedestre

    ------------------------------------------------------------------------------

    C) A conjunção como estabelece uma relação de causa e efeito entre a tirania do automóvel e a rapidez do sinal.

    Causaisintroduzem uma oração que é causa da ocorrência da oração principal. São elas: porque, que, como (= porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que, etc.

    Fazendo uma troca rápida...

    Como vivemos sob a tirania do automóvel.

    Já que vivemos sob a tirania do automóvel.

  • Assertiva c

    Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido.”

    A conjunção como estabelece uma relação de causa e efeito entre a tirania do automóvel e a rapidez do sinal

  • GAB C

    Uma estratégia interessante nessas questões que apresentam as conjunções causais.

    Para achar essa "ideia" (Causa e consequência) é só pensar em :

    O fato de .... fez com que ....

    O fato de vivermos em sob uma tirania do automóvel, faz com que ele abra e feche muito rápido.

  • A questão é de morfologia e quer que marquemos a alternativa correta em relação à oração “Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido.”. Vejamos:

     . 

    A) A conjunção e estabelece uma relação de oposição entre “Sei que aquele é um sinal de pedestre” e “ele abre e fecha muito rápido”.

    Errado. A conjunção "e", nesse caso, não estabelece oposição, mas, sim, ADIÇÃO. Trata-se, portanto, de uma conjunção coordenativa aditiva.

    Conjunções coordenativas aditivas: têm valor semântico de adição, soma, acréscimo...

    São elas: e, nem (e não), não só... mas também, mas ainda, como também, ademais, além disso, outrossim...

    Ex.: Estudaram muito e passaram no concurso.

     . 

    B) O pronome ele retoma o substantivo automóvel mencionado na oração anterior.

    Errado. O pronome "ele" retoma "sinal de pedestre": ele (o sinal de pedestre) abre e fecha muito rápido.

     . 

    C) A conjunção como estabelece uma relação de causa e efeito entre a tirania do automóvel e a rapidez do sinal.

    Certo. Temos, nesse caso, uma conjunção subordinativa causal. O "como" estabelece uma relação de causa e efeito entre "tirania do automóvel" e "rapidez do sinal". O fato, o motivo de vivermos na tirania (dominação) do automóvel (essa é a causa), faz com que o sinal de pedestres abra e feche muito rápido (esse é o efeito).

    Conjunções subordinativas causais: têm valor semântico de causa, motivo, razão...

    São elas: porque, porquanto, como, uma vez que, visto que, já que, posto que, por isso que, na medida em que, dado que...

    Ex.: Como você está estudando bastante, suas chances de passar em concurso são enormes.

     . 

    D) O pronome aquele retoma o substantivo meio-fio mencionado anteriormente.

    Errado. O pronome "aquele" retoma o "sinal que abriu", que é um sinal de pedestre: "Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre...".

     . 

    Referência: CEGALLA, Domingos Pascoal. Novíssima Gramática da Língua Portuguesa, 48.ª edição, São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.

     . 

    Gabarito: Letra C

  • GABARITO: C

    Direto: Sempre substitua por o fato de... (causa) fez com que... (consequência)

    "como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido.”

    "o fato de vivermos sob a tirania do automóvel (causa), fez com que ele abrisse e fechasse muito rápido (consequência)"

    Bons estudos! :)


ID
5057518
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o conto, de Heloísa Seixas, publicado na revista Domingo do Jornal do Brasil em 02/04/2006, para responder a questão.. 

Viajante

Lá está ela.
Vergada, sim – mas soberba. O cabelo branco preso num coque no alto da cabeça, o corpo muito magro apoiado na bengala. Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar.
Eu a vejo de longe, mas sua presença se impõe. O vestido é simples, de algodão talvez, um corte reto, sem mangas, sem bolsos. Os sapatos, um mocassim preto, de gáspea alta, pesado mas firme, talvez pela necessidade de um bom apoio para pés tão incertos, tão cansados. Na mão direita, a bengala; na esquerda, uma sacola de plástico, de supermercado. Tudo muito prosaico, simples, e no entanto há uma aura de majestade ali.
Agora, o sinal abriu. E ela começa a atravessar. 
Da outra calçada, parada, observo. Ela desce o meio-fio com um passo leve, incerto, quase etéreo. Começo a me preocupar. Sei que aquele sinal é um sinal de pedestre e, como vivemos sob a tirania do automóvel, ele abre e fecha muito rápido. Os carros não podem esperar. Não vai dar tempo, penso. Mas a mulher não parece se importar.
Um passo depois do outro, lá vai ela, com todo o vagar do mundo, apoiando-se em sua bengala. E o sinal começa a piscar, anunciando que o tempo do ser humano se esgota, que este precisa abrir caminho para a máquina.
Estremeço, pensando: preciso fazer alguma coisa. Mas não faço. Continuo imóvel, pregada ao chão.
Pronto. O sinal fechou. E ela ainda está no meio da rua. Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher. E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 
Só quando afinal sobe na calçada do outro lado, só então, os automóveis arrancam. E eu a vejo afastar-se, no mesmo e imperturbável passo.
Talvez eu devesse ter ido ao seu encontro, tentado ajudar. Mas não pude. Sua dignidade, tamanha, me intimidou. E fiquei ali, imóvel, esmagada pela imponência daquela mulher-navio que, impávida e majestosa, singrava o tempo.
Disponível em: https://heloisaseixas.com.br/contos-minimos/2006-2/ 

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - D

    A) Em “Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar”, a partícula se indica oração sem sujeito.

    Segundo F. Pestana quando o Verbo é VI + SE ou VTI +SE = índice de indeterminação do sujeito.

    ----------------------------------------------------------------------------

    B) Em “parecem contidos pela realeza da mulher”, o verbo na terceira pessoa do plural marca sujeito indeterminado.

    O sujeito pode aparecer como indeterminado quando o temos VI ou VTI + SE ou Verbo na terceira quando não podemos determiná-lo pelo contexto.

    NÃO É O CASO!

    Mas nenhum carro avança, parecem contidos pela realeza da mulher.

    ------------------------------------------------------------------

    C) Em “Sua dignidade, tamanha, me intimidou”, o sujeito do verbo destacado está oculto.

    O que me intimidou?

    Sua dignidade tamanha. ( Sujeito )

    -------------------------------------------------------------------

    D) Em “Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás”, os verbos destacados compartilham do mesmo sujeito.

    O SUJEITO É OCULTO. ( Não está expresso, mas pode ser retomado )

    E ela segue, sem apressar o passo, sem olhar para os lados, sem temor algum. Parece maior do que todos nós, do que o mundo inteiro, parece nos falar de uma outra maneira de viver, mais amena, mais gentil. Viajante do tempo, é como se caminhasse por uma Ipanema de setenta anos atrás. 

  • Que texto bom!

  • quem nao leu o texto marcou a B. Eu ia marcar ela, mas decidir ler e marquei a correta D. Quixadá/CE PMCE ai voou eu.
  • (Gab D)

    A) Em “Parada junto ao meio-fio, do outro lado da rua, prepara-se para atravessar”, a partícula se indica oração sem sujeito. Errado, temos um sujeito sim, que no caso é o 'objeto do verbo', mais conhecido como oração subordinada substantiva subjetiva, onde o objeto do verbo é o próprio sujeito, isso acontece quando? Quando temos um verbo transitivo direto+se.

    B) Em “parecem contidos pela realeza da mulher”, o verbo na terceira pessoa do plural marca sujeito indeterminado. Errado, temos um sujeito oculto desinencial. 'Eles' parecem...

    C) Em “Sua dignidade, tamanha, me intimidou”, o sujeito do verbo está oculto. Não, uma pergunta rápida, quem me intimidou? Sua dignidade tamanha e como núcleo do sujeito, "A dignidade."


ID
5057524
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Quatro jovens treinavam natação completando o percurso de uma piscina, várias vezes, indo de uma extremidade à outra e, cada um desses trajetos, era denominado “Piscina completa” pelo treinador. Adriana completou 7 piscinas, Bruna completou 8, Carolina 5 e Daniela 4. Imaginando que todas iniciaram o treino no mesmo horário pode se afirmar que quais delas terminaram a atividade na mesma extremidade que iniciaram o treinamento?

Alternativas
Comentários
  • gaba C

     Adriana completou 7 piscinas, Bruna completou 8, Carolina 5 e Daniela 4.

    ADRIANA ↓↑↓↑↓

    BRUNA ↓↑↓↑↓↑

    CAROLINA 5 ↓↑↓

    DANIELA ↓↑

    as únicas que foram e voltaram terminando na mesma extremidade é BRUNA E DANIELA

    pertencelemos!

  • O texto pode induzir o concurseiro ao erro. Por que, Luiz?

    Bem, no momento que o enunciado fala que um ciclo (uma ida + uma volta) era chamado de "piscina completa", e em seguida fala que:

    • Adriana completou 7 piscinas;
    • Bruna completou 8 piscinas;
    • Carolina completou 5 piscinas; e
    • Daniela completou 4 piscinas.

    Você automaticamente fica desconfiado pensando quer o enunciador quis se referir à piscinas completas, contudo, a palavra piscina, utilizada de forma isolada, quer dizer, no caso, ou uma ida, ou uma volta.

    Pra matar essa xarada, tudo que você precisa saber é que uma ida + uma volta = duas piscinas. Pronto, agora basta "dividir as piscinas de cada um por 2", se o resultado for PAR, a pessoa parou onde começou, se o resultado arredondado for ÍMPAR, ela parou do outro lado de onde começou.

    Gabarito (C) Bruna e Daniela.

    ====================

    Boa sorte e bons estudso!

  • Passível de anulação. "Piscina completa" ou "completou x piscinas" é a mesma coisa. Todos terminaram na mesma posição.

  • só pensei que...os números pares e ímpares

  • Custava dizer que piscina completa é ir e voltar, ou seja, 1 volta completa acaba no mesmo lugar qu começou?

  • Gente, o enunciado falou que uma piscina completa é ir de uma extremidade a outra... é só uma ida...


ID
5057527
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Um instituto de pesquisa buscou mapear quais eram os hábitos que haviam sido tomados pela população acerca do combate ao COVID-19, nessas condições entrevistou 500 pessoas que apresentaram que passaram a otimizar os seguintes hábitos:

• 360 lavar as mãos com sabão.
• 319 usar álcool em gel.
• 255 usar máscaras.
• 198 lavar as mãos com sabão e uso de álcool em gel.
• 145 lavar as mãos com sabão e uso de máscaras.
• 194 uso de álcool em gel e uso de máscaras.
• 97 lavar as mãos com sabão, uso de álcool em gel e uso de máscaras.

Nas condições apresentadas, quantas pessoas não adotaram nenhum dos três hábitos apresentados acima?

Alternativas
Comentários
  • resolvi duas vezes, e deu 6 pessoas, alguém resoveu?

  • resultado final de 6

    ai subtrai por 3 que da 3

  • Resultado é 6. Banca reprovada.

  • Sem muita enrolada, o resultado é numeral 6!!

  • O enunciado dessa questão está errado.

  • Como que chega ao resultado?

  • 1º Passo

    Soma-se todas as pessoas que possuem dois hábitos juntos: 145 + 194 + 198 = 537

    Do resultado obtido subtrai-se 97, nº de intersecção correspondente ao três hábitos: 537 - 97 = 440

    2º Passo

    Soma-se todas as pessoas as pessoas que possuem um único hábito: 360 + 319 + 255 = 934

    3º Passo

    Subtrai-se 934 (1 hábito) de 440 (dois ou mais hábitos) = 494

    O restante é quem ficou de fora, não possui nem 1 hábito, nem 2, muito menos 3.

    500 - 494 = 6

  • Equação da questão: x+360+255+319-(145+194+198-97)=500
  • GABARITO C

    POR DIAGRAMA DE VENN:

    • 97 lavar as mãos com sabão, uso de álcool em gel e uso de máscaras.

    • 194 uso de álcool em gel e uso de máscaras. 

    194-97 = 97

    • 145 lavar as mãos com sabão e uso de máscaras. 

    145-97= 48

    • 198 lavar as mãos com sabão e uso de álcool em gel.

    198-97=101

    • 360 lavar as mãos com sabão. 

    360-(101+97+48)=114

    • 319 usar álcool em gel. 

    319-(97+97+101)=24

    • 255 usar máscaras. 

    255-(97+97+48)=13 

    quantas pessoas não adotaram nenhum dos três hábitos:

    500 - (97+97+48+101+24+13+114)

    500-494

    6

  • (AUBUC) = n(A) + n(B) + n(C) - n(A∩B) - n(A∩C) - n(B∩C) + n(A∩B∩C)

    (AUBUC) = 360 + 319 + 255 - 198 - 145 - 194 + 97

    (AUBUC) = 934 - 537 + 97

    (AUBUC) = 494

    (AUBUC) + x = 500

    494 + x = 500

    x = 6

  • O que isso tem a ver com proposições equivalentes? rum hum


ID
5057530
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Direitos Humanos
Assuntos

A Declaração Universal dos Direitos Humanos defende que todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego e a condições justas e favoráveis de trabalho. Além disso, o que mais a Declaração defende como direito do trabalhador?

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - B

    Artigo XXIII 1.Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.

  • Artigo XXIII

    É GARANTIDO A TODAS AS PESSOAS:

    ♦ O direito ao trabalho;

    ♦ Livre escolha de emprego;

    ♦ Condições justas e favoráveis de trabalho;

    ♦ proteção contra o DESEMPREGO

    ♦ Direito a igual remuneração por igual trabalho;

    ♦ Toda pessoa que trabalhe tem direito a uma remuneração justa e satisfatória;

    ♦ Toda pessoa tem direito a organizar sindicatos;

  • Assertiva B

     a Declaração defende como direito do trabalhador Proteção contra o desemprego.

  • CORRETO!

    Alternativa B

    Artigo 23. 1. Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego

  • DUDH

    Artigo 23

    I) Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.

    II) Todo ser humano, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.

    III) Todo ser humano que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como a sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

    IV) Todo ser humano tem direito a organizar sindicatos e a neles ingressar para proteção de seus interesses.

    Artigo 24

    Todo ser humano tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e a férias remuneradas periódicas.

  • Certeza que essa questão foi elaborada para prova de Advogado? Rsrs

  • sério isso??
  • FICO PREOCUPADO COM QUEM ERROU ESSA!!

  • mano eu imagino o cara tendo 15 minutos para comer kkkk totalmente errada

  • quem marcou a letra A nunca trabalhou antes kkkkkk e nem leu a CF

  • Que caia uma questão dessa na minha prova, Amém!

  • Galera, tenham mais humildade e PAREM DE FAZER COMENTÁRIOS DEPRECIATIVOS com os colegas que erraram a questão.

    Se a questão foi fácil pra você, que bom, é sinal que seu nível de estudo já te propiciou a exigência necessária para fazer essa questão e achar ela fácil...

    Porém, tem colegas que estudam há menos tempo e ainda acham esse tipo de questão difícil, alguns concursos que cobram esse tipo de questão não exigem bacharelado em direito.

    Pra quem não é bacharel em direito esse tipo de questão pode ser difícil...

    Vamos respeitar as peculiaridades e sermos mais humildes, só assim seremos abençoados com o cargo que almejamos!

    Admiro muito o Matheus (comentário mais curtido), pois sempre está contribuindo para o site e nunca vi ele fazendo um comentário depreciativo com qualquer coisa, e olha que ele comenta questões de todos os níveis (de Juiz à estagiário)...

    Tomem esse rapaz como exemplo e parem de fazer comentários inúteis, que não acrescentam em nada e, ainda por cima, desanima quem está começando.

    Abraços e bons estudos!

  • Declaração Universal dos Direitos Humanos ART 23

    1. Todos os seres humanos têm direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.
    2. Todos os seres humanos, sem qualquer distinção, têm direito a igual remuneração por igual trabalho.
    3. Todos os seres humanos que trabalhem têm direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhes assegure, assim como à sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e complementada, se necessário, por outros meios de proteção social.
    4. Todos os seres humanos têm direito a organizar sindicatos e neles ingressar para proteção dos seus interesses.
  • Artigo 23

    I) Todo o homem tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego.

    II) Todo o homem, sem qualquer distinção, tem direito a igual remuneração por igual trabalho.

    III) Todo o homem que trabalha tem direito a uma remuneração justa e satisfatória, que lhe assegure, assim como a sua família, uma existência compatível com a dignidade humana, e a que se acrescentarão, se necessário, outros meios de proteção social.

    IV) Todo o homem tem direito a organizar sindicatos e a neles ingressar para proteção de seus interesses.

    Artigo 24

    Todo o homem tem direito a repouso e lazer, inclusive a limitação razoável das horas de trabalho e a férias remuneradas periódicas.

  • não se preocupe Marcos Soares. Um dia chegaremos lá.
  • Pra quem serviu o exercito a letra A ( Quinze minutos para refeição do almoço ) tá certa também kkkkkk

  • Questão para não zera na prova kkkk


ID
5118391
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

A situação epidemiológica das doenças transmissíveis tem apresentado mudanças significativas, observadas através dos padrões de morbimortalidade em todo o mundo. São doenças atualmente consideradas transmissíveis com tendência declinante:

Alternativas

ID
5118394
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

De acordo com a descentralização político-administrativa do SUS, está correto afirmar:

Alternativas

ID
5118397
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Saúde Pública
Assuntos

O Princípio do SUS que estabelece que a saúde é um direito de cidadania de todas as pessoas e cabe ao Estado assegurar este direito, sendo que o acesso às ações e serviços deve ser garantido a todas as pessoas, independentemente de sexo, raça, ocupação, ou outras características sociais ou pessoais, é denominado:

Alternativas

ID
5118400
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

O número de pessoas de 60 e mais anos de idade, para cada 100 pessoas menores de 15 anos de idade, na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado, é o conceito do indicador de saúde Índice de Envelhecimento. Não é uso deste indicador:

Alternativas

ID
5118403
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A Insuficiência Cardíaca é uma síndrome complexa, com alteração da função cardíaca, o que resulta em sintomas e sinais:

Alternativas

ID
5118406
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Das causas de pancreatite aguda podemos citar:

I- Litíase e microlitíase biliar.

II- Abuso da ingestão de álcool.

III- Infecção viral (caxumba, coxsackie B, vírus da imunodeficiência humana adquirida).

As causas, de maior frequência, associadas à pancreatite aguda estão citadas em:

Alternativas

ID
5118409
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A difteria é uma doença transmissível e causada por bactéria que atinge as amígdalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, outras partes do corpo, como pele e mucosas. Sobre a Difteria, considere os excertos, abaixo:

I- Após o surgimento da vacina tríplice bacteriana (DTP), o número de casos de difteria se tornou muito raro no Brasil. A vacina é a melhor, mais eficaz e principal forma de prevenir a difteria.

II- A difteria é causada pela bactéria Clostridium diphtheriae, que se hospeda na própria pessoa doente ou no portador, ou seja, aquele que tem a bactéria no organismo e não apresenta sintomas.

III- O diagnóstico diferencial da Difteria laríngea deve ser realizado com as seguintes patologias: crupe viral, laringite estridulosa, epiglotite aguda, inalação de corpo estranho.

Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Comentários
  • difteria é causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.


ID
5118412
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Sobre os tumores de ovário, é correto afirmar que os tumores epiteliais:

Alternativas

ID
5118415
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A APS constitui-se em um conjunto de atividades e serviços de alto impacto para enfrentar alguns dos desafios de saúde mais prevalentes nos países em desenvolvimento. Considerando as condutas clínicas em atenção primária, a prática clínico-assistencial individual e/ou coletiva deve buscar:

Alternativas

ID
5118418
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é o mais importante fator de risco para o desenvolvimento de doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, doença renal crônica e fibrilação atrial. A avaliação complementar para o paciente hipertenso estágios 1 e 2 sem hipertrofia ventricular esquerda ao ECG, mas com dois ou mais fatores de risco; hipertensos com suspeita clínica de insuficiência cardíaca, é a (o):

Alternativas

ID
5118421
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Um fator de risco é uma condição que aumenta o risco cardiovascular. Os fatores de risco podem ser divididos em duas grandes categorias: fatores de risco modificáveis e fatores de risco não modificáveis. São fatores de risco modificáveis, EXCETO:

Alternativas

ID
5118424
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A doença inflamatória crônica, caracterizada por hiperresponsividade das vias aéreas inferiores e por limitação variável ao fluxo aéreo, reversível espontaneamente ou com tratamento, sendo uma condição multifatorial determinada pela interação de fatores genéticos e ambientais, é a:

Alternativas

ID
5118427
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

O rim tem múltiplas funções, como a excreção de produtos finais de diversos metabolismos, produção de hormônios, controle do equilíbrio hidroeletrolítico, do metabolismo ácido básico e da pressão arterial. Quanto aos marcadores de dano renal parenquimatoso das alterações eletrolíticas ou outras anormalidades tubulares, analise as proposições abaixo e em seguida assinale a alternativa correta:

I- Essas alterações e anormalidades resultam de alterações da reabsorção e secreção dos túbulos renais, geralmente secundárias a síndromes incomuns.

II- Essas doenças costumam ser identificadas em pacientes portadores de acidose metabólica de origem tubular (acidose tubular renal).

III- Essas doenças costumam ser identificadas em pacientes com alterações persistentes dos níveis séricos de potássio, alterações na dosagem de eletrólitos urinários.

Alternativas

ID
5118430
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Os distúrbios do sangue podem afetar a quantidade e a funcionalidade das células do sangue ou proteínas no sistema de coagulação sanguínea ou sistema imunológico. Um aumento do número de plaquetas é chamado de:

Alternativas

ID
5118433
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A epilepsia é um distúrbio do cérebro que se expressa por crises repetidas. Não se trata de uma doença mental, embora as crises possam ser desencadeadas por estresse e ansiedade. Quanto ao diagnóstico da epilepsia, assinale a alternativa correta:

Alternativas

ID
5118436
Banca
IPEFAE
Órgão
Prefeitura de Andradas - MG
Ano
2020
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A Tuberculose é um problema de saúde prioritário no Brasil. O agravo atinge a todos os grupos etários, com maior predomínio nos indivíduos economicamente ativos e do sexo masculino. Em relação ao tratamento da Tuberculose com Isoniazida, em que surgem os efeitos de Psicose, crise convulsiva, encefalopatia tóxica e coma, deve-se:

Alternativas