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Prova VUNESP - 2014 - Prefeitura de São Paulo - SP - Auxiliar Técnico em Saúde - Autópsia


ID
1405768
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

Para o autor, desfazer a mala é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

     

    Devido à rotina de viagens, desfazer a mala já é um hábito para o autor, como nos mostra o 2º parágrafo:

     

    "Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão."

  • Assertiva D

    um ritual consolidado em rotina de viagens.


ID
1405771
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

O comentário da amiga carioca – “Alegria de paulista” – apresenta tom

Alternativas
Comentários
  • Fiquei entre a assertiva B e E. A palavra 'lamentar' me deixou meio receoso, porque em nenhum momento a amiga do paulistano consentiu o tráfego intenso e desumano de São Paulo, o que podemos deduzir que foi apenas provocativo e não pesaroso.

     

    Bons estudos! Gâmbate.

  • Assertiva E

    agradável, mesmo não sendo um lugar paradisíaco.


ID
1405774
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

De acordo com o texto, para o autor, correr no Minhocão, aos domingos de manhã, é

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

     

    "Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer."

  • Assertiva d

    agradável, mesmo não sendo um lugar paradisíaco.


ID
1405777
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

O trecho em destaque, no texto,

Alternativas
Comentários
  • A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela


    Situações corriqueiras do cotidiano (LETRA B)

  • Assertiva B

    apresenta cenas corriqueiras do cotidiano.


ID
1405780
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

De acordo com o último parágrafo, o autor

Alternativas
Comentários
  • depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. 


    Significado de Sucumbir

    v.t.i. Render-se ao peso de; vergar: a casa sucumbiu à chuva.
    v.i. Deixar de viver; morrer: toda a escola sucumbiu no atentado terrorista.
    Sofrer supressão; deixar de existir: a ética não pode sucumbir.
    Ceder às evidências ou provas; ceder: diante das evidências, o bandido sucumbiu.
    Figurado. Estar dominado pela falta de ânimo ou de força; abater-se: sucumbiu depois do divórcio.
    v.t.i e v.i. Perder uma batalha; deixar-se vencer; entregar-se: sucumbiu sem ânimo para continuar no trabalho.

  • Assertiva a

    rendeu-se ao cansaço e não conseguiu completar o percurso.


ID
1405783
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

Pode-se afirmar que o paciente de setenta e seis anos

Alternativas
Comentários
  • " E, não satisfeito com a intensidade do esforço, "

  • Resp B

    mas se for bem a E ta certa kkkk


ID
1405786
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

Se usadas no plural as palavras destacadas nas frases – Talvez seja programa de quem vive em uma cidade cinzenta, na qual é difícil enxergar o céu. / Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. – elas assumem versão correta em

Alternativas
Comentários
  • Nenhum comentário ou explicação dessa questão!

     

    :(

  • GAB. Letra  E

  • GABARITO - E

    Talvez seja programa de quem vive em cidades cinzentas, nas quais é difícil enxergar o céu./ Duvido que existam paisagens dominicais mais urbanas.

     

     

  • Porque não é nas quais são difíceis?

  • Alguém pode fazer a gentileza de explicar o porquê da E estar correta e a D não?

  • dominical- dominicais

    urbana- urbanas

  • Acho que é porque a frase está invertida.

    nas quais é difícil enxergar o céu

    enxergar o céu é difícil

  • Assertiva E

    Talvez seja programa de quem vive em cidades cinzentas, nas quais é difícil enxergar o céu./ Duvido que existam paisagens dominicais mais urbanas.


ID
1405789
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

As formas verbais em – Desfiz a mala, ... / ... disse uma amiga carioca, ... –, se convertidas para o presente do indicativo, assumem versão correta em:

Alternativas
Comentários
  • Esquema para conjugar os verbos

     

     

    ---> Desfazer / Dizer

     

     

    INDICATIVO

     

    Presente: eu desfaço / ela diz

     

    Pretérito:

                Perfeito: eu desfiz / ela disse

                Imperfeito: eu desfazia / ela dizia

                Mais-que-perfeito: eu desfizera / ela dissera

     

    Futuro:

                do Presente: eu desfarei / ela dirá

                do Pretérito: eu desfaria / ela diria

     

  • Presento do indicativo(tempo presente) ---> Hoje eu desfaço ; Hoje ela diz.

    GABARITO - Letra B

  • Assertiva B

    Desfaço a mala, ... / diz uma amiga carioca, ...


ID
1405792
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

Para responder à questão , considere o trecho – “Alegria de paulista", disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano, acessível a quinhentos metros de casa, no centro. (3.º parágrafo)

As expressões em destaque indicam, correta e respectivamente, ideia de

Alternativas
Comentários
  • Advérbios:

    Quando: Tempo

    Para: Finalidade (Como sempre)

     

    Alternativa: A

  • Quando é exclusivo advérbio temporal.

  • Advérbios de tempo = hoje, logo, primeiro, ontem, tarde, outrora, quando, cedo, dantes, depois, ainda, antigamente, antes...

     

    Conjunções subordinativas adverbais finais = a fim de que, que, porque (= para que), para que.

     

    https://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint43.php

     

    GABARITO: A. 


ID
1405795
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

Para responder à questão , considere o trecho – “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano, acessível a quinhentos metros de casa, no centro. (3.º parágrafo)

Se no segmento – ... disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada ... – fosse introduzido um pronome pessoal, seu emprego e colocação estariam corretos em:

Alternativas
Comentários
  • LETRA C

    "Quando" é advérbio de tempo  atraindo o pronome LHE

    O verbo Contar é VTDI pois quem CONTA conta alguma coisa a alguém. Objeto indireto é substituído pelo pronome "LHE"

  • À Paisana, quem conta conta alguma coisa. O quê? VTD conta A quêm? VTI. Para VTI (pessoas), usamos o LHE/LHES. "Quando" é um advérbio e atrai o pronome para antes do Verbo. 

  • Depois de advérbio usamos próclise.

    Gabarito: C

  • Alternativa C

    "Quando" é um advérbio de tempo, o que obriga a Próclise (atrai o pronome para antes do verbo)

    "Contar" é verbo transitivo direto e indireto (quem conta, conta algo A alguém)

    No caso do segmento em questão, ela irá contar algo A amiga, ou seja, o pronome substituirá o objeto indireto, devendo ser empregado o pronome "LHE"

    Quando LHE contei que...

    A) ... disse uma amiga carioca, quando contei-a que ...

    B) ... disse uma amiga carioca, quando a contei que ...

    C) .. disse uma amiga carioca, quando lhe contei que ...

    D) ... disse uma amiga carioca, quando contei-la que ...

    E) ... disse uma amiga carioca, quando contei-lhe que ...


ID
1405798
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      Cheguei domingo às oito da manhã, pé ante pé para não acordar minha mulher. Apesar do voo, que saíra de Manaus às três da madrugada, estava disposto: havia dormido algumas horas no barco-escola e durante toda a viagem, até aterrissarmos em São Paulo.
      Desfiz a mala, providência adotada desde que comecei a viajar feito cigano e sem a qual não sinto haver chegado a lugar nenhum, e fui correr no Minhocão.
      “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano acessível a quinhentos metros de casa, no centro.
      Minha amiga tem razão, talvez seja programa de quem vive numa cidade cinzenta, congestionada, gigantesca, na qual, para enxergar uma nesga de céu, é preciso correr risco de morte debruçado na janela. Compreendo o encanto de morar em meio a paisagens paradisíacas ou em cidades bucólicas onde todos se conhecem, mas para os neuróticos, fascinados pela velocidade do cotidiano, pelo convívio com a diversidade étnica e com as manifestações de criatividade que emergem nos aglomerados humanos, correr domingo de manhãzinha na altura do segundo andar dos prédios da avenida São João é um prazer.
      No interior dos apartamentos, o olhar bisbilhoteiro entrevê mobílias escuras, guarda-roupas pesados, estantes improvisadas e, claro, o televisor.
      Duvido que exista paisagem dominical mais urbana. A mulher de camisola florida e cabelo desgrenhado abre a cortina e boceja, despudorada; o senhor de pijama leva a gaiola do passarinho para o terraço espremido; o homem de abdômen avantajado escova os dentes distraído na janela. Havia planejado completar vinte e quatro quilômetros, mas, depois de percorrer seis vezes os três quilômetros de extensão, sucumbi ao peso da noite mal-dormida. Tomei água de coco, comprei pão e subi pela escada até o décimo quarto andar do prédio onde moro, exercício aprendido com um de meus pacientes, que aos setenta e seis anos subia dez vezes por dia doze andares. E, não satisfeito com a intensidade do esforço, fazia-o vestido com um blusão repleto de bolsos, nos quais distribuía vinte quilos de chumbo.

                                                                        (O Médico Doente, Drauzio Varella, Companhia das Letras. Adaptado)

Para responder à questão , considere o trecho – “Alegria de paulista”, disse uma amiga carioca, quando contei que aproveitava a interdição do tráfego aos domingos para correr na pista elevada que faz parte da ligação leste-oeste da cidade, excrescência do urbanismo paulistano, acessível a quinhentos metros de casa, no centro. (3.º parágrafo)

A ideia contrária à da palavra “excrescência” que, no contexto, significa alguma coisa que está em desequilíbrio com o espaço em que se encontra, é a de

Alternativas
Comentários
  • LETRA (d)

    Significado de Excrescência

    s.f. Saliência; elevação que ocorre sobre a superfície de alguma coisa: excrescência observada num terreno qualquer.
    O que retira o equilíbrio completo de alguma coisa.
    Aquilo que está em excesso; o que nasce a mais.
    Figurado. Coisa inútil ou desnecessária: modificar o sentido de um texto pode ser uma excrescência estilística.
    Patologia. Tumor, mais ou menos volumoso, presente na superfície de um órgão.

  • Assertiva D

    Excrescência = Coisa que desequilibra a harmonia de um todo..


ID
1405801
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o trecho, extraído do livro O Médico Doente, para responder à questão.

      O ofício da enfermagem exige mais altruísmo que o nosso. Por mais atenção que dediquemos aos pacientes, quanto tempo passamos com eles? Nossas visitas duram minutos, enquanto esses profissionais ficam encarregados de administrar-lhes os medicamentos prescritos, puncionar veias invisíveis, fazer curativos, cuidar da higiene, ouvir reclamações, incitá-los a reagir e a enfrentar o desconforto, consolá-los, orientar e amparar os familiares, tarefas que requerem competência profissional, empatia e desprendimento.

Segundo o trecho, o ofício da enfermagem

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: D

     

    O texto diz que os enfermeiros passam muito mais tempo em contato com os pacientes do que os médicos. Além disso, são encarregados de outras atividades que estes não fazem com tanta frequência, como puncionar veias invisíveis, fazer curativos, cuidar da higiene, etc.

     

    Por essa razão, infere-se do texto que o ofício da enfermagem necessita de mais doação do que o do médico.

  • Gab D

    o texto é escrito por um médico

    "O ofício da enfermagem exige mais altruísmo que o nosso"

  • Assertiva D

    realiza-se com mais doação que o do médico.


ID
1405804
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O ofício da enfermagem exige mais altruísmo que o nosso. Por mais atenção que dediquemos aos pacientes, quanto tempo passamos com eles? Nossas visitas duram minutos, enquanto esses profissionais ficam encarregados de administrar-lhes os medicamentos prescritos, puncionar veias invisíveis, fazer curativos, cuidar da higiene, ouvir reclamações, incitá-los a reagir e a enfrentar o desconforto, consolá-los, orientar e amparar os familiares, tarefas que requerem competência profissional, empatia e desprendimento.

Reescrevendo-se o segmento frasal – ... incitá-los a reagir e a enfrentar o desconforto, ... –, de acordo com a regência e o acento indicativo da crase, tem-se:

Alternativas
Comentários
  • Quem incita, incita alguém (los) à algo. Logo, incitar é VTDI. Como enfrentamento é palavra masculina, não recebe crase.

  • Quem Incita, incita A alguma coisa... logo, tem-se a preposição A + artigo A(acompanha a palavra femina reação) por isso tem crase. continuando, é AO pois: quem reage, reage A alguma coisa, logo, reação exige a preposição A + O(artigo da palavra masculina enfrentamento) formando AO.

  • GABARITO LETRA E

  • Como só caberia "AO enfrentamento", a única alternativa possível é letra E
  • Gabarito E

     

     

    a) ... incitá-los à reação e ao enfrentamento do desconforto, ...
    É a alternativa correta.

    Quem incita, incita (alguéma (alguma coisa).

    ... incitá-(losa (alguma coisa) e a (alguma coisa)...
    ... incitá-(losa (a reação) e a (o enfrentamento do desconforto)...
    ... incitá-los à reação e ao enfrentamento do desconforto...

     

     

    Tudo posso Naquele que me fortalece!

  • mesmo que não saiba a regência desse verbo basta ver que ele é VTDI, pelo simples fato de estar colocado um pronome junto a ele "incita-lo", assim como já tem o objeto direto o resto não pode mais ser OD, podendo apenas ser OI, ai já matou a questão.


ID
1405807
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

      O ofício da enfermagem exige mais altruísmo que o nosso. Por mais atenção que dediquemos aos pacientes, quanto tempo passamos com eles? Nossas visitas duram minutos, enquanto esses profissionais ficam encarregados de administrar-lhes os medicamentos prescritos, puncionar veias invisíveis, fazer curativos, cuidar da higiene, ouvir reclamações, incitá-los a reagir e a enfrentar o desconforto, consolá-los, orientar e amparar os familiares, tarefas que requerem competência profissional, empatia e desprendimento.

A frase – Por mais atenção que dediquemos aos pacientes, pouco tempo passamos com eles. – reescrita em conformi- dade com o sentido expresso, está correta em:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: C

     

    "Por mais que" dá a ideia de concessão, da mesma forma que "embora".

     

    Conjunções concessivas: inicia uma oração subordinada em que se admite um fato contrário à ação proposta pela oração principal, mas incapaz de impedi-la (ex.: (muito) embora, ainda que, ainda quando. se bem que, mesmo que, mesmo quando, posto que, apesar de que, por mais que, nem que, conquanto, malgrado, não obstante, inobstante, em que pese)

  • Assertiva C

    Embora dediquemos muita atenção aos pacientes, não passamos muito tempo com eles.


ID
1405813
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma dentista comprou um pacote de fichas para anotar os dados de seus pacientes. A secretária, responsável pela organização, resolveu agrupar as fichas e percebeu que, se fizesse grupos com 3 ou com 4 ou com 5 fichas em cada um deles, sempre sobrariam duas fichas. Se o pacote comprado tinha menos de 100 fichas, então o número total de fichas desse pacote era

Alternativas
Comentários
  • Resposta letra b - 62 

    o mmc de 3, 4, 5 é 60... e sempre sobravam 2

  • mmc 3, 4, 5 = 60

    60 + 2 = 62

    Divide só 62 pelos trÊs números acima vc verá que sempre sobrará 2


ID
1405816
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Em um laboratório, no preparo de certo produto químico, são utilizadas duas substâncias, A e B, na razão de 200 mL de A para 500 mL de B. Sabendo que esse laboratório dispõe de 1,2 litro da substância A e 3,2 litros da substância B, é correto concluir que o número máximo de litros desse produto químico que poderão ser preparados é

Alternativas
Comentários
  • São dispostos 1200 mL da substância A e 3200 mL da substância B.

    Para o preparo do produto químico, utiliza-se 200 mL da substância A e 500 mL da substância B.

    Substância A = 1200/200 = 6, ou seja, usa-se 1200 mL de A

    Substância B = 3200/500 = 6,4, ou seja, usa-se 3000 mL de B (6 x 500)

    1200 + 3000 = 4200 mL ou 4,2 L

    Gabarito D 

  • eu fiz assim... primeiro transformei 1,2L  e 3,2L em ml = 1.200ml e 3200ml  e somei os 2 1.200 + 3.200 = 4.200ml poderia transformar já em litros novamente daria 4,2 ... mas vai que rsss... então continuei

    no enunciado fala que A está para B ou seja 200/500

    sendo assim : 200/500 de 4200 = 1,680

    pegando a fração 200/500 e subtraindo os 500 de 200 para sabermos o restante = 300/500 

    300/500 de 4200 = 2,520

    somando os dois valores: 1,680 + 2,520 = 4,200ml 

    4,200/1000 = 4,2

  • A/B = 2/5

    FAZENDO A RELAÇÃO, TEMOS QUE:    B = (5 X A)/2

    TEMOS DUAS QUANTIDADES DE SOLVENTES

    SENDO QUE TEMOS 1,2 L DE A E 3,2 L DE B. PELA RELAÇÃO DESSAS QUANTIDADES A/B = 1/3 TEMOS QUE A É LIMITANTE, LOGO B IRÁ SOBRAR.

    SUBSTITUINDO TEMOS B = (5/1,2)/2 = 3 L

    1,2 + 3 = 4,2 L

  • Procurei primeiro descobrir a constante.

    A= 200Ml e B= 500Ml. Os litros são respectivamente A=1,2 e B=3,2.

    Então ficou assim.

    1,2  +  3,2   Logo temos: 4,4 , a constante será: 0,0062  ( 4,4 / 700 )

    200 + 500                        700

    Desse modo multiplicamos a constante pelo número de Ml das respectivas substâncias, A e B.

    0,0062x200= 1,2

    0,0062x500= 3,1

    Agora somando os dois resultados, 4,3.

    Escolhi o mais aproximado e GG. Letra D.

  • A cada substância de A 200ML usa-se 500 ML de B.

    TOTAL DE A = 1200ML

    TOTAL DE B= 3200ML

    .................................................A...................................................................B

    .1-........................................200ML.............................................................500ML

    2-........................................ 200ML.............................................................500ML

    3-.........................................200ML.............................................................500ML

    4-.........................................200ML.............................................................500ML

    5-.........................................200ML.............................................................500ML

    6-.........................................200ML.............................................................500ML

    TOTAL.................................1200ML...........................................................3000ML

    Ou seja, o total de mistura da substância A com B só poderá ser misturado 6 vezes restando 200 ml da substância B que não poderá ser misturada pois a substância A só seria suficiente para seis mistura completas.

    Agora é somá-las e obterá o total de litros das duas misturas:

    1200ml + 3000ml = 4.200 ml . resposta letra D.

  • A questão é fácil, mas foi bem chata kk

  • Obtendo as informações da questão.

    Razão do produto químico

    A= 200

    B= 500

    dispõem 1,2 de A e 3,2 de B

    Quer saber o número máximo que é 1,2 litros de A

    Regra de 3

    200A ------------> 1200A (está 1200 pq converti litros para ML)

    700 AeB ----------X= 4200

    gab: 4,2 -- D

  • Não consegui entender essa questão, se alguém puder me ajudar, por favor!

  • Não consegui entender essa questão, se alguém puder me ajudar, por favor!

  • A = 200ml - 1,2L = 1200ml

    B = 500ml - x

    200x = 500*1200

    200x = 6000000

    x = 3000

    A = 1200ml

    B = 3000ml

    3000 + 1200 = 4200


ID
1405822
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Por recomendação médica, uma pessoa comprou um frasco de analgésico e deverá tomar 12 gotas por dia, utilizando, dessa forma, todo o conteúdo do frasco. Se o médico tivesse receitado 10 gotas por dia, com o mesmo frasco de analgésico, essa pessoa poderia tomar o remédio por mais 4 dias e também utilizaria o conteúdo total do frasco. O número total de gotas que serão ingeridas por essa pessoa será

Alternativas
Comentários
  • 240/12 = 20

    240/10 = 24

    Tomando 12 Gotas por dia, o frasco duraria 20 dias.

    Tomando 10 Gotas por dia, o frasco duraria 20 dias + 4 dias = 24

    Resposta correta A - 240


  • x = conteúdo do frasco

    y = dias


    x/12 = y (1a equação)

    x/10 = y+ 4 (2a equação)


    Da 1a equação temos que x = 12y, substituindo na 2a equação, temos 12y/10 = y + 4


    12y/10 = y + 4

    6y/5 = y + 4

    6y = 5 (y + 4)

    6y = 5y + 20

    y = 20 dias

    Para saber o número total de gotas a consumir basta multiplicar: 20 dias  x 12 gotas = 240 gotas

    Gabarito A

  • Por regra de três fica assim:

    12 (gotas)   x (dias)

    10 (gotas)   x + 4 (dias)

    Inversamente proporcional logo:

    12x = 10 (x + 4)

    12x = 10x + 40

    2x = 40

    x = 40/2 = 20 dias

    Então:

    10 gotas = x + 4 ou seja 10 + 4 = 24 dias 

    24 x 10 = 240 gotas

    Resposta letra A
  • fiz assim

    12x24 = 288 (pq um dia tem 24 horas)  = tirando as duas gotas a mais 2 gotas a mais = 2 x 24= 48  então 288-48 =240 

     10x24= 240


  • 10(x+4)=12x

    10x+40=12x

    40/2=x

    x=20

     

    substitui em qualquer equação: 12x =12*20 = 240 gotas.

  • O ERRO ESTÁ TAMBÉM EM "AÇÃO VOLUNTÁRIA"

  • O resultado tem que ser um múltiplo de 10 e 12, usei o MMC (12,10) e cheguei ao número 60.

    A única resposta que é um múltiplo de 60 e atende as outras informações é 240.

    Portanto "A"


ID
1405825
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A tabela mostra o número de horas semanais trabalhadas de 4 profissionais de uma mesma equipe de um hospital.

                              Profissionais             Número de horas
                                                            semanais trabalhadas
                                       A                               45
                                       B                               42
                                       C                               48
                                       D                                X

Sabendo que a média do número de horas semanais trabalhadas por esses 4 profissionais foi 47,5, é correto concluir que o funcionário que trabalhou o maior número de horas superou o funcionário que trabalhou o menor número de horas em, aproximadamente,

Alternativas
Comentários
  • Média 47,5 = (45 + 42 + 48 + x)/4

    135 + x = 4*47,5

    135 + x = 190

    x = 190 - 135

    x = 55
    Funcionário que mais trabalhou - 55 horas

    Funcionário que menos trabalhou - 42 horas

    55/42 = 1,309 ou 1,31, ou seja, superou 31%

    Gabarito E
  • demorei, mas consegui rsrs  47,5 x 4 = 190 ( 4 porque são 4 funcionários) 

    somei as horas que foi dada = 45+42+48= 135

    190-135= 55 a hora D (que faltava)

    então peguei a hora maior e dividi pela menor 55/42 = 1,309 ou 1,31, ou seja, superou 31%

  • Idem a questão Q691270


ID
1405828
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um médico só atende pacientes dos convênios A e B, recebendo, por consulta, R$ 50,00 do convênio A e R$ 60,00 do convênio B. Certo dia, esse médico atendeu, no total, 18 pacientes e recebeu por esses atendimentos o valor de R$ 980,00. O número de pacientes dos convênios A e B, atendidos nesse dia, foi, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • A + B = 18 pacientes  (1a equação)

    50A + 60B = 980,00 (2a equação)
    Da 1a equação temos:
    A= 18-B
    Substituindo na 2a equação temos:
    50(18-B) + 60B = 980
    900 - 50B + 60B = 980
    10B = 80
    B = 8
    A= 18-B
    A= 18-8 = 10
    Assim, A = 10 e B = 8
    Gabarito A


  • 50x10:500
    60x8:480
    500+480:980 

    Testa as alternativas.

  • Sei que os comentários dos colegas abaixos estão muito bons! Só deixo mais um detalhe abaixo apenas para facilitar o cálculo.

    A + B = 18

    A = 18 - B

     

    50A + 60B = 980   ->   50A /10   + 60B/10 = 980/10

     

    5A + 6B = 98

    5(18-B) + 6B = 98

    90 - 5B + 6B = 98

    B = 98 - 90

     

     

    B = 8

    A = 10

     

     

             

  • 60x9 = 540

    Th.D

  • Se for parar pra pensar, a única forma de chegar em 980 é contando com um múltiplo de 6 que dê "8" no final, já que na tabuada do 5, todos os números terminam com 0 ou 5. Aí você vê que na tabuada do 6 os únicos números são 3 e 8 que resultam em valor com 8 no final (6x3 = 18 / 8x6 = 48), como não temos 3 nas alternativas, logo só pode ser a letra A.

    Não sei se ficou muito claro, mas pensar assim também é uma forma de treinar o raciocínio, na hora da prova você faz o que for melhor, mas aqui é bom usar o máximo do cérebro! ;)


ID
1405834
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

De acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, em novembro de 2013, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda que a ingestão máxima de gordura trans seja de 2 g por dia.

A tabela mostra a quantidade de gordura trans, por porção, presente em dois alimentos consumidos por um determinado jovem.

                                                                              Porção       Gordura trans
                                    Bolacha recheada                 30 g                  0,3 g
                  Chocolate com recheio de caramelo       16 g                   0,7 g

Considerando-se apenas essas duas fontes de gordura trans, e sabendo-se que 180 g de bolachas recheadas correspondem a 15 bolachas recheadas, então, se esse jovem já consumiu, no dia, 40 g de chocolate com recheio de caramelo, o número máximo de bolachas recheadas que ele poderá ingerir, para não ultrapassar a recomendação da Anvisa, será

Alternativas
Comentários
  • 1) O jovem já comeu 40g de chocolate com recheio de caramelo:
    40g/16g (1 porção) = 2,5 porções x 0,7g (gordura trans por porção) = 1,75g (gordura trans já consumida pelo garoto). 
    Assim, ele pode, ainda, consumir no máximo mais 0,25g de gordura trans.

    2) 180g de bolacha = 15 bolachas. 180 / 15 = 12. Ou seja, 1 bolacha possui 12g de peso.
    30g de bolacha recheada (1 porção) possui 0,3g de gordura trans, 12g de bolacha (= 1 bolacha) possui 0,12g de gordura trans (regra de 3 simples).

    Assim, uma bolacha (12g) possui 0,12g de gordura trans. Como ele já ingeriu 1,75g de gordura trans, poderá no máximo 2 bolachas (0,24g) para não ultrapassar 2g, a quantidade diária recomendada.

  • 16-0,7

    40g- x

    x=1,75 (gordura trans já consumidas/chocolate com recheio de caramelo)

    Falta 0,25g p atingir a recomendação da Anvisa de 2g/dia

    O enunciado diz: bolacha recheada 30g - 0,3g

    então 180g - 1,8g

    1,8 - 15 bolachas

    0,25 - x

    x= 2,08

    Ou seja, 2 bolachas.

    LETRA D


ID
1405837
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A tabela mostra o tipo de exame e o número de pacientes que o fizeram, em determinado dia, em uma clínica.

                            Tipo de exame                   Número de pacientes
                            Eletrocardiograma (E)                      20
                            Ultrassom (U)                                  12
                            Exames Laboratoriais (L)                 48

Sabendo que cada paciente realizou apenas um tipo de exame, é correto concluir que o gráfico que representa, corretamente, em porcentagem, os valores da tabela, é

Alternativas
Comentários
  • Total de pacientes = 80


    80  100%

    20   x 

    x = 25% (E)

    80  100%

    12   x

    x = 15% (U)

    80  100%

    48    x

    x = 60% (L)

    Resposta letra E

ID
1405843
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto.

No MS-Windows 7, em sua configuração padrão, uma das opções em que é possível escolher o aplicativo que será utilizado para abrir um arquivo é clicar com o botão direito (mouse configurado para destros) sobre o arquivo e escolher a opção ____________do menu de contexto.

Alternativas
Comentários
  • Letra D.

    Ao escolher Abrir, o programa padrão é chamado. Ao escolher Abrir com... podemos escolher qual programa desejamos usar.

    Muito útil para quem usa dois pacotes de aplicativos ao mesmo tempo, como Microsoft Office e LibreOffice.

  • Fernando Nishimura , Professor de Informática

    Letra D.

    Ao escolher Abrir, o programa padrão é chamado. Ao escolher Abrir com... podemos escolher qual programa desejamos usar.

    Muito útil para quem usa dois pacotes de aplicativos ao mesmo tempo, como Microsoft Office e LibreOffice.

  • Gabarito: Letra D

    Quando o Windows “conhece” uma extensão de arquivo, ao dar um clique duplo com o botão esquerdo do mouse, o aplicativo padrão para a execução deste arquivo é iniciado automaticamente.

    Porém, é possível ao usuário escolher a aplicação que o Windows deve acionar para manipular aquele arquivo. Basta clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo e escolher a opção Abrir com... do menu de contexto.

    Esse item, além de sugerir algumas aplicações que manipulem o arquivo, também permite ao usuário escolher programa padrão para o mesmo.




    Fonte: ESTRATÉGIA CONCURSOS


ID
1405855
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Considere que um usuário, acessando a internet por meio do Internet Explorer 9, encontra um link descrito como uma fotografia pessoal e cuja URL aponta para http://algumsite.com.br/imagem.pdf

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Comentários
  • A

  • Essa foi pela a menos errada 

  • PEGADINHA DO MALANDRO KKKKKKKK

     

  • Questão mal formulada, arquivos em PDF podem conter imagens e serem nomeados "imagem", ou seja, segundo a descriçao poderia sim haver uma imagem se o arquivo for aberto. 

     

    Mas, por eliminação e ignorando que foi mal escrita, da pra responder. PDF não é um arquivo tipo imagem.


ID
1405858
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Qual das situações de óbito a seguir é uma indicação formal para uma autópsia a ser realizada em um Serviço de Verificação de Óbitos (SVO)?

Alternativas
Comentários
  • Essa foi difícil de encontrar, mas olha só o que achei no livro "Manual do Atestado de Óbito"

    "5. Paciente chega ao pronto-socorro (PS) e, em seguida, tem parada cardíaca. Iniciadas as manobras de ressuscitação, não conseguem sucesso. O médico é obrigado a fornecer DO? Como proceder com relação à causa da morte?

    Em primeiro lugar, deve-se verificar se a causa da morte é natural ou externa. Se a causa for externa, o corpo deverá ser encaminhado ao IML. Se for morte natural, médico deve esgotar todas as possibilidades para formular a hipótese diagnóstica, inclusive com anamnese e história colhida com familiares. Caso persista dúvida e na localidade exista SVO, o corpo deverá ser encaminhado para esse serviço. Caso contrário, o médico deverá emitir a DO esclarecendo que a causa é desconhecida."

    www.cremers.org.br/pdf/manual_do_atestado_de_obito.pdf

  • Difícil e improvável esse gabarito. É estudar mais. kkk

  • O SVO- SERVIÇO DE VERIFICAÇÃO DE ÓBITOS- tem a finalidade de investigar as causas de óbito por morte natural, diferente do serviço mais conhecido que é o IML – Instituto Médico Legal (que investiga mortes violentas e/ou acidentais, por afogamento, estrangulamento, por armas de fogo, arma branca, queimaduras, eletricidade, homicídio, suicídio e suspeitas de envenenamento ou outros interesses da Justiça que demandem investigações profissionais).

    CROCE explica que: “Morte natural é aquela que sobrevém motivada amiúde por causas patológicas ou por grave malformação, incompatível com a vida extrauterina prolongada. Entende-se por morte violenta aquela que resulta de uma ação exógena e lesiva (suicídio, homicídio, acidente), mesmo tardiamente, sobre o corpo humano. Morte suspeita é aquela que ocorre em pessoas de aparente boa saúde, de forma inesperada, sem causa evidente, ou com sinais de violência indefinidos ou definidos — in exemplis, simulação de suicídio objetivando ocultar homicídio —, passível de gerar desconfiança sobre sua etiologia. (...)Morte agônica é aquela em que a extinção desarmônica das funções vitais processa-se paulatinamente, com estertores, num tempo relativamente longo; nela os livores hipostáticos formam-se mais lentamente.CROCE, Delton. CROCE Jr., Delton. Manual de Medicina Legal. 8ª edição,pg 1031, Editora Saraiva, 8 edição, 2012, P. 1120 e 1121.

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA B

  • se morreu por infarto nao precisa svo
  • Causa da morte - Infarto (causa natural)

    Com Assistência médica

    Morte com menos de 24 - mal definida

    Corpo será encaminhado para o SVO - Médico patologista.

    Nos demais casos ou a morte foi violeta ou individuo desconhecido (A e C), sendo assim encaminhado para o IML, ou a causa era conhecida (D e E), sendo assim a declaração de morte será realizada pelo Medico do Paciente ou Substituto.


ID
1405861
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A incisão para a abertura do abdome de um cadáver, em uma autópsia, considerando uma incisão mediana anterior, tem os seguintes planos seccionados, da superfície para a profundidade: pele, tela subcutânea, fáscia superficial,__________________, fáscia endoabdominal (transversal), corpo adiposo pré-peritoneal e ________________.

Os planos que completam as lacunas da sentença são, correta e respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • Eu não tinha ideia de qual alternativa era a correta. daí usei a técnica de chute.
    Pois, "linha alba" aparece 2 vezes na primeira lacuna dentre as alternativas.
    Dito isso, a probabilidade de acerto já aumenta 50%.

    a lógica é marcar as alternativas que mais se repetem.
    claro que isso só ajuda quando não se tem a MENOR IDEIA de qual alternativa está correta.

    espero ajudar alguém com essa dica.

  • Usei a mesma tática. Contudo, errei.

  • A parede abdominal está disposta em camadas, que são as seguintes, da superfície para a profundidade: Considerando uma incisão mediana anterior

    Pele,

    tela subcutânea,

    fáscia superficial, 

    linha alba ,

    fáscia endoabdominal (transversal),

    corpo adiposo

    pré-peritoneal e 

    peritônio parietal. 

    Ps. Não tem o que entender....é pura decoreba

  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em anatomia.

    Basta saber qual a ordem dos planos seccionados ao se fazer a incisão no abdome, sendo eles, listados da superfície para a profundidade:
    *Pele (mais superficial)
    *Tela subcutânea - a hipoderme ou tela subcutânea está situada logo abaixo da pele e é formada por tecido conjuntivo que varia do tipo frouxo ao denso nas várias localizações e nos diferentes indivíduos.
    *Fáscia superficial - a fáscia superficial é um emaranhado solto de tecido fibroelástico conectado à face interna da pele
    *Linha alba - o músculo reto do abdome está envolvido por uma bainha, a bainha do reto abdominal, formada pelas aponeuroses de inserção dos três músculos ântero-laterais. Elas, além de formarem a bainha do reto de cada lado, se entrelaçam na linha mediana anterior com as do lado oposto, constituindo uma rafe longitudinal e mediana, denominada linha alba.
    *Fáscia endoabdominal - inferiormente a esta região situada à meia distância entre a cicatriz umbilical e a sínfise púbica as aponeuroses dos três músculos da parede ântero-lateral do abdome continuam se fundindo na linha semilunar, só que a aponeurose do m. oblíquo interno não se divide mais e todas as três aponeuroses passam anteriormente ao m. reto, constituindo a lâmina anterior da sua bainha. A lâmina posterior da bainha fica então reduzida a uma membrana fibrosa, a fáscia transversal, que é a parte da fáscia endoabdominal a revestir a face profunda do músculo transverso do abdome.
    *Corpo adiposo pré-peritoneal - a gordura pré-peritoneal é uma camada de gordura que, como seu nome diz, fica localizada antes do peritônio
    *Peritôneo parietal (plano mais profundo) - é uma membrana serosa de parede dupla que forra a parede abdominal.

    A) ERRADO. O peritôneo visceral é uma das camadas mais internas, vindo abaixo do peritôneo parietal.

    B) ERRADO. A aponeurose do músculo oblíquo interno do abdome é formada por 2 folhetos, um anterior (funde com a fáscia do oblíquo externo e passa anterior ao reto do abdome) que ajuda a formar a lâmina anterior da bainha do reto e outro posterior (funde com a fáscia do transverso do abdome e passa posterior ao reto do abdome) que ajuda a formar lâmina posterior da bainha do reto. As aponeuroses estão no mesmo plano da linha alba. Acima da linha arqueada (cerca de 4 a 5 cm caudal ao umbigo), a camada anterior consiste da aponeurose dos oblíquos interno e externo e a camada posterior é constituída da aponeurose do oblíquo interno e do transverso abdominal.

    C) ERRADO. No terço inferior todas as aponeurose passam anteriormente ao músculo reto do abdome deixando sua face posterior apenas recoberta pela fáscia transversal. Neste ponto em que a aponeurose do músculo transverso e a lâmina posterior da aponeurose do músculo oblíquo interno deixam de revestir a face posterior do músculo reto do abdome temos a formação da linha arqueada, também conhecida como Arcada de Douglas.

    D) CERTO. Conforme ordem explicada acima.

    E) ERRADO. A constituição da bainha do reto varia de acordo com o nível considerado na parede do abdome. Assim, superiormente à região da parede situada aproximadamente à meia distância entre a cicatriz umbilical e a sínfise púbica a aponeurose do oblíquo interno divide-se em dois folhetos: um anterior e o outro posterior. O folheto anterior funde-se com a aponeurose do oblíquo externo e passa anteriormente ao reto do abdome constituindo a lâmina anterior da bainha deste músculo. Já o folheto posterior funde-se com a aponeurose do transverso do abdome e envolve o m. reto posteriormente, constituindo a lâmina posterior da bainha deste músculo.

    Gabarito do professor: Alternativa D.


ID
1405864
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Para o acesso à bolsa omental, em uma autópsia segundo a técnica de Karel Rokitansky, a fim de se dissecar o pâncreas, deve-se seccionar a seguinte estrutura:

Alternativas
Comentários
  • Alguém sabe?
  • Letra e) omento maior.

  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em anatomia e técnicas de necropsia.

    A) ERRADO. Os ligamentos cardinais ou ligamentos de Mackenrodt são ligamentos presos do colo do útero e partes laterais do fórnice da vagina que se estendem até as paredes laterais da pelve. Não têm relação com a anatomia do pâncreas.

    B) ERRADO. A secção do omento menor não permite o acesso ao pâncreas, pois ele se localiza entre o fígado e a curvatura menor do estômago e a primeira porção do duodeno.

    C) ERRADO. Ligamento redondo do útero é uma fibra muscular que se liga ao útero e passa ao longo do ligamento largo, atravessando o canal inguinal e chegando ao lábio maior. Não tem relação com a anatomia do pâncreas.

    D) ERRADO. O ligamento falciforme separa o segmento medial dos laterais do lobo hepático esquerdo na sua face superior. Sua secção não permite acesso ao pâncreas.

    E) CERTO. Na técnica de necropsia de Rokitansky, os órgãos são abertos e examinados no próprio sítio anatômico, sendo posteriormente retirados de maneira isolada. O procedimento da retirada dos órgãos segue tradicionalmente o sentido cefalocaudal.
    O omento é formado por duas camadas de peritônio que se fundiram e se estende do estômago e do duodeno proximal até os órgãos vizinhos. O omento menor fica entre o fígado e a curvatura menor do estômago e a primeira porção do duodeno; o omento maior vai da curvatura maior do estômago ao colo transverso e deste se dispõe como um “avental", anteriormente às alças intestinais. O pâncreas fica atrás do estômago e entre o duodeno e o baço, assim, é necessária a secção do omento maior para se acessar o pâncreas.

    Gabarito do professor: Alternativa E.


ID
1405867
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A técnica apropriada para a realização de autópsia de recém- nascidos é a técnica de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO "C"

     

    Na técnica de Letulle, os órgãos das cavidades cervical, torácica e abdominal são retirados em monobloco. (Manual de Necropsia). Os métodos de Ghon e Letulle preservam as relações entre os órgãos e sistema linfático.

     

  • Técnicas de necropsias utilizadas:

    VIRCHOW- no exame cadavérico, os órgãos são retirados um a um, havendo exame na sequência. A técnica de Virchow é mais usada em IML para casos de morte natural, onde se examina por dentro, mas na retirada, examina-se direto a causa da morte.

    GHON- “Dissecção em massa: Os órgãos cervicais, torácicos, sistema abdominal e urogenital são Removido em blocos separados. Método de dissecção mais amplamente usado em necropsias clínicas, a remoção dos órgãos é relativamente fácil e rápido, preserva relações anatômicas e estrutural". A técnica de Ghon é mais utilizada em casos de SVO.

    ROKITANSKY- os órgãos são retirados de forma isolada, no entanto, sua análise ocorre no local. No caso, é realizado vários cortes em todos os órgãos, para posterior análise. É muito parecido com a técnico de Virchow, no entanto, a diferença está no tempo de análise do órgãos

    LETULLE- a evisceração é realizada através de um único bloco. “Dissecção: A pele sob o queixo é incisada, junto com planos musculares, um corte é feito em músculos localizados sob a língua. Que é removido na direção ântero-inferior, então dissecção dos músculos do pescoço, liberando o traqueia e esôfago, que está ligado à língua. A dissecção contínua, o mediastino posterior é extraído da espinha. O diafragma é cortado em suas costas, o fígado é liberado junto com pâncreas e estômago. Intestino pequeno e grande separar da seção abdominal através do mesentério. No final do intestino grosso, um nó duplo é feito, para evitar vazamento de conteúdo intestinal." A técnica Letulle é muito útil na análise detalhada de vísceras.

    Fonte: http://www.mpfn.gob.pe/escuela/contenido/actividad...

    GABARITO DO PROFESSOR: LETRA C
  • Técnicas de necropsias utilizadas:

    VIRCHOW- no exame cadavérico, os órgãos são retirados um a um, havendo exame na sequência. A técnica de Virchow é mais usada em IML para casos de morte natural, onde se examina por dentro, mas na retirada, examina-se direto a causa da morte.

    GHON- “Dissecção em massa: Os órgãos cervicais, torácicos, sistema abdominal e urogenital são Removido em blocos separados. Método de dissecção mais amplamente usado em necropsias clínicas, a remoção dos órgãos é relativamente fácil e rápido, preserva relações anatômicas e estrutural". A técnica de Ghon é mais utilizada em casos de SVO.

    ROKITANSKY- os órgãos são retirados de forma isolada, no entanto, sua análise ocorre no local. No caso, é realizado vários cortes em todos os órgãos, para posterior análise. É muito parecido com a técnico de Virchow, no entanto, a diferença está no tempo de análise do órgãos

    LETULLE- a evisceração é realizada através de um único bloco. “Dissecção: A pele sob o queixo é incisada, junto com planos musculares, um corte é feito em músculos localizados sob a língua. Que é removido na direção ântero-inferior, então dissecção dos músculos do pescoço, liberando o traqueia e esôfago, que está ligado à língua. A dissecção contínua, o mediastino posterior é extraído da espinha. O diafragma é cortado em suas costas, o fígado é liberado junto com pâncreas e estômago. Intestino pequeno e grande separar da seção abdominal através do mesentério. No final do intestino grosso, um nó duplo é feito, para evitar vazamento de conteúdo intestinal." A técnica Letulle é muito útil na análise detalhada de vísceras.

  • chute certeiro kkkk


ID
1405870
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Para o estudo in loco da glândula tireoide, os músculos do pescoço que devem ser afastados são:

Alternativas
Comentários
  • a -  Mm esternotireóideos.


ID
1405873
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Analise o seguinte procedimento realizado durante uma autopsia anatomopatológica: dissecação da pele do tórax com a sua separação do arcabouço osteomioarticular da parede torácica, formando uma bolsa que será preenchida por água. É feita, então, uma incisão na musculatura com o intuito de se atingir a cavidade pleural e avaliar a saída de bolhas de ar. Essa manobra visa à pesquisa da presença de

Alternativas
Comentários
  • GABARITO "D"

     

     pneumotórax, o ar, ao entrar entre o pulmão e a parede torácica

  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em anatomia.

    A) ERRADO. Pneumoperitônio é um achado associado à perfuração do trato gastrointestinal que conduz à liberação de conteúdos gastrointestinais na cavidade abdominal. Uma incisão com o intuito de atingir a cavidade pleural não permitiria a verificação da ocorrência de pneumoperitônio, que se localiza na cavidade abdominal, e não no tórax.

    B) ERRADO. Pneumopericárdio é o acúmulo de ar ou gás no saco pericárdico (coração), e não no tórax.

    C) ERRADO. Pneumoconiose é uma doença pulmonar ocupacional com padrão restritivo causada pela inalação de poeiras inorgânicas, geralmente associada a trabalho em metalúrgicas, construtoras, mecânicas ou minas. A doença existe em inúmeras variantes, mas que não envolvem bolhas de ar na cavidade pleural.

    D) CERTO. Pneumotórax é a presença de ar entre as duas camadas da pleura (membrana fina, transparente, de duas camadas que reveste os pulmões e o interior da parede torácica), resultando em colapso parcial ou total do pulmão.

    E) ERRADO. Pneumomediastino é a existência de ar nos interstícios mediastinais. A incisão foi feita para atingir a cavidade pleural, e não o mediastino.

    Gabarito do professor: Alternativa D.

  • A) ERRADO. Pneumoperitônio é um achado associado à perfuração do trato gastrointestinal que conduz à liberação de conteúdos gastrointestinais na cavidade abdominal. Uma incisão com o intuito de atingir a cavidade pleural não permitiria a verificação da ocorrência de pneumoperitônio, que se localiza na cavidade abdominal, e não no tórax.

    B) ERRADO. Pneumopericárdio é o acúmulo de ar ou gás no saco pericárdico (coração), e não no tórax.

    C) ERRADO. Pneumoconiose é uma doença pulmonar ocupacional com padrão restritivo causada pela inalação de poeiras inorgânicas, geralmente associada a trabalho em metalúrgicas, construtoras, mecânicas ou minas. A doença existe em inúmeras variantes, mas que não envolvem bolhas de ar na cavidade pleural.

    D) CERTO. Pneumotórax é a presença de ar entre as duas camadas da pleura (membrana fina, transparente, de duas camadas que reveste os pulmões e o interior da parede torácica), resultando em colapso parcial ou total do pulmão.

    E) ERRADO. Pneumomediastino é a existência de ar nos interstícios mediastinais. A incisão foi feita para atingir a cavidade pleural, e não o mediastino.


ID
1405876
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Assinale a alternativa correta acerca de normas de biossegurança em autópsia.

Alternativas
Comentários
  • R: a) Esterilização em solução de hipoclorito de sódio, e não em cloreto de amônia, deve ser preferida para instrumentos utilizados em autópsias de doenças infecciosas.

  • Utilizar álcool em Bacilo de BAAR?

  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em biossegurança.

    A) ERRADO. O hipoclorito apresenta desinfecção de nível médio. No caso de doenças infecciosas, recomenda-se o uso de desinfecção de alto nível, na qual é utilizado um germicida desinfetante com poder de destruir bacilos da tuberculose, bactérias vegetativas, fungos e todos os vírus, com exceção de esporos.

    B) ERRADO. Para coleta de líquidos em cavidades, devem ser utilizadas preferencialmente seringas sem agulhas.

    C) CERTO. O formaldeído é um agente desinfetante de alto nível, podendo ser usado para desinfecção nesses casos.

    D) ERRADO. A colocação de saco plástico ao redor do crânio evita a disseminação de aerossóis durante a remoção do cérebro.

    E) ERRADO. A Encefalopatia Espongiforme Subaguda (EES) tem sido relacionada com a transmissão por meio de partículas proteicas infectantes (prion), podendo acometer animais e humanos. Dado o alto poder de disseminação dos príons, torna-se ainda mais importante a necessidade de autoclavagem nesses casos.

    Gabarito do professor: Alternativa C.

  • A) ERRADO. O hipoclorito apresenta desinfecção de nível médio. No caso de doenças infecciosas, recomenda-se o uso de desinfecção de alto nível, na qual é utilizado um germicida desinfetante com poder de destruir bacilos da tuberculose, bactérias vegetativas, fungos e todos os vírus, com exceção de esporos.

    B) ERRADO. Para coleta de líquidos em cavidades, devem ser utilizadas preferencialmente seringas sem agulhas.

    C) CERTO. O formaldeído é um agente desinfetante de alto nível, podendo ser usado para desinfecção nesses casos.

    D) ERRADO. A colocação de saco plástico ao redor do crânio evita a disseminação de aerossóis durante a remoção do cérebro.

    E) ERRADO. A Encefalopatia Espongiforme Subaguda (EES) tem sido relacionada com a transmissão por meio de partículas proteicas infectantes (prion), podendo acometer animais e humanos. Dado o alto poder de disseminação dos príons, torna-se ainda mais importante a necessidade de autoclavagem nesses casos.


ID
1405879
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Para que etapa de uma autópsia virchowiana uma Pinça de De Bakey será utilizada?

Alternativas
Comentários
  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em instrumentação para necropsias.

    A) ERRADO. Não é possível retirar o baço com uma pinça de Debakey, cujo principal propósito é a hemostasia ou ligadura.

    B) ERRADO. O ideal seria uma pinça hemostática mais delicada para ligadura dos vasos da base do coração, não a pinça de Debakey.

    C) ERRADO. A pinça de Bakey não é utilizada para secção, e sim para hemostasia e ligaduras.

    D) CERTO. A técnica de Virchow consiste na retirada de órgão a órgão como uma forma de estudo particularizada, sendo de grande valia na patologia forense. No exame dos intestinos, deve-se realizar dupla ligadura no duodeno, após o pâncreas e no reto. Seccionar o pedículo mesentérico e assim liberando o conjunto intestinos.

    E) ERRADO. A pinça de Bakey não é utilizada para preensão da medula espinal.

    Gabarito do professor: Alternativa D.

  • A) ERRADO. Não é possível retirar o baço com uma pinça de Debakey, cujo principal propósito é a hemostasia ou ligadura.

    B) ERRADO. O ideal seria uma pinça hemostática mais delicada para ligadura dos vasos da base do coração, não a pinça de Debakey.

    C) ERRADO. A pinça de Bakey não é utilizada para secção, e sim para hemostasia e ligaduras.

    D) CERTO. A técnica de Virchow consiste na retirada de órgão a órgão como uma forma de estudo particularizada, sendo de grande valia na patologia forense. No exame dos intestinos, deve-se realizar dupla ligadura no duodeno, após o pâncreas e no reto. Seccionar o pedículo mesentérico e assim liberando o conjunto intestinos.

    E) ERRADO. A pinça de Bakey não é utilizada para preensão da medula espinal.


ID
1405885
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Qual dos órgãos a seguir é encontrado dissecando-se a região do hipocôndrio direito?

Alternativas
Comentários
  • Gabarito E

  • GALERA SÓ COMPLEMENTAR, SAO 6 REGIOES

    HIPOCONDRIO DIREITO

    HIPOCONDRIO ESQUERDO

    EPIGASTRICO

    FLANCO DIREITO

    FLANCO ESQUERDO

    MESOGASTRICO

    FOSSA ILIACA ESQUERCA

    FOSSA ILIACA DIREITA

    HIPOGASTRICO


    NA QUESTAO

    A) FOSSA ILIACA DIREITA

    B) FLANCO ESQUERDO

    C) FLANCO DIREITO

    D) EPIGASTRICO

    E) HIPOCONDRIO DIREITO


ID
1405888
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A autópsia de um indivíduo com história clínica de neoplasia encefálica, com manifestações de cefaleia e crise convulsiva seguida de morte, revelou dilatação do sistema ventricular encefálico, particularmente dos ventrículos laterais e terceiro ventrículo. Pode-se inferir que, nos cortes desse encéfalo, o patologista encontrará a neoplasia no

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A

  • Letra A mesencefalo.Devido a sua íntima relação com Aqueduto de Silvius por onde é drenado o liquor dos ventrículo laterais para o quarto ventrículo.Se há um tumor obstruido esse canal há dilatação de todo o restante elevando a pressão intracraniana gerando convulsões.
  •  A questão avalia os conhecimentos do candidato em patologia.

    A) CERTO. Tumores do mesencéfalo causam a oclusão do aqueduto cerebral, causando a dilatação dos ventrículos.
    O mesencéfalo, analisado através de um corte transversal, pode ser dividido em três regiões: a parte basilar, o tegmento e o tecto. No limite entre o tecto e tegmento encontra-se o aqueduto de Sylvius, um canal que permite a passagem do líquido cefalorraquidiano pelo mesencéfalo, conectando o terceiro ventrículo ao quarto ventrículo. Se houver uma obstrução em determinado ponto, o líquor se acumula e comprime o tecido nervoso vizinho de encontro à caixa craniana que o protege.

    B) ERRADO. Um tumor do corpo caloso pode levar à dilatação dos ventrículos laterais, mas não do terceiro ventrículo.

    C) ERRADO. Neoplasias no lobo frontal geralmente não causam dilatação dos ventrículos.

    D) ERRADO. Neoplasias no giro para-hipocampal geralmente não causam dilatação dos ventrículos.

    E) ERRADO. Neoplasias no cerebelo geralmente não causam dilatação dos ventrículos.

    Gabarito do professor: Alternativa A.


ID
1405891
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Considere a anatomia do períneo feminino. As estruturas que atravessam o assoalho muscular são, no sentido ântero- posterior:

Alternativas
Comentários
  • No sentido ântero-posterior: Uretra, Canal Vaginal e Canal Anal. 

  • Da parte da frente do corpo para trás, vê-se primeiramente a Uretra......

ID
1405894
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

O termo empregado para designar uma estrutura que se localiza próxima ou voltada para o plano sagital mediano é:

Alternativas
Comentários
  • b - medial.

  • Óbvio kkkk Sqn
  • Enfim acertei ao menos uma dessa prova kkkkkk

  • Essa ai é pra nao zerar


ID
1405897
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Considerando-se o crânio fetal, o ponto antropométrico (referência para a mensuração craniana) que surge da ossificação da fontanela ântero-lateral é o (a)

Alternativas
Comentários
  • c)  ptério.


ID
1405900
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

A projeção óssea que é utilizada como referência na superfície da cabeça para a incisão do couro cabeludo no momento da retirada do encéfalo pertence ao osso

Alternativas
Comentários
  • Ajuda entender se pesquisar pelo google e visualizar a imagem. 

  • Incisão bimastoidea vertical é utilizada para romper o couro cabeludo... o processo mastoide está presente no osso temporal.

  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em anatomia e técnicas de necropsia.

    A) ERRADO. A incisão se inicia no processo mastoideo, que se localiza no osso temporal, e não no osso parietal.

    B) ERRADO. A incisão se inicia no processo mastoideo, que se localiza no osso temporal, e não no osso esferoide.

    C) ERRADO. A incisão se inicia no processo mastoideo, que se localiza no osso temporal, e não no osso occipital.

    D) CERTO. A craniotomia é um procedimento que se segue à incisão bimastoidea e ao afastamento dos retalhos anterior e posterior do couro cabeludo. A incisão é realizada de um processo mastoideo ao contralateral, em orientação coronal. Após esta incisão, os planos subcutâneos são rebatidos, expondo-se os músculos temporais. O processo mastoide é uma projeção cônica localizada na parte posterior do osso temporal. 

    E) ERRADO. A incisão se inicia no processo mastoideo, que se localiza no osso temporal, e não no osso frontal.

    Gabarito do professor: Alternativa D.


ID
1405903
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Os infartos hemorrágicos do intestino delgado são achados frequentes de autópsia, tendo como etiologia a obstrução da artéria (1) , que se localiza em posição (2) em relação ao tronco celíaco. A alternativa que corresponde aos números 1 e 2, de forma correta, é:

Alternativas
Comentários
  • 1 – mesentérica superior; 2 – inferior

  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em patologia.

    A) ERRADO. Não há artéria mesentérica médica, apenas superior e inferior.

    B) ERRADO. A artéria mesentérica superior é responsável pela maior parte da irrigação do trato intestinal, por isso a sua oclusão é a causa mais frequente dos infartos, e não da artéria inferior, que é menor e responsável por menor parte da irrigação.

    C) CERTO. A isquemia mesentérica aguda é um desastre abdominal com taxas de mortalidade extremamente altas. A oclusão súbita da artéria mesentérica superior é praticamente incompatível com a vida, pois as alças de intestino delgado exigem, para a sua nutrição e metabolismo, fluxo sanguíneo elevado, e na oclusão mesentérica aguda não há como suprir esse fluxo. A embolia das artérias mesentéricas ocorre predominantemente no território da artéria mesentérica superior, em decorrência de seu calibre maior e de sua obliquidade ao se originar da aorta. Nos casos de trombose das artérias mesentéricas, também 95% dos casos ocorrem na mesentérica superior.
    O tronco celíaco, a artéria mesentérica superior e a artéria mesentérica inferior são ramos da aorta abdominal em sua face ventral. Em conjunto, proporcionam a maior parte da irrigação do trato gastrointestinal. A artéria mesentérica superior origina-se cerca de 1 cm abaixo do tronco celíaco e irriga todo o intestino delgado.

    D) ERRADO. A artéria mesentérica superior é responsável pela maior parte da irrigação do trato intestinal, por isso a sua oclusão é a causa mais frequente dos infartos, e não da artéria inferior, que é menor e responsável por menor parte da irrigação.

    E) ERRADO. A artéria mesentérica superior se localiza em posição inferior ao tronco cefálico, e não superior.

    Gabarito do professor: Alternativa C.

  • A maior parte dos infartos intestinais acontece quando uma artéria, que leva sangue para o intestino delgado ou grosso, fica bloqueada por um coágulo e impede a passagem do sangue com oxigênio até os locais que ficam após o coágulo, levando à morte dessa parte do intestino e gerando sintomas como intensa dor de barriga, vômitos e febre, por exemplo.

    Além disso, o infarto do intestino também pode acontecer numa veia da região do mesentério, que é a membrana que segura o intestino. Quando isso acontece, o sangue não consegue sair do intestino para o fígado e, por isso, o sangue com oxigênio também não consegue continuar circulando no intestino, resultando nas mesmas consequências que o infarto da artéria.

    https://www.tuasaude.com/infarto-intestinal/


ID
1405906
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

Quanto à morfologia, a classificação correta da articulação seccionada ao se desarticular o esterno das clavículas para a retirada do esterno e exposição da cavidade torácica é sinovial

Alternativas
Comentários
  • alguém sabe explicar ?

  • Errado este resultado

  • Articulações em sela ou selar são considerada biaxiais, permitindo movimento nos planos frontal e sagital. EX: articulação carpometacarpal do polegar e articulação esternoclavicular.

    LETRA C


ID
1405909
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina
Assuntos

A cartilagem laríngea que estabelece contato diretamente com a traqueia é a

Alternativas
Comentários
  • Osso hioide, cartilagem tireóide e cricoide.

ID
1405912
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Um achado frequente em autópsias de indivíduos com a forma íctero-hemorrágica da leptospirose (Síndrome de Weil) é a hemorragia pulmonar, cuja fonte de suprimento sanguíneo nutricional provém da artéria

Alternativas
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  •  a) brônquica.

  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em anatomia.

    A) CERTO. As artérias brônquicas, usualmente são em número de três, são fonte de sangue sistêmico bem oxigenado para os pulmões. Estas artérias acompanham a árvore brônquica e dividem-se com ela. Elas enchem as paredes dos brônquios, bronquíolos, vasos sanguíneos e nervos, além de perfundirem os nodos linfáticos e maior parte da pleura visceral.

    B) ERRADO. As artérias nutrícias irrigam os ossos, e não o pulmão.

    C) ERRADO. Ao nível do ângulo esternal, o tronco pulmonar divide-se nas artérias pulmonares direita e esquerda, que transportam o sangue desoxigenado do ventrículo direito do coração para os pulmões direito e esquerdo, respectivamente. 

    D) ERRADO. O mediastino possui várias artérias, mas não existe uma nomeada "artéria mediastinal".

    E) ERRADO. Não existe "artéria traqueal".

    Gabarito do professor: Alternativa A.

  •  Hemorragia pulmonar=artéria brônquica


ID
1405915
Banca
VUNESP
Órgão
Prefeitura de São Paulo - SP
Ano
2014
Provas
Disciplina
Medicina Legal
Assuntos

Assinale a alternativa correta acerca da recomposição do corpo após uma autópsia.

Alternativas
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  • Letra (D) Os órgãos podem ser retirados (com permissão da família) para buscar causas mortem.. Bons estudos.
  • A questão avalia os conhecimentos do candidato em procedimentos em necropsia forense.

    A) ERRADO. A higienização do corpo deve ser realizada pelo técnico de necropsia, e não pelos agentes funerários.

    B) ERRADO. Os órgãos são retornados ao cadáver, e não descartados.

    C) ERRADO. As incisões feitas no couro cabeludo necessitam de sutura; na parte da reconstituição, uma técnica de fechamento que visa deixar o cadáver no melhor estado de apresentação possível, corpo deve ser reconstituído de modo que, depois de vestido, não haja evidências da necropsia.

    D) CERTO. Apenas com a autorização formal dos familiares pode-se retirar órgãos para pesquisa ou diagnóstico. É possível estabelecer alguns critérios para os projetos de pesquisa que necessitem utilizar cadáveres ou suas partes como fonte de informações, dentre eles a obtenção da autorização dos familiares ou representantes legais é sempre necessária, salvo na situação prevista na Lei 8501/92, quando for um cadáver  não reclamado.

    E) ERRADO. As etiquetas de identificação do cadáver não podem ser retiradas, e devem permanecer fixadas ao corpo após a autopsia.

    Gabarito do professor: Alternativa D.