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Prova FUNCAB - 2015 - Prefeitura de Porto Velho - RO - Professor N II - Libras


ID
4157491
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

No início de 2015, o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira foi morto na Indonésia após sua condenação à pena de morte. Tal fato gerou intenso debate na sociedade brasileira sobre a pena de morte e levou o governo brasileiro a negociar com a Indonésia a possibilidade de relaxamento da pena capital. O brasileiro recebeu a pena de morte porque, entre outros, cometera o seguinte crime na Indonésia:

Alternativas
Comentários
  • Gab E,foco glr um dia a aprovação chega

  • A galera que estuda pra policia fica muito feliz com esse gabarito.

    Gab; B

    Para os não assinantes.

  • tráfico de drogas.

    GAB-E

    tráfico de drogas.

    PARA DE DEMENCIA ,GABARITO LETRA E


ID
4169575
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

Ao se aproximar da mesa com vários lugares vazios, Alice ouviu do Chapeleiro e da Lebre de Março: “Não há lugar! Não há lugar!”. A julgar pelo andamento da conversa, A lice poderia depreender, desse comentário, que:


I. ela não era bem-vinda à mesa, fato que não poderia ser comprovado pelo contexto.

II. os animais não queriam que ela sentasse com eles.

III. havia um clima hostil dominando a maior parte da conversa.


Completa(m) corretamente a ideia do enunciado a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Comentários
  • Clima hostil é um clima ruim.

    Logo, gab. D

  • Eles pedem apenas desse trecho, e a partir desse trecho, na minha visão, se depreende apenas que eles não queriam que ela sentasse com eles.


ID
4169578
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

considerando-se o contexto, traduz-se inadequadamente o sentido de um segmento em:

Alternativas
Comentários
  • Não foi polido = não foi educado

    A alternativa E traz duas frases totalmente opostas uma da outra.

  • Passível de anulação


ID
4169581
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

“Exatamente ISSO”, declarou Alice. (§10)


O uso da forma destacada do demonstrativo se justifica porque:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B

     '“Está sugerindo que pode achar a resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

     “Exatamente isso”, declarou Alice.'

  • Assertiva B

    Exatamente ISSO = retoma um termo anterior, de modo que , para compreendê-lo dependemos do termo antecedente.

  • A palavra isso é um pronome demonstrativo, e tem um valor anafórico, retoma um elemento anterior do texto.

    Gab. B

  • *Gabarito B* o Pronome ISSO retoma um elemento anterior do texto. (anafórico)

ID
4169584
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

Na período ‘“ ENTÃO deveria dizer o que pensa’, a Lebre de Março continuou.” (§ 11), o termo em destaque só teria prejuízo para o sentido original do texto, se fosse substituído por:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO E

    Questão quer a alternativa incorreta.

    CAUSAL: porquanto, porque, posto que, visto que, já que, uma vez que...

  • Gabarito, E

    As expressões ENTÃO, NESSA CIRCUNSTÂNCIA, PORTANTO, ASSIM e DESSA FORMA, no contexto dessa questão, possuem valor conclusivo.

    O termo "PORQUANTO" pode ter valor explicativo OU causal, o que não se encaixa no contexto apresentado pela assertiva. Logo, gabarito letra E.


ID
4169587
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

“Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”


Com relação aos componentes destacados do trecho, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

    D) A palavra O é um pronome demonstrativo.

    → Correto, O ou A serão pronomes demonstrativos quando puderem ser trocados por aquilo, aquela, geralmente próximos a pronomes relativos ou preposições.

    GABARITO. D

  • Se o QUE vier seguido,esse QUE é relativo

    O trocado por AQUILO tem que ser demostrativo.

    Fonte : Flávia rita.

  • GABARITO - D

    “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

    A) RESPONDEU é um verbo impessoal.

    Quem respondeu ?

    Alice !

    O verbo não é impessoal.

    ---------------------------------------

    B) APRESSADAMENTE é uma locução adverbial de modo.

    Cara, Locução é o conjunto de uma ou mais palavras...

    Não temos uma locução, mas um advérbio de Modo.

    -----------------------------------------

    C) a expressão PELO MENOS, em todas as ocorrências, atribui ideia adversativa.

    A ideia apresentada não é adversativa.

    ------------------------------------------

    D) a palavra O é um pronome demonstrativo.

    O + QUE = Trocando o " O" por "aquilo " = O pronome demonstrativo e "que" = pronome relativo.

    --------------------------------------------

    Bons estudos!!

  • O "pelo menos" é locução adverbial.


ID
4169590
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

Se o pronome oblíquo fosse deslocado para a posição enclítica, a colocação ficaria plenamente inadequada na frase:

Alternativas
Comentários
  • Entendi nada nessa questão, estão quase todos em ênclise. Só a B está em próclise.

    A alternativa D está correta, ficará incorreta se for feita a próclise.

    Mas blz, segue o jogo..

  • Questão deveria ser anulada

  • Não entendi foi nada.

  • Mal formulada essa questão

  • Entendi foi nada

    kkkkkk

  • Concordo com Renan. Acrescentaria que a resposta correta me parece ser a "c", já que "depois", adverbio, salvo engano, consiste em fator de próclise.

  • O arbitro disse que não teve nada, e segue o jogo...

  • ”disse, voltando-se para Alice.” Nunca se usa P.O.A em início de frase ou após pontuação

  • Péssima formulação de questão.

  • não entendi o que esse lixo de banca quis saber.

  • nao entendi foi nada kkkk

  • A virgula, também é um atrativo do P.O.A .


ID
4169593
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

“Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”


A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.


I. Quanto à regência, os verbos usados são significativos, transitivos, por isso fundamentais à ideia do predicado.

II. OU é uma conjunção coordenativa.

III. COISA é um pronome indefinido.


Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

Alternativas
Comentários
  • Há três temáticas trazidas pela questão, a saber:

    → Conceito de regência verbal, que diz respeito à transitividade do verbo. Este pode ser intransitivo (não reclama objetos), transitivo direto (reclama objeto direto), transitivo indireto (reclama objeto indireto), transitivo direto e indireto (reclama objeto direto e indireto);

    → Conjunção, especialmente coordenativa;

    → Morfologia, classe de palavra, em especial pronome indefinido.

    I. Quanto à regência, os verbos usados são significativos, transitivos, por isso fundamentais à ideia do predicado.

    Incorreto. Os verbos intransitivos também são significativos e a regência verbal abarca-os;

    II. OU é uma conjunção coordenativa.

    Correto. Precisamente conjunção coordenativa alternativa;

    III. COISA é um pronome indefinido.

    Incorreto. É substantivo. Estes são pronomes indefinidos: algum, nenhum, outro, cada, quem, vários, etc.

    Letra D

  • Verbos significativos (ou verbos de ação) estabelecem transitividade, podendo ser classificados em transitivos diretos ou indiretos e intransitivos. Assim, são o núcleo de um predicado verbal.

  • Não "manjo" muito dos "paranauê", mas vamos lá:

    Acredito que o erro da I seja porque não há somente verbos transitivos. Por exemplo, no "parecia estar falando dormindo", o "dormindo" aí transmite uma noção de advérbio, adjunto adverbial, e não de objeto direto. Logo, o "falando" seria intransitivo.

    OU é uma conjunção coordenativa alternativa;

    COISA é um substantivo.

    Se eu escrevi besteira, podem me corrigir, rsrs!

  • Verbos significativos ou verbos de ação são verbos que indicam uma ação. Também podem ser chamados de verbos nocionais ou verbos plenos.

    Podem ser intransitivos, transitivos diretos ou indiretos.

    Verbos significativos indicam uma ação. Verbos de ligação não indicam uma ação, apenas um estado, ligando uma característica ao sujeito. Assim, verbos significativos opõem-se a verbos de ligação. Liga o sujeito ao predicativo do sujeito.

    Fonte: https://www.conjugacao.com.br/verbos-significativos/#:~:text=Verbos%20significativos%20(ou%20verbos%20de,n%C3%BAcleo%20de%20um%20predicado%20verbal.

  • Apenas acrescento :

    Mesmo ,em alguns casos, pode trabalhar como pronome Quando retomar uma oração ou reforçar um termo de natureza substantiva.

    todos Os dias ele estuda a mesma matéria .


ID
4169596
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

Em qual alternativa produz-se evidente equívoco de leitura, quando se afirma que o fragmento transcrito do texto foi usado em sentido denotativo?

Alternativas
Comentários
  • Alternativa correta: C

    E acrescentou em voz alta: "acho que posso matar esta” (aqui o verbo matar foi utilizado com sentido conotativo de que poderia ACERTAR a charada.

  • alternativa C

    denotativo uso do termo em seu sentido primeiro , real, do dicionario .No caso a Palavra MATAR foi empregada no sentido figurado e não primário. Tonando a alternativa correta da questão.

  • Denotativo - Dicionário

    Conotativo - Figurado


ID
4169599
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

Considerado o contexto e transpondo-se para a voz passiva analítica o segmento “O Chapeleiro arregalou os olhos...” a forma resultante será:

Alternativas
Comentários
  • Voz passiva : o sujeito sofre a ação.

    a voz passiva divide-se em : passiva analítica e passiva sintética ou pronominal.

    gabarito: letra a

  • Posso está enganado, mas a letra E também está na Voz Passiva Analítica, no entanto o verbo está no Presente do Indicativo, enquanto o enunciado está no Pretérito Perfeito.

  • Observe como o sujeito (na voz ativa) transforma-se em agente da passiva (na voz passiva) e como o objeto direto (na voz ativa) transforma-se em sujeito (na voz passiva).

    Gab. A

  • GABARITO -A

    Zero drama..

    Na estrutura de uma voz passiva podemos ter:

    Analítica = Verbo (Ser ) + Verbo principal no Particípio ( Ado/ Ido )

    Sintética = VTD + SE

    ------------------------------------------------------------

    Conversão da voz ativa para a passiva analítica

    O Chapeleiro arregalou os olhos

    1º O OD transforma-se em sujeito paciente

    Os olhos

    2º Incluímos o verbo auxiliar " ser"

    Os olhos foram

    3º Jogamos o verbo para o particípio.

    Os olhos foram abertos

    4º O sujeito da ativa passa a ser o agente da passiva.

    Os olhos foram abertos pelo chapeleiro.

    -------------------------------------------------------------------

    Bora!!!!

  • Cuidado ao se transpor as vozes verbais em uma oração. 1. Se na Ativa tiver 1 Verbo, a Passiva terá 2. Se na Ativa tiver 2 Verbos, a Passiva terá 2 e Vice-Versa. 2. O tempo verbal não muda. Observe que as Alternativas "A" e "E" estão na Voz passiva analítica, mas a "E" está no Presente do Indicativo o que não está de acordo com o tempo verbal do enunciado (Pretérito Perfeito do Indicativo). Resposta: "A"
  • GABARITO: A

    Vozes Verbais: é a relação do sujeito com a ação do verbo na oração.

    Voz Passiva Analítica: quando o sujeito é paciente, recebendo a ação expressa pelo verbo. A estrutura é um verbo auxiliar acompanhado de um verbo principal no particípio e uma preposição (normalmente por, pelo).

    Os olhos foram arregalados pelo Chapeleiro.

    Sujeito Paciente: os olhos

    Verbo Auxiliar: foram

    Verbo Principal (particípio): arregalados

    Agente da Passiva: pelo Chapeleiro

  • A questão em tela versa sobre voz passiva, em especial precisamos encontrar qual alternativa faz correspondente mudança da frase em destaque para voz passiva analítica. Vejamos os conceitos:

    Voz passiva ocorre quando a ação expressa pelo verbo é recebida pelo sujeito: as vozes podem ser analíticas ou sintéticas.

     ➡Analítica: formada pelos verbos ser ou estar + particípio do verbo principal + agente da passiva: 

    ▪Agente da passiva é o termo da oração que, na voz passiva, designa o ser que pratica a ação recebida pelo sujeito. 

    Ex: Maria foi beijada por João.

    Maria (sujeito paciente) + foi (verbo ser) + beijada (verbo no particípio) + por João ( agente da passiva).

    ➡ Sintética: formada por verbo transitivo direto na terceira pessoa + se (pronome apassivador ou partícula apassivadora) + sujeito paciente: 

    Ex: Vende-se casas.

    Vende ( verbo transitivo direto) + se (pronome apassivador) + casas (sujeito paciente).

    Após vermos o conceito, iremos analisar cada assertiva a fim de encontrar uma perfeita transposição da voz passiva analítica. Analisemos:

    a) Correto.

     “Os olhos foram arregalados pelo Chapeleiro.”

    Temos aqui os olhos (sujeito paciente) + foram (ser) + arregalados (verbo no particípio ) + pelo chapeleiro ( agente da passiva), logo aqui tem uma voz passiva analítica.

    b) Incorreta.

    “Talvez o Chapeleiro arregalasse os olhos.”

    A voz continua sendo ativa, pois o sujeito é o “chapeleiro” e este pratica ação verbal.

    c) Incorreta.

    Arregalaram-se os olhos do Chapeleiro.”

    Mudou o sentido, dando a entender que alguém fez uma ação contra o chapeleiro. Outro erro, é que se tem aqui a voz passiva sintética, e não analítica.

    d) Incorreta.

    “Se os olhos fossem arregalados pelo Chapeleiro.”

    O tempo verbal foi mudado, pois na frase original o verbo está no pretérito perfeito do indicativo, já nesta, passou para o pretérito imperfeito do modo subjuntivo.

    e) Incorreta.

    São arregalados os olhos pelo Chapeleiro.”

    Na frase original, o verbo se encontra no pretérito perfeito do indicativo, contudo em "são arregalados" o verbo auxiliar impõe o tempo presente do indicativo. Isso invalida a alternativa.

    Gabarito do monitor: A


ID
4169602
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Texto para responder á questão.


Um chá maluco


        Em frente à casa havia uma mesa posta sob uma árvore, e a Lebre de Março e o Chapeleiro estavam tomando chá; entre eles estava sentado um Caxinguelê, que dormia a sono solto [...]

        Era uma mesa grande, mas os três estavam espremidos numa ponta. “Não há lugar! Não há lugar!”, gritaram ao ver Alice se aproximando. “Há lugar de sobra!”, disse Alice indignada, e sentou-se numa grande poltrona à cabeceira.

        [...]

        “Não foi muito polido de sua parte sentar-se sem ser convidada”, retrucou a Lebre de Março.

        “Não sabia que mesa era sua”, declarou Alice, “está posta para muito mais do que três pessoas.”

         “Seu cabelo está precisando de um corte”, disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade e essas foram suas primeiras palavras.

         “Devia aprender a não fazer comentários pessoais”, disse Alice com alguma severidade; “é muito indelicado.

        ” O Chapeleiro arregalou os olhos ao ouvir isso, mas disse apenas: “Por que um corvo se parece com uma escrivaninha?”

         “Oba, vou me divertir um pouco agora!”, pensou Alice. “Que bom que tenham começado a propor adivinhações”. E acrescentou em voz alta: “acho que posso matar esta”.

         “Está sugerindo que pode achara resposta?”, perguntou a Lebre de Março.

        “Exatamente isso”, declarou Alice.

        “Então deveria dizer o que pensa”, a Lebre de Março continuou.

         “Eu digo”, Alice respondeu apressadamente; “pelo menos... pelo menos eu penso o que digo... é a mesma coisa, não?”

         “Nem de longe a mesma coisa!”, disse o Chapeleiro. “Seria como dizer que ‘vejo o que como’ é a mesma coisa que ‘como o que vejo’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou a Lebre de Março, “que ‘aprecio o que tenho’ é a mesma coisa que ‘tenho o que aprecio’!”

         “Ou o mesmo que dizer”, acrescentou o Caxinguelê, que parecia estar falando dormindo, “que ‘respiro quando durmo’ é a mesma coisa que ‘durmo quando respiro’!”

         “É a mesma coisa no seu caso”, disse o Chapeleiro, e nesse ponto a conversa arrefeceu e o grupo ficou sentado em silêncio por um minuto, enquanto Alice refletia sobre tudo de que conseguia se lembrar sobre corvos e escrivaninhas, o que não era muito.

         O Chapeleiro foi o primeiro a quebrar o silêncio. “Que dia do mês é hoje?”, disse, voltando-se para Alice. [...]

        Alice pensou um pouco e disse: “Dia quatro.”

         “Dois dias de atraso!”, suspirou o Chapeleiro. “Eu lhe disse que manteiga não ia fazer bem para o maquinismo”, acrescentou, olhando furioso para a Lebre de Março.

         “Era manteiga da melhor qualidade” , respondeu humildemente a Lebre de Março.

         “Sim, mas deve ter entrado um pouco de farelo”, o Chapeleiro rosnou. “Você não devia ter usado a faca de pão.

        ” A Lebre de Março pegou o relógio e contemplou-o melancolicamente . Depois mergulhou-o na sua xícara de chá, e fitou-o de novo. Mas não conseguiu encontrar nada melhor para dizer que seu primeiro comentário: “Era manteiga da melhor qualidade.” [...]

CARROL, Lewis. Alice no país das maravilhas. Trad. Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002. p. 67-9. 

De acordo com os estudos de regência verbal e com o padrão culto da língua, o verbo em destaque em “ERA manteiga da melhor qualidade.” é:

Alternativas
Comentários
  • A questão é sobre verbos e quer saber, de acordo com os estudos de regência verbal e com o padrão culto da língua, qual a classificação do verbo em destaque em ERA manteiga da melhor qualidade". Vejamos:

    O verbo "ser", na forma verbal "era", nesse caso, é um verbo de ligação, pois liga o sujeito ao predicativo do sujeito.

     . 

    A) transitivo direto.

    Verbos transitivos diretos: pedem um objeto direto como complemento e não têm preposição. Ex.: Eu queria um caderno novo.

     . 

    B) intransitivo.

    Verbos intransitivos: não precisam de complementos verbais para completar o seu sentido. Têm um significado completo. Ex.: João morreu. Maria nasceu. José casou.

     . 

    C) de ligação.

    Verbos de ligação: recebem esse nome porque ligam o sujeito ao predicativo do sujeito. Indicam "estado". Os mais frequentes são: ser, estar, ficar, parecer, permanecer, continuar, andar, virar, tornar-se... Ex.: João parece triste.

     . 

    D) transitivo indireto.

    Verbos transitivos indiretos: pedem um objeto indireto como complemento e têm preposição. Ex.: A gramática pertence ao aluno.

     . 

    E) transitivo direto e indireto.

    Verbos transitivos diretos e indiretos: pedem tanto um objeto direto como um objeto indireto como complementos. Ex.: Dedico meu tempo aos que precisam. (quem dedica, dedica algo A alguém)

     . 

    Gabarito: Letra C

  • Assertiva C

     “ERA manteiga da melhor qualidade.” é: de ligação.

  • GABARITO -C

    Era manteiga da melhor qualidade"

    Verbo de ligação.

  • Correta, C

    Os verbos de ligação, verbos copulativos ou verbos relacionais não indicam ação, e sim uma qualidade, estado ou classificação. Estes verbos fazem a ligação entre dois termos: o sujeito e suas características.

    São verbos de ligação: Verbo ser; estar, parecer, andar, ficar, continuar, permanecer, viver, virar, tornar-se, achar-se, encontrar-se, fazer-se....


ID
4169605
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Desde 2014, a questão hídrica é tema de debates entre políticos, pesquisadores e a sociedade civil de maneira geral. A grave crise se intensificou com as diminutas chuvas dos últimos meses levando a problemas na geração de energia bem como no abastecimento para as indústrias e para o uso doméstico. Entre os estados a seguir, o que mais vem sofrendo com a diminuição dos reservatórios é:

Alternativas

ID
4169608
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Nos últimos anos, a atuação de grupos extremistas vem se alastrando por territórios de diferentes países. A atuação do grupo fundamentalista Boko Haram na Nigéria vem preocupando a comunidade internacional, principalmente os países africanos vizinhos. Em fevereiro de 2015, a atuação do Boko Haram resultou na seguinte consequência na Nigéria:

Alternativas

ID
4169611
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Em 2015, assumiu um novo presidente da Câmara dos Deputados Federal que pertence ao seguinte partido político:

Alternativas
Comentários
  •  (1989-1998)

     (1998-1999)

     (1999-2001)

     (2001-2007)

     (2007-2021)

     (2021-presente)

    NADA DE LETRA C


ID
4169614
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Em fevereiro de 2015, morreu no Brasil uma das grandes artistas plásticas do país. Japonesa de nascença e naturalizada brasileira, essa artista, que superou os 100 anos e ainda produzia, deixou uma enorme gama de trabalhos. A artista em questão é:

Alternativas
Comentários
  • Tomie Ohtake é uma das principais representantes do abstracionismo informal.

    GAB-B


ID
4169617
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

A economia do país foi um dos assuntos mais debatidos nas eleições de 2014. Uma das ações da política econômica logo após as eleições presidenciais em 2014 foi a de:

Alternativas

ID
4169620
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

O Prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia de 2014 foi oferecido pelo Instituto Karolinska, em Estocolmo, aos pesquisadores John 0 ’Keefe, May-Britt Moser e Edvard Moser. O prêmio será dividido entre o britânico-americano 0 ’Keefe e o casal de noruegueses May-Britt e Edvard Moser. Como é comum acontecer no prêmio Nobel, os trabalhos agraciados se complementam ao longo de um amplo espaço de tempo, já que a pesquisa de John 0 ’Keefe começou ainda na década de 1970. Entre as alternativas a seguir, a que melhor sintetiza a pesquisa vencedora do prêmio Nobel de Medicina de 2014 é a:

Alternativas

ID
4169623
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

RUF é o nome dado para um ranking das universidades brasileiras elaborado pela “Folha de São Paulo”. Em 2014, a universidade federal, localizada na região Norte do Brasil, que ficou na melhor posição do ranking foi a Universidade Federal do:

Alternativas

ID
4169629
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Em 2010, o Governo Federal editou uma lei que instituía a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em que estados e municípios deveriam se adequar em quatro anos. Dessa maneira, a partir de agosto de 2014 algumas providências deveriam funcionar, tais como:

Alternativas
Comentários
  • e) extinção dos lixões a céu aberto.

    A Lei 12.305/2010 prevê, em seu Artigo 54, que “a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos (...) deverá ser implantada em até quatro anos após a data de publicação desta lei”, ou seja, até 2 de agosto de 2014.

  • questão desatualizada, agora tem datas até 2024(art 54)


ID
4169632
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

Os desfiles das Escolas de Samba do Rio de Janeiro no Carnaval são um acontecimento de grande importância econômica, social e cultural, não somente para a cidade como para o país. A escola vencedora desse ano foi a Beija Flor de Nilópolis que recebeu algumas críticas devido ao enredo que homenageava um país cujo governo é, notoriamente, uma ditadura. O país homenageado pela escola de samba do carnaval carioca foi:

Alternativas
Comentários
  • Só uma informação irrelevante: essas escolas de samba gostam da cultura africana.

  • Guiné Equatorial.

    GAB-B


ID
4169635
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A idade mental da criança é tradicionalmente defendida pelas tarefas que elas são capazes de desempenhar de forma independente. Vigotsky cham a a essa capacidade de zona de desenvolvimento:

Alternativas
Comentários
  • Zona de desenvolvimento real: Tudo que a criança já sabe fazer sozinha

    Zona de desenvolvimento proximal: A criança precisa da ajuda do outro para fazer (aqui entra o papel do prof)

    Zona de desenvolvimento potencial: O que a criança vai aprender ainda na zona proximal


ID
4169638
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

A proposta de Piaget é a de que o desenvolvimento cognitivo se realiza em estágios, o que significa que a natureza e a caracterização da inteligência mudam com o passar do tempo. O estágio inicial vai desde o nascimento até aproximadamente 2 anos de idade. A criança percebe o ambiente e age sobre ele. Nesta fase, a criança está presa a situações presentes. Esse estágio é o:

Alternativas
Comentários
  • Sensório motor


ID
4169644
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Analise as afirmativas a seguir sobre o projeto político-pedagógico.


I. É um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas da escola, na busca de alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade, que “não é descritiva ou constatativa, mas é constitutiva”.

II. Preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia.

III. A principal impossibilidade de construção do projeto político-pedagógico passa pela relativa autonomia da escola, de sua capacidade de delinear sua própria identidade.


Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s)

Alternativas
Comentários
  • GABARITO LETRA E

    I. É um processo permanente de reflexão e discussão dos problemas da escola, na busca de alternativas viáveis à efetivação de sua intencionalidade, que “não é descritiva ou constatativa, mas é constitutiva”.

    II. Preocupa-se em instaurar uma forma de organização do trabalho pedagógico que supere os conflitos, buscando eliminar as relações competitivas, corporativas e autoritárias, rompendo com a rotina do mando impessoal e racionalizado da burocracia.

    III. A principal impossibilidade de construção do projeto político-pedagógico passa pela relativa autonomia da escola, de sua capacidade de delinear sua própria identidade.


ID
4169647
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Analise as afirmativas a seguir sobre o Conselho de Classe.


I. Como processo auxiliar de aprendizagem, ele deve refletir a ação pedagógica, atendo-se apenas a notas ou problemas comportamentais de determinados alunos.

II. Deve ser encarado como um momento e um espaço privilegiado para a realização de uma avaliação diagnostica da ação pedagógico-educativa.

III. Deve suscita r as decisões a respeito d a recondução do processo de ensino-aprendizagem.


Está(ão) correta(s) somente a(s) afirmativa(s):

Alternativas

ID
4169650
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Sobre Didática é inadequado afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • implica desenvolvimento, melhoria, limitando-se ao bom ensino do avanço cognitivo intelectual, distanciando-se dos progressos na afetividade, moralidade ou sociabilidade

  • Didática é uma ramificação da pedagogia que tem como finalidade usar métodos e técnicas na aplicação de ensino. É uma forma prática que tem como base as teorias pedagógicas que analisam métodos convenientes para serem aplicadas e que contribuam no processo de aprendizagem do aluno.

    A didática ajuda não somente os alunos, mas também ao professor. Com ela é possível que o educador busque além do seu conhecimento outras fontes de ensino, por exemplo, pesquisas, novos temas para serem abordados em sala de aula, ou seja, a didática também dá a oportunidade ao mestre em trocar entre si e ao especialista suas experiências de sucessos e fracassos.


ID
4169653
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Na Teoria Associacionista da Aprendizagem, os alunos:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO A

    são passivos, à mercê das contingências do ambiente e dos agentes controladores

  • " Teorias de Aprendizagem: Associacionista/Behaviorista (Comportamentalismo) : Essas teorias se baseiam na similaridade das tarefas. A aprendizagem consiste em gravar respostas corretas e eliminar as incorretas. "

    Disponível em: https://www.alex.pro.br/teorias_aprendizagem.pdf


ID
4169656
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Dentre as intervenções em Estratégias de Aprendizagem há uma orientada para apoiar os processos executivos de controle, como o planejamento, o monitoramento e a regulação dos processos cognitivos e do comportamento. Essa intervenção descrita é a do tipo:

Alternativas
Comentários
  • GABARITO B

    Eu errei nunca nem ouvi falar em metacognitivo

  • Eu também kkkkk

  • Questão difícil, nunca vi sobre metacognitivo

  • "As estratégias de aprendizagem podem ser subdivididas em cognitiva e metacognitiva. Estratégias cognitivas compreendem comportamentos e pensamentos que diretamente influenciam o processo de aprendizagem, principalmente na forma como a informação será armazenada. Já as estratégias metacognitivas consistem em procedimentos individuais de planejamento, monitoramento e regulação (BORUCHOVITCH, 2001). "

    Disponível em: https://sites.google.com/site/geacufrjpublico/textos-basicos/estrategias-metacognitivas---definicao-e-conceito

  • Nunca ouvi falar sobre isso

ID
4169659
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Sobre a importância do ato de brincar para o desenvolvimento psíquico do ser humano, é correto afirmar que:

Alternativas
Comentários
  • nenhuma criança brinca espontaneamente só para passar o tempo. Sua escolha é motivada por processos íntimos, desejos, problemas, ansiedades


ID
4169662
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Pedagogia
Assuntos

Na metodologia de ensino, a concepção da educação que enfatiza a visão de que metodologia do ensino consiste em um artifício que permite ensinar tudo a todos, de forma lógica. Lógica esta que seria própria das inteligências adultas, plenamente amadurecidas e desenvolvidas, e que possuem uma certa posição de classe (cientistas, filósofos, pesquisadores, etc.), é a:

Alternativas

ID
4169665
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Segundo MEC (2010), é necessário reinventar as formas de conceber a escola e suas práticas pedagógicas, rompendo com os modos lineares do pensar e agir no que se refere à escolarização. Em relação às pessoas com surdez, desconsideram-se as potencialidades que as integram a outros processos perceptuais, como seres de consciência, pensamento e linguagem, reduzindo-as à condição:

Alternativas

ID
4169668
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

A apropriação da língua portuguesa escrita demanda atividades de reflexão voltadas para a observação e a análise de seu uso, para o conhecimento de sua estrutura e sistema linguístico, funcionamento e variações em contextos de prática, tanto nos processos de leitura como na produção de texto, MEC (2010). Assinale a alternativa que NÃO corresponde à reflexão sobre a apropriação da língua portuguesa, que permite ao aluno.

Alternativas
Comentários
  • opa

  • Gabarito B


ID
4169671
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

A modalidade gestual-visual-espacial pela qual a Libras é produzida e percebida pelos surdos leva muitas vezes, as pessoas a pensarem que todos os sinais são o desenho no ar do referente que representam. É claro que, por decorrência de sua natureza linguística, a realização de um sinal pode ser motivada pelas características do dado da realidade a que se refere, mas isso não é uma regra. A grande maioria dos sinais da Libras são:

Alternativas

ID
4169674
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Verbos direcionais são os que possuem marca de concordância. A direção do movimento marca no ponto inicial e no final, respectivamente, o(a):

Alternativas

ID
4169677
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

A comunicação total considerou a pessoa com surdez de forma natural, aceitando suas características e prescrevendo o uso de todo e qualquer recurso possível para a com unicação, procurando potencializar as interações sociais dos alunos, considerando as áreas:

Alternativas

ID
4169680
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Deve-se estimular bastante o uso da língua portuguesa escrita. A partir de vivências, de dramatizações, o professor deve elaborar textos junto com as crianças e despertar nelas o gosto pela leitura e escrita. O professor deverá fazer uso do apoio escrito, além de desenhos, gravuras e fotos, porque auxilia a criança com surdez e porque estimula todos os alunos a se interessarem pela leitura e escrita. Nessa fase, a leitura que a criança fazé:

Alternativas

ID
4169683
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

O ensino de uma língua requer critérios metodológicos que favoreçam a contextualização significativa, considerando que nem sempre o signo linguístico é motivado. Na organização do AEE, o professor de libras deve planejar o ensino dessa língua a partir dos diversos aspectos que envolvem sua aprendizagem . A alternativa que NÃO corresponde a um desses diferentes aspectos é:

Alternativas

ID
4169686
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Strobel (2008) alega que é através da cultura que os sujeitos asseguram a sua sobrevivência e afirmam as suas identidades, a cultura que se tem determina uma forma de ver, de interpretar, de ser, de explicar e de compreender o mundo. A identidade surda se constrói dentro de uma cultura visual. Essa diferença precisa ser entendida não como uma construção isolada, mas como construção:

Alternativas
Comentários
  • Essa diferença precisa ser entendida não como uma construção isolada, mas como construção:

    multicultural.


ID
4169689
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

“É o local do corpo do sinalizador onde o sinal é realizado, assim, uma maior especificação da posição é necessária, já que a região no espaço é muito ampla. Esse espaço é limitado e vai desde o topo da cabeça até a cintura sendo alguns pontos mais precisos, tais como a ponta do nariz, e outros, mais abrangentes, como a frente do tórax”. A denominação do parâmetro descrito é:

Alternativas

ID
4169695
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

O Decreto n° 5.626, de 2005, prevê a inserção da língua de sinais como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e como disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional. Marque a alternativa que NÃO corresponde ao decreto citado.

Alternativas

ID
4169698
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Os educadores e pesquisadores pressupõem a aquisição da língua de sinais como aquisição da primeira língua e propõem a aquisição da escrita da língua oral auditiva como aquisição de uma segunda língua. Sobre a aquisição da segunda língua por alunos surdos, aspectos fundamentais são observados. Assinale a alternativa que NÃO se inclui nesses aspectos.

Alternativas

ID
4169701
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

No caso do aluno surdo, a percepção da sua produção é diferente da percepção de uma criança que ouve e fala uma língua falada. Os textos produzidos pelos alunos em sinais e a literatura geral em sinais são fontes essenciais para o desenvolvimento do processo de aprendizagem da L2, pois servem de referência para o registro escrito na língua portuguesa. Essas produções podem ser arquivadas por meio de uma videoteca, pois tal recurso é fundamental para avaliação das produções de outras pessoas, bem como das próprias produções. Esse processo de avaliação deve ser:

Alternativas

ID
4169704
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Na perspectiva inclusiva da educação de pessoas com surdez, o bilinguismo que se propõe é aquele que destaca a liberdade de o aluno se expressar em uma ou em outra língua e de participar de um ambiente escolar que desafie suas habilidades para atuar e interagir em um mundo social que é de todos, considerando o contraditório, o ambíguo, as diferenças entre as pessoas, exercitando seu pensamento, sua capacidade:

Alternativas

ID
4169707
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Para se produzir uma frase em libras nas formas afirmativa, exclamativa, interrogativa, negativa ou imperativa a serem realizadas, simultaneamente é necessário estar atento às:

Alternativas

ID
4169710
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Os textos devem ser registrados em grandes blocos ou álbum seriado, para que sua leitura seja retomada várias vezes. Na fase em que a criança ainda não está alfabetizada, ela fará a leitura em língua de sinais e será capaz de fazê-lo por ter participado ativamente de sua construção. Vocábulos novos devem ser sempre apresentados em fichas. Deve-se ensinar o sinal correspondente e apresentá-los com o alfabeto digital para estimulara memória:

Alternativas

ID
4169713
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Ensinar aos alunos com surdez, assim como aos demais alunos, a produzir textos em português objetiva torná-los competentes em seus discursos, oferecendo-lhes oportunidades de interagir nas práticas da língua oficial e de transformar-se em sujeitos de saber e poder com criatividade e arte. Para que essa aprendizagem ocorra, a educação escolar deve apresentar aos alunos com surdez a diversidade textual circulante em nossas(os):

Alternativas

ID
4169716
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

O professor e/ou instrutor de Libras organiza o trabalho do atendimento educacional especializado, respeitando as especificidades dessa língua, principalmente o estudo dos termos científicos a serem introduzidos pelo conteúdo curricular. Eles procuram os sinais em libras, investigando em livros e dicionários especializados, internet ou mesmo entrevistando pessoas adultas com surdez. Marque a alternativa que NÃO corresponde às atividades pedagógicas preparadas pelo professor de Libras e/ou instrutor.

Alternativas

ID
4169719
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

Quando a criança surda já registra suas idéias, estórias e reflexões por meio de textos escritos, suas produções servem de base para reflexão sobre as descobertas do mundo e da própria língua. O professor precisa explorar ao máximo tais descobertas como instrumento de interações:

Alternativas

ID
4169722
Banca
FUNCAB
Órgão
Prefeitura de Porto Velho - RO
Ano
2015
Provas
Disciplina
Libras
Assuntos

A atuação do tradutor/intérprete escolar envolve também a mediação da comunicação nas diversas atividades que acontecem na escola ou relacionadas a ela, visando atender às necessidades tanto de professores e alunos quanto da comunidade escolar e promovendo a:

Alternativas