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Prova VUNESP - 2009 - PM-SP - Soldado da Polícia Militar


ID
2172568
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Sobre as batalhas de Rosario referidas no texto, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • GAB E , no quarto paragrafo eles estavam se ferindo em campo, dando uma leve impressão de que era uma "batalha" travada no campo.

  • GABARITO: LETRA E

    →  Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino. → uma guerra, literalmente.

    → Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si. → alusão à partida de futebol, a qual foi simbolizado como se fosse uma segunda guerra entre os países.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻


ID
2172571
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

No texto, afirma-se que a primeira batalha de Rosario foi de verdade, pois ela

Alternativas
Comentários
  • GAB A ,  com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

  • GABARITO: LETRA A

    → a primeira batalha foi uma luta militar, envolvendo soldados, armas, mortes e lutas:

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻


ID
2172574
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Sobre a segunda batalha de Rosario, afirma-se que
I. é representada por uma disputa esportiva, cujo resultado põe em condições de igualdade Brasil e Argentina;
II. aconteceu num momento histórico marcado pelo regime político ditatorial, tanto na Argentina quanto no Brasil;
III. a Argentina, ainda que perdesse do Brasil, estaria na final do campeonato.
Está correto o contido em

Alternativas
Comentários
  • GABARITO - C

  • I. é representada por uma disputa esportiva, cujo resultado põe em condições de igualdade Brasil e Argentina; II. aconteceu num momento histórico marcado pelo regime político ditatorial, tanto na Argentina quanto no Brasil; III. a Argentina, ainda que perdesse do Brasil, estaria na final do campeonato. (Essa alternativa é eliminada pelo contexto descrito no texto: "A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. (...)"


ID
2172577
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

A partida de futebol de 1978 entre Brasil e Argentina marcou-se pela

Alternativas
Comentários
  • GAB B ,  "Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro"

  • GABARITO: LETRA B

    → violência dos dois lados, um jogo que foi marcado pela agressividade de alguns jogadores:

    →  O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻


ID
2172580
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Ao referir-se ao comportamento do árbitro húngaro, o autor o faz com

Alternativas
Comentários
  • Gab. A.

    Sarcarmos = ironia com o objetivo de zombar.

  • GABARITO: LETRA A

    →  O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue. → observa-se uma ideia sarcástica, perpassada por um significado de ironia ao ato de ter pouca sangue para caracterizar violência.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻


ID
2172583
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

A expressão do texto cujo sentido reporta à ideia de dificuldade é

Alternativas
Comentários
  • quando você fala aos "trancos e barrancos" é porque algo está sendo passando por dificuldades  GAB E

  • GABARITO: LETRA E

    → aos trancos e barrancos (10.º parágrafo). → expressão coloquial que significa: com todas as dificuldades → aos trancos e barrancos vou conquistando o meu objetivo.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • de forma desajeitada; de maneira improvisada.


ID
2172586
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Na frase – Sem nenhum pudor. – o substantivo pudor significa

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: LETRA B

    Sem nenhum pudor → pudor é um substantivo masculino que significa constrangimento → O homem entrou de penetra na festa sem pudor qualquer.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • Tentando esmagar o português

  • Podemos ir por eliminação, já que a palavra nenhum precisa de uma palavra que seja masculina em seguida e a que mais combina é constrangimento, fiz dessa forma ;)

ID
2172589
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo em destaque atribui à frase sentido pejorativo.

Alternativas
Comentários
  • Joguinho, no sentido ofensivo da palavra GAB C

  • Pejorativo:Desagradável GAB:C

  • Perder para argentina também é algo pejorativo kkkkk


ID
2172592
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Leia o texto para responder à questão 

Quase sempre foi muito mais difícil para a seleção brasileira ganhar a vaga numa Copa. Mas nunca foi tão saboroso carimbar o passaporte para o Mundial como ontem, em Rosario. Com uma vitória por 3 a 1 sobre a Argentina de Maradona, o time nacional se garantiu na Copa da África de 2010 e vai continuar como o único país do mundo a ir a todos Mundiais.
(Folha de S.Paulo, 06.09.2009)

Este texto, comparado com as informações do 1.º parágrafo de Histórias das três batalhas de Rosario, deixa evidente que

Alternativas
Comentários
  • saboroso, ideia de realização, concretização GAB D

  • A B também está correta.

  • letra B está errada. Na primeira batalha o Brasil perdeu. Na segunda deu empate. Na terceira deu Brasil.
  • Depreciativo ,desagradavel ,ou de desaprovação!


ID
2172595
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Leia o texto para responder à questão 

Quase sempre foi muito mais difícil para a seleção brasileira ganhar a vaga numa Copa. Mas nunca foi tão saboroso carimbar o passaporte para o Mundial como ontem, em Rosario. Com uma vitória por 3 a 1 sobre a Argentina de Maradona, o time nacional se garantiu na Copa da África de 2010 e vai continuar como o único país do mundo a ir a todos Mundiais.
(Folha de S.Paulo, 06.09.2009)

Para comentar a vitória do Brasil, o texto contém palavras empregadas em sentido

Alternativas
Comentários
  • GABARITO : letra E , figurado, ganhando em expressividade, como é o caso de “Mas nunca foi tão saboroso carimbar o passaporte para o Mundial.

  • LEMBRANDO QUE A DENOTAÇAO DIZ QUE CONTEM A LINGUAGEM INFORMATIVA, CIENTIFICA OU TECNICA, E OS TEXTOS DESSA NATUREZA NECESSITAM DE INFORMACOES EXATAS, OBJETIVAS E CLARAS, COMO SE TRATA DE SENTIDO FIGURA, ELIMINARIAMOS QUESTOES POR ESSE CRITERIOS.
  • ''Mas nunca foi tão saboroso carimbar o passaporte..." Sentido figurado.


ID
2172598
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

O sentido do verbo bater, em – Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura.– também está presente em:

Alternativas
Comentários
  • bateu o jogo intereiro está no sentido fisico, ou seja, GAB C, pois é a unica opão em que o verbo "bater" esta no sentido de machucar alguém.

  • Bater físicamente. 

    Gabarito C

  • GABARITO: LETRA C

    → Foi enquadrado pela Lei Maria da Penha, pois covardemente batia na mulher/ Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. → os verbos "bater", em ambas frases, representam um sentido de agressão, violência, logo temos a nossa resposta.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • continência não se BATE, se PRESTA !

    Bater no sentido de agressão. A única que corresponde ao gabarito é a alternativa C.

    APMBB


ID
2172601
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

O sentido expresso pelo termo como em – ... como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si. – é o mesmo do termo que está destacado em:

Alternativas
Comentários
  • Os ditadores de la estavam mais perto do evento em si JA QUE o jogo era em Rosario. se substitui , perceberá que é uma conjunção causal, o JA QUE é a unica causal nas opções. GAB D

  •  Causaisintroduzem uma oração que é causa da ocorrência da oração principal. São elas: porque, que, como (= porque, no início da frase), pois que, visto que, uma vez que, porquanto, já que, desde que, etc.

    orações suboordinativas, tem que estar na ponta da língua. Como diz o professor Alexandres Soares:

    " Meu amigo, é rolo hein!'


ID
2172604
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Leia a frase: Os brasileiros, __________ efeito da vitória de 3 a 0 _________ a Polônia, ficaram felizes por algumas horas.

Com base no sentido do texto, as preposições que completam, correta e respectivamente, os espaços da frase são:

Alternativas
Comentários
  • SOB = “embaixo de”, “em estado de”, “sujeito à influência ou ao comando de algo ou alguém”

    SOBRE = “em cima de”, “acima de” ou “a respeito de”.

  • GABARITO: LETRA B

    Os brasileiros, SOB efeito da vitória de 3 a 0 SOBRE a Polônia, ficaram felizes por algumas horas. 

    SOB → em estado de/ sujeito a influência de.

    SOBRE → em cima de/ a respeito de/ acerca de.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • GABARITO: B

    Os brasileiros, SOB efeito da vitória de 3 a 0 SOBRE a Polônia, ficaram felizes por algumas horas. 

    SOB : em estado de/ sujeito a influência de.

    SOBRE : em cima de/ a respeito de/ acerca de.


ID
2172607
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que todas as vírgulas são utilizadas pela mesma razão que no trecho: À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos...

Alternativas
Comentários
  • À noite, os comandantes de Menotti, técnico argentino, surraram os peruanos.

    adj.adv sujeito aposto predicativo

    De repente, Dunga, ex-capitão da seleção, foi visto passeando pelas ruas de Buenos Aires.

  • Alternativa A

    A vírgula empregada na alternativa A simboliza um aposto (FINALIDADE DE EXPLICAR)

    POR EXEMPLO: Alban0fps, usuário do site qconcursos, deseja uma boa sorte a todos em seus respectivos concursos.


ID
2172610
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Com base nos aspectos de concordância, o contido na frase – Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. – está corretamente reescrito em:

Alternativas
Comentários
  • Alguém explica essa questão ? Não entedi o gabarito ser a letra C....O VERBO DEVERIA SER O HAVER (HÁ) NO INICIO DA FRASE.

  • POR FAVOR, ALGUÉM EXPLICA ESSA QUESTÃO.

  • O verbo aludir pede a preposição A.

    A duas batalhas de Rosario os livros de história fazem alusão.

    Inverta a frase para o melhor entendimento:

    Os livros de história fazem alusão a duas batalhas de Rosário.

    Gabarito letra C.

    Bons estudos!

     

  • Alguém, por favor, pode explicar qual o erro da alternativa A)?

  • Ao colega, De Souza, a alternativa "a" está incorreta, porque não sujeito preposicionado.

    Nos livros de história, falam-se de duas batalhas de Rosário. Um abraço e bons estudos....

  • GABARITO: LETRA C

    A) Nos livros de história, FALAM-SE de duas batalhas de Rosario. → o correto seria: fala-se DE (terceira pessoa do singular + partícula "se" marcando um sujeito indeterminado → se fala DE alguma coisa → "se" partícula indeterminadora do sujeito e um verbo transitivo indireto);

    B) EXISTE, nos livros de história, duas batalhas de Rosario. → verbo "existir" é pessoal e possui um sujeito → DUAS BATALHAS EXISTEM → seria o correto.

    C) A duas batalhas de Rosario os livros de história fazem alusão. → frase está fora da ordem direta, colocando na ordem → Os livros de história fazem alusão a duas batalhas de Rosario → somente a preposição presente, pois temos um numeral.

    D) LÊ-SE, nos livros de história, as duas batalhas de Rosario. → temos uma voz passiva sintética, o correto seria → LEEM-SE (As duas batalhas são lidas).

    E) Os livros de história CONTÉM referências a duas batalhas de Rosario. → OS LIVROS (CONTÊM → terceira pessoa do plural)

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • a letra c não segue a ordem canônica, então fica mais difícil observar, mas; se fizermos uma breve análise sintática de sua estrutura fica mais compreensível.

    Sujeito: os livros de história

    Verbo: fazem alusão ( locução verbal ) VTI

    Complemento verbal : a duas batalhas de Rosário.

    Os livros de história fazem alusão a duas batalhas de Rosário.

    LETRA C

    APMBB

  • a letra a esta errada, porque, a particula se , e uma particula de inderteminacao do sujeito, portanto o verbo ficara no singular


ID
2172613
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Histórias das três batalhas de Rosario


    Nos livros de história, há duas batalhas de Rosario. A de 18 de junho de 1978 é a segunda. Essa de hoje [05.09.2009], pelo visto, corre o risco de ser a terceira. Espera-se que nesta, pela primeira vez, os brasileiros ganhem.

    Na primeira, batalha de verdade, com canhão e cavalaria, ocorrida no século 19, os republicanos da aliança argentino-uruguaia levaram a melhor sobre as tropas imperiais brasileiras. Não foi uma vitória acachapante, mas os “castelhanos” ficaram com o terreno.

    Ganharam e ainda se apropriaram da partitura de uma marcha, que tocam sempre que um presidente brasileiro vai a Buenos Aires.

    Essa primeira batalha aconteceu em 1827. Morreram cerca de 400 pessoas – e o nome da batalha na verdade era “Passo do Rosario”, ou ainda “de Ituzaingó”, e aconteceu no Rio Grande do Sul, um pouco distante do Pampa argentino.

    Na segunda, não morreu ninguém, que se saiba (ao menos não em campo). Nos dois países, estava-se em uma ditadura, mas, como o jogo era em Rosario, os ditadores de lá estavam mais perto do evento em si.

    Batalha horrível, diga-se. Joguinho feio, que acabou em empate. A Argentina, nem invicta era. Perdera da Itália na fase inicial. Se perdesse do Brasil, provavelmente ficaria fora da final. Provavelmente, não, ficaria. Note-se: o Brasil, com Maracanazo e tudo, era tri; a Argentina nunca vencera nada.

    O jogo, a batalha, acabou no 0 a 0. Os argentinos tinham um jogador, Luque, que deveria ter sido preso. Bateu o jogo inteiro, abaixo da linha da cintura. Bateu no primeiro lance, um pontapé em Batista ouvido no planeta. O árbitro, um húngaro de nome Palotay e lisura sem par, não viu nada demais, já que de modo geral saía pouco sangue.

    Para compensar a classe alviceleste, o Brasil colocou em campo o ínclito meio-campista Chicão, conhecido pela sua técnica admirável. Na base da pancada mútua, o jogo acabou parelho, com Roberto Dinamite perdendo um gol no finzinho.

    Empate na batalha, faltava um jogo pra cada lado.

    O Brasil pegou a Polônia e, aos trancos e barrancos, enfiou 3 a 0. A Argentina precisava ganhar de quatro do Peru.

    A alegria brasileira durou algumas horas. À noite, os comandados de Menotti, o técnico argentino, surraram os peruanos (cujo goleiro era... argentino naturalizado peruano, coitado). O jogo foi 6 a 0. Finalistas e campeões.

    Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a ditadura não poderia usar a Copa a seu favor. Já a ditadura deles, usou. Sem nenhum pudor.

(Folha de S.Paulo, 05.09.2009. Adaptado)

Considere se as frases estão corretas quanto ao item expresso entre parênteses.
I. Parte da torcida no Brasil ficou até feliz, assim a Copa não poderia ser usada pela ditadura a seu favor. (Voz Passiva)
II. Se o Brasil era tri e tinha Maracanazo e tudo, era superior à Argentina. (Crase)
III. Os “castelhanos” apropriaram-se da partitura de uma marcha, tocada sempre que um presidente brasileiro vai à encantadora Buenos Aires. (Crase)
Está correto o contido em

Alternativas
Comentários
  • E

    I, II e III.

  • Gabarito E

    I. Voz passiva analítica (verbo ser + particípio)

    II. Superior a + a Argentina = crase: Superior à Argentina

    III. Vou a e volto da: tem crase. Vou à encantadora B.A, volto da encantadora B.A.

  • GAB. E

    VEM ne mimmmmmm PC-PR.

  • Se vou a Buenos Aires volta DA Buenos Aires?????
  • COM RELAÇÃO AO ITEM III. A CRASE OCORRE PORQUE ESTÁ ESPECIFICANDO, CARACTERÍSTICA, "ENCANTADORA" BUENOS AIRES.

  • Oliveira, presta atenção na oração, está se referindo no termo "encatadora" e não "Buenos Aires" .

ID
2172616
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão baseia-se em trechos retirados do folheto Soldado Brasileiro – orgulho em servir, colaboração da Folha Dirigida como homenagem ao Dia do Soldado. Para a questão, assinale a alternativa cujas informações preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do trecho.

Após a abdicação de D. Pedro I, nos primeiros dias de Regência, em um cenário __________ a desordem e a rebelião reinavam por todo o País, Duque de Caxias pacificou os estados do Rio de Janeiro, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, tornando-se o principal responsável  _______ unidade nacional.

Alternativas
Comentários
  • Quem é responsável é responsável por alguma coisa... por+a= pela

    gab: A

  • GABARITO: LETRA A

    em um cenário EM QUE/ ONDE a desordem e a rebelião reinavam → a desordem e a rebelião reinavam EM ALGUM lugar → podendo ser usado o "onde" ou "em que";

    → tornando-se o principal responsável PELA unidade nacional. → quem é responsável, é responsável por alguma coisa → por + a → pela.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • Após "CUJO" Não podemos utilizar atigos.

  • GAB A

    QUEM E RESPONSÁVEL É RESPONSÁVEL POR + A = PELA

    COM DEUS!!

  • regência nominal de responsável é "POR"

    APMBB


ID
2172619
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão baseia-se em trechos retirados do folheto Soldado Brasileiro – orgulho em servir, colaboração da Folha Dirigida como homenagem ao Dia do Soldado. Para a questão, assinale a alternativa cujas informações preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do trecho.



Desde 1946, o Exército Brasileiro atua em missões de paz das Nações Unidas, sempre ________ pelo valor de seu soldado. (...)

Atualmente,__________ ________ missão de paz no Haiti, com uma força de 1200 militares brasileiros.

Alternativas
Comentários
  • LETRA B = (SEMPRE) ADVERBIO DE TEMPO;

    ENCONTRA-SE, CORRETO, APÓS A VIRGULA

    CUMPRIR E NÃO COMPRIR, SIMPLES ASSIM.

  • ATENÇÃO NA VÍRGULA APÓS O ATUALMENTE .

  • CUMPRINDO NO CASO É SENTIDO DE REALIZANDO

  • 1- Sempre é um advérbio atrativo,use próclise.

    2-cuidado com essa virgula,usa se enclise. Se não tivesse essa vírgula seria próclise.

    3- Quando tiver sentido de executando ou realizando nesse momento,usa cumprindo.

  • Desde 1946, o Exército Brasileiro atua em missões de paz das Nações Unidas, sempre __SE DETACANDO______ pelo valor de seu soldado. (...)

    Atualmente,_______ENCONTRA-SE___ _CUMPRINDO_______ missão de paz no Haiti, com uma força de 1200 militares brasileiros.

    ERROS: PRONOME O USO E PRONOME COMO COMPLEMENTO DE VERBO É INADEQUADO.

    TEMOS UM PRONOME OBLIQUO.

    CORRETO É CUMPRINDO.

    O DEVER É MEU CUMPRIR ÁS ATIVIDADES!

  • 1- Quando a oração tiver um advérbio (aqui, sempre, talvez, muito, infelizmente etc...) antes do verbo que se liga ao pronome, ele é atraído pelo advérbio.

    2- Com virgula enclise. Sem virgula próclise.

    3- Sentido de executar ou realizar; Cumprir.

  • A forma correta de escrita é cumprir de acordo com a Língua Portuguesa.

    Ou seja, é escrito com a vogal “u”.

    Cumprir significa levar a efeito, executar, satisfazer; realizar o que lhe foi imposto.

    Vou cumprir a minha promessa.

    Temos objetivos a cumprir.

  • qual a diferenca de comprindo e cumprindo ?


ID
2172622
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

A questão baseia-se em trechos retirados do folheto Soldado Brasileiro – orgulho em servir, colaboração da Folha Dirigida como homenagem ao Dia do Soldado. Para a questão, assinale a alternativa cujas informações preenchem, correta e respectivamente, as lacunas do trecho.

... __________ dos riscos de uma catástrofe ambiental e humana sem precedentes de que pode ser vítima o planeta Terra, o Exército tem procurado colaborar com__________ nacional e mundial no resgate de _______ condições ambientais.

Alternativas
Comentários
  •   ... consciente (o exército) dos riscos de uma catástrofe ambiental e humana sem precedentes de que pode ser vítima o planeta Terra, o Exército tem procurado colaborar comos esforços nacional e mundial no resgate de melhores condições ambientais.

    Gab.: E

     

    "Mil cairão ao teu lado, dez mil à tua direita. Mas tu não serás atingido".

     Salmos 91:7

  • GABARITO: LETRA E

    → O exército consciente → termo no singular, pois a oração está fora da ordem, quem está consciente é o exército.

    → os esforços nacional e mundial → poderia ser: o esforço (concordando com o mais próximo, ou "esforços" concordando com os dois termos);

    → condições ambientais melhores.

    FORÇA, GUERREIROS(AS)!! ☻

  • Não poderia ser "o esforço". Nesse caso, temos dois adjetivos qualificando um substantivo. Para dar ideia de exclusão (são tipos de esforços diferentes), o substantivo vem pluralizado.

    Viria no singular se houvesse artigo antes, por exemplo: O esforço nacional e o (esforço) mundial.

  • Traz o termo Exército para o começo da frase que dá certo.

    O Exército, consciente dos riscos de uma catástrofe ambiental e humana sem precedentes de que pode ser vítima o planeta Terra, tem procurado colaborar com o esforço nacional e mundial no resgate de melhores condições ambientais.

    O termo "Esforços" concorda com nacional e mundial 

    O termo "Melhores" concorda com condições ambientais.

  • Questão mal formulada né?
  • O Exército, consciente dos riscos de uma catástrofe ambiental e humana sem precedentes de que pode ser vítima o planeta Terra tem procurado colaborar com os esforços nacional e mundial no resgate de melhores condições ambientais.

    Questão excelente, aborda regras muito boas para revisar.

    1) Consciente » é uma característica momentânea do Exército, caracterizando-se como predicativo do sujeito deslocado

    2) Os esforços » o substantivo obrigatoriamente tem de estar no plural, já que não tem a presença de artigo entre os adjetivos.

    Ex. com o esforço nacional e (o) mundial

    LETRA E

    APMBB


ID
2172628
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em 30 gramas de requeijão, 7 gramas são de gorduras. Para que se obtenham 42 gramas de gordura, é necessário que a porção de requeijão seja de

Alternativas
Comentários
  • 30---7  :  7X : 1260        1260/ 7   180 gramas 

    X----42

  • BIZU: SE A CADA 3O GRAMAS DE REQUEIJÃO TEMOS 7 GRAMAS DE GORDURA... 7 X 6 = 42

    ACHAMOS O RESULTADO QUE DÁ 42, ENTÃO VAMOS MULTIPLICAR 30 X 6 = 180

    ACHAMOS A RESPOSTA.

    LETRA E

  • Em 30 gramas de requeijão, 7 gramas são de gorduras. Para que se obtenham 42 gramas de gordura, é necessário que a porção de requeijão seja de

    Regra de Três Simples:

    30 g de req.---------7 g de gor.

    x g de req.---------42 g de gor.

    São inversamente proporcional, então multiplica em X:

    7x= 30.42

    x= 30.42/7 (42 é múltiplo de 7, então basta dividi-los)

    x= 30.6

    x= 180 g de req.

    (E) 180 g.

    GAB. E


ID
2172631
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um determinado jogo de futebol teve dois tempos de exatos 45 minutos cada. Durante 40% do 1.º tempo, a bola esteve em poder do time A e, em 20% do 2.º tempo, em poder do time B. Em relação ao jogo todo, o tempo em que a bola permaneceu com o time A representa

Alternativas
Comentários
  •  1 TEMPO         TIME A                TIME B               +18        90----100

    45-----1          45 ------- 100         45------100            +36       54------X  (60)

    90-----2        (18)X---------- 40   (36)X---- 80              (54)

  • 45 minutos será equivalente à 100%, Logo o cálculo deverá ser feito nesse parâmetro:

    TIME A:

    45 ---- 100%

    X------- 40%

    REGRA DE 3 SIMPLES QUE RESULTARÁ EM: 18, portanto o time A ficou com a bola por 18 minutos.

     

    TIME B 

    45 ----- 100%

    X ------- 20%

    REGRA DE 3 SIMPLES QUE RESULTARÁ EM: 9, portanto o time B ficou com a bola por 9 minutos.

     

     

    Aqui o que nos interessa é o time A, então você fará a soma dos resultados referentes ao time A que é o seu interesse. Vejamos:

    No primeiro tempo sabemos que o time A ficou com a bola por 18 minutos e segundo tempo que o time B ficou com 9 minutos, então você deverá saber que dos 45 minutos do segundo tempo o time A ficou com 36 minutos. 

    Agora é só somar os resultados: 36+18 =  54

     

    Agora que já sabemos o tempo que estava sob poder do time A que são exatos 54 minutos, faremos o cálculo:

    90 ----- 100%

    54 -----  X

    REGRA DE 3 SIMPLES QUE TEREMOS COMO RESULTADO 60%, LOGO O GABARITO SERÁ A ALTERNATIVA D - 60%

  • 40 % do primeiro tempo +

    20 % do segundo tempo

    = 60

  • Os dois tempo da 90 min

    60/100 ×90 = 54

    Usa regra de três pra saber porcentagem

    90 min 100%

    54 min x

    Faz cruzado 90x = 54x100

    90x = 5400

    5400/90 = 60 %

  • 1T = 100%

    A = 40%

    2T = 100%

    A = 80%

    1T+2T = 200

    A = 40 + 80 = 120

    200 = 100

    120 = x

    200x = 1200

    x = 12:2

    x = 6 ou 60%


ID
2172634
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em um depósito há várias caixas, todas de mesmo tamanho. Se forem feitas pilhas contendo em cada uma delas, 6 ou 8 ou 10 caixas, sempre sobrarão 3 caixas. O número mínimo de caixas nesse depósito é

Alternativas
Comentários
  • MMC

    6, 8, 10 \ 2

    3, 4, 5 \ 2

    3 , 2, 5 \ 2

    3, 1, 5 \ 3

    1, 1, 5 \ 5

    1, 1, 1

    2³ x 3 x 5 = 120 + 3 = 123.

    Gab: A

     

  • Pegadinha marota kkkkk, na hora da prova, há pessoas que caem

  • Mais seguro fazer a divisão de cada alternativa até encontrar o número que dá resto 3.

  • no final eu diminuí -3 kkkkkkk pegadinha fdp


ID
2172637
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma pessoa comprou 5 envelopes grandes, para colocar o mesmo número de folhas dentro de cada um deles. Como 2 envelopes foram rasgados e não puderam ser utilizados, essa pessoa precisou colocar 16 folhas a mais em cada um dos envelopes restantes. O número total de folhas que deveriam ser colocadas nos envelopes era

Alternativas
Comentários
  •  (24)X + 16 + (24)X +16 +(24)X +16 : 5X          72 + 48: 120

    3X + 48                         :  5X

    5X - 3X : 2X/ 48         X: 24

  • 5x = 3(x+16)

    5x = 3x +48 

    2x = 48

    x = 24

    Se tivessem os 5 envelopes, então deveriam ser colocados 5 x 24 = 120

  • Da para fazer com o múltiplo comum.

    Total de folhas poderia ser divisível por 5 ou 3. (ai tu olha nas respostas)

    Para ser divisível por 5 tem que terminar em 0 ou 5 (todos terminam em 0, então todos são divisíveis por 5)

    Para ser divisível por 3 a soma dos algarismos tem que estar na tabuada do 3.

    Ex:

    A) 80 > 8+0 = 8 (8 está na tabuada do 3? não, então não serve)

    B) 100 > 1+0+0 = 1 (1 está na tabuada do 3? não, então não serve)

    C) 120 > 1+2+0 = 12 (12 está na tabuada do 3)

    D) 140 > 1+4+0 = 5 (5 está na tabuada do 3? não, então não serve)

    E) 160 > 1+6+0 = 7 (7 está na tabuada do 3? não, então não serve)

    LETRA C


ID
2172640
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A média das alturas de três amigos é 1,60 m. Se mais um amigo, que mede 1,80 m, entrar nesse grupo, a nova média das alturas será de

Alternativas
Comentários
  • facil vamos lá

    1,60 altura multiplicado por 3 que a quantidade de amigos .

    logo temos 4,80 mais o outro amigo de 1,80 que dara 6,60 .

    agora dividimos 6.60 por 4 que sao os 4 amigos

    que dara = 1,65

    LETRA E

  • 3 AMIGOS = 1,60 X 3

    3 AMIGOS = 4,80

    4 AMIGOS = 4,80+ 1,80

    4 AMIGOS = 6,60

    6,60 /4 = 1,65

  • PASSO1 ----- MULTIPLICAR A MEDIA VEZES QUANTIDADE DE PESSOAS

    1,60 X 3 = 4,80

    PASSO2 ----- PEGAR RESULTADO E SOMAR COM A NOVA ALTURA QUE VAI SER INCLUÍDA NA MEDIA

    4,80 + 1,80 = 1,65

    ALTERNATIVA LETRA (A) 1,65M.

  • Bora lá

    x+x+x/3=160

    3x=160*3

    3x=480

    x=480/3

    x=160

    logo, todos os 3 primeiros amigos medem 1,60m

    agora para saber a nova média basta somar tudo e dividir por 4

    160*3+180/4

    660/4

    =165

    GAB E

    APMBB

  • 1,80 - 1,60 = 20 / 4 amigos = 5 a diferença da media do ultimo =

    1,60 media 3 amigos

    0,05 + media do ultimo q entrou

    1,65


ID
2172643
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um funcionário de uma loja percebeu que 8 caixas fechadas de canetas menos 50 canetas contêm a mesma quantidade que 7 caixas fechadas mais 20 canetas. O número de canetas de uma caixa é

Alternativas
Comentários
  • 8X - 50 : 7X +20        1X: +70

    8X -7X: +20+50

  • Depois que interpreta fica fácil:

    Um funcionário de uma loja percebeu que 8 caixas fechadas de canetas menos 50 canetas contêm a mesma quantidade que 7 caixas fechadas mais 20 canetas. O número de canetas de uma caixa é:

    8X-50 = 7X+20

    8X-7X=20+50

    X=70

  • Eu fiz o mdc de 50,20 que ficou 2.5

    2 x 5 = 10

    10 x 7 = 70


ID
2172646
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em uma padaria, dois brigadeiros mais um quindim custam R$ 5,00. Uma pessoa comprou três brigadeiros e dois quindins e pagou R$ 8,50 por eles. Nessas condições, pode-se concluir que

Alternativas
Comentários
  •   2B + 1 C : 500        -4B -2C : -1000       -1B: -150   um quindim é 50 centavos mais caro

      3B +  2C  : 850       +3B +2C: +850        +1C: 200

  • 2B+Q=5,00 --------> (multiplica por -2 toda a linha, para depois zerar a coluna)

    3B+2Q=8,50

    4B-2Q=10,00 --------> ( de vermelho significa que eles se anularam)

    3B+2Q=8,50

    B=1,5 Agora é só substituir que você encontrará o preço do quindim !!!

  • 2brigadeiros+1quindim= 5 multiplicando a primeira por ( -2)

    3brigadeiros + 2 quindins= 8,50

    Vai ficar:

    -4brigadeiros - 2 quindins= -10

    3brigadeiros + 2 quindins= 8,50

    Cortando os iguais, isso ficará:

    -1brigadeiro= -1,50

    Brigadeiro= 1,50 reais

    Para saber o valor do quindim, você escolhe qualquer uma da equação:

    3(1,50) + 2 quindins= 8,50

    4,50 + 2quindins = 8,50

    2quindins= 8,50- 4,50

    2quindins= 4

    Quindim= 4/2

    Quindim = 2 reais

  • ESSE EXERCICIO CONSEGUIMOS RESOLVER PELA LÓGICA.

    LEMBRAMOS QUE DEVEMOS POUPAR TEMPO NA PROVA.

    RESOLUÇÃO:

    dois brigadeiros mais um quindim custam R$ 5,00. dividimos os 5,00 pelos dois brigadeiros = 2,50

    Uma pessoa comprou três brigadeiros e dois quindins e pagou R$ 8,50, então vamos multiplicar 2,50 do primeiro resultado vezes os três brigadeiro= 6,50.

    temos o valor dos brigadeiros , sabemos que valor total é 8,50.

    vamos subtrair então 8,50-6,50= 2,00.

    ou seja: o quindin é 50 centavos mais caro

  • Alexandre 2,50x3 é 7,50 e não 6,50.
  • Eu pensei que, como o valor era 5,00, poderia fazer uma suposição do valor de cada e ver se a conta daria certo. Supondo que o brigadeiro custa 1,50 cada e o quindim 2,00, o total daria 5,00.

    Então na segunda 1,50 ×3 =4,50 e 2,00×2= 4,00

    4,50+4,00=8,50

    A conta deu certo com essa suposição, então o quindim é 0,50 mais caro que o brigadeiro.C


ID
2172649
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Dois quintos de uma garrafa de refrigerante de 1,25 L foram consumidos durante o almoço, e um terço do volume restante foi consumido no jantar, restando ainda na garrafa

Alternativas
Comentários
  • 2/ 5 : 1250 ,,,,,,,,, 2500/5....... 500 -1250 : 750;;;;;;;;; 750: 3/3  ( 750 vezes 2/3: 500)

  • 2/5 . 1250 = 2500/5 = 500 ml durante o almoço.

    volume restante

    1250 - 500 = 750

    1/3 de 750 = 750/3 = 250 ml consumidos no jantar

    Agora é só somar os valores consumidos, no almoço e no jantar e diminuir com o total do refrigerante.

    250 + 500 = 750 ml consumidos (Almoço e Jantar)

    1250 - 750 = 500 ml

    Gabarito Letra B

  • 3 /5 × 125 = 375 ÷ 5 = 75

    2/3 ×75 = 150 ÷ 3 = 50

    No caso vc ja sabe 125 é 1250 litro so que fiz por 125 pra dar uma conta mas facil por isso que deu 50 mas eu ja sei que é 500 porque eu fiz por 125 se eu fizesse 1250 daria 500 so que eu facilitei


ID
2172652
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um relógio defeituoso adianta 1 minuto a cada 5 horas. Para que ele adiante 1 hora, serão necessários

Alternativas
Comentários
  • 60 min para dar 1h: 

     

    1min..........5h 
    60min.........x 

    x = 300 

     

    300 / 24(horas em um dia)= 12 e sobram 12, então será 12 dias e 12 horas

  • 1 minuto-----------300 minuto

    60 minutos--------x minutos

    x = 60*300/1

    ---->

    x = 18.000 min

    ---->

    x = 18.000/60 = 300 h

    ---->

    x = 300/24 = 12,5 d

    ---->

    x = 12d + 0,5*24 = 12d + 12h GAB A

  • Se não quiserem usar a regra de três podem fazer da seguinte forma:

    60 * 5

    60 equivale a 1h = 60 mnts

    5 pq ele quer saber 5 horas

    60*5 = 300

    divide por 24 = 12,5

    ai tem a pegadinha 12 dias e meio, meio dia tem 12 horas...

    alternativa A !!!

  • Segura a emoção fio kkkk, pq senão c erra igual eu

ID
2172655
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em um terreno com 200 m2 de área, foram construídos um barracão e uma casa. A casa ocupa 3/5 da área total do terreno, e o barracão ocupa 25% da área restante. Em relação à área total do terreno, o barracão e a casa ocupam juntos

Alternativas
Comentários
  • +200 metros ------ 100 %

    -120 metros------ 60 % ( 3/5) CASA                           200--------100

        +80 SOBRA, logo , 80 ----100%             120+ 20: 140--------- 70%

                                        20-----25%

     

  • A = 200 m²

     

    casa = 3/5 . 200 = 120m²

     

    Barracão = 25/100 . 80 = 20m²                            pq  80??  ( ou seja, o que falta pra chegar a 200 , em outras palavras = 120 +80 = 200)

     

    120  + 20 = 140m²

     

    regra de três:

     

    200m² ---- 100 %
    140m² ---- X

     

    X= 70 %

     

    gab: E

     

    espero ter ajudado
    em caso de erro, avise-me!!

     

    bons estudos!!

     

  • Área Total= 200m²

    Casa = 3/5 de 200m² Barracão= 25% do restante, ou seja, 25% de 2/5 de 200m²

    Restante= 2/5 de 200m²

    Barracão = 25% de 80

    Casa= 3/5 de 200 Barracão= 25 . 80 / 100

    0,6 . 200

    Casa= 120m²

    Barracão = 2.000/100 = 20m²

    Restante= 80 (200 -120,ou 2/5 de 200)

    BC= Barracão + Casa

    BC= 120 + 20

    BC= 140m²

    140m² corresponde a qual porcentagem % ?

    é só fazer regra de 3 simples para descobrir...

    200m²--------------100%

    140m²-------------- X

    200X= 14.000

    X= 14.000/200

    X= 70%

    Logo, a alternativa E está correta.

  • 2 /5 × 200 = 0,4 × 200 = 80

    75/100 × 200 = 0,75 × 200 = 150

    150 - 80 = 70.

    Depois de uma conta dessa sem nada de regra de três mereço seu whats kkkkkkk 997138179


ID
2172664
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma caixa d’água, com capacidade para 1 000 litros, que estava completamente vazia, será enchida por uma mangueira que despeja 0,2 L de água por segundo. O tempo necessário para encher completamente essa caixa é

Alternativas
Comentários
  • Fiz da seguinte forma :

    dividi o total da caixa  (1000 L) pelo tempo em que a mangueira despeja  em segundos mesmo .

    logo  1000/0,2   = 5000

    5000 é o total de segundos que demora até a caixa ficar cheia !

    para transformar segundos em minutos , dividimos por 60

    logo: 5000/60

    o Quociente será (83) minutos   -----------> 1 hr e 23 minutos

    e o resto será  (2) segundos    -------------> 20 segundos

  • meu calculo; 0,2x60 seg=12 lts p/min (1lt p/segundo)

    12ltx60min=720 lts

    23mx12lts=995 lts

    20segx1lt=4lts

    995+4=999lts sigificando que falta 1 litro,e esse é o que ja havia na caixa d'água que estava COMPLETAMENTE VAZIA,mas não VAZIA

  • Uma caixa d’água, com capacidade para 1 000 litros, que estava completamente vazia, será enchida por uma mangueira que despeja 0,2 L de água por segundo. O tempo necessário para encher completamente essa caixa é

    capacidade total: 10000 L

    enchendo: 0,2 L/s

    tempo para encher completamente: 1000/0,2

    tempo para encher completamente: 5000 segundo

    convertendo para minutos: 5000/60= 83 min e mais 2 min de resto

    convertendo para horas: 83-60= 1 hora 23 min

    pegar o resto que sobrou do minutos: 0,2x 60= 12 seg

    tempo total: 1 hr 23 min 12 seg

    (A) 1 hora 23 minutos e 20 segundos.

    GAB. A


ID
2172670
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
História

Dentre os fatores responsáveis pela Segunda Guerra Mundial (1939-1945), é correto mencionar

Alternativas
Comentários
  • Tanto o nazismo quanto o fascismo foram o estopim para o início da 2° grande guerra. Letra A.

  • A) O revanchismo expresso nos tratados de paz, como o de Versalhes, e o expansionismo nazifascista.

    Podemos destacar o tratado de Versalhes, lançado na conferência de Paris, em 1919, que culpava a Alemanha pela guerra, limitava o exército alemão, obrigava a Alemanha a pagar multas milionárias e a Alemanha perdeu 13% de seu território, o que foi usado para a construção do corredor polonês (o que explica, em grande parte, o porquê de Hitler invadir a Polônia)

  • Questão mal formulada; Como se o tratado de Versalhes promovesse paz, sendo que quem era responsável em manter a paz era a liga das nações.

ID
2172673
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
História

A Guerra Fria foi um período marcado

Alternativas
Comentários
  • A Guerra Fria foi um confronto indireto. Não se teve uma "Guerra" de verdade, apenas confrontos ideológicos entre duas superpotências.

  • Importante lembrar que tensões não necessariamente são conflitos diretos. São "tretas"

  • Gab= C.

  • C) Por tensões entre as superpotências, como na crise dos mísseis em Cuba.

    Na Guerra Fria não houve conflitos diretos, apenas indiretos (Guerra do Vietnam, Guerra da Coréia, Rev. Cubana)

    A crise dos mísseis em Cuba, deu-se por conta de a URSS instalar uma base militar com os mísseis apontados aos Estados Unidos (Em retaliação aos EUA, por terem colocado armas nucleares na Itália e na Turquia), o que causou uma grande tensão mundial. Os então Presidentes, Nikita e Kennedy, negociaram a retirada da base.


ID
2172676
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Durante o Estado Novo (1937-1945), o presidente Getúlio Vargas

Alternativas
Comentários
  • Getulio queria implantar uma serie de empresas estatais e contratar mão de obra nacional, diminuindo o dominio de empresas estrangeiras primvadas e controlando -as para que estas não domine totalmente o mercado. GAB D

  • No governo VARGAS houve apoio sim aos Aliados, mas não houve implantação bipartidarista.

  • Eliminação direta das alternativas:

    a) A constituição de 1937 foi outorgada e nenhum pouco democrática

    b) O nacionalismo de Getúlio aconteceu nos governos populistas (1946 a 1964)

    c) Ele criou o DIP(Departamento de Imprensa e Propaganda), ou seja, ele censurou bastante

    e) Não existia bipartidarismo em 1937.

  • Getúlio fez com que os sindicatos estivessem em suas mãos, ao mesmo tempo que gerava incentivos para a indústria de base, gerando empregos e consequentemente estabilidade entre ambas as partes.

  • bipartidarismo foi durante o regime militar, o mesmo foi extinto por figueiredo, dando início a abertura política iniciada por geisiel.

  • Ao ler Estado Novo, pense em Censura, Privatizações, Direitos Trabalhistas, Estatais (Industrias de base)

    D) Incentivou a indústria de base e controlou os sindicatos operários.

    Vargas controlava os sindicatos porque trouxe as leis trabalhistas ao povo (CLT, CARTEIRA DE TRABALHO), assim, os sindicatos viam-se em uma situação de conforto, e apoiavam, em grande parte, o governo de Vargas.

    No estado novo, Vargas aderiu à industrialização por meio da substituição de importações, limitando a entrada de bens estrangeiros no país, além de criar industrias de base (PRODUZEM MATÉRIA PRIMA) como a CSN e a Vale do Rio Doce.

  • GABARITO - D

    Durante o Estado Novo (1937-1945), o presidente Getúlio Vargas

    incentivou a indústria de base e controlou os sindicatos operários.

  • A questão social também foi uma prioridade de Getúlio Vargas, tema até então relegado ao Ministério da Agricultura e tradicionalmente negligenciado durante a Primeira República. Observador do crescimento das entidades sindicais nas últimas décadas, o novo presidente buscou torná-las base de apoio de seu governo, a partir do reconhecimento de antigas reivindicações do movimento trabalhista.

    As primeiras medidas para isso são tomadas ainda em 1930, quando é permitida a reativação dos sindicatos que haviam sido fechados anteriormente e a formação de novos. No mesmo ano é criado o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, pasta que foi primeiramente ocupada pelo político gaúcho Lindolfo Collor. A partir daí o Estado tomava para si o papel de mediador das relações entre empregadores e empregados, fiscalizando as condições de trabalho nas empresas, mediando conflitos e elaborando a legislação trabalhista.


ID
2172679
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
História
Assuntos

As guerrilhas urbanas e rurais, as greves operárias de 1978 e 1979 e a campanha pela anistia, no Brasil,

Alternativas
Comentários
  • Em outubro de 1978, foi declarado o fim do AI-5 e início das greves dos sindicatos do ABC paulista. E, agosto de 1979, a lei da Anistia que reverte as punições dos exilados políticos, como por exemplo, Brizola e Prestes. Esses dois fatos, constituíram movimentos de oposição á ditadura.

  • A E também está correta.

  • Acertei essa questão só de lembrar do filme do Lula. rsrsrs

  • GABARITO - LETRA C

    As guerrilhas urbanas e rurais, as greves operárias de 1978 e 1979 e a campanha pela anistia, no Brasil, constituíram movimentos de oposição à ditadura militar.

  • Greve operária a que o texto se refere é a do ABC paulista.


ID
2172682
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Em 1983 teve início uma campanha que contestava frontalmente a legitimidade das eleições indiretas: era a campanha das Diretas-já. (...)
(...) a campanha ganhou as ruas inicialmente sob a direção nacional do PMDB, com comícios que, a princípio acanhados, conseguiram reunir em abril de 1984 mais de 500 mil pessoas na Candelária, Rio de Janeiro, e mais de 1 milhão no Anhangabaú, em São Paulo.
A sociedade se empolgava e entusiasticamente aplaudia a campanha.
(Francisco de Assis Silva, História do Brasil)

A campanha citada teve, como desfecho, a

Alternativas
Comentários
  • GAB- E

    O dia 25 de abril de 1984 marcou o ponto final da campanha pelas "Diretas já" (O texto foi apresentado em 1983, pelo deputado Dante de Oliveira, do PMDB de Mato Grosso). O Congresso Nacional rejeitava a Emenda Constitucional, que restabelecia as eleições diretas para presidente da República. As manifestações das "Diretas já" concluíram o processo de enfraquecimento da república autoritária. Mesmo continuando indiretas, por causa da derrota da emenda, as eleições pelo colégio eleitoral consagraram o candidato da oposição, o civil Tancredo Neves em 1985...

  • Letra E. Não teve eleição direta, o congresso recusou.

  • Tancredo venceu na primeira eleição INDIRETA de um civil após os longos anos de ditadura Militar.

    Sarney assumiu, pois Tancredo faleceu antes de sua posse.

  • As eleições diretas ocorreram em 1989, com a vitória de Fernando Collor.

  • contra o recuso a emenda dante de oliveira

  • Tancredo venceu na primeira eleição INDIRETA de um civil após os longos anos de ditadura Militar.

    Sarney assumiu, pois Tancredo faleceu antes de sua posse.

    1ª DIRETA Fernando Collor -1989

  • EMENDA DANTE= foi rejeitada pelo congresso.

    GABARITO= E

  • GABARITO - LETRA E

    rejeição, pelo Congresso, da emenda constitucional favo rável à eleição direta para presidente.

  • gab e

    rejeição à emenda constitucional Dante de Oliveira, Tancredo Neves venceu na eleição indireta, José Sarney assumiu, porque Tancredo Neves morreu antes de assumir.

  • O deputado federal Dante de Oliveira, do PMDB do Mato Grosso, apresentou uma emenda constitucional que restabeleceria eleições diretas para presidente e vice-presidente da República, mas não obteve o quórum necessário para sua aprovação. Diante da derrota, a disputa presidencial, foi, mais uma vez, realizada no Congresso.

    1985 = Tancredo neves win indiretamente but fica doente = sarney presidente.


ID
2172685
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

O termo globalização começou a ser utilizado no final da década de 1970 e popularizou-se a partir da década de 1990. A globalização é enaltecida por alguns e criticada por outros. Entre as críticas que são feitas ao processo de globalização, pode-se citar o fato de

Alternativas
Comentários
  • Gab: LETRA A

  • Globalização econômica vincula-se à exclusão social a partir do momento em que a expansão massiva dos meios tecnológicos e de informação não atinge de forma democrática toda a população do planeta, favorecendo o acúmulo de riqueza para os mais ricos e dificultando, assim, a emancipação social dos mais pobres.

  • Grandes características da globalização

    •INTEGRAÇÃO ECONÔMICA ( BLOCOS ECONÔMICOS )

    •AVANÇO NA COMUNICAÇÃO E MEIOS DE TRANSPORTE

    •DESIGUALDADE ENTRE OS PAÍSES RICOS E POBRES

    •EXCLUSÃO SOCIAL.

  • Globalização econômica é o processo econômico e social que estabelece a integração entre países e pessoas do mundo todo. Através dele, empresas, países e instituições realizam trocas financeiras, culturais e comerciais sem restrições ideológicas.

  • DESIGUALDADE SOCIAL

  • Pontos positivos x negativos da globalização: 

    • Pontos positivos: fluxo informacional, evolução da tecnologia, desenvolvimento cientifico, encurtamento das distancias. 
    • Pontos negativos: exclusão digital, má distribuição de renda, desigualdade social, xenofobia, segregação socioespacial. 
  • Ambas, tanto A como B, sugerem globalização.


ID
2172691
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 1985, a região Sudeste concentrava 70,5% dos estabelecimentos industriais do Brasil. Em 2006, a proporção havia baixado para 51%.
Essa diminuição percentual

Alternativas
Comentários
  • E - processo de desconcentração industrial

  • começou na decada de 90

    industrias começaram a procurar novas regioes onde seus custo de produção sejam menores e uma mão-de-obra barata

    chamada guerra fiscal

  • O processo de desconcentração industrial no Brasil vem promovendo um relativo aumento na migração de empresas para o interior do território e para as cidades médias.

    Letra E

  • Guerra Fiscal  → Desconcentração Industrial

  • regiões mais industrializadas:

    1° região sudeste

    2°região sul

    3°região nordeste

  • Basicamente, o processo de desmetropolização e de desconcentração industrial

  • A concetração industrial no SUDESTE foi devido a centralização das grandes obras de infraestrutura nessa região. E a ampliação das rodovias levou-a até os outros cantos do Brasil.

    A desconcentração industrial acarretou na perda de arrecadações de impostos e aumento da exploração da força de trabalho.

  • A construção de Brasília, a construção da Zona Franca de Manaus, o Parque Industrial em Goiás (fruto da construção de Brasília), investimentos em infraestrutura no Nordeste através de diversos planos econômicos para o desenvolvimento da região, além da forte presença de indústrias modernas na região Sul do país, especializou em uma relativa distribuição da atividade industrial, ainda em curso. 

    LETRA E


ID
2172700
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

No início do segundo semestre de 2009, o acordo assinado pelos Estados Unidos e ______________ com a finalidade de ampliar as bases militares norte-americanas em território deste país sul-americano, objetivando combater o narcotráfico na região, gerou tensão entre vários países da América do Sul, dentre os quais o Brasil.
(www.educacao.uol.com.br/atualidades)
O país sul-americano tratado no texto e que completa a lacuna é:

Alternativas
Comentários
  • O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, recebeu reações distintas em seu giro pelo Chile, Argentina e Paraguai, onde esteve nesta quarta-feira para explicar o acordo militar colombiano com os Estados Unidos.


ID
2172703
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Nesta primeira década do século XXI, novos países procuram entrar no pequeno e seleto clube atômico.
Leia os dois textos.
I. Depois de um novo teste nuclear realizado em maio de 2009, um dos objetivos do governo desse país asiático é forçar a abertura de um canal de negociação com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para pôr fim às sanções econômicas que pesam sobre o regime comunista por conta de seu programa nuclear.
(www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u570878.shtml. Adaptado)
II. O presidente desse país do Oriente Médio afirmou hoje (07.09.2009) que o país não vai suspender o enriquecimento de urânio nem negociar seus direitos nucleares. No entanto, está disposto a conversar com as potências mundiais sobre os “desafios globais”. “Do nosso ponto de vista, a questão nuclear está acabada. Continuaremos nosso trabalho dentro da estrutura de regulamentação global e em estreita interação com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), mas nunca negociaremos sobre os óbvios direitos da nossa nação”.
(www.estadao.com.br/noticias/internacional. Adaptado)
Os países citados nos textos I e II são, respectivamente,

Alternativas

ID
2172706
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A Medida Provisória – 458, conhecida como MP da Amazônia, transformou-se em lei no mês de junho de 2009. Enquanto tramitou pelo Congresso e mesmo nos momentos que antecederam sua transformação em Lei pelo Presidente Lula, ocorreram grandes e intensos debates entre ecologistas e representantes de movimentos sociais e os ruralistas.
(www.oglobo.globo.com/pais/mat/2009/05/17/. Adaptado)

A MP da Amazônia tratava da

Alternativas

ID
2172712
Banca
VUNESP
Órgão
PM-SP
Ano
2009
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Foi instalada, em julho de 2009, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que tem entre seus objetivos o de investigar se a empresa

Alternativas