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Prova UECE-CEV - 2017 - UECE - Vestibular - Segundo Semestre


ID
2816278
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Se x representa um dígito, na base 10, em cada um dos três números 11x, 1x1 e x11, e se a soma desses números for igual a 777, então, o valor de x é

Alternativas
Comentários
  • (110 + x) + (101 + 10x) + (11 + 100x) = 777

    111x + 222 = 777

    111x = 555

    x = 5


ID
2816281
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

Sejam f e g funções reais de variável real definidas por f(x) = 2x e g(x) = x2 – 2x + 1. O valor da função composta f ° g no elemento x=2 é igual a

Alternativas
Comentários
  • f(g(x)) = 2^x

    f(x^2 - 2x +1) = 2^x2-2x+1

    f(x^2 - 2x +1) = 2^ 2 * 2 -2 * 2+1 ---> f(x^2 - 2x +1) = 2^1 = 1


ID
2816284
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A soma dos elementos do conjunto formado por todas as soluções, no intervalo [0,2π], da equação 2sen4(x) - 3sen2(x) + 1 = 0 é igual a

Alternativas
Comentários
  • Considerei u = sen²(x), portanto:

    2u² + 3u + 1 = 0

    ou

    (u - 1).(u - 1/2) = 0

    Obtive que as raízes de u são 1 e 1/2, logo:

    sen²(x) = 1 e 1/2; passando a raíz:

    sen(x) = 1, -1, √2/2 e -√2/2

    De acordo com esses quatro valores do seno, temos que:

    Para sen(x) = 1, x é igual ao ângulo π/2 (90°)

    Para sen(x) = -1, x é igual à 3π/2 (270°)

    Para sen(x) = √2/2, x assume dois valores: π/4 (45°) no 1° quadrante e 3π/4 (135°) no 2° quadrante

    Para sen(x) = -√2/2, x também assume dois valores: 5π/4 (225°) no 3° quadrante e 7π/4 (315°) no 4° quadrante

    Temos 6 valores na solução da equação, a soma deles é:

    π/2 + 3π/2 + π/4 + 3π/4 + 5π/4 + 7π/4

    O valor dessa soma é igual a 6 π.


ID
2816287
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O produto dos termos da progressão geométrica cujo primeiro termo, a razão e o último termo são respectivamente iguais a -1, -2 e 32 é igual a

Alternativas
Comentários

ID
2816290
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O polinômio P(x) = ax3 + bx2 + cx + d é tal que as raízes da equação P(x) = 0 são os números -1, 1 e 2. Se P(0) = 24, então, o valor do coeficiente a é igual a

Alternativas
Comentários
  • X1*X2*X3=-d/a

    24=ax0+bx0...+d---->d=24

    2=24/a-->a=12

    c


ID
2816293
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

O número de cordas determinadas por 12 pontos distintos colocados sobre uma circunferência é

Alternativas
Comentários

ID
2816296
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

No triângulo XYZ, as medidas em graus dos ângulos internos formam uma progressão aritmética cuja razão é igual a 30°. Se a medida do maior lado deste triângulo é igual a 12 cm, então, a soma das medidas, em cm, dos seus outros dois lados é igual a

Alternativas
Comentários
  • Os únicos ângulos possíveis 30°, 60° e 90°.

    O maior lado é oposto ao maior ângulo, logo 12 cm é oposto a 90°.

    Agora tu aplica a regra do triângulo 30,60,90°.

    O lado oposto a 30° é igual a metade do lado oposto a 90, ou seja, 6cm.

    Se o lado oposto a 30° é 6cm o lado oposto a 60° é 6√3.

    Agora faz oque enunciado pede ..

    A soma dos outros 2 lados:

    6+6√3 bota em evidência

    6(√3+1) letra A


ID
2816302
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

A medida da altura de uma pirâmide é 10 m e sua base é um triângulo retângulo isósceles cuja medida da hipotenusa é 6 m. Pode-se afirmar corretamente que a medida do volume dessa pirâmide, em m3, é igual a

Alternativas
Comentários
  • 1) Achar a altura e a base do triângulo isósceles retângulo que está na base:

    6² = x² + x² ---> x² = 18 (vou deixar assim pra já ir adiantando o meio-campo)

    2) Área do triângulo: b * h / 2 ---> x * x / 2 ---> 18/2 ---> 9

    3) Volume da pirâmide:

    V = Ab * H /3 ---> 9 * 10 / 3 ---> 30m³


ID
2816305
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Matemática
Assuntos

No triângulo isósceles XOZ, cuja base é o segmento XZ, considere os pontos E e U respectivamente nos lados OZ e XZ, tais que os segmentos OE e OU sejam congruentes. Se a medida do ângulo XÔU é 48 graus, então, a medida do ângulo ZÛE, é igual a

Alternativas
Comentários
  • É difícil explicar pq não tem como mandar a imagem do raciocínio.. mas é só você desenhar igual o enunciado pede e depois aplicar a regra "Z" aí .. ... ângulo(48°) XÔU = ângulo OÛE.. o triângulo OUE é isósceles, logo.. OÛE = OÊU .. aí o resto fica fácil... letra A


ID
2816308
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

O trecho a seguir foi retirado do jornal A Classe Operária, publicado em 18 de julho de 1925.


“[...] As famílias pequeno-burguesas estão pela hora da morte. [...] São 4 pessoas: marido, mulher e dois filhos. O marido tem um pequeno negócio que lhe rende 350$ mensais líquidos. A mulher era professora: tirava 250$. Mas com o primeiro filho teve que abandonar o ensino. [...] Vejamos como os 350$ se evaporam mensalmente: aluguel 93$; almoço e jantar da pensão 150$; 10 quilos de açúcar 14$; pão 24$; 4 quilos de café 10$800; 1 quilo de manteiga 10$; 7 litros de querosene 9$; 30 litros de leite 33$; 120 ovos 20$; álcool 7$500; frutas 30$; condução 15$; lavadeira 35$; carregador da marmita 21$; luz 7$. Total 479$300. [...] Déficit mensal 129$300. [...] Como equilibram as finanças? Fazendo serviços extras[...].


[Aí] está o orçamento de uma família pequeno-burguesa ideal – que não bebe, não joga, não fuma, não passeia, não vai ao cinema, não compra a prestações.


E se é assim, imaginai a situação da grande massa trabalhadora que ganha 200$ e 250$000!


A massa vive num regime de fome lenta, de depauperamento progressivo. Eis a realidade. [...]De pé – dez milhões de trabalhadores do Brasil! Para dentro dos sindicatos! Organização econômica nos sindicatos e organização política no partido!”.

HALL, Michael; PINHEIRO, Paulo Sérgio. A Classe Operária no Brasil. In: REZENDE, Antônio Paulo. Uma Trama Revolucionária? Do Tenentismo à revolução de 30. São Paulo: Atual,1990. P. 23, 24.


O momento da História Republicana do Brasil em que a situação econômica descrita no excerto acima está inserida é especificamente o período

Alternativas
Comentários
  • D. da República velha, em que as condições econômicas da população e a mobilização política do operariado urbano foram fatores para o surgimento de movimentos contra o governo da oligarquia cafeeira.

  • HALL, Michael; PINHEIRO, Paulo Sérgio. A Classe Operária no Brasil. In: REZENDE, Antônio Paulo. Uma Trama Revolucionária? Do Tenentismo à revolução de 30. São Paulo: Atual,1990. P. 23, 24.


ID
2816311
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

Durante o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso — marcado positivamente pela contenção da desenfreada inflação que dominou os governos anteriores — ocorreu uma alteração na Constituição de 1988, que possibilitou a reeleição para cargos majoritários do poder executivo nos três níveis: federal, estadual e municipal. O processo de aprovação da Emenda Constitucional Nº16/1997, entretanto, não foi tranquilo, pois enfrentou acusações de corrupção, veiculadas a partir de grandes órgãos da imprensa nacional como o Jornal Folha de São Paulo, em 13 de maio de 1997, e a revista Veja, em 21 de maio de 1997, ambos referindo-se à denúncia de compra de votos de deputados federais para que estes aprovassem a referida Emenda Constitucional Nº16, que, publicada em 04 de junho de 1997, permitiu a reeleição para cargos de chefia do Poder Executivo; e mais, tornou possível a reeleição já a partir das eleições para presidente e governadores dos estados e Distrito Federal que ocorreriam no ano seguinte. Em 1998, após vencer o pleito presidencial, FHC tornou-se o primeiro presidente reeleito do Brasil.


Sobre a Emenda Constitucional Nº16/1997, que modificou o texto constitucional, permitindo reeleição para cargos majoritários do poder executivo nos níveis federal, estadual e municipal, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários

ID
2816314
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Leia atentamente o excerto a seguir:


“Há duas Brancas Dias: uma real, outra imaginária. A primeira pode ser conhecida consultando-se os documentos históricos e os estudos já escritos a respeito; a outra está nos romances e peças de teatros inspirados pelo personagem real. [...] Enquanto seu marido, Diogo Fernandes, instalava-se em Pernambuco, [...] Branca, que havia permanecido em Portugal, era denunciada e presa pela Inquisição. Acusada de judaísmo pela própria mãe e por uma irmã, que já se encontravam presas, Branca admitiu a dita heresia, sendo assim libertada, [...]. Com a morte do marido, além de administrar a parcela que restava do engenho Camaragibe após um fracasso parcial de sua exploração, Branca manteve em sua casa da Rua Palhares, em Olinda, com a ajuda das filhas, uma escola para ensinar meninas a cozinhar, bordar e fazer rendados. Mal imaginava que, trinta anos depois, já morta, suas ex-alunas a denunciariam ao visitador inquisitorial por práticas judaizantes no Brasil”.

Bruno Fleiter. Duas faces de um mito. Nossa História. Ano 1, nº 10, ago. 2004. p. 48.


O aspecto da colonização do Brasil tratado no trecho acima diz respeito

Alternativas
Comentários
  • B. à perseguição religiosa, por parte do Tribunal do Santo Ofício, que trouxe a inquisição até as terras brasileiras no período colonial.



ID
2816317
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Atente ao seguinte enunciado: “Nove anos após a Inconfidência Mineira, idealizada e liderada por membros da elite da capitania de Minas Gerais (advogados, magistrados, militares, padres e ricos contratantes), uma nova revolta ocorreu na Colônia, contra a dominação portuguesa. Essa, entretanto, não ficou restrita a um pequeno grupo da elite de brancos e intelectuais ou às ideias políticas liberais. Teve a participação e mesmo a liderança de pessoas oriundas dos grupos desprivilegiados (mulatos, brancos pobres, negros livres e escravos), dela participaram o médico Cipriano José Barata de Almeida, os soldados Lucas Dantas do Amorim Torres e Luís Gonzaga das Virgens e os alfaiates João de Deus do Nascimento e Manuel Faustino dos Santos Lira. Seus objetivos incluíam, além da autonomia em relação a Portugal, a implantação de um governo republicano, a busca por igualdade racial com a abolição da escravidão e o fim dos privilégios sociais e econômicos das elites, com a diminuição dos impostos e com aumentos salariais para o povo”.


O enunciado acima se refere ao movimento separatista colonial denominado

Alternativas
Comentários
  • Muito fácil enunciado já entrega ! kkk

  • O alfaiates entregou


ID
2816320
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Atualidades
Assuntos

No dia 09 de abril de 2017, a Igreja Copta — principal fé cristã do Egito — foi vítima de dois atentados terroristas: um ocorreu na igreja de São Jorge na cidade de Tanta e o outro se deu na catedral de São Marcos, na cidade de Alexandria, resultando em 44 mortos e centenas de pessoas feridas. Mesmo transcorridos seis anos após a revolta contra Hosni Mubarak, a comunidade copta ainda tem sofrido com intolerância e violência nunca registradas em sua história. Essa comunidade tem realizado inúmeros protestos contra o regime de

Alternativas
Comentários

ID
2816323
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

A saída do Reino Unido da União Europeia tem causado muito desconforto ao bloco europeu, bem como, criado várias tensões internas ao não atender interesses escoceses e ignorar algumas diretrizes de Bruxelas. Um dos pontos polêmicos que tem causado debates e intervenções diplomáticas é a situação do território ultramarino britânico, a base militar estratégica de

Alternativas
Comentários

ID
2816326
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Conhecimentos Gerais
Assuntos

A divisão da Coreia em duas zonas — ao norte instaurada com apoio soviético e, ao sul, sob a influência norte-americana — marcou um conflito sem confronto direto conhecido como

Alternativas
Comentários

ID
2816329
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
História
Assuntos

Considerando a História da África, ensinada no Brasil, atente às seguintes afirmações:


I. A riqueza histórica da África remonta ao surgimento do homo sapiens.

II. O continente foi totalmente devastado por guerras civis, choques étnicos, miséria, fome e Aids.

III. O Egito é parte da África.


É correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários

ID
2816332
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

O Mundo está em movimento! Dinâmicas que demarcam o cruzamento entre ordem e desordem mundial produzem territórios e redes cada vez mais fluidos, servindo tanto para unir como para fragmentar recortes espaciais da geopolítica internacional. Considerando os recentes fatos que simbolizam as mudanças anunciadas, assinale a afirmação verdadeira.

Alternativas
Comentários
  • essa professora é ótima! parabéns
  • Vladimir Putin deu um sorriso de canto na ultima


ID
2816335
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Sobre a geografia portuária brasileira, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários

ID
2816338
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Escreva V ou F conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma sobre os novos fenômenos da urbanização brasileira.


( ) As atividades econômicas vinculadas às funções de decisão, financeirização, inovação tecnológica da produção e serviços de pós-venda abandonam as metrópoles e se aglomeram cada vez mais em cidades médias e pequenas.

( ) Ocorre uma industrialização do campo, com seus complexos e redes agroindustriais expulsando parte da população rural.

( ) No Brasil contemporâneo, mudanças no processo de industrialização acentuam as forças centrífugas de difusão da produção industrial, com destaque para a reestruturação produtiva das firmas, as políticas de incentivo fiscal e o deslocamento da fronteira agrícola e mineral pelo território.

( ) Conjuntos habitacionais, favelas e cortiços, de um lado, e condomínios exclusivos, murados e controlados, de outro, demarcam os extremos da diferenciação espacial da habitação nas cidades brasileiras.


Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

Alternativas
Comentários

ID
2816341
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Leia o texto que segue sobre a Transposição do Rio São Francisco.


“De uma forma ou de outra, o projeto da transposição traz muitas esperanças para a população do semiárido nordestino. Sua efetividade, contudo, depende de outros projetos que garantam a sustentabilidade do rio e a qualidade da água. É preciso recuperar a ideia de que as cercas são um problema maior que a seca e que se rompam os domínios baseados na posse do território com água por meio de uma radical reforma agrária.”

NORONHA, Gustavo. In: Carta Capital. Caderno de Economia. 16/03/2017. Disponível em https://www.cartacapital.com.br/blogs/brasil-debate/a-transposicao-do-sao-francisco-nao-e-so-festa.


Atente ao que se diz sobre o texto acima e assinale a afirmação verdadeira.

Alternativas
Comentários
  • A. O texto sugere que o maior desafio encontrado pela obra de integração de bacias, denominada “Transposição do Rio São Francisco”, é suprir a escassez de água para consumo humano no semiárido nordestino. - O texto fala sobre a Transposição do Rio São Francisco,concentração fundiária do nordeste que agrava o problema da seca.

    B. Por não causar danos ambientais e sociais, o texto informa que o maior desafio da “Transposição do Rio São Francisco” é superar os entraves de natureza política no semiárido do Nordeste. - o fato de que a obra pode desencadear uma série de problemas. Alguns dos canais artificiais, que fazem parte do projeto, ficam a quilômetros de distância das casas, o que favorece os grandes latifundiários do agronegócio e torna inviável a sua utilização por parte da população mais carente, e que mais precisa da água. Paralelo a isso, estão os impactos ambientais que podem ocorrer nos ecossistemas afetados, dentre eles a salinização dos afluentes do rio, perda da fauna e da flora, assim como a introdução de espécies exóticas, como escorpiões e outros insetos prejudiciais para as pessoas que residem nas cidades que receberão as águas do Velho Chico. Nesse viés, depreende-se que a iniciativa em questão possui mais pontos negativos do que positivos, quando colocados em discussão.

    C. Uma das interpretações que pode ser realizada do texto é que, no semiárido nordestino, o desemprego no meio rural, a escassez de alimentos, a baixa produtividade no campo, a dizimação dos rebanhos, a queda no nível socioeconômico e o êxodo da população local não dependem, exclusivamente, do abastecimento eficaz de água na região, mas também de fatores políticos, ambientais e fundiários. - CORRETO.

    D. A discussão levantada pelo texto é de natureza técnica, e informa que se forem realizadas ações adequadas de armazenamento de água, construção de infraestrutura hídrica e gestão empresarial dos recursos hídricos, os problemas com a seca no semiárido nordestino serão resolvidos. - A natureza do texto é política,social e econômica - Ex. Concentração Fundiária, quem realmente se beneficiará com a transposição, a população carente ou os latifundiários da região?!.


ID
2816344
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

O vento é um produto da dinâmica atmosférica. Na troposfera, suas causas estão diretamente ligadas às diferenças de pressão e temperatura.

Considerando esses elementos formadores do clima, imagine uma linha reta numa área de planície, onde o ponto A corresponde a uma área de alta pressão (AP), o ponto B corresponde a uma área de baixa pressão (BP) e o ponto C corresponde a uma área de alta pressão (AP). De posse destas informações, pode-se afirmar corretamente que o deslocamento do vento nestas condições ocorrerá 

Alternativas
Comentários
  • Baixa pressão = zona receptora de ventos

    Alta pressão = zona dispersora de ventos


ID
2816347
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Atente ao seguinte excerto: “Estes fatores dependem basicamente das condições climáticas e geomorfológicas. Clima quente e úmido, com cobertura vegetal exuberante, favorece a formação de espessos regolitos através da ação de ácidos orgânicos que facilitam o intemperismo químico”.

Ponto, C. G. Intemperismo em regiões tropicais. In. Geomorfologia e Meio Ambiente. Guerra, A. J. T. e Cunha, S. B. Bertrand Brasil. Rio de Janeiro, 1996. p. 28.


Considerando os fatores exógenos condicionantes do processo de intemperismo químico nos diversos ambientes da Terra, analise as afirmações a seguir.


I. As reações químicas que ocorrem neste tipo de intemperismo são controladas pela água meteórica e pelos gases O2 e CO2 nela dissolvidos.

II. Hidrólise, oxidação e dissolução são os principais tipos de reações intempéricas associadas a esse processo.

III. Minerais como a halita são facilmente dissolvidos na presença de água. De forma contrária, o quartzo possui baixa solubilidade mesmo em meio aquoso.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Comentários
  • Água meteórica - água da chuva

  • Professora deu uma aula

  • pq a II está correta? se na verdade a dissolução é um fenômeno físico e não químico


ID
2816350
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Leia atentamente o seguinte excerto: “Em resumo, a variabilidade natural do Clima não permite afirmar que o aquecimento de 0,7 °C seja decorrente da intensificação do efeito-estufa causada pelas atividades humanas, ou mesmo que essa tendência de aquecimento persistirá nas próximas décadas, como sugerem as projeções produzidas pelo Relatório da Quarta Avaliação do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). A aparente consistência entre os registros históricos e as previsões dos modelos não significa que o aquecimento esteja ocorrendo”.

Molion, L. C. B. Desmistificando o aquecimento global. Disponível em: http://www.icat.ufal.br/laboratorio/clima/data/uploads/pdf/ molion_desmist.pdf


Grande parte da discussão sobre o aquecimento do planeta Terra envolve grupos de cientistas com ideias antagônicas. Analisando o texto, percebe-se o questionamento da ideia de aquecimento global antropogênico. Essa hipótese, segundo o excerto, fundamenta-se

Alternativas
Comentários
  • Alguns pesquisadores dizem que o EFEITO ESTUFA é natural e devido a isso é normal o aquecimento da terra, no entanto, outros dizem que apesar de ser natural, a ação do homem contribuí demais para a aceleração e o aumento desse efeito.


ID
2816353
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Geografia
Assuntos

Atente ao seguinte excerto: “A natureza e o arranjo espacial das rochas do substrato das bacias de drenagem exercem também um papel fundamental quanto ao sentido de fluxo das águas nos seus cursos. Os rios instalados em terrenos constituídos por rochas sedimentares podem ser classificados em consequentes, subsequentes e obsequentes”.

Riccomini, C., Giaannini, P. C. e Mancini, F. Rios e Processos Fluviais. In. Decifrando a Terra. Teixeira, W. et al. Oficina de textos, São Paulo. 2001. p. 196.


Considerando a tipologia fluvial em áreas sedimentares descrita no texto acima, pode-se afirmar corretamente que os rios obsequentes são aqueles em que seu fluxo ocorre

Alternativas
Comentários
  • • Consequentes: o curso foi determinado pela declividade da superfície, em geral coincidindo com a direção da inclinação principal das camadas;

    • Subsequentes: a direção de fluxo é controlada pela estrutura rochosa, acompanhando uma zona de fraqueza, falha, junta, camada delgada ou friável. Nas áreas sedimentares, correm perpendiculares à inclinação principal das camadas;

    • Obsequentes: Correm em sentido inverso à inclinação das camadas ou à inclinação original dos rios consequentes;

    • Ressequentes: fluem na mesma direção dos rios consequentes, mas nascem em nível mais baixo.

    • Insequente: não há nenhuma razão aparente para seguirem uma orientação. Quando nenhum controle da estrutura geológica se torna visível na disposição da drenagem.

  • O COMENTÁRIO ACIMA SE REFERE AO DECRETO REVOGADO.

  • https://pt.slideshare.net/lcgrh/bacias-hidrogrficas-parte-i

    slide 31.


ID
2816356
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Considere um trilho de via férrea horizontal com dois terços de sua extensão em linha reta e o restante formando um arco de círculo. Considere que o comprimento total da via e o raio de curvatura do trecho curvo são muito maiores do que a distância entre os trilhos. Suponha que, nessa via, um vagão trafega com velocidade constante (em módulo), e que seu tamanho é muito pequeno comparado à extensão da via. Considere que eventuais deslizamentos entre as rodas do vagão e os trilhos sejam tão pequenos que possam ser desprezados. Despreze também os atritos. Sobre as forças horizontais nos trilhos no ponto da passagem do vagão, é correto afirmar que no trecho reto

Alternativas
Comentários
  • Sendo a velocidade do trem constante, a força resultante é igual a ZERO. Somente nas curvas é que existe a famigerada força resultante centrípeta, fundamental para que o trem consiga fazer a curva. Essa força, como o nome sugere, aponta para o centro e, portanto, é perpendicular aos trilhos.

    Letra C

  • Se marcou D é porque confundiu velocidade tangencial com a força, mais atenção ! bons estudos !


ID
2816359
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

A lei da Física que estabelece uma relação linear entre corrente elétrica e diferença de potencial é a Lei

Alternativas
Comentários

ID
2816362
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Um sistema mecânico em equilíbrio estático, como uma esfera repousando sobre uma mesa horizontal, ou um carrinho de montanha russa parado no ponto mais baixo de um trecho curvo, apresenta energia cinética zero. Considere que, durante um experimento, a esfera e o carrinho sofrem pequenos deslocamentos a partir de seu ponto de equilíbrio. Após os respectivos deslocamentos, as energias potenciais nos exemplos da esfera e do carrinho são, respectivamente,

Alternativas
Comentários

ID
2816365
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Usinas termelétricas, como as instaladas no Ceará, geram energia mais cara que as fontes convencionais, consomem elevados volumes de água, além de usarem carvão como combustível, causando relevantes impactos ambientais. Nessas usinas, as conversões que envolvem maior quantidade de energia são de

Alternativas
Comentários
  • É uma usina de geração de energia, então seu produto final é energia :D

    Letra D)

  • O processo de uma usina termelétrica é a seguinte:

    Queima do carvão para esquentar a água e transformá-la em vapor, e este vapor movimenta as turbinas que geram energia.

    Portanto, a sequência fica:

    combustão (química) > vapor (térmica) > energia (elétrica)


ID
2816368
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Considere o enunciado de uma lei da termodinâmica, que diz “se dois corpos estiverem em equilíbrio térmico com um terceiro, estarão em equilíbrio térmico entre si”. Assim, é correto afirmar que no equilíbrio térmico

Alternativas
Comentários
  • Equilíbro térmico quer dizer que os corpos possuem a mesma temperatura. Portanto, não haverá fluxo de calor entra os corpos.

    GABARITO: LETRA B


ID
2816371
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Considere um fio condutor, fabricado com uma liga metálica que confere uma determinada resistência elétrica proporcional ao comprimento do fio e com pouca variação em função da temperatura (±1 °C). A configuração que produz a mesma resistência equivalente a uma peça de 2 m de fio é

Alternativas
Comentários

ID
2816374
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

Considere as seguintes grandezas físicas: tempo, massa, campo elétrico. Essas grandezas são, respectivamente,

Alternativas
Comentários
  • São grandezas escalares: Tempo, Temperatura, Volume, Massa, Trabalho de uma Força, etc

  • São grandezas escalares aquelas que possuem um número e uma unidade, mas não possuem direção nem sentido. Já as grandezas vetoriais possuem número,unidade,direção e sentido.

  • Gabarito: Tempo e massa são grandezas físicas escalares, enquanto campo elétrico é uma grandeza física vetorial.

    Justificativa:

    *Grandezas escalares são aquelas que podem ser escritas na forma de um número, seguido de uma unidade de medida. Exemplos: Comprimento, tempo, temperatura e massa.

    *Grandezas vetoriais precisam ser expressas por um número (módulo), uma direção, um sentido e uma unidade de medida. Exemplos: Posição, deslocamento, velocidade, força e aceleração.


ID
2816377
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Física
Assuntos

A energia necessária para aquecer uma certa massa de água é a mesma nos seguintes casos:

Alternativas
Comentários

ID
2816404
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

O fixismo e o evolucionismo foram correntes de pensamento utilizadas para explicar a diversidade das espécies. Sobre essas correntes, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • item A: erro está em falar que as espécies são Mutáveis, quando na verdade para essa classificação são IMUTÁVEIS

  • ItemD: para o criacionismo os seres são perfeitos e ESTÁVEIS (e não instáveis como afirma o item).

  • A evolução é uma mudança de características hereditárias que uma população de seres vivos passa de geração em geração, aumentando a diversidade de espécies ao longo do tempo. O evolucionismo é uma teoria desenvolvida por diversos cientistas para explicar as alterações que os seres vivos sofrem e sua interação com o ambiente. O fixismo é uma teoria que propões espécies como imutáveis, seguindo a linha do pensamento criacionista, onde a origem da vida é pela ação divina. O fixismo também foi defendido através da geração espontânea, onde a vida se origina de matéria bruta. A principal diferença das duas teorias está na capacidade das espécies em evoluírem e se transformarem a partir de alterações genéticas. (Amabis & Martho. Biologia moderna, 1991)


    Analisando as alternativas:
    a) o fixismo considera as espécies como imutáveis, pela criação divina. Incorreta.
    b) o evolucionismo considera as espécies como resultado de transformações evolutivas. Correta.
    c) a geração espontânea, ou abiogênese, não é uma corrente do evolucionismo, ela é uma teoria de origem da vida. Incorreta.
    d) o criacionismo considera a criação por ação divina, mas não instáveis ao longo do tempo, ou seja, imutáveis. Incorreta.

    Gabarito do professor: B.
  • Acredito que o erro da alternativa C seja "matéria inanimada", pois para a abiogênese os seres vivos se originam a partir de matéria orgânica ou inorgânica em decomposição, e isso defere de matéria inanimada. Mas é só uma hipótese, peço que não adotem isso como uma verdade.

  • @Daniel Azevedo o erro da alternativa C é afirmar que a abiogênese é uma corrente do evolucionismo.


ID
2816407
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

O mal de Alzheimer era considerado uma doença que surgia devido à degeneração das células do hipocampo, área cerebral da qual dependem os mecanismos da memória. No entanto, pesquisadores italianos publicaram estudo na revista Nature Communications, em abril de 2017, no qual afirmaram que o mecanismo de origem da doença está na área tegmental ventral, onde é produzida a dopamina.

Fonte: http://www.jornalciencia.com/pesquisadores-italianos-podem-ter-descoberto-a-causa-do-alzheimer/


Em relação ao sistema nervoso, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • O sistema nervoso é responsável por promover a interação com o ambiente ao redor, interagindo através de estímulos. Os indivíduos vertebrados possuem dois sistemas nervosos, o sistema nervoso central, onde parte do cérebro segue pela medula espinhal por todo o corpo pelo sistema nervoso periférico, incluindo, também, o sistema autônomo simpático e parassimpático. E o sistema límbico, responsável pelas reações instintivas. (Linhares, S. & Gewandsznajder, F. Biologia, 2011)



    Analisando as alternativas,
    a) o sistema nervoso é organizado em central, onde inclui o sistema periférico e autônomo, e o sistema límbico, responsável pelas reações instintivas. Incorreta.
    b) o córtex cerebral apresenta a massa cinzenta e massa branca, onde ficam os neurônios que recebem os impulsos nervosos e enviam a outras partes do corpo. Incorreta.
    c) o tálamo e o hipotálamo ficam na parte central do cérebro, onde o tálamo responde por sentidos e movimentos, e o hipotálamo por balanço hídrico e sensações. Incorreta.
    d) a medula espinhal estende-se pelos nervos, revestido pelas membranas dura-máter, aracnoide e pia-máter, no corpo todo pelo sistema nervoso. Correta.

    Gabarito do professor: D.

ID
2816410
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Os genes letais foram identificados, em 1905, pelo geneticista francês Lucien Cuénot. A acondroplasia é uma forma de nanismo humano condicionada por um alelo dominante D que prejudica o desenvolvimento ósseo. Pessoas que apresentam a acondroplasia são heterozigotas e pessoas normais são homozigotas recessivas. Assinale a opção que corresponde ao genótipo em que o gene é considerado letal.

Alternativas
Comentários
  • A genética explica que os seres com genes chamados heterozigotos são de alelos diferentes, exemplo: Dd, e os seres chamados de homozigotos são de alelos iguais, exemplo dd. O gene letal é aquele que provoca a morte por uma deformidade grave antes ou após o nascimento. Analisando a questão, o gene da acondroplasia é identificado como o D e são heterozigotos, então pessoas com acondroplasia são Dd e pessoas normais são homozigotas recessivas, no caso dd. Como o gene da acondroplasia é o D, o genótipo considerado letal seria de um homozigoto (alelos iguais) do dominante, genótipo DD. (Linhares, S. & Gewandsznajder, F. Biologia, 2011)


    a) DD. Correta.
    b) Dd. Incorreta.
    c) dd. Incorreta.
    d) D_. Incorreta.

    Gabarito do professor: A

  • gene alelo (combinação letal) podem ser:

    alelo dominante homo (AA),

    alelo dominannte hetero (Aa)

    alelo recessivo somente HOMO (aa)

    Caso em questão:

    Dd = alelo doente

    dd = normais

    gene alelo DD = DOMINANTES, levando à morte.


ID
2816413
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Em experimentos realizados com ratos, por pesquisadores da Universidade da Califórnia, observou-se que os pulmões desses roedores produziram mais da metade das plaquetas. Segundo Mark Looney, autor principal do estudo, isso significa que os pulmões humanos podem produzir sangue, uma função totalmente inesperada, e que precisa ser investigada.

Fonte: http://super.abril.com.br/ciencia/descobertafuncao-inesperada-dos-pulmoes/


Considerando o conhecimento atual sobre o sistema respiratório humano, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • O erro da A é que a boca não é uma via respiratória. Tal alternativa faltou afirmar as outras vias.

    Corrigindo a D: ...os alvéolos estão na extremidade dos bronquíolos.

    -----------------------

    Só não entendi como TODAS as células fazem respiração DENTRO da mitocôndria

  • A alternativa B não afirmou de forma taxativa que a respiração ocorreria somente dentro da mitocôndria, mas no interior desta. Destarte, levando em conta que duas etapas (Ciclo de Krebs e Cadeia Respiratória) ocorrem dentro da mitocôndria, e todas as células do corpo humano realizam tais ciclos, além da Glicólise, que ocorre no citosol, a alternativa está correta.

  • A alternativa B não afirmou de forma taxativa que a respiração ocorreria somente dentro da mitocôndria, mas no interior desta. Destarte, levando em conta que duas etapas (Ciclo de Krebs e Cadeia Respiratória) ocorrem dentro da mitocôndria, e todas as células do corpo humano realizam tais ciclos, além da Glicólise, que ocorre no citosol, a alternativa está correta.

  • O sistema respiratório é responsável por captar o oxigênio do meio ambiente para abastecer o organismo, e liberar o gás carbônico restante do metabolismo das células para o meio ambiente. Esse sistema respiratório inclui os pulmões e os tubos por onde passa o ar, além do diafragma que realiza a movimentação da inspiração e expiração. O sistema começa no nariz, passa pela faringe e desce pela traqueia dividindo-se em dois brônquios, que nos pulmões se ramificam em bronquíolos e em suas extremidades estão os alvéolos pulmonares que fazem a oxigenação do sangue (hematose). A entrada e saída de ar nos pulmões depende da pressão nos alvéolos pulmonares, que são ligados diretamente com a movimentação do diafragma. Na inspiração o diafragma se contrai e abaixa, e as costelas se elevam, diminuindo a pressão nos pulmões. Na expiração o diafragma relaxa e sobe, e as costelas abaixam, com a pressão interna nos pulmões é aumentada, o ar é empurrado de volta e é exalado. (Linhares, S. & Gewandsznajder, F. Biologia, 2011)


    a) o sistema respiratório inclui um par de pulmões e os tratos respiratórios, nariz, boca, faringe, traqueia, brônquios, bronquíolos e alvéolos, e o movimento da respiração é realizado pelo diafragma. Incorreta.
    b) As mitocôndrias são responsáveis por toda respiração celular no organismo humano. Correta.
    c) os produtos da respiração celular são oxigênio e gás carbônico, o oxigênio segue para o funcionamento dos órgãos e o gás carbônico é liberado para o meio ambiente. Incorreta.
    d) os alvéolos pulmonares estão localizados na extremidade dos bronquíolos. Incorreta.

    Gabarito do professor: B.
  • Cavidades Nasais, Faringe, Laringe, Traqueia, Brônquios, Bronquíolos e Alvéolos.


ID
2816416
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Com o objetivo de resolver o problema de erosão em sua propriedade, um fazendeiro comprou mudas de plantas indicadas por um biólogo. Essas mudas apresentam raízes fasciculadas, nervuras paralelas e flores trímeras, portanto, são representantes das

Alternativas
Comentários
  • As plantas, seres pluricelulares e eucariontes, possuem características que as definem em briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas. As briófitas não possuem vasos condutores e absorvem a água e os sais minerais do solo diretamente célula a célula. As pteridófitas possuem vasos para a condução de seiva e nutrientes, caule e folhas maiores. Gimnospermas são plantas que dão cones chamados estróbilos, com raiz caule e folhas. As angiospermas são as plantas dominantes, que dão flores e frutos. (Amabis & Martho. Biologia moderna, 1991)


    Analisando as alternativas,
    a) leguminosas fazem parte das angiospermas e possuem raízes com sistema radicular pivotante, são dicotiledôneas. Incorreta.
    b) samambaias são pteridófitas, dicotiledôneas  e possuem raízes quase sempre externas. Incorreta.
    c) cicadáceas são gimnospermas, dicotiledôneas com raiz radicular. Incorreta.
    d) gramíneas são angiospermas monocotiledôneas com raiz fasciculada, que apresentam caule com nós e nervação paralela. Correta.

    Gabarito do professor: D.
  • raízes fasciculadas são encontradas nas plantas monocotiledôneas. Elas originam-se de um ponto de onde partem ramificações finas e aproximadamente do mesmo tamanho. Exemplos: cana, milho e grama.


ID
2816419
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Todo ser vivo precisa de nutrientes, que são obtidos por meio de relações complexas estabelecidas entre os diferentes grupos de organismos existentes na natureza. Essas relações são representadas por diagramas denominados teias alimentares. Uma teia alimentar que apresenta uma forrageira, um bovino e um ascomiceto compreende, respectivamente, um produtor,

Alternativas
Comentários
  • As formas de vida necessitam de energia para viver, e a maior fonte é o Sol. Nos ecossistemas, a energia solar é aproveitada pelos organismos fotossintetizantes, que consomem essa energia, depois a energia é consumida pelos herbívoros e em sequência, pelos carnívoros. Essa passagem de energia é chamada de cadeia ou teia alimentar, onde existem níveis tróficos correspondentes a cada organismo. Produtor: são seres autótrofos que realizam a fotossíntese. Consumidor primário: são animais que se alimentam dos produtores, os herbívoros. Consumidor secundário: carnívoros que se alimentam dos herbívoros. Decompositores: seres que reciclam a matéria orgânica. 
    De acordo com a questão, a forrageira desempenha papel de produtor, bovino de consumidor primário e o ascomiceto desempenha papel de decompositor. (Linhares, S. & Gewandsznajder, F. Biologia, 2011)


    a) bovino como consumidor primário, mas ascomiceto é decompositor, e não consumidor quaternário. Incorreta.
    b) não há consumidor secundário nessa representação. Incorreta.
    c) bovino como consumidor primário e ascomiceto como decompositor. Correta.
    d) não há consumidores terciário e quaternário nessa representação. Incorreta.

    Gabarito do professor: C.

  • um consumidor primário e um decompositor.

    Letra "c" é a resposta correta!


ID
2816422
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Sobre proteínas que foram desnaturadas sob condições de elevadas temperaturas, é correto afirmar que

Alternativas
Comentários
  • O processo de desnaturação de uma proteína ocorre quando as moléculas biológicas perdem suas funções por alguma mudança no meio. Esse processo afeta a estrutura tridimensional da proteína e afeta, também, sua atividade biológica, mas mantém sua estrutura primária original, sem romper as ligações peptídicas entre aminoácidos. Fatores que podem ocorrer a desnaturação são altas temperaturas, pHs extremos, solventes orgânicos, agentes oxidantes, entre outros. (Linhares, S. & Gewandsznajder, F. Biologia, 2011)



    a) a estrutura afetada é apenas a tridimensional, a primária é mantida. Incorreta.
    b) a estrutura primária permanece e não altera as ligações entre aminoácidos. Correta.
    c) a alteração não é temporária, mas algumas poucas proteínas podem voltar à sua estrutura espacial natural pelo processo de renaturação. Incorreta.
    d) não se tornam impróprias para o consumo, apenas algumas funções são alteradas. Exemplo: ovo cozido ou frito. Incorreta.

    Gabarito do professor: B.

  • A resposta correta encontra-se na letra a apesar de modificadas, permaneceram com sua estrutura primária, composta pela sequência de aminoácidos ligados entre si.

    Sabe-se que a desnaturação da proteína está diretamente relacionada com as estruturas secundárias e terciárias. Desta forma, a estrutura primária continua intacta.

    Além disso, nota-se que a estrutrua primária de qualquer proteína é formada pela sequência base de aminoácidos.

  • O processo de desnaturação de uma proteína ocorre quando as moléculas biológicas perdem suas funções por alguma mudança no meio. Esse processo afeta a estrutura tridimensional da proteína e afeta, também, sua atividade biológica, mas mantém sua estrutura primária original, sem romper as ligações peptídicas entre aminoácidos. Fatores que podem ocorrer a desnaturação são altas temperaturas, pHs extremos, solventes orgânicos, agentes oxidantes, entre outros. (Linhares, S. & Gewandsznajder, F. Biologia, 2011)

    a) a estrutura afetada é apenas a tridimensional, a primária é mantida. Incorreta.

    b) a estrutura primária permanece e não altera as ligações entre aminoácidos. Correta.

    c) a alteração não é temporária, mas algumas poucas proteínas podem voltar à sua estrutura espacial natural pelo processo de renaturação. Incorreta.

    d) não se tornam impróprias para o consumo, apenas algumas funções são alteradas. Exemplo: ovo cozido ou frito. Incorreta.

    Gabarito do professor: B.


ID
2816425
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Biologia
Assuntos

Considerando o ciclo do carbono, analise as seguintes afirmações:


I. O dióxido de carbono na atmosfera é absorvido pelas plantas, sendo o carbono contido em sua molécula devolvido à atmosfera pelo processo de fotossíntese.

II. Os animais comem vegetais, decompõem seus açúcares e liberam carbono na atmosfera, nos oceanos e no solo.

III. Plantas e animais são decompostos pela ação de microrganismos que devolvem carbono ao meio ambiente.

IV. Os animais, através da respiração, retiram da atmosfera parte do carbono assimilado, na forma de CO2.


Está correto o que se afirma somente em

Alternativas
Comentários
  • Parte do estoque de carbono da Terra está na atmosfera, na forma de gás carbônico e outra parte nas células dos organismos. As plantas estocam carbono na forma de moléculas orgânicas, as queimadas e a queima de combustíveis fósseis liberam grande volume de gás carbônico na atmosfera, a respiração absorve oxigênio e libera gás carbônico na atmosfera. (Amabis & Martho. Biologia moderna, 1991)

    I. O dióxido de carbono é absorvido pelas plantas, mas o carbono não é devolvido à atmosfera pela fotossíntese. Incorreta.
    II. Os animais comem vegetais, decompõem açúcares e liberam carbono na atmosfera, oceanos e solos. Correta.
    III. Plantas e animais são decompostos pela ação de microrganismos que devolvem carbono ao meio ambiente. Correta.
    IV. Os animais não retiram o gás carbônico da atmosfera, eles retiram o oxigênio para então devolver o gás carbônico para a atmosfera. Incorreta.

    As afirmações corretas são II e III. 
    a) II e III. Correta.
    b) II e IV. Incorreta.
    c) I e III. Incorreta.
    d) I e IV. Incorreta.

    Gabarito do professor: A.
  • I. falsa. na fase escura da fotossíntese ocorre a fixação do carbono.

    ll. certa.

    lll. certa.

    lV. falsa. é bem popular a ideia de que retiramos oxigênio e não gás carbônico

    É importante saber que no processo de decomposição há consumo de gás oxigênio (O²), liberação de amônia (NH³), de dióxido de carbono (CO²), de metano (CH?) e água (H²O)


ID
2816428
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

As to how physically active American and European children are, recent studies show that

Alternativas
Comentários
  • Quanto ao quão fisicamente ativas as crianças americanas e europeias são, estudos recentes mostram que
    A) elas geralmente estão envolvidas em mais atividades físicas a partir dos 7 anos de idade.
    B) a maioria só se interessa por exercício físico no final da adolescência.
    C) meninos e meninas têm um comportamento significativamente diferente quando se trata de atividades físicas.
    D) meninos e meninas parecem ter o máximo de atividades físicas por volta dos sete anos de idade.
    Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence.

    Tradução: Pesquisas recentes mostram que, nos Estados Unidos e na Europa, a atividade física tende a atingir o pico mais ou menos aos 7 anos, tanto para meninos quanto para meninas, e diminui continuamente durante a adolescência.

    De acordo com o trecho do segundo parágrafo, podemos inferir que as crianças americanas e europeias parecem ter o máximo de atividades físicas por volta dos sete anos de idade. As demais alternativas não condizem com o texto.

    Gabarito do Professor: D

ID
2816431
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

According to the text, the lack of exercise in childhood years is associated with very early health problems such as

Alternativas
Comentários
  • Segundo o texto, a falta de exercício na infância está associada a problemas de saúde muito precoces, como
    A) obesidade e diabetes tipo 2.
    B) doenças cardíacas e doenças respiratórias.
    C) câncer e depressão.
    D) condições de diabetes e pulmões.
    Podemos encontrar a resposta para a questão no terceiro parágrafo.

    Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

    Tradução: A obesidade infantil, associada à falta de exercício físico, é comum, assim como a incidência de diabetes tipo 2 e outros problemas de saúde relacionados ao excesso de peso em crianças a partir dos 6 anos.
    Gabarito do Professor: A

ID
2816434
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

In terms of the future financial costs for individuals and the society as a result of inactivity in young people, it is mentioned that they

Alternativas
Comentários
  • Em termos dos futuros custos financeiros para os indivíduos e a sociedade como resultado da inatividade dos jovens, é mencionado que eles
    A) foram objeto de muitos estudos e políticas públicas.
    B) não haviam sido calculados antes deste novo estudo mencionado no texto.
    C) sempre foram uma preocupação no mundo acadêmico.
    D) foram cuidadosamente analisados por alguns países europeus.
    Quanto aos futuros custos financeiros, o quarto parágrafo nos aponta que não haviam sido calculados.

    But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. 
    Tradução: Mas os custos financeiros de inatividade a longo prazo nos jovens, tanto para eles quanto para a sociedade como um todo, nunca foram quantificados.


    Gabarito do Professor: B

ID
2816437
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

The new study conducted in the US linking the lack of children’s physical activity and the huge expenses in the coming years was carried out with data about children

Alternativas
Comentários
  • O novo estudo realizado nos EUA, relacionando a falta de atividade física das crianças e os enormes gastos nos próximos anos, foi realizado com dados sobre crianças
    A) que estão na faixa etária de 8 a 11.
    B) cujos pais estão acima do peso.
    C) cujas famílias levam vidas sedentárias.
    D) que nunca participam de esportes.
    The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11[...]

     Tradução:  Os pesquisadores começaram reunindo o máximo de dados públicos disponíveis sobre os padrões de saúde, peso e atividade física de todas as 31,7 milhões de crianças americanas com idades entre 8 e 11 anos,[...]
    Segundo trecho do quinto parágrafo, a alternativa A está correta. As demais não são mencionadas no texto.
    Gabarito do Professor: A
  • O novo estudo realizado nos EUA, relacionando a falta de atividade física das crianças e os enormes gastos nos próximos anos, foi realizado com dados sobre crianças
    A) que estão na faixa etária de 8 a 11.
    B) cujos pais estão acima do peso.
    C) cujas famílias levam vidas sedentárias.
    D) que nunca participam de esportes.
    The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11[...]

     Tradução:  Os pesquisadores começaram reunindo o máximo de dados públicos disponíveis sobre os padrões de saúde, peso e atividade física de todas as 31,7 milhões de crianças americanas com idades entre 8 e 11 anos,[...]
    Segundo trecho do quinto parágrafo, a alternativa A está correta. As demais não são mencionadas no texto.
    Gabarito do Professor: A

ID
2816440
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

In terms of how the study was conducted, the text mentions that researchers used a computer program that made it possible for every child to be

Alternativas
Comentários
  • Pesquisadores decidiram criar um modelo de  programa de computador incrivelmente complexo sobre como seria o futuro das crianças. A questão analisa a funcionalidade desse programa para as crianças.
    Em termos de como o estudo foi conduzido, o texto menciona que os pesquisadores usaram um programa de computador que possibilitou que todas as crianças fossem
    A) analisadas de acordo com diferentes conjuntos de fatores influentes.
    B) isoladas do contexto familiar.
    C) representadas por um avatar eletrônico para simular seu crescimento.
    D) agrupadas de acordo com critérios geográficos.
       The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today.
    Tradução: Os pesquisadores alimentaram essas informações em um programa de modelagem computadorizado que criou um avatar eletrônico para todas as crianças americanas hoje. 
    De acordo com o trecho do sexto parágrafo, o programa criado pelos pesquisadores era alimentado com informações baseadas em um avatar eletrônico que representava as crianças.

    Gabarito do Professor: C


ID
2816443
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

According to the article, the researchers, taking into account the current reality of children in the US, fed the computer program with the information about the lack of exercising and the calorie intaking patterns and made the computer model go through the growing process year by year, thus revealing that these children

Alternativas
Comentários
  • De acordo com o artigo, os pesquisadores, levando em conta a realidade atual das crianças nos EUA, alimentaram o programa de computador com informações sobre a falta de exercícios e os padrões de ingestão de calorias e fizeram o modelo de computador passar pelo processo de crescimento ano a ano, revelando assim que essas crianças
    A) mantiveram um ritmo bastante lento de desenvolvimento.
    B) aumentaram cada vez mais seus sobrepesos.
    C) tornaram-se adultos saudáveis.
    D) cresceram muito rápido em relação a outros grupos.
     O excerto retirado do sétimo  parágrafo aponta que o programa em questão revelou que as crianças americanas ficaram cada vez mais acima do peso.
    [...] the program changed each virtual child's body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.
    Tradução: [...] o programa transformou o corpo de cada criança virtual dia a dia e ano a ano na idade adulta. A maioria ficou cada vez mais acima do peso.

    Gabarito do Professor: B

ID
2816446
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

Still in terms of the electronic avatar research, the text mentions that, when scientists analyzed the grown up models (once the sedentary children), they got to the conclusion that they would

Alternativas
Comentários
  • Ainda em termos de pesquisa eletrônica sobre avatares, o texto menciona que, quando os cientistas analisaram os modelos adultos (outrora crianças sedentárias), chegaram à conclusão de que
    A) conseguiriam levar um estilo de vida discreto.
    B) raramente teriam a chance de mudar seu estilo de vida.
    C) provavelmente morreriam cedo demais.
    D) custariam alguns trilhões de dólares para a sociedade.
    According to the computer model, the costs of today's 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.
    Tradução: De acordo com o modelo do computador, os custos das crianças de 8 a 11 anos de idade serem inativos e, consequentemente, com excesso de peso seriam quase US $ 3 trilhões em despesas médicas e perderiam produtividade todos os anos quando as crianças chegassem à idade adulta e por décadas até a morte.
    O excerto traduzido do nono parágrafo nos mostra que os pesquisadores chegaram à conclusão de que o custo dessas crianças ao atingirem a fase adulta, com excesso de peso seria de quase três trilhões de dólares.

    Gabarito d Professor: D

ID
2816449
Banca
UECE-CEV
Órgão
UECE
Ano
2017
Provas
Disciplina
Inglês
Assuntos

                                              T E X T


      If all of the children who currently are sedentary started exercising every day, societies could save enormous amounts of money in the coming decades and have healthier citizens as a whole, according to a remarkable new study. In the United States alone, we could expect to save more than $120 billion every year in health care and associated expenses. The study is the first to use sophisticated computer simulations to arrive at a literal and sobering societal price tag for allowing our children to be sedentary.

      Inactivity is, of course, widespread among young people today. Recent research shows that in the United States and Europe, physical activity tends to peak at about age 7 for both boys and girls and tail off continually throughout adolescence. More than two-thirds of children in the United States rarely exercise at all.

      The immediate health consequences for inactive children and their families are worrisome. Childhood obesity, which is linked to lack of exercise, is common, as is the incidence of Type 2 diabetes and other health problems related to being overweight among children as young as 6.

      But the long-term financial costs of inactivity in the young, both for them and society as a whole, have never been quantified. So for the new study, which was published this week in Health Affairs, researchers with the Global Obesity Prevention Center at Johns Hopkins University in Baltimore and other institutions decided to create a bogglingly complex computer model of what the future could look like if we do or do not get more of our children moving.

      The researchers began by gathering as much public data as is currently available about the health, weight and physical activity patterns of all 31.7 million American children now aged 8 to 11, using large-scale databases from the Census Bureau, the Centers for Disease Control and Prevention, and other groups.

      The researchers fed this information into a computerized modeling program that created an electronic avatar for every American child today. In line with reality, two-thirds of these children were programmed to rarely exercise and many were overweight or obese.

      The scientists then had the simulated children grow up. Using estimations about how calorie intake and activity patterns affect body weight, the program changed each virtual child’s body day-by-day and year-by-year into adulthood. Most became increasingly overweight.

      As the simulated children became adults, the scientists then modeled each one’s health, based on obesity-associated risks for heart disease, diabetes, stroke and cancer, and also the probable financial price of dealing with those diseases (adjusted for future inflation), both in terms of direct expenses for hospitalizations, drugs and so on, and lost productivity because of someone’s being ill.

      The results were staggering. According to the computer model, the costs of today’s 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.

      But when the researchers tweaked children’s activity levels within their model, the numbers began to look quite different. If they presumed that, in an imaginary America, half of all children exercised vigorously for about 25 minutes three times a week, such as during active recess or sports or, more ambitiously, ran around and moved for at least an hour every day, which is the amount of youth exercise recommended by the C.D.C., their virtual lives were transformed.

      Most obviously, the incidence of childhood obesity fell by more than 4 percent, a change that resonated throughout the simulated children’s lives and society. There were about half a million fewer cases of adult-onset heart disease, diabetes, cancer and strokes in this simulation, and the society-wide costs associated with these illnesses dropped by about $32 billion every year if the children romped about for 25 minutes three times per week and by almost $37 billion if they moved for an hour every day.

      The impacts were even more substantial when the researchers assumed that 100 percent of the children who are now sedentary got regular exercise. In this scenario, the annual total costs during adulthood from obesity-associated medical expenses and lost productivity plummeted by about $62 billion when children were active three times a week and by more than $120 billion every year when all of the virtual children played and moved for at least an hour each day.

                                                     From: https://www.nytimes.com May 3, 2017

According to the findings of the research, another aspect related to the consequences of children’s sedentary lifestyle is the fact that when becoming adults they would also

Alternativas
Comentários
  • De acordo com os resultados da pesquisa, outro aspecto relacionado às consequências do estilo de vida sedentário das crianças é o fato de que, ao se tornarem adultos, elas também
    A) perdem a produtividade anualmente até que morram.
    B) perdem seus empregos com mais frequência.
    C) influenciam outros parentes a se manterem inativos.
    D) viajam menos do que as crianças que estavam ativas.
    A pesquisa aponta que as crianças ao atingirem a fase adulta, também, perderiam a produtividade todos os anos até a morte. Conforme observamos por meio do excerto abaixo.

     According to the computer model, the costs of today's 8- to 11- year-olds being inactive and consequently overweight would be almost $3 trillion in medical expenses and lost productivity every year once the children reached adulthood and for decades until their deaths.
    Tradução: De acordo com o modelo do computador, os custos das crianças de 8 a 11 anos de idade serem inativos e, consequentemente, com excesso de peso seriam quase US $ 3 trilhões em despesas médicas e perderiam produtividade todos os anos quando as crianças chegassem à idade adulta e por décadas até a morte.
    Gabarito do Professor: A