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Prova CS-UFG - 2017 - CELG/GT-GO - Analista Técnico - Engenheiro Eletricista


ID
2434264
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

O enunciador, ao utilizar, no título do texto, a palavra “protagonista”, faz uma

Alternativas
Comentários
  • tudo bem...questão sem problemas pra resolver. Mas tá mais pra prosopopeia

  • Letra (C) - Analogia com o teatro e com as narrativas, por meio de um processo metafórico.

  • --> Metáfora: trata do emprego das palavras fora do seu sentido básico, recebendo nova significação por uma comparação entre seres de universos distintos:

    Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil.

    Fontes renováveis serão (como) protagonistas no futuro da energia do Brasil.

     

    O autor faz uma analogia com o teatro e com as narrativas, por meio de um processo metafórico. Fontes renováveis recebeu uma nova significação, por uma comparação entre seres de universos distintos: fontes renováveis e protagonistas (o termo é típico de textos literários).

     

    Fonte: A Gramática para Concursos Públicos, Fernando Pestana

     

    Gab: C

     

  • Gabarite C de cuscuz

    TDA metáfora é uma comparação (analogia) = simples assim

  • protagonizar:

    transitivo direto

    interpretar o papel da personagem principal."p. Tieta do Agreste, de Jorge Amado"

    transitivo direto

    ser o agente principal de um ato, um acontecimento."ele protagonizou um dos fatos mais terríveis da ditadura"


ID
2434267
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

O depoimento de autoridades no assunto energia do Brasil que melhor resume de forma genérica a ideia do título do texto é:

Alternativas
Comentários
  • Questão difícil. Mas se nos atentarmos para alguns detalhes acharemos a resposta sem maiores dificuldades.

     

    Preceba que o examinador quer um RESUMO de forma GENÉRICA do TÍTULO. ok?

     

    Há diversos subtítulos (fontes renováveis serão..fontes renováveis e divers...geração.. inovação e eficiencia). Então onde está o título do texto? Olha lá na fonte.....

     

    GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

     

    A única opção em que a tese do título é mantida é a alternativa D.

     

    Eu sei, isso não é Português, mas fazer o que? Enquanto não houver lei para regulamentar os concursos, temos que aceitar..

  • Tem que adivinhar o que se passa na cabecinha do elaborador da questão.

    É claro que históricamente e no próprio texto a gente percebe que o Brasil é o país das fontes renováveis de energia afinal mais de 90% vem de hidroelétricas, isso sem contar as eólicas e as solares. Mas o título não tem nada a ver com com a resposta dada.

    Veja o exemplo: ''No futuro o futebol será o principal esporte do Brasil''  isso é diferente de  '' Somos o país do futebol'', pois uma coisa é dizer que será outra é dizer que já é !

  • A questão não é difícil. Na verdade, li rapidamente o texto. quer dizer, sequer li. Atentei para a pergunta, para o objetivo da pergunta: O que ele pediu... atente, ele pede de forma ''genérica''

    Que abarca muitas coisas gerais (ao mesmo tempo): uma análise genérica; um estudo genérico.Que se exprime (fala ou escreve) de maneira vaga e pouco específica;

    e a única alternativa que abarca muitos aspectos, analisando de forma geral é alternativa D.

    Além deste, há outro ponto também, a respeito do título ENERGIA DO BRASIL, quando ele diz energia DO BRASIL, entende-se que está abordando algo em especial, algo pertencente ao Brasil, algo grandioso a se considerar, algo em destaque..

    Tendo em vista esses dois pontos marquei a alternativa D.

  • O título é: fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil
    (tem que achar o título)

    Tem um signifcado bem diferente de: “Somos o país da energia renovável”.  Completamente diferente!

    Se quiser forçar muito a barra, até aceito a letra C. Mas... forçando muito! A letra D, impossível!

  • Texto gigante pra fazer uma questão ruim dessa, francamente. Além disso em poucos momentos do texto se fala que o Brasil é o país da energia renovável. Na maior parte do tempo o texto trata das fontes de energia renovável e da necessidade de seu aprimoramento diante do aumento da demanda. Estes são os únicos trechos que exaltam o Brasil:

    "Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável."

    " 'Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014', diz."

    " 'Somos o país da energia renovável', diz Wilson, da CPFL. 'São muitas as oportunidades por aqui'."

    Enfim, o examinador leu o texto de uma certa maneira e quis todo mundo lesse da mesma forma...

  • Por essas e outras os concursos estão focando cada vez mais em interpretação de texto do que em Gramática.....Para não termos como recorrer de questões como essa....Os comentários do Thee Reaad e do Algum concurseiro estão perfeitos...

  • Que questão horrível! A letra D não tem como estar certa. Pra mim é a letra C, até porque o verbo está no futuro, como no título rs

  • Nessa questão não precisa de ler o texto. Basta se ater ao título, é o que pede no enunciado "...a ideia do título do texto é:". Qual título utilizar? O enunciado já menciona, "energia do Brasil", incluive coloca-o em itálico. Outra coisa, o enunciado está pedindo o que espressa a ideia do título de forma genérica. A única que atende a este quisito, assim como os demais, é a alternativa D. As demais alternativas específicas assuntos. 

    Alternativa A: Específica ao dizer "10ª economia do mundo em geração de energia eólica".

    Alternativa B: "Foge" da ideia do Título.

    Alternativa C: Não exprime a ideia central do título, e sim especifica ao mencionar a demanda por inovação e tecnologia. A ideia do título é o protagonismo das energias renováveis no futuro do Brasil.

    Conluie-se que, de forma genérica, a alternativa D é a correta.

  • letra D.

    Mas acho que todas estão erradas. Se mudasse o "Somos" por "Seremos", aí sim a D estaria certa.


ID
2434270
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

Em relação ao gênero textual, o texto se situa, predominantemente, na esfera

Alternativas
Comentários
  • Gabarito A

     

    Perceba que o texto é do gênero jornalístico, pois nesse tipo de texto há predominância da linguagem culta, com dados, e argumentos de especialistas a fim de conferir veracidade e confiabilidade das informações.

     

    Com relação à "formar opiniões" você deve estar se perguntando, "ora, então é um texto argumentativo". Só que não. Quando uma matéria jornalística utiliza de fontes externas, como especialistas, está conferindo veracidade das informações e formando opinião do interlocutor.

  • Pelo tamanho do texto achei que fosse um livro da bíblia
  • Eu ia concfundindo com Cientifico, mas felismente marquei Jornalistico.

  • Só  em lê a descricao em baixo do texto (GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com)  já dava pra eliminar algumas e como se trata de revista fica mais fácil.

  • Percebam também que o texto informa ao leitor oportunidades na área de geração de energia renovável, bem como abertura de possibilidade de engressar em um vaga de ensino superior. Descaracterizando, de fato o texto com científico.

  • A descrição do texto fala em notícia, e ainda mostra uma Revista da Globo, logo nos leva a marcar algo relacionado ao jornalismo.

    A notícia é a matéria-prima do jornalismo.

    Por isso nos leva a marca a letra A.


ID
2434273
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

No primeiro parágrafo do texto, o enunciador fala que, no Brasil, a demanda por energia elétrica confiável, sustentável e acessível é um desafio e apresenta uma série de oportunidades. Considerando essa afirmação, um desafio mencionado no texto é:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito B.

     

    O examinador quer um desafio, algo que possa ser mudado e que venha a trazer benefícios.

     

    A fundamentação da letra B está no seguinte trecho do texto.

     

    "Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.

     

    O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE."

  • A possibilidade de se produzir energia a partir do lixo orgânico tbem é um desafio. (pois ainda não produzimos e é necessário diversificar as fontes energéticas) "“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam"

  • a hidrelétrica não é confiável, pois, havendo seca, fica comprometida.

  • No meu entendimento, O sistema de hidrelétricas concentrar mais da metade da matriz energética brasileira não é DESAFIO, mas REALIDADE. Inclusive o texto fala de forma expressa que a matriz energética do pais se concentra nas hidrelétricas e que é necessário diversificar para outras fontes de energia renováveis. Gabarito sem sentido

  • o sistema de hidrelétricas concentrar mais da metade da matriz energética brasileira, a meu ver, é um fato que constitui um PROBLEMA. A letra C, essa sim, faz sentido. Banquinha miserável.


ID
2434276
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

Para atender à crescente demanda por energia elétrica nas próximas décadas, o Brasil precisará

Alternativas
Comentários
  • gab A: Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 

  • Acertei  as 5 questões sem ler o texto. Li só  a fonte.

    Se eu tivesse feito a prova, teria errado todas...kkkk

  • o brasil precisa diversificar suas fontes de energia, é o que o texto defende.


ID
2434279
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

A seguir, são apresentados três grupos de palavras que recuperam, em partes, o sistema de referência nominal e pronominal do texto.

GRUPO I

•“demanda por energia elétrica” = “-la” (1º §)
•“seca” = “crise” (3º§)
•“Fontes alternativas” = “energia eólica e solar” (4º §) 

GRUPO II

•“todo potencial de geração de energia” = “4,8%” (4º §)
•“a mais desenvolvida das duas” = “energia solar” (4º §)
•Marcos Costa = executivo (6º e 7º §)

GRUPO III

 •“Outra tendência no mercado de energia” = “geração distribuída” (6º §)
 •“Lixo orgânico” = “ele” (8º §)
 •“Investir na formação e capacitação” = “novo flanco de inteligência industrial” (11º)


Dos grupos apresentados, quais são os que indicam, de forma adequada e completa, as referências do texto? 

Alternativas
Comentários
  • Questão super complexa, se alguem pudesse explicar.. 

  • GABARITO LETRA B) I e III

    GRUPO I

    •“demanda por energia elétrica” = “-la” (1º §): PARCIALMENTE CORRETA POIS O SUJEITO É "A DEMANDA POR ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL"

    "Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la (a demanda por energia elétrica no Brasil)  com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio [...]"

    •“seca” = “crise” (3º§): CORRETA POIS NESTE CASO A SECA DE 2015 REPRESENTOU UMA CRISE NO SETOR ENERGÉTICO.

    "O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE."

    •“Fontes alternativas” = “energia eólica e solar” (4º §) : CORRETO POIS ENERGIA EÓLICA E SOLAR SÃO FONTES ALTERNATIVAS CITADAS NO TEXTO.

    “Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW [...]"

    GRUPO II

    •“todo potencial de geração de energia” = “4,8%” (4º §): CORRETA POIS 6 MIL MW CORRESPONDE A APROXIMADAMENTE 4,8% DO TOTAL (TODO POTENCIAL DE GERAÇÃO DE ENERGIA) QUE É 140 MIL MW.

    “[...]Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW. Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia."

    •“a mais desenvolvida das duas” = “energia solar” (4º §): ERRADA POIS "A MAIS DESENVOLVIDA DAS DUAS" DE ACORDO COM O TEXTO É A "ENERGIA EÓLICA".

    “[...]Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia."

    •Marcos Costa = executivo (6º e 7º §): CORRETA POIS "MARCOS COSTA" É O "EXECUTIVO" QUE FEZ A AFIRMAÇÃO.

    "[...]No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 

    Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. [...]"

    COMO O QUADRO II TEM UMA AFIRMATIVA INCORRETA, SÓ NOS RESTA A ALTERNATIVA B).

  • LETRA B

     

    Essa questão tem um nível de dificuldade alto.

    Consegui acertar rápido porque eu sei que energia solar não é a mais desenvolvida. Dei uma olhada rápida no texto e confirmei essa informação.

     

    Vou analisar todas as alternativas:

     

    Grupo I

     

    •“demanda por energia elétrica” = “-la” (1º §)
     Atendê-la como um sistema confiável (...).  CORRETO

    Nesse caso o "la" retornou o termo "demanda por energia elétrica."

     

    •“seca” = “crise” (3º§)  CORRETO

    Seca e Crise tem o mesmo sentido no texto. Ambos podem ser trocados.

     

    •“Fontes alternativas” = “energia eólica e solar” (4º §) CORRETO

    O texto afirma que energia eólica e solar são fontes alternativas.

     

     

    Grupo II

     

    •“todo potencial de geração de energia” = “4,8%” (4º §)  ERRADO

    Todo potencial  de energia elétrica é de 440 mil MW.  4,8% de energia eólica ou 6 mil MW faz referência a capacidade atual de 140 mil MW.

     


    •“a mais desenvolvida das duas” = “energia solar” (4º §) ERRADO

    O texto afirma que a energia eólica é a mais desenvolvida.  


    •Marcos Costa = executivo (6º e 7º §) CORRETO

    O texto afirma que ele é o executivo.

     

     

    Grupo III

     

     •“Outra tendência no mercado de energia” = “geração distribuída” (6º §) CORRETO

    O texto faz esa referência.  

     

     •“Lixo orgânico” = “ele” (8º §)   CORRETO

    O termo "ele" faz referência ao Lixo orgânico

     

     •“Investir na formação e capacitação” = “novo flanco de inteligência industrial” (11ºCORRETO

    Investimento na formação profissional é investir em inteligência industrial.

  • 1 ano p/ simplesmente entender o que a questão quer. Mais 1 ano p/ procurar cada item no meio de um texto gigante. Mais 1 ano p/ analisar caso a caso.

    Quantas horas o concurseiro teve p/ fazer essa questão? Parece piada.


ID
2434282
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

A construção correlativa não só X, mas (também) Y aparece, no texto, em:

• “[...] não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional [...]” (1º §);

• “[...] não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos” (7º §);

• “não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco da inteligência industrial” (11º §).

Relativamente ao valor semântico e à atuação na argumentação do texto, essa construção

Alternativas
Comentários
  • Como assim "negando sua direção"?

    Se eu falo "não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos” eu estou negado que é confiável e dizendo que é apenas eficiente e limpo? Pra mim não, está se adicionando um valor além do ja inicialmente explanado...

  • Como assim negando? 

  • Acredito que essa negação não seja no sentido literal da palavra. Não é negar de não existir, mas negar em um sentido para depois afirmar a existencia com o acrescimo de um novo comentário.

    Tipo...  “[...] não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos” (7º §);

    quando ele diz: não só são confiáveis ele não está negando que são confiáveis (ele não nega a existência), ele apenas explica que: Confiabilidade não é a unica coisa. Que existe a confiabilidade, a eficiencia e a fontes limpas.

    Pelo menos é mais ou menos assim que entendi, por isso da letra d :

    apresenta uma primeira perspectiva, negando sua direção (ele não nega a existencia, apenas diz que não é só aquilo), para, em seguida, acrescentar a ela um argumento consistente. 

  • GAB: D

     

    Não só fazer a prova de português, mas acerta todas as questões.

     

     d) apresenta uma primeira perspectiva, negando sua direção (primeira parte)

    Nega ir fazer a prova de português, se for só fazer, não faça, porque não é só fazer, é fazer e acertar todas as questões.

    Vai fazer só por fazer, então não faça. (negou)

     

    d) para, em seguida, acrescentar a ela um argumento consistente. (segunda parte)

    Acertar todas as questões que consiste em fazer a prova.

  • Não achei muito clara a resposta, mas dá pra chegar nela por eliminação.

    Sabendo que as conjunções "não só,...mas também" expressam a ideia de adição (em geral são orações coordenadas aditivas), eliminam-se as alternativas A (afirma que existe relação de causa e consequência), B (fala de comparação) C (explica a ideia de alternância).

  • Essa banca viaja demais.... Cruz credo
  • Assim você me quebra CS-UFG.

    Que viagem!

  • Conjunções Coordenativas ADITIVAS e, nem (= e não), não só... mas também, não só... como também, bem como, não só... mas ainda.

    •São as que ligam orações (sentido completo e independente) ou termos da oração que têm a mesma função gramatical.
    Ex.: a sua pesquisa é clara e objetiva (acrescentou positivamente)

    ---

    De novo, dito de outra maneira = são aquelas orações/palavras, que expressam ideia de acrescentamento ou adição. Podendo assim, negar acrescentando. Como assim?

    Ex.: ela não só dirigiu a pesquisa como também escreveu o relatório (negou acrescentando e  com sentido aditivo = adicionando)

    ---

    “[...] não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos” (7º §)

    Não só confiáveis está dizendo que não é confiável ou que é confiável?
    E aí entra o mas/como tbm e acrescenta algo (argumento)

    --

    __ Vc tem coragem de deixar ele levar seu filho na escola?
    __ Menina, ele não só é confiável, como/mas tbm é prestativo [e deixará meu filho na portaria]

    -- x --

    Gabarite D de dromedário

    -- x --

    A banca não vai mudar.
    Antes de reclamar dela (anáfora), se pergunte se não somos quem precisamos (silepse) estudar mais.

  • Pessoal, eu entendi da seguinte forma:

    Apresenta uma primeira perspectiva (...só de negócio...), negando sua direção (...não só de negócio...), para, em seguida, acrescentar a ela um argumento consistente (...mas de desenvolvimento da indústria nacional...)

    Mesmo raciocínio para as outras proposições.

    Espero ter ajudado.


ID
2434285
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

Ao afirmar que “se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW”, Ferreira faz uso 

Alternativas
Comentários
  • do raciocínio lógico, visto que há correspondência entre a multiplicação por três da grandeza numérica menor, cujo resultado se aproxima da grandeza maior.

  • 3 x 140 mil =  420 mil (o triplo da capacidade instalada no país)

     

    440 mil (potencial de geração de energia eólica e solar do país)

     

    O valor é aproximado, portanto, o autor está certo ao dizer que se o Brasil explorasse o potencial que tem em relação à energia eólica e solar, teria já o triplo da capacidade de energia instalada atualmente (e teria até uns 20 mil MW a mais)

  • Achei muita sacana, demorei pra entender a questão. O que a questão pede é o argumento utilizado por Ferreira (citado pelo autor no texto) e não o argumento do próprio autor do texto.

  • Questão para ser feita com cautela,
    A letra chama logo de inicio a atenção, Porém lendo as outras alternativas conseguimos notar que todas tem uma tendência que é a analise da lógica da expressão.  Ou seja a Letra A é a única que tem um raciocinio totalmente oposto as demais, e olhando desatentamente da a impressão que se trata de uma citação mesmo.


    Porém o que o examinador queria era só saber o pensamento que o "Ferreira" utilizou para formular sua frase...

     

     

  • GABARITO: C.

    Ferreira não é o autor do texto, e sim um especialista consultado pela Galileu. Não há marcas de citação, mas sim o simples raciocínio do especialista: 3x140 = 420, ou seja, o resultado se aproxima de 440.

  • A questão lança mão de um operador argumentativo lógico SE (...)

    SE é assim e assim e assado ENTÃO (subtendido)

    se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, (então) já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW

  • Não concordo com esse raciocínio.

    Então, quer dizer que Ferreira "chutou"??? Ou seja, ele próprio inventou a tese de que a soma das matrizes solar e eólica, juntas, equivalem ao triplo da matriz hidroelétrica? Ou seja, ele poderia então dizer: "...se utilizássemos todo o potencial de geração eólico e solar que totaliza 560 MW, então teríamos 4 vezes o potencial hidroelétrico..." e assim por diante...

    ???


ID
2434288
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

No trecho “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, a vírgula cumpre a função de estabelecer entre os dois enunciados uma relação:

Alternativas
Comentários
  • Alternativa correta: B. 

     

    "somos carentes de pessoal capacitado" = causa

    "falta gente" = consequência

  •   b) causal.

     

    "Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”

    "Como falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”

    "Já que falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”

  • Gabarito B

     

    Por causa da falta de gente >> Nós somos carentes de pessoal capacitado.

  • Gabarito B

    Somo carente de pessoal capacitado pois falta gente.

  • Primeiro coloca a oração na ordem direta.

    depois questiona o porquê dessa carência. o que está causando essa carência ? a falta de pessoas. 

     

  • Não poderia ser explicação? Só enxergo uma relação de explicação. Pra mim, carência de pessoal e falta de gente são sinônimos. Como é possível dissociar quem é a causa e quem é a consequência nesse caso? A falta de gente pode ser a causa da carência de pessoal, assim como a carência de pessoal pode ser a causa da falta de gente. Ao meu ver, uma oração está apenas explicando a outra. Se fosse uma fosse causa e a outra consequência, haveriam fenômenos minimamente distintos. 

  • Essa vígula ai é um porque oculto kkk

  • Eu n entendi. A oração coord sintética conclusiva tem essa estrutura: causa- consequência. A oração adverbial causal: consequência- causa. Essa questão se encaixa em que?
  • Entendi William Tomazetti
  • O que é relação contrapositiva?

  • Entendo que "FEITOR das questões" tentou mudar nome de Contraposição para  Relação contrapositiva - Tentar complicar!

     

    Feitor sentido literal dos tempos antigos ( Punidor)

  • Letra B

     Mas falta gente, VISTO QUE somos carentes de pessoal capacitado.

  • “Mas falta gente,( porque)  somos carentes de pessoal capacitado”

  • Mas falta gente, UMA VEZ QUE somos carentes de pessoal capacitado.

    Mas falta gente, SENDO QUE somos carentes de pessoal capacitado.

    Mas falta gente, VISTO QUE somos carentes de pessoal capacitado.

    Mas falta gente, POIS somos carentes de pessoal capacitado.

    GABA B

     

  • Causal:

    - Já que

    - Uma vez que

    - Porque

    - Pois

     

     “Mas falta gente, JÁ QUE/ UMA VEZ QUE somos carentes de pessoal capacitado”,

     

     

  • GABARITO: B.

    Falta gente (consequência), uma vez que somos carentes de pessoal especializado (causa de faltar gente).

  • Gabarito B

    Mas falta gente, porque somos carentes de pessoal capacitado

    Conjução Subordinativas Adverbiais DE CAUSA!

    Porque

    Poís

    Porquanto

    Ja que

    Visto que

    Uma vez que

    Haja Vista

    Como

     

    Bizu> (JP3 CUVH)

    BONS ESTUDOS GALERINHA! 

  • GABARITO: B


ID
2434291
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Fontes renováveis serão protagonistas no futuro da energia do Brasil
Até 2050, a demanda por energia elétrica no Brasil deve triplicar, segundo estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e do Ministério de Minas e Energia. Atendê-la com um sistema confiável, sustentável e acessível aos consumidores é um desafio. E ao mesmo tempo, apresenta uma série de boas oportunidades não só de negócio, mas de desenvolvimento da indústria nacional, de formação de mão de obra qualificada e de inclusão social. 
[...] 
Fontes renováveis e diversificação da matriz
Com cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território cortado por rios caudalosos, mais de sete mil quilômetros de litoral, bem como condições climáticas favoráveis, não surpreende que o Brasil já tenha quase 90% de sua matriz energética elétrica renovável.
O problema é que mais da metade dela está concentrada em energia hidrelétrica, o que ficou evidente com a seca que assolou o País em 2015, e acabou por contribuir para a elevação do preço da energia nacionalmente. “Mas toda crise tem seu lado positivo”, diz Marcos Costa, da GE.
“Percebemos que não podemos ser tão dependentes da geração hidrelétrica, precisamos diversificar”. Fontes alternativas não faltam. Segundo Ferreira, da CPFL, se explorássemos todo potencial de geração de energia eólica e solar do país, por exemplo, que soma 440 mil MW, já teríamos três vezes mais energia que toda nossa capacidade instalada atualmente, que é de 140 mil MW.
Hoje, porém, a capacidade instalada de geração eólica, a mais desenvolvida das duas, é de pouco mais de 6 mil MW, ou 4,8% do total, segundo dados do Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico, de setembro de 2015, do Ministério de Minas e Energia.
Pode parecer pouco, mas não é. Afinal, o primeiro leilão para esse tipo de geração de energia foi em 2009, como lembra Elbia Silva Gannoum, da ABEEólica. “Começamos há pouco mais de cinco anos e já somos a 10ª economia do mundo em geração de energia eólica, e o 4º País do mundo que mais aumentou a capacidade instalada em 2014”, diz.
“Geramos 40 mil postos de trabalho, investimos R$ 18 bilhões no ano passado, e vamos gerar mais de 50 mil postos de trabalho em 2015, com outros R$ 22 bilhões investidos”. As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica. E ainda há a solar, de biomassa e outras variações de energia térmica.

Geração distribuída e confiabilidade da rede
Outra tendência no mercado de energia que rivaliza com a explosão das energias renováveis, com destaque para a eólica, é a geração distribuída. Segundo números da GE, até 2020, projetos de produção descentralizada de energia – em unidades menores, mais ágeis e próximas de quem vai usar a força produzida – receberão investimentos da ordem de US$ 200 bilhões em todo o mundo. No mesmo período, a taxa de crescimento desse tipo de produção será quase 40% superior à taxa de crescimento da demanda mundial por energia. “No caso das máquinas aeroderivadas, que chegam à potência nominal em apenas 10 minutos, podemos gerar entre 18 MW e 100 MW”, afirma Marcos Costa, da GE. 
Segundo o executivo, trata-se de uma boa opção no Brasil para complementar a oferta de energia em horários de pico em indústrias, por exemplo, ou durante intermitências. O sistema, guardadas as devidas proporções, é o mesmo que funciona nas termelétricas espalhadas pelo país e que, em 2015, foram fundamentais para garantir a estabilidade e a confiabilidade do sistema elétrico brasileiro durante a crise hídrica. “São sistemas que não só são confiáveis, mas também eficientes e limpos, principalmente quando funcionam com gás natural, que produz metade das emissões de sistemas que funcionam com diesel e carvão”, afirma Costa.
Há até a opção de usar lixo orgânico e o biogás que ele produz para rodar as turbinas, como já se faz em uma fazenda de porcos nas Filipinas, ou ainda uma fazenda leiteira na Índia. Nesses casos, o benefício pode ser triplo: não se emite o metano do biogás, gera-se energia e, se houver cogeração, aproveita-se o calor dos motores, o que faz a eficiência da máquina superar os 60%.

Inovação e eficiência 
[...] 
A busca por eficiência, fundamental para garantir o futuro da energia no país, passa, invariavelmente, pelas inovações tecnológicas. Um exemplo recente da dependência saudável do setor por inovações é a lâmpada LED. Durante o racionamento do ano 2000, 99% das lâmpadas residenciais eram incandescentes e gastavam 94% de energia gerando calor, e apenas 6% gerando luz.
Hoje, as proporções de geração de luz e calor em uma lâmpada de LED são o inverso – e as lâmpadas duram 10 vezes mais. “A área de energia vai ser muito demandada por inovação e tecnologia”, diz José Carlos Miranda, presidente da Companhia Hidro-Elétrica do São Francisco (Chesf). “Mas falta gente, somos carentes de pessoal capacitado”, afirma.
Elbia, da ABEEólica, faz coro. “Recentemente foram abertos dois cursos de mestrado e dois de graduação em energia eólica no País”, diz. “Mas ainda não estamos na velocidade do mercado”. Investir na formação e capacitação para este setor não é só garantir o futuro da energia no Brasil, mas também abrir um novo flanco de inteligência industrial que, em última instância, pode culminar na geração de tecnologia brasileira de ponta com grande potencial de exportação. “Somos o país da energia renovável”, diz Wilson, da CPFL. “São muitas as oportunidades por aqui”.

GALILEU. Disponível em:<https://revistagalileu.globo.com/Caminhos-para-futuro/Energia/noticia/2015/11/fontes-renovaveis-serao-protagonistas-no-futuro-da-energia-do-brasil.html>. Acesso em: 6 abr. 2016. (Adaptado).

No trecho “As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons que a estimativa é de que, até 2025, 25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica”, o sujeito sintático da locução verbal “poderão ser” corresponde de modo específico:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito D

     

     

    No caso de o sujeito aparecer representado por expressões que indicam porcentagens, o verbo concordará com o numeral ou com o substantivo a que se refere essa porcentagem:   

     

     

    Porcentagem + substantivo

     

    a) Porcentagem + Substantivo, sem modificador da porcentagem:Facultativamente o verbo poderá concordar com o número referente à porcentagem ou com o substantivo.

     

    1% da turma estuda muito.

    1% dos alunos estuda /  estudam muito.

    10% da turma estuda /  estudam muito.

    10% dos alunos estudam muito.

     

    b) Porcentagem + Substantivo, com modificador da porcentagem: O verbo concordará com o modificador, que pode ser pronome demonstrativo, pronome possessivo, artigo, etc.

     

    Os 10% da turma estudam muito.

    Aquele 1% dos alunos estuda mais.

  • Que/Quem é que + verbo? Sujeito

    Que é que poderão ser25% da matriz de energia brasileira 

  • Análise:

    1 - Vamos dividir as orações, lembrando que em regra cada verbo corresponde a uma oração

    As perspectivas e o ritmo de crescimento são tão bons

    que a estimativa é de que, até 2025,

    25% da matriz de energia brasileira poderão ser de energia eólica”.

    2 - Observamos a última oração. Note que o verbo 'poderão' está flexionado no plural para concordar com o sujeito no plural (que é 25% da matriz de energia brasileira). Parece estranho, mas não é. Quando temos porcentagem no sujeito, o verbo deve concordar com ela - regra de concordância verbal. Wanderson Carneiro comentou muito bem isso.

    Gabarito:

    d) X

  • Tenho que tirar o Cespe da minha vida, por enquanto, perdi mais tempo tentando ver pegadinha que respondendo a questão que está na cara kk

  • https://www.soportugues.com.br/secoes/sint/sint51.php LEIAM MAIS SOBRE ESSE TIPO DE CONCORDÂNCIA!


ID
2434309
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um encanador dispõe de três pedaços de barras de cano medindo 120 cm, 280 cm e 320 cm. Ele gostaria de dividir essas barras em pedaços iguais, com o maior comprimento possível. Nessas condições, quantos pedaços de cano ele poderia obter?

Alternativas
Comentários
  • Essa questão é de MDC. Temos que pegar os pedaços e encontrar o Máximo Divisor Comum para saber o tamanho que cada pedaço terá e assim saber em quantos pedaços cada barra será divida

     Ex.:

    120, 280, 320/2=

    60, 140, 160/2=

    30, 70, 80/2=

    15,35,40/5= 

    3,7,8=(5.2.2.2)

    3,7,8=40

    Dessa forma temos que a barra de 120 foi divida em 3 pedaços de 40, a barra de 280 foi divido em 7 pedaços de 40 e a barra de 320 foi dividida em 8 pedaços de 40. Somando os pedaços de cada uma das barras 3+7+8= temos 18 pedaços.

    Logo a resposta é a letra d) 18

                  

  • Achando o maior comprimento pelas alternativas:

    Soma = 120 + 280 + 320 = 720

    1°) 720/40 = 18 cm

    2°) 720/32 = 22,5 cm

    3°) 720/26 = 27,69 cm

    4°) 720/18 = 40 cm , portanto tera 18 pedaços de cano com 40 cm

  • LETRA D

     

    Fiz de cabeça,

    somei 120 + 280 +320 = 720

    depois dividi por 40, que deu 18 canos

     

  • Primeiro passo:  MDC(120,280,320)
    120, 280, 320 |2
    60, 140, 160   |2
    30,   70,  80    |2
    15,   35,  40    |2
    15,   35,  20    |2
    15,   35  10     |2
    15    35,  5      |3
    5      35   5     |5
     1       7    1    |7/
     1      1     1          = 2³.5= 40 
    .

    Segundo passo: somar a metragem de todos os pedaços dos canos:
    320+280+120= 720 cm 

    Terceiro passo: pegar o total e dividir pelo resultado do MDC.
    720/ 40 = 18 
     

  • Simplificando os três números: 120, 280 e 320 /10 -> 12, 28 e 32 /4 -> 3, 7 e 8

    teremos a menor unidade de cada um, agora basta somar: 3 + 7 + 8 = 18, Letra d.

    Encontrar o M.D.C demora um pouco.

  • Questão mesmo de MDC. As regras práticas que no 2º Grau quase nenhum Professor ensinava (macetes de quando usar MDC e quando usar MMC) é simples:

    1º Sempre que tivermos nas questões palavras como "Divisor", "Máximo" ou "Idéia de DIVISÃO em PARTES IGUAIS e no MAIOR TAMANHO POSSÍVEL", usa-se MDC.

    2º Quando tivermos as palavras "Minimo", "Multiplo", "Idéia de Tempo", "Coincidência", "A questão pedir uma resposta no futuro", "Perguntar quando algo irá acontecer novamente", usa-se o MMC.

    Macetes...

    Espero ter acrescentado nos conhecimentos dos colegas...

  • Cuidado para na pressa não errar a questão e pensar que está pedindo o maior comprimento possível entre as barras de cano. O que nesse caso daria 40.


ID
2434312
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Leia o texto a seguir.
As estimativas para a safra de cereais, leguminosas e oleaginosas, para o ano de 2017, indicam uma produção de 222 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 20,3% em relação ao total de 2016, que foi de 182,4 milhões de toneladas. A área a ser colhida para a safra 2017 é estimada em 60 milhões de hectares, enquanto a área de 2016 foi de 57 milhões de hectares.
Disponível em:<http://www.ibge.gov.br>. Acesso em: 3 abr. 2017.(Adaptado). 

Nessas condições, a taxa de crescimento da produtividade da safra 2016 para a safra 2017 será, aproximadamente, igual a: 

Alternativas
Comentários
  • 2017 produtividade 222/60 = 3,7 t/h

    2016 produtividade 182,4/57 = 3,2 t/h

    aumento de 0,5t/h

    logo, 

    taxa de aumento foi de : 0,5/3,2 = 15,6%

     

  • 2017 toda área (60hec)= 222 milhões 2016 toda área (57 hec)=182,4 milhões * para saber o aumento da produtividade devemos pegar partes igual, logo um caminho é saber quanto foi produzido em 2017, em 57h (mesma área de 2016) Fazendo uma regra de 3 60hec----222 57-----x X=210.9 Dessa forma subtraímos 2017 de 2016,assim veremos qual foi o crescimento em milhões da mesma área. 210.9 - 182.4= 28.5 Agora basta saber qual é a porcentagem de 28.5 sobre 182.4 (safra de 2016) dessa forma foi a taxa de crescimento 182.4---100℅ 28.5----x X=15,6% A resposta ficou bem maior do que a do colega Marcelo,porém ficou bem explicada. Para pessoas que possuem uma maior dificuldade.
  • 2017 toda área (60hec)= 222 milhões 2016 toda área (57 hec)=182,4 milhões * para saber o aumento da produtividade devemos pegar partes igual, logo um caminho é saber quanto foi produzido em 2017, em 57h (mesma área de 2016) Fazendo uma regra de 3 60hec----222 57-----x X=210.9 Dessa forma subtraímos 2017 de 2016,assim veremos qual foi o crescimento em milhões da mesma área. 210.9 - 182.4= 28.5 Agora basta saber qual é a porcentagem de 28.5 sobre 182.4 (safra de 2016) dessa forma foi a taxa de crescimento 182.4---100℅ 28.5----x X=15,6% A resposta ficou bem maior do que a do colega Marcelo,porém ficou bem explicada. Para pessoas que possuem uma maior dificuldade.
  • 2017 toda área (60hec)= 222 milhões 2016 toda área (57 hec)=182,4 milhões * para saber o aumento da produtividade devemos pegar partes igual, logo um caminho é saber quanto foi produzido em 2017, em 57h (mesma área de 2016) Fazendo uma regra de 3 60hec----222 57-----x X=210.9 Dessa forma subtraímos 2017 de 2016,assim veremos qual foi o crescimento em milhões da mesma área. 210.9 - 182.4= 28.5 Agora basta saber qual é a porcentagem de 28.5 sobre 182.4 (safra de 2016) dessa forma foi a taxa de crescimento 182.4---100℅ 28.5----x X=15,6% A resposta ficou bem maior do que a do colega Marcelo,porém ficou bem explicada. Para pessoas que possuem uma maior dificuldade.
  • Compreendo o racicinio, no entanto, a banca nao da info nenhuma sobre o fato da produtividade ser = Producao/area. 

  • QUESTÃO MAL ELABORADA


ID
2434315
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma empresa que fabrica blocos para a construção civil tem um gasto mensal fixo de R$ 6.000,00 com funcionários e demais encargos, além de um custo de R$ 50,00 para cada bloco fabricado. Se em determinado mês, a empresa vende cada bloco por R$ 65,00 e o dono da empresa deseja ter um lucro de R$ 6.600,00, qual é a quantidade de blocos a serem fabricados naquele mês para que ocorra o lucro pretendido?  

Alternativas
Comentários
  • Essa questão envolve racicínio lógico e conhecimento em custos. O preço de venda é R$ 65,00, o preço de custo por unidade é R$ 50,00 logo o "lucro" seria de R$ 15,00 por unidade. O dono deseja um lucro de R$6.600,00, mas tem um custo fixo que precisa ser pago de R$ 6.000,00. Para que a empresa saiba o quanto tem que produzir e vender para quitar o custo fixo e ainda ter o lucro desejado ela deve somar o valor do custo e do lucro pretendido e dividir pelo valor do "lucro" por unidade. Dessa forma temos R$ 6.000+6.600/15=840.

    A quantidade de blocos a ser fabricados no mês para obter o lucro desejado é de 840. 

  • montando a equação 

    L = 65X - Cf -50X

    L=15X - Cf

    L + Cf = 15X

    6600 + 6000 =15X

    X=840 

  • Receita = 65.x   ====> 65.x

    Gasto = R$ 6.000,00 + R$ 50,00 x número de blocos fabricados  ==== >    6000 + 50.x

    Como ele deseja ter um lucro de R$ 6.600,00 temos, 

    Lucro = Receita - Gastos

    6600 = 65.x - (6000 + 50.x)

    6600 = 65.x - 6000 - 50.x

    6600 + 6000 = 65.x - 50.x

    12600 = 15.x

    x= 840

     

     

     

  • Eu tive o seguinte raciocínio:

     

    6.000 + 6.600 = 12.600 (total de despesas + lucro que deseja obter) 

     

    12.600 / 15 (lucro em cada bloco) = 840

  • Custo de cada bloco= 50 reais

    Venda de cada bloco= 65 reais

    A empresa ganhou 15 centavos por cada bloco vendido( 65-50=15)

    Assim é só ir testando em cada alternativa:

    A) 840 x 15= 12.600

    12.600- 6.000( custo com funcionário)= 6.600 de lucro desejado

    RESPOSTA CORRETA LETRA A


ID
2434318
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma pessoa, disposta a recuperar sua forma física, resolveu retomar suas caminhadas diárias. Para isso, estabeleceu a seguinte meta: começar caminhando 2 km no primeiro dia e ir aumentando, de maneira constante, nos dias seguintes, para que no trigésimo primeiro dia já esteja caminhando 8 km. Nessas condições, quantos metros ela deve aumentar por dia, a partir do segundo dia, para atingir seu objetivo?

Alternativas
Comentários
  • Exercíco de Progressão Aritmética!

    a1=2km (2000m)

    a31= 8km (8000m)

    Deseja-se saber quantos metros deve-se aumentar por dia, ou seja, a razão da P.A, assim temos que:

    a31=a1 + 30*r

    8000=2000+30r

    30r=8000-2000

    r=6000/30

    r=200 metros!

     

  • Costumo fazer essas PA de cabeça pela logica.. e mais rapido, no caso ai, multipliquei 200 x 30 = 6000

    Peguei 6000 + 2000 = 8000

    Resultado = 200

     

    LETRA B

  • A questão só fica difcíl se você não perceber que ele quer o A31.

     

    Veja:

     

    O enunciado cita que ele quer a PARTIR do 2° dia, no caso ele quer A1 + 30R.

  • A1 = 2

    A31 = 8

    31-1= 30r

    8-2= 6

    30r=6 --->>> r = 0,2 Km  ou 200 m


ID
2434321
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma confecção vende vestidos e casacos no varejo e no atacado. Quando o cliente compra no atacado dez ou mais peças de um mesmo produto, a confecção dá um desconto de 20% no preço de cada item vendido. Um cliente adquiriu 12 vestidos e 15 casacos e pagou R$ 4.344,00 por esses produtos, enquanto outro cliente comprou cinco vestidos e três casacos, pagando R$ 1.450,00 por eles. Nessas condições, o preço cobrado pelo vestido no varejo é:

Alternativas
Comentários
  • A resolução dessa questão pode ser vista aqui

    https://www.tutorbrasil.com.br/forum/viewtopic.php?t=62692

    Gabarito: B

  • 20 por cento de desconto para cada peca . 

    logo em 1peca, subtrai-se 0,2. fica 0,8 para cada peca., 

    0,8 vezes 12 é 9,6 

    0,8 vezes 15 é 12 .

    logo 9,6v+12c=4.344 ,

    monta o sistema, 

    9,6v+12c=4344

    5v+3c=1450  

    multiplica toda a segunda liniha por -4 para zerar o c , e soma com a primeira linha, fica 

    -10,4v = -1456 .

    v = -10,4 / -1456 , 

    negativo com negativo, fica positivo, 1456 divido por 10,4 é igual a 140.

    logo V=140, resposta letra b,

    se ta com dificuldade de entender assista algumas aulas sobre porcentagem, eu tmbm tava com dificuldade , mas depois da aula eu entendi melhor

     https://www.youtube.com/watch?v=nrQyzCHSrMY&t=84s

     

     

     

     

  • Normalmente as questões da banca UFG da para resolver pelas respostas, esta é uma delas. Vamos ir direto na letra que "b" que é o gabarito:

    Obs: Na primeira compra obtem-se o desconto de 20%, já na segunda compra não ( é preço cheio), então é mais fácil comecar com a segunda compra.

    140*5 vestidos = 700,00 -. para um compora de 1450,00, então o valor dos casacos é 750,00, sendo : 700,00 dos vestidos + 750,00 dos casacos.

    Aplicando-se o desconto da primeira compra tem-se:

    140-20% = 112,00, ou seja, cada vestido, já com o desconto de 20% saiu por 112,00, foram comprados 12 vestidos, então 112,00 * 12 = 1.344,00.Se 1.344,00 é o valor dos vestidos, então a diferença é o valor dos casacos: 3.000,00, obtendo-se um total de 4.344,00.

     

     


ID
2434324
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma loja vende, por dia, 1.000 m² de piso a R$ 20,00 o m². Seu proprietário percebeu que a cada R$ 1,00 de desconto dado no preço do m² de piso, a loja vendia 50 m² a mais, por dia. Por exemplo, no dia em que vendeu o piso a R$ 18,00, a loja vendeu 1.100 m², e assim sucessivamente. Considerando x a quantidade de m² de piso vendido em um dia e F o faturamento obtido com essa venda, a função que expressa F, em termos de x, é:

Alternativas
Comentários
  • Alternativa A (testando as respostas)

    F(1100)=19.800

    19.800=( - (1100)^2 /50)) + 40 (1100)

    19800 = - 1.210.000/50 + 44.000 

    19.800 = - 24.200 + 44.000

    19800 = 19800 CORRETO 

  • Eu só não entendi na parte que a função é negativa e quando eleva ao quadrado tinha que ficar positivo. Mas não ficou.

     

  • Oberverve que é -X ao quadrado e não (-X) ao quadrado, 
    por isso não vira posivito depois que se eleva ao quadrado,
    pois SÓ está sendo elevado o X, o negativo ( - ) NÃO

    é como se fosse: -1x² = (-1).(x²) = -x²

  • O enunciado diz que a quantidade vendida aumenta com o desconto, na proporção:

    x=1000+50.d, onde x é a quantidade vendida e d é o desconto em R$

    Rearranjando a expressão acima, temos:

    d=(x-1000)/50 (i)

    O faturamento será a quantidade vendida multiplicada pelo preço unitário (R$20 - desconto):

    F(x)=x.(20-d) (ii)

    Substituindo (i) em (ii), temos:

    F(x)=x[20-(x-1000)/50] = -x²/50+40x

    Resposta a)


ID
2434330
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um programa de televisão tem um quadro de perguntas e respostas e dá um prêmio de R$ 30,00 ao participante, cada vez que ele acertar a resposta. Por outro lado, cada vez que ele errar, perde R$ 20,00. Considere um participante que respondeu 30 perguntas e no final do quadro ganhou R$ 200,00. Quantas perguntas ele errou?

Alternativas
Comentários
  • como estava com tempo, fiz usando o gabarito mesmo:

    a) 12 * (-20) = - 240

    18* 30 = 540 

    540 -  240 =300

     

    B) 

    14 * (-20) = - 280

    16* 30 = 440 

    540 -  240 =200 ( gabarito)

     

    16 * (-20) = - 320

    14* 30 = 420 

    540 -  240 =100

     

    d) 18 * (-20) = - 360

    12* 30 = 360 

    540 -  240 =000

  • 1 Acerto = R$ 30,00

    1 Erro = R$ -20,00

     

    Sistema:

    30*A - 20*E = 200

    A + E = 30 , portanto A = 30 - E

    Substituindo:

    30*(30 - E) - 20*E = 200, logo E = 14 e A = 16


ID
2434333
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Ana, Sílvia e Carla compraram, em sociedade, uma chácara destinada à realização de eventos por R$ 600.000,00 e investiram, respectivamente, R$ 150.000,00, R$ 200.000,00 e R$ 250.000,00. Após a compra, combinaram que o faturamento obtido com o aluguel da chácara, em um ano, seria dividido proporcionalmente à quantia que cada uma investiu para comprá-la. Considerando que em um ano elas faturaram com a chácara R$ 50.000,00, a quantia que Ana recebeu foi:

Alternativas
Comentários
  • Ana = 15    x 833,33 = 12500

    Sílvia   = 20

    Carla = 25

     

    total = 60

     

     

    lucro de 50000

     

    50000 / 60 = 833,33

  • Resolvi da seguinte forma:

    Divisão proporcional entre Ana (A), Sílvia (S) e Carla (C)

    Investimentos (I): A = R$ 150.000,00; S = R$ 200.000,00 e C = R$ 250.000,00

    Total dos investimentos (T) : R$ 600.000,00

    Lucro (L) : R$ 50.000,00

     

    -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

     

    Para resolver aplica-se a relação:

    A/150.000,00 + S/200.000,00 + C/ 250.000,00 = L/T

    Como o exercício que o que foi recebido por Ana, basta fazer a relação entre o que foi recebido por ela dividido por seu investimento, igual ao lucro dividido pelo total do investimento:

    A / 150.000,00 =  50.000,00 / 600.000,00 (multiplica cruzado)

    600000A = 150000 . 50000 (divide por 1000 para facilitar o cálculo)

    600A = 150 . 50

    600A = 7500

    A = 12,5 ou ​R$ 12.500,00

     

    Gab: A

  • Da para fazer vpor regra de 3. Ana investiu 25℅ do valor total. Então ela vai receber 25℅ do lucro, logo 12.500 CALCULOS=> 600--100℅ 150--X X=25 50--100℅ X---25℅ X=12500
  • PRIMEIRAMENTE DEVE-SE ACHAR A CONSTANTE: 150.000K + 200.000K + 250.000K = 50.000, simplificando cada parcela por 10.000, ficaremos com:  15K + 20K + 25K = 5       => 60K = 5    => K= 5/60   => K= 1/12.

    AGORA É SÓ MULTIPLICAR A CONSTANTE "K" PELO VALOR QUE ANA INVESTIU, OU SEJA: 150.000*1/12=12500

    GABARITO A

     

  • Valor total investido: 600.000,00

    Valor investido por Ana: 150.000,00 = 1/4 do total

    Portanto, Ana deve receber 1/4 do lucro de 50.000,00

    50.000/4 = 12.500,00

  • Regra de 3.

    Se 600.000 deu um lucro de 50.000, então 150.000 (parte de Ana), dará um lucro de x

     

    600.000 ----- 50.000

    150.000 ----- x

    Corta os 0 para simplificar:

    600x = 7500

    x = 12.5 = 12.500


ID
2434336
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A tabela a seguir mostra a quantidade de veículos em Goiânia no período de 2012 a 2015.
De acordo com os dados apresentados nessa tabela, escolhendo ao acaso um veículo em Goiânia no ano de 2013, a probabilidade de que ele não seja um automóvel ou uma motoneta é, aproximadamente, de: 

Frota de Veículos

Veículo                     2012           2013             2014         2015
Automóvel                542.071     564.554         580.544     584.904         
Caminhão                   24.926       24.401           25.812      25.625
Motocicleta               197.567      206.724        214.323     220.315
Motoneta                    42.637        45.266           47.758       49.819
Total                         807.201       840.945        868.437     880.663

Disponível em:<cidades.ibge.gov.br/v3/cidadesmunicipio/5208707>. Acesso em: 11 abr. 2017. (Adaptado).

Alternativas
Comentários
  • LETRA B

    Acertei por eliminação

  • Questão simples mas com números "longos"

    (24.401+206.724) : 840.945 = aproximadamente 0,275

  • Que examinador babaca, faz a questão no excel e coloca na prova. Não se tem um pingo de consideração com o concurseiro, mesmo que você faça "maliciosamente" a questão, perde-se muito tempo em algo que é só somar e dividir --'

  • A alternativa correta não deveria ser a letra A???

    Pois a questão pergunta qual "a probabilidade de que ele NÃO seja um automóvel ou uma motoneta", ou seja, de 1, vc tem 0,725 chances de NÃO escolher um automóvel ou motoneta.

    Completando o raciocínio, transformando em porcentagem para melhor entender: vc tem 72,5% de chances de NÃO escolher um automóvel ou motoneta.

     

    SÓ EU QUE RACIOCINEI ASSIM???

  • Não escolher automóvel ou motoneta equivale a escolher caminhão ou motocicleta

    Montando a expressão fica:

    P=(206.724+24.401)/840.945 = 231.125/840.945 = 0,275

    Gab. b)


ID
2434339
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Um terreno na forma triangular, com vértices nos pontos A, B e C, tem as seguintes propriedades: o lado BC mede 40 metros, a distância do vértice A ao lado BC é de 30 metros e o lado AB faz um ângulo de 60º com o lado BC. Deseja-se construir nesse terreno uma quadra retangular, inscrita no triângulo ABC, cujo maior lado está sobre o lado BC e tenha área igual à metade da área do triângulo ABC. Considerando os dados apresentados, o perímetro, em metros, da quadra retangular será igual a:

Alternativas
Comentários
  • Ao desenhar  a questão  ,coloque os ângulos do retângulo  e os ângulos da questão,  concluindo assim que é um triângulo  isoceles, e sua altura dividi sua maior base em parte iguais , pois ela é mediana .dividindo em duas partes iguais de 20 .desse modo o triangulo retângulo fica evidente com hipotenusa 40 , após essa conclusão, percebemos que há outro triângulo isoceles que vai dividir o segmento 20 em duas parte 10, então vc acbou de encontra partes do retângulos que vai completar a base maior dando 20 .já  para encontrar base menor ,vc vai fazer semelhança de trinagulo nos triângulos retângulos, encontrando assim base menor que 15 . No fim o perímetro vai ser duas base maior(20) e duas base menor (15) , resultando 70 .

    Espero ter ajudado , não  desistam!!:),  desenhe 

  • Pessoal, pesquisando no Google, encontrei a teoria que permite resolver esta questão bem fácil.

    A questão pede o retângulo com a maior área possível. Pela teoria, a maior área que um retângulo inscrito em um triângulo pode ter é igual a metade da área do triângulo.

    Chamaremos de: B: Lado maior da quadra (base); b: Lado menor da quadra (altura);

    Pela teoria, a área da quadra será máxima quando o lado menor for igual à (altura do triângulo)/2 e o lado maior for igual à (base do triângulo)/2, ou seja:

    b=h/2 => b=30/2 => b=15

    B=40/2 => B=20

    Portanto, a quadra medirá 20x15 m

    Como a questão pede a somatória dos lados (perímetro):

    P=20x2+15x2 = 70

    Gabarito: c) 70

    Link da teoria no Google:

    http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/veiculos_de_comunicacao/RPM/RPM47/RPM47_03.PDF


ID
2434351
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Uma empresa de limpeza conta com dez faxineiras em seu quadro. Para atender três eventos em dias diferentes, a empresa deve formar três equipes distintas, com seis faxineiras em cada uma delas. De quantas maneiras a empresa pode montar essas equipes?

Alternativas
Comentários
  • Alguém tem as resoluções das questões de matemática da celg 2017 ? 

  • Fabio Rabelo, tb gostaria viu.. as questoes da ufg geralmente nao tem nenhum comentario.. afff

  • Tem-se 10 faxineiros no total.

    As esquipes serão formadas com 6 faxineiros, não importando a ordem, sendo apenas distintas entre si em cada um dos três dias de eventos.

    Logo, faz-se uma combinação  C(10,6). O que resulta em 210 possibilidades de equipes. Conforme dito anteriormente,

    as equipes deverão ser distintas em cada um dos três dias do evento. Logo:

    210*209*208 = 9.129.120 maneiras de montar as equipes.

  • Uma questao dessa pra fazer a mao é cruel, pra que isso

  • "Logo, faz-se uma combinação  C(10,6). O que resulta em 210 possibilidades de equipes..." Pergunta. Como você chegou a este resultado (210)?  

  • PAULO SILVA 

    LEGENDA: ! (exclamação)= fatorial

    FÓRMULA DE COMBINAÇÃO: C(A,B)=  A! / B! (A-B)!  

    Então:

    C(10,6)= 10! / 6! (10-6)!

    C(10,6)= 10! / 6! (4!)

    C(10,6)= 10 x 9 x 8 x 7 x 6! / 6! (4 x 3 x 2 x 1)

    Corta o 6!  de cima com o debaixo fica:

    C(10,6)= 10 x 9 x 8 x 7  / (4 x 3 x 2 x 1)

    C(10,6)= 5040 / 24

    C(10,6)= 210 possibilidades

    Dai como são três eventos diferentes, multiplica 210 x 209 x 208  =  9129120

     

  • quero morrer

  • Formando uma equipe com 6 faxineiras= C10,6= 210 maneiras

    * Equipe para o 1ª dia= 210 possibilidades

    * Equipe para o 2ª dia= 209 possibilidades

    * Equipe para o 3ª dia= 208 possibilidades

    TOTAL= 210 X 209X 208= 9. 129. 120 maneiras ALTERNATIVA D

  • Dica para a matemática:

    210 * 209 * 208 = (2,1 *10^2)*(2,09*10^2)*(2,08*10^2)

    Isso é igual a:

    x * 10^6 - logo a única alternativa na casa do milhão (não calculei o "x" para esse exercício)

  • GAB : D 9.129.120

    C (10! 6!)

    10! = 10.9.8.7.6! = 5040

    6! 4! 4.3.2.1= 24

    5040 /24= 210

    210 . 209 . 208 = 9.129.120 Como para os três dias as equipes têm que ser diferentes.

    EXPLICANDO:

    O numero 10 você abre até chegar no numero maior que está em baixo, no caso é o 6, dai você corta os dois seis para diminuir o calculo excluindo os.

    Esse numero 4 apareceu devido a diferença do numero de cima com o debaixo que faz parte da regra 10-6=4.

    210 veio da divisão do resultado da fatoração do 10 com o 4. No caso 5040 / 24.

    24 é o resultado da fatoração do 4.


ID
2453008
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

A Região Metropolitana de Goiânia (RGM) exerce importante papel na região central do Brasil, juntamente com Brasília. Em relação à metrópole goiana, o padrão do crescimento populacional é:

Alternativas
Comentários
  • Centrípeto: que se aproxima do eixo de rotação, ou seja, o crescimento das cidades na regiao metropolitana visam a aproximação do centro da capital goiana.

     

  • Adj. : que se dirige para o centro, que procura aproximar-se do centro.

    Aceleração centrípeta; 
    Força centrípeta.

  • Caracas, errei essa questão. Mas vamos lá para nunca mais errar o significado dessa palavra!

     

    CENTRÍPETO: que se aproxima ou tenta aproximar-se do eixo de rotação; axípeto.

     

    Se nós tivevessemos lembrado de seu significado, certamente acertaríamos a questão, uma vez que a tendência do crescimento populacional é a aproximação dos dos grandes centros (regiões metropolitanas). Assim, o centro (eixo central) é Goiânia e a população tende aproximar-se dela.

     

    Isso você agoa já sabe, mas o "BIZU" ou "MACETE" é:

     

    CENTRÍPETO===>>> Você lembra do seu "PÉ" ===>>> centríto===>>> Lembra do "PÉ" (Para dentro),

     

    Seus pés farão você lembrar que você é o eixo. Os pés são o ponto de apoio e sustentação do corpo (eixo).

     

    CentríPEto===>>> De fora para dentro (os de fora se aproximam do centro/eixo).

  • os criterios que usei para responder a questao foi o seguinte

    primeiro temos que saber o significado de cada palavra logo

    centrípeto -  movimento de fora para dentro.

    centrífugo -  movimento de dentro para fora.  
     despolarizado  – desordenado 
     descentrado -  fora do centro 

    portanto: Goiania foi uma cidade planejada logo o crescimento populacional se deu por migração interna ou seja um movimento de fora para dentro 

    espero ter ajudado

  • Gabarito: A

       

    Comentário:

    De maneira simples e direta, o movimento centrípeto aconteceu porque Goiânia (1933) concentrava os benefícios, poder, recursos e investimentos na região centro-oeste do país por parte do Governo Central (Getúlio Vargas) e depois com a construção de Brasília (1956) com o então presidente Juscelino Kubitschek . Desse modo, existiu uma grande migração para Goiás e anos depois em massa para Brasília  para "entrar no trem da alegria dos benesses". Ainda que outros munícípios estejam crescendo, as capitais crescem numa velocidade maior, assim permanecendo essa forte influência principalmente para o setor de serviços em Goiânia e Brasília. (concentração de poder).  

     Como exemplo, temos Aparecida de Goiânia, que eventualmente, quem mora em Goiânia tem a sensação que tais munícipios são "tudo junto e misturado", principalmente no campo político-administrativo.

     Outro exemplo que temos é a previsão de um prédio empresarial com 183 metros no valor de R$ 350 milhões na capital Goiânia, previsto para ser o 2º mais alto do Brasil. No empreendimento, de 50 andares, funcionarão hospital, hotéis e shopping. Orçada em R$ 350 milhões, a obra deve terminar em meados de 2018.

      Obs.: Vale mencionar que a República Federativa do Brasil por distribuir os seus poderes entre os Entes Federados (União, Estados, Munícipios e DF), se caracteriza como uma Federação Centrífuga. (descentralização política de poder)

  • ESTA ERRADO O GABARITO ALBERTO

     

    CORRETO É LETRA A! CENTRIPETO

     

    MUITO CUIDADO PESSOAL NOS COMENTARIOS DE PESSOAS QUE NAO SAO PROFESSORES! PRA NAO APRENDER ERRADO. SE NAO SABE O QUE VAI ESCREVER. POR FAVOR NAO ESCREVA .

  • Resposta: a) centrípeto. 

    Confirma-se o movimento centrípeto iniciado em Goiânia nos anos de 1990.

    O crescimento das cidades na região metropolitana visam a aproximação do centro da capital.

     

    "Ninguém precisa acreditar em você além de você mesmo."

  • padrão do crescimento populacional é centrípeto. (Que sihnifica: que se aproxima ou tenta aproximar-se do eixo de rotação; axípeto.)

  • Macete:

    - Centrípeto: perto do centro

     - Centrífugo: fuga do centro.

     

  • Pelo que entendi pesquisando no Dr. Google é que Goiania ainda atrai bastante gente e daí considerar q o movimento populacional é centrípeto.

    Não acredito q a banca tenha considerado o período de 1933, mas sim a época atual né? pra banca considerar a época da construção de gyn e bsb ela teria q ser mais explícita.

     

    com relação as definições:

     

    Fase centrípeta as cidades funcionam como polos de atração da população rural, verificando-se uma tendência para a concentração da população e das atividades económicas, nos centros urbanos. Este movimento do exterior para o interior do espaço urbano corresponde a uma etapa no crescimento das áreas urbanas.

    Fase centrífuga movimento de desconcentração urbana (deslocação de populações, indústrias e algumas funções terciárias, mais exigentes em espaço) em direção às áreas periféricas, fazendo aumentar o tecido urbano envolvente, provocado pela disputa dos preços do solo urbano, pelas atividades terciárias de nível mais alto.

    http://umabatatanacidade.blogspot.com/2013/01/a-expansao-urbana-urbanizacao-e_8014.html

     

     

  • Gabarito: A

  • A Região Metropolitana de Goiânia (RGM) exerce importante papel na região central do Brasil, juntamente com Brasília. Em relação à metrópole goiana, o padrão do crescimento populacional é centrípeto. (movimento centrípeto, em direção ao centro da metrópole.)

    CENTRÍPETO >>>> DE FORA P/ >> DENTRO.

    CENTRÍFUGO >>> DE DENTRO P/ >> FORA.

  • Ao longo das décadas, a cidade de Goiânia exerceu importante papel na região central do Brasil, juntamente com Brasília. Em relação à metrópole goiana, o padrão do crescimento populacional é caracterizado como centrípeto. Ou seja, a cidade funciona como um polo de atração populacional. A seguir, apresento as distinções entre as dinâmicas de expansões urbanas “centrípeta” e “centrífuga”.

    Fase centrípeta (de fora para dentro) – As cidades exercem a função de polo de atração da população rural. Há uma tendência para a concentração da população e das atividades econômicas nos centros urbanos.

    Fase centrífuga (de dentro para fora) – Há desconcentração urbana (deslocação de populações, indústrias e algumas funções terciárias, mais exigentes em espaço) em direção às áreas periféricas, aumentando o tecido urbano.

    Resposta: A


ID
2453011
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

O estado de Goiás encontra-se em posição estratégica para a integração nacional, especialmente levando em conta a malha de transportes. Dentre os principais eixos rodoviários, a BR - 060 interliga Goiânia às cidades:

Alternativas
Comentários
  • BR 060

     

     

    BR-060 é uma rodovia federal radial brasileira. Seu ponto inicial fica na cidade de Brasília (DF), e o final, em Bela Vista (MS), na fronteira com o Paraguai. Passa pelo Distrito Federal e pelos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul.

    A rodovia possui todo o trecho asfaltado. (O trecho entre Jataí e Chapadão do Céu que não era asfaltado, foi inaugurado no inicio do ano 2014.)

    O trecho entre Brasília e Jataí encontra-se totalmente duplicado.

    O trecho entre Brasília e Goiânia foi concedido por leilão ao Consórcio Triunfo Participações e Investimentos (TPI) (que criou a empresa CONCEBRA) - com uma proposta de pedágio de R$ 0,02851 por quilômetro - que passou a cobrar pedágio em 27 de junho de 2015 com postos em Alexânia (Km 43) e em Goianápolis (Km 107,9).

     

     

     

    https://pt.wikipedia.org/wiki/BR-060#.C2.A0Goi.C3.A1s

  • A BR 060 passa pelas seguintes cidades de Goiás: Alexânia Abadiânia Anápolis Terezópolis de Goiás Goiânia Aparecida de Goiânia Abadia de Goiás Guapó Posselândia Indiara Acreúna Rio Verde Jataí Serranópolis Chapadão do Céu
  • Gabarito: D


    Comentário:

    Segue abaixo o rol de cidades que são cortadas pela BR-060:

    ● Alexânia                        

    ● Goiânia                          

    ● Guapó

    ● Abadiânia                        

    ● Aparecida de Goiânia                

    ● Posselândia

    ● Anápolis                          

    ● Abadia de Goiás                   

    ● Acreúna

    ● Terezópolis de Goiás                

    ● Indiara                           

    ● Rio Verde

    ● Jataí

    ● Serranópolis

    ● Chapadão do Céu


    Vamos as alternativas: 

     a) Acreúna e P̶a̶l̶m̶e̶i̶r̶a̶s̶ ̶d̶e̶ ̶G̶o̶i̶á̶s̶. 

     b) H̶i̶d̶r̶o̶l̶â̶n̶d̶i̶a̶ ̶e̶ ̶Q̶u̶i̶r̶i̶n̶ó̶p̶o̶l̶i̶s̶.̶ ̶

     c) J̶a̶n̶d̶a̶i̶a̶ ̶e̶ ̶P̶a̶r̶a̶ú̶n̶a̶.̶

     d) Rio Verde e Indiara

  • A grande atenção que se deve ter nesta questão é a de não confundir a BR-060 com a GO-060, pois ambas existem no estado de Goiás e, obviamente, possuem caminhos diferentes.

  • Resposta correta- d) Rio Verde e Indiara.

     

    "Ninguém precisa acreditar em você além de você mesmo."

  • Dentre os principais eixos rodoviários, a BR - 060 interliga Goiânia às cidades: Rio Verde e Indiara

  • Certo. A BR-060 nasce no Distrito Federal. Todas as rodovias que iniciam com o número 0 são oriundas do Distrito Federal. A BR-060 interliga Goiânia às cidades de Rio Verde e Indiara

    GABARITO D

    PMGO...

  • baixaria cara, aqui e só pra postar comentários... para de babaquice!

    Existe vários Comentários iguais... isso e coisa de debio....

  • LETRA D.

    d) Certo. A BR-060 nasce no Distrito Federal. Todas as rodovias que iniciam com o número 0 são oriundas do Distrito Federal. A BR-060 interliga Goiânia às cidades de Rio Verde e Indiara.

    Goiás está localizado no centro do território brasileiro, o que converte o estado em uma região fundamental para a integração do Brasil, especialmente levando em conta a malha de transporte. Nesse sentido, no que se refere à questão, cabe destacar que a BR 060, assim como todas as BRs que se iniciam com o número zero, nasce no Distrito Federal, especificamente no posto policial de Samambaia. Saindo do DF chega-se então a Alexânia; depois de Alexânia, está Abadiânia, depois Anápolis, Teresópolis e, por fim, Goiânia. Em sua continuação, a BR 060 liga Goiânia aos municípios Rio Verde e Indiara.

    Questão comentada pela Profª. Rebecca Guimarães

  • GB D

    PC-GO

  • gb d ?

  • As cidades cortadas pela BR-060 são:

    Alexânia

    Goiânia

    Guapó

    Abadiânia

    Aparecida de Goiânia

    Posselândia

    Anápolis

    Abadia de Goiás

    Acreúna

    Terezópolis de Goiás

    Indiara

    Rio Verde

    Jataí

    Serranópolis

    Chapadão do Céu

    Resposta: D


ID
2453014
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

A Mesorregião do Norte Goiano faz fronteira com o estado do Tocantins e possui vinte e seis municípios. De acordo com o último censo do IBGE (2010), os dois municípios mais populosos dessa região são:

Alternativas
Comentários
  • Uruaçu é o município que mais cresce no norte do estado de Goías.

  • se depender de seu comentario thiago vamos morrer lá em uruaçu....af...

    mesorregião do Norte Goiano é uma das cinco mesorregiões do estado brasileiro de Goiás. É formada pela união de 27 municípios agrupados em duas microrregiões. A cidade mais populosa é Niquelândia,com cerca de 46.380 habitantes. Porangatu vem logo atrás com cerca de 40.099 mil pessoas.

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Mesorregi%C3%A3o_do_Norte_Goiano

  • Mesorregião do Norte Goiano:

     

    mesorregião do Norte Goiano é uma das cinco mesorregiões do estado brasileirode Goiás. É formada pela união de 27 municípios agrupados em duas microrregiões. A cidade mais populosa é Niquelândia,com cerca de 46.380 habitantes. Porangatu vem logo atrás com cerca de 40.099 mil pessoas.

     

     

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Mesorregi%C3%A3o_do_Norte_Goiano

     

     

     

    O FRACASSO NUNCA VENCERÁ A PERSISTÊNCIA!

  • A questão fala de 26 municípios e nos comentários os colegas citam 27. Houve alguma alteração de 2010 pra cá?

  • Onde acho material de estudo sobre este assunto??

  • De acordo com http://www.imb.go.gov.br/perfilweb/Estatistica_bde.asp, a mesorregião do norte goiano tem 27 municípios, dados censitários de 2010.

     

    As 2 maiores populações são: Niquelândia: 42.361 e Porangatu: 42.355

    Uruaçu é a terceira com 36.929 e Minaçu a quarta com 31.154

     

    Os três primeiros tiveram acréscimo médio de 3000 habitantes cada, entre os censos de 2000 e 2010, sendo que Niquelândia apresentou o maior crescimento populacional.

     

  • Gabarito: B

     

     

     

     

    Comentário:

     

    A Messoregião Norte de Goiás tem 26 municípios, tendo como  os mais populosos as cidades de Niquelândia e logo em seguida Porangatu, encontrando-se no rol de cidades com mais de 30.000 habitantes em Goiás. Abaixo segue o trecho da  lista de municípios de Goiás por população segundo estimativas de 2017 do IBGE:

     

     

    Posição                                Município                                  População                 Messoregião

     

        25                                   Niquelândia                                45.913                      Norte Goiano

     

        26                                   Porangatu                                  45.305                      Norte Goiano

     

     

     

    Vamos as alternativas:

     

     

    a)  Minaçu e Campinorte. 

     

    Item ERRADO, pois Minaçu fica em 38º no estado com 30.862, ficando em 4º na região Norte. Já Campinorte fica em 81º no estado com 12.198 habitantes.

     

     

     

    b) Niquelândia e Porangatu. 

     

    Item CORRETO, pois tais cidades estão em 25º e 26º  na quantidade de habitantes em todo o estado, Niquelândia ficando em 1º lugar na região norte seguida por Porangatu.

     

     

     

    c) Uruaçu e Cavalcante. 

     

    Item ERRADO, pois Uruaçu está em 30º com 40.082 habitantes, já Cavalcante  em 93º com 9.083 habitantes no Estado.

     

     

     

    d) Crixás e Mara Rosa. 

     

    Item ERRADO, pois Crixás fica em 65º no estado com 16.795 habitantes, já Mara Rosa em 90º com 10.320 habitantes no Estado.

     

     

     

    Podemos concluir assim que as 3 principais cidades em quantidade de habitantes na Mesorregião Norte são:

     

    1º Niquelândia;

    2º Porangatu;

    3º Uruaçu

     

     

    Os 26 municípios que compõem a Messoregião do Norte Goiano são:

     

    ●  Alto Horizonte;

    ●  Amaralina;

    ●  Bonópolis;

    ●  Campinaçu;

    ●  Campinorte;

    ●  Campos Verdes;

    ●  Crixás;

    ●  Estrela Norte;

    ●  Formoso;

    ●  Mara Rosa;

    ●  Minaçu;

    ●  Montividiu  do Norte;

    ●  Mozarlândia;

    ●  Mundo Novo;

    ●  Mutunópolis;

    ●  Niquelândia;

    ●  Nova Crixás;

    ●  Nova Iguaçu de Goiás;

    ●  Novo Planalto;

    ●  Porangatu;

    ●  Santa Tereza de Goiás;

    ●  Santa Terezinha de Goiás;

    ●  São Miguel do Araguaia;

    ●  Trombas;

    ●  Uirapuru;

    ●  Uruaçu.

     

     

     

    Obs.: Com a revisão da divisão regional do Brasil pelo IBGE em 2017, as mesorregiões e microrregiões foram substituídas por regiões geográficas intermediárias e imediatas, respectivamente.

     

  • Essa matéria é pior que a cidade que o Thiago Garcia cita.

  • mesorregião do Norte Goiano é uma das cinco mesorregiões do estado brasileiro de Goiás. É formada pela união de 27 municípios agrupados em duas microrregiões. A cidade mais populosa é Niquelândia,com cerca de 46.380 habitantes. Porangatu vem logo atrás com cerca de 40.099 mil pessoas.

  • Essa só acertei pq lembrei que quando viagei para o Maranhão a ultima cidade que passamos antes de chegar no Tocantis foi Porangatu haha

  • Só acertei pq eu sou de Niquelândia.. hehe

  • O gabarito desta questão está na letra B, Niquelândia e Porangatu, algo que você não precisa saber, pois a divisão utilizada já está em desuso.

    Porém, fica de alerta para você perceber que o avaliador pode, eventualmente, perguntar quais são os municípios de uma determinada “Região Geográfica Intermediária”.

     Gabarito: B

  • Só acertei porque tenho um amigo que casou com uma menina de Porangatu!

    #QUEMMAIS?


ID
2453017
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
História e Geografia de Estados e Municípios
Assuntos

No estado de Goiás há importantes bacias hidrográficas do Brasil. Considerando a produção de energia, aquela que possui o maior número de usinas hidrelétricas é a Bacia do Rio:

Alternativas
Comentários
  • O RIO PARANAIBA:

     

    Divide-se em três trechos distintos:

     

    1-Alto Paranaiba

    2-Médio Paranaiba

    3- Baixo Paranaiba

     

    BAIXO PARANAIBA:

     

     

    Da barragem de Cachoeira Dourada à confluência com o rio Grande com 330 quilômetros de extensão. Entre os quilômetros 195 e 330, tem declividade de 33 centímetros por quilômetro; no limite deste trecho, existe aproveitamento hidrelétrico da Cachoeira Dourada, que foi pertencente às Centrais Elétricas de Goiás (CELG), tendo sido privatizada; hoje, pertence à empresa Endesa Cachoeira, com usina geradora de 658 mil quilowatts e 19 metros de queda, fornecendo energia elétrica para a CELG. Seu represamento estende-se por cerca de 78 quilômetros ao longo do médio Paranaíba.

     

    Dezessete quilômetros abaixo da represa de Cachoeira Dourada, pela margem direita, desagua o rio Meia-Ponte: na bacia desse tributário do rio Paranaíba, está concentrada 44,82 por cento da população do estado de Goiás, segundo o censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2010.

     

    No estirão entre os quilômetros e 195, encontra-se o chamado canal de São Simão, estreita garganta cortada no basalto, com 23 quilômetros de extensão total 35 metros de profundidade, situada no limite dos estados de Minas e Goiás. Neste trecho situa-se a hidrelétrica de São Simão, que está em operação, gerando 2 680 megawatts.

     

    A três quilômetros acima da ponte da BR-365, o Paranaíba, medindo transversalmente 3 500 metros, precipitava-se no Canal de São Simão, hoje submerso pela barragem homônima da CEMIG, com 300 metros de largura ao início, que quilômetros abaixo se reduzia apenas 80 metros, provocando grande turbulência, fortes rodamoinhos e altas velocidades da corrente.

     

    O rio Paranaíba é navegável apenas no remanso da barragem de Ilha Solteira, numa extensão de 180 quilômetros até a barragem de São Simão. Desde a foz até o final do remanso de Emborcação, vence um desnível de 262 metros em cinco aproveitamentos: São Simão, Cachoeira Dourada, Itumbiara, Anhanguera e Emborcação.

     

    Assim como o rio Grande, apresenta dificuldades na implantação da navegação, tais como: elevadas quedas, deflexões de níveis acentuados e remansos de uma barragem que não alcança o pé da próxima situada montante, entretanto, há muito vem sendo apontado como podendo ser transformado em uma importante via de navegação, interior, que daria acesso à região mais central do Brasil, inclusive a Brasília.

     

    Nas cabeceiras de seus afluentes, há possibilidades de ligações da bacia do Paraná com as bacias do rio Tocantins e do rio São Francisco.

     

     

     

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Parana%C3%ADba

  • Marlos Ribeiro,seus comentários tem sido de grande ajuda!

     

     

    FOCO,FÉ E FORÇA...

  • Gab. D 

     

    Rio Paranaíba

     

       É o principal formador do Rio Paraná. Nasce na Serra da Mata da Corda, município de Rio Paranaíba, Minas Gerais, na altitude de 1.148 metros. Na contravertente desta serra, encontram-se as nascentes do Rio Abaeté, tributário do Rio São Francisco.

     

       O Rio Paranaíba tem cerca de 1.070 quilômetros de curso até a junção ao Rio Grande, onde ambos passam a formar o Rio Paraná,  no ponto que marca o encontro entre os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. É conhecido principalmente pela sua riqueza diamantífera e pelas grandes possibilidades hidrelétricas que apresenta.

     

        É no Paranaíba, mais precisamente no trecho que corre em Goiás, que se encontra a Hidrelétrica de Cachoeira Dourada, usina geradora de 443 mil kW e 19 metros de queda. Fornece energia elétrica para Brasília e Goiânia. Seu represamento estende-se por cerca de 78 km ao longo do médio Paranaíba. Há ainda outras três hidrelétricas e uma em construção.

     

    Fonte: Diário da Manhã – GO

  • Gabarito: D

     

    Comentário:

     A Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba estende-se por vários estados brasileiros, tais como: Goiás, Mato

    Grosso do Sul e Minas Gerais. A porção presente no estado de Goiás corresponde principalmente aos rios 

    do Baixo Paranaíba , os quais apresentam grandes quedas, corredeiras e cachoeiras, exibindo 

    dessa maneira, elevado potencial hidrelétrico.  


    Entre as usinas hidrelétricas instaladas na Bacia Hidrográfica do Paranaíba, destaca-se a Usina Hidrelétrica

    de Cachoeira Dourada , na divisa entre os estados de Minas Gerais e Goiás, que foi construída na década de

    1950, para gerar a energia necessária a construção de Brasilia.

     

  • Galera ta ai a lista de hidroelétricas de Goiás.

    USINAS do tipo UHE (Usina Hidrelétrica de energia) em Operação

     

    Cachoeira Dourada -Paranaíba

    Cana Brava-Tocantins

    Corumbá I-Corumbá

    Itumbiara-Paranaíba

    São Simão-Paranaíba

    Serra da Mesa-Tocantins

    Emborcação-Paranaíba

    São Domingos-São Domingos

    FOnte:http://www.imb.go.gov.br/pub/GoDados/2004/dados/07-power.htm

  • Bacia importante e a do rio Paranaíba 

    2ª Bacia do Tocantis

    3ª Bacia do Araguaia 

    4ªBacia do rio Sao Francisco 

  • Mas Corumba hoje tem 3 hidroeletricas, n~ao?

  • É no Paranaíba, mais precisamente no trecho que corre em Goiás, que se encontra a Hidrelétrica de Cachoeira Dourada, usina geradora de 443 mil kW e 19 metros de queda. Fornece energia elétrica para Brasília e Goiânia. Seu represamento estende-se por cerca de 78 km ao longo do médio Paranaíba. Há ainda outras três hidrelétricas e uma em construção.

    gb d

    pmgo

  • LETRA D.

    d) Certo. A Bacia do Paranaíba é a bacia que possui o maior número de usinas hidrelétricas do estado de Goiás. O maior número e as mais importantes hidrelétricas do estado de Goiás estão localizados no rio Paranaíba. Cabe observar que, próximo de Niquelândia, há também a importante usina hidrelétrica de Serra da Mesa.

    Questão comentada pela Profª. Rebecca Guimarães

  •  A Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba estende-se por vários estados brasileiros, tais como: Goiás, Mato

    Grosso do Sul e Minas Gerais.

    GB D

    PC-GO

  •  A Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba estende-se por vários estados brasileiros, tais como: Goiás, Mato

    Grosso do Sul e Minas Gerais.

    GB D

    PC-GO

  • gb d ?

    pc-go

  • gb d ?

    pc-go


ID
2453266
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Em instalações elétricas industriais, um índice que pode ser usado para avaliar se o consumo de energia é racional é o fator de

Alternativas
Comentários
  • O fator de CARGA mede o grau no qual a demanda máxima foi mantida durante o intervalo de tempo considerado, ou ainda, mostra se a energia está sendo utilizada de forma racional por parte de uma determinada instação.

    Manter um elevado fator de carga no sistema significa obter os seguintes benefícios:

    - Otimização dos investimentos da instação elétrica;

    - Aproveitamento raciona e aumento da vida útil da instalação elétrica, incluídos os motores e equipamentos;

    - Redução do valor da demanda de pico.

    5


ID
2453275
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Os geradores síncronos utilizados em centrais geradoras, do ponto de vista de construção do rotor, são divididos em dois grupos: gerador com rotor cilíndrico e gerador com rotor de polos salientes. Das reatâncias resultantes desses dois tipos de geradores, a reatância

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra c)

    Síncrona de eixo direto é maior que a de eixo em quadratura no gerador de polos salientes. 

  • A reatancia sincrona de eixo em quadratura Xq e menor do que a de eixo direto Xd devido a relutancia maior do entreferro mais longo no eixo em quadratura . Letra C

    Fonte: Fitzgerald maquinas eletricas pag 308 

  • Xq = 0,7Xd em geral, facilita a memorização.


ID
2453278
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Um transformador monofásico está alimentando uma carga com 200 V / 50 A e fator de potência indutivo de 0,8. Se as perdas no núcleo são de 200 W, qual é o rendimento aproximado do transformador para a condição de máxima eficiência?

Alternativas
Comentários
  • Considerando a condição da máx. transferencia, temos que as perdas no cobre e no nucleo serão iguais.

    Pentr= 200*50*0,8= 8000 W

    Psaída= Pentr - Pperdas= 8000 - (2*200)= 7600 W

    n=Psaída/ Pentr= 7600/ 8000= 0,95


ID
2453281
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Antes de ser colocado em operação, um transformador de potência deve ser submetido a alguns ensaios para determinação de parâmetros. Um dos ensaios realizados é o de curto-circuito. Esse ensaio é utilizado para determinação

Alternativas

ID
2453284
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Um transformador de potencial será utilizado para medição de energia elétrica com vistas ao faturamento. Segundo a ABNT, a classe de exatidão deste TP deve ser

Alternativas
Comentários
  • De acordo com a ABNT os TPs utilizados em medição de energia elétrica para fins de faturamento devem possuir uma classe de exatidão de 0,3. Para fins de proteção é indicada a classe 0,6 e para medição indicativa de tensão a classe 1,2.


ID
2453296
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

As funções básicas de um transformador de potencial (TP) são a isolação contra altas tensões e o fornecimento no secundário de uma tensão proporcional à tensão primária. Os TP são divididos em TP para medição e TP para proteção. Dessa forma, os TP de

Alternativas
Comentários
  • a)

    proteção possuem maiores erros normalizados que os de medição. 


ID
2453302
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Em um sistema elétrico, o curto-circuito, ou falta, ocorre quando há contato entre duas partes vivas ou entre uma parte viva e a terra ou massa. Em uma falta,

Alternativas

ID
2453305
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Diante da necessidade de reclassificação das instalações de transmissão no processo de reestruturação do Setor Elétrico Nacional, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estabeleceu que a Rede Básica é constituída por todas as subestações e linhas de transmissão em tensões de 230 kV ou superior, integrantes de concessões de serviços públicos de energia elétrica, devidamente outorgadas pelo Poder Concedente, inclusive as

Alternativas
Comentários
  • Art. 2º.            A Rede Básica dos Sistemas Elétricos Interligados será constituída por todas as subestações e linhas de transmissão em tensões de 230 kV ou superior, integrantes de concessões de serviços públicos de energia elétrica, devidamente outorgadas pelo Poder Concedente.

     

    § 1º.     Não serão considerados pertencentes à Rede Básica as linhas de transmissão e suas conexões, destinados ao uso exclusivo de centrais geradoras ou de um único consumidor;

     

    § 2º.     As instalações destinadas à conexão linhas de transmissão e distribuição de uma concessionária de distribuição serão excluídas da Rede Básica;

     

    § 3º.     Na composição da Rede Básica poderão ser incluídos ativos em tensões inferiores a 230 kV desde que:

     

    I - Interliguem Áreas de Mercado;

          

    II – Em casos excepcionais, a critério da ANEEL e por proposição do ONS, estes sejam considerados relevantes para a operação dessa Rede.


ID
2453308
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Nos procedimentos de rede estabelecidos pela Aneel, no item de responsabilidades no controle de transmissão, cabe aos agentes de transmissão, agentes de distribuição e consumidores livres e potencialmente livres, em instalações conectadas à rede básica, supervisionar, comandar e executar

Alternativas
Comentários
  • 4 RESPONSABILIDADES

    4.4 Agentes de transmissão, agentes de distribuição e consumidores livres e potencialmente livres cujas instalações estejam conectadas à Rede Básica

    (a) Supervisionar, comandar e executar, conforme orientação dos centros de operação do ONS:

    (1) manobras de linhas de transmissão, reatores, capacitores, excitação de compensadores, atuações nos comutadores de tapes e nos demais recursos de controle de tensão e de potencia reativa;

    (2) manobras para o controle do carregamento de equipamentos e linhas de transmissão sob sua responsabilidade, a fim de garantir a integridade e segurança desses equipamentos. 


ID
2453311
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Nas condições operativas de unidades transformadoras, a Aneel estabelece que uma unidade transformadora de potência deve ser dimensionada para três situações distintas: carregamento em condição normal de operação, carregamento em condição de emergência de curta duração e carregamento em condição de emergência de longa duração. Assim, a transmissora deve garantir que, em condição de emergência, a unidade transformadora possa operar sempre que solicitada pelo ONS, na entrada em operação e ao longo de toda a vida útil, no seu ciclo diário de carga, com carregamento de

Alternativas
Comentários
  • Letra a)

    120% da potência nominal, por período de quatro horas.

  • http://www2.aneel.gov.br/aplicacoes/audiencia/arquivo/2011/053/contribuicao/eletrobras_ap053.2011_edital_transmissao_06-11.pdf 

    pagina 2 

    Letra A


ID
2453314
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Elétrica
Assuntos

Na esfera do Ambiente de Contratação Regulada (ACR) do atual modelo do Mercado de Energia Elétrica, a compra e a venda de energia são formalizadas por meio de leilões de compra e venda, com contratos celebrados entre

Alternativas
Comentários
  • Ambiente de Contratação Regulado (ACR) - realização de compra de energia elétrica que devem ser delegadas pela ANEEL e também, possui um papel essencial no ambiente de contratação regulada. Nesses leilões estão presentes os compradores e vendedores de energia (entende-se geradores e distribuidores) que formalizam suas relações comerciais por meios de contratos registrados no âmbito da ACR.

     

    As demais assertivas são designadas ao Ambiente de Contratação Livre (ACL)


ID
2453317
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Eletrônica
Assuntos

Na automação e no controle de unidades de um sistema elétrico, empregam-se tecnologias de comunicação, tais como rádio de espalhamento espectral, linha telefônica dedicada, satélites e celular. Nessas tecnologias são usados protocolos de comunicação, que garantem uma comunicação segura entre as unidades do sistema. O Modbus é um dos protocolos utilizados e o RTU é um tipo de Modbus. No protocolo RTU,

Alternativas

ID
2453320
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Engenharia Ambiental e Sanitária
Assuntos

A aprovação de localização e de concepção, que atesta a viabilidade ambiental e estabelece os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas fases seguintes de implementação, é dada por meio da licença ambiental

Alternativas
Comentários
  • Licença Prévia (LP) - na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou da atividade, aprovando sua localização a concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação. O prazo de validade da LP deverá ser, no mínimo, o estabelecido pelo cronograma de elaboração dos planos, programas e projetos relativos ao empreendimento ou atividade, não podendo ser superior a 5 (cinco) anos, prazo este que, também, não poderá ser ultrapassado nas prorrogações da validade da LP;

    .

    Calma, calma! Eu estou aqui!


ID
2453323
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Direito Administrativo
Assuntos

Nos termos da Lei n. 8.666/93, classifica-se como serviço a seguinte atividade:

Alternativas
Comentários
  • Gabarito letra b).

     

    LEI 8.666/93

     

     

    Art. 6° Para os fins desta Lei, considera-se:

     

    I - Obra - toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta;

     

    II - Serviço - toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, conservação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais;

     

     

     

    => Meu Instagram para concursos: https://www.instagram.com/qdconcursos/

  • Esta nem precisa decorar a lei.. apenas pensar que para, apliação, reforma e recuperaçao, precisa-se ter "alguma técnica" para executar a OBRA. Enquanto que para demolir, qualquer pessoa pode realizar o SERVIÇO!

  • Errado quem pensa que qualquer um pode demolir, é um estudo de engenharia complexo uma demolição perfeita.

  • Sim Rhuan Ferreira, concordo comntigo.. me referi especificamente a foram que se apresentou esta questão, por dedução..

  • Gabarito B

     

    Macete que me ajuda muito.

     

    Obra é CARREFOUR

     

    C - Construção

    A - Ampliação

    R - Reforma

    R - Recuperação

    F - Fabricação

  • LETRA B CORRETA 

    OBRA:

     

    CONSTRUÇÃO

    REFORMA

    FABRICAÇÃO

    RECUPERAÇÃO

    AMPLIAÇÃO

     

    SERVIÇO

     

    DEMOLIÇÃO

    CONSERTO

    INSTALAÇÃO

    MONTAGEM

    OPERAÇÃO

    CONSERVAÇÃO

    REPARAÇÃO

  • Não sei se vai ajudar, me ajudou! mas confesso que forcei a barra nesse mnemônico:

    DECORE LOCACAO DE BENS DA SEMMP TOSHIBA

    demolição, conserto, reparação= DECORE

    locação de bens

    seguro ou trabalhos técnico-profissionais, montagem, manutenção publicidade, = SEMMP

    Transporte, operação, Instalação,  adaptação,= TOSHIBA

  • DECORE.COM serviços Demolição Conserto Reparação . Conservação Operação Montagem É isso aí fui.
  • Obras. FARERECA..... FABRICAÇÃO RECUPERAÇÃO REFORMA CONSTRUÇÃO AMPLIAÇÃO
  • Estudar pelo celular é foda, você faz de um jeito e sai de outra.
  • Acho lindo quem inventa uma teoria na hora, acerta e acha que está tranquilão.

    Vamos estudar! para cima da 8666!!!

  • Rhuan, exatamente o que eu pensei. Por isso errei a questão. Acho demolição algo mais complexo e para a lei parece ser simples. caramba!!!

  • Seção II
    Das Definições

    LEI Nº 8.666, DE 21 DE JUNHO DE 1993

     

    Art. 6o  Para os fins desta Lei, considera-se:

     

    II - Serviço - toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, conservação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais;

     

     

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8666compilado.htm

  • LETRA B

     

    As OBRAS de Deus mudam a nossa vida! Antes eu era Feio agora tenho CARR.


     

    F - Fabricação

    C - Construção

    A - Ampliação

    R - Reforma

    R - Recuperação

  • Art. 6o  Para os fins desta Lei, considera-se:

    I - Obra - toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta;

    II - Serviço - toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, conservação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais;

    III - Compra - toda aquisição remunerada de bens para fornecimento de uma só vez ou parceladamente;

    IV - Alienação - toda transferência de domínio de bens a terceiros;

    V - Obras, serviços e compras de grande vulto - aquelas cujo valor estimado seja superior a 25 (vinte e cinco) vezes o limite estabelecido na alínea "c" do inciso I do art. 23 desta Lei;

    25% do valor  da modalidade concorrência: (acima de R$ 1.500.000,00); = + de 35.000.000,00 milhões 

    VI - Seguro-Garantia - o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas por empresas em licitações e contratos;

  • Nos termos da Lei n. 8.666/93, classifica-se como serviço a seguinte atividade: 

     

     a) ampliação.  - Obra

     

     b) demolição.  - Serviço

     

     c) recuperação.  - Obra

     

     d) Reforma. - Obra

     

    -----

     

     

    Art. 6º  Para os fins desta Lei, considera-se:

     

    I - Obra - toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta;

     

    II - Serviço - toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, conservação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais;

     

    III - Compra - toda aquisição remunerada de bens para fornecimento de uma só vez ou parceladamente;

     

    IV - Alienação - toda transferência de domínio de bens a terceiros;

     

    V - Obras, serviços e compras de grande vulto - aquelas cujo valor estimado seja superior a 25 (vinte e cinco) vezes o limite estabelecido na alínea "c" do inciso I do art. 23 desta Lei; - Art. 23.  As modalidades de licitação - I - para obras e serviços de engenharia: ​- c) concorrência: acima de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais);​

     

    VI - Seguro-Garantia - o seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas por empresas em licitações e contratos;

     

    VII - Execução direta - a que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios;

     

    VIII - Execução indireta - a que o órgão ou entidade contrata com terceiros sob qualquer dos seguintes regimes:                     (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

        a) empreitada por preço global - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;

        b) empreitada por preço unitário - quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas;

        c) (Vetado).                       (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)

        d) tarefa - quando se ajusta mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo, com ou sem fornecimento de materiais;

        e) empreitada integral - quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para que foi contratada;

     

    IX - Projeto Básico - conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução, devendo conter os seguintes elementos:

     

  • GABARITO: B

    Art. 6° Para os fins desta Lei, considera-se: II - Serviço - toda atividade destinada a obter determinada utilidade de interesse para a Administração, tais como: demolição, conserto, instalação, montagem, operação, conservação, reparação, adaptação, manutenção, transporte, locação de bens, publicidade, seguro ou trabalhos técnico-profissionais;

  • Obra é CARREFIVE! (5)

    C - Construção

    A - Ampliação

    R - Reforma

    R - Recuperação

    F - Fabricação

    ________________________________________________

    SERVIÇO

     DEMOLIÇÃO

    CONSERTO

    INSTALAÇÃO

    MONTAGEM

    OPERAÇÃO

    CONSERVAÇÃO

    REPARAÇÃO


ID
2453329
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

De acordo com resolução da Aneel, o planejamento, a programação da operação e o despacho centralizado da geração, com vistas à otimização do Sistema Interligado Nacional (SIN), constituem uma das atribuições

Alternativas
Comentários
  • 6 . Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS

    O ONS é a instituição responsável por operar, supervisionar

    e controlar a geração de energia elétrica no Sistema Integrado

    Nacional - SIN e por administrar a rede básica de transmissão de

    energia elétrica no Brasil.


ID
2453335
Banca
CS-UFG
Órgão
CELG/GT-GO
Ano
2017
Provas
Disciplina
Legislação Federal
Assuntos

A Resolução Normativa 63/2004, da Aneel, trata dos procedimentos para regular a imposição de penalidades aos concessionários, permissionários, autorizados e demais agentes de instalações e serviços de energia elétrica, bem como às entidades responsáveis pela operação do sistema, pela comercialização de energia elétrica e pela gestão de recursos provenientes de encargos setoriais. Essa resolução estabelece que constitui infração, sujeita à imposição da penalidade de multa do Grupo I,

Alternativas