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Prova CESGRANRIO - 2011 - Petrobras - Analista de Sistemas Júnior - Processos de Negócios - 2011


ID
599611
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                  REPIQUE DAS MESMAS PALAVRAS

Palavras consideradas difíceis, como “engalanada”, já não atraem muitos autores de escola de samba. A busca agora é pela comunicação direta. Em 2011, “vai” será a palavra mais repetida nos desfiles das 12 escolas do Grupo Especial: 19 vezes no total. Em seguida, uma variação do mesmo verbo: “vou”, com dez repetições. Essa também será a incidência de “vida” e “amor” (dez vezes cada uma). “Luz” e “mar” (nove vezes) fecham o pódio das mais populares de 2011. Isto sem considerar as repetições de uma mesma música, uma vez que ela não muda durante todo o desfile das escolas. Outrora clássicas, palavras como “relicário” e “divinal” só aparecerão uma vez cada uma. E “engalanado”, que já teve seus dias de estrela, ficará mesmo de fora dos desfiles do Grupo Especial. Para especialistas, as palavras mais usadas atualmente são curtas, chamam o público e motivam os componentes. – “Vai” é a clara tentativa do compositor de empolgar e envolver a plateia desde o concurso das escolas, quando tem que mostrar às comissões julgadoras que suas músicas têm capacidade de empolgar. “Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva. Quanto a “vida” e “amor”, refletem o otimismo do carnaval. Nenhuma palavra fica no campo semântico do pessimismo, tristeza. E “mundo” deixa claro o aspecto grandioso, assim como “céu” – disse o jornalista Marcelo de Mello, jurado do estandarte de Ouro desde 1993. Dudu Botelho, compositor do Salgueiro, é um dos compositores dos sambas de 2007, 2008 e 2011. O samba de sua escola, aliás, tem três das seis palavras mais recorrentes: “vida”, “luz” e “mar”: – O compositor tenta, através da letra, estimular o componente e a comunidade a se inserir no roteiro do enredo. Todas as palavras mais repetidas no carnaval estão entre as mais usadas nos sambas das últimas campeãs dos anos 2000. “Terra” foi a mais escolhida (11 vezes). Em seguida, apareceram “vou” e “pra” (nove vezes); “luz”, “mar”, e “fé” (oito); “Brasil” (sete); e “vai”, “amor”, “carnaval” e “liberdade” (seis); e “vida” (cinco). Para Marcelo de Mello, a repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras: – O visual ganhou um peso grande. A última escola que venceu um campeonato por causa do samba foi o Salgueiro em 1993, com o refrão “explode coração”. MOTTA, Cláudio. Repique das mesmas palavras. O Globo, 09 fev. 2011. Adaptado.

Segundo o Texto I, o motivo real para o emprego de palavras mais curtas se dá porque

Alternativas
Comentários
  • Alternativa C.

    "A busca agora é pela comunicação direta." linha 3

    Como as escolas estão buscando uma comunicação direta com o público, há a necessidade de uma comunicação fácil!
     
  • "estabelece uma comunicação fácil com a escola"?!

    Não seria DA escola PARA a comunidade e para os componentes?!

    Porque não a letra "a"?!
  • Pegadinha Cesgranrio.

    Percebam:

    a) insere o componente no enredo da escola. (Ele não falou no "roteiro" do enredo, mas como se fosse "dentro" do próprio enredo).

    De fato os participantes da escola, não são inseridos no samba-enredo, que está sendo povoado com palavras curtas e de apelo geral.

    Questão que exige do leitor muita atenção, não na leitura do texto, mas na compreensão das alternativas.

     c) estabelece uma comunicação fácil com a escola

    Sim, estabelece,  com o público também (que por malícia do elaborador não foi citado). Interpretação de texto é bicho arisco, temos que resolver
    muitas questões para melhorar.


    Há o livro do Marcelo Rosenthal (Campus), onde ele aborda com certa profundidade essas pegadinhas chatas que derrubam muita gente,
    entre as quais, eu me incluo.

  • O primeiro trecho a seguir já explica a alternativa correta dessa questão. Os demais texto reforçam o gabarito.

    “Palavras consideradas difíceis, como “engalanada”, já não atraem muitos autores de escola de samba. A busca agora é pela comunicação direta.”

    “Para especialistas, as palavras mais usadas atualmente são curtas, chamam o público e motivam os componentes.”

    “– “Vai” é a clara tentativa do compositor de empolgar e envolver a plateia desde o concurso das escolas, quando tem que mostrar às comissões julgadoras que suas músicas têm capacidade de empolgar. “Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva.”

  • As palavras rebuscadas e longas dão ao público um difícil entendimento , assim, haverá um processo rápido de adatapção e entendimento.

    Já sendo inserido palavras de fácil entedimento , haverá um processo rápido e o envolvimento entre todos.

     

     

     

    Letra C

  • Rodrigo Macedo, seu comentário faz parecer que letra E, que foi a que marquei, que eu acho  que deveria ser a certa.

  • O primeiro trecho a seguir já explica a alternativa correta dessa questão. Os demais texto reforçam o gabarito.

     

    “Palavras consideradas difíceis, como “engalanada”, já não atraem muitos autores de escola de samba. A busca agora é pela comunicação direta.”

     

    “Para especialistas, as palavras mais usadas atualmente são curtas, chamam o público e motivam os componentes.”

     

    “– “Vai” é a clara tentativa do compositor de empolgar e envolver a plateia desde o concurso das escolas, quando tem que mostrar às comissões julgadoras que suas músicas têm capacidade de empolgar. “Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva.”


ID
599614
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                  REPIQUE DAS MESMAS PALAVRAS

Palavras consideradas difíceis, como “engalanada”, já não atraem muitos autores de escola de samba. A busca agora é pela comunicação direta. Em 2011, “vai” será a palavra mais repetida nos desfiles das 12 escolas do Grupo Especial: 19 vezes no total. Em seguida, uma variação do mesmo verbo: “vou”, com dez repetições. Essa também será a incidência de “vida” e “amor” (dez vezes cada uma). “Luz” e “mar” (nove vezes) fecham o pódio das mais populares de 2011. Isto sem considerar as repetições de uma mesma música, uma vez que ela não muda durante todo o desfile das escolas. Outrora clássicas, palavras como “relicário” e “divinal” só aparecerão uma vez cada uma. E “engalanado”, que já teve seus dias de estrela, ficará mesmo de fora dos desfiles do Grupo Especial. Para especialistas, as palavras mais usadas atualmente são curtas, chamam o público e motivam os componentes. – “Vai” é a clara tentativa do compositor de empolgar e envolver a plateia desde o concurso das escolas, quando tem que mostrar às comissões julgadoras que suas músicas têm capacidade de empolgar. “Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva. Quanto a “vida” e “amor”, refletem o otimismo do carnaval. Nenhuma palavra fica no campo semântico do pessimismo, tristeza. E “mundo” deixa claro o aspecto grandioso, assim como “céu” – disse o jornalista Marcelo de Mello, jurado do estandarte de Ouro desde 1993. Dudu Botelho, compositor do Salgueiro, é um dos compositores dos sambas de 2007, 2008 e 2011. O samba de sua escola, aliás, tem três das seis palavras mais recorrentes: “vida”, “luz” e “mar”: – O compositor tenta, através da letra, estimular o componente e a comunidade a se inserir no roteiro do enredo. Todas as palavras mais repetidas no carnaval estão entre as mais usadas nos sambas das últimas campeãs dos anos 2000. “Terra” foi a mais escolhida (11 vezes). Em seguida, apareceram “vou” e “pra” (nove vezes); “luz”, “mar”, e “fé” (oito); “Brasil” (sete); e “vai”, “amor”, “carnaval” e “liberdade” (seis); e “vida” (cinco). Para Marcelo de Mello, a repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras: – O visual ganhou um peso grande. A última escola que venceu um campeonato por causa do samba foi o Salgueiro em 1993, com o refrão “explode coração”. MOTTA, Cláudio. Repique das mesmas palavras. O Globo, 09 fev. 2011. Adaptado.

O Texto I pode ser lido como um jogo de oposições.
A única oposição que NÃO aparece na matéria é

Alternativas
Comentários
    • A resposta só pode ser D.
    • Na Letra B, por exemplo temos: otimismo / pessimismo, temos "quanto à 'vida' e 'amor', refletem o otimismo do carnaval" (linha 24 e 25).
  • Por que não pode ser a "c"?!
  • A oposição das palavras " tradição/ modernidade" aparece implicidamente com com uso das palavras "atualmente" na linha 17/18 e "clássicas" na linha 13.sendo sinôminos neste caso podemos considerar que a oposição de " tradição/ modernidade" foi mencionada no texto.
    O mesmo acontece com " passado/presente" e "envolvimento/passividade"
    Já "otimismo/pessímismo" aparece explicidamente na linha 25.
    Portanto a única oposição não mencionada foi de "rapidez/lentidão".

ID
599617
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                  REPIQUE DAS MESMAS PALAVRAS

Palavras consideradas difíceis, como “engalanada”, já não atraem muitos autores de escola de samba. A busca agora é pela comunicação direta. Em 2011, “vai” será a palavra mais repetida nos desfiles das 12 escolas do Grupo Especial: 19 vezes no total. Em seguida, uma variação do mesmo verbo: “vou”, com dez repetições. Essa também será a incidência de “vida” e “amor” (dez vezes cada uma). “Luz” e “mar” (nove vezes) fecham o pódio das mais populares de 2011. Isto sem considerar as repetições de uma mesma música, uma vez que ela não muda durante todo o desfile das escolas. Outrora clássicas, palavras como “relicário” e “divinal” só aparecerão uma vez cada uma. E “engalanado”, que já teve seus dias de estrela, ficará mesmo de fora dos desfiles do Grupo Especial. Para especialistas, as palavras mais usadas atualmente são curtas, chamam o público e motivam os componentes. – “Vai” é a clara tentativa do compositor de empolgar e envolver a plateia desde o concurso das escolas, quando tem que mostrar às comissões julgadoras que suas músicas têm capacidade de empolgar. “Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva. Quanto a “vida” e “amor”, refletem o otimismo do carnaval. Nenhuma palavra fica no campo semântico do pessimismo, tristeza. E “mundo” deixa claro o aspecto grandioso, assim como “céu” – disse o jornalista Marcelo de Mello, jurado do estandarte de Ouro desde 1993. Dudu Botelho, compositor do Salgueiro, é um dos compositores dos sambas de 2007, 2008 e 2011. O samba de sua escola, aliás, tem três das seis palavras mais recorrentes: “vida”, “luz” e “mar”: – O compositor tenta, através da letra, estimular o componente e a comunidade a se inserir no roteiro do enredo. Todas as palavras mais repetidas no carnaval estão entre as mais usadas nos sambas das últimas campeãs dos anos 2000. “Terra” foi a mais escolhida (11 vezes). Em seguida, apareceram “vou” e “pra” (nove vezes); “luz”, “mar”, e “fé” (oito); “Brasil” (sete); e “vai”, “amor”, “carnaval” e “liberdade” (seis); e “vida” (cinco). Para Marcelo de Mello, a repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras: – O visual ganhou um peso grande. A última escola que venceu um campeonato por causa do samba foi o Salgueiro em 1993, com o refrão “explode coração”. MOTTA, Cláudio. Repique das mesmas palavras. O Globo, 09 fev. 2011. Adaptado.

A escolha do título de um texto nunca é aleatória.
O emprego da palavra repique no título do Texto I revela a intenção de

Alternativas
Comentários
  • Pode-se ententer o título do texto, REPIQUE, relacionando-se a repetição das mesmas palavras nas letras dos sambas enredo, com o próprio ritmo envolvente, tradicionalmente utilizado pela bateria das escolas de samba.
  • repique vem de repicar. Repica: Corta novamente, pica novamente

    ou

    repique é um tambor pequeno criado pelas escolas de samba com peles em ambos os lados, tocado com uma baqueta em uma das mãos enquanto a outra mão toca diretamente sobre a pele.

    Alternativa B

  • Analisando as alternativas:

    a) valorizar um dos instrumentos mais populares da bateria.

    Apesar de ser popular, no samba, não é um dos mais POPULARES

     

     

     

    c) apontar uma relação entre a natureza da palavra e o seu sentido.

    Que natureza é essa? Que sentido é esse?

     

     

     

    d) evidenciar o contraste entre os tempos de outrora e o da atualidade.

    Não há ocorrênica de oposição na afirmativa

     

     

     

    e) reconhecer a importância da empolgação dos componentes da escola de samba.

    No texto relata da empolgação dos componentes, entretanto o título não tem nada ver com isso.


ID
599620
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                  REPIQUE DAS MESMAS PALAVRAS

Palavras consideradas difíceis, como “engalanada”, já não atraem muitos autores de escola de samba. A busca agora é pela comunicação direta. Em 2011, “vai” será a palavra mais repetida nos desfiles das 12 escolas do Grupo Especial: 19 vezes no total. Em seguida, uma variação do mesmo verbo: “vou”, com dez repetições. Essa também será a incidência de “vida” e “amor” (dez vezes cada uma). “Luz” e “mar” (nove vezes) fecham o pódio das mais populares de 2011. Isto sem considerar as repetições de uma mesma música, uma vez que ela não muda durante todo o desfile das escolas. Outrora clássicas, palavras como “relicário” e “divinal” só aparecerão uma vez cada uma. E “engalanado”, que já teve seus dias de estrela, ficará mesmo de fora dos desfiles do Grupo Especial. Para especialistas, as palavras mais usadas atualmente são curtas, chamam o público e motivam os componentes. – “Vai” é a clara tentativa do compositor de empolgar e envolver a plateia desde o concurso das escolas, quando tem que mostrar às comissões julgadoras que suas músicas têm capacidade de empolgar. “Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva. Quanto a “vida” e “amor”, refletem o otimismo do carnaval. Nenhuma palavra fica no campo semântico do pessimismo, tristeza. E “mundo” deixa claro o aspecto grandioso, assim como “céu” – disse o jornalista Marcelo de Mello, jurado do estandarte de Ouro desde 1993. Dudu Botelho, compositor do Salgueiro, é um dos compositores dos sambas de 2007, 2008 e 2011. O samba de sua escola, aliás, tem três das seis palavras mais recorrentes: “vida”, “luz” e “mar”: – O compositor tenta, através da letra, estimular o componente e a comunidade a se inserir no roteiro do enredo. Todas as palavras mais repetidas no carnaval estão entre as mais usadas nos sambas das últimas campeãs dos anos 2000. “Terra” foi a mais escolhida (11 vezes). Em seguida, apareceram “vou” e “pra” (nove vezes); “luz”, “mar”, e “fé” (oito); “Brasil” (sete); e “vai”, “amor”, “carnaval” e “liberdade” (seis); e “vida” (cinco). Para Marcelo de Mello, a repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras: – O visual ganhou um peso grande. A última escola que venceu um campeonato por causa do samba foi o Salgueiro em 1993, com o refrão “explode coração”. MOTTA, Cláudio. Repique das mesmas palavras. O Globo, 09 fev. 2011. Adaptado.

A última fala do texto, de Marcelo de Mello, poderia ser introduzida por um conectivo, que preencheria a frase abaixo.
A repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras __________ o visual ganhou um peso grande.
A respeito do emprego desse conectivo, analise as afirmações a seguir.
I - O conectivo adequado seria porque, uma vez que estabelece uma relação de causa.
II - O conectivo adequado seria por que, uma vez que se reconhecem aqui duas palavras.
III - O conectivo levaria acento, porquê, já que pode ser substituído pelo termo “o motivo", ou “a razão".

É correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Correta letra A.


     CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS CAUSAIS


    Porque (junto, sem acento)

    Estabelece uma causa. É uma conjunção subordinativa causal, ou coordenativa explicativa. Exemplos:

    Ele foi embora porque cansou daqui.
    Não vá porque você é útil aqui.

    Dica: Substitua porque por "pois".
    Ele foi embora pois se cansou daqui.

    Também utiliza-se porque com o sentido de "para que", introduzindo uma finalidade: 
    Ele mentiu porque o deixassem sossegado.

    A conjunção "porque" indica ideia de causa; introduz, portanto, uma oração subordinada adverbial causal. Quando a causa aparece na oração subordinada, o efeito está na oração principal do período
    Principais conjunções causais: porque, visto que, já que, uma vez que, como (= porque).


    FÉ e DETERMINAÇÃO.


  •  

    Por que (separado sem acento).

    Usa-se esta forma para iniciar perguntas:- Por que fizeste isso?Podemos trocar o "por que" por "pelo qual motivo", sem alterar o sentido:- Pelo qual motivo fizeste isso? Por que -> pelo qual motivo.

    Porque (junto sem acento)

    Utilizamos esse formato para responder perguntas, exemplo:- Fiz isso porque era necessário. É possível trocar o "porque" por "pois", sem alterar o sentido:- Fiz isso pois era necessário. Porque -> pois.

    Por quê (separado com acento)

    Utiliza-se o "por quÊ" em final de frases:- Sabemos que você não compareceu à reunião, por quê?

    Porquê (junto com acento)

    Essa forma é utilizada quando o "porquê" tem função de substantivo:- Se ele fez isso, teve um porquê (motivo)- Gostaria de entender o porquê eu tenho que ir. 
     
    Fonte: http://gramaticar.blogspot.com/2007/04/o-uso-do-porque-junto-e-separado.html
     

  • RESUMINHO:
    POR QUE- Se puder substituir por:
    POR QUAL RAZÃO, POR QUAL MOTIVO , POR QUAL , PELO QUAL E VARIAÇÕES .

    PORQUE- se puder substituir por:
    POIS OU POR QUALQUER CONJUNÇÃO EXPLICATIVA OU CAUSAL (JÁ QUE, VISTO QUE, UMA VEZ QUE)
     OU POR PARA QUE 


    POR QUÊ?- QUANDO VIER ANTES DE PONTUAÇÃO OU ISOLADO

    *ATENÇÃO: somente QUANDO VIER ISOLADO E SEM DETERMINANTE


    PORQUÊ- VALOR DE SUBSTANTIVO,  POR ISSO VEM ACOMPANHADO POR UM DETERMINANTE (ARTIGO E/OU ADJETIVO)

    PRA LEMBRAR EU CANTO UMA MUSIQUINHA COM A FRASE:  PORQUÊ JUNTO ACENTUADO FICA SUBSTANTIVADO. Inventa seu ritmo aí pra fixar.

    Bisú para  NÃO CONFUNDIR QUANDO VIER ISOLADO:

    SE VIER COM UM DETERMINANTE É O PORQUÊ JUNTO ACENTUADO FICA SUBSTANTIVADO, lembra da musiquinha...
     POR QUÊ?,  PODE VIR ISOLADO PORÉM SEM DETERMINANTE.

     Para entender melhor esse negócio de determinante, acho interessante dar uma olhada no conceito de substantivo, assistir aula sobre o assunto ou pegar uma gramática, vai clarear bastante. Pra mim pelo menos esclareceu bem.

    Bons estudos galera!!!




  • Galera não sou fera em Portugues mas gravei assim de maneira rápida e fácil.

    Uso :
    Por que - motivo, pergunta
    por que você foi ao banco ?
    Porque - explicação = pois
    porque precisei pagar o carnê
    Porquê - substantivo = motivo
    Diga o porquê das contas
    Por quê - no final da frase
    Voce não vai pagá-las por quê ?
     
    Abraço.
  • Questão recorrente da Cesgranrio ede fácil resolução.
  • No contexto da questão sugiro assim:

    I - O conectivo adequado seria porque, uma vez que estabelece uma relação de causa ( SUBSTITUI).

    Porque ---- causa ---- já que,

    Porque ---- finalidade ---- a fim de 

    Porque ----- explicação ----pois
  • Resposta: Letra a

    Porque neste caso está estabelecendo uma relação de causa.

    Conjunções subordinativas causais porque, pois, porquanto, como, por isso que, já que, uma vez que, visto que, visto como.


    Recomendo o video do prof. Adriano Alves a todos que quizerem aprender sobre este assunto  "de uma vez por todas".

    http://www.youtube.com/watch?v=fkY4RqPWlUg



  • oração subordinada causal

  • Onde é um "porque" nunca poderá outro, de cara vc já ficava com a ou b

  •  

    VIDE   Q831992      Q424574    Q452366    Q555513     Q438698

     

    1-           PORQUE Conjunção     CAUSA / EXPLICAÇÃO / FINAL

     

    - CAUSAL:  POIS -  ideia de causa

     

                Ela foi elogiada porque chegou cedo

     

    - EXPLICATIVA:     JÁ QUE,  uma vez que    SIC POR causa de que )

     

               Chegou cedo, porque temos muito trabalho

     

    -   FINAL:  PARA QUE

    Siga o regulamento, porque = PARA QUE tudo FUNCIONE (VERBO SUBJUNTIVO) bem.

             Não julgues, porque = PARA QUE não te JULGEM (VERBO SUBJUNTIVO)

    ...........................

     

    2-       PORQUÊ SUBSTANTIVO Acompanhado de ARTIGO, palavras determinantes, Pronome ou Numeral 

     

             SEUS PORQUÊS, DO PORQUÊ, UM PORQUÊ, O PORQUÊ

     

             .........................

     

    3-      POR QUE Orações Interrogativas DIRETA OU INDIRETA, e como Pronome Relativo (PELO QUAL)

     

               3.1 -  Por (preposição)   Que (PRONOME INTERROGATIVO)

     

    Interrogativa INDIRETA:         POR QUE = POR QUAL RAZÃO, POR QUAL MOTIVO

     

    Desejo saber POR QUE não veio.

                                                         

    Interrogativa  Direta:   Por que faltou à reunião ?

     

     

    3.2-       Por (preposição)  QUE (PRONOME RELATIVO)

     

                       POR QUE =   PELOS QUAIS     POR QUAIS

     

                Conheço o caminho POR QUE =   PELOS QUAIS/POR QUAIS passastes

                      

     

    4-        POR QUÊ ATENÇÃO: NÃO É SÓ NO FINAL DA FRASE PODE SER JUNTO COM PONTUAÇÃO ou ao final de orações interrogativas.

     

                       Ex.  Fiz isso por quê, mormente fui obrigado...

     

     

     

     

     

     

     

     

  • PORQUE (junto e sem acento) é uma conjunção, significa “pois”.

     

    Ela voltou porque gosta de você.

    (veja que podemos substituir o “porque” pela expressão “pois”: Ela voltou pois gosta de você.)

     

    Eu cheguei agora porque houve um problema no caminho.

    (veja que podemos substituir o “porque” pela expressão “pois”: Eu cheguei agora pois houve um problema no caminho.)

     

    POR QUE (separado e sem acento) pode ser três casos distintos:

     

    1) um advérbio interrogativo de causa: nesse caso, “por que” significa “por que motivo” e pode estar no início ou no meio da frase. E essa frase pode apresentar o ponto de interrogação ou não.

     

    Por que você não ligou?

    (veja que podemos substituir o “por que” pela expressão “por que motivo”: Por que motivo você não ligou?)

     

    Disseram por que ele faltou.

    (veja que podemos substituir o “por que” pela expressão “por que motivo”: Disseram por que motivo ele faltou.)

     

    Você não entendeu por que ela foi embora.

    (veja que podemos substituir o “por que” pela expressão “por que motivo”: Você não entendeu por que motivo ela foi embora.)

     

    2) uma preposição (POR) mais um pronome relativo (QUE): nesse caso, “por que” significa “pelo qual” e suas flexões.

     

    Este é o momento por que ela tanto esperava.

    (veja que podemos substituir o “por que” pela expressão “pelo qual”: Este é o momento pelo qual ela tanto esperava.)

     

    3) uma preposição (POR) mais uma conjunção integrante (QUE): nesse caso, a oração iniciada pela conjunção integrante “que” pode ser substituída por “isto”.

     

    José anseia por que tudo dê certo.

    (veja que podemos substituir a oração iniciada pela conjunção “que” – que tudo dê certo – pelo pronome “isto”: José anseia por isto.)

     

    POR QUÊ (separado e com acento) é um advérbio interrogativo de causa que significa “por que motivo”, assim como o caso (1) de “por que” (separado e sem acento). Mas o “por quê” separado e com acento só é usado quando ele está no final da frase.

     

    Você não ligou por quê?

    (veja que podemos substituir o “por quê” pela expressão “por que motivo": Você não ligou por que motivo?)

     

    Ela foi embora e você não sabe por que.

    (veja que podemos substituir o “por quê” pela expressão “por que motivo: Ela foi embora e você não sabe por que motivo.)

     

    PORQUÊ (junto e com acento) é um substantivo e sempre vem antecedido por um determinante, isto é, por um artigo, um pronome, um adjetivo, um numeral etc.)

     

    Não sei o porquê dessa reação.

    (veja que o “porquê” vem antecedido pelo artigoo”)

     

    Ele apresentou seus porquês.

    (veja que “porquês” está no plural, já que se trata de um substantivo, e vem antecedido pelo pronomeseus”.)

     

    Vou dizer três porquês: primeiro...

    (veja que “porquês” está no plural, já que se trata de um substantivo, e vem antecedido pelo numeral três”.)

  • GABARITO LETRA A.

    Para Marcelo de Mello, a repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras: – O visual ganhou um peso grande.

    EMPREGO DOS PORQUÊS:

    1. POR QUE (SEPARADO) = POR QUAL RAZÃO. APARECE NO INÍCIO OU NO MEIO DA FRASE.
    2. POR QUE (SEPARADO) = PELO QUAL / PELA QUAL. APARECE NO MEIO DA FRASE.
    3. PORQUE (JUNTO) = POIS E TEM FUNÇÃO DE CONJUNÇÃO (CAUSAL OU EXPLICATIVA).
    4. PORQUÊ (JUNTO E COM ACENTO) = MOTIVO. VEM PRESO DIANTE DO ARTIGO (O-A-OS-AS-UM-UMA).

    OBSERVAÇÕES:

    1. POR QUÊ SE VIER PRÓXIMO A UMA PONTUAÇÃO. EXEMPLO: , : ? UMA PARADA BRUSCA, POR QUÊ, TAMBÊM SERÁ ACENTUADO. QUANDO VIER NO FINAL DA FRASE ELE SERÁ ACENTUADO. EX.: (POR QUÊ).
    2. JÁ SE OCORREREM DUAS PAUSAS APÓS ,, ELE NÃO SERÁ ACENTUADO: POR QUE.
  • GABARITO LETRA A.

    A) É correto o que se afirma em I, apenas.

    A última fala do texto, de Marcelo de Mello, poderia ser introduzida por um conectivo, que preencheria a frase abaixo. A repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras PORQUE o visual ganhou um peso grande. A respeito do emprego desse conectivo, analise as afirmações a seguir.

    CORRETO: I - O conectivo adequado seria porque, uma vez que estabelece uma relação de causa.

    INCORRETO: II - O conectivo adequado seria por que, uma vez que se reconhecem aqui duas palavras.

    INCORRETO: III - O conectivo levaria acento, porquê, já que pode ser substituído pelo termo “o motivo", ou “a razão".


ID
599623
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                  REPIQUE DAS MESMAS PALAVRAS

Palavras consideradas difíceis, como “engalanada”, já não atraem muitos autores de escola de samba. A busca agora é pela comunicação direta. Em 2011, “vai” será a palavra mais repetida nos desfiles das 12 escolas do Grupo Especial: 19 vezes no total. Em seguida, uma variação do mesmo verbo: “vou”, com dez repetições. Essa também será a incidência de “vida” e “amor” (dez vezes cada uma). “Luz” e “mar” (nove vezes) fecham o pódio das mais populares de 2011. Isto sem considerar as repetições de uma mesma música, uma vez que ela não muda durante todo o desfile das escolas. Outrora clássicas, palavras como “relicário” e “divinal” só aparecerão uma vez cada uma. E “engalanado”, que já teve seus dias de estrela, ficará mesmo de fora dos desfiles do Grupo Especial. Para especialistas, as palavras mais usadas atualmente são curtas, chamam o público e motivam os componentes. – “Vai” é a clara tentativa do compositor de empolgar e envolver a plateia desde o concurso das escolas, quando tem que mostrar às comissões julgadoras que suas músicas têm capacidade de empolgar. “Vou” está na linha de “vai”: chama, motiva. Quanto a “vida” e “amor”, refletem o otimismo do carnaval. Nenhuma palavra fica no campo semântico do pessimismo, tristeza. E “mundo” deixa claro o aspecto grandioso, assim como “céu” – disse o jornalista Marcelo de Mello, jurado do estandarte de Ouro desde 1993. Dudu Botelho, compositor do Salgueiro, é um dos compositores dos sambas de 2007, 2008 e 2011. O samba de sua escola, aliás, tem três das seis palavras mais recorrentes: “vida”, “luz” e “mar”: – O compositor tenta, através da letra, estimular o componente e a comunidade a se inserir no roteiro do enredo. Todas as palavras mais repetidas no carnaval estão entre as mais usadas nos sambas das últimas campeãs dos anos 2000. “Terra” foi a mais escolhida (11 vezes). Em seguida, apareceram “vou” e “pra” (nove vezes); “luz”, “mar”, e “fé” (oito); “Brasil” (sete); e “vai”, “amor”, “carnaval” e “liberdade” (seis); e “vida” (cinco). Para Marcelo de Mello, a repetição das mesmas palavras indica um empobrecimento das letras: – O visual ganhou um peso grande. A última escola que venceu um campeonato por causa do samba foi o Salgueiro em 1993, com o refrão “explode coração”. MOTTA, Cláudio. Repique das mesmas palavras. O Globo, 09 fev. 2011. Adaptado.

“Essa também será a incidência de 'vida' e 'amor' (dez vezes cada uma)." (L. 7-8)
O substantivo incidência vem do verbo incidir. Dos verbos a seguir, o único que segue esse mesmo paradigma é

Alternativas
Comentários
  • a) CORRETA. O substantivo de abranger é abrangência. b) ERRADA. O substantivo de devolver é devolução. c) ERRADA. O substantivo de incinerar é incineração. d) ERRADA. O substantivo de perceber é percepção. e) ERRADA. O substantivo de iludir é ilusão.
  • Não dá para acreditar que a Cesgranrio queria dessa forma a resposta, a tempos fiquei procurando o significado da resposta no DICIONÁRIO. afi!
  • Questão simples mas que requer um olhar analítico. Não basta conhecer o conteúdo; tem que saber interpretar.
  • Do verbo incidir, podemos fazer o substantivo incidência através do sufixo –ência.

    Vamos formar substantivos a partir dos verbos de cada alternativa:

    (A) abranger – abrangência (sufixo –ência)

    (B) devolver – devolução (sufixo –ção)

    (C) incinerar – incineração (sufixo –ção)

    (D) perceber – percepção (sufixo –ção)

    (E) iludir – ilusão (sufixo –[s]ão)


  • Não basta conhecer o conteúdo, tem que saber interpretar.

  • b) devolver

    Existe desenvolvência?

     

     

    c) incinerar

    Existe incineranência?

     

     

    d) perceber

    Existe percebência?

     

     

    e) iludir

    Existe iludência?

     

     

     

    Existe ABRANGÊNCIA!

  • Do verbo incidir, podemos fazer o substantivo incidência através do sufixo –ência.

     

    Vamos formar substantivos a partir dos verbos de cada alternativa:

     

    (A) abranger – abrangência (sufixo –ência)

    (B) devolver – devolução (sufixo –ção)

    (C) incinerar – incineração (sufixo –ção)

    (D) perceber – percepção (sufixo –ção)

    (E) iludir – ilusão (sufixo –[s]ão)


ID
599626
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                         PALAVRA PEJORATIVA
          O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe


“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado

O verbo ganhar (L. 25), na sua forma usual, é considerado um verbo abundante, apresentando, pois, duas formas de particípio: uma forma regular (ganhado); outra, irregular, supletiva (ganho).
Dentre os verbos encontrados no Texto II, qual é aquele que apresenta SOMENTE uma forma irregular?

Alternativas
Comentários
  • Este verbo é irregular no Presente e no Pretérito perfeito do Indicativo, nas formas deles derivadas e no Particípio, que é visto
    Observações:
    1) Os verbos antever, entrever, prever e rever seguem o modelo de ver. 
    2) Prover, embora formado de ver, é regular no Pretérito perfeito do Indicativo e nas formas dele derivadas: provi, proveste, proveu, etc.; provera, proveras, provera, etc.; provesse, provesses, provesse, etc.; prover, proveres, prover, etc. O Particípio é provido, também regular. 
  • Os seguintes verbos só possuem particípio irregular:
    Abrir (aberto) / cobrir (coberto) / dizer (dito) / escrever (escrito) / fazer (feito) / pôr (posto) / ver (visto) / vir (vindo)
    Particípio regular:
    terminação ado ou ido
    Outros exemplos de verbo abundante:
    Aceitar             aceitado          aceito           
    Acender           acendido         aceso
    eleger              elegido            eleito
    entregar           entregado       entregue
    enxugar           enxugado        enxuto
    imprimir           imprimido         impresso
     limpar              limpado           limpo
     morrer             morrido            morto
    murchar           murchado        murcho
    suspender       suspendido      suspenso
    Bons estudos!!!
  • Alguém pode explicar melhor essa questão?
    Pesquisei na Net mas não encontrei nada muito claro sobre como reconhecer esse tipo de verbo, agradeço se alguém souber comentar.

    Bons estudos!!
  • Alguém pode comentar as demais alternativas?
  • Verbos com participio regular: Basta acrescentar as terminações:

    • "ado" - para verbos da 1ª conjugação. Exemplo: amar - amado;

    • "ido" - para verbos da 2ª  e 3ª conjugação. Exemplo: correr - corrido, partir - partido.

    Verbos com participio irregular apresentam outras terminações que não sejam as duas acima.

                                     Exemplo: aceitar - aceito, descrever - descrito.

    O que gera duvida é a introdução da questão quando se comenta sobre verbos abundantes. Se você não interpretar bem vai tentar achar entre as alternativas qual delas é um verbo abundante. Aí que nos damos mal pois nenhuma das alternativas é um verbo abundante. O que o autor da questão queria simplesmente é que você informasse qual das alternativas tem o participio na forma irregular. Nesse caso a única alternativa correta é a (A):
     
    a) ver - visto
    b) ficar - ficado
    c) ter - tido
    d) ocorrer - ocorrido
    e) vingar -vingado











  • Estou entendendo que o particípio supletivo ou irregular é aquele que não tem a terminação padrão de "ado" ou "ido". No caso, a única palavra que tem o particípio sem a terminação padrão é a palavra "ver".

  • Verbo abundante é aquele que possui duas ou mais formas equivalentes, geralmente no particípio. Exemplo: “acender” – “acendido” ou “aceso”. Os verbos “haver”, “construir”, “reconstruir”, “destruir”, “entupir”, “desentupir” são abundantes no presente do indicativo. Exemplo: nos havemos ou nós hemos.

    Particípio regular é a forma nominal do verbo formada pelo sufixo –ado ou –ido. Exemplo: “amar” – “amado”; “partir” – “partido”.

    Particípio irregular é a forma nominal que não segue exatamente um padrão. Podemos generalizar, dizendo que são todas as formas de particípio que não são feitas a partir do acréscimo dos prefixos –ado ou –ido. Exemplo: “abrir” – “aberto”; “exprimir” – “expresso”.

    Há verbos que possuem apenas o particípio regular, como os verbos “amar” – “amado”, “correr” – “corrido”. Há verbos que possuem apenas o particípio irregular, como “abrir” – “aberto” (não existe *abrido), “dizer” – “dito” (não existe *dizido), “fazer” – “feito” (não existe *fazido). E há verbos que possuem tanto o particípio regular quanto o irregular, como “aceitar” – “aceitado” ou “aceito”; “matar” – “matado” ou “morto”.

    Vejamos, agora, os verbos das alternativas:

    (A) Ver – visto (apenas particípio irregular)

    (B) Ficar – ficado (apenas particípio regular)

    (C) Ter – tido (apenas particípio regular)

    (D) Ocorrer – ocorrido (apenas particípio regular)

    (E) Vingar – vingado (apenas particípio regular)


ID
599632
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                         PALAVRA PEJORATIVA
          O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe


“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado

Segundo os compêndios gramaticais, existem duas possibilidades de escritura da voz passiva no português. Na frase abaixo, encontra-se uma delas:
“A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil." (L. 13-14)
A outra possibilidade de escritura, na forma passiva, na qual o sentido NÃO se altera é:

Alternativas
Comentários
  • A  questão pede a transformação da VP analítica (aquela que tem o verbo SER como auxiliar) para a VP sintética (que tem a particula SE):


    Nota-se que na frase com vp analítica há dois verbos: FORA USADA  (verbo auxiliar+verbo principal)

    Para passar para a vp sintética, deve-se usar o verbo principal (usar) no tempo verbal que está o verbo auxiliar (fora ->preterito mais que perfeito). Claro, concordando com o sujeito.

    Por isso, a alternativa B está correta.


    "A palavra nunca se usara até então com viés pejorativo no Brasil"
    ---> verbo USAR é vtd, como tem a particula SE, VTD + SE , O OD VIRA SUJEITO, ou seja "a palavra".
  • Resumindo...

    Existem dois tipos de voz passiva, a analítica e a sintética
     
     
    voz passiva analítica  -->  é aquela com locução verbal (verbo auxiliar + verbo principal no particípio) –  "fora usada".
     
     
    voz passiva sintética --->  verbo + “se” (pronome apassivador) – . "usara-se", no caso, por causa da palavra "nunca", será "se usara".

    Obs: Ocorre voz passiva sintética apenas com verbos transitivos diretos.

    As outras alternativas estão incorretas devido à conjugação do verbo "usar". Devemos manter o mesmo tempo e modo da voz analítica.
  • Vamos ver se entendi:

    a) A palavra nunca se usou  até então...
    Verbo usar está na 3 pessoa do singular  no pretérito perfeito do indicativo. A sua correspondente na voz passiva analítica será:
    A palavra nunca foi usada até então...
    Verbo  ser no pretérito perfeito do indicativo:
    Eu fui
    Tu fostes
    Ele foi


    d) A palavra nunca se usava até então ...
    Verbo usar está na  3 pessoa do singular no pretérito imperfeito do indicativo. A sua correspondente na voz passiva analítica será:
     
    A palavra nunca era usada até então ...
    Verbo  ser no pretérito imperfeito do indicativo:           
    Eu era
    Tu era
    Ele era
     

     e) A palavra nunca se usaria até então ...
    Verbo na 3 pessoa do singular no futuro do pretérito do indicativo.
    Verbo ser na 3 pessoa do singular no futuro do pretérito do indicativo:   ele seria
    A palavra nunca seria usada até então...
  • Se a forma verbal está na voz passiva, o sujeito da oração não pratica a ação do verbo.

     

        Exemplos:

     

        (1) As árvores são cortadas.

        (2) Cortam-se árvores.

     

    Veja que o sujeito nos dois exemplos é a expressão “as árvores”. E não é esse sujeito que pratica a ação de cortar.

     

    Há dois tipos de voz passiva: analítica e sintética. 

     

    A voz passiva analítica é aquela com locução verbal (verbo auxiliar + verbo principal no particípio) – veja o exemplo (1).

     

    A voz passiva sintética é aquela com verbo + “se” (pronome apassivador) – veja o exemplo (2). Ocorre voz passiva sintética apenas com verbos transitivos diretos.

     

     

    Vejamos a frase do enunciado dessa questão:

     

    “A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil.”

     

    Temos uma locução verbal: “fora usada” (verbo auxiliar “fora” + verbo principal no particípio “usada”) ---- Trata-se, portanto, da voz passiva analítica.

     

    É importante encontrarmos o sujeito da oração e, se houver, o agente da passiva, isto é, o ser que pratica a ação de “usar”:

     

    Sujeito: a palavra

    Agente da passiva: não foi expresso na sentença. (veja que não podemos saber quem nunca usou a palavra com viés pejorativo no Brasil)

     

    Para passarmos essa sentença para a voz passiva sintética, vamos seguir alguns passos:

     

    1) Veja o tempo e o modo do verbo auxiliar da locução “fora usada”:

     

    “fora” = verbo “ser” na 3ª pessoa do singular do pretérito mais que perfeito do indicativo

     

    2) Conjugue o verbo principal da locução “fora usada” nos mesmos tempo e modo do verbo auxiliar da passiva analítica:

     

    “fora usada”: verbo principal = “usar”

    “usar”: usara (3º pessoa do singular do pretérito mais que perfeito do indicativo

     

    3) Acrescente o “se” (partícula apassivadora) ao verbo principal:

     

    “usara-se”

     

    4) Volte à sentença, retire a locução verbal “fora usada” e insira o verbo “usara” com a partícula apassivadora, fazendo as correções necessárias:

     

    A palavra nunca se usara até então com viés pejorativo no Brasil.

     

    Veja que o “nunca” atrai o pronome “se” para antes do verbo.

     

    Observação: muitas vezes encontramos o sujeito da voz passiva sintética após o verbo, como no exemplo “Cortam-se árvores”.


ID
599662
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                                               Off the Deep End in Brazil
                                                                        Gerald Herbert

With crude still hemorrhaging into the Gulf of Mexico, deep-water drilling might seem taboo just now. In fact, extreme oil will likely be the new normal. Despite the gulf tragedy, the quest for oil and gas in the most difficult places on the planet is just getting underway. Prospecting proceeds apace in the ultradeepwater reserves off the coasts of Ghana and Nigeria, the sulfur-laden depths of the Black Sea, and the tar sands of Venezuela’s Orinoco Basin. Brazil’s Petrobras, which already controls a quarter of global deepwater operations, is just starting to plumb its 9 to 15 billion barrels of proven reserves buried some four miles below the Atlantic. The reason is simple: after a century and a half of breakneck oil prospecting, the easy stuff is history. Blistering growth in emerging nations has turned the power grid upside down. India and China will consume 28 percent of global energy by 2030, triple the juice they required in 1990. China is set to overtake the U.S. in energy consumption by 2014. And now that the Great Recession is easing, the earth’s hoard of conventional oil is waning even faster. The International Energy Agency reckons the world will need to find 65 million additional barrels a day by 2030. If the U.S. offshore-drilling moratorium drags on, look for idled rigs heading to other shores. Available in: Retrieved on: June 19, 2011.

Comparing Texts I and II,

Alternativas
Comentários
  • Comparando Textos I e II,
         a)
    apenas o texto 1 menciona um desastre ambiental derivado de prospecção de petróleo em águas profundas. ERRADA. Essa mencao encontra-se no texto 2
         b)
    apenas o  texto  II relata sobre o crescimento intensivo econômico da China e da necessidade absoluta de commodities. ERRADA.  O texto 1 tambem faz esta mencao entre as linhas 73 e 86
         c) nem o Texto I nem o Texto II expressam preocupação pelas implicações das explorações de depósitos de petróleo offshore para as economias locais ERRADO. Os dois textos manifestam essa preocupacao
         d) ambos Texto I e Texto II apresentam o potencial atual do Brasil de manter uma posição de destaque em matéria de reservas em águas profundas em todo o mundo e de exploração.  CORRETISSIMO. Essa ideia e' apresentada em ambos os textos
         e) Texto I menciona o Brasil, Nigéria e Venezuela para criticar a sua dependência das receitas do petróleo, enquanto o texto II menciona esses países para ilustrar exemplos bem sucedidos de prospecção de petróleo convencional. ERRADO.
    Sao apresentados como mercados alternativos em que o brasil pode atuar com sua tecnologia para grandes profundidades.
  • d-

    text I uses brazil as an example of a (supposedly) successful economy on the strength of their latest oil reserves discovery. text II cites it among a number of countries that have implemented strategies for deep sea oil rigging. 

    brasil aparece nos 2 textos como exemplo para exploracao de petroleo no fundo do oceano

  • nuss que texto difícil


ID
599746
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Entre os requisitos que devem ser levantados na construção de um data warehouse se inclui a latência de dados, que descreve a(o)

Alternativas
Comentários
  • Questão retirada do livro de Ralph Kimball: The Data Warehouse ETL Toolkit: Practical Techniques for Extracting,Cleaning, Conforming, and Delivering Data, Capítulo 1 página 7:
    Data Latency: The data latency requirement describes how quickly the data must be delivered to end users. Data latency obviously has a huge effect on the architecture and the system implementation.
  • Traduzindo:

    Dados Latência ---> A exigência de latência de dados descreve a rapidez com que os dados devem ser entregues aos usuários finais . latência de dados , obviamente, tem um enorme efeito sobre a arquitetura ea implementação do sistema.


ID
599821
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                         PALAVRA PEJORATIVA
          O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe


“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado

Na última fala do Texto II, a forma verbal vingar está com o sentido de “ter bom êxito”, “dar certo”. (L. 35)

Em qual das frases abaixo o verbo em negrito apresenta a mesma regência de vingar?

Alternativas
Comentários
  • Desculpem-me a falta de capricho e rigor na elaboração do comentário, mas mesmo assim, teço-o.

    Cheguei na questão da seguinte forma. Vingar, naquele contexto, está empregado como verbo intransitivo.

    A) OD

    b) OD

    C) OD

    D) Verbo de ligação - a origem (sujeito) foi absolutamente episódica (predicativo do sujeito)

    E) Verbo intransitivo - Aquelas coisas (sujeito) entre aspas (adj adv.)

  • Professor, por favor!!! Salve esta questão!!!

  • Entendi o seguinte:

    apesar de estar com outro sentido no texto, ele pede a regência do verbo vingar, independente de seu sentido no texto. Assim quem vinga, vinga de (VTI).

    Quem vêm, vêm de ou vêm entre, como está no texto. Assim também podemos dizer que se trata de um VTI, pois pede preposição.

    O que confunde é fazer a relação com o sentido em que está no texto.


ID
599824
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

“Não me consta que já houvesse um 'diferenciado' negativamente marcado." (L. 18-19)

A respeito da ocorrência da forma verbal houvesse, desacada no trecho, teceram-se os seguintes comentários:

I - A forma verbal houvesse, nessa estrutura, tem valor de existisse, e se apresenta como verbo impessoal.

II - O verbo haver, quando impessoal, transmite sua impessoalidade a auxiliares.

III - A forma verbal houvesse, nesse trecho, desempenha uma função de verbo auxiliar.

É correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Com relação ao item II, se trata de uma das características dos verbos impessoais.

    Verbos impessoais
    são os verbos das orações sem sujeito. São usados na terceira pessoa do singular e se acompanhados de auxiliares transmitem a ele a sua impessoalidade. Alguns casos frequentes de verbos impessoais são:

    1. Verbo haver no sentido de existir somente
    2. Verbos que indiquem cronologia ou tempo decorrido
    3. Verbos que exprimem fenômenos da natureza (chover, trovejar, etc.)

    Item III, verbos ter e haver + participio compõem o tempo composto, portanto o verbo houvesse será auxiliar do verbo diferenciado (participio como principal)
    Resposta C.... Avante!!
  • O que se afirma em III está incorreto. Para que um verbo desempenhe a função de verbo auxiliar, é preciso que haja uma locução verbal.

    Uma locução verbal é formada por 

    verbo auxiliar + verbo principal

    Trata-se de dois verbos que, juntos, representam uma única ação verbal.

    O verbo auxiliar apresenta-se flexionado em algum tempo e modo, e o verbo principal apresenta-se sempre em uma forma nominal (infinitivo, gerúndio ou particípio).

    Ela está cantando bem.

    está = verbo auxiliar

    cantando = verbo principal no gerúndio

    Ele tinha saído às duas da tarde.

    tinha = verbo auxiliar

    saído = verbo principal no particípio

    Você deve fazer o trabalho.

    deve = verbo auxiliar

    fazer = verbo principal no infinitivo

    Quando dois verbos juntos constituem uma locução verbal e quando não se trata de locução verbal?

    Sabemos que o segundo verbo da locução pode ser qualquer um e deve estar em uma forma nominal (infinitivo, gerúndio ou particípio), mas como identificamos o verbo auxiliar?

    Importante: os principais verbos auxiliares são TER, HAVER, SER, ESTAR e IR. Além desses, também podemos usar como auxiliar os verbos PODER, DEVER e QUERER.


ID
599827
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Português
Assuntos

                                                         PALAVRA PEJORATIVA
          O uso do termo “diferenciada” com sentido negativo ressuscita o preconceito de classe


“Você já viu o tipo de gente que fica ao redor das estações do metrô? Drogados, mendigos, uma gente diferenciada.” As palavras atribuídas à psicóloga Guiomar Ferreira, moradora há 26 anos do bairro Higienópolis, em São Paulo, colocaram lenha na polê- mica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana. Guiomar nega ser a autora da frase. Mas a autoria, convenhamos, é o de menos. A menção a camelôs e usuários do transporte público ressuscitou velhos preconceitos de classe, e pode deixar como lembran- ça a volta de um clichê: o termo “diferenciada”. A palavra nunca fora usada até então com viés pejorativo no Brasil. Habitava o jargão corporativo e publicitário, sendo usada como sinônimo vago de algo “especial”, “destacado” ou “diferente” (sempre para melhor). – Não me consta que já houvesse um “diferenciado” negativamente marcado. Não tenho nenhum conhecimento de existência desse “clichê”. Parece-me que a origem, aí, foi absolutamente episódica, nascida da infeliz declaração – explica Maria Helena Moura Neves, professora da Unesp de Araraquara (SP) e do Mackenzie. Para a professora, o termo pode até ganhar as ruas com o sentido negativo, mas não devido a um deslizamento semântico natural. Por natural, entenda-se uma direção semântica provocada pela configuração de sentido do termo originário. No verbo “diferenciar”, algo que “se diferencia” será bom, ao contrário do que ocorreu com o verbo “discriminar”, por exemplo. Ao virar “discriminado”, implicou algo negativo. Maria Helena, porém, não crê que a nova acepção de “diferenciado” tenha vida longa. – Não deve vingar, a não ser como chiste, aquelas coisas que vêm entre aspas, de brincadeira – emenda ela. [...] MURANO, Edgard. Disponível em: . Acesso em: 05 jul. 2011. Adaptado

Considere o trecho do Texto II abaixo..
“[...] colocaram lenha na polêmica sobre a construção de uma estação de metrô na região, onde se concentra parte da elite paulistana." (L 5-7)
O emprego do pronome relativo onde está correto.

                                         PORQUE

Retoma o termo na região, que tem valor de lugar físico na oração
antecedente.
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • 1º- A palavra onde indica lugar, lugar físico e, portanto, não deve ser usada em situações em que a idéia de lugar não
    esteja presente.
    2º- Não se deve confundir onde com aonde. O a da palavra aonde é a preposição a que se acrescenta e que indica
    movimento, destino. O aonde só pode ser usado quando na expressão existir a idéia de destino.
  • Onde (pronome relativo) é sinônimo de em que, (no qual, nos quais, na qual, nas quais) lugar físico.
    Use onde com verbos que não indicam movimento (= o lugar em que):

    Exemplos:
    Onde
    está o presente que ela comprou para você? (= em que lugar)
    Em tal situação, onde ele poderia estar? (=em que lugar)

    Use aonde com verbos que indicam movimento, direção para (= a / para que lugar)

    Exemplos:
    Aonde
    quer que você vá, estaremos com você. (= a que lugar)
  • A resposta correta é a letra A.

    O emprego do pronome relativo onde está correto. (Correto)

    PORQUE

    Retoma o termo na região, que tem valor de lugar físico na oração 
    antecedente. (Correto)
  • Onde - termo anáforico que está retomando o termo anterior na região, que é um lugar físico.

     

    Letra A. Porque a alternativa I está correta e a II também. A conjunção PORQUE já , justifica, propriamente a alternativa II.


ID
599836
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                                               Off the Deep End in Brazil
                                                                        Gerald Herbert

With crude still hemorrhaging into the Gulf of Mexico, deep-water drilling might seem taboo just now. In fact, extreme oil will likely be the new normal. Despite the gulf tragedy, the quest for oil and gas in the most difficult places on the planet is just getting underway. Prospecting proceeds apace in the ultradeepwater reserves off the coasts of Ghana and Nigeria, the sulfur-laden depths of the Black Sea, and the tar sands of Venezuela’s Orinoco Basin. Brazil’s Petrobras, which already controls a quarter of global deepwater operations, is just starting to plumb its 9 to 15 billion barrels of proven reserves buried some four miles below the Atlantic. The reason is simple: after a century and a half of breakneck oil prospecting, the easy stuff is history. Blistering growth in emerging nations has turned the power grid upside down. India and China will consume 28 percent of global energy by 2030, triple the juice they required in 1990. China is set to overtake the U.S. in energy consumption by 2014. And now that the Great Recession is easing, the earth’s hoard of conventional oil is waning even faster. The International Energy Agency reckons the world will need to find 65 million additional barrels a day by 2030. If the U.S. offshore-drilling moratorium drags on, look for idled rigs heading to other shores. Available in: Retrieved on: June 19, 2011.

In Text II, Herbert illustrates the possibility of “...idled rigs heading to other shores." (line 26) EXCEPT when he mentions

Alternativas
Comentários
  • a) prospection in ultra-deepwater reserves off the coasts of Ghana and Nigeria.
    b) deepwater operations in the sulfur-laden depths of the Black Sea.
    c) the quest for oil in the tar sands of Venezuela’s Orinoco Basin.
    d) the suspension of the US offshore-drilling moratorium. ERRADO
    e) Brazil’s drillings four miles below the Atlantic.

    Enquanto a moratória de perfurações se arrastarem nos EUA (devidos aos recentes problemas no Golfo do México), eles terão que procurar fora. Todas as alternativas representam possibilidade onde os americanos poderão buscar petróleo, exceto a letra D.
  • Google
    Off the
    Deep End no Brasil
    Gerald Herbert
    Com bruto ainda hemorragia no Golfo do
    México, em águas profundas perfuração pode parecer apenas um tabu
    agora. Na verdade, o óleo de extrema provavelmente será o novo normal.
    Apesar da tragédia do Golfo, a busca de petróleo e gás no
    os lugares mais difíceis do planeta está apenas começando
    em andamento. Prospecção em ritmo acelerado prossegue no ultradeepwater
    reservas ao largo das costas de Gana e
    Nigéria, as profundezas de enxofre-laden do Mar Negro, e
    das areias betuminosas de Orinoco da Venezuela Bacia. do Brasil
    Petrobras, que já controla um quarto da mundial
    operações em águas profundas, está apenas começando a sondar a sua 9 a
    15 bilhões de barris de reservas provadas enterrado cerca de quatro
    quilômetros abaixo do Atlântico.
    A razão é simples: depois de um século e
    metade da vertiginosa prospecção de petróleo, o material é fácil
    história. Bolhas de crescimento em países emergentes tem
    transformou a rede elétrica de cabeça para baixo. Índia e China
    vai consumir 28 por cento da energia global até 2030,
    triplicar o sumo que exigido em 1990. China está definido para
    ultrapassar os EUA no consumo de energia até 2014.
    E agora que a Grande Recessão está cedendo, o
    tesouro terrestre de petróleo convencional está diminuindo mesmo
    mais rápido. A Agência Internacional de Energia calcula que o
    mundo terá que encontrar 65 milhões de barris adicionais de um
    dia até 2030. Se os EUA moratória de perfuração offshore
    arrasta-se, procure equipamentos ociosos indo para outras praias.
    Disponível em:
    <http://www.newsweek.com/2010/06/13/off-the-deep-end-in-brazil.html>
    Retirado 
  • "Ao fundo do poço no Brasil"

    No texto II, Herbert ilustra a possibilidade de "... plataformas ociosas em direção a outras praias." (Linha 26), exceto quando ele menciona

    a) prospecção das reservas em águas ultra-profundas ao largo das costas de Gana e Nigéria.

    b) operações em águas profundas nas profundezas carregada de enxofre do Mar Negro.

    c) a busca de petróleo nas areias betuminosas de Orinoco Bacia da Venezuela.

    d) a suspensão dos EUA offshore de perfuração moratória.

    e) perfurações do Brasil a quatro milhas abaixo do Atlântico.


  • d-

    At the end of the article it's hinted at that other sources will have to procured, which implies that the ones mentioned earlier are out of the picture.


ID
602986
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                                               Off the Deep End in Brazil
                                                                        Gerald Herbert

With crude still hemorrhaging into the Gulf of Mexico, deep-water drilling might seem taboo just now. In fact, extreme oil will likely be the new normal. Despite the gulf tragedy, the quest for oil and gas in the most difficult places on the planet is just getting underway. Prospecting proceeds apace in the ultradeepwater reserves off the coasts of Ghana and Nigeria, the sulfur-laden depths of the Black Sea, and the tar sands of Venezuela’s Orinoco Basin. Brazil’s Petrobras, which already controls a quarter of global deepwater operations, is just starting to plumb its 9 to 15 billion barrels of proven reserves buried some four miles below the Atlantic. The reason is simple: after a century and a half of breakneck oil prospecting, the easy stuff is history. Blistering growth in emerging nations has turned the power grid upside down. India and China will consume 28 percent of global energy by 2030, triple the juice they required in 1990. China is set to overtake the U.S. in energy consumption by 2014. And now that the Great Recession is easing, the earth’s hoard of conventional oil is waning even faster. The International Energy Agency reckons the world will need to find 65 million additional barrels a day by 2030. If the U.S. offshore-drilling moratorium drags on, look for idled rigs heading to other shores. Available in: Retrieved on: June 19, 2011.

According to Text II, in spite of the oil spill disaster in the Gulf of Mexico,

Alternativas
Comentários
  • De acordo com o Texto II, apesar do desastre do derramamento de petróleo no Golfo do México,
    a) os EUA em breve ultrapassará a China no consumo de energia.
    b) a perfuração convencional de petróleo e gás é visto como um tabu agora.
    c) em vinte anos, o mundo inteiro vai precisar de 65 milhões de barris por dia.
    d) o consumo de energia da Índia e da China vai dobrar em dez anos.
    e) em águas profundas prospecção de petróleo e gás não foi interrompido em outras regiões do globo.
    CORRETA
  • De acordo com o Texto II, apesar do desastre do derramamento de petróleo no Golfo do México
    a) os EUA em breve ultrapassará a China no consumo de energia.
    FALSO o texto afirma que a china vai ultrapassar os estados unidos ate 2014 na linhas 19-20
    b) a perfuração convencional de petróleo e gás é visto como um tabu agora.
    FALSO a perfuracao em aguas profundas e' visto como um tabu agora . linhas 2-3
    c) em vinte anos, o mundo inteiro vai precisar de 65 milhões de barris por dia
    FALSO o texto afima que ate' 2030 vai precisar dessa quantidade nas linhas 23-25, levando-se em conta o ano da realizacao do certame, 2011, conclui-se que essa estimativa e' em 29 e nao 20 anos
    d) o consumo de energia da Índia e da China vai dobrar em dez anos.
    FALSO o texto afirma que a China ultrapassara os Estados Unidos(linhas 19-20) e que juntamente com a China sera responsavel por 28% do consumo da matriz energetica ate' 2030(linhas 16-20)
    e) A exploracao de petróleo em águas profundas e gás não foi interrompido em outras regiões do globo.
    Verdadeiro e' o que se le nas linhas 1-4

    Bons Estudos
  • Em adição ao comentário anterior:

    c) Nas linhas 23-25, a Agência Internacional de Energia avalia que são precisos 65 milhões de barris adicionais por dia.
  • Complementando o comentário do amigo temos no seguinte trecho do texto a confirmação da alternativa E.

    Line 6 and 7 - Prospecting proceeds apace in the ultra deepwater reserves off the coasts of Ghana and Nigeria, the sulfur laden depths of the black sea, and the tar sands of Venezuela's Orinoco Basin.

    "Prospecção em ritmo acelerado prossegue nas reservas de águas ultra-profundas ao largo das costas de Gana e da Nigéria, as profundezas de enxofre carregadas para o mar negro, e as areias betuminosas de Orinoco da Venezuela Bacia."

    Line 9 - Brasil's Petrobras, which already controls a quarter of global deepwater operations.

    "Petrobras Brasil, que já controla um quarto das operações em águas profundas globais."
  • Regardless of the crude still oozing its way into the Gulf of Mexico, gas-prospecting countries will probe for oil through other means, even though surface oil has dwindled down to tiny amounts, which pales in comparison to what other sources might reveal.
  •  e)

    Despite the tragedy in the first sentence, the text soon avers that deep sea oil rigging will be the "new normal".

    O derramamento de óleo serviu como exemplo de comos os países estão dispostos a encontrar petroleo no fundo do oceano, ao inves de impedir a pratica

  • e-

    Despite the disaster announced at the beginning of the text, it wasn't enough to daunt other oil exporting markets into refraining from offshore exploration.

  • GAB: LETRA E

    Complementando!

    Fonte: Izabella Paladine

    Para resolver a questão, é necessário voltar ao trecho em que o autor menciona a questão do Golfo do México.

    No primeiro parágrafo, temos a frase "Despite the gulf tragedy, the quest for oil and gas in the most difficult places on the planet is just getting underway".

    Em português: Apesar da tragédia do golfo, a busca por petróleo e gás nos lugares mais difíceis do planeta está apenas começando.

    Isso significa que, apesar do desastre, outros lugares continuam em busca de petróleo. A única alternativa que menciona algo nesse sentido é a alternativa E:

    A prospecção de petróleo e gás em águas profundas não foi interrompida em outras regiões do globo (deepwater oil and gas prospecting has not been halted in other regions of the globe).


ID
607033
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Segundo o PMBOK 4ª Edição, projetos se caracterizam como um esforço temporário com a finalidade de criar um produto, serviço ou resultado exclusivo. Conforme esse guia, os projetos, grandes ou pequenos, simples ou complexos, podem ser mapeados em uma estrutura de ciclo de vida genérico que compreende:

Alternativas
Comentários
  • PMBOK 5 == PMBOK 4 

    Início do projeto, Organização e preparação, Execução do trabalho do projeto e Encerramento do projeto


ID
607036
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Um gerente foi incumbido de executar o projeto interno da implantação de um serviço de atendimento a clientes. Ao iniciar a criação do termo de abertura, detectou que a Declaração de Trabalho do Projeto não continha a informação esperada.

Segundo o PMBOK 4ª Edição, esse documento deve informar o(a)

Alternativas
Comentários
  • De acordo com o PMBOK, a Especificação do Trabalho do Projeto (ou ETP, de acordo com a terminologia da 5ª edição), ou a Declaração do Trabalho do Projeto (ou DT, de acordo com a terminologia da 4ª edição) , consiste em:


    4.1.1.1 Especificação do trabalho do projeto (PMBOK 5ª edição, capítulo 4)
    A especificação do trabalho do projeto (ETP) é uma descrição narrativa dos produtos, serviços ou resultados a serem entregues por um projeto. Para projetos internos, o responsável inicial ou patrocinador do projeto fornece a especificação do trabalho com base nos requisitos das necessidades dos negócios, produtos ou serviços. Para projetos externos, a especificação do trabalho pode ser recebida do cliente como parte de um documento de licitação, (por exemplo, uma solicitação de proposta, solicitação de informações ou solicitação de licitação) ou como parte de um contrato. A ETP informa o seguinte:


    Necessidade de negócios

    Uma necessidade de negócios de uma organização pode ser baseada numa demanda de mercado, avanço tecnológico, requisito legal, uma regulamentação governamental, ou uma consideração ambiental. Normalmente, a necessidade de negócios e a análise de custo benefício estão contidas no business case para justificar o projeto.


    Descrição do escopo do produto

    A descrição do escopo do produto documenta as características do produto, serviço ou resultados que o projeto deverá criar. A descrição deve documentar também a relação entre os produtos, serviços ou resultados sendo criados e a necessidade de negócios que o projeto abordará.


    Plano estratégico

    O plano estratégico documenta a visão estratégica, as metas e objetivos da organização e podem conter uma especificação de missão de alto nível. Todos os projetos devem estar alinhados com o plano estratégico da sua organização. O alinhamento com o plano estratégico garante que cada projeto contribua para as objetivos gerais da organização.


ID
607042
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

De acordo com o PMBOK 4ª Edição, o plano de gerenciamento do projeto é progressivamente desenvolvido ao longo do projeto.

PORQUE

Atualizações no plano de gerenciamento de projeto podem ser feitas no processo Realizar o Controle Integrado de Mudanças.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • Área Gerenciamento da Integração

    Iniciação: Desenvolver o Termo de Abertura do Projeto

    Planejamento: Desenvolver o Plano de Gerenciamento do Projeto

    Execução: Orientar e Gerenciar o Trabalho do Projeto

    Monitoramento e Controle: Monitorar e Controlar o Trabalho do Projeto E Realizar o Controle Integrado de Mudanças

    Encerramento: encerrar o Projeto ou Fase

  • Discordo do gabarito, no sentido de que a simples análise da documentação demonstra que as duas afirmativas estão corretas, mas não consigo ver que o fato de as atualizações no plano de gerenciamento de projetos terem um processo específico para ser verificadas como um justificativa para as mudanças serem gerenciadas ao longo do projeto. É apenas uma característica relacionada. De qualquer forma, serviu para me acostumar com o tipo de questão que a banca promove, mas, para mim, o gabarito é B.


ID
607045
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Em uma Estrutura Analítica de Projeto organizada por fases, devem-se colocar as atividades mais complexas do projeto no nível mais detalhado (os pacotes de trabalho).

PORQUE

Um pacote de trabalho pode ser agendado, ter seu custo estimado, monitorado e controlado.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • Primeira: Em uma Estrutura Analítica de Projeto organizada por fases, devem-se colocar as atividades mais complexas do projeto no nível mais detalhado (os pacotes de trabalho).

     

    ERRADA: Na verdade, devemos colocar as atividades mais complexas em alto nível, detalhando-as em níveis mais baixos (pacotes de trabalho).

     

    Segunda: Um pacote de trabalho pode ser agendado, ter seu custo estimado, monitorado e controlado.

     

    CORRETA.

     

    Alternativa D.

     

  • D

    Segunda Afirmação é verdadeira: "Um pacote de trabalho pode ser agendado, ter seu custo estimado, monitorado e controlado." 

    Fonte: Livro Guia de Estudo para o Exame PMP - MAURY MELO


ID
607048
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Segundo o PMBOK 4ª Edição, durante o processo Desenvolver o cronograma, é necessário realizar a Análise da Rede do Cronograma. Para isso, devem ser utilizadas técnicas analíticas apropriadas que permitam gerar corretamente o cronograma do projeto.

A esse respeito, considere as seguintes técnicas analíticas:

I - Método da cadeia crítica
II - Análise do cenário e-se
III - Nivelamento de recursos

É aplicável à Análise da Rede do Cronograma a técnica mencionada em

Alternativas
Comentários
  • 6.6 Desenvolver o Cronograma do Projeto

    Ferramentas e Técnicas:

    -Análise do calendário de rede

    -Método do caminho crítico (CPM)

    -Método da Corrente Crítica

    -Nivelamento de recursos (Resource levelling)

    -Análise de Cenários Alternativos (E – Se)

    -Ajustar antecipações e esperas

    -Compressão do cronograma

    -Software de suporte à gestão de projeto

     

    Fonte: PMBOK v5


ID
607051
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Na etapa de encerramento de um projeto, o gerente deve analisar o plano de gerenciamento do projeto, as entregas aceitas e os ativos de processos organizacionais. Por meio da opinião especializada, pode(m) ser produzida(s):

I - a transição de produto, serviço ou resultado final;

II - as atualizações de ativos de processos organizacionais;

III - o registro da situação da configuração final.

O gerente deve produzir o que se apresenta em

Alternativas
Comentários
  • Resposta: C

    informaçoes das saídas  mostrada na imagem que ilustra a seção 4.6 do guia PMBOK 5 ediçao

    4.6 Encerrar o projeto ou fase

    Encerrar o projeto ou fase é o processo de finalização de todas as atividades de todos os grupos de processos de gerenciamento do projeto para encerrar formalmente o projeto ou a fase. O principal benefício deste processo é o fornecimento de lições aprendidas, o encerramento formal do trabalho do projeto e a liberação dos recursos organizacionais para utilização em novos empreendimentos.

    Saídas:

    .1 Transição do produto, serviço ou resultado final

    .2 Atualizações nos ativos de processos organizacionais


ID
607054
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

O gerenciamento de projeto exige, para sua boa realização, o conhecimento não só do processo de gerenciamento e suas atividades, mas também das ferramentas e técnicas apropriadas para serem utilizadas em cada Processo. O PMBOK 4a Edição é um guia que fornece essa informação.

Com base nesse guia, considere as ferramentas e técnicas listadas a seguir:

I - Análise da Variação
II - Decomposição
III - Entrevistas
IV - Oficinas

Fazem parte do processo Coletar os Requisitos apenas os que se apresentam em

Alternativas
Comentários
  • 5.2 Coletar os requisitos

    Ferramentas e técnicas:

    -Entrevistas

    -Grupos de discussão

    -Oficinas facilitadas

    -Técnicas de criatividade em grupo

    -Técnicas de tomada de decisão em grupo

    -Questionários e pesquisas

    -Observações

    -Protótipos

    -Benchmarking

    -Diagrama de contexto

    -Análise dos documentos

     

    Fonte: PMBOK

  • Ferramentas e técnicas para Coletar os Requisitos

    Entrevistas: costumam ser conversas fase a fase com as partes interessadas. As entrevistas podem ser formais ou informais e geralmente consistem em perguntas preparadas antecipadamente.

    Discussões em grupo: seleciona os peritos nos assuntos em questão e as partes interessadas para participar das discussões em grupo.

    Oficinas: Partes interessadas se reúnem em uma oficina para discutir e definir os requisitos que afetam mais a um departamento.

    Técnicas de criatividade em grupo:  envolve várias técnicas como brainstorming, técnica de grupo nominal, a técnica de Delphi e diagramas de afinidade.

    Técnicas de tomada de decisão em grupo: método que pode ser utilizados com as técnicas de criatividade de grupo incluem unanimidade, onde todo mundo concorda com a resolução ou curso da ação;

    Questionário de pesquisa: envolve pesquisar um grupo de participantes via questionário ou pesquisas.

    Observações: costuma ser uma experiência face a face em que um observador se senta lado a lado com o participante para observar como o participante interage com o produto ou serviço.

    Protótipos: é uma técnica que envolve a construção de um modelo funcional, ou simulacro, do produto final para os participantes testarem.

    Alternativa: E


ID
607057
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Segundo o PMBOK 4ª Edição, as estruturas organizacionais influenciam na forma como os projetos são executados.

Nesse contexto, na estrutura organizacional

Alternativas
Comentários
  • a) Quem controla é o Gerente Funcional; apenas a partir da Matricial Forte que o Gerente de Projetos o controla; 

    b) Na Matricial Fraca a autoridade é Baixa

    c) na Matricial Balanceada o pessoal administrativo trabalha em tempo parcial, apenas o gerente de projeto que trabalha em tempo integral

    d) CERTO

    e) dedicação é Integral
  • Analisando as alternativas:

    a) Gerente de projeto não tem poder sobre o orçamento em organização funcional. Errada;

    b) Autoridade de considerável a total é característica de organização projetizada. Errada;

    c) O pessoal administrativo da gerência do projeto só trabalha em tempo integram em organizações matriciais fortes e projetizadas. Errado;

    d) Correta.

    e) Errado. Em organizações projetizadas, o gerente de projeto possui dedicação total ao projeto.

    Gabarito: D

  • Organização funcional

    - O tipo mais comum de estrutura organizacional.

    - Formato piramidal.

    - Níveis de gerência estratificados, subordinados por camadas horizontais.

    - As atividades são divididas funcionalmente, por especialidades ou disciplinas.

    Pouca força e respeito do Gerente de Projetos.

    Organização projetizada

    - Os Recursos Humanos do projeto são separados dos demais grupos da empresa;

    - Uma gerência centralizada dirige os esforços do projeto;

    - Possibilita a maximização da alocação de recursos;

    - Flexibilidade para montagem de equipes;

    Organização matricial

    - Estrutura híbrida.

    - Visa otimizar os pontos fortes e minimizar os pontos fracos das demais estruturas.

    - A base é uma estrutura funcional onde existe ampla mobilidade lateral.

    - Podem ser do tipo Fraca, Balanceada e Forte.

    Organização matricial fraca: Os gerentes funcionais têm todo o poder dentro da estrutura. Os gerentes de projeto não passam de coordenadores ou executores de projetos, com responsabilidade parcial.         

    Matricial balanceada: O poder é equilibrado entre os gerentes de projeto e os funcionais, sendo que cada gerente é responsável pela sua parte do projeto ou da organização. Os funcionários são designados para os projetos conforme as necessidades existentes e não segundo a força ou debilidade da posição do gerente.

    Matricial Forte: Nessa modalidade, o equilíbrio de poder fica por conta dos gerentes de projeto. Eles podem convencer os gerentes funcionais a renunciar a seus melhores recursos em favor dos projetos.

         

    Alternativa: D


ID
607060
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

Os resultados de um projeto podem requerer atualizações no planejamento. Essas alterações podem mudar durações, produtividade, recursos e causar riscos imprevistos.

Quanto ao Grupo de processos de execução descrito no PMBOK 4ª Edição, tem-se que

Alternativas
Comentários
  • Resposta: B

    PMBOK-5ª-Edição

    92 Mobilizar equipes do Projeto

    Saídas:

    1 Designações do pessoal do projeto .

    2 Calendários dos recursos .

    3 Atualizações no plano de gerenciamento do projeto


ID
607063
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

Um processo de negócio pode ser definido como um(a)

Alternativas
Comentários
  • Alguem pode me explicar por que processo de negócio pode ser como definido como um algoritmo ?

  • Ridícula questão !

  • Segundo o professor do Estratégia: "pode ser definido como um algoritmo passo a passo para atingir um objetivo de negócio". Apenas isso


ID
607069
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

                    “Se você não pode medir isso, você não pode gerenciá-lo."
                                                                                                                  Peter Drucker

O sucesso de uma organização depende da capacidade de avaliação de seu desempenho, é o que nos afirma Drucker. É necessário, no entanto, determinar os indicadores de desempenho apropriados para cada processo. Um indicador importante do desempenho de processo é a Velocidade do Processo, que é definida pela razão entre

Alternativas
Comentários
  • VELOCIDADE DO PROCESSO
    Também conhecido como velocidade de fabricação.

    A velocidade do processo representa o tempo real necessário para a conclusão do serviço ou produto, dividido pelo tempo onde realmente foi adicionado valor.

  • Velocidade do Processo = Tempo de Atravessamento / Tempo do valor adicionado

  • Velocidade do Processo = Tempo de Atravessamento / Tempo do valor adicionado


ID
607072
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

Entre as técnicas de controle e análise de dados de processo, encontra-se o Balanced Scorecard (BSC), criado por Robert Kaplan e David Norton. Sobre essa técnica, analise as afirmações a seguir

O BSC disponibiliza aos gerentes e executivos um conjunto de medidas financeiras e não financeiras que fornecem uma visão mais ampla e balanceada do desempenho organizacional.

PORQUE

As medidas financeiras guiam, indicam e avaliam o caminho que as companhias devem tomar para criar valor futuro, enquanto as medidas não financeiras indicam a história dos eventos passados.

A esse respeito, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • Medidas financeiras contam a história de eventos passados, mas isso não é suficiente para as empresas da era da informação, que precisam criar valor para o futuro, através de medidas não financeiras: investimentos em clientes, fornecedores, funcionários, processos, tecnologia e inovação.

  • letra c, a armadilha está na palavra "enquanto", mesmo tendo perspectivas diferentes todas as medidas tem o mesmo com comportamento por assim dizer.
  • GAB: LETRA C

    Complementando!

    Fonte: Fernanda Neiva

    O Balanced Scorecard (BSC) é uma ferramenta administrativa que orienta o gerenciamento organizacional e principalmente auxilia os gestores na execução do planejamento estratégico da organização, de modo que durante o período de execução deste planejamento, não se perca de vista a visão que foi determinada para o negócio.

    Os processos aqui são vistos sob 4 perspectivas, que são: Financeira, de Clientes, de Processos Internos e de Aprendizado e Crescimento. Vejamos cada uma delas:

    • Na perspectiva financeira trata-se dos resultados financeiros de uma organização, tais lucratividade, retornos financeiros, endividamentos, entre outros;
    • Na perspectiva de clientes foca-se no cliente. Nesta questão a organização precisa se remontar de modo que se adapte para a retenção de clientes e a conquista de outros;
    • Na perspectiva de Processos Internos a organização precisa mapear as suas atividades e encontrar aquelas que mais impactam seu negócio, afim de executá-las com excelência;
    • Na perspectiva de Aprendizado e Crescimento o foco é no como a organização faz acontecer suas atividades; ou seja, como ela trabalha a retenção do conhecimento e incentiva a inovação e desenvolvimento em função dos processos.

    Vamos à cada uma das afirmações:

    O BSC disponibiliza aos gerentes e executivos um conjunto de medidas financeiras e não financeiras que fornecem uma visão mais ampla e balanceada do desempenho organizacional. (VERDADEIRA)

    • O BSC possui 4 perspectivas, a financeira e outra 3 não financeiras (de clientes, de processos internos e de aprendizado e crescimento). A ideia proposta pelo BSC é exatamente a de que um negócio não deve se pautar apenas pelos indicadores financeiros, há outros fatores de igual importância que deveriam também ter a sua devida relevância na tomada de decisão. Com todas as perspectivas é possível visualizar a organização como um todo.

    As medidas financeiras guiam, indicam e avaliam o caminho que as companhias devem tomar para criar valor futuro, enquanto as medidas não financeiras indicam a história dos eventos passados. (FALSA)

    • Nenhuma das perspectivas tem a função retórica, ou seja de retomar o passado. Todas retratam uma situação atual com seus respectivos vieses de melhorias.

ID
607075
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

Medindo alguns indicadores de um processo, um consultor descobriu os seguintes dados:

I - A cada 100 horas planejadas de produção, apenas 92 horas são realmente usadas em atividades produtivas, sendo as 8 horas restantes não produtivas.

II - A cada 100 produtos entregues, 12 são devolvidos pelo cliente por não estarem de acordo com os requisitos acordados.

Usando unicamente esses dados, o consultor então concluiu que a eficácia e a eficiência do processo são, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • A eficiência é o ato de “fazer certo as coisas” (que está relacionada ao operacional), enquanto que a eficácia consiste em “fazer as coisas certas” (que está relacionada ao nível gerencial).

     

    Pensando desta forma pdoemos identificar que a informação I está relacionada ao operacional (tempo de produção - 92%), enquanto a II está relacionada ao gerencial (entrega / satisfação do cliente - 88%).

     

    Essa questão confunde porque no final a pergunta inverte a ordem das informações (I e II), induzindo a resposta para a alternativa E, pois possui as respostas corretas, porém, invertidas.

     

    Por isso a resposta correta é a letra C.


ID
607078
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

A inovação (reengenharia) em processos consiste em quatro passos principais, entre os quais NÃO se encontra

Alternativas
Comentários
  • Alguém explica essa questão?

  • No meu ponto de vista como é inovação , não se pode utilizar o benchmark, pois esse seria o aprendizado com o passado ou com outros, como referencia, no caso de inovação não o é.

     

  • A ideia é construir novos processos completamente especificados para a demanda a ser suprida. Segundo a definição formal, "A mudança é extrema, iniciando-se com uma folha de papel em branco e terminando com um processo completamente novo, sempre pensando no valor agregado oferecido ao cliente.". Então você não vai olhar para os processos semelhantes que outras organizações estão fazendo. Você vai construir o seu do ZERO e moldá-lo da forma mais enxuta possível, "somente e exatamente" para atender a necessidade do cliente, gerando o maior valor agregado possível.

    Referências: https://www.heflo.com/the-bpm-cookbook-online-guide/ e http://www.venki.com.br/blog/o-que-e-reengenharia-de-processos/ (o venki é basicamente tradução do heflo)

  •  INOVAÇÃO (REENGENHARIA) EM PROCESSOS 

    OS 4 PASSOS PRINCIPAIS DA REENGENHARIA:

    1.simulação do processo==Um rascunho do processo

    2.análise do cenário em alto nível==resultado desejado èarea estratégica

    3.uso da Teoria do Um==o que precisa ser feito para entregar o produto ao cliente

    4.modelagem do processo==testedo e aprovado, o modelo, o modelo é finalizado


ID
607081
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

Passo importante em qualquer projeto de BPM é fazer a modelagem “as-is”.

PORQUE

Para garantir o sucesso do projeto dos novos métodos a implantar pelo BPM, os procedimentos vigentes devem ser ignorados.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • achei questionável dizer que em QUALQUER projeto é necessário fazer a modelagem "as-is". Em reengeharia, não seria possível começar um processo todo do zero ou de um modelo 'to-be"?

  • A afirmação I está errada,  não é possível fazer AS-IS em novos processos ou processos de inovação. Caberia recurso.


ID
607084
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

Entre as principais características dos processos de negócio, está o fato de que

Alternativas
Comentários
  • Tudo bem que a A está correta, mas não é importante que um processo de negócio seja documentado??
  • LETRA A


    Documentado, mas necessariamente ser INTENSIVAMENTE documentado.


ID
607087
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Gerência de Projetos
Assuntos

A gestão de processos de negócio (BPM) exige um método sistemático e confiável de análise do impacto dos processos de negócio e de introdução de inovações.

PORQUE

O gerenciamento de um portfólio de processos de negócios, entre outros, analisa requisitos do cliente.

Analisando-se as afirmativas acima, conclui-se que

Alternativas

ID
607090
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Assuntos

As técnicas e metodologias criadas para modelar processos podem ter seu uso relacionado com perspectivas, cada uma com um foco específico.

Associe as perspectivas com os focos relacionados a seguir.

I - Atividades                                                                       P - Perspectiva funcional
II - Responsabilidades, dependências e autoridade          Q - Perspectiva comportamental
III - Sequência dos estados de atividades e  objetos         R - Perspectiva informacional
                                                                                           S - Perspectiva organizacional
As associações corretas são:

Alternativas
Comentários
  • PERSPECTIVAS E FOCOS

    P - Perspectiva funcional== FOCO NAS  Atividades     

    S - Perspectiva organizacional == FOCO NAS Responsabilidades, dependências e autoridade  

    Q - Perspectiva comportamental == FOCO NA Sequência dos estados de atividades e  objetos 

     

  • • Perspectiva funcional. Identifica quais atividades estão sendo realizadas, quais elementos estão sendo produzidos e quais os fluxos de dados ou informações são necessárias para ligar essas atividades. Representa as atividades que estão sendo realizadas pelos funcionários;

    • Perspectiva comportamental. Representa um processo em termos de mecanismos de interações e feedbacks;

    • Perspectiva organizacional. Descreve um processo em termos de onde e por quem as atividades estão sendo realizadas;

    • Perspectiva informacional. Representa um processo em termos de entidades (documentos, dados e produtos) que estão sendo manipuladas. Ou seja, representa os detalhes de informações ou entidades que estão sendo manipuladas pelo processo.

     

    http://www.revistasg.uff.br/index.php/sg/article/viewFile/V9N1A3/SGV9N1A3


ID
607093
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Arquitetura de Software
Assuntos

Em Projeto de Interfaces de Software, estilos de interação são as formas por meio das quais os usuários se comunicam ou interagem com os sistemas computacionais.

Dentre as formas abaixo, qual NÃO representa um estilo de interação de uma interface de software?

Alternativas
Comentários
  • Linguagem polimórfica

  • Uma linguagem polimórfica é a que suporta polimorfismo ( Actionscript, Java), já a linguagem monomórfica não suporta polimorfismo (Pascal, ASP).


ID
607096
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Arquitetura de Software
Assuntos

Em Arquiteturas Orientadas a Serviços, os barramentos de serviços corporativos (ESB - Enterprise Service Bus) viabilizam a infraestrutura que permite usar os serviços em ambientes distribuídos.

Entretanto, os ESB possuem características técnicas e conceituais que os distinguem, e, em função dessas diferenças, podem ser categorizados.

Associe os tipos de conexão com suas possíveis implementações.

I – API  
II – Interceptores
III – Mediadores

P – Chamada de serviço indireta ponto a ponto, onde o ponto final físico é substituído por  um balanceador de carga.
Q – O ESB define um protocolo, utilizado para troca de mensagens entre fornecedores e  consumidores.
R – O ESB define as interfaces específicas das plataformas, e fornecedores e consumidores as utilizam para implementações e chamadas de serviços.
S – Comunicação onde o consumidor identifica o serviço oferecido através de um nome  simbólico, interpretado pelo ESB para encontrar um fornecedor apropriado.

As associações corretas são:

Alternativas
Comentários
  • I – API   ==é um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web. 

     

    II – Interceptores== Chamada de serviço indireta ponto a ponto, onde o ponto final físico é substituído por  um balanceador de carga.

     

    III – Mediadores ==– Comunicação onde o consumidor identifica o serviço oferecido através de um nome  simbólico, interpretado pelo ESB para encontrar um fornecedor apropriado.

  • Não achei em lugar algum informação que corresponda a essas associações da questão.

     


ID
607099
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Sistemas de Informação
Assuntos

Há sistemas de informação para atender especificamente à área de recursos humanos.

Associe os níveis organizacionais às macrodescrições dos sistemas correspondentes.

       Nível
I - Operacional
II - Gerencial
III - Estratégico

                   Macrodescrição

P - Facilita o balanceamento de recursos de produção.
Q - Acompanha o treinamento e o  desempenho do funcionário.
R - Projeta necessidades futuras de mão de obra qualificada.
S - Monitora salários e benefícios.

As associações corretas são:

Alternativas
Comentários
  • I - Q >  OperacionalAcompanha o treinamento e o  desempenho do funcionário

    II - S >  GerencialMonitora salários e benefícios.
    III - R > EstratégicoProjeta necessidades futuras de mão de obra qualificada.

     

  • P – II) Facilitar o balanceamento de recursos de produção é gerencial;

    (Q – I) Acompanha o treinamento e o desempenho do funcionário é operacional;

    (R – III) Projeta necessidades futuras de mão de obra qualificada é estratégico;

    (S – II) Monitora salários e benefícios é gerencial

     

     

    FACILITAR, MONITORAR = GERENCIAL

    ACOMPANHAR = OPERACIONAL

    PROJETAR = ESTRATÉGICO

  • GAB: LETRA C

    Complementando!

    Fonte: Letícia Chaves

    I - Operacional ⇨ Q - Acompanha o treinamento e o desempenho do funcionário.

    • Nível Operacional é denominado nível técnico ou núcleo técnico é o nível localizado nas áreas inferiores da organização. É o nível no qual as tarefas são executadas e as operações realizadas:envolve o trabalho básico relacionado com a produção dos produtos ou serviços da organização. 

    II - Gerencial ⇨ S - Monitora salários e benefícios.

    • Nível Gerencial é o nível colocado entre os níveis institucional e operacional e que cuida da articulação interna entre ambos. Atua na escolha e captação dos recursos necessários, bem como na distribuição e colocação do que foi produzido pela empresa nos diversos segmentos do mercado. 

    • O nível intermediário/gerencial compõe-se da média administração, isto é, das pessoas ou órgãos que transformam as estratégias formuladas para atingir os objetivos empresariais em programas de ação. 

    III - Estratégico ⇨ R - Projeta necessidades futuras de mão de obra qualificada.

    • Nível Estratégico é o nível em que as decisões são tomadas e onde são definidos os objetivos da organização e as estratégias para alcançá-los. Lida com a incerteza pelo fato de não ter poder ou controle sobre os eventos ambientais presentes e muito menos capacidade de prever com razoável precisão os eventos ambientais futuros.

ID
607102
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Arquitetura de Software
Assuntos

Os Sistemas de Informação, já há algum tempo, se beneficiam de ferramentas de troca eletrônica de documentos, utilizando um padrão de comunicação chamado Intercâmbio Eletrônico de Dados (EDI – Electronic Data Interchange).

Nesse contexto, um cenário que NÃO integra essa abordagem é que

Alternativas
Comentários
  • Como funciona o EDI? O EDI atua por meio de uma estruturação de arquivos. Basicamente, ele cria layouts ou padrões para a arquitetura dos dados. Então, os arquivos são enviados para a empresa de interesse, que faz o upload em seu sistema. Um dado sistema adota um formato (ou padrão) de mensagem estruturada para importar e exportar dados. Cada documento, como a NF-e (nota fiscal eletrônica) e o CT-e (conhecimento de transporte eletrônico), por exemplo, tem seu arquivo EDI próprio, que são o NOTFIS e o CONEMB, respectivamente. Então, cada documento (NF-e, CT-e, contas a pagar, contas a receber, ocorrências na entrega) apresenta sua própria forma de se comunicar entre um sistema e outro, por meio de arquivos estruturados. Quando a mensagem é recebida, um Programa Tradutor converte seu formato para outro de mensagem entendida pelo sistema receptor.
  • Para que serve o EDI? Como dito, a principal função do EDI é permitir que as informações sejam transmitidas de um ponto ao outro. Inicialmente, a incompatibilidade de dados seria um problema e exigiria uma atuação manual. Mas, com a sua estruturação, é possível garantir que os dados façam um intercâmbio sem dificuldades. Também é um jeito de abrir e manter a comunicação entre diversos elos da cadeia logística. Assim, não é preciso recorrer a soluções complexas, já que tudo pode ser transmitido por meio de arquivos de texto simples. Ele serve, portanto, para garantir a adaptação a um cenário progressivamente tecnológico. As escolhas de softwares, plataformas e sistemas deixam de ser um empecilho para que os diversos elos da cadeia se comuniquem de maneira adequada.
  • EDI — Electronic Data Interchange O EDI — Intercâmbio Eletrônico de Dados, em português — pode ser definido como uma tecnologia que possui o objetivo de padronizar e otimizar a comunicação entre sistemas de informação variados, independentemente de quem os desenvolveu.

ID
607105
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Redes de Computadores
Assuntos

A utilização das tecnologias de serviços Internet, tais como, WWW e o protocolo HTTP, fomentou o aparecimento de soluções corporativas como as intranets e extranets. Sobre essas tecnologias, tem-se que

Alternativas
Comentários
  • Gabarito: E.

     

    Internet - rede mundial

     

    Intranet - rede local que utiliza os programas, protocolos e serviços da internet, mas para disponibilizar acesso a informações somente para pessoas autorizadas.

     

    Extranet - canal de comunicação externo que permite aos usuários interagirem com a empresa (normalmente parceiros, fornecedores e vendedores).

     

    Quando as alternativas são longas, comece analisando a última e vá subindo, pois a chance de uma das últimas ser o gabarito é grande.


ID
607111
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

A área de armazenamento temporário (ODS – Staging Area) é um componente indispensável em um data warehouse, e sua utilização é uma decisão de projeto.

PORQUE

A área de armazenamento dinâmico de dados (DDS – Dynamic Data Storage) consiste em um espaço de armazenamento volátil onde informações correntes de dados são armazenados antes de serem carregadas para o data warehouse.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • As duas são falsas:

    O ODS é um dos componentes não indispensáveis de uma arquitetura de BI, e pode existir de forma temporária apenas, mas torna-se o elemento mais importante da arquitetura se a organização tem como meta a geração de relatórios operacionais.

    A área de armazenamento dinâmico de dados (DDS – Dynamic Data Storage) consiste em um espaço de armazenamento NÃO volátil


ID
607114
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Um dos grandes desafios na construção de bases de dados de data warehouses reside na qualidade dos seus dados. Como esses dados que servem de matéria- -prima para esses repositórios de dados podem ter as mais diversas procedências, vários tipos de problemas precisam ser resolvidos.

Um exemplo da situação acima descrita encontra-se no fato de que os

Alternativas
Comentários
  • PROBLEMAS EM DATAWAREHOUSE

    Campo texto em Dimensões e Fatos

    Os campos de texto aberto (como observações, detalhes e etc) podem causar oneração do DW. Esses atributos custam grande espaço de armazenamento na base consolidada, além de tirarem o foco gerencial das informações do DW. Por isso, devemos evitar ao máximo a inclusão desses dados, questionando sempre sua necessidade quando for solicitado.

    Construção do DW pensando apenas em necessidades operacionais

    O DW conceitualmente visa atender desejos estratégicos, pois as necessidades operacionais são essencialmente extraídas pelos próprios sistemas transacionais (OLTP). Construir o DW visando necessidades operacionais impede o real benefício à organização e transforma uma potencial solução em um enorme "elefante branco".

    Utilização de chaves operacionais para junção de Dimensões e Fatos

    Não podemos utilizar chaves das tabelas operacionais para junções entre Dimensões e Fatos. Devemos utilizar as surrogate keys (chaves artificiais ou substitutas) pois só assim é possível tratar dados históricos nas tabelas de Fatos e o versionamento (modificações) dos dados nas Dimensões. Sem as chaves substitutas esse artifício é inviabilizado.

    Modelar o DW com base em uma visão específica ou necessidade pontual

    O DW depois de pronto deve permitir a flexibilização de cruzamento das informações da forma que o usuário, por ventura, necessitar. Por isso, não devemos construir visando uma necessidade pontual ou uma análise única do problema.

    Não manter a conformidade entre Dimensões e Fatos nos diversos Data Marts

    Um grande problema é a falta de conformidade entre dados do DW, causando retrabalho e falta de padronização nas informações apresentadas. Por isso, devemos sempre elaborar a modelagem tendo em vista a reutilização dos objetos nos diferentes Data Marts para que, dessa forma, o projeto tenha eficácia e consistência.

    Negligenciar o versionamento (alterações) dos dados nas Dimensões

    Nos projetos de DW não podemos subestimar a necessidade de armazenar as mudanças dos campos (atributos) das Dimensões. Dizer que os dados nunca vão alterar ou que os usuários nunca precisarão saber das mudanças ocorridas nas informações ao longo do tempo requer ponderação e muito cuidado. Devemos considerar todas as possibilidades – incluindo a mudança de desejo do usuário – e elaborar o projeto (modelagem) de forma que suporte futuras alterações na estrutura do DW com o menor impacto possível.


ID
607117
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Ferramentas OLAP (On-Line Analytical Processing) permitem aos seus usuários analisar tendências em bases de dados transacionais. Para implementá-las, diversas tecnologias com características diversas estão à disposição dos analistas.

Sendo assim, associe as tecnologias utilizadas em ferramentas OLAP, listadas abaixo, às suas respectivas características.

I – MOLAP
II – HOLAP
III – ROLAP

P – Permitem acesso a bases de dados armazenados em estruturas multidimensionais apenas.
Q – Evitam problemas de escalabilidade, tendo em vista que os dados estão armazenados em computadores pessoais.
R – Constroem bases multidimensionais em sistemas de bancos de dados relacionais.
S – Permitem acesso tanto a bases relacionais quanto multidimensionais.

Estão corretas as associações:

Alternativas
Comentários
  • ROLAP: Lê os dados de detalhe (fatos) diretamente de fonte de dados relacional. 

    MOLAP: Armazena os dados de detalhe (fatos) e as agregações em um modelo multidimensional. Apresenta melhor desempenho.

    HOLAP: É uma combinação dos métodos ROLAP e MOLAP

    DOLAP: Permite a recuperação de um cubo de informação a ser analisado inteiramente em uma estação cliente.

    Alternativa: B


ID
607120
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

A verificação de software é um processo mais abrangente que o processo de validação de software.

PORQUE

O objetivo da validação é assegurar que o sistema atenda às expectativas do cliente, enquanto que a verificação envolve testes de correção do produto.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • Validação de software ou, mais genericamente, verificação e validação (V&V), tem a intenção de mostrar que um software se adequa a suas especificações ao mesmo tempo que satisfaz as especificações do cliente do sistema. Teste de programa, em que o sistema é executado com dados de testes simulados, é a principal técnica de validação. A validação também pode envolver processos de verificação, como inspeções e revisões, em cada estágio do processo de software, desde a definição dos requisitos de usuários até o desenvolvimento do programa. Devido à predominância dos testes, a maior parte dos custos de validação incorre durante e após a implementação.

     

    Fonte: Sommerville, 9ª Edição, Capítulo 2.

  • Olá pessoal bom dia.

     

    VALIDAÇÃO - ESTAMOS CONSTRUÍNDO O PRODUTO CERTO?

       TÉCNICAS DE VALIDAÇÃO:

         REVISÕES DE REQUISITOS;

         PROTOTIPAÇÃO;

         GERAÇÃO DE CASOS DE TESTE

     

    Por exemplo: a área de negócio solicitou um sistema de gestão de reuniões, portanto a técnica de validação visa checar se é o sistema de gestão de reuniões que está sendo desenvolvido.

     

    VERIFICAÇÃO - ESTAMOS CONSTRUINDO O PRODUTO DE MANEIRA CERTA.

     

    Visa checar se o sistema de gestão de reuniões está isento de erros - maneira certa

     

    Esses conceitos são bem cobrados em diversas provas.

     

    Fonte: sommerville

     

    Go ahead!!!

  • Estes termos são frequentemente confundidos, por isso vamos ver agora a diferença entre cada um destes processos:

    1. Verificação: Fizemos o software corretamente? 
    Esta atividade se resume em responder a esta pergunta. A verificação tem o objetivo de avaliar se o que foi planejado realmente foi realizado. Ou seja, se os requisitos e funcionalidades documentados foram implementados, além disso a verificação também pode ser realizada para especificação de sistemas, para avaliar se os requisitos estão sendo documentados como deveriam e ainda prever falhas ou inconsistências entre requisitos.

    2. Validação: Fizemos o software correto?

    A validação tem o objetivo de avaliar se o que foi entregue atende as expectativas do cliente. Ou seja, se os requisitos, independente do que foi planejado, estão sendo implementados para atender a regra de negócio do cliente, se o sistema é realmente aquilo que o cliente quer e está pagando para ter. A validação final do sistema é realizada pelo próprio cliente ou usuário.

  • O objetivo da Validação e da Verificação é assegurar que o SW seja adequado e se atende às necessidades, ou seja, a confirmação de que este cumpra suas especificações.

    A Verificação é uma atividade, a qual envolve a análise de um sistema para certificar se este atende aos requisitos funcionais e não funcionais. Já a Validação, é a certificação de que o sistema atende as necessidades e expectativas do cliente. O processo de Validação e Verificação, não são processos separados e independentes

     

    https://www.devmedia.com.br/a-importancia-da-validacao-e-da-verificacao/24559


ID
607123
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

Em um projeto de software orientado a objetos, surgiu a necessidade de modelar um certo comportamento alternativo com base no tipo específico de uma determinada entidade. Procedimento similar foi desenvolvido no passado, usando lógica condicional através dos comandos se – então – se- não em uma linguagem de programação estruturada.

Qual recurso o programador deverá utilizar para solucionar a questão nesse novo projeto?

Alternativas
Comentários
  • POlimorfismo permite um unico nome de classe oumetodo representar codigo diferente, dependente de algum mecanismo automatico. Para habilitar uma maior abstração de implementação, é indicado usar interfaces, que permitem que classes que as implementem assuma o compromisso de detrminar o comportamento de todos os seus metodos 

  • Polimorfismo: Significa "muitas formas", ou seja, uma operação tem o mesmo nome em diferentes classes, mas é executada de diferentes formas em cada classe.

     

     

     

    Programação em C ++ - 2.ed.: Algoritmos, estruturas de dados e objetos - Aguilar

     

     

     

  • Segue uma questão que pode ajudar...

     

    Ano: 2005 Banca: CESPE Órgão: TCU Prova: Analista de Controle Externo - Tecnologia da Informação

     

    Acerca das estruturas de dados, linguagens e ambientes de programação e das técnicas da orientação a objetos para a construção de aplicações e bancos de dados, julgue os itens seguintes.

    O polimorfismo, uma das características da orientação a objetos, permite eliminar dos programas estruturas de controle condicionais que, em programas estruturados, provocam o surgimento de erros e a dificuldade de extensão e reutilização.

     

    Resposta: Certa

  • A chave para entender o que o avaliador está querendo nesta questão é o trecho “comportamento alternativo com base no tipo específico de uma determinada entidade”. Isso é a característica do polimorfismo, onde o comportamento muda de acordo com base na instância da classe.

    Resposta: D


ID
607132
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Engenharia de Software
Assuntos

No contexto de qualidade de software e métricas de software, coesão e acoplamento são medidas

Alternativas
Comentários
  • GABARITO: C

    1) Acoplamento é uma medida “inter” componentes

    2) Coesão é uma medida “intra” componentes

    A primeira refere-se ao mundo externo do componente, como ele se inter-relaciona com os outros componentes do sistema.

    A segunda refere-se ao mundo interno do componente, como ele se intra-relaciona consigo mesmo.

    Para um software ter boa manutenibilidade, ter qualidade, é fundamental o modelarmos considerando sempre um sistema com Fraco Acoplamento e Alta Coesão.

  • c-

    Muito acomplamento - maior dependencia. Pouco acomplamento - menor dependencia. Verifica-se que quanto mais acoplamento, pior. Unicas opções com essa informação sao 'c' & 'e'. Basta lembrar que "coesão mede associação de elementos em um modulo" p/ chegar à resposta


ID
607135
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Um banco de dados é construído segundo as definições abaixo apresentadas.

create table T1 (a integer, b integer);
create table T2 (b integer);

A consulta a seguir
select distinct a from T1 y where not exists( select 1 from T2 where not exists
( select 1 from T1 x where y.a = x.a and T2.b = x.b) )

implementa qual operação da álgebra relacional entre as relações T1 e T2?

Alternativas

ID
607138
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

No modelo relacional, chaves candidatas desempenham um papel importante, pois se referem a atributos que identificam de forma única as tuplas de uma relação.

Sendo assim, chaves candidatas apresentam como característica

Alternativas
Comentários
  • Na seção 15.3.3 do livro do Navathe e Elmasri, é definido como Atributo Principal (termo usado na tradução do para o português, do original em inglês "prime attribute"):

    "Um atributo do esquema de relação R é chamado de atributo principal de R se ele for um membro de alguma chave candidata de R. Um atributo é chamado de não principal se não for um atributo principal, ou seja, se não for um membro de qualquer chave candidata."


ID
607141
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Banco de Dados
Assuntos

Um DBA executou os seguintes comandos em um sistema gerenciador de bancos de dados relacional, onde se encontra uma base de dados com duas tabelas, TAB1 e TAB2:

GRANT SELECT, UPDATE ON TAB1, TAB2 TO U1, U2 WITH GRANT OPTION

GRANT DELETE, INSERT ON TAB2 TO U2, U3


A seguir, o seguinte comando foi executado pelo usuário U2:

GRANT UPDATE ON TAB2 TO U3

Depois, o DBA executou o comando

REVOKE SELECT, UPDATE ON TAB2 FROM U2

Um cenário válido, após a execução dos comandos acima, é aquele onde o usuário

Alternativas
Comentários
  • a linha GRANT SELECT, UPDATE ON TAB1, TAB2 TO U1, U2 WITH GRANT OPTION GRANT DELETE,
    INSERT ON TAB2 TO U2, U3 deve ter uma separação!

    O certo é

    GRANT SELECT, UPDATE ON TAB1, TAB2 TO U1, U2 WITH GRANT OPTION 
    GRANT DELETE, INSERT ON TAB2 TO U2, U3

  • a) U1 possuirá direito de leitura e inserção na tabela TAB1

    b) U1 possuirá direito de remoção e atualização na tabela TAB2

    c) U2 possuirá direito de leitura e inserção na tabela TAB1

    d) U3 possuirá direito de remoção e seleção na tabela TAB1

    e) U3 possuirá direito de remoção e inserção na tabela TAB2

    GRANT DELETEINSERT ON TAB2 TO U2, U3​


ID
607144
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Arquitetura de Software
Assuntos

O principal uso da internet (www) é o acesso interativo a documentos e aplicações, na maioria dos casos, acessados por pessoas. Entretanto, cresce significantemente o uso dessa arquitetura para comunicação e interoperabilidade através do web-service. Em geral, os web-services oferecem serviços para sua descoberta e para sua descrição, representados, respectivamente, por

Alternativas
Comentários
  • UDDI: descoberta

    WSDL: descrição

    XML: dados

    SOAP: mensagens

    HTTP: transporte


ID
607147
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Arquitetura de Software
Assuntos

Qual é a arquitetura de software muito utilizada para desenvolvimento de aplicação web, onde a lógica da aplicação é implementada em uma camada separada da interface do usuário (entrada de dados e apresentação) e onde a comunicação entre as camadas se dá através de uma camada controladora?

Alternativas
Comentários
  • Arquitetura MVC: em português modelo-visão-controlador, é um padrão de arquitetura de software (design pattern) que separa a representação da informação da interação do usuário com ele. O modelo (model) consiste nos dados da aplicação, regras de negócios, lógica e funções. Uma visão (view) pode ser qualquer saída de representação dos dados, como uma tabela ou um diagrama. É possível ter várias visões do mesmo dado, como um gráfico de barras para gerenciamento e uma visão tabular para contadores. O controlador (controller) faz a mediação da entrada, convertendo-a em comandos para o modelo ou visão.

    Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/MVC

  • Arquitetura MVC é nada mais que um padrão de arquitetura de software, separando sua aplicação em 3 camadas. A camada de interação do usuário(view), a camada de manipulação dos dados(model) e a camada de controle(controller).


ID
607150
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

É conveniente o uso de técnicas de criptografia para proteger a confidencialidade, a integridade e a autenticidade das informações.

PORQUE

Técnicas de chaves públicas proporcionam método seguro de autenticação.

Analisando-se as afirmações acima à luz da NBR/ISO 27002, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • Criptografia protege a integridade dos dados?

  • Criptografia só não assegura a disponibilidade dos dados.

  • Sim Ana Azevedo, a Integridade garante que o conteúdo da mensagem não foi alterado. Para isso, é utilizada a função Hash, a qual é implementada através da criptografia assimétrica ou de chave pública.

    Dá uma olhada nesse site, ele é bem esclarecedor: http://www.training.com.br/lpmaia/pub_seg_cripto.htm

     

    Bons estudos

  • Técnica de chave pública garante um método seguro de autenticação? Forçou a barra, ainda poderia relevar se ele falasse de uma ICP (InfraEstrutura de Chave Pública). Mas, para ficar sem margem de discussão ele deveria falar no lugar de técnica de chave publica, assinatura digital, aí sim iria ficar padrão.


ID
607153
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

As NBR/ISO 27002 prescrevem que, para identificar os requisitos para os acordos de confidencialidade ou de não divulgação, convém considerar diversos elementos, entre os quais NÃO consta(m)

Alternativas
Comentários
  • penalidades são ações discricionárias que variam de organização para organização


ID
607156
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

No cálculo proposicional, dada a fórmula (P → Q) → (¬ P Λ Q), exatamente em quantas valorações do par (P, Q) essa proposição assume o valor verdade?

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    (P → Q) → (¬ P Λ Q)

    (V → V) → (F Λ V)
              V → F
                F

    (F → F) → ( V Λ F)
             V → F
                F

    (F → V) → ( V Λ V)
             V → V
                V

    (V → F) → ( F Λ F)
             F → F
               V

    Portanto só será 2 vezes

    bons estudos


ID
607159
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Segurança da Informação
Assuntos

A seção Segurança em Recursos Humanos da Norma NBR/ISO 27002 preconiza ações mesmo antes da contratação de funcionários. O objetivo declarado é “Assegurar que os funcionários, fornecedores e terceiros entendam suas responsabilidades e estejam de acordo com os seus papéis, e reduzir o risco de roubo, fraude ou mau uso de recursos.”

Para isso, essa norma diz ser conveniente que

Alternativas
Comentários
  • Resposta: C

    ABNT NBR ISO/IEC 27002 SET 2013:

    7 Segurança em recursos humanos

    7.1 Antes da contratação

    Objetivo: Assegurar que funcionários e partes externas entendam suas responsabilidades e estejam em conformidade com os papéis para os quais eles foram selecionados.

    [...]

    7.1.2 Termos e condições de contratação

    Controle: Convém que as obrigações contratuais com funcionários e partes externas, declarem as suas responsabilidades e a da organização para a segurança da informação.

    [...]

    Convém que os papéis e responsabilidades pela segurança da informação sejam comunicados para o candidato durante o processo de pré-contratação.

  • http://www.inf.furb.br/~paulofernando/downloads/risco/ISO-27002-2013.pdf


ID
607162
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

A proposição “se o freio da bicicleta falhou, então não houve manutenção" é equivalente à proposição

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra C

    Só há 2 equivaências para condicional:

    1) Nega as 2 proposições simples e inverte (~B → ~A)
    2) Nega a primeira, conserva a segunda e troca a "se..então" por "ou"  (~A v B)

    única que atende às premissas acima é a letra c

    bons estudos


ID
607165
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere as cláusulas C1 e C2, representadas, respectivamente, pelos conjuntos { ¬ A(x),B(x)} e { A(g(y)),B(y)}.
Um resolvente dessas cláusulas é

Alternativas
Comentários
  • Entendi nada dessa questão.

  • Eu consegui chegar na resposta da questão pensando em conjuntos...
    { ¬ A(x),B(x)} - Se o elemento "x" não está no conjunto A, então ele está no conjunto B.
    { A(g(y)),B(y)} - Se o elemento "y" está no conjunto G, e G pertence ao conjunto A, logo ele também pertence ao conjunto B.
    Sendo assim, eu imaginei o elemento B sendo o Universo, e os conjuntos A e G estariam dentro dele.
    Logo a única resposta que faz sentido seria...
    {B(g(y)), B(y)} - Se o elemento "y" está no conjunto G, o qual está dentro do conjunto B, logo "y" pertence ao conjunto B.
     

    Nesse raciocínio as demais questões não fariam sentido, porém não sei se é o raciocínio correto.  =/


ID
607168
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere as proposições a seguir.

I - ¬ ( A Λ B ) ↔ ( A → ¬ B)

II - ¬ (A→ ¬ B) → ((A V ¬ B ) Λ (¬ A V B))

III - ((A→ B) → A) → A

IV - ((A V B) Λ (¬ A V C )) → (B V C )

São tautologias as proposições apresentadas em

Alternativas
Comentários
  • Gabarito Letra E

    Todas são tautológicas, para saber se há tautologia, atribui para todas as proposições simples o valor F
    A = F
    B = F
    C = F

    ¬ ( A Λ B ) ↔ ( A → ¬ B)

    ¬ ( F Λ F ) ↔ ( F → V)
    ¬ F↔ V
    V↔ V = VERDADEIRO

     ¬ (A→ ¬ B) → ((A V ¬ B ) Λ (¬ A V B))

     ¬ (F→ V) → ((F v V) Λ (V v F))
    ¬ V → (...)
    F → (...) independentemente do valor aqui a sentença será VERDADEIRA.

    ((A→ B) → A) → A

    ((F→ F) → F) → F
    (V → F) → F
    F → F = VERDADEIRO

    ((A V B) Λ (¬ A V C )) → (B V C )

    ((F V F) Λ (V v F)) → (F v F)
    F Λ V → F
    F → F = VERDADEIRO

    bons estudos

  • Renato, sempre funciona?

  • Dica do Renato funciona. Senão estamos lascados. Fiz a tabela e leva muito tempo. 

  • Não funciona sempre. Não tenho o código aqui agora, mas já fiz questões que esse macete não funfou.

  • Eu fiz diferente, como o avaliador não disse que era falsa, considerei tudo como verdade. Só coloquei como falsa as que estão com símbolo  de negação.

    A = V, B = V e C = V

    Lembrem-se, é importante saber a precedência das operações, sempre devemos começar pelos parenteses.
    Ordem de precedência dos conectivos: ~ ∧ ∨ → ↔

    Vamos às operações:

    I - ¬ ( A Λ B ) ↔ ( A → ¬ B)
        ¬ ( V Λ V ) ↔ ( V → F)
        ¬ V ↔ F
           F ↔ F
               V - Verdadeiro
     

    II - ¬ (A→ ¬ B) → ((A V ¬ B ) Λ (¬ A V B))
         ¬ (V→ ¬F) → ((V V F ) Λ (F V V))​
         ¬ (V) → ((V ) Λ (V))​​
               F → V
                  V - Verdadeiro

    III - ((A→ B) → A) → A
          ((V→ V) → V) → V
             ( V → V) → V
                 V → V
                     V - Verdadeiro

    IV - ((A V B) Λ (¬ A V C )) → (B V C )
           ((V V V) Λ (F V V)) → (V V V )
                     (V Λ V) → V
                         V → V
                             V - Verdadeiro


    Espero ter ajudado.

     

     

  • Rascunho para itens I e II

    A  ~A   B   ~B 
    V   F    V   F   
    V   F    F   V   
    F   V    V   F   
    F   V    F   V   

    I)

    A^B  ~(A^B) A->~B   <-> 
    V     F     F       V 
    F     V     V       V
    F     V     V       V     
    F     V     V       V  (Tautologia)

    II)

    A->~B  ~(A->~B)  
    F      V 
    V      F
    V      F
    V      F

    Logo: Como no item II temos o operador -> o pedaço ((Av~B)^(~AvB)) não pode ser Falso para primeira linha

    (Av~B)  ~AvB  ((Av~B)^(~AvB))
    V       V      V 

    Tautologia. 

    Apenas as opções de resposta C e E tem I e II como tautologias, e em ambas temos a opção III como tautologia, logo não precisamos fazer a tabela verdade da opção III só precisamos fazer da opção IV.

    IV)

    A ~A   B   C   (AvB) (~AvC)  ((AvB)^(~AvC)) (BvC)      ->
    V  F   V   V   V              V         V                      V           V 
    V  F   V   F   V              F          F                      V           V
    V  F   F   V   V              V          V                      V          V
    V  F   F   F   V              F          F                       F          V
    F  V   V   V   V             V          V                       V          V
    F  V   V   F   V             V          V                       V          V
    F  V   F   V   F             V          F                       V          V
    F  V   F   F   F             V          F                        F         V

    Tautologia.

  • CUIDADO

    Testei o esquema do Renato em vários casos e funcionou de fato, mas neste aqui não:

    ((P e Q) ---> R) ou R

    Assumindo F para todas as letras:

    ((F e F) ---> F) ou F

    (F ---> F) ou F

    V ou F = V.... mas a proposição é FALSA para P=V;Q=V;R=F

    Substituindo os alores na fórmula:

    ((V e V) ---> F) ou F

    (V ---> F) ou F

    F ou F = F...logo, não é tautologia...


ID
607171
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Algoritmos e Estrutura de Dados

Após a inserção de um nó, é necessário verificar cada um dos nós ancestrais desse nó inserido, relativamente à consistência com as regras estruturais de uma árvore AVL.

PORQUE

O fator de balanceamento de cada nó, em uma árvore AVL, deve pertencer ao conjunto formado por {-2, -1, 0, +1, +2}.

Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que

Alternativas
Comentários
  • Iniciamente eu pensei que o item II estivesse correto, eu até errei a questão, mas depois me atentei ao detalhe crucial:

    O fator de balanceamento de cada nó, em uma árvore AVL, deve pertencer ao conjunto formado por { -1, 0, +1}. - AVL balanceada.

     

    {-2, +2} - Caracteriza desbalanceamento.

     

    Go ahead!!!

  • Uma árvore binária T é denominada AVL quando, para qualquer nó de T, as alturas de suas duas subárvores, esquerda e direita, diferem em módulo de até uma unidade. Pela definição fica estabelecido que todos os nós de uma árvore AVL devem respeitar a seguinte propriedade:

    |hd(u) - he(u)| ≤ 1, onde hd(u) é a altura da subárvore direita do nó u e he(u) é a altura da subárvore esquerda do nó u. O valor hd(u) - he(u) é denominado fator de balanço do nó. Quando um nó possui fator de balanço com valor -1, 0 ou 1 então o mesmo é um nó regulado. Todos os nós de uma árvore AVL são regulados, caso contrário a árvore não é AVL.

    Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81rvore_AVL

    Logo, a segunda afirmação é falsa!


ID
607174
Banca
CESGRANRIO
Órgão
Petrobras
Ano
2011
Provas
Disciplina
Raciocínio Lógico
Assuntos

Considere as sentenças da lógica de primeira ordem a seguir.

I - ∃x ∃y A(x,y) Λ ¬ ∃x A(x,x)

II - ∀ x ∀y A (x,y) Λ ¬ ∀ x A (x,x)

III - ∀ x ∀ A ( x, y) → ¬ ∀ xA (x, x)

São insatisfatíveis APENAS as sentenças apresentadas em

Alternativas
Comentários
  • Reconhecer o tipo de uma sentença facilita a sua tradu¸cão para a linguagem da l´ogica de predicados. Veja outros exemplos:

    – “Toda cobra ´e venenosa”: ∀X[cobra(X) → venenosa(X)]

    – “Os rem´edios s˜ao perigosos”: ∀X[remedio(X) → perigoso(X)]

    – “Nenhuma bruxa ´e bela”: ∀X[bruxa(X) → ¬bela(X)] 

    – “Alguns políticos não são honestos”: ∃X[politico(X) ∧ ¬honesto(X)]

  • é inglês? kkkk