SóProvas



Prova FUNCAB - 2015 - Faceli - Secretário Escolar


ID
1774711
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                             As intermitências da morte

                                          (Fragmento) 

      A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

      Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada.

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40.

“A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por ISSO seja triste."

O uso da forma destacada do demonstrativo, no contexto, se justifica porque: 

Alternativas
Comentários
  • Letra C.

     

    Comentário:

     

    O pronome demonstrativo “isso” é empregado como recurso anafórico e retoma a informação da oração “A morte conhece

    tudo a nosso respeito”.

     

    Assim, a alternativa (C) é a correta.

     

    As alternativas (A) e (B) estão erradas, porque os referentes estão no texto, e não fora dele.

     

    A alternativa (D) está errada, porque não houve repetição da palavra.

     

    A alternativa (E) está errada, pois houve retomada de informação e não a sua apresentação posterior.

     

     

    Gabarito: C

    Prof. Décio Terror


ID
1774741
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                             As intermitências da morte

                                          (Fragmento) 

      A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

      Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada.

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40.

Na evolução do texto, notam-se alguns problemas no emprego normativo da língua que podem interferir na compreensão segura do que se pretende comunicar. Um dos problemas encontrados é:

Alternativas
Comentários
  • Letra C

    Penúltima linha do último parágrafo.

    ...poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada.

  • Complementando o clolega Bruno Ferreira,

    ..... carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe.....

     

    Alternativa: letra C

  • até deu pra entender o que a banca quis, mas falar que o emprego incorreto de maiúsculas e minúsculas interfere na comunicação do texto é um exagero.

  • Interferir  na compreensão é forçar a barra demais

  • Bem sutil. Quase não percebi.

  • Aquela questão para perder tempo na prova


  • A) uso ineficiente do sinal indicativo da crase.: "que ela traz (VTDI) à vista(palavra feminina) é um esgar de sofrimento"- ok

    B) falta de concordância adequada: "Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios,"- ok

    C) uso inadequado de minúscula e maiúscula: "sua atenta servidora, morte" A morte assina a carta- nome- letra maiúscula

    D) seleção de vocábulo inadequado: texto formal

    E) mau emprego das formas verbais: se há concordância, não há mal emprego das formas verbais.

  • Gabarito C! mas a banca exagerou em dizer que podem interferir na compreensão segura, haha!

    [...] de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará.

    [...] ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. 

  •  escrever a primeira carta deste dia, Cara 

    GABARITO = C ( DA MEDO DE MARCA)

    PM/SC


ID
1849153
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A Fundação Faculdades Integradas de Ensino Superior do Município de Linhares - Fundação FACELI, criada por Lei Municipal é uma entidade da Administração Pública Indireta, constituída sob a forma de Fundação que:

Alternativas
Comentários
  •  .

    Art. 17. Os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal compreendem:

    I - as instituições de ensino mantidas, respectivamente, pelo Poder Público estadual e pelo Distrito Federal;

    II - as instituições de educação superior mantidas pelo Poder Público municipal;

    III - as instituições de ensino fundamental e médio criadas e mantidas pela iniciativa privada;

    IV - os órgãos de educação estaduais e do Distrito Federal, respectivamente.

    Parágrafo único. No Distrito Federal, as instituições de educação infantil, criadas e mantidas pela iniciativa privada, integram seu sistema de ensino.


ID
1849156
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) estabelece que a educação superior abrange os seguintes cursos de:

Alternativas
Comentários
  • Letra C

    GRADUAÇÃO, EXTENSÃO, PÓS-GRADUAÇÃO E SEQUENCIAIS 

  • Art. 44. EDUCAÇÃO SUPERIOR abrangerá os seguintes cursos e programas:

    I - cursos sequenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino, desde que tenham concluído o ensino médio ou equivalente

    II - graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo

    III - pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino

    IV - de extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino


ID
1849159
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A Comissão Própria de Avaliação (CPA) da FACELI – Faculdade de Ensino Superior de Linhares no Estado do Espírito Santo tem por funções de coordenar e articular o seu processo interno de avaliação e disponibilizar informações à comunidade acadêmica, cadastrada junto ao CEE-ES e cuja composição contará com representantes:

Alternativas
Comentários
  • Nos termos do artigo 11 da Lei nº 10.861/2004, a qual institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), toda instituição concernente ao nível educacional em pauta, pública ou privada, constituirá Comissão Permanente de Avaliação (CPA), com as atribuições de conduzir os processos de avaliação internos da instituição, bem como de sistematizar e prestar as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Aquela obedecerá às seguintes diretrizes:

    I - constituição por ato do dirigente máximo da instituição de ensino superior, ou por previsão no seu próprio estatuto ou regimento, assegurada a participação de todos os segmentos da comunidade universitária e da sociedade civil organizada, e vedada a composição que privilegie a maioria absoluta de um dos segmentos;

    II - atuação autônoma em relação a conselhos e demais órgãos colegiados existentes na instituição de educação superior.


ID
1849162
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A declaração feita por escrito, objetivando comprovar ato ou assentamento constante de processo, livro ou documento que se encontre em repartições podendo ser de inteiro teor - transcrição integral, também chamada traslado - ou resumidas, desde que exprimam fielmente o conteúdo do original é um documento denominado:

Alternativas
Comentários
  • Documento passado por funcionários devidamente qualificados, no qual se transcrevem peças processuais ou se certifica alguma coisa.

    Gabarito: E


ID
1849165
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Conforme estabelece a Resolução CEE-ES nº 3.777/2014, que fixa normas para a Educação no Sistema de Ensino do Estado do Espírito Santo, um aluno da educação superior que não puder concluir o curso no prazo máximo fixado para a integralização do mesmo, ressalvados os casos previstos em lei, terá sua matrícula:

Alternativas

ID
1849168
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

De acordo com a Resolução CEE-ES nº 3.777/2014, que fixa normas para a Educação no Sistema de Ensino do Estado do Espírito Santo, desde que a solicitação trancamento de matrícula decorra por motivo de força maior, devidamente, comprovado, poderá ser concedido:

Alternativas

ID
1849171
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

De acordo com a Resolução CEE-ES nº 3.777/2014, que fixa normas para a Educação no Sistema de Ensino do Estado do Espírito Santo, o retorno do estudante que abandonou o curso, se verificada a impossibilidade de atendimento à exigência do cumprimento do prazo máximo para integralização curricular, poderá ocorrer somente mediante:

Alternativas

ID
1849174
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

As instituições de educação superior aceitarão a transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo. Entretanto, poderão ser aceitas as transferências na forma da lei, como as de:

Alternativas
Comentários
  • Lei 9.394/96 

    Art. 49. As instituições de educação superior aceitarão a transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo.

    Parágrafo único. As transferências ex officio dar-se-ão na forma da lei.

  • A Lei nº 9.394/96 estabelece o seguinte sobre transferência de alunos:

    Art. 49. As instituições de educação superior aceitarão a transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo.

    Parágrafo único. As transferências ex officio dar-se-ão na forma da lei. (Regulamento)

    http://portal.mec.gov.br/escola-de-gestores-da-educacao-basica/323-secretarias-112877938/orgaos-vinculados-82187207/13004-transferencia-de-alunos

  • Sim: um 44 por um 45. Perfeito.

  • Saruman, ainda temos tempo o suficiente para combater Sauron, se agirmos logo!

    Rondônia, Saruman, também é um dos condados do norte que compõe a Amazônia Legal!


ID
1849177
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) tem por finalidade identificar mérito e valor das instituições, áreas, cursos e programas, melhorar a qualidade da educação superior, orientar a expansão da oferta e promover a responsabilidade social das Instituições de Educação Superior (IES), respeitando sua identidade institucional e autonomia é formado por três eixos principais que avaliam o(as):

Alternativas
Comentários
  • LETRA B

    Art. 1o Fica instituído o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES, com o objetivo de assegurar
    processo nacional de avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do desempenho
    acadêmico de seus estudantes.


ID
1849180
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Toda instituição de Ensino Superior constituirá uma Comissão Própria de Avaliação – CPA, com as atribuições de:

Alternativas
Comentários
  • Art. 11. Cada instituição de ensino superior, pública ou privada, constituirá Comissão Própria de Avaliação - CPA, no prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da publicação desta Lei, com as atribuições de condução dos processos de avaliação internos da instituição, de sistematização e de prestação das informações solicitadas pelo INEP. 

     

    GABARITO D


ID
1849183
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Na avaliação do desempenho dos estudantes (ENADE), em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, as habilidades e competências em sua formação participarão:

Alternativas
Comentários
  • B

     

    Porém o Enade 2016 traz algumas mudanças :

     

    1)Embora a Lei nº. 10.861, de 14 de abril de 2004, que criou o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), permita a realização do exame por amostragem, em 2016 a aplicação será censitária.

     

     

    2) De acordo com a legislação vigente, todos os estudantes ingressantes e concluintes habilitados ao Enade 2016 deverão ser inscritos pela IES para participação no Exame. Destaca-se que os estudantes ingressantes estão dispensados da participação na prova a ser aplicada em 20/11/2016, mas, ainda nestes casos, eles devem ser inscritos pelas IES, viabilizando a emissão do Relatório de Estudantes em Situação Regular junto ao Enade 2016.

    in: http://portal.inep.gov.br/enade/perguntas-frequentes

     

     


ID
1849186
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

No censo escolar da educação superior realizado anualmente, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, o responsável pela exatidão e fidedignidade das informações prestadas pelas instituições de educação superior, no limite de suas atribuições institucionais é o:

Alternativas
Comentários
  • representante legal.


ID
1849189
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Sobre as atividades complementares, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • b) as atividades complementares têm a finalidade de enriquecer o processo de ensino-aprendizagem, privilegiando a complementação da formação social e profissional.


ID
1849192
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O art. 47, § 3º, da Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, dispõe que é obrigatória a frequência de alunos e professores, salvo nos programas de educação a distância, que se regem por outras disposições. O aluno que solicita à Secretaria Acadêmica informações sobre a possibilidade de abono de faltas em cursos presenciais deverá ser informado que:

Alternativas
Comentários
  • Pera, como assim? E a CF? Não está mais em voga, é?

  • Verdade, Danilo. Rasgaram a CF nessa questão. Rsrs.
  • Pra mim a letra E contradiz a A.

  • banquinho fundo de quintal

  • Indiquem a questão para comentários do professor!

  • Questão desatualizada, é possível abonar faltas por motivos de religião.
  • Art. 7º-A Ao aluno regularmente matriculado em instituição de ensino pública ou privada, de qualquer nível, é assegurado, no exercício da liberdade de consciência e de crença, o direito de, mediante prévio e motivado requerimento, ausentar-se de prova ou de aula marcada para dia em que, segundo os preceitos de sua religião, seja vedado o exercício de tais atividades, devendo-se-lhe atribuir, a critério da instituição e sem custos para o aluno, uma das seguintes prestações alternativas, nos termos do inciso VIII do caput do art. 5º da Constituição Federal:        ( Incluído pela lei n°13.796 de 2019   )


ID
1849195
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A Lei nº 12.089/2009 proíbe que uma mesma pessoa ocupe 2 (duas) vagas na condição de estudante simultaneamente em instituições públicas de ensino superior em todo o país.Assim, NÃO é correto afirmar que:

Alternativas

ID
1849198
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

O aproveitamento de estudos é o resultado do reconhecimento da equivalência entre disciplina ou atividade, cursada em IES autorizada ou credenciada com aquela para qual o aluno pretenda se transferir. Quando consultado sobre o aproveitamento de estudos, o Secretário Escolar deve informar que:

Alternativas
Comentários
  • o assunto é da estrita competência das instituições de ensino superior, por seus colegiados acadêmicos, observado o princípio da circulação de estudos.


ID
1849201
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Na educação superior, o ano letivo regular:

Alternativas
Comentários
  • Alternativa "C"

    Lei 9394/96, Art. 47. Na educação superior, o ano letivo regular, independente do ano civil, tem, no mínimo, duzentos dias de trabalho acadêmico
    efetivo, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver.


ID
1849204
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Na expedição de históricos escolares que acompanham certificados e/ou diplomas de conclusão de cursos de educação superior constarão, além dos dados e informações sobre a instituição e curso realizado, identificação civil do concluinte, na forma da lei e o histórico de sua vida acadêmica, serão informados necessariamente:

Alternativas

ID
1849207
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

De acordo com a Resolução CNE/CES nº 12/2007, os diplomas expedidos pelas instituições de educação superior não universitárias serão registradas por:

Alternativas
Comentários
  • Art. 1º Os diplomas dos cursos de graduação e seqüenciais de formação específica expedidos por instituições não-universitárias serão registrados por universidades credenciadas, independentemente de autorização prévia deste Conselho.

ID
1849210
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

A pessoa responsável pelo manuseio e reprodução dos documentos arquivados será o:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra A - Secretário escolar. Nossa!!! Jurava que seria o arquivista. 

  • Pensei que fosse o Auxiliar de Secretaria, pois o Arquivista é o responsável pela Gestão de Documentos de uma empresa, um profissional de nível superior, diferente do Técnico em Arquivo. Por não haver esta opção, fui no auxiliar. rsrs me dei mal!

  • Pessoal, não levem essa questão em consideração.  Reparem que essa é uma prova para Secretário Escolar e está falando de uma atividade desenvolvida por aquele secretário, dentro de uma escola, que guarda os documentos assim e assado, entendem? Olhem pelo lado mais minimalista possível. É claro que deveria haver a gestão documental das secretarias de educação dos estados, que essas secretarias deveriam desenvolver programas de gestão documental conduzidos por arquivistas e tal mas essa questão não faz referencia ás atividades desenvolvidas pelo arquivista durante o processo de gestão documental. O examinador só quis saber se a pessoa sabe que vai assumir o cargo sabe que vai ter que mexer com documentos. ;)

  • KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    to morrendo de rir...questão NOIADA.

    depois que fui ler o cargo da prova entendi a resposta


ID
1849213
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Arquivologia
Assuntos

Segundo o Conselho Nacional de Arquivos (CONARQ), um documento digital sem assinatura, também, digital, pode se considerado autêntico. Assim, um documento pode ter sua autenticidade presumida por meio de procedimentos que controlem sua produção, transmissão, armazenamento, manutenção e preservação. Um sistema informatizado de gestão arquivística de documentos (SIGAD) idôneo e confiável oferece um alto grau de presunção de autenticidade dos documentos. Porém o uso da assinatura digital é recomendável nos casos em que é obrigatório garantir a autoria e/ou a integridade de um documento transmitido entre sistemas ou entre usuários e sistemas.

Um boletim de notas de uma disciplina, produzido, mantido e acessado por meio de um sistema acadêmico informatizado, não necessita ser assinado digitalmente pelo professor, desde que este sistema seja idôneo e confiável. Para isso, os controles de segurança exigem a:

Alternativas

ID
1849216
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A preparação do professor para o exercício do magistério superior deverá ser feita em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado, podendo suprir essa exigência:

Alternativas
Comentários
  • Lei ordinária? Não seria supralegal?


ID
1849219
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A instituição tem autonomia para alterar a grade curricular do curso, devendo esta alteração ser aprovada pelo colegiado superior da instituição, com registro em ata. Para tanto, alguns critérios devem ser observados, EXCETO:

Alternativas
Comentários
  • Observar - EXCETO! 


ID
1849222
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Estágio é um ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior. Quanto ao Estágio Supervisionado, é correto que o Secretario Escolar informe aos alunos que:

Alternativas
Comentários
  • "C" - Como se fosse um contrato dizendo que aluno está formalmente fazendo estágio no local em nome da instituição de ensino.

    fonte:eu

  • Quem é da licenciatura tem obrigação de saber essa kkkk


ID
1849225
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Quando questionado a respeito de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), o Secretário Escolar deve orientar que:

Alternativas

ID
2283538
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


Sobre o texto leia as afirmativas a seguir.
I. A dissolução do pretérito no texto torna-se interessante pela utilização de vírgulas entre a presença do narrador e a fala do personagem que passa ideia de presente.
II. O pretérito do narrador e o presente do personagem fictício se identificam porque a experiência relatada transcorre no aqui e agora, estabelecendo o presente fictício.
III. A devolução da carta intriga a morte e demonstra o desejo humano de vencê-la.
Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Comentários
  • O pretérito do narrador? Hum??

  • I- fala que não há pretérito

    II- o pretérito do narrador... what?

  • GABARITO = E

    PM/SC

    DEUS


ID
2283541
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


As palavras destacadas em “a sua vida terminará no prazo IRREVOGÁVEL e IMPRORROGÁVEL de uma semana” podem ser substituídas, sem alteração do sentido assumido no contexto, respectivamente, por:

Alternativas
Comentários
  • IRREVOGÁVEL- não revogável; que não se pode anular, apagar; de que não se pode voltar atrás.

    INCONTESTÁVEL - que não pode ser objeto de contestação, que não se pode pôr em dúvida ou em questão.

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    IMPRORROGÁVEL - que não se pode prorrogar ou adiar

    INADIÁVEL - que não é passível de ser adiado; improrrogável, impreterível.


ID
2283544
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


Sobre os elementos destacados do fragmento “Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida.”, leia as afirmativas.
I. O verbo “haver” como auxiliar da expressão HAVIA SONHADO fica no plural se o sujeito estiver no plural.
II. “DE ALGUMA SURPRESA” é objeto indireto da primeira oração.
III. QUE é uma conjunção integrante.
Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Comentários
  • Gab:A

    Dica para a III. "Se tem verbo ANTES, então o QUE é conjunção integrante.". No caso, como não há verbo antes do que, não é conjunção integrante.

  • I - O verbo haver flexiona com o sujeito, visto que não tem sentido de "existir".

    II - "Com a esperança" é O.I 

    III - "QUE" exerce a função de pronome relativo.

  • DICA

    QUANDO O "QUE" PODER SER SUBSTITUÍDO POR "AS QUAIS" = PRONOME RELATIVO

  •  "de alguma surpresa" não é complemento nominal de esperança?

  • Exatamente Nio, é complemento nominal!

  • QUE e SE podem ser conjunções integrantes.

    Neste caso, o QUE é pronome.

  • DE ALGUMA SURPRESA é CN

  • GAB A! PMSC 2019. "AGINDO DEUS QUEM IMPEDIRÁ?"
  • Sobre os elementos destacados do fragmento “Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida.”, leia as afirmativas.

    I. O verbo “haver” como auxiliar da expressão HAVIA SONHADO fica no plural se o sujeito estiver no plural. Certa, aqui o verbo haver - não está no sentido de existir ou ocorrer- está como auxiliar, caso o sujeito vá para o plural, o verbo auxiliar (haver) sofre a alteração.

    II. “DE ALGUMA SURPRESA” é objeto indireto da primeira oração. Errada. Sintaticamente é um adjunto nominal, pois caracteriza o termo esperança. Morfologicamente, "de alguma surpresa", é uma locução adjetiva.

    III. QUE é uma conjunção integrante. (Errada: pois é um pronome relativo, podendo ser substituindo por o qual, retoma um termo anterior)

    Alternativa A

  • a-

    I - Se as mortes haviam sonhado - V

    II. “DE ALGUMA SURPRESA” é o complemento nominal de esperança.

    III- 'que' é pronome relativo para conectar oração subordinada adjetiva a ALGUMA SURPRESA

  • Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida.

     I. O verbo “haver” quando não está sendo utilizado no sentido de existir, ocorrer= flexiona-se normalmente.

     II. esperança de alguma

    Veja que esperança é um nome que exige complemento.. esperança de q? de alguma surpresa.=CN.

     III.

    Quando puder trocar o "que" por isso= Conjunção integrante

    Quando puder trocar o "que" por qual(ais)= Pronome relativo.

    Sucesso, Bons estudos, Nãodesista!

  • Galera,

    Complemento Nominal X Adjunto Adnominal

    • CN tem valor paciente - sofre a ação - Pode ser pedido pela bancas como termo que a preposição é exigida pela regência; By Grasiela Cabral

    • ADN tem valor agente - pode ser pedido como Termo de valor adjetivo - By Grasiela Cabral

    Pulo do gato:

    • Ambos tem em comum apenas o Substantivo Abstrato- e para diferenciar é pensar se o termo é paciente (CN) ou agente (ADN)

    Complemento Nominal

    Complemento de nomes transitivos

    A) Adjetivos

    B) Advérbios

    C) Substantivos abstratos (Exceto preposição de)

    D) Substantivo abstrato (preposição de + paciente)

    ADJUNTO ADNOMIAL

    É uma locução adjetiva

    A) Substantivos concretos

    B) Substantivos abstratos (preposição de + agente)

    Fonte: A Gramática do Concursando + Prof. Grasiela Cabral

    Correções? gentileza mandar um mensagem no privado. Obrigado.

  • Contribuição referente a 1º afirmativa:

    Verbo haver pode ser pessoal ou impessoal!

    Impessoal >

    • = Existir, acontecer e ocorrer.
    • Tempo decorrido.

    Pessoal >

    • Verbo auxiliar de uma locução verbal. = "ter"

     "as mortes haviam sonhado" = "As mortes teriam sonhado."

  • Gabarito: letra A.

    I - Certo. Se o sujeito estivesse no plural, o verbo "haver" como auxiliar da expressão "havia sonhado" também ficaria no plural. Ex: "As pessoas haviam sonhado com a esperança de alguma surpresa".

    II - Errado. "DE ALGUMA SURPRESA" não é objeto indireto, pois não completa um verbo, completa um substantivo: "esperança", portanto é complemento nominal.

    III - Errado. "que" não é conjunção integrante, é pronome relativo (pode ser substituído por "a qual").


ID
2283550
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


No período “Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, PROVAVELMENTE muito menos”, o termo em destaque só teria prejuízo para o sentido original do texto, se fosse substituído por:

Alternativas
Comentários
  • Certamente e seguramente não são sinônimos? 

  • seguramente: que está repleto de segurança; que não possui erro

    sinônimo de: decerto, evidentemente

    Certamente: Grande possibilidade para que algo aconteça

     sinônimo de: provavelmente

  • o termo “provavelmente” traduz ideia de incerteza para a

    frase, não se sabe com exatidão o tempo que a carta demorou para voltar. 

    Dessa forma, um termo que imprima ideia de certeza, exatidão, como 

    “seguramente”, não pode ser utilizado no contexto. 

    GABARITO: B

    Estratégia

     

  • Errei bonito

    Pessoal que errou também "Vejam a prova é para professor de português" quem estuda para carreiras policiais deve absorver o conhecimento mas não pode ficar zikado achando que é voador.


ID
2283553
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


“Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade”
Com relação aos componentes destacados do trecho, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • Permanente está qualificando sorriso?

    Não seria um estado do sorriso?

  • Gilmar,


    Pra ser advérbio a palavra " permanente" deveria estar modificando  um verbo, adjetivo ou  outro advérbio.


    Neste caso a palavra " permanente" está se referindo a um substantivo, ou melhor, "permanente" é uma característica do sorriso dela. Logo, "permanente" é um adjetivo.


    Bons estudos!!

  • Coloque no plural: sorrisos permanentes

    Se concordar é adjetivo, advérbio é invariável


ID
2283556
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


Considerando o contexto em que se produziu a colocação do pronome oblíquo destacado “aproveite o melhor que puder o tempo que LHE resta”, pode-se afirmar, corretamente, que foi assim realizada porque:

Alternativas
Comentários
  • “aproveite o melhor que puder o tempo que LHE resta”

     

    Palavra atrativa : Que ( pronome relativo )

     

    e) a gramática normativa impõe o uso da próclise na presença de atratores dos pronomes pessoais oblíquos, como é o caso do pronome relativo.

  • GABARITO E

    O que RESTA, RESTA algo (tempo- OD) A alguém (lhe - OI).

    ____________________________________________________________________________________

    CASOS DE ATRAÇÃO DA PRÓCLISE  (Pronome Oblíquo Átono antes do verbo)

      1) Palavras com sentido negativo: Não, Nem, Nunca,Jamais,Ninguém, Nenhum, ...;

     2) Advérbio curto (sem vírgula): Já, Agora, Assim, Também, Sempre, Mais, Menos, Pouco, ...;

      3) Conjunções Subordinativas: Se, Caso, Embora, Quando, Enquanto, Como, Que, ...;

      4) Gerúndio precedido de EM;

      5) Pronome Relativo: Que, O qual, Onde, Cujo, ...;

      6) Pronomes Indefinidos; Tudo, Nada, Ninguém, Qualquer, ...;

      7) Pronome Demonstrativo: Isso, Aquilo, Isto, Aquele, Este, Esse, ...;

    bons estudos


ID
2283559
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


“já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada,”
A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.
I. A colocação pronominal, na segunda oração, A LEVANTOU, foi realizada de forma inadequada.
II. O uso do acento indicativo da crase em “À PROCEDÊNCIA” não se apoia na gramática normativa.
III. QUE, dentro da oração a que pertence, assume papel de sujeito.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s): 

Alternativas
Comentários
  • I – No começo de orações, usa-se ênclise: levantou-a. A não ser quando tem uma palavra atrativa como é o caso do “ não”. Aí ficaria: Não a levantou.

  • 2 )devolvida À procedÊncia

    devolvida AO homen

    3)verbo haver no sentido de existir é sujeito inexistÊnte.

    haver no sentido de ter possui sujeito,que é o caso em tela.

     

  • I. A colocação pronominal, na segunda oração, A LEVANTOU, foi realizada de forma inadequada.

     

     Correto: Realmente foi colocado de forma inadequada, pois não se admite próclise em início de orações e sim ênclise, (LEVANTOU - A). 

    Ressalvados os casos atrativos de próclise:  Palavras de sentido negativo,  advérbios, conjunções subordinativas, pronomes relativos, indefinidos, demonstrativos etc...

     

    II. O uso do acento indicativo da crase em “À PROCEDÊNCIA” não se apoia na gramática normativa.

     

    Erradodevolvida à procedência - (foi devolvida A alguém, pois quem devolve, devolve algo A alguém Logo pede preposição A, 

    A procedência, pede artigo). Portanto a crase está correta.

     

    III. QUE, dentro da oração a que pertence, assume papel de sujeito.

     

    Correto:  ...a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada,”

    O QUE está fazendo o papel de sujeito na oração, referindo-se a CARTA.

    Portanto, estão corretas I e II

    Gabarito: C

  • ALTERNATIVA C

    NOTEM QUE O VERBO HAVER NÃO ESTÁ NO SENTIDO DE EXISTIR/OCORRER

  • "Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas."

    A expressão "a levantou" não está iniciando período algum, ela foi somente separada por uma oração intercalada.

    Vejam que há uma conjunção subordinada na oração a que pertence a expressão, sendo isso um fator atrativo da colocação pronominal.

    Acredito que esse posicionamento não é o de todas as banca (ainda mais com a oração intercalada sendo considerada como de grande extensão - mais de 3 palavras), mas da Funcab/Incab com ctza o é.

  • Deus é fiel

  • "A CARTA" é sujeito paciente, uma vez que a sentença está na voz passiva. Se tivesse na voz ativa, seria O.D


ID
2283562
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


Em “CARA SENHORA, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana.” os termos destacados compõem a função de:

Alternativas
Comentários
  • Vocativo é um termo que não possui relação sintática com outro termo da oração. Não pertence, portanto, nem ao sujeito nem ao predicado. É o termo que serve para chamar, invocar ou interpelar um ouvinte real ou hipotético.  Por seu caráter, geralmente se relaciona à segunda pessoa do discurso.

    Ex: Senhor presidente,queremos nossos direitos!

    http://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint23.php

  • a)vocativo.

    vocativo é, como nome diz, usada para invocar o interlocutor no discurso. Geralmente é usado com virgula

  • Vocativo é um termo classificado à parte, pois não pertence ao sujeito nem ao predicado. É utilizado para realizar invocações, chamados.

    Deve ser colocado SEMPRE entre vírgulas, no caso de aparecer no meio da oração, e seguido ou antecedido de vírgula, caso ocorro no início ou no fim de uma oração.

    EX: Fique, MENINO, aqui. Aqui ,MENINO, entre vírgulas é o vocativo.

    MEUS AMIGOS, pensem nisso.

    Não iremos, JOÃO.

    NÃO HA RESISTÊNCIA QUE SUPERE A PERSISTÊNCIA!!!!!

    #PM/SC

  • Aposto pode ser isolado por vírgula, travessão, parêntese. se for aposto explicativo o termo deve ser isolado, se for aposto especificador não se isola.

    aposto explicativo: Maria, menina bonita, comeu a torta.

    aposto especificador: o estado da Bahia (Bahia da o nome ao estado)

    Vocativo apenas se isola por vírgula: Maria, venha logo !

    -vide aulas do professor Oberg.

    PMSC

  • GABARITO: LETRA A

    vocativo é um termo que indica o “chamamento”, “invocação”, “interpelação” de uma pessoa (interlocutor) real ou fictícia.

    Geralmente, ele é isolado por vírgulas quando a pausa for curta, ou com o ponto de exclamação, interrogação ou reticências, quando for uma pausa longa.

    FONTE: TODAMATÉRIA.COM.BR


ID
2283565
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


Em qual alternativa produz-se evidente equívoco de leitura, quando se afirma que o fragmento transcrito do texto foi usado em sentido conotativo?

Alternativas
Comentários
  • Questão um pouco difícil para ser interpretada, porém dá para entender. Alternativa B, porque a morte literalmente usava folhas para escrever as cartas do dia, ou seja, a frase está no sentido denotativo (real; dicionário) , logo seria um equívoco afirmar que a frase “puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia.” estava no sentido conotativo (sentido figurado; criação)

  • bem esclarecido pelo colega acima, apesar de ser pouco confuso o modo como foi colocado pela banca.

  • GABARITO = B

    PM/SC

    DEUS


ID
2283568
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


A opção a seguir cuja forma destacada, na formação das palavras, contraria o valor semântico indicado é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: A

    -(á)(í)vel

    possibilidade de praticar ou sofrer uma ação

    Ex: louvável, perecível, punível

    http://www.soportugues.com.br/secoes/morf/morf9.php

  • Alguém poderia explicar essa questão de forma mais coerente e clara?

  • IRREVOGÁVEL:

    Que não se pode revogar; que não pode ser anulado; que não pode ser refeito: compromisso irrevogável

  • questão mal formulada do carai

  • Entendi nada dessa questão...

  • Deve ser questão de RLM rs

  • Essa foi puxada, fiquei entre a A e a E. Mas de fato, o sufixo ÁVEL não pode indicar pertinência, senão a possibiidade de fazer, executar algo.

  • Acertei pensando assim:

    RecordaÇÃO - resultado da ação de recordar

    ServidORA- agente, (pessoa)

    MisteriOSA- cheia de mistérios

    EntrelaçADOS - têm o caráter de entrelaçar

    Vi que essas estavam certas e marquei a (A) por eliminação.

  • O sufixo "Vel", presente no vocábulo "Irrevogável", por si só, representa a ideia de possibilidade.

    O vocábulo "Pertinência" traz consigo a ideia de adequação, diz-se pertinente aquilo que concerne a algo. Concernir significa ser adequado.

    Ou seja, Pertinência é a adequação de algo a um determinado assunto.

    ATENÇÃO!

    Perceba que o questionador não quis que as palavras fossem analisadas por completo, mas tão somente que fossem analisados os sufixos separadamente, não atoa destacou-os com letras maiúsculas, feito isso, que julgasse certo ou errado quanto à correspondência desses ao valor semântico indicado em cada uma das alternativas.

    GABARITO: Letra A

  • bem, B, C e D são rapidamente descartadas, a dúvida paira entre A e E. Marquei A por esta ter uma semântica envolta à possibilidade de ocorrência, é sempre bom descartar o prefixo pra que a ideia fique mais clara, REVOGÁVEL, algo suscetível à revogação, a ideia não tem a ver com pertinência/adequação.


ID
2283571
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


De acordo com os estudos de regência verbal e com o padrão culto da língua, o verbo destacado em “DESEJO-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte.” é:

Alternativas
Comentários
  • Desejo a você : transitivo direto

    Desejo de matar: transitivo indireto

  • LETRA E

    lhe= objeto indireto

    que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta= objeto direto

  • Quem deseja, deseja algo a alguém. OD e OI
  • GABARITO E

    Quem deseja, desejo ALGO (OD) que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta

    A ALGUÉM (OI) lhe

    bons estudos

  • “DESEJO-lhe que aproveite o melhor que puder"

    Quem deseja DESEJA ALGO: que aproveite o melhor que puder... A ALGUÉM: lhe - ele...

    Parafraseando...

    Desejo que ele aproveite o melhor que puder.


ID
2283574
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


A figura de linguagem predominante em “ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu” é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: D

     

    - Comparação:


    Não confunda metáfora com “comparação” (ou símile) porque na metáfora não há conectivo explicitando a relação de comparação. Na comparação (ou símile) sempre há um conectivo ou uma expressão estabelecendo a relação de comparação:


    – Ela é gorda como uma vaca.
    – “Meu coração tombou na vida tal qual uma estrela ferida pela flecha de um caçador.” (Cecília Meireles)
    – Este lutador tem postura semelhante aos deuses nórdicos.

     

    Fonte: A Gramática Para Concursos Públicos - Série Provas e Concursos - Fernando Pestana

  • GABARITO D

     

    Ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez MAIS poder (DO) QUE eu.

    Elementos comparativos: como, tal qual, assim como, tal , qual, que nem, que (combinado com menos ou mais) etc.

    OBS: A preposição+artigo "DO" é facultativa.


ID
2283580
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

As intermitências da morte

(Fragmento) 

    A morte conhece tudo a nosso respeito, e talvez por isso seja triste. Se é certo que nunca sorri, é só porque lhe faltam os lábios, e esta lição anatômica nos diz que, ao contrário do que os vivos julgam, o sorriso não é uma questão de dentes. Há quem diga, com humor menos macabro que de mau gosto, que ela leva afivelada uma espécie de sorriso permanente, mas isso não é verdade, o que ela traz à vista é um esgar de sofrimento, porque a recordação do tempo em que tinha boca, e a boca língua, e a língua saliva, a persegue continuamente. Com um breve suspiro, puxou para si uma folha de papel e começou a escrever a primeira carta deste dia, Cara senhora, lamento comunicar-lhe que a sua vida terminará no prazo irrevogável e improrrogável de uma semana, desejo-lhe que aproveite o melhor que puder o tempo que lhe resta, sua atenta servidora, morte. Duzentas e noventa e oito folhas, duzentos e noventa e oito sobrescritos, duzentas e noventa e oito descargas na lista, não se poderá dizer que um trabalho destes seja de matar, mas a verdade é que a morte chegou ao fim exausta. Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, cruzando sobre a mesa os magros braços, deixou descair a cabeça sobre eles, não para dormir, porque morte não dorme, mas para descansar. Quando meia hora mais tarde, já refeita da fadiga, a levantou, a carta que havia sido devolvida à procedência e outra vez enviada, estava novamente ali, diante das suas órbitas atônitas.

    Se a morte havia sonhado com a esperança de alguma surpresa que a viesse distrair dos aborrecimentos da rotina, estava servida. [...] Entre ir e vir, a carta não havia demorado mais que meia hora, provavelmente muito menos, dado que já se encontrava em cima da mesa quando a morte levantou a cabeça do duro amparo dos antebraços, isto é, do cúbito e do rádio, que para isso mesmo é que são entrelaçados. Uma força alheia, misteriosa, incompreensível, parecia opor-se à morte da pessoa, apesar de a data da sua defunção estar fixada, como para toda a gente, desde o próprio dia do nascimento. É impossível, disse a morte à gadanha silenciosa, ninguém no mundo ou fora dele teve alguma vez mais poder do que eu. eu sou a morte, o resto é nada. As intermitências da morte (Fragmento)

SARAMAGO, José. As intermitências da morte. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. p. 139-40


“Com o gesto da mão direita que já lhe conhecemos fez desaparecer as duzentas e noventa e oito cartas, depois, CRUZANDO SOBRE A MESA OS MAGROS BRAÇOS, deixou descair a cabeça sobre eles”
O segmento destacado mostra formas reduzidas; a forma reduzida do verbo “cruzar” poderia ser adequadamente substituída, mantendo o sentido do texto, por:

Alternativas
Comentários
  • item b - mantém o tempo verbal

  • CRUZANDO SOBRE A MESA OS MAGROS BRAÇOS
    É uma oração subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio

    dor é temporária mas a glória é eterna
  • o comando pede para passar para a forma desenvolvida sem alterar o sentido. 

  • Item B - Alteração feita sem perder o sentido do texto.

  • LETRA B.

    A questão pede para trocar uma oração reduzida em uma oração desenvolvida, na qual surge o conectivo.

    a) Errada. A conjunção “mas” é adversativa e faz parte de orações coordenadas.

    b) Certa. A ideia aqui é de tempo, ou seja, oração subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio

    Questão comentada pelo Prof Elias Santana


ID
2283583
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Em algumas versões do MS Windows 7, o Bitlocker é um recurso que serve para:

Alternativas
Comentários
  • Letra (a)


    A Criptografia de Unidade de Disco BitLocker é um recurso de proteção de dados disponível em todas as edições do Windows Server e em algumas edições dos sistemas operacionais Windows. O BitLocker criptografa as unidades de disco rígido no computador para fornecer proteção avançada contra roubo ou a exposição de dados nos computadores e nas unidades removíveis perdidas ou roubadas, além de uma exclusão de dados mais segura quando os computadores protegidos por BitLocker são descomissionados já que é muito mais difícil recuperar os dados excluídos de uma unidade criptografada do que de uma unidade não criptografada.


    Fonte: https://technet.microsoft.com/pt-br/library/hh831507.aspx

  • BitLocker é um sistema de Criptografia do Windows, presente em versões do Windows Vista, Windows 7, Windows 8 e no Windows 10. Consiste em codificar partições do HD, protegendo seus documentos e arquivos do computador contra o acesso não autorizado.

  • Rumo PMSC 2019

  • PMSC, Estou chegando...

  • Pode separar uma vaga porque ela já é minha! #PMSC

  • RUMO PMSC!!

  • a galerinha do "RUMO" vai achando que vai ser facinho assim Vai!! vão bate os dentes.

  • NÃO SEI QUE DIFERENÇA FAZ FICAR COMENTANDO "RUMO PMSC" OS CARA DÃO CTRL C E CTRL V NAS RESPOSTA DO GOOGLE E VEM AQUI NOS COMENTARIO APAVORAR

  • kkkkkkkkkk uma vaga é minha também

  • gaba. A

    O Bitlocker é um recurso de criptografia de discos que criptografa toda a unidade de disco, de documentos a senhas, e pode ser implementado na unidade onde o Windows está instalado ou demais unidades de disco rígido fixas (internas).

    Fonte: Informática para Concursos/Renato da Costa

  • O Bitlocker realmente é utilizado para criptografar o disco rígido por meio de inserção de uma senha, de modo que se evite o acesso não autorizado ao dispositivo – nenhum dos outros itens faz qualquer sentido. 


ID
2283586
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Um software, já embutido nas diversas versões do Windows 8, que permite que se tenha uma proteção contra spywares é o:

Alternativas
Comentários
  • Letra E. O Windows Defender é um antivírus e um antispyware a partir da versão WIndows 8 e superiores. Até a versão 7 ele era apenas um antispyware. No Windows 7 o antivírus era o Microsoft Security Essentials.

  • Letra (e)


    Acrescentando o comentário do Mito da Informática.


    Para ajudar a proteger seu computador contra spyware, use um programa antispyware. Esta versão do Windows possui um programa antispyware interno chamado Windows Defender, que é ativado por padrão. O Windows Defender alerta quando algum spyware tenta se instalar em seu computador. Também pode verificar se há spywares nele e removê-los.


    Como todos os dias aparecem novos spywares, o Windows Defender deve ser atualizado regularmente para detectar e proteger contra as ameaças mais recentes. O Windows Defender é atualizado conforme a necessidade sempre que você atualiza o Windows. Para obter o nível máximo de proteção, configure o Windows para instalar as atualizações automaticamente (veja abaixo).



    Fonte: http://windows.microsoft.com/pt-br/windows/understanding-security-safe-computing#1TC=windows-7

  • O Windows Defender acompanha o Windows e ajuda a proteger seu computador contra malware (software malicioso). Malware consiste em vírus, spyware e outros softwares potencialmente indesejados.

  • ASSERTIVA E - WINDOWS DEFENDER

    MARQUEI A ALTERNATIVA POR ELIMINAÇÃO, MAS, ADOREI E APRENDI COM OS COMENTÁRIOS DOS COLEGAS. =)

  • Autor: Fernando Nishimura , Professor de Informática

    Letra E. O Windows Defender é um antivírus e um antispyware a partir da versão WIndows 8 e superiores. Até a versão 7 ele era apenas um antispyware. No Windows 7 o antivírus era o Microsoft Security Essentials.

  • GABARITO E

     

    Windows Defender foi projetado para que o utilizador remova um spyware ou um software potencialmente indesejado de forma simples.

     

    Bons estudos.

  • GAB: E

    Windows Defender: antivírus e antispyware

    PMSC!!!

  • Windows 7

    Antispyware = Windows Defender

    Antivírus = Microsoft Security Essentials

    Windows 8, 10...

    Antispyware = Windows Defender

    Antivírus = Windows Defender

  •  O Windows Defender é um antivírus e um antispyware a partir da versão WIndows 8 e superiores. Até a versão 7 ele era apenas um antispyware. No Windows 7 o antivírus era o Microsoft Security Essentials.

  • Windows 7

    Antispyware = Windows Defender

    Antivírus = Microsoft Security Essentials

    Windows 8, 10...

    Antispyware = Windows Defender

    Antivírus = Windows Defender


ID
2283589
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Um usuário do MS Excel 2010, em português, que deseje usar em uma planilha uma função que retorne uma referência indicada por um valor de texto deve adicionar a função:

Alternativas
Comentários
  • Letra (d)


    Função INDIRETO -> Retorna uma referência indicada por um valor de texto


    Fonte: https://support.office.com/pt-br/article/Fun%C3%A7%C3%B5es-do-Excel-por-categoria-5f91f4e9-7b42-46d2-9bd1-63f26a86c0eb

  • https://support.office.com/pt-br/article/Fun%C3%A7%C3%B5es-de-pesquisa-e-refer%C3%AAncia-refer%C3%AAncia-8aa21a3a-b56a-4055-8257-3ec89df2b23e

     

    Função ENDEREÇO

    Retorna uma referência como texto para uma única célula em uma planilha

     

    Função CORRESP

    Procura valores em uma referência ou em uma matriz

     

    Função ÍNDICE

    Usa um índice para escolher um valor de uma referência ou matriz

     

    Função INDIRETO

    Retorna uma referência indicada por um valor de texto

     

    Função TRANSPOR

    Retorna a transposição de uma matriz

     

     

     

     

     

  • ENDEREÇO   = Retorna uma referência como texto e endereça para uma célula

     

     CORRESP = Procura valores correspondentes em referência ou matriz

     

     ÍNDICE - Usa um índice para escolher um valor 

     

    INDIRETO =  referência indireta indicada por um texto

     

    TRANSPOR =   matriz

  • RUMO Á PRESIDÊNCIA

  • FUNCAB, desculpe-me, mas que "questãozinha" viu...

    --'


ID
2283601
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Um usuário do MS Word 2010, em português, deseja alternar entre maiúsculas/minúsculas um trecho selecionado de um texto usando o teclado. Para isso, ele deve utilizar as teclas de atalho:

Alternativas
Comentários
  • Teclas para formatar caracteres e parágrafos: CTRL + SHIFT + F Altera o tipo de letra

    CTRL + SHIFT + P Altera o tamanho do tipo de letra
    CTRL + SHIFT + > (maior que) Aumenta o tamanho da letra
    CTRL + SHIFT + < (menor que) Diminui o tamanho da letra
    CTRL + ] (fechar parêntesis rectos) Aumenta o tamanho da letra um ponto
    CTRL + [ (abrir parêntesis rectos) Diminui o tamanho da letra um ponto
    CTRL + D Altera a formatação de caracteres
    SHIFT + F3 Altera letras para maiúsculas ou minúsculas
    CTRL + SHIFT + A Formata como maiúsculas
    CTRL + N Formata em Negrito
    CTRL + S Aplica sublinhado
    CTRL + SHIFT +W Aplica sublinhado mas só em palavras
    CTRL + SHIFT + D Aplica duplo sublinhado
    CTRL + SHIFT + H Aplica formatação de texto oculto
    CTRL + I Aplica formatação em itálico
    CTRL + SHIFT + K Formata letras como maiúsculas pequenas
    CTRL + = (igual) Aplica formatação anterior à linha
    CTRL + SHIFT + + (mais) Aplica formatação superior à linha
    CTRL + BARRA DE ESPAÇOS Remove formatação manual
    CTRL + Q Altera a seleção de letra para o tipo "SYMBOL"
    CTRL + SHIFT + * (asterisco) Visualiza caracteres não imprimíveis
    SHIFT + F1 Remove formatação de texto
    CTRL + SHIFT + C Copia formatos
    CTRL + SHIFT + V Cola formatos
    CTRL + 1 Define espaçamento simples entre linhas
    CTRL + 2 Define espaçamento duplo entre linhas
    CTRL + 5 Define espaçamento entre linhas de 1,5
    CTRL + 0 Remove um espaço entre linhas que antecede um parágrafo
    F11 Centra um parágrafo
    CTRL + J Justifica um parágrafo
    CTRL + E Alinha um parágrafo à esquerda
    CTRL + H Alinha um parágrafo à direita
    CTRL + M Avança um parágrafo a partir da esquerda
    CTRL + SHIFT + M Remove um avanço de parágrafo à esquerda
    CTRL + SHIFT + J Cria um avanço pendente
    CTRL + SHIFT + T Reduzi um avanço pendente
    CTRL + Q Remove a formatação de parágrafo
    CTRL + SHIFT + S Aplica um estilo
    ALT + CTRL + K Inicia formatação automática
    CTRL + SHIFT + N Aplica um estilo normal
    ALT + CTRL + 1 Aplica o estilo "Título 1"
    ALT + CTRL + 2 Aplica o estilo "Título 2"
    ALT + CTRL + 3 Aplica o estilo "Titulo 3"
    CTRL + SHIFT + L Aplica o estilo "Lista"

  • Altere maiúsculas e minúsculas.SHIFT + F3

     

    Formata todas as letras como maiúsculas.CTRL + SHIFT + A

     

    https://support.microsoft.com/pt-br/kb/290938

  • Comentando só para retornar aqui e copiar essa lista de atalhos. xD
  • CTRL + SHIFT + A    FormatA todAs as letrAs como maiúsculAs     

     

    SHIFT + F3     alterna entre maiúsculas e minúsculas

     

     

     

     

  • Shift + F7 = PESQUISAR

    Ctrl + PageUp = ROLAR DOCUMENTO

    Ctrl + Shift + K = FORMATA LETRAS COM MAIÚSCULO PEQUENO

    Ctrl + Shift + U = APLICAR ESTILOS

    Ctrl + Shift +A = ALTERA ENTRE MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS

  • GAB AAA

    ESSE TIPO DE QUESTÃO QUE DERRUBA

  • Ou shift + f3!

    delícia de questão.

  • Comentando só para retornar aqui e copiar essa lista de atalhos. xD (x+1)

  • Shift + F7 = PESQUISAR

    Ctrl + PageUp = ROLAR DOCUMENTO

    Ctrl + Shift + K = FORMATA LETRAS COM MAIÚSCULO PEQUENO

    Ctrl + Shift + U = APLICAR ESTILOS

    Ctrl + Shift +A = ALTERA ENTRE MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS

    ou shift + f3 maiusculas e minusculas,.


ID
2283604
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

No Google Chrome, em português, versão 43.0, para que um usuário possa abrir a página de downloads, utilizando o teclado, quais teclas de atalho ele vai usar?

Alternativas
Comentários
  • Letra C. Ctrl+P é para Imprimir e Ctrl+Shift+B é a Barra de Favoritos.

  • Ctrl+J Abre a página "Downloads".

     

    Abrir o menu do Google Chrome, na barra de ferramentas do navegadorAlt + E ou Alt + F

     

     

     

     

  • Autor: Fernando Nishimura , Professor de Informática

    Letra C. Ctrl+P é para Imprimir e Ctrl+Shift+B é a Barra de Favoritos.

  • GABARITO - Letra C

    Ctrl+P é para Imprimir e Ctrl+Shift+B é a Barra de Favoritos.

    '' Pra ganhar a batalha tem que ir pra batalha.''

    #PM-SC 2019


ID
2283610
Banca
FUNCAB
Órgão
Faceli
Ano
2015
Provas
Disciplina
Noções de Informática
Assuntos

Uma ferramenta de software, utilizada para tratar de armazenamento em nuvem, é o:

Alternativas
Comentários
  • Letra B. O Dropbox, assim como o OneDrive, iCloud, Google Drive, e tantos outros, poderá ser instalado no computador ou dispositivo portátil, para armazenar e sincronizar dados na nuvem.

  • Dropbox é um serviço para armazenamento e partilha de arquivos. É baseado no conceito de "computação em nuvem" ("cloud computing"). Ele pertence ao Dropbox Inc., sediada em San Francisco, Califórnia, EUA.

    A empresa desenvolvedora do programa disponibiliza centrais de computadores que armazenam os arquivos de seus clientes. Uma vez que os arquivos sejam devidamente copiados para os servidores da empresa, passarão a ficar acessíveis a partir de qualquer lugar que tenha acesso à Internet. O princípio é o de manter arquivos sincronizados entre dois ou mais computadores que tenham o aplicativo do Dropbox instalado.

     

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Dropbox

  • Autor: Fernando Nishimura , Professor de Informática

    Letra B. O Dropbox, assim como o OneDrive, iCloud, Google Drive, e tantos outros, poderá ser instalado no computador ou dispositivo portátil, para armazenar e sincronizar dados na nuvem.

  • -> Adobe Reader é um software que permite que o usuário do computador visualize, navegue e imprima arquivos no formato PDF.

    -> Dropbox é um serviço para armazenamento e partilha de arquivos. É baseado no conceito de "computação em nuvem" ("cloud computing").

    -> PKZIP é uma ferramenta de compactação de arquivos escrito pelo falecido Phil Katz.

    -> Packet Tracer é um programa educacional gratuito que permite simular uma rede de computadores, através de equipamentos e configurações presente em situações reais. O programa apresenta uma interface gráfica simples, com suportes multimídia que auxiliam na confecção das simulações.

    -> Outlook é um serviço gratuito de webmail criado pela Microsoft.

  • Assertiva b

     utilizada para tratar de armazenamento em nuvem, é o: Dropbox.

  • Não esquecer que Dropbox e Google Drive são consideradas sistemas "Saas" (software como serviço). :)